Influencer luso-brasileira é capa de revista internacional no Reino Unido
A influenciadora digital, especialista em moda e médica Domenique Heidy foi destaque em revista internacional em Londres
Londres está na lista das cidades mais cosmopolitas e influentes do mundo. Além de Paris, NY e Milão, Londres figura como um dos principais pólos de moda e influência global.
Prova disso é que a cidade eventos relevantes como a London Fashion Week, cultura e comportamento não apenas em Europa, mas mundialmente. E nas terras da Rainha, uma brasileira está sendo considerada como um expoente da moda: Domenique Heidy.
Domenique estampa a capa da edição deste mês de uma importante revista londrina, voltada ao público lusófono. Ela mora em Londres, e além de influenciadora digital e especialista em moda é médica, especializada em odontologia, medicina Estética e dermocosmetologia.
Em entrevista exclusiva para a revista Brasil na Mão (brasilnamao.co.uk), Domenique fala como tornou-se um influenciadora digital de sucesso, com milhares de seguidores, dentre eles diversas celebridades. Domenique esteve na London Fashion Week 2018, e tem citações suas sobre as novas tendências para o outono/inverno europeu e o verão brasileiro em diversos portais e revistas tanto da Europa quanto no Brasil.
Catherine Bascoy confere 2º edição da Aussie Spot ao lado de famosas

 

Sasha Meneghel, Daniela Pasqualin e Bibi campos também prestigiaram a marca

A musa e digital influencer Catherine Bascoy, prestigiou neste último final de semana a feira oferecida pela renomada Aussie Spot, marca que é especializada em produtos para o cabelo, que aconteceu na Casa Fares, em São Paulo/SP.

Após o sucesso da primeira edição, a “Aussie Spot” voltou à São Paulo na última sexta-feira, 24 de Agosto.

E a “digital influencer” e modelo Catherine Bascoy foi uma das convidadas de uma das marcas internacionais da P&G.

Com o tema totalmente inspirado no universo australiano, a Aussie Spot, contou com uma palestra sobre ‘cuidados de cabelos louros’ ministrado por ninguém menos que Sasha Meneghel, embaixadora da Aussie Brasil.

Além das várias atividades, incluindo shows, festas, aulas e serviços, o evento foi marcado por presenças ilustres como o de Catherine Bascoy, Bibi Campos, Nina Anhaia, Bestriz Vilas Bôas, Daniela Pasqualin, Mariana Pedrosa, e outras belas mostrando o empoderamento feminino.

“Gostei muito do túnel logo na entrada com a história da marca e seus principais produtos. O aquário gigante também ficou incrível, faz lembrar os corais da Austrália.”, declarou Catherine Bascoy.

O evento ainda contou com um salão inteiro para as “Aussie Girls” darem um trato em seu cabelo, com uma infinidade de produtos.

Catherine Bascoy, atualmente reúne um time de mais de 290 mil seguidores em suas redes sociais e manteem em alta sua carreira de modelo.

A bela de apenas 17 anos, posa para marcas como Nike, Truss, Live, Luminus, entre outras, é estudante de Dj e já tocou na “Festa do Branco” em porto de Galinhas,além de estudar teatro, mostrando que tem vários talentos.

Filósofo explica o conceito do “fake econômico” e faz alerta sobre mundo virtual
Ter milhares de seguidores no Instagram faz de uma pessoa uma influenciadora digital? Os fãs realmente consomem os produtos que essa personalidade anuncia nas redes sociais? Este digital influencer tem formação ou embasamento para dar dicas e orientar seus admiradores sobre os mais variados assuntos? Estas são algumas perguntas que ficam no ar no cotidiano do povo brasileiro, cada vez mais conectado no mundo virtual e consequentemente distante do convívio pessoal.
O filósofo Fabiano de Abreu elaborou uma pesquisa que analisa a relevância da rede social e dos influenciadores digitais no Brasil e na Europa, em especial em contexto de crise econômica, que muda o perfil de consumo de cultura e entretenimento.
“Analisei muitos cantores famosos e cheguei a conclusão que o Brasil é muito interessante para os artistas estrangeiros, mas não porque o brasileiro consome a música, não porque ele compra a música no Spotify e vai ao show, simplesmente pelo fato que o brasileiro é um fake econômico. É um fake real, uma conta que ele curte e interage. Atualmente moro em Portugal e vejo que o Brasil é um país em que as pessoas têm muitos ídolos, mais do que lá fora. Vejo, por exemplo, a Madonna andando pelas ruas de Lisboa sem ninguém pedir para tirar foto com ela. No Brasil as pessoas endeusam os famosos por causa dos problemas sociais, da pobreza… A massa do Brasil serve para os estrangeiros. Por que os estrangeiros se unem à Anitta e por que eles se unem com outros artistas brasileiros. Por causa dessa massa, do volume da mídia social. O Brasil é um país com mais de 230 milhões de habitantes e se o artista conquistar o povo brasileiro ele conquistará mais seguidores. Mas esses seguidores vão consumir o seu produto? Somos um dos países que menos consume produtos dos artistas e por isso os astros estão em decadência. Eles não fazem shows, as discotecas estão fechando e aí não tem onde tirar dinheiro desse meio. Já nos Estados Unidos um artista que tem um milhão de seguidores tem seus produtos consumidos”, afirma o filósofo que reside em Castelo de Paiva.
 
Fabiano de Abreu alerta que nas redes sociais todo mundo é muito feliz, bonito, faz passeios espetaculares e come muito bem: “As pessoas precisam entender que isso é um mundo fake. Eu, por exemplo, além de pesquisador e filosofo, sou assessor e tenho vários artistas famosos pessoas que possuem 5 milhões, 10 milhões de seguidores nas redes sociais e nós sabemos que aquilo que eles estão publicando não é realmente o que são. Eles só publicam algo que seja muito interessante”.
“A rede social virou uma cobrança. No Instagram, a grande maioria do público é jovem. Na Europa poucas pessoas tem Instagram, já o Brasil é o país que mais acessa o Instagram. Pode ser por conta da crise econômica porque é muito mais barato você acessar o Instagram e viver aquele mundo. Pode ser também uma saturação porque as pessoas não aguentam mais os mesmos assuntos e os canais da TV aberta brasileira não têm muita variedade. Se você quer mais variedade precisa pagar para isso enquanto na Europa são liberados muito mais canais abertos. Tem a questão da violência e as pessoas acabam ficando em casa com medo de sair. A crise econômica fez muitas casas de festas e discotecas fecharem, então a pessoa não tem o que fazer ou tem medo de sair e é mais fácil ficar em casa mexendo no celular e vendo a vida dos outros, vendo aquela vida que queria para ela. Porém é importante ressaltar que aquela pessoa que publica aquela vida não é real, é um fake”, pondera o filósofo.
Para ele, a sociedade está sendo engolida pelo mundo virtual: “Não existe mais aquilo da moda antiga, então as pessoas perdem identidade, acabam sendo influenciadas e não tendo personalidade, perdem ‘quem eu sou’. Você é o que a internet diz o que você é, então a moda é tudo o que estão dizendo na internet. Isso acaba com aquela identidade e originalidade. E como vai ser o futuro disso? Vai ser depressão infantil, falta de aceitação, autoestima baixa, vai ocasionar suicídios e todas essas coisas que fazem com que as crianças cometam atos que antigamente não cometiam. Mas é uma coisa que vai muito da educação que estamos oferecendo aos nossos filhos. Minha filha tem 8 anos e não usa celular. Estou querendo fazer dela uma pessoa real e não uma pessoa virtual. Então isso vai muito do que nós propomos para os nossos filhos, que são os protagonistas da próxima geração”.
Outro ponto abordado por Fabiano de Abreu é a questão de saber o que os digital influencers estão dizendo para seus seguidores. Eles possuem embasamento, estudaram ou são formados para dar dicas sobre determinados assuntos? O filósofo sugere até que leis sejam criadas para coibir certos influenciadores: “Senão eles poderão dar orientações equivocadas e prejudicar quem confia naquilo que estão falando. Já rodei mais de 15 países e vejo que no Brasil existe muito desta cultura do ‘eu sei tudo'”. O filósofo acredita que a imprensa é a chancela para dar credibilidade aos assuntos e assim evitar a famosa fake news.
ENCONTRO DE ROTEIRISTAS – evento acontece de 10 a 18 de agosto, em São Paulo

BrLab ANUNCIA PROGRAMAÇÃO ABERTA E CONFIRMA A SEGUNDA EDIÇÃO DO BRPLOT – ENCONTRO DE ROTEIRISTAS
*** Os autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi abrem o BrPlot

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*** Projetos de sete países compõem a seleção

Único laboratório de desenvolvimento de projetos audiovisuais no Brasil que incentiva e recebe projetos de toda América Latina e Península Ibérica, o BrLab anuncia a programação aberta de sua 8° edição – que acontece de 10 a 18 de agosto em São Paulo.

Pelo segundo ano consecutivo, o BrLab apresenta em parceria com a ABRA (Associação de Brasileira de Autores Roteiristas), o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e a FAAP, o BrPlot – Encontro de Roteiristas, espaço em sua programação destinado à apresentação de uma série de mesas e debates dos quais participam renomados roteiristas, autores, produtores, entre diversos outros profissionais do audiovisual do Brasil e do exterior.

Anna Muylaert _ foto por GLEESON PAULINO

Em 2018, novamente com curadoria de Thiago Dottori, o BrPlot novamente abrirá as atividades do BrLab, dessa vez em umamesa com os prestigiados autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi, mediados pela jornalista Cristina Padiglione, que irão debater os desafios de escrita e suas diferentes formas de contar uma boa história, no dia 10/08, às 19h, no Auditório 1 da FAAP. O encontro ainda traz importantes nomes como Anna Muylaert, Marton Olympio, Paulo Lins, Carolina Jabor, Arnaldo Branco, Phil Parker, Zé Brandão, Felipe Braga, Marcia Vinci, Eliseo Altunaga, Julio Rojas, entre outros (programação completa abaixo).

O BrPlot é um braço de programação do BrLab, um workshop anual em que cineastas e produtores trabalham o desenvolvimento de seus futuros filmes. Durante o BrLab, duplas de representantes dos projetos selecionados dispõem de consultorias integrais aos seus projetos para melhor realização de seus produtos em aspectos fundamentais como roteiro, direção, produção e distribuição. As atividades incluem ainda palestras e encontros com profissionais do Brasil e do exterior, e a programação aberta do BrPlot.

A seleção da 8° edição do BrLab contempla futuros filmes de cineastas premiados e novos talentos audiovisuais da região como a colombiana Laura Mora, que participa com o projeto de seu segundo longa “Los reyes del mundo”. Também participam o português Ico Costa com “Naufrágio, Inhambane” e os brasileiros Leonardo Mouramateus com “A Pista de Dança”Rodrigo Oliveira com “Os Primeiros Soldados” Cesar Cabral com “Um Pinguim Tupiniquim”, entre outros.

Pela primeira vez, 4 dos selecionados são projetos de filmes de animação, que participarão do laboratório juntamente aos projetos de live-action e receberão, em complemento, consultorias específicas de experientes animadores com o intuito de trabalharem as particularidades da animação.

AntonioPrata

Os escolhidos para a oitava edição do BrLab participam de consultorias com a cineasta Mariana Rondón, diretora do filme “Pelo Malo”; a consultora de direção mexicana Paula Astorga; as destacadas produtoras Agustina Chiarino (Uruguai), Fernanda Del Nido (Espanha) e Agustina Llambi-Campbell (Argentina) e o renomado script doctor e assessor cubano, Eliseo Altunaga que será homenageado nesta edição. Complementam o time de tutores o inglês Phil Parker, a belga Annemie Degryse e os brasileiros Marta Machado e Zé Brandão, que irão assessorar os projetos de animação.

Também pela primeira vez, o BrLab organiza um pioneiro workshop de montagem para projetos já filmados que passaram, em estágio de desenvolvimento, pelo BrLab ou pelo 3 Puertos Cine, rede internacional de laboratórios parceira desta iniciativa. Os selecionados para participar desta seção serão assessorados por montadores renomados como Fernando Epstein (Uruguai), Juliana Rojas (Brasil), Karen Akerman (Brasil) e Soledad Salfate (Chile).

Felipe Braga

Criado em 2011 o BrLab já recebeu 1.781 inscrições e mais de 200 profissionais foram qualificados diretamente pelo programa; através de 92 projetos que participaram do BrLab e que representaram 17 países e 10 estados brasileiros. Dentre os projetos participantes em anos anteriores, 16 já foram finalizados e lançados como longas-metragens; 15 títulos estão atualmente em finalização; e outros 18 estão em estágios avançados de financiamento.

O BrLab é uma atividade desenvolvida pela Klaxon Cultura Audiovisual, em correalização com a RT Features, a Spcine e com a Secretaria Municipal de Cultura, com apoio institucional do Instituto Cervantes e da ANCINE  – Agência Nacional de Cinema. O evento também conta com o apoio do Sesc SP, da FiGa/Br, da Vitrine Filmes, do Programa Cinema do Brasil, da Apex, da LatAm Cinema, do Festival Rencontres Cinémas d’ Amérique Latine de Toulouse (Cinéma en Développement), do TorinoFilmLab, do Tribeca Film Institute, do Consulado Geral de Israel de São Paulo, da FAAP, do Festival de Cinema Judaico, da Hebraica, do Instituto Moreira Salles, da RECAM, do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, do Ministério das Relações Exteriores do Chile, do Consulado Geral da França no Brasil, do Institut Français, do BIG Festival, do Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, da C/as4atro, da ABRA, da ABCA, da Revista de Cinema, da Seu Menino Filmes, da Lira Filmes e da Cinemateca Brasileira.

Eliseo Altunaga (Homenageado)
FernandoBonassi

Confira abaixo a programação do BrPlot – Encontro de Roteiristas

PROGRAMAÇÃO BRPLOT – ENCONTRO DE ROTEIRISTAS (ABERTO AO PÚBLICO)

Sexta-feira 10/08 às 19h00 – Auditório 1 – FAAP

O autor e a forma da história

Autores: Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi

Mediação: Cristina Padiglione

São cada vez maiores as possibilidades de expressão de um autor roteirista. De séries curtas a novelas com 150 episódios. Mas quais as diferenças entre escrever uma novela, uma série, uma minissérie? E se tiver que escolher entre humor e drama, como deve ser o trabalho do roteirista? A ideia determina a forma como a história será contada? Ou, por que não, além das narrativas audiovisuais, como buscar inspiração para uma crônica, para uma peça de teatro, um conto ou um romance…

Para a mesa de abertura da segunda edição do BrPlot, os experientes autores Antônio Prata, Duca Rachid e Fernando Bonassi, mediados pela jornalista Cristina Padiglione, irão debater os desafios de escrita e suas diferentes formas de contar uma boa história.

Sábado 11/08 às 10h00 – CPF Sesc

O roteiro em games e narrativas imersivas (VR)

Autores: Ricardo Laganaro e Arthur Protasio

Mediação: Sabina Anzuategui

O avanço tecnológico abre novos campos de trabalho e exploração estética para os roteiristas. Dois caminhos valem um mergulho na discussão do roteiro: os games e as narrativas imersivas em realidade virtual.

Não é de hoje que a indústria de games tem jogos cada vez mais complexos e narrativas que são trabalhadas à sua maneira por roteiristas especializados. Qual o papel do roteirista na construção de um jogo? Como funciona esse campo de trabalho? Que tipo de especialização os roteiristas que querem trabalhar com games devem procurar?

A realidade virtual e a imersão através de óculos também sugere uma novíssima experiência audiovisual, com possibilidades ainda a serem descobertas. Do documentário à ficção, os óculos e a experiência de imersão total no universo criado estimulam criadores e apontam uma nova revolução estética. Como é o roteiro dessa nova forma e qual o papel do roteirista dentro desse novo mercado? Ricardo Laganaro, que nos últimos anos tem se dedicado exclusivamente ao VR, e Arthur Protasio, experiente em narrativas imersivas e games, trazem um pouco de luz a esses mundos, sob mediação da escritora, roteirista e professora Sabina Anzuategui.

Sábado 11/08 às 14h00 – CPF Sesc

Como montar uma sala de roteiro?

Autores:últimos Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins

Mediação: Gustavo Gontijo

Nos  anos, as séries se tornaram uma espécie de coqueluche da narrativa audiovisual, com um público ávido por lançamentos no mundo inteiro. O crescimento do número de players e de produções é notável e, com ele, uma nova forma de criação se estabeleceu, quase como regra, para as séries de TV: as salas de roteiro. De modo geral, somente com uma equipe afiada e trabalhando todos os dias é possível dar conta da demanda de escrever todos os episódios de uma série dentro dos prazos exigidos.

Mas qual o modelo ideal de uma sala de roteiro? Quem deve estar presente, em quais funções? Qual a hierarquia de uma sala? É uma criação coletiva ou conduzida? O que deve ser criado dentro da sala e qual deve ser o trabalho que o roteirista leva pra casa? Quais devem ser os caminhos de um roteirista da ideia original à sala de edição? Os experientes roteiristas Lucas Paraizo, Mariana Trench e Renata Martins vão debater sob a mediação de Gustavo Gontijo.

Sábado 11/08 às 16h30 – CPF Sesc

O que faz um Showrunner?

Autores: Carolina Jabor, Felipe Braga, Marcia Vinci

Mediação: Giuliano Cedroni

Uma questão fundamental sobre a condução artística de uma série de TV é a definição de showrunner,  aquele que é responsável pelo projeto como um todo, desde o roteiro até a finalização. No consolidado mercado americano, essa figura é, de modo geral, o roteirista criador da série, responsável pelo roteiro, orçamento, filmagem e finalização, garantindo que sua visão como criador permaneça do início ao fim do processo.

Mas no Brasil, já podemos dizer que existe um mercado para showrunners? E quais são as qualidades necessárias a um roteirista para se credenciar como um showrunner? Basta escrever os roteiros, ou é preciso ter experiência em outras áreas da produção?

A mesa conta com produtores, diretores e roteiristas, todos experientes na produção de séries: Carolina Jabor, Marcia Vinci e Felipe Braga, mediados por Giuliano Cedroni.

Segunda-feira 13/08 às 19h00 – CPF Sesc

O roteiro e o lugar de fala

Autores: Anna Muylaert, Marton Olympio e Paulo Lins

Mediação: Juliana Vicente

No contexto histórico e político atual, a discussão acerca do lugar de fala na ficção está cada vez mais presente. As perguntas são muitas: quem pode escrever sobre quem? Os roteiristas devem se sentir livres para falar sobre posições sociais às quais não pertencem? Escrever sobre dramas que não viveram? Ou é cada vez mais importante uma aproximação do autor ao universo retratado?

A mesa discutirá os desafios dos autores roteiristas diante das mudanças visíveis e urgentes da sociedade. Na mesa, Anna Muylaert, Marton Olympio e Paulo Lins, sob a mediação da roteirista e diretora Juliana Vicente.

Terça-feira 14/08 às 19h00 – CPF Sesc

A escrita do roteiro para audiências globais

Autores: Pedro Aguilera e Rodrigo Teixeira

Mediação: Thiago Dottori

Num mundo cada vez mais globalizado, as histórias cruzam fronteiras com mais facilidade e rapidez. Mas existe algum tipo de história específica capaz de agradar audiências no mundo inteiro? Quais tipos de drama, de gênero e de tema são capazes de atingir plateias em diferentes países? Há algum tipo de demanda por histórias locais com alcance global? Como identificar uma boa história capaz de viajar?

A mesa contará com a participação do produtor Rodrigo Teixeira, brasileiro que tem produzido filmes de diferentes nacionalidades e o roteirista Pedro Aguilera, criador do hit global 3%, mediados pelo roteirista Thiago Dottori.

Quarta-feira 15/08 às 19h00 – CPF Sesc

O roteiro para internet

 Autores: Manuela Bernardi, Tatá Lopes e Pedro Esteves

Mediação: Leo Garcia

 Um campo cada vez maior para o trabalho do roteirista é a internet. Através de canais no Youtube ou exibição nas redes sociais, a audiência em celulares e tablets cresce vertiginosamente. Mas será que existe um jeito específico de escrever videos para a internet? Como a experiência de quem escreve para esse meio pode ajudar os roteiristas que pretendem fazer uma história viralizar e conquistar milhões de views?

A mesa convida a roteirista especialista em Social Video, Manuela Bernardi; Pedro Esteves, roteirista do Porta dos Fundos, o canal brasileiro de maior sucesso na internet, e a roteirista Tatá Lopes, que tem trabalhado especificamente em vídeos para a internet dos programas “Tá no Ar” e “Zorra”, mediados pelo também roteirista Leo Garcia.

Quinta-feira 16/08 às 19h00 – CPF Sesc

Roteiro de animação

Autores: Arnaldo Branco, Phil Parker e Zé Brandão

Mediação: Keka Reis

Outro gênero que cresce cada vez mais em número de produções no Brasil é o da animação. Como funciona esse gênero e quais as suas particularidades na escrita? Há diferenças essenciais entre escrever live-action e animação? É preciso se especializar?

Para essa mesa, convidamos o roteirista inglês Phil Parker, que na companhia dos roteiristas Arnaldo Branco e Zé Brandão debaterão a questão específica da escrita para a animação, mediados pela roteirista Keka Reis.

Sexta-feira 17/08 às 18h30 – Cinemateca Brasileira

Eliseo em 100 perguntas

Convidados: Eliseo Altunaga, Julio Rojas e Iana Cossoy Paro

Para Julio Rojas, autor do livro “Eliseo em 100 perguntas”, uma conversa com Eliseo Altunaga é uma aula de roteiro, de cinema, de vida e de conexões culturais.

Com base em fragmentos das conversas registradas na publicação, finalmente lançada em português com o selo BrLab, essa mesa propõe um encontro do autor do livro com seu homenageado e Iana Cossoy Paro, colaboradora de Eliseo e tradutora da edição brasileira do livro.

Em seguida, haverá sessão de autógrafos com Altunaga e Rojas durante o evento do lançamento brasileiro do livro.

Mais informações: http://www.brlab.com.br/

Serviço:

BrLab – de 10 a 18 de agosto

Locais:

Centro de Pesquisa e Formação do Sesc

R$ 4,50 – trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes

R$ 7,50 – pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante

R$ 15,00 – inteira

* Valor por mesa/debate

Auditório FAAP  – Entrada Gratuita

Necessária inscrição através do link abaixo:

https://central.faap.br/inscricaoonline/eventos/EventoIdentificacao.aspx?curso=PALSP_10.08.18

Cinemateca Brasileira – Sala Cinemateca BNDES -Grátis

Os astros da turma do Chaves Édgar Vivar e Ana de la Macorra participaram do Geek & Game Rio Festival no RJ 
O evento está de portas até dia 22 de julho para os apaixonados pela cultura nerd e pelo universo gamer
 
Na sexta-feira, dia 20 de julho, começou a segunda edição do Geek & Game Rio Festival, no pavilhão 4, do Riocentro, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O ponto alto do dia foi na área chamada de Geek Station, um local onde grandes ídolos marcam presença em palestras, debates e bate-papos intimistas com o público. O grande destaque do primeiro dia foi o painel “Tinha que ser o Chaves”, mediado por Cid Cidoso, do portal Não Salvo.
Édgar Vivar e Ana de la Macorra, respectivamente Seu Barriga e Paty, do famoso seriado mexicano “Chaves” bateram um papo descontraído com Cid e contaram detalhes e curiosidades das gravações. Uma delas é que o Chaves não morava no barril, ele tinha um apartamento na vila, de número 8, uma alusão ao canal no qual o seriado era transmitido. Outro detalhe contado pelo ator foi que, durante toda a duração do programa, o Seu Madruga pagou o aluguel apenas duas vezes. E, vejam só que curioso: a intérprete da personagem Paty não é atriz. Na verdade, Ana é psicóloga e fazia parte da equipe de produção do seriado.
Além da Turma do Chaves, o espaço Geek Station, recebeu o espetáculo “Cantadas Enfadonhas”, de Muca Muriçoca, que agitou a plateia e o painel de “Os melhores animes do mundo!”, com a participação de Casa do Kame, Mikannn e Haru e mediação de Affonso Solano, AuthenticGames com show de Rodrigo Rossi.  Outro local de destaque foi a área de Meet & Greet  que teve sessões lotadas ao receber diversas personalidades.
Nos três dias de Festival será possível encontrar no pavilhão 4 muitos personagens queridinhos da TV e dos quadrinhos. Do Homem Aranha ao Chaves, incluindo muitas inspirações dos mangás, games, séries, entre outros.  Além de Funkos, bonecos, roupas, cordões, canecas, entre outros objetivos com a temática. Por todo o espaço também tem muitos cosplayers. Aliás, tem até concurso diário para o melhor. E, também o disputado Just Dance para soltar o bailarino ou a bailarina que existe em você. 
 
O evento oferece ao público mais de 10 áreas com atividades para crianças, jovens e adultos. No espaço Little Heroes, a partir de três anos as crianças podem participar de oficinas como Criação de Games, onde os instrutores estimulam os pequenos a criar jogos, além de Escultura Geek, com criações realizadas com o uso de massinha, e Cosmaker, onde os pequenos se vestem de personagens clássicos, como Mulher Maravilha e Super Man, além de ícones que estão ganhando cada dia mais o universo infantil, como o Unicórnio.
 
Outra boa opção para quem visita a feira é o GGRF LAB, um laboratório com workshops sobre games, audiovisual, quadrinhos, literatura, mídias digitais e atividades para os visitantes aprenderem com quem mais entende deste assunto, os influenciadores.   Até o Palhaço Topetão estava por lá conferindo as novidades tecnológicas
 
Caminhando pelas áreas do Geek & Game Rio Festival é possível assistir partidas de Games no Game Stadium. No Artist Alley você encontra quadrinistas, ilustradores e escritores desenvolvendo trabalhos.  Tem ainda a área Arkadium, com jogos em consoles e computadores. D20, com jogos de tabuleiro. E, tem até retrô. O evento será realizado até domingo, dia 22 de julho.
INSPIRE-SE NA MISTURA: A MODA COLORIDA ESTÁ EM ALTA
Diversidade, leveza e jovialidade são características buscadas pelos adeptos da moda mix colorida, que tem tomado as passarelas e as ruas das cidades.
As roupas coloridas são muito associadas ao verão, aos dias de sol. Mas na verdade, elas podem ser usadas em qualquer estação do ano e em qualquer ocasião, na medida certa, claro. Porém, para muitas mulheres e também para homens não é fácil saber qual é a “medida certa” e tem muita gente que prefere evitar o “erro” e aposta nos tons neutros. Mas a moda hoje permite escolhas mais flexíveis e vibrantes.
A moda colorida veio com tudo. Ela está tanto nas ruas como nas passarelas, e pode ser vista também na internet, através de digital influencers adeptos da moda. Todo esse colorido, na verdade, leveza e juventude para o dia a dia, seja para o chope com os amigos na Vila Madalena, um passeio nos parques de Londres, ou uma ida ao calçadão de Copacabana. O colorido é a mistura de tons e roupas que rejuvenesçam e levantem o astral, em qualquer situação.
A youtuber carioca Karyna Rangel tem sido uma das representantes desse movimento fashion, de uma moda mais leve e espontânea. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é tem ousado em combinação de cores e tendências em seus looks, que são inspiração para suas seguidoras: “Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.
Karyna dá algumas dicas sobre esse mix colorido e como mandar bem com esse tipo de look:
1-Considere o evento que você está indo, pensando não só na ocasião, mas também se acontece durante o dia e a noite. A estação do ano não será tão relevante neste caso.
2- Leve em consideração a tonalidade da sua pele, incluindo quando você está muito bronzeada. Neste caso, algumas cores se destacam mais do que deveriam, como o vermelho e o laranja, por exemplo, ou meninas com a pele muito clara podem ficar “apagadas” quando escolhem a cor amarela.
3- Apesar da descontração que o colorido proporciona, lembre-se que para montar um look perfeito o equilíbrio é fundamental. A roupa deve ser pensada como um todo, levando em consideração a maquiagem e os acessórios. A blusa principalmente deve ser levada em consideração com o tipo de maquiagem. Maquiagem forte e blusa muito colorida na maioria dos casos pode ser exagero.
#KarynaRangel
NOVO CINEMA INDIANO GANHA MOSTRA NA CAIXA CULTRAL RIO DE JANEIRO

Programação reúne produções de diversas regiões da Índia, faladas em diferentes línguas, e debates com estudiosos da cultura indiana

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra Novo Cinema Indiano, que apresenta um panorama da produção recente de diversas regiões da Índia. A curadora Carina Bini reuniu uma seleção de 11 longas e médias-metragens, com destaque para filmes inéditos e premiados no National Film Awards, principal prêmio do cinema indiano. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A Índia é o país que mais produz filmes no mundo e com uma indústria gigante, que movimenta bilhões de dólares no mercado, domina a Ásia e se espalha com velocidade intensa. Na mostra Novo Cinema Indiano, o público terá acesso a produções de realizadores que buscam narrativas menos convencionais dentro da cinematografia indiana. Filmes ao mesmo tempo reflexivos e de apelo popular, que transitam entre os festivais internacionais, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood.

Além de dez produções faladas em seis diferentes línguas oficiais da índia, a mostra apresenta, em uma sessão especial, a produção brasileiraKilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), falada em português, dirigida pelo Mestre Vedanta Jonas Masetti.

Entre os destaques da programação estão Pimbal (2017), último trabalho do consagrado cineasta Gajendra Ahire, que já dirigiu 44 filmes; Testemunha(2017), de Dileesh Pothan, considerado um dos melhores filmes de Mollywood (feito na língua Malayalam, falada exclusivamente no estado de Kerala, sul da Índia) e que ganhou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Longa Metragem em Malayalam e Melhor Ator Coadjuvante (Fahadh Faasil) no National Film Awards; e Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, um drama sobre as disparidades sociais da Índia de hoje que marca a estreia do diretor em longas-metragens. Este último conquistou os prêmios FIPRESCI e Avenir Prometteur na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.

“A mostra apresenta um ‘olhar’ para a Índia que vem de dentro de seu âmago, resgatando vertentes do cinema mundial, uma vez que esse é o cinema que domina muitos países da Ásia e Oriente Médio, e comunica para bilhões de indivíduos desse planeta”, comenta Carina Bini. “Será um panorama atual do cinema indiano numa temática onde os desafios do momento se fazem presentes dentro de uma sociedade que precisa conviver com valores tradicionais e com o mundo moderno e globalizado da era digital, que transforma relações e põe em cheque valores de uma cultura ancestral”, conclui.

Atividades extras:

Na abertura, na terça-feira (19), às 18h, será realizada uma apresentação de dança clássica da Índia. Já no dia 21 de junho (quinta-feira), às 17h, haverá uma aula de yoga no foyer da CAIXA Cultural (tragam seus tapetinhos), com  música indiana, com instrumentos melódicos e percussivos, inspirados nas ragas indianas, composições milenares do país.

A mostra ainda apresentará duas sessões seguidas de debates. No dia 23 (sábado), às 17h, o mestre de Vedanta Jonas Masetti apresenta seu filme Kilasumak – O despertar de um Guerreiro, que aborda a busca por um Guru a partir da filosofia indiana, o Vedanta, que permeia a tradicional cultura da Índia. Após a sessão, Masetti fala sobre Cineterapia, uma experiência criada. No dia 28 (quinta-feira), às 19h, após a exibição de Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai, o professor de yoga Leandro Castello Branco e o professor de yoga e simbolismo Hindu Patrick van Lammerenconversam com o público sobre a Índia e rituais sagrados.

 

Curadora da mostra:

Desde 1997, a brasileira Carina Bini passa temporadas na Índia estudando o cinema e a cultura do país. Viveu lá durante cinco anos, durante os quais ainda filmou e trabalhou em sets de filmagens. É diretora proprietária da Atman Filmes, produtora de cinema sediada em Brasília, e diretora do Festival Internacional Cinema e Transcendência. Único no pais com as temáticas do cinema e consciência, o festival está atualmente em sua quinta edição.

Nas unidades da CAIXA Cultural de Fortaleza e do Rio de Janeiro, produziu a mostra Devi Mulher em Cena e na Caixa Cultural Brasília realiza, até julho de 2018, o projeto Cine Curta Brasil, com a temática “Visionária, o olhar da mulher negra”. Além de projetos de séries de TVs em andamento, se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem La Mamma, uma coprodução Brasil/ Itália, filmado em Pirinópolis-GO e Assisi-Umbria.

Outras informações sobre a mostra podem ser acessadas no endereço www.facebook.com/mostracinemaindiano

Programação:

19 de junho (terça-feira)

18h – Abertura – Dança Clássica Indiana, 30 min

19h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

20 de junho (quarta-feira)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h30 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

21 de junho (quinta-feira)

17h – Dia Mundial do Yoga –  Música Indiana e aulão de Yoga, 60 min

18h30 – Sopro dos Deuses (2012) – Jan Schmidt-Garre, 105 min, HD, Livre

22 de junho (sexta-feira)

17h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h45 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

23 de junho (sábado)

15h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

17h – Kilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), de Jonas Masetti,

Brasil, 53 min, HD, Livre

18h – Debate: Cineterapia, Uma Experiência Criada, 90 min. Com o mestre de Vedanta Jonas Masetti.

24 de junho (domingo)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

26 de junho (terça-feira)

16h30 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h35 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

28 de junho (quinta-feira)

15h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h – Os Últimos Ritos do Honorável Sr. Rai (2007), de Jayasinhji Jhala, Índia,

47 min, HD, LIVRE

19h – Debate: Índia e Rituais Sagrados, 90 min. Com os professores Leandro Castello Branco e Patrick van Lammeren.

29 de junho (sexta-feira)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

30 de junho (sábado)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h35 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

01 de julho (domingo)

16h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h15 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

 

  • Serviço:
  • Mostra Novo Cinema Indiano
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Realização: Atman Filmes e Criações
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Acesso para pessoas com deficiência
CABELOS COLORIDOS: TENDÊNCIA DE BELEZA OU CAPRICHO ADOLESCENTE?
Cabelos coloridos: Tendência de beleza ou capricho adolescente?
Youtuber Karyna Rangel conta o segredo por trás de seu visual colorido, que tem sido tendência no Instagram e feito a cabeça de celebridades e mulheres por todo o mundo.
Os cabelos coloridos ganharam espaço nas passarelas e no dia-a-dia das mulheres que desejam revolucionar completamente o visual e apostar em uma cor totalmente fora do comum para tingir os fios. Sim, os cabelos coloridos são uma tendência, que tem feito a cabeça das celebridades, literalmente, em especial mulheres adolescentes e jovens que desejam mudar a aparência expressando seu estilo de vida despojado, leve e alegre. Mais do que apenas atrair a atenção dos observadores, elas querem se expressar, e realizar seu gosto pessoal sem medo de ser feliz.
Nos últimos anos, mais do que nunca, a moda tem trazido consigo além do viés da beleza uma bandeira de dar voz e empoderar mulheres ao redor do mundo, através do inusitado, do novo e do ousado. Celebridades como Katy Perry, Lady Gaga e Avril Lavigne já adotaram o visual colorido por diversas vezes, usando a moda e o estilo como uma maneira de externar sua arte, seus ideais e pensamentos.
A youtuber carioca Karyna Rangel tem feito um estrondoso sucesso nas redes sociais, e é uma das grandes referências no Brasil quando o assunto é cabelo colorido. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é vista frequentemente com as madeixas das mais diversas cores: lisos, cacheados, longos, curtos, etc. Para Karyna, isso já faz parte da sua personalidade: “Desde criança sempre usei o cabelo colorido. Estou sempre mudando a cor do meu cabelo, e faço isso sem nenhum motivo em especial. Faço porque acho bonito, e faço porque sou muito espontânea e impulsiva. Mesmo quando digo que vou manter o cabelo daquele jeito, mudo uma semana depois (risos).”
Essa semana, Karyna pintou o cabelo de arco íris, que é uma das tendências capilares em alta desse ano no Instagram. Karyna como uma das principais influenciadoras do Brasil, conta que muitas meninas escrevem pra ela pedindo dicas e conselhos sobre o assunto de colorir os cabelos. No entanto, para ela, o mais importante é sentir-se bem com o resultado: “até brinco que me considero uma digital “desinfluencer”, mas sei que realmente muitas meninas se inspiram em mim quando o assunto é lifestyle e moda. Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.
MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE FILMES DA NOUVELLE VAGUE SOVIÉTICA

Seleção de 21 produções revela o cinema soviético nos anos de abertura após o regime Stalinista

No ano da Copa do Mundo, em que todos viram seus olhos para a Rússia, a mostra de cinema Nouvelle Vague Soviética entra em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 22 de maio a 03 junho. A seleção de 21 filmes joga luz nos anos de abertura do regime comunista do período pós-Stalin, com curadoria de Pedro Henrique Ferreira e Thiago Brito. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Na década de 60, dentro da principal universidade de cinema do bloco da antiga União Soviética, a VGIK, sob a tutela de Mikhail Romm, nascia a vontade de se fazer um cinema moderno. Entre suas principais figuras, nomes mais conhecidos, como Andrei Tarkovski (Andrei Rublev), Sergei Parajanov (A Sombra dos Antepassados) e Andrei Konchalovski (O Primeiro Professor), outros nem tanto, como Muratova e o German e alguns ainda não descobertos, como Khutsiev, Panfilov, Klimov, Sheptiko, Chukrai.

“A nossa seleção abordou as figuras que fizeram parte deste momento de efervescência artística. Tentamos fazer um panorama que ao mesmo tempo misture o momento histórico, e que nos revele a singularidade artística destes realizadores, eventualmente trazendo também para a mostra o que julgamos ser os seus melhores filmes”, conta Pedro Henrique Ferreira.

Foram figuras que fizeram obras mais pessoais, enfrentando a resistência do regime e sua vontade de criar uma cultura oficial. Muitos destes filmes foram banidos à sua época pelo regime de Kruschev e só puderam ser lançados anos depois, como A Comissária, de Aleksandr Askoldov, que foi exilado de Moscou e proibido de realizar filmes no bloco. Seu longa ficou 20 anos nos arquivos da KGB. O caso mais radical é do Difícil ser um Deus, um projeto iniciado em 1968 e que só foi concluído por Aleksey German em 2013, no ano de sua morte.

“Os filmes são muito diferentes entre si. Aquele que talvez dê o pontapé inicial para o movimento é o Tenho Vinte Anos, do Marlen Khutsiev. Originalmente, o filme se chamaria Os Portões de Lenin, e o Khutsiev parece nos propor, até certo ponto, um retorno aos ideais leninistas diante do momento stalinista do qual ele advinha. A balada de um soldado é um filme raríssimo e que deixou uma forte impressão. O Vá e Veja é um filme extraordinário, assim como os filmes da Muratova, do German e do Tarkovski. Este cinema é mais marcado pela subjetividade, pela experimentação e pela singularidade de estilos do que pela unidade e proximidade”, analisa Pedro.

Dentro da programação da mostra, no dia 2 de Junho (sábado), às 19h, será realizado ainda um debate sobre o Cinema soviético moderno, com participação de Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

Programação:

22 de maio (terça-feira)

CINEMA 1
18h20 – Sessão de Abertura A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
16h – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

23 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

17h – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos
19h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2

16h50 – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos
18h40 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

 

24 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

16h45 – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h50 – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
17h30 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

19h05 – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

 

25 de maio (sexta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo
16h50 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos
19h30 – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
14h50 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

26 de maio (sábado)

CINEMA 1
17h – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
15h – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

17h30 – Difícil ser um Deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

27 de maio (domingo)

CINEMA 1

16h – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos

18h10 – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

18h40 – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

29 de maio (terça-feira)

CINEMA 1

16h – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos

18h – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

CINEMA 2
17h15 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

18h50 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

30 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
15h30 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
18h15 – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

31 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
15h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos
17h – A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

19h10 – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos

CINEMA 2
15h15 – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

17h15 – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

1 de Junho (sexta-feira)

CINEMA 1
16h – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

18h – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

18h15 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos

2 de Junho (sábado)

CINEMA 1
16h30 – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos
19h – Debate Cinema soviético moderno, com Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

CINEMA 2
15h45 – Difícil ser um deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

3 de Junho (domingo)

CINEMA 1

17h – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

CINEMA 2
16h – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra de Cinema Nouvelle Vague Soviética
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 22 de maio a 03 de junho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Cinema 2 – 80 lugares (mais 2 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Nossos Mortos Têm Voz Estreia do aclamado documentário em Nova Iguaçu

No dia 24 de maio de 2018 acontecerá a estreia oficial na Baixada Fluminense do documentário “Nossos Mortos Têm Voz”. O evento acontecerá no Teatro SESC, localizado na Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu.

 A exibição do filme começa às 18:30h e em seguida haverá um debate com a presença dos diretores do filme, representantes do Fórum Grita Baixada, do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu e da Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência de Estado na Baixada Fluminense, protagonistas do filme.

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” foi realizado a partir da parceria entre a Quiprocó Filmes, o Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, o Fórum Grita Baixada e a Misereor. Tendo como foco principal o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, o documentário pretende trabalhar com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória das vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

Os diretores Fernando Sousa e Gabriel Barbosa explicam que “Nossos Mortos Têm Voz” busca traduzir para a linguagem cinematográfica o grito das mães e familiares vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, que lutam pela memória e justiça dos seus filhos e familiares: “Queremos provocar inquietação nos agentes do Estado e nas suas instituições, mas sobretudo desejamos que o filme potencialize todo o trabalho e militância das mães e

familiares massacrados pelo Estado. ‘Nossos Mortos têm Voz’ é um grito que expressa a dor das mães ao mesmo tempo em que as coloca como protagonistas na luta pelo direito à vida nas favelas e periferias do Brasil”, contam.

Para o coordenador do Fórum Grita Baixada Adriano de Araujo, desde a pré-estreia, ocorrida no Cine Odeon em março, observa-se que o filme tem provocado uma série de reflexões muito fortes sobre a trajetória de luta dessas mães, ao mesmo tempo que evidencia como o Estado continua matando, seja pelos assassinatos em si, mas também pela não responsabilização e reparação desses crimes bárbaros.

Padre Marcio Rodrigues, coordenador do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu explica que o lançamento do filme vai representar a maior visibilidade da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência na Baixada: “Esperamos que o filme fortaleça a caminhada da Rede, dessa trajetória de mulheres que com muito esforço buscam somar forças para uma Baixada Fluminense sem violência”

Sinopse

A narrativa do documentário é construída a partir do depoimento e do protagonismo das mães e familiares vítimas da violência de Estado da Baixada Fluminense. Tendo como ponto de partida esses casos, mas não se limitando à crueza da violência praticada, o documentário trabalha com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória dessas vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

 

Contexto histórico

Entre as décadas de 50 e 70, a Baixada Fluminense foi projetada nacionalmente pela atuação de esquadrões da morte. Nos anos 1980, a Baixada novamente ficaria marcada pela atuação de grupos de extermínio, ambos compostos por policiais e outros agentes do Estado. Ao longo desse período, matadores foram eleitos a cargos políticos e a influência dos grupos criminosos penetrou nas estruturas de poder legislativo, executivo e do judiciário.

A partir da década de 90 observa-se a expansão e a presença do tráfico varejista de drogas e a emergência das milícias, especialmente nos anos 2000 e 2010. As estruturas de poder político e de ganhos econômico-sócio-culturais calcadas na violência se consolidaram, modificaram e se reconfiguram permanentemente, sobretudo nas esferas do poder econômico e político.

Essa configuração faz com que as taxas de violência letal sejam umas das mais altas do país. Somente entre os anos 2006 e 2016, foram assassinadas 20.645 pessoas na Baixada Fluminense. Esse número representa 30% das mortes violentas do estado do Rio, com taxas anuais que superam 60 assassinatos por 100 mil habitantes. A letalidade policial soma a essa realidade números alarmantes, com 2216 casos registrados durante mesmo período, correspondendo a aproximadamente 12% das mortes violentas da Baixada.

Trilogia da memória

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” é o segundo filme da “Trilogia da Memória”, da qual fazem parte os documentários “Nosso Sagrado” e “Entroncamentos”. Enquanto dimensão incontornável da nossa humanidade, a memória não só nos define como também constrói nossa experiência social. A luta contra o esquecimento é a luta contra a morte, o fenecimento. Na “Trilogia da Memória”, ela aparece como um instrumento de resistência contra o Estado que, de forma violenta, insiste em apagar as memórias de pessoas e lugares. Recontar a história a partir da narrativa não oficial é o passo fundamental para a transformação do presente e do futuro. A narrativa da memória é a arma com a qual buscamos continuar contando (para nós mesmos) quem somos.

Página do filme no Facebook: www.facebook.com/NossosMortosTemVoz

Ficha Técnica

Direção: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Argumento e roteiro: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Produção: Gabriel Barbosa.

Pesquisa: TerineHusek e Vinicius Santiago.

Direção de fotografia: Luis Felipe Romano.

Câmeras: Debora Indio do Brasil, Jorge Bernardo, KarimaShehata e Luis Felipe Romano.

Som direto: Vilson Almeida.

Montagem: Debora Indio do Brasil.

Assistente de edição: Lucas Vieira.

Designer: Luiza Chamma.

Música: “Mãe”. Autores: Emicida, DjDuh, Dona Jacira, Renan Inquérito. Intérprete: Emicida, Anna Tréa, Dona Jacira. Gravadora: Laboratório Fantasma. Fonograma gentilmente cedido pelo Laboratório Fantasma.

Produção: Quiprocó Filmes.

Co-produção: Arpoador Comunica Filmes.

Apresentação: Fórum Grita Baixada, Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu e Misereor.

Apoio: Fundação Heinrich Böll, Rede de Comunidades Contra a Violência, Fundo Brasil de Direitos Humanos e Casa Fluminense.

Realização da Programação: SESC Nova Iguaçu.

Classificação Etária: 12 anos.

COMUNICAÇÃO FÓRUM GRITA BAIXADA:  Fabio Leon – 98172-1973 (Cel/WHATSAPP) fabio.socialrj@gmail.com