NEAGLE PARA A BIENAL NO RIO DE JANEIRO

Pedrinho Mello corre do estúdio da Record para se encontrar com seus ídolos

Dois rapazes (primos) saem do país para estudar nos EUA e conquistam o Brasil. Neagle, formado por Victor Eagle e Gabriel Neox, Adeptos do jogo Menecraft, abriram um canal do youtube, de início para jogar. Logo se destacaram e passaram a criar seus próprios vídeos de trolagens e disputas. Bombou.

Hoje, sucesso também em Orlando, nos EUA, estão no Brasil, para shows e autógrafos, em seis cidades do Brasil (Rio, SP, BH, Curitiba, Poa e Recife), onde também vão estar em tardes de autógrafos do livro de mesmo nome.

A Bienal do Livro no Rio, primeira parada da dupla, foi um sucesso, maior vendagem e expectativa da editora Astral Cultural e também da feira. Neagle esta sendo a maior procura pelo público pré adolescente. Nos dois dias de presença, aproximadamente 15 mil pessoas foram ao encontro Neagle, num espaço que só cabia 4 mil pessoas. O alvoroço foi tanto, que eles não conseguiram ir pra sala de autores, nem visitar o estande onde o livro está exporto. Por motivo de segurança, saíram dos palcos, Maracanã e Copacabana, direto para o carro levá-los embora.

Com um secto de fãs que passa de mais de 3 milhões e meio no canal Neagle, um já conhecido, o ator Pedrinho Mello, que esta em cartaz com o filme Meu Tio é Uma Peça, acabou de fazer participação na novela Beladona e se prepara para viver o Benjamin, personagem principal de Apocalipse, ambas da Rede Record de televisão.

“Eu sou muito fã do canal, foi um sonho conhecê-los, pois moram fora, nossa! Eu estava triste, pois não tinha conseguido comprar o ingresso pro show no teatro Oi Casa Grande. Fiquei muito chateado, mas consegui com o assessor de imprensa deles. Sou muito fã! Caramba, nem acredito que viramos amigos. Mandei até desenho do rostos deles que eu mesmo fiz”! Conta Pedrinho ainda em estado de empolgação.

O ator conseguiu sair a tempo da leitura de texto nos estúdios da Record, mas teve que correr, pois chegou os rapazes já estavam indo embora. Eagle e Neox receberam o mirim e ainda fizeram uma farra com Pedro. O ator é tão fã que tem desenho dos Neagles feito por ele mesmo!

 

Neagle, quem são:

“Somos dois garotos de 19 anos nascidos no Rio de Janeiro e estamos juntos desde o começo de nossas vidas já que somos primos de primeiro grau.

Viemos de uma idéia que começou a 4 anos atrás que hoje depois de muitos dias de dedicação conseguimos fazer com que ela se transformasse em um trabalho que faz parte de nossas vidas 24/7 mas que amamos fazer!

Após termos concluído o ensino médio e em busca de uma faculdade para aumentar o aprendizado, por incentivo de nossos pais não só para aprendermos matérias, mas sim conhecer uma nova cultura e uma nova experiência de vida, viemos estudar nos estados unidos”. (Eagle)

“O canal se deu início graças a conexão que tínhamos por sermos primos e sempre jogarmos juntos, inspirando-se em alguns vídeos que já assistíamos decidimos então fazer o nosso também, nos juntando para pegar os pontos fortes dos dois e juntar em um canal só. Somos muito conectados quando se trata principalmente do canal, pensamos que juntos temos que ser melhor do que dois, estamos sempre buscando evoluir e continuar crescendo e pra isso sabemos que continuar com o trabalho duro diariamente é a chave para seguirmos nesse caminho”. (Neox)

Serviço:

YOUTUBERS DO CANAL NEAGLE PARAM BIENAL DO LIVRO

Data: Dias 04 e 05/09

Local: Bienal do Livro no Rio de Janeiro

Público Neagle nos dois dias: 15 mil pessoas (aproximadamente)

livro “Como conseguir um homem rico” lançado pela terapeuta faz sucesso

Matmacker e terapeuta lançam livro para ensinar a conquistar o homem dos sonhos

 

“Como conseguir um homem rico” ensina as mulheres a buscarem um verdadeiro príncipe e conquistarem uma vida promissora em todos os sentidos

Assinado por Jennifer Lobo, Matchmaker e CEO do Meu Patrocínio, e Regina Vaz, coach e terapeuta especialista em relacionamentos humanos, o livro “Como conseguir um homem rico” é voltado ao público feminino e dá dicas para unir o amor ao dinheiro.

Em dez capítulos, a obra traz um passo a passo de como é possível aliar estabilidade financeira ao sentimento no relacionamento, um dos segredos que as autoras consideram essencial para o sucesso da vida a dois.

 

O lançamento em junho, na cidade de São Paulo, teve o mês dos namorados propositalmente, afinal, o romance está presente em todos os tipos de relações afetivas. Diversos fãs, amigos, familiares e artistas, como Núbia Óliiver, que já foi garota-propaganda do site, estiveram presentes no coquetel, que aconteceu no Shopping Eldorado, no bairro de Pinheiros.

Amor e dinheiro andam juntos em uma relação promissora

Jennifer e Regina buscaram referências em seus estudos, na avaliação dos casais e em pesquisas, observando que o livro é um grande trunfo para quem deseja um relacionamento plenamente feliz. Isto porque, ao contrário do que muitos pensam, não se vive somente de amor quando a situação econômica está desestruturada.

“Hoje em dia uma mulher pode decidir o que for melhor para ela. Você não precisa escolher entre amor e dinheiro. Você pode ter tudo! Resolvi escrever esse livro devido à grande procura de sugar babies com dúvidas de como se relacionar e, principalmente, conquistar um homem rico. Se uma mulher pode escolher entre o bom e o melhor, por que não escolher o melhor?”, instiga Jennifer.

A matchmaker ainda ressalta que não há mal algum em sonhar com um homem que você se apaixone e ainda lhe traga segurança financeira. “A mulher do século XXI é livre para pensar dessa forma e buscar um companheiro inteligente, bem-sucedido e que sabe o que quer”. Assim como próprio o site Meu Patrocínio sempre traz à tona em suas postagens e textos no blog, o assunto “finanças” ainda é um tabu entre os casais e a obra pretende desmistificar isso.

Talvez se o tema fosse pautado de forma clara isso evitasse um expressivo número de divórcios, como o revelado pela Kansas State University, dos EUA, apontando que o principal motivo de separação conjugal está ligado ao dinheiro. A pesquisa com 4,5 mil casais identificou que os assuntos financeiros estão no topo das separações, além de resultar em brigas mais intensas e diminuir a satisfação dos casais.

Ou seja, se falar de dinheiro é algo que ajuda a deixar a relação fortalecida, nada melhor do que saber como fazer isso. E as escritoras garantem que o “Como conseguir um homem rico” é um excelente aliado nesta missão!

Serviço:Meu Patrocínio – www.meupatrocinio.com.br

A emoção da Atriz Ruth de Souza na Bienal do Livro

A atriz Ruth de Souza saiu sob aplausos da tarde de autógrafos que marcou o lançamento da edição revisada do livro Uma Estrela Negra no Teatro Brasileiro: Relações Raciais e de Gênero nas Memórias de Ruth de Souza, de autoria de Julio Claudio da Silva. O lançamento aconteceu no sábado (02/09) no stand da ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias), na XVIII Bienal Internacional do Livro, que acontece no Riocentro, Rio de Janeiro.

O reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo Costa, esteve presente ao evento e famosos como os atores Maria Ceiça, Kiko Mascarenhas, Vanessa Pascale e Maria Gal foram reverenciar Ruth de Souza. “Dona Ruth é nossa estrela maior, é de um carinho imenso. Todas as homenagens a ela!”, declarou a atriz Maria Ceiça. Já a apresentadora e atriz Vanessa Pascale contou que tem uma relação muito próxima com Ruth, pois sua avó é vizinha da atriz. “Elas frequentam a mesma igreja. Tenho uma paixão e um respeito imenso por ela, que é muito generosa e adora passar seu conhecimento”, disse, ressaltando a importância do livro, que registra essa trajetória de dona Ruth. “O livro ressalta a relevância de Ruth de Souza para o cenário artístico nacional e para o movimento negro. Ela abriu muitas portas”, disse o autor Julio Claudio da Silva, professor de História da UEA.

Aos 96 anos, Ruth de Souza não escondia sua emoção com tantas demonstrações de carinho por parte de todos os presentes. “Foi tudo muito lindo. Não sabia que tantas pessoas conheciam o meu trabalho”, declarou. Bem humorada, a veterana abria um sorrisão e dizia “Alface!”, na hora de posar para as as fotos, como costuma brincar na hora dos cliques, por achar que assim a pose fica perfeita. Ela também adorou o suco de manga servido pelo Buffet Telma Carvalho, responsável pelas delicias saboreadas pelos convidados.

No início da noite, Ruth deixou o local feliz com os aplausos e acenando para os amigos e fãs que a prestigiaram. Sem dúvida uma tarde inesquecível.

Evento terá como tema Montessori e a Paz: um Percurso de Vida

Entre os dias 7 e 9 de setembro, profissionais e estudantes da área da educação de todo o país estarão reunidos no Windsor Guanabara Hotel, no Rio de Janeiro, para participar da Conferência Internacional Montessori. Promovido pela Organização Montessori do Brasil, que reúne 50 escolas de todas as regiões do país, o evento tem como tema Montessori e a Paz: um Percurso de Vida. Na ocasião, será lançada uma nova edição do livro A descoberta da criança, de Maria Montessori, pela editora Cedet – Centro de Desenvolvimento Profissional e Tecnológico. A reedição, revista e ampliada, contou com supervisão técnica e tradução da psicopedagoga Sonia Maria Braga, presidente da OMB.

Para marcar os 110 anos da criação do sistema Montessori, o caminho escolhido foi a realização de um evento internacional. “Sentimos necessidade de trazer nomes internacionalmente reconhecidos para dar oportunidade aos profissionais que não têm chance de viajar de ouvir sobre Montessori com outros enfoques. Minha maior expectativa é de que todos os participantes saiam ‘alimentados’ e reforçados pelas boas ideias que a programação vai oferecer. E que tenham a convicção de que Montessori é uma proposta que veio para atender as necessidades de uma educação adequada ao século XXI, embora desenhada em 1907”, destaca Sonia Maria Braga.

A Conferência Internacional Montessori traz ao Brasil, pela primeira vez, o pediatra e neuropsicólogo Steve Hughes, integrante dos comitês de pesquisa da Association Montessori Internationale (AMI) e da American Montessori Society (MAS). O evento vai contar também com as participações do jornalista e escritor André Trigueiro e da jornalista Lia Diskin, co-fundadora da Associação Palas Athena, em São Paulo.

A Paz

A construção de uma cultura de paz é um dos pilares da educação montessoriana. E em tempos conturbados como esse no qual vivemos é imprescindível falar sobre o assunto. “Em primeiro lugar, é de paz que o nosso mundo está precisando. Acompanhando o movimento Montessori pelo mundo afora, constatamos que houve, neste ano, um foco na educação para a paz. Então, a escolha do tema tem essa sintonia com as organizações Montessori internacionais, com o objetivo de reforçar a vibração positiva em prol de mudanças nos indivíduos e de um mundo mais harmonioso, onde o respeito ao próximo, a aceitação da diversidade e a ética sejam predominantes”, afirma a presidente da OMB.

 

Os convidados                                               

 

Neuropsicólogo e pediatra, Steve Hughes tem viajado pelo mundo apresentando workshops e palestras sobre a educação Montessori. “O enfoque que dr. Hughes dá é importantíssimo, pois ele sempre faz paralelos entre o que a neurociência diz sobre o desenvolvimento cognitivo-emocional da criança e do adolescente e as ideias de Maria Montessori, registradas em sua vasta bibliografia”, destaca ela. Outra convidada internacional é a professora Anna Perry, especialista em Montessori prla American Montessori Society e diretora do Seton Montessori Institute and Schools, em Chicago (EUA).

 

A jornalista Lia Diskin, co-fundadora  da Associação Palas Athenas, em São Paulo, tem uma trajetória dedicada à divulgação da cultura da paz. Questões como sustentabilidade e a preocupação com o meio ambiente fazem parte da pauta a ser tratada pelo jornalista e escritor André Trigueiro. “As ideias da Lia e do André vão colaborar para que os participantes da Conferência constatem como os pensamentos de Maria Montessori estão alinhados com o que se espera do ser humano. A proposta de Maria Montessori em educação cósmica está totalmente de acordo com as necessidades de reformulação dos padrões da vida contemporânea. Ela alertou que era preciso desenvolver a responsabilidade de cada um diante do nosso planeta e do universo”, diz a psicopedagoga, que também é fundadora e diretora pedagógica da Meimei Escola Montessoriana (RJ) e diretora do Centro de Treinamento Montessori.

Programação

 

As manhãs dos dias 7, 8 e 9 de setembro serão ricas, com as apresentações dos palestrantes convidados, além de uma mesa redonda com especialistas que debaterão ‘A formação do professor Montessori’, com mediação do radialista Cadu Freitas (apresentador do programa Bate Papo Ponto Com, da Rádio MEC AM).

As tardes dos dias 7 e 8 serão repletas de atividades, com a realização de diferentes oficinas que vão explorar questões como sensibilidade e concentração, liderança e os princípios básicos Montessori. “As oficinas serão oportunidades valiosas para que os participantes vivenciem situações e momentos em que poderão constatar quais as propostas do Sistema Montessori de Educação capazes de promover o desenvolvimento da sensibilidade tanto física como emocional e o consequente sentimento de desejo de paz”, afirma ela.

Confira a programação completa em http://omb.org.br/conferencia/#/programacao

A Descoberta da Criança

Lançado no Brasil na década de 1960, sob o título Pedagogia Científica, o livro A Descoberta da Criança (nome dado por Maria Montessori a essa obra) traz uma descrição detalhada da estrutura do Sistema Montessori e dos materiais desenvolvidos pela autora Maria Montessori, quando ela iniciou sua experiência com o método de ensino na primeira Casa dei Bambini, em Roma, em 1907. “Essa obra traz a estrutura básica do trabalho de Maria Montessori, pois ela narra como iniciou e desenvolveu seu trabalho, além de fazer observações sobre a criança e as necessidades demonstradas”, destaca Sonia Maria Braga, que ficou responsável pela revisão técnica da nova edição.

A nova edição chega ao público pela CEDET, Centro de Desenvolvimento Profissional e Tecnológico, trazendo informações que não constavam na primeira tradução brasileira, além de fotos dos dias atuais. O lançamento será na sessão de abertura da Conferência, no dia 7 de setembro.

 

 

Sobre o Método Montessori

A pedagogia Montessori foi fundada em 1907, pela educadora e médica italiana Dra. Maria Montessori, e desafiou teorias educacionais tradicionais ao dar às crianças a liberdade para crescer, aprender e contribuir na sala de aula. Nesse ano, ela inaugurou a primeira ‘Casa dei Bambini’ (Casa das Crianças), num bairro da periferia de Roma, com o desafio de educar crianças pobres e agitadas, na faixa de idade anterior à aceita nas escolas italianas. O resultado foi tão surpreendente que atraiu a atenção de pessoas de todo o mundo. Mas afinal, qual o segredo desse enorme sucesso? A própria criadora do método, Dra Montessori resumiu o trabalho inicialmente, destacando três aspectos:

– conhecer a criança: identificar suas características, seu potencial, suas necessidades; ter a certeza de que a criança aprende fazendo;

– criar um ambiente estimulante, adequado à criança que nele trabalhará e que favoreça o maior número possível de conquistas e

– ter um professor que não mais ensina falando, e sim proporcionando recursos de atividades de aprendizagem e que estimulem a curiosidade.

Diferentemente de outros pesquisadores da educação, a Dra Montessori desenvolveu um método no qual colocou em prática sua filosofia, que pode ser entendida como auto-construção, ou seja, a formação da estrutura do ser humano seria fruto de uma força interior e que se realizaria sob a influência do meio e dos períodos de desenvolvimento.

A OMB

Criada em setembro de 1996, a Organização Montessori do Brasil – OMB – nasceu com o objetivo principal de difundir o método montessoriano por meio da promoção de cursos e encontros e da tradução e publicação de obras de Maria Montessori. Hoje, a OMB conta com 50 escolas associadas, em todas as regiões do país, além de possuir associados físicos, estudiosos de Montessori.

Para saber mais sobre a OMB, acesse: http://omb.org.br/

  • Serviço:
  • O que? Conferência Internacional Montessori
  • Quando? De 7 a 9 de setembro de 2017
  • Onde? Windsor Guanabara Hotel
  • Avenida Presidente Vargas 392 – Centro

 

Escritora brasileira está entre os 25 autores de antologia internacional

A “Dark Queen” do Brasil tem participação na obra de terror “Vampires, werewolves and other beautiful monsters”

Assim que sentiu o gosto do sucesso com “Gruesome Grotesques”, o primeiro volume da edição com diversos contos de horror organizados por Trevor Kennedy, o segundo volume traz novos autores, que o editor inglês descreve como uma “coleção de histórias e poesias escuras de escritores de todo o mundo”.

Trata-se da obra “Vampires, Werewolves and Other Beautiful Monsters”, que pode ser traduzido como “Vampiros, lobisomens e outros monstros bonitos”.

Entre os autores da Irlanda, Canadá, Inglaterra e Estados Unidos, o nosso País também faz parte do livro com dois autores, entre eles a Soraya Abuchaim, considera a Dark Queen do Brasil. No topo dos downloads no Amazon.com por suas obras “Até eu te possuir” e “A Vila dos Pecados”, ela causa espanto por sua “carinha de anjo”, entretanto com o dom macabro para o terror.

“Soraya é uma mulher muito talentosa, com quem estou muito satisfeito em trabalhar. Sua história, Pacto de Morte (Death Pact), é um conto fantástico sobre uma velha maldição e uma mulher fatalmente sexy que vendeu sua alma ao diabo. Você terá que comprar o livro para descobrir mais!”, menciona Kennedy.

O horror e a sua ascensão nos dias atuais

Ainda que muitas pessoas prefiram as telas de cinema e as séries do Netflix, a escritora mostra as divisões que o terror venha adquirindo no decorrer dos tempos. “Eu também acompanho aos seriados na televisão, como American Horror Story, mas mesmo que me espantem em alguns sentidos, as imagens não chegam a ser como as que conseguimos na leitura, onde a essência de tudo está na imaginação”.

E o fato de estar entre os nomes renomados mundialmente do horror mostra que ainda há campo para que os livros façam sua vez no lazer, na cultura e na educação. “Ainda há o fascínio pela leitura, seja com e-books ou obras físicas. E são meus leitores que me fizeram chegar a esse âmbito internacional”, comemora Soraya.

Entre os 25 nomes da antologia estão J. K. Wilde, Samantha Lee, Dave McCaughey, Robert E. Tate, Owen Quinn, Paul Green e Rachel Glasgow.

“O livro será lançado a tempo para o Dia das Bruxas, sendo o presente perfeito para um amigo ou membro da família que ama o terror”, diverte-se o editor.

Com previsão para chegar às prateleiras no início de setembro, o editor pretende também transformá-lo em uma obra com versão para a Língua Portuguesa. “Eu vou ficar muito feliz em traduzi-lo para outros idiomas. Irei utilizar com muita felicidade dessa possibilidade”, finaliza Trevor.

CAIXA CULTURAL DO RIO RECEBE SARAU

 

Caixa Cultural Rio de Janeiro recebe sarau de encerramento da maior exposição de poesia do Brasil

 Evento da mostra Poesia Agora é aberto a todos os públicos.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro promove no dia 5 de agosto (sábado), às 16h, o último sarau da exposição Poesia Agora. O evento celebra o encerramento da mostra, que termina sua temporada no espaço no dia 6 de agosto (domingo). O microfone estará aberto para quem quiser mostrar seu talento. A lista de inscrição será feita na hora e cada poeta terá até três minutos para falar. O sarau será comandado pelo curador da exposição, Lucas Viriato, e tem entrada franca.

Poesia Agora:

A exposição Poesia Agora exibe obras dos principais poetas em atividade no país, abrindo espaço para o trabalho de artistas que, apesar de pouco conhecidos, possuem uma produção relevante. Inaugurada no dia 10 de junho, a maior mostra de poesia do Brasil tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Serviço:

Sarau de encerramento da exposição Poesia Agora
Data:
5 de agosto (sábado)

Horário: das 16h às 19h
Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Visitação da exposição: até 6 de agosto de 2017 (domingo)
Horários: de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

 

Soraya Abuchaim: a Dark Queen brasileira lança antologia de terror e suspense até setembro

A profissional faz laboratórios e cursos especializados para desenvolver suas obras com mais veracidade

A escritora Soraya Abuchaim é natural de Vinhedo, no interior de São Paulo, e descobriu seu dom para a escrita quando tinha um blog para simplesmente postar seus contos. Deste hobby nasceu uma profissão, que embora ainda não seja a sua grande fonte de renda dela, é a sua maior conquista.

Prestes a fazer 34 anos, ela já acumula alguns anos de escrita, com livros que navegam entre o terror e o suspense, gêneros que ela considera suas grandes paixões. Tanto que ela não se vê desenvolvendo alguma coisa fora disto, com exceção de algo fantasioso, mas que ainda envolvesse temas relacionados ao que ela ama explorar.

“Minha carreira começou de repente. Eu tive um conto – ‘O vizinho suspeito’ – lançado em uma antologia chamada ‘Horas Sombrias’ (Andross) e depois consegui publicar o thriller psicológico ‘Até eu te possuir’ (Editoria Ella). Esse suspense conta a história de Johanna, uma mulher que perdeu tudo na vida e, quando achava que os caminhos estavam se abrindo, se envolve com um homem que guarda um segredo mortal”, explica.

Com muitos elogios recebidos pela crítica nesta primeira obra lançado na Bienal do Livro de SP em 2016, sua confiança aumentou e hoje já agrega mais nomes para o seu currículo como autora. “Há o ‘A Vila dos Pecados’, já lançados fisicamente, e ‘Maldito Seja’, na versão e-book, além de diversos contos, como ‘Madrugada Macabra’, ‘Forasteiro’, ‘Cotidiano’, entre outros, sempre percorrendo entre o terror e o suspense, para prender o leitor do início ao fim”.

Para levar informações diferenciadas e até mesmo se basear em histórias reais, a escritora “Dark Queen” (ou Rainha Dark) utiliza métodos parecidos com os feitos por atores e atrizes antes de encarnarem um papel, conhecidos como laboratórios. “Recentemente, fiz um curso sobre mentes criminosas, para me ajudar na criação dos personagens. Mergulho de cabeça no tema, pois o leitor quer ser surpreendido. Também faço muita pesquisa e, se necessário, converso com pessoas que entendam da área de abrangência. Isto aconteceu no ‘A Vila dos Pecados’, em que diversos especialistas me deram dicas sobre o funcionamento da Igreja Católica”, complementa.

O que é essencial para um livro ser sucesso na Era Digital?

Soraya é categórica ao afirmar que a identidade do autor é primordial na produção. E, segundo ela, é um dos grandes diferenciais que destacam um escritor do outro. Com um público de leitores mais maduros, balanceado entre homens e mulheres, ela aponta a linguagem adequada como algo que faz com que ela se caracterize. “Eu, por exemplo, sou mais adepta ao estilo da escrita mais elaborada. Gosto mesmo de explorar nosso vocabulário. E busco, sempre que dá, fazer os finais das minhas histórias abertos, para fugir dos clichês”.

Quanto ao mundo cibernético como uma nova maneira de leitura, ela acredita que saber explorar esses nichos seja a melhor saída. “Acho que hoje o autor tem de pensar nas duas formas, os e-books e o impresso. As plataformas virtuais são de suma importância, mas ainda há muito público para o livro físico. O importante é que o autor esteja acessível para todas as possibilidades”.

A antologia “Insanidade” vem aí

Soraya foi a autora escolhida para organizar a antologia “Insanidade”, onde terão 22 contos, 20 selecionados por ela e os demais de Glau Kemp e Jhefferson Passos, escritores famosos no mundo do terror.

Com lançamento entre setembro em outubro desse ano, pela Editora Skull, a obra ainda está em fase da escolha do material, no qual a Dark Queen também terá a sua participação. Porém, ela ainda não revela o tema. “Só posso dizer que terá muito sangue”, finaliza.

Conheça mais sobre o trabalho da Dark Queen nesse bate-bola!
– No cenário geral, como anda a Literatura Brasileira?

Soraya Abuchaim – Embora ainda sofra preconceito, principalmente por parte dos mais jovens, tem conquistado o seu espaço. Hoje, posso dizer que temos no Brasil muitos autores excelentes, que não deixam nada a desejar para os estrangeiros tão aclamados pela crítica mundial. É só uma questão de tempo para ganharmos cada vez mais espaço.

– Muitos dos livros mais vendidos são de autoajuda ou de especialistas, como Augusto Cury, que ficou em primeiro lugar com o livro “Ansiedade” como um dos mais vendidos durante muito tempo. Em sua opinião, qual o motivo disso?

Soraya Abuchaim Acredito que as pessoas procuram livros que possam trazer um bem-estar que, muitas vezes, elas não tem conseguido na vida agitada que levamos hoje em dia. Claro que isso é apenas uma hipótese, mas percebo que quanto mais nos ligamos às redes sociais, menos contatos físicos temos. E isso acarreta uma série de comportamentos que acabam levando as pessoas, consciente ou inconscientemente, a buscar ajuda nesse tipo de leitura (ou mesmo outros tipos de auxílio, claro).

– O que você sente de diferente dos livros de hoje se comparados aos clássicos da nossa Literatura?

Soraya AbuchaimTudo (Risos). Na verdade, embora hoje tenhamos muitos autores que explorem histórias mais profundas e com linguagem rebuscada, a nossa literatura está se adaptando à mente dos jovens, que são nossos leitores em potencial. Ouço muito de adolescentes a denominação “chata” ao se referirem aos clássicos. Isso não espelha minha opinião, já que simplesmente amo a nossa literatura mais antiga. Mas nós, como escritores contemporâneos, temos de entender o que nosso público deseja, para, assim, podermos suprir essa carência literária.
Uma coisa é fato: muitos estudantes acabam se “traumatizando” com clássicos que são obrigados a lerem na escola e acham que toda literatura é assim (não são palavras minhas, mas sim coisas que já ouvi de adultos que hoje não gostam de ler). Os autores modernos estão aí para mostrar que ler pode, sim, ser prazeroso. Os clássicos são uma segunda etapa para quem começa a gostar de ler.
– O que um livro físico precisa ter para atrair leitores nessa época em que muitos, principalmente as gerações Y e Z, estão condicionados à leitura em aparatos tecnológicos?

Soraya AbuchaimAcho que os livros físicos perderam sim um pouco de espaço na leitura de hoje, mas ainda há muito público para eles. Em primeiro lugar, o livro precisa ser bonito, daqueles que valem a pena ter na estante. Depois, um papel para leitura confortável e a letra em tamanho adequado ajudam muito, porque muitos leitores digitais se adaptam para dar mais conforto à leitura.
O escritor de hoje precisa ter em mente que há público para as duas formas de leitura. Há quem venda mais livro digital, outros vendem muitos livros físicos. Mas volta a ressaltar: é imprescindível que o autor conheça seu público e explore novos leitores cada vez mais, valendo-se de tantas formas de leitura maravilhosas que temos hoje.

– Quais são os quesitos essenciais para um livro de suspense ou terror fazer sucesso?

Soraya AbuchaimTrazer elementos que deixem o leitor com medo, com expectativa pós-suspense e, por que não, nojo também. São as formas clássicas do terror e do horror. O público que gosta desse gênero estava muito tímido há alguns anos, embora houvesse muitos blogs e sites especializados.

Então, surgiu a editora DarkSide, que foca apenas nesse nicho e foi a felicidade dos amantes de suspense e terror. Agora, os autores nacionais desse gênero estão aparecendo e, com a gente, nossos leitores. O bacana é trazer leitores também para o lado negro (Risos). Sempre fico feliz quando alguém me fala que nunca tinha lido um  suspense  ou terror e adorou a leitura por ter lido algo de minha autoria.

 

– Como um escritor cria a sua identidade, em meio a tantas outras obras disponíveis no mercado?

Soraya AbuchaimÉ um conjunto de itens: a identidade começa quando o autor escolhe escrever o gênero que ama, não apenas escrever o que dá dinheiro. A linguagem utilizada é importante, assim como o estilo da narrativa, porque acaba se tornando como uma assinatura.

Apostar nas redes sociais e na sua imagem perante os leitores também é importante. Eu fui dar uma entrevista esses tempos atrás e quase coloquei uma blusa cor de rosa. Depois pensei: “Caramba, escritora de terror pelo menos deve aparecer de preto”. Temos de nos atentar a isso também. É, portanto, a criação de uma identidade literária aliada à visual.
Outra coisa é a forma como o escritor trata e corresponde aos leitores também, que é essencial. Nada de estrelismo, porque não somos nada sem aqueles que nos leem. Devemos estender tapete vermelho para cada leitor e parceiro.

– Por fim, você tem o sonho de ver um dos seus livros virar um filme? Se sim, qual deles e por quê?

Soraya AbuchaimSim, com certeza! Eu escolheria A Vila dos Pecados. Além de trazer muito suspense e elementos de terror, foi uma vila fictícia, criada por mim, e a história se passa no final do século XIX. Eu vejo essa história linda nas telonas, para aterrorizar muitos espectadores. De tudo que já escrevi até hoje, tenho um carinho especial por esse livro.