Cine Diversidade’ anuncia programação para os dias 06 e 07 de outubro no Centro de Artes da Maré
A mostra vai reunir filmes, performances, exposições, debates e DJs durante o primeiro fim de semana do mês da diversidade no Rio de Janeiro

A Mostra “Cine Diversidade – gênero e sexualidade no cinema” anuncia sua programação para os dias 06 e 07 de outubro no Centro de Artes da Maré, no Rio de Janeiro. A programação está dividida em três eixos temáticos: Ser Trans; Reflexos do Feminino e Cine Sexualidade.
Além da exibição de filmes de curta-metragem produzidos no estado do Rio de Janeiro, vão acontecer apresentações de DJs, exposições fotográficas e atrações artísticas como as apresenatações da Drag Queen Nádia Passiva, da atriz e performer de afro-butoh Lívia Laso e do grupo de stylleto Maré sobre Saltos. O evento terá também debates com importante nomes do cenário do cinema e do ativismo das questões LGBTs e feministas como a vereadora suplente do Rio de janeiro e idealizadora da Casa Nem, Indianara Siqueira, e a produtora Érica de Freitas, idealizadora do projeto Visionárias, que debate o protagonismo feminino no cinema.

A escolha dos filmes ganhadores da Mostra será através de júri popular (votação pelo público presente nas exibições) e a divulgação dos vencedores ocorrerá em sessão especial, no dia 21 de outubro de 2017. Além disso, os três filmes mais votados pelo júri popular serão contemplados com uma bolsa integral para formação em curso livre na Escola de Cinema Darcy Ribeiro, local da premiação. A Mostra Cine Diversidade foi contemplada no Programa de Chamadas Públicas de Audiovisual Riofilmes/SEC-RJ e é patrocinada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro/SEC-RJ.
Serviço
Mostra Cine Diversidade:
Exibição de curtas-metragens em três eixos temáticos: Ser Trans; Reflexos do Feminino e Cine Sexualidade. Apresentações de DJs, exposições e performances artísticas. Filmes premiados ganham bolsa na Escola de Cinema Darcy Ribeiro.
Onde: Centro de Artes da Maré, Rua Bitencourt Sampaio, 181 – Maré, Rio de Janeiro.
Datas: 06 e 07 de outubro
Entrada Gratuita
Horário: 17h30 às 23h
Sobre o Centro de Artes da Maré
O Centro de Artes da Maré vem se afirmando como um verdadeiro parceiro na luta contra LGBTfobia e no fortalecimento da diversidade. Só este ano já sediou outros dois eventos que colocavam em pauta a lutas das mulheres e dos movimentos LGBTs, recebendo o 1° Encontro LGBT de favelas: cultura e cidadania, e o Encontro Visibilidade Lésbica na Maré.


deserto que pertence à área metropolitana de Las Vegas. “Há quatro anos vou para Las Vegas no Mr. Olympia e ano retrasado fotografei no Grand Canyon. Fomos de helicóptero até lá e fotografamos super rapidinho porque o passeio de helicóptero é de apenas 15 minutos. Ano passado fiz algumas fotos no deserto e nesse ano, nesse lugar, foi a primeira vez”, conta a curitibana.
“Todo lugar em Las Vegas que resolvemos fazer uma foto acaba ficando muito bonito. Parece realmente um cenário de filme e é um lugar maravilhoso”, finaliza Eva Andressa, que viajou acompanhada do marido, o Dr. Luiz Paulo.






“Na adolescência tive a fase de ouvir Iron maiden, Metallica, Slayer, etc… Depois a fase do Cradle of filth, Within Temptation e Haggard. Mais tarde tive a fase de ouvir Misfits, Ramones e Sex pistols. Andava de skate e tudo mais! (risos). Hoje ainda me considero com bom gosto musical, só não me manifesto mais na forma de vestir (risos) Minhas bandas favoritas são Korn, Drowning pool e Led Zeppelin, dependendo do meu humor. Hoje em dia sou um pouquinho mais flexível chegando a ouvir outros estilos musicais, porém o rock sempre terá mais espaço nas minhas preferências e no meu coração. E, sem dúvidas, o Rock in Rio é o principal evento da música mundial”, afirma a morena de 23 anos.

Quatro jovens instrumentistas, compositores e arranjadores carregam uma bagagem musical extensa e variada, com influências de jazz, rock, música erudita, choro e outros ritmos regionais brasileiros. A formação de saxofone, violão de 7 cordas, baixo e bateria, traz para o quarteto uma sonoridade bem surpreendente e incomum no universo da música instrumental. Tendo participado de importantes festivais no Rio de Janeiro – tais como Festival Villa Lobos, FIL-Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens, TAU Jazz Festival, Village Jazz Festival, Dia da Música, entre outros – o Relógio de Dalí segue em apresentações impactantes que sempre marcam a plateia pela performance e pelo colorido das composições e arranjos!


Aronofsky, que também é ambientalista, esclareceu uma das mensagens do filme. “Acho que o sentimento por trás dessa obra (Mãe!) é a esperança, eu creio que ao mostrar a tragédia você pode efetivamente revelar a luz.
“Recebo cantada na rua, na balada, nas redes sociais. Recebo nudes, propostas indecentes e convites dos mais variados. Eu não vendo os meus valores, sou uma mulher independente, bem resolvida e jamais passaria por cima das minhas vontades. Eu gosto da minha liberdade, da minha independência. Sexo frágil que nada, nós somos o sexo forte” disparou a morena.

“Eu estou gostando muito de fazer o musical Remexe, adoro colocar a peruquinha rosa e subir no palco, eu gosto muito das Chiquititas, e é muito legal fazer elas no teatro” comenta a pequena estrela que posou para fotos com as atrizes Nathalia Costa e Duda Caetano.
“Cada ‘rabisco’ no meu corpo é uma história que decidi eternizar em mim. As pessoas ficam impressionadas com as tatuagens que tenho, elas olham pra mim e ficam confusas, por se tratar de uma mulher gostosona com o corpo todo tatuado. Sou toda menininha, mas essa é a minha história, as minhas tatuagens revelam a minha personalidade”, revelou Luanda.





Segundo o neurocientista Steven Platek, o homem não foge de seu instinto animal, que ao focar seus olhos em uma mulher curvilínea, ativa no cérebro, a área ligada ao sentimento de recompensa, e como “animais” , ocorre a atração por serem boas reprodutoras. É assim na vida animal, fêmeas procuram machos grandes e fortes para procriar, e vice e versa, quanto maior o parceiro, mais fortes e saudáveis serão seus filhotes.
Com uma visão mais profunda sobre o assunto, a psicologa Maria Almeida Pupilella, de Bauru – SP, relata: