Prefeitura de Itaguaí reforma livros históricos

Prefeitura de Itaguaí reforma livros históricos

Trabalho de restauração recupera histórias da cidade e do país

Uma parte da história e da memória de Itaguaí e do Brasil, que estava guardada no acervo do Centro de Memórias, da Casa de Cultura Marise Moreira de Brito, começa a ganhar vida graças ao trabalho de restauração que vem sendo realizado pela Prefeitura, através da Secretaria de Educação e Cultura, há cerca de três meses. A recuperação de livros raros e históricos doados por Dom Pedro II na inauguração da Biblioteca de Itaguahy (hoje Biblioteca Municipal Machado de Assis) no século XIX é um importante passo para um melhor entendimento da história do município durante o período colonial e imperial.

O trabalho é realizado pelo assessor de Projetos Especiais da Subsecretaria de Cultura, Eduardo de Almeida Vieira, e pela voluntária, Zuleide Cristina Gomes. O processo envolve várias etapas e requer muita cautela e análise. O primeiro passo é a catalogação dos livros. A partir daí verifica-se o estado físico de cada volume e então se inicia o trabalho de restauração.

– É um processo lento, que demanda muita análise. Cada livro apresenta um estado físico e um nível de deterioração, por isso são usadas técnicas de restauração diferentes. Isso deve ser feito com o maior cuidado para que os livros não percam seu valor histórico – explica Eduardo.

Fazem parte do acervo que está sendo restaurados, livros do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Biblioteca Internacional de Obras Célebres, além de outros volumes doados por Dom Pedro II na época. Entre os grandes achados nesse período de pesquisa estão os anais do Senado e da Câmara dos Deputados do Brasil Império; livros datados de 1818, ano da emancipação de Itaguaí e documentos de uma história mais recente da cidade.

Porém, a grande estrela desse acervo guarda uma história de 272 anos. Datado de 1747, o volume intitulado Ordenações e Leis do Reino de Portugal é o mais antigo entre os restaurados e traz informações sobre as leis do Reino de Portugal, que regiam as colônias e aldeias.

Obras disponíveis para consulta

A ideia após a finalização do trabalho de restauração é disponibilizar a leitura agendada desses volumes para que estudantes, pesquisadores, professores, historiadores, entre outros profissionais, possam ter acesso ao conteúdo. A diretora da Casa de Cultura Marise Moreira de Brito, Valéria Teixeira, destaca a importância de ter essas obras no acervo do Centro de Memórias de Itaguaí.

– O objetivo é muito mais profundo do que apenas restaurar. É o resgate da memória da cidade. As pessoas não têm noção da riqueza que temos no Centro de Memórias. Através desse trabalho conseguimos tornar a história palpável, mais próxima à população. O mais importante é que essas obras não se percam mais – afirma Valéria.

Além da recuperação física dos livros, a Casa de Cultura, em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), realiza a digitalização desse material.

Com preços populares, Feira Literária está de volta ao Centro de Queimados

Com preços populares, Feira Literária está de volta ao Centro de Queimados 

Evento promovido graças à parceria entre Prefeitura de Queimados e Fluc acontece até 31 de agosto na Praça Nossa Senhora da Conceição

Feira de Livros

Uma boa notícia para os amantes dos livros acaba de chegar à Praça Nossa Senhora da Conceição, em Queimados, na Baixada Fluminense: os estandes da Feira Literária Universo Cultural (Fluc) estão de volta ao município até o dia 31 de agosto. Em sua terceira visita à cidade, o evento acontece graças a uma parceria entre a Prefeitura – por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo – e o projeto itinerante que, com quase 5 anos de existência, promove o acesso à leitura por meio de preços populares.

 

 

Karen Cordeiro (IMG) Thiago Loureiro

As tendas, que funcionam de segunda a sexta das 8h às 20h e aos sábados das 8h às 17h, oferecem livros a partir de R$2 e gêneros como filosofia, sociologia, história, literatura portuguesa, estrangeira e oriental (Mangás e HQ’s), livros religiosos, literatura infantil, romances e best sellers. Um dos organizadores da iniciativa, Thiago Fernandes (35) afirma que 10 mil exemplares estão disponíveis para a escolha dos queimadenses. “Nossa intenção é visitar cidades que têm potencial cultural a ser explorado. Fazemos sempre a reposição dos livros vendidos para proporcionar maior variedade aos consumidores”, declarou.

Apaixonada pela trilogia “Para todos os garotos que já amei”, da escritora norte-americana Jenny Han, a jovem Amanda Ferreiro (18) correu para garantir novos volumes. “Eu amo ler e acredito que a leitura traz muito conhecimento. Então, estou aproveitando os dias de férias da faculdade para apreciar novos livros. Hoje escolhi levar para a casa a coleção completa e já estou ansiosa para começar a ler”, afirmou a estudante de Recursos Humanos.

Já sua melhor amiga, Karen Cordeiro (20), contou que tem procurado obras para se preparar para o vestibular. “Estou estudando para a faculdade e acho muito positivo esse tipo de evento acontecer na Baixada Fluminense. Muita gente acaba parando pela curiosidade e, mesmo sem planejar, compra um livro novo e adquirindo conhecimento”, declarou a moradora do bairro Valdariosa.

 

Thiago Loureiro

Espaço para autores locais

De acordo com o Secretário da Pasta, Marcelo Lessa, autores queimadenses são muito bem-vindos para expor suas obras durante a feira. “As inscrições estão abertas para todos que quiserem expor seus trabalhos aqui. Agradeço muito ao Prefeito Carlos Vilela por sempre nos dar autonomia para execução de projetos como este, que valoriza a cultura como forma de ferramenta social”, declarou o gestor.

Os interessados em mostrar suas criações literárias na Feira devem comparecer à SEMUCTUR (Rua Macaé, 430, São Roque, Queimados – 2665-1541) de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com RG, comprovante de residência e três exemplares do seu livro.

MÚSICA E ARTE NA ESCOLA COM AUTOR

No próximo dia 14 de agosto o Colégio Angelorum, localizado na Glória, receberá o autor Abraão Gouveia e seu teatro de marionetes, que já é um sucesso pelo Brasil afora. Durante a apresentação, cujo tema é: “Minha vida é andar por este país” o autor apresentará aos alunos da Educação infantil e Ensino Fundamental I as linguagens da música, arte e literatura, de forma multicultural.

A visita faz parte do projeto da Editora Paulus, intitulado “Paulus vai a sua escola”, em parceria com o Colégio Angelorum. A apresentação está prevista para às 13h30, no teatro da própria escola, que fica na Rua Cândido Mendes, 109 – Glória.

Sobre o autor:   Abraão Gouveia é ator e publicitário por formação e também Marionetista e bonequeiro por vocação. Mineiro, viveu boa parte de sua vida na cidade de Juiz de Fora – MG. Atualmente mora em São Paulo, mas vive mesmo é viajando, encantando crianças e adultos com a magia do Teatro de Marionetes. É consultor em Arte e Educação na Editora Paulus com a missão de realizar Shows de Marionetes pelo Brasil, levando alegria e diversão às Escolas e Colégios.

Livro sobre as mulheres de 50 anos, é lançado pela editora Autografia

 

‘Festina Lente – Apressa-te lentamente’, ensaio sobre 

a meia-idade feminina, será lançado, dia 12 de agosto,

na Livraria da Travessa do Shopping Leblon

 De Ana Cristina Leonardos e Martha Scodro

No século 21, o que é ser mulher e ter mais de 50 anos?

Transitar na década dos 50 aos 60 nos dias de hoje é somar a bagagem da experiência às novas possibilidades de um futuro ampliado.

  “Qual a pergunta mais importante que você se fez no último ano e por que ela é importante?” Esse foi o mote que provocou a reflexão de 66 mulheres entre 49 e 59 anos.  As respostas construíram um painel de sentimentos, dúvidas e desejos que são a base de Festina Lente – Apressa-te lentamente, escrito a quatro mãos pela escritora, poeta e socióloga Ana Cristina Leonardos e pela psicóloga, escritora e fotógrafaMartha Scodro. A obra será lançada, dia 12 de agosto, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

            O livro, resultado de cinco anos de trabalho, desenha os desafios que essas mulheres enfrentam, levantados em debates de pequenos grupos em torno das angústias, realizações vividas e novos planos nessa fase da vida em que as contradições do meio do caminho se apresentam.  Ana Cristina e Martha são, elas próprias, também objeto de estudo –- o título, a expressão latina Festina Lente, exprime conceitos opostos –apressar-se, mas devagar:

            – O livro fala dos tempos e ritmos da mulher que atravessa os seus 50 anos.  Sugere que ela deve apressar o passo para se conhecer melhor; e então, lentamente, redefinir e priorizar suas ações, caminhos, novas carreiras e atividades, e o que mais desejar projetar para si e realizar.  Afinal, hoje temos mais tempo – descreve Ana Cristina.

            Caloroso, pessoal e distante da linguagem acadêmica, o livro – ilustrado com rara sensibilidade por Lucia Moretszsohn – trafega com leveza no tema, mas sempre com o suporte de pensadores das áreas humanas como filósofos, historiadores, psicanalistas. A literatura e a poesia estão presentes o tempo inteiro, oferecendo a indispensável síntese artística e perceptiva.

Apoiado então no substrato das conversas – as charlas –, na pesquisa e na reflexão das autoras, Festina Lente – Apressa-te lentamentefoi organizado em cinco grandes temas a partir das questões colocadas pelas mulheres, e propõe as “hashtags aos 50”: Conexão Interna, Balanço de Vida, Em Movimento, Busca Espiritual e Projeções.

– Nosso livro é ao mesmo tempo um ensaio e uma conversa com os leitores, vivendo e expressando temores, embates e desafios. Esse momento é repleto de preocupações pela consciência do tempo cronológico, finito, e é riquíssimo também. Um desafio renovado em direção a novos aprendizados e realizações – explica Martha.  Os 50 anos são, em muitos casos, o início de uma nova fase, em que antigas situações têm fechamentos, novas questões se apresentam. É onde a vida tem a chance de se reorganizar. Nossa bagagem existe, é parte de nós de maneira inegável e proveitosa. E podemos olhar para a frente, continuar realizando, com prazer e consciência.

Sobre as autoras:

Ana Cristina Leonardos: é pesquisadora, PhD em Ciências Sociais aplicadas à educação (Stanford University, 1990), escritora, poeta e uma apaixonada por cerâmica e Yoga. Autora de ‘Porto Breve’ (2003), ‘Longe: memórias de um Líbano recente’ (2007) e ‘Tempo Outro’ (2014). Em ‘Festina Lente’, debruça-se sobre a temática feminina para abordar os desafios da travessia da meia idade.

Martha Scodro: é psicóloga, terapeuta de família, escritora e fotógrafa. É Conselheira do Athena Center for Leadership da Barnard University em NY, dedicado ao estudo, desenvolvimento e apoio a jovens mulheres. A temática da mulher, em seus projetos, ganha com este livro um lugar especial de pesquisa, reflexão e transformação da sua prática de trabalho.

capa Festina Lente

Serviço

‘Festina Lente’, de Martha Estima Scodro e Ana Cristina Leonardos.

Editora: Autografia

Ilustrações: Lucia Moretzsohn

Lançamento: Dia 12 de agosto, às 19h.

Livraria da Travessa – Shopping Leblon: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205 A – Leblon

Preço: R$ 35

Facebook: /aos50cinquenta/

Instagram: aos50cinquenta

Email: aoscinquenta@gmail.com

Site: aos50.com.br

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

De autoria de Alan Minas, o livro aborda as relações familiares sob a visão de uma criança

Dia 24 de agosto, sábado, será lançado o livro “Gente que se Apaga”, de Alan Minas (Editora Metanoia), na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, 316 – Lojas D e E), a partir das 15h. O livro aborda as relações familiares sob o ponto de vista de uma criança.

Livro Gente que se Apaga de Alan Minas – capa

O autor conta a história de Guilherme, que encontra-se numa sala de aula, no topo de uma elevada montanha. Por estar nesse inóspito lugar, acredita estar sonhando. Ele encontra Davi, um menino de giz riscado no quadro negro, que sofre de misteriosos apagamentos pelos conflitos familiares que vivencia. Solidário ao amigo, Guilherme tenta impedir que ele se apague por inteiro. E ambos ficam intrigados, ao descobrirem que compartilham o mesmo sonho.

A história tem forte carga poética, e influência da literatura Borgeana. O texto parte de uma premissa subjetiva, de uma família comum, mas tem alcance universal por conta da temática envolvida, assunto que envolve todo, e qualquer, tipo de família. O livro abre inúmeras reflexões sobre relações parentais, conjugais e, sobretudo, relações humanas. Escuta, diálogo e respeito.

– Essas são as fortes referências presentes nesse tema, crucial e tão debatido, em nossa contemporaneidade. “Gente que se Apaga” surge como um solo fértil, pronto a germinar encontros e diálogos em diversas áreas de interesse, onde as infâncias e o senso de alteridade encontram espaço de expressão, e sua plenitude, explica o autor.

Sobre o autor

Alan Minas nasceu no Rio de Janeiro, é formado em cinema e pós-graduado em roteiro. Já dirigiu e roteirizou o documentário A Morte Inventada – Alienação Parental, que se tornou referência no tema no Brasil e no exterior, e acabou desdobrando-se no livro A Morte Inventada – Ensaios e Vozes. Dirigiu e roteirizou o longa-metragem A família Dionti, selecionado pelo Latin America Fund do TFI-NY, premiado no Brasil e em diversos países. O filme teve sua adaptação para a literatura, tornando-se um romance homônimo. Escreveu o livro juvenil Quando Ju Escapou pra Dentro, finalista no prêmio Barco a Vapor em 2013, e que está em fase de preparação para o cinema. Roteirizou e dirigiu sete curtas-metragens, premiados em festivais nacionais e internacionais.

 

SERVIÇO:

Lançamento do livro “Gente que se Apaga” de Alan Minas

Data: 24 de agosto de 2019

Hora: das 15h às 18h

Local: Livraria Blooks – Praia de Botafogo, 316 – lojas D e E

Editora Metanoia

Páginas: 34 – Preço: R$ 30,00

3ª edição da Flipelô, em Salvador, homenageia Castro Alves, de 7 a 11 de agosto

Realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, a Festa Literária Internacional do Pelourinho terá mais de 100 atividades gratuitas ocupando o Centro Histórico de Salvador. Entre os convidados internacionais estão o português Bruno Vieira Amaral, o alemão Max Annas e a nigeriana Oyinkan Braithwaite

 

A literatura é o prato principal, mas exposições, apresentações teatrais e musicais, e uma rota gastronômica estão na programação da 3ª edição da Flipelô – Festa Literária Internacional do Pelourinho, marcada para acontecer entre os dias 7 e 11 de agosto no Centro Histórico de Salvador. O homenageado deste ano é o poeta Castro Alves e a realização é da Fundação Casa de Jorge Amado.

Entre os convidados confirmados estão o escritor português Bruno Vieira Amaral, vencedor do Prêmio José Saramago e do Prêmio Oceanos, com As Primeiras Coisas (2013) e Hoje Estarás Comigo no Paraíso (2017), respectivamente; o alemão Max Annas, que acumula prêmios por seus romances policiais; o colombiano Rómulo Bustos Aguirre; Ricardo Linhares, Edney Silvestre e Mariana Ximenes (Se eu fechar os olhos agora); a mexicana María Vázquez Valdez; a professora indígena Eliane Potiguara; a nigeriana Oyinkan Braithwaite; e os brasileiros Martinho da Vila, Ignacio de Loyola Brandão e Ana Maria Gonçalves.

Nos cinco dias do evento são esperados cerca de 80 mil participantes, apaixonados pelo mundo das palavras. Autores locais, nacionais e internacionais estarão em contato direto com o público em mesas de debates, bate-papos com jovens, lançamentos de livros, saraus de poesia e slams, além da programação infantil.

Haverá também exposições, apresentações teatrais e musicais e, novamente, após enorme sucesso, a Rota Gastronômica Amados Sabores, que terá como tema “Amado Recôncavo”, com pratos inspirados no livro “A Cozinha Praiana da Bahia”, de Guilherme Radel. A Rota contará com a participação de 27 restaurantes do Centro Histórico, que produzirão pratos com preços entre R$ 19,90 e R$ 49,90.

Nos dias da Flipelô haverá uma programação paralela, a Flipelô+, promovida por instituições com sede no Centro Histórico e mais de 50 lojas da região oferecerão descontos nas compras realizadas durante os cinco dias do evento. Nas ruas, monitores treinados cuidarão da orientação ao público.

A 3ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho, a FLIPELÔ 2019, conta com o patrocínio do Ministério da Cidadania e Secretaria Especial da Cultura, do Banco do Nordeste do Brasil e TPC Logística, por meio da Lei de incentivo à Cultura,  da Bahiagás. O evento tem ainda o apoio do Shopping da Bahia, correalização do SESC, produção da Sole Produções e realização da Fundação Casa de Jorge Amado – mantida com apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e considerada um ponto de referência na geografia cultural de Salvador.

Livro ensina a viver o agora com coragem

MINI BIO + PALESTRA

#DoeCoragem é o livro que estimula o compartilhamento. Todas as páginas são tracejadas para que o leitor distribua palavras de coragem para si e para os outros.

O nome real da palestra de Carla Brandão é “quem manda aqui sou eu!”, Segundo ela, para se alcançar o  sucesso e o controle da mente é preciso ação e essa deve vir do coração, resultando no que conhecemos como CORAGEM. No encontro, se fala sobre a importância de se viver o agora, com consciência e empatia e são apresentadas técnicas de programação neurolinguística para que todos aprendam a focar nos objetivos e alcançá-los. Essas são ferramentas simples para controlar a ansiedade e ter coragem de ser você mesmo.

No encontro de uma hora e meia, Carla também explica que para vencer o jogo da vida é preciso saber fazer a pergunta certa. Dessa forma, é possível encontrar a resposta e a saída para qualquer entrave. Ela ensina que somos o que pensamos que somos, portanto, a forma como nos enxergamos é determinante para o que queremos nos transformar. E uma forma de chegar lá é equilibrar as principais áreas da vida: física, familiar, profissional, financeira, social, espiritual, intelectual.

Carla Brandão é jornalista, radialista e pós-graduada em mídias sociais. Life coach certificada, palestrante motivacional e professora universitária. Autora do livro #DoeCoragem – Manual Divertido de Viver o Agora, lançado em novembro de 2018. Estuda neurolinguística, mindfulness, meditação e psicologia positiva há 10 anos. Escreve, semanalmente, em duas colunas: quartas-feiras no Observatório da Comunicação Institucional e quintas-feiras no Astroclick. Comunicadora por opção e especialista em desenvolvimento humano por vocação, o foco do trabalho da Carla está na transformação da vida, através do controle dos pensamentos e da ansiedade para se viver intensamente o agora.

Pela primeira vez no Rio de Janeiro o poeta JESSIER QUIRINO (26)

O produtor João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta, pela primeira vez no Rio de Janeiro, o poeta, músico, arquiteto, declamador e contador de causos, o paraibano de Campina Grande  JESSIER QUIRINO que diz, não se considerar um estudioso, apenas um “prestador de atenção” em seu novo recital DOIDOS DE JUÍZO, em única apresentação, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana – Tel. 21-997310933), no dia 26 de julho/2019, sexta feira as 18h, com ingressos a R$ 40,00 / R$ 20,00 ( para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).

JESSIER QUIRINO

Arquiteto por profissão, poeta por vocação e matuto por convicção, como ele mesmo se define, vive subindo nos palcos de todo país, para apresentar sua poesia declamada e os causos matutos.

– “Eu sou um prestador de atenção. Observo as coisas com olhos e faro de rastreador e vou escolhendo palavras para colocar na minha poesia, nos meus escritos — gosta de dizer, acrescentando que o a sua vida artística começou cedo”.

– “Costumo dizer que, pra essas coisas das artes, sou eu e a torre de Pisa: sempre tive inclinação. Tirando as várias modalidades de desenho, que estudei até minha graduação em arquitetura, nunca tive nenhuma formação em artes. A poesia, a música, a literatura, a força cênica, tudo isto, veio aos poucos-pouquinhos e pelas beiras como quem come papa quente.   Desde rapazote fazia isso muito à vontade, sempre imprimindo minha marca pessoal: Ou seja, declamava com uma manteiguinha a mais. Era a arma que eu usava para me impor diante dos colegas, aliviando toneladas de timidez.”

Se praticar doidice é fazer arte, Jessier Quirino sabe, como poucos, recolher os mais bem apanhados temas para sua poesia urbana e sertaneja, misturar com histórias da pontinha da unha, e emocionar a plateia.

“DOIDOS DE JUÍZO” é um mergulho em verso e prosa com tiradas engraçadíssimas, apresentadas em formato solo, assim definidas pelo poeta:

“Meu contente é um contente de observação do universo popular que é autêntico e sem-vergonha que só raposa criada em casa. É um contente palpável, vivo e hilariante.”

Assim ou quase assim é a versão teatral do espetáculo que Quirino traz para o Rio de Janeiro, no próximo dia 26 de julho na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana.

Como é a primeira vez que Quirino se apresentará no Rio, certamente irá inserir os seus clássicos “Matuto no Cinema”, “Paisagem de Interior”, “Trem da Greatwest”, “Vou-me Embora pro Passado”, etc

O POETA

Jessier Quirino, 65 anos, é paraibano de Campina Grande, um arquiteto que se fez poeta, e é hoje um dos nomes festejados no meio artístico nacional.

Além da obra publicada em livros, CDs e DVD, expõe sua arte (nas cancelas abertas da Internet), em programas de mídia nacional já veiculados como: Sr. Brasil (com Rolando Boldrin), Programa do Jô, Ensaio (com Fernando Faro), Fantástico, entre outros. Atualmente é colunista da Rádio CBN Paraíba e mantem um canal próprio no YouTube.

Seu canal no youtube:

Em sua incursão editorial, publicou, pelas Edições Bagaço, uma dezena de livros entre os quais: Paisagem de Interior; Agruras da Lata D`água; Prosa Morena; Bandeira Nordestina; Berro Novo; Papel de Bodega; CDs, DVD, e mais recentemente, o livro Galos de Campina em parceria com Braulio Tavares.

Em outra vertente artística, encarnando o personagem Euclydes Villar, fez parte do elenco da microssérie “A Pedra do Reino”, veiculada pela Rede Globo.

Assim, preenchendo uma lacuna deixada pelos grandes menestréis do pensamento popular nordestino, o poeta tem chamado a atenção do distinto público, e, numa performance de pouco mais de uma hora de duração, faz hoje um dos mais belos recitais do gênero.

Pra fechar o firo, confessa ser doido, doidinho pelo prato galinha torrada com arroz de festa: “Gosto tanto de galinha que vejo a hora me transformar em raposa.”

E quem for doido perca o tal recital.

No dia 28 de julho, domingo as 19h, Jessier Quirino apresentará o espetáculo “Paisagem de Interior” no Sesc de Teresopolis, no encerramento do Festival de Inverno da região serrana.

Pagina do Facebook do artista: https://www.facebook.com/JessierQuirinoOficial

site oficial do artista: www.jessierquirino.com.br

DOIDOS DE JUÍZO

Texto, direção e interpretação: Jessier Quirino

Produção Local, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo.

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copabacabana 360 – Copacabana

Classificação Livre.

Tempo de Duração: 80 min.

Capacidade do Local: 469 lugares.

Dia 26 de Julho/2019

Sexta feira 16hh

Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos)

faz a estreia nacional de seu novo recital “DOIDOS DE JUÍZO”

na Sala Municipal Baden Powell em única apresentação no dia 26 de julho as 18h.

Telenovela vira assunto de debate disputado na FLIP

Telenovela vira assunto de debate disputado na FLIP

Mesa com a atriz Dandara Mariana marca lançamento do livro “O que as telenovelas exibem enquanto o mundo se transforma”, do pesquisador Valmir Moratelli

 Como a telenovela, maior produto de entretenimento gratuito do país, vem se comportando diante das últimas mudanças sociais? Este foi o tema principal de disputadíssimo debate durante a Festa Internacional de Paraty (Flip), na tarde desse sábado (13), na cidade do sul-fluminense. Em pleno “horário nobre” da programação extraoficial, o debate lotou a Casa Autografia, no Centro Histórico.

Tendo como mediador o consultor da TV Globo Mauro Alencar, a mesa contou com a presença do pesquisador Valmir Moratelli, da jornalista Ana Paula Gonçalves e da atriz Dandara Mariana, protagonista da novela “Verão 90”. Moratelli lançou na ocasião o livro “O que as telenovelas exibem enquanto o mundo se transforma”, resultado de mais de dois anos de pesquisa acadêmica pela PUC-Rio.

“Toda produção é reflexo de sua época. Muito se fala de Avenida Brasil, sucesso estrondoso de João Emanuel Carneiro em 2012, que trouxe a classe C para o núcleo principal. Era o momento que vivíamos a ascensão dos pobres no país, após a primeira década de um partido de esquerda no poder. Mas destaco Cheias de charme, no mesmo ano, que colocou pela primeira vez três empregadas domésticas como protagonistas”, recorda o autor, que autografou a obra logo após o debate.

Dandara falou sobre a ausência de negros nos papéis principais da televisão brasileira. “Considero o meu papel atual (na novela Verão 90) um ato político. Temos que ser críticos e analisar o que assistimos na televisão diariamente”. O assunto gerou repercussão. Ana Paula, que tem um estudo em andamento sobre a novela Vale tudo, sucesso em 1988 e até hoje um marco na TV, relembra que a trama de Gilberto Braga quebrou vários tabus. “Colocaram casal gay na trama, mas era de atrizes nada conhecidas. Isso para não gerar repercussão negativa. Mesmo efeito em outras produções”. Mauro Alencar, um dos eleitores do Emmy Internacional, falou da qualidade das nossas produções. “Viajo muito ao exterior e vejo o quanto nossas novelas são bem aceitas lá fora. Este livro mostra que as questões sociais brasileiras influenciam a telenovela de forma contundente ”, disse, bastante aplaudido.

A obra terá um segundo lançamento, dessa vez na Bienal Internacional do Livro, no dia 1º de setembro, às 16h, com bate-papo com o autor no estande da editora Autografia, no Riocentro, Zona Oeste do Rio.

 

 

Serviço:

Livro “O que as telenovelas exibem enquanto o mundo se transforma”

Autor: Valmir Moratelli

Editora: Autografia

208 pags.

Preço sugerido: R$ 47,00

Pré-venda: http://www.autografia.com.br/loja/o-que-as-telenovelas-exibem-enquanto-o-mundo-se-transforma/detalhes

Pré-Flip carioca terá debates, projeção de ópera, curta-metragem e encenação de obra de Euclides da Cunha

PRÉ-FLIP – 2 de julho

Sesc RJ convida Anelia Pietrani, Anabelle Loivos, Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima para antecipar os debates sobre o homenageado deste ano da Festa Literária de Paraty. Programação inclui projeção da ópera “Piedade”, de João Guilherme Ripper, sobre a morte de Euclides, exibição do curta-metragem “A Matadeira”, sobre o conflito abordado em “Os Sertões”, e intervenção cênica com trechos do clássico

RIO DE JANEIRO – Quatro importantes estudiosos da obra do escritor Euclides da Cunha participarão da Pré-Flip 2019 – Rio de Janeiro, que o Sesc RJ realiza na próxima terça-feira (2/7) em sua sede, no bairro do Flamengo, Zona Sul do Rio. O evento antecipa as discussões desta edição da Festa Literária de Paraty, (Flip), que acontece de 10 a 14 de julho e traz Euclides como homenageado. Entre os participantes da Pré-Flip carioca estão Anelia Pietrani, Anabelle Loivos, Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima, todos autores de estudos sobre Euclides. As atividades começam às 13h e têm entrada franca.

Professora Associada de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ, Anelia Pietrani é organizadora de “Euclides da Cunha Presente e Plural” (Eduerj), que reúne textos que analisam a vasta obra do escritor. Dedicada a estudos de gênero, analisará a presença feminina nos seus livros. Sob a mediação de Fernanda Diamant (cocuradora do evento e curadora da Flip), ela debaterá com a escritora Anabelle Loivos, também professora associada da UFRJ e coautora de “Euclides da Cunha: ‘da face de um tapuia’” (Nitpress). A obra, escrita com Luiz Fernando Conde Sangenis, joga luz sobre a vida e obra do escritor na perspectiva dos seus conterrâneos do município de Cantagalo, Região Serrana do Rio.

Professor emérito da PUC-RJ, Luiz Costa Lima é autor de uma biografia do homenageado. Em “Euclides da Cunha: Contrastes e Confrontos do Brasil” (editora Contraponto), o estudioso – que é detentor do título Alexander von Humboldt-Stiftung (Alemanha) de Pesquisador Estrangeiro do Ano em Humanidades – lança uma nova luz sobre aspectos pessoais e profissionais do autor do clássico “Os Sertões”. Ele dividirá mesa com o professor do Departamento de Espanhol e Português da Universidade da Califórnia-Davis, Leopoldo Bernucci, que assina diversas obras sobre o tema. Entre elas, “Euclides da Cunha: Poesia Reunida” (Unesp), “Os Sertões, edição anotada” (Ateliê/Arquivo do Estado/Imprensa Oficial); “Discurso, Ciência e Controvérsia em Euclides da Cunha” (Edusp) e “A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de E. da Cunha” (Edusp).

Curta sobre o Massacre de Canudos e projeção de ópera sobre a morte de Euclides também são destaques

Outro destaque da programação é a projeção audiovisual da ópera “Piedade”, de João Guilherme Ripper, que estará presente no evento e comentará o trabalho. O espetáculo – que circulou por Rio, São Paulo e foi a primeira ópera brasileira a se apresentar no Teatro Colón, na Argentina – aborda o escândalo que resultou na morte de Euclides da Cunha, ocorrida no bairro carioca que dá título à obra.

Também haverá a exibição de “A Matadeira”, premiado curta-metragem de Jorge Furtado. O documentário produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre aborda o Massacre de Canudos, que pôs fim ao conflito acompanhado pelo jornalista Euclides da Cunha na condição de correspondente do jornal O Estado de S. Paulo e que foi parar nas páginas de “Os Sertões”.

Ao longo do dia, o ator Leonardo Netto realiza intervenções cênicas. O artista, que mais recentemente atuou em espetáculos como “Corte Seco”, “Freud – A Última Sessão”, “Conselho de Classe” e “A Santa Joana dos Matadouros”, encenará trechos do livro-reportagem que colocou Euclides no panteão dos escritores brasileiros.

SERVIÇO

Pré-Flip 2019 – Rio de Janeiro

Dia 2 de julho de 2019 – 13h

Sede do Sesc RJ – Rua Marques de Abrantes 99 – Flamengo – Rio de Janeiro

Entrada franca

PROGRAMAÇÃO

13h – 13h25 –  Intervenção cênica – Leonardo Neto

13h30 – 15h30 – Mesa 1: Os sertões e um Brasil de ontem pelos olhos de hoje

Com Anelia Pietrani e Anabelle Loivos – Mediação: Fernanda Diamant

Em seus livros sobre o Brasil, Euclides da Cunha fundou e desenvolveu uma teoria sobre a nação. Como podemos lê-lo hoje? Nesta sessão, as duas professoras discutem as possibilidades de leitura de Euclides da Cunha num país que permanece marcado pela desigualdade, e levantam questões sobre como ler Euclides numa sala de aula, e quais passagens precisam ser feitas diante do distanciamento histórico que nos separa dele.

 

15h30 – 15h50 –  Exibição do curta “A Matadeira”

SINOPSE: Canudos foi uma pequena aldeia no nordeste do Brasil, fundada pelo líder messiânico Antônio Conselheiro e massacrada por um poderoso exército até a morte do último de seus 30 mil habitantes, em 5 de outubro de 1897. O filme conta o massacre de Canudos a partir de um canhão inglês, apelidado pelos sertanejos de “A MATADEIRA”, que foi transportado por vinte juntas de boi através do sertão para disparar um único tiro. Prêmios
22º Festival de Gramado, Cinema Latino, 1994: Prêmio Especial à Direção de Arte, Melhor Direção de Curta Gaúcho, Melhor Fotografia de Curta Gaúcho. 11º Rio-Cine Festival, Rio de Janeiro, 1994: Melhor Ator (Pedro Cardoso), Prêmio Contribuição à Linguagem Cinematográfica.

16h20 -16h35 –  Intervenção cênica – Leonardo Neto

16h40 – 18h30 – Mesa 2: Entre o relato e a criação

Com Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima – Mediação: Fernanda Diamant

Como ler o Brasil através da literatura nacional? Neste encontro, dois dos maiores críticos literários brasileiros se encontram para discutir a obra de Euclides da Cunha e os cruzamentos que ela mesma atravessa entre ficção e história. Pelos instrumentos da teoria literária, Luiz Costa Lima e Leopoldo Bernucci conduzem esta conversa sobre poética e política.

18h30 – 19h45 – Exibição da ópera “Piedade” seguida de conversa com o autor

Com João Guilherme Ripper

João Guilherme Ripper, atual diretor da Academia Brasileira de Música e compositor e autor da ópera “Piedade”, que tem Euclides da Cunha como personagem principal, irá contar sobre a criação da ópera e os episódios de Canudos e o confronto com Dilermando de Assis que levou à morte do escritor.