| Letícia Sabatella no espetáculo “Caravana Tonteria” (Teatro Rival Petrobras)

Letícia Sabatella brilha em três versões: na novela ‘Órfãos da Terra’, nos cinemas com ‘Happy Hour’ e no Teatro Rival Petrobras com o show “Caravana Tonteria”, espetáculo que tem a participação de Arrigo Barnabé e já fez sucesso em Nova York e capitais do Brasil, será apresentado nos dias 10 e 11 de maio, sexta e sábado, às 19h30. No repertório estão oito músicas escritas pela atriz e canções de grandes referências da música universal, como Chico Buarque, Cole Porter, Kurt Weill, Duke Ellington e Carlos Gardel. Os ingressos estão à venda com preço promocional no valor de meia-entrada para quem usar o código de desconto sabatella na compra antecipada.

O espetáculo performático dirigido por Arrigo Barnabé (que faz uma participação especial nas apresentações do Rio), traz no repertório oito composições de Letícia e canções de grandes referências da música universal, como Chico Buarque, Cole Porter, Kurt Weill, Duke Ellington e Carlos Gardel.

“Aprendi a fazer tudo cantando. Compor é saber ouvir a música que existe em todo lugar e trabalhar em cima dos detalhes. Música é remédio para mim”, revela Letícia Sabatella, que há quatro anos roda o Brasil com seu primeiro projeto autoral: “Caravana Tonteria”, o qual idealizou ao lado do multi-instrumentista Fernando Alves Pinto (serrote, trompete, voz e violão), Paulo Braga (piano) e Zéli Silva (contrabaixo).

O nome do show é emprestado do tango “Tonteria”. “É a minha única composição do gênero”, explica Letícia. O show de música, que apresenta ao público um lado da atriz que muitos não conhecem, é ambientado simbolicamente em um cabaré itinerante, com estilos heterogêneos, e dialoga com a cena garantindo um caráter poético e performático à apresentação. Por isso, “Caravana Tonteria” chega ao Rio de Janeiro possibilitando aos cariocas e turistas que estiverem na cidade uma grande reflexão sobre as artes cênicas em diálogo com outras linguagens artísticas, através de performances e interpretações teatrais.

O quarteto liderado por Letícia Sabatella surgiu a partir de um convite feito à atriz para participar da Virada Cultural em São Paulo. “Eu já tinha grande afinidade com o Paulo e o Zéli, na época estava fazendo com o Fernando a peça Trágica 3, onde assinamos a trilha sonora que concorreu ao Shell, quando de repente surgiu a oportunidade de participar da Virada Cultural. Foi o start que faltava pra gente se juntar e levantar o show”, conta Sabatella, que sempre trabalhou o lado musical em sua formação de atriz.

E lá se vão 25 anos de carreira, 33 trabalhos na TV, 18 no cinema, além de muitos prêmios e indicações como melhor atriz. Letícia Sabatella, desde criança tem muita afinidade com a música e com a dança. Além de ouvir sempre a mãe e a avó cantar, seu avô foi um dos responsáveis pela construção do Teatro Guaíra. Letícia cantou no coral Sinfônico do Paraná, teve banda: “Tuba Intimista” e também participou de um Coro Cênico, “O Abominável Sebastião das Neves”, de óperas do Guaíra.

“Assistia tudo o que podia no Guaíra. Participei de alguns shows de amigos, mas eu sempre quis guardar a música pra um trabalho mais autoral”.

Ficha Técnica
Elenco: Letícia Sabatella; Fernando Alves Pinto; Paulo Braga e Zéli Silva
Direção Artística: Arrigo Barnabé
Desenho de Luz: Wagner Pinto
Produção: Bianca De Felippes
Realização: Gávea Filmes
Assessoria de Imprensa: Barata Comunicação.

 

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 10 e 11 de maio (Sexta e Sábado). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: Setor A:  R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada) || Setor B: R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (Meia). Venda antecipada pela Eventimhttp://bit.ly/LetíciaSabatellaNoRival2I9IOGG (Os ingressos estão à venda com preço promocional para quem usar o código de desconto sabatella) Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

INSTITUTO DO ATOR COMEMORA 10 ANOS COM TEMPORADA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

Grupo teatral se apresenta com quatro espetáculos do seu repertório

De 17 de abril a 05 de maio (de quarta-feira a domingo), o Instituto do Ator ocupará a CAIXA Cultural Rio de Janeiro com quatro espetáculos do seu repertório. Estarão em cartaz Bar Planetário Bergman, inspirado no universo do cineasta sueco (de quarta a sexta-feira), Sofia e Seus Analistas, adaptação de conto de Clarice Lispector, e Os Dragões Não Conhecem o Paraíso, de Caio Fernando Abreu, que farão programa duplo nas noites de sábado, e Noite das Russas, estudo cênico a partir de personagens de Dostoievski e Tarkovski, aos domingos.

Bar Planetario Bergman – Amanda Brum

Os quatro espetáculos são dirigidos por Celina Sodré e têm iluminação de Daniel Galván. De quarta a sexta, as apresentações são às 19h, e aos sábados e domingo, às 18h. O ingresso custará R$ 30,00 (inteira). Estudantes e idosos têm direito à meia entrada.

Em 2008, Celina Sodré e Fábio Porchat criaram e inauguraram o Instituto do Ator – Instituto de pesquisa da arte do ator (IA), com a colaboração de um grupo de atores e diretores, num sobrado na Lapa, no Rio de Janeiro. Nesses 10 anos de existência, o IA criou e encenou uma série de espetáculos, entre eles: Palácio de Neve, a partir de obra de Orham Pamuk; TransTchecov, textos de Anton Tchecov encenados com a participação de um grupo de travestis e transexuais (Damas Em Cena) nos papéis femininos de Tchecov; Fantasmas de Guerra e Paz, a partir do romance de Liev Tolstoi, e outros, além de seminários com atores e diretores estrangeiros e brasileiros, workshops, treinamentos e debates.

Em 2009, foi criado o Grupão Grotowski, grupo de estudos aberto que acontece todas as quintas-feiras, e que tem 10 anos de ação. Em 2015, o Grupão ganhou o Prêmio Questão de Crítica, na categoria especial.  Neste ano, comemora-se também 28 anos da companhia teatral Studio Stanislavski criada por Sodré em 1991, além dos 20 anos da morte de Jerzy Grotowski (1933-1999) que tem sido, junto de Stanislavski o mestre do trabalho artístico do IA. Atualmente o IA tem 40 sócios, entre atores e diretores como Clara Choveaux, Miwa Yanagisawa, Jefferson Schroeder, Henrique Gusmão e Marcus Fritsch.

Bar Planetario Bergman – Zaida no bar

Sinopses e fichas técnicas de cada espetáculo:

Bar Planetário Bergman

Essa montagem do coletivo Novíssimos foi concebida para celebrar os 100 anos do cineasta e diretor teatral que tanto revelou sobre a vida humana em seus íntimos, frágeis e recônditos mistérios. Bergman é uma das fortes influências no trabalho de pesquisa que realizamos no IA.

Elenco (Coletivo Novíssimos):

Aléssio Abdon/ Amanda Brambilla/ Amanda Brum/ Ana Clara Hibner/ Antonio Sodré/ Branca Temer/ Bruna Felix/ Carolina Exaltação/ Felipe Fabrizzi/ Jonyjarp Pontes/ Julia Lindenberg/ Igor Trombini/ Israel Eyer/ Mariana Rosa/ Pedro Sodré/ Raisa Richter/ Rogério Klein/ Sindia Bugiarda/ Tássia Leite/ Zaida Buarque.

Direção: Celina Sodré

Sofia e Seus Analistas: 

Adaptado do conto Desastres de Sofia, de Clarice Lispector, que narra a paixão de uma menina de nove anos por seu professor, o monólogo Sofia e Seus Analistas tem atuação de Valquiria Oliveira. De tonalidade claramente autobiográfica, o conto foi adaptado para o teatro numa criação colaborativa entre atriz e diretora. A Sofia que fala, a narradora, já adulta, está num divã, semelhante ao mítico divã de Freud, enquanto revela suas memórias. Ao redor, dentro da cena, estão os espectadores, na posição de analistas.

Interpretação: Valquiria Oliveira (Studio Stanislavski)

Direção: Celina Sodré

Os dragões não conhecem o paraíso:

Adaptação teatral do conto homônimo de Caio Fernando Abreu, com interpretação de Nelson Yabeta. Narra a história de um homem em reflexão sobre o fim de um relacionamento amoroso, que faz uso para isso da metáfora de um dragão. Questões sobre o amor, a solidão urbana e a esperança estão presentes no texto, escrito por Caio Fernando Abreu.

Interpretação: Nelson Yabeta (Studio Stanislavski em colaboração com Cia Teatral Casa dos Azulejos)

Direção: Celina Sodré

Noite das Russas:

Mostra de trabalho em processo a partir de personagens de Dostoievski e Tarkovski. Um estudo cênico com o encontro de personagens russas de diferentes obras numa paisagem experimental.

Elenco (Coletivo Os Novos)Amanda Brambilla / Branca Temer / Bruna Felix / Carolina Exaltação/ Jonyjarp Pontes / Mariana Rosa / Rachel Golassi/

Participação especial ao piano: Raisa Richter

Direção: Celina Sodré

 

  • Serviço:
  • Bar Planetário Bergman
  • Horários: De quarta a sexta-feira, às 19h;
  • Duração: 100 minutos
  • Sofia e Seus Analistas + Os dragões não conhecem o paraíso
  • Horários: Sábado, às 18h
  • Duração: 80 minutos
  • Noite das Russas
  • Horários: Domingo, às 18h
  • Duração: 60 minutos
  •  Datas: de 17 de abril a 05 de maio de 2019 (de quarta a domingo)
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 142 lugares (mais 2 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: 18 anos
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Apoio: CAIXA e Governo Federal
ANDRÉ GONÇALVES MISTURA TEATRO E SHOW NO ESPETÁCULO INÉDITO BIOGRAFIA DESAUTORIZADA

Sob a direçãode Rafael Ponzi, o ator divide o palco com banda de rock

Inspirado na cultura pop, característica do final do século XX e início do século XXI, uma visão crítica e irreverente, ácida e bem-humorada dos excessos. Esse é o ponto de partida da comédia Biografia Desautorizada, projeto idealizado pelo ator André Gonçalves. A peça terá única apresentação no Teatro Rival Petrobras, no dia 27 de abril, às 20h. A direção é de Rafael Ponzi e o texto inédito é de Alda Carvalho.

Na peça, o ator André Gonçalves dá vida a cinco personagens que relatam suas experiências com drogas – do roqueiro pop star viciado em cocaína ao artista sonhador e dependente de maconha, passando pelo alcoólatra em crise de idade, o traficante moderno que falsifica receitas de medicamentos tarja preta e, por fim, uma experiência de overdose com um bate e volta do céu.

“É um projeto provocativo, transgressor, e ao mesmo tempo engraçado e amoroso, em que compartilho memórias e reflexões ao lado de parceiros como meu mestre Rafael e meu querido amigo e talentoso músico e compositor Glad Azevedo, que assina a trilha”, comenta André, que divide o palco ainda com Tamara Janson (baixo) e Emília Rodrigues (bateria).

Apostando no humor, o texto inédito da paulistana Alda Carvalho traz narrativas marcadas por vícios, em que critica o preconceito com usuários, e procura cumplicidade com o público ao abordar o tema delicado com leveza, como na sátira às “viagens” dos personagens. Biografia desautorizada tem, ainda, direção de arte de Marcelo Gonçalves, iluminação de J. A. Protásio e figurinos de Tatiana Magalhães.

“Para quebrar o ritmo, os textos são intercalados por música ao vivo, interpretada por uma banda em cena. Com ela, André canta músicas que marcaram sua vida e que fazem referências à hipocrisia da sociedade e à inversão de valores, como Perfeição, do Renato Russo”, explica Rafael.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 27 de abril (sábado). Horário: 20h.Abertura da casa: 19h. Ingressos: R$ 60,00 (Inteira)
R$ 40,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia-entrada). Venda antecipada com código promocional agoncalves pela Eventim –http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

Pedro Paulo Rangel comemora 50 anos de carreira com o monólogo

O ator e o lobo Da obra de António Lobo Antunes Dramaturgia: Pedro Paulo Rangel

Direção: Fernando Philbert Teatro Poeira, de 12 de abril a 2 de junho

“Nasci em Lisboa em setembro 1942, mas quando em dezembro de 1863. Victor Hugo escreveu num dos seus cadernos: ‘Sou um homem que pensa noutra coisa’, referia-se, é claro, a mim” (António Lobo Antunes).

Um dos maiores atores do Brasil celebra, em 2018-19, bodas de ouro com a profissão. Pedro Paulo Rangel, nascido no Rio de Janeiro, 70 anos redondos, escolheu comemorar as cinco décadas de carreira levando ao palco um projeto longamente acarinhado. A peça O ator e o lobo estreia em 12 de abril, no Teatro Poeira, com direção de Fernando Philbert. O espetáculo fez sua primeira temporada em março, no SESC Pinheiros, em São Paulo.

O monólogo com título fabulesco foi construído por Rangel e Philbert tendo por base os textos do português António Lobo Antunes, extraordinário escritor, ganhador do Prêmio Camões, cujo primeiro romance foi publicado há exatos 40 anos. Lobo Antunes verte uma prosa cálida, envolvente; uma narrativa que, sem que o leitor perceba, faz-se ouvir com clareza, por assim dizer. E esses textos agora ganham vida na voz e no corpo do ator.

– Parece que os textos de Lobo Antunes foram feitos para serem ditos – explica Pedro Paulo. – Ele cria situações, personagens, diálogos consigo mesmo… é instigante, um desafio. Difícil de fazer, mas muito gostoso.

Mas não apenas os escritos de Lobo Antunes compõem o espetáculo. Pedro Paulo Rangel, ele próprio um delicioso contador de histórias, um cronista, mescla alguns textos seus aos do escritor, costurando Brasil e Portugal, palco e livro, narrador e personagens. Atravessa também gerações: Lobo Antunes, família, seus antepassados e Pedro Paulo com sua ascendência portuguesa, os avós de coincidente sobrenome Antunes.

Foi de Fernando Philbert a ideia de inserir também alguns textos do próprio ator que resgata memórias pessoais e eventualmente envereda pela ficção.

– As histórias de Pepê, maravilhosamente contadas, se articulam com a voz de Antunes num conjunto de olhares sobre a memória, a família, a solidão. Fomos elegendo os textos. E é bom que, em certos momentos, a gente não saiba exatamente de quem é aquele trecho. É toda uma delicadeza, uma poesia.

A relação de Pedro Paulo com a escrita é antiga; ele ressalta que, como o autor português, escreve e rasga muita coisa:

-Lemos mais de 300 crônicas – diz Pepê. – Fiquei paralisado com a ideia de colocar meus textos, mimetizar o Lobo Antunes. Mas acaba funcionando.

“…palavras que saem da minha boca e não me pertencem, penso

          – não fui eu quem disse isso“ (Aqueles que andam por aí)

– Na abertura do espetáculo, a frase “Sou um homem que pensa noutra coisa” serve à perfeição, define esse jogo de espelhos peculiar aos homens de arte – conta Philbert, que apresentou Pedro Paulo Rangel aos textos de Lobo Antunes cinco anos atrás. – Aderbal Freire-Filho, meu mestre, foi quem trouxe esse escritor aos meus olhos. E quando vi Pepê em cena, ouvi aquela voz,… não deu outra: ele também se apaixonou pelo texto.

“…dúzias de espelhos refletindo-se uns aos outros, olhando-se uns aos outros, colocados diante uns dos outros a se observarem em silêncio (…)  é isso o que ainda hoje me intriga: quando um espelho se contempla ao espelho que diabo de coisa vê?” (Brasil)

Os 50 anos de carreira evocam, para Pepê, “muitas cicatrizes reais e imaginárias”. E uma nostalgia temperada com alguma amargura:

– Essa profissão [de ator] já foi viável, hoje não é mais. Sucessivos desgovernos, desimportância da educação e da cultura… mas repito sempre o que alguém, não sei quem, disse: somos condenamos à esperança.

Num cenário frugal, de bancos e cadeiras, vestido com calça de garrafeiro, camisa e colete (“roupa de português”, diz), Pedro Paulo ainda contracena com projeções de fotos sobre o fundo acortinado.  Mas é na interpretação do ator que ganham vida as dezenas de personagens. Desfilam a comunhão silenciosa de irmãos que fazem xixi lado a lado no jardim; o encontro amargo, dolorido, com um velho amigo no hospital; a histérica amante do Senhor Biscaia; o homem que espera uma mulher na chuva; os mortos que evidentemente não vão embora; o menino que foge de casa porque não queria comer abóbora; a mãe, seu amante de 20 anos e o filho estupefato; a surdez do avô Antunes, a surdez provocada por milhares de tiros de festim. O ator e o Lobo entregam à plateia uma desconcertante humanidade.

 Pedro Paulo Rangel é ator multipremiado – dos mais importantes, foram três Molière, dois Shell, um Mambembe.  “Sou um dileto filho do teatro, um apaixonado embora não correspondido fã de cinema, mas é a televisão que eu cafetinizo e que me deu tudo o que tenho”, escreve ele na apresentação da peça (texto completo no final).

Sua estreia, no tenso ano de 1968, foi em Roda Viva, de Chico Buarque, direção de José Celso Martinez Correa, com Marieta Severo e Antonio Pedro. Mas, em retrospectiva, o balanço destaca as comédias dentre os gêneros teatrais em que atuou.

Muitos dos quase incontáveis personagens televisivos – estreou em 1969 na Tupi e em 1972 na Globo – não saem da lembrança dos brasileiros. No depoimento ao site Memória Globo, conta que, curiosamente, só passou a se sentir confortável com o ritmo da TV na época do humorístico TV Pirata (1989-1992).

Fernando Philbert – Premiado diretor, foi por quinze anos assistente de Aderbal Freire-Filho, codirigindo também os espetáculos Depois do Amor, ultima direção de Marília Pêra, com Danielle Winits e André Gonçalves, Vianninha conta o último combate do homem comumDeixa que eu te ameNa selva das cidadesMacbeth e Medida por medida.

Dirigiu os espetáculos O corpo da mulher como campo de batalhaCabras Cabras., Quero ser Ziraldo uma aventura sobre as obras do autorSilêncios ClarosFio da Meada, Antígona e Ces’t la vie. Assinou ainda a direção de Em Nome do Jogo, com Marcos Caruso, O topo da montanha, com Thais Araújo e Lazaro Ramos, Além do que os nossos olhos registram, com Priscila Fantin e Luíza Tomé, Champanhe e confusão, com Silvia Bandeira  e o premiado, O Escândalo Philippe Dussaert, com Marcos Caruso.

  • FICHA TÉCNICA
  • Dramaturgia e interpretação: Pedro Paulo Rangel
  • Autor: António Lobo Antunes
  • Direção: Fernando Philbert
  • Coach de Pedro Paulo Rangel: Rafael Augusto Fernandes
  • Figurinos: Helena Araújo | Cenário: Fernando Mello da Costa
  • Iluminação: Aurélio de Simoni | Trilha Sonora: Maíra Freitas
  • Projeções: Aníbal Diniz | Projeto gráfico: Ronaldo Alves
  • Fotografia: Lucio Luna | Operador de som: Bob Reis
  • Direção de cena: Ricardo Silva
  • Coordenação de produção: Fabricio Chianello
  • Direção de produção: Fernando Duarte
  • Produção: Vissi Darte Produções Artísticas
  • Realização: Pedro Paulo Marques Rangel Produções Artísticas

 

  • SERVIÇO –   O ATOR E O LOBO
  • Temporada: de 12 de abril a 2 de junho de 2019
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 21h. Domingo, às 19h
  • Teatro Poeira: Rua São João Batista, 104 – Botafogo
  • Informações: (21) 2537-8053
  • Ingressos: R$ 70 (inteira) | R$ 35 (meia)
  • Vendas: tudus.com.br
  • Horário de funcionamento da bilheteria:
  • Terça a Sábado, das 15h às 21h. Domingo 15h às 19h
  • www.teatropoeira.com.br
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação indicativa: 14 anos
Chacrinha em Cena realiza a Mostra de Arte Singular

Destinado a pessoas portadoras de deficiências, Mostra será realizada entre  23 e 28 de abril de 2019 na Zona Oeste carioca.

Foto divulgação: Querência quer ver o Mar – uma das peças que compõem a Mostra de Arte Singular.

A PAR Produção em parceria com a FETAERJ, através da cogestão Chacrinha em Cena, apresentam o MAS – Mostra de Arte Singular. Acreditando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico, a mostra de arte singular surge com o intuito de criar um espaço em que os artistas, com deficiência ou não, possam apresentar todas as suas singularidades, expondo através da arte suas características próprias e únicas. A mostra, gratuita, será realizada no período de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

A palavra usada para se referir a características únicas de um indivíduo foi escolhida também para nomear nosso novo projeto que busca expressões artísticas únicas, ideias fora do comum, inusitadas. O evento visa uma interação em que a arte se sobreponha a todas as diferenças, demonstrando que cada um tem suas próprias superações e que as limitações não impedem o fazer artístico. A mostra será realizada no período de 24 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – GRATUITA

Se Essa Rua Fosse Minha

Sinopse – Uma trupe de atores chega à cidade pra contar a história de Zefinha uma menina do interior do sertão que sonha viver na cidade grande. No caminho vai encontrando alguns personagens como: o motorista “doido” do pau de arara, que lhe dá carona até uma parte do caminho; um mecânico que a ajuda, mas antes a aconselha sobre os perigos da cidade grande; entre outros. Por fim, quase atropelada, ela encontra um “Guarda de trânsito” que a ajuda a entender como sobreviver no trânsito da cidade grande e ela decide trabalhar em prol da conscientização de motoristas e pedestres pra diminuir os acidentes no trânsito.

Ficha Técnica – Texto: Paulo Marcos de Carvalho. Direção: Angelah Dantas. Elenco: Angelah Dantas, Thais Manhães e Jorlan  Oliveira. Serviço: Se essa Rua fosse minhaData: 24 e 25 de abril.  Horário: 09h30 e 13h30. Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Infantil
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Querência quer ver o Mar

Sinopse – Quatro meninos brincantes do sertão contam a história é da menina chamada Querência. Ela é cega, negra e vive no bravo sertão. A menina Querência tem sede de mar e de muitas outras coisas. Com a ajuda de seu cachorro guia, ela vai enfrentar a dura realidade que se traça em seu destino, sonhando em reencontrar seus pais, vivendo uma extraordinária jornada, vencendo os obstáculos ao seu redor, onde a força dos sonhos e a do querer são maiores que qualquer barreira.

Ficha Técnica – Texto e direção: Berg Farias. Elenco: Ana Luiza Faria, Berg Farias, Gabriel Breves e Julyanna Werneck. Colaboração dramatúrgica: Ana Luiza Faria.  Serviço – Querência quer ver o MarData: 26 de abril. Horário: 13h30
Duração: 50 min. Classificação: Livre.

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volupia da cegueira _ Foto Janderson Pires

Volúpia da Cegueira

Sinopse – Em cena, as fantasias e tabus sexuais de quatro personagens cegos, num jogo afetivo onde imagem e som atuam em sintonia, leveza e poesia. O elenco traz dois atores deficientes visuais, propondo uma inversão de papéis entre eles e o público.

FichaTécnica – Texto: Daniel Porto. Direção: Alexandre Lino. Elenco: Sara Bentes, Aléssio Abdon, Felipe Rodrigues e Max Oliveira. Serviço – Volúpia da Cegueira. Data: 26 de abril. Horário: 20h.  Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: documentário cênico

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Ventaneira

Ventaneira – A Cidade das Flautas

Sinopse – Ventaneira – A Cidade das Flautas é um espetáculo escrito e dirigido por Moira Braga.  Inspirada no livro “As Cidades Invisíveis”, de Ítalo Calvino, Moira criou a cidade dos ventos que tocam flautas, das birutas que giram no alto de torres espiraladas, das casas côncavas em forma de conchas. O texto inspira poesia, música, movimento e convida o espectador a reinventar a realidade. Com muita leveza, aborda o tema das diferenças, da diversidade e da capacidade humana de superar limitações.

Ficha técnica – Texto e direção – Moira Braga. Elenco – Fabíola Godoi.

Serviço – Ventaneira – a cidade das flautas. – Data: 27 de abril. Horário: 16h.
Duração: 45 min. Gênero: infantil.  Classificação livre
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Conflitos na mesa do bar

Sinopse – Uma peça com grande influência de Eugen Bertholt Friedrich Brecht, de forma bem plástica e distante é retratada a realidade do momento atual, diversos conflitos que vemos todos os dias e ao mesmo tempo contando a história de dois irmãos que se distanciaram por um tempo e em um momento nem um pouco propenso acabam se reencontrando.

Ficha Técnica – Texto e Direção: Felipe Marques. Elenco: Pedro Fernandes, Ricardo Kreicher, Leonardo Gomes, Camila Braun, Pablo Morada, Samira Ferreira, Matheus Teles, Igor Guimaraes, Lucas Catatau, Ana Carolina Cruz, Brian Ferreira.

Serviço – Conflitos na mesa de bar. Data: 27 de abril. Horário: 20h.
Duração: 30 min. Classificação: 16 Anos. Gênero: Drama.

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A História do Peixe Grande

 Sinopse – A peça conta a trajetória de uma menina, que tem muito medo de água. Ela é filha de um pescador e se vê tendo que vencer um grande desafio: ser levada pelo Peixe Grande, o Rei dos Peixes, para o fundo do rio, por conta de uma promessa feita por seu pai para salvar sua família da fome.

Ficha Técnica – Concepção, Dramaturgia e Direção: Aline Gomes. Elenco: Aline Gomes, Celo Miguez, Victor Nalin.  Serviço: Data: 28 de abril. Horário: 16h. Duração: 55 min. Classificação: livre. Gênero: infantil

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 FETAERJ

A FETAERJ – Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro – é uma instituição sem fins lucrativos e de utilidade pública estadual. Há 41 anos associa grupos de teatro com o objetivo de fomentar a criação, manutenção e a difusão do teatro no nosso estado e o incentivo à formação de plateia. Trabalha com o princípio da descentralização da produção cultural, realizando congressos, concursos, seminários, oficinas, mostras, intercâmbios, palestras, debates, leituras, cursos e festivais de teatro. A partir dos trabalhos realizados, a Federação tem gerado oportunidades para o desenvolvimento de talentos mais diversificados: são autores, iluminadores, sonoplastas, maquinistas, contrarregras, atores, diretores, músicos com especialização na composição para o teatro, etc. Os resultados podem ser comprovados nas montagens que se multiplicam nos municípios e que excursionam pelo estado. Por suas ações, a FETAERJ recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro / Estácio de Sá (2000), concedido pelo Governo do Estado do Rio, o Troféu Mandacaru (2004), concedido pela prefeitura de Armação de Búzios pelos 4 anos de desenvolvimento teatral sistemático no município, a Moção de Aplauso (2004), concedida pelo Ateneu Angrense de Letras, pela realização da FITA (Festa Internacional de Teatro de Angra) e a Moção De Congratulação (2006), concedida pela Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro pelo “excelente trabalho em prol da cultura brasileira”. Recentemente recebeu o Diploma Heloneida Studart de Cultura 2016, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

MAS – Mostra de Arte Singular

Data: de 23 a 28 de abril de 2019 na Arena Carioca Chacrinha

Arena Carioca Abelardo Barbosa – Chacrinha – Rua Soldado Elizeu Hipólito, 138 – Pedra de Guaratiba. – Telefone: (21) 3404-7980 –GRATUITO

Festival ‘Yes, Nós Temos Burlesco’

Noite celebra a diversidade e contará com as apresentações nacionais e internacionais

arte burlesca de vários cantos do mundo desembarca pelo quinto ano consecutivo no Rio de Janeiro. O Festival “Yes, Nós Temos Burlesco” terá mais uma edição na cidade comshow performático no Teatro Rival Petrobras. A casa na Cinelândia será o ponto alto da programação, que traz um lineup de artistas internacionais – como a chilena Alondra Machuca, a londrina Elsie Diamond, e a finlandesa Bebé Fernet, e nomes nacionais como as idealizadoras Delirious Fênix (Isabel Chavarri, do Rio de Janeiro) e Miss G. (Giorgia Conceição, de Curitiba). A apresentação acontecerá no dia 20 de abril, sábado, às 20h.

O “Yes, Nós Temos Burlesco” traz ainda performances dos burlescos paulistanos “7 de Ouros” (Marcelo D’Avilla) e Marquesa Amapola (Aline Marques), representantes dos movimentos burlescos “Feira das Vaidades” e “The Burlesque Takeover”. O show no traz, ainda, nomes do burlesco como Black Rainbow, Fairy Adams, Ewa Brazil, Chayenne F., Iara Niixe, Sweetie Bird, Maria Sem Vergonha, entre outros. Drag queens que visitam as artes burlescas, o grupo “Psico Drags” também participa esse ano com suas performances. Além do argentino Gus Berdi e o curitibano Henrique Saidel, se aliam na linguagem boylesque, completando parte do time com a representação do estereótipo masculino.

Antes mesmo de assistir aos artistas no palco, o público e os admiradores do “Yes” podem colaborar no financiamento coletivo. As recompensas são itens de apoiadores ou artistas do evento. Com faixas de R$ 10 a R$ 350 (ou mais), os colaboradores têm acesso a objetos, mimos e ajudam o festival a acontecer. Basta acessar o site catarse.me/yntb2019.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 20 de abril (sábado). Horário: 20h. Abertura da casa: 19h. Ingressos: Setor A – R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada) | Setor B – R$ 70,00 (Inteira), R$ 35,00 (meia-entrada).Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/IngressosRival2019_2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT:Estação Cinelândia.

 

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo

peça PÃO COM OVO estreia na Barra da Tijuca
Devido ao grande sucesso no Teatro João Caetano,
 
no Centro do RJ a comédia PÃO COM OVO Chega à Barra da Tijuca para temporada no Teatro dos Grandes Atores a partir do dia 05 de abril/2019   sextas e sábados 21h e domingos 19h

Devido ao grande sucesso em sua temporada no Centro do RJ, no Teatro João Caetano, a engraçadíssima comédia PÃO COM OVO, com os atores Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior, reestreia no RJ, no Teatro dos Grandes Atores (Av. das Américas 3555 – Shopping Barra Square – tel. 3325-1645), na próxima 6af, dia 05 de abril 2019, e estará em temporada, com apresentações sempre as 6as e sábados 21h e domingos 19h e preço único a R$ 60,00.

Em cartaz pelo Brasil desde 2011, PÃO COM OVO já foi aplaudido por mais de 1 milhão de pessoas em temporadas de sucesso por várias capitais do país e Portugal. Em 2016 fez sucesso aqui na Cidade Maravilhosa, em temporadas no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) e, em seguida, no início de 2017, no Teatro Miguel Falabella, no Norte Shopping e agora, durante o mês de março/2019, no Teatro João Caetano, no Centro do RJ.

PÃO COM OVO, encenada pela Santa Ignorância Cia. de Artes, é uma das maiores comédias do teatro nacional, retrata, com bom-humor os costumes e o cotidiano das diferentes classes sociais do país.

SOBRE A PEÇA …

Dijé e Clarisse (interpretadas pelos atores maranhenses Adeilson Santos e Cesar Boaes respectivamente) são amigas de infância. Elas se conheceram ainda na escola, e acabaram perdendo o contato ao longo do tempo.  Dijé é moradora de um bairro da periferia, e vive com o marido Zé Maria. Já Clarisse é uma emergente alpinista social, e frequenta lugares sofisticados da cidade. As velhas amigas se reencontram, e falam de suas vidas e detalhes do cotidiano, o que faz o público morrer de rir. Além disso, as personagens contam de forma cómica a diferença de atendimento nos setores públicos e privados. Além de temas sociais como assédio as mulheres e relações trabalhistas das empregadas domésticas, sem ser panfletário e sem perder o tom certo do humor. O espetáculo conta com números de dança e imitações da cantora Alcione, madrinha do espetáculo, conterrânea maranhense do grupo.

Os três atores se revezam entre vários personagens, o que torna a peça dinâmica e ainda mais irreverente.

A comédia traz uma linguagem direta e simples e sem apelos sexuais e palavrões.

Um humor por vezes ingênuo, mas sem perder as críticas sócias.

As falas e diálogos são muitas vezes improvisadas na hora pelos atores, o que confere maior interação com o público.

O texto é de Adeílson Santos e de César Boaes, que também assina a direção. “O nome PÃO COM OVO surgiu exatamente da ideia de que é algo que todo mundo gosta, desde os mais ricos até os mais pobres”, explica Cesar.

Para esta temporada no Rio de Janeiro a trupe traz cenas novas e convidados especiais como os atores cariocas Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Diego Goullart e o dançarino Marcelo Chocolate.

SOBRE OS ATORES

O maranhense César Boaes é ator, diretor e produtor. Fez sua estreia nos palcos com o espetáculo “Pluft, o Fantasminha” de Maria Clara Machado. Mais tarde, inicia seus estudos de ballet clássico com Antônio Gaspar e começa sua pesquisa de danças populares nordestina, e estreou como dançarino do espetáculo Nordestinamente. Além disso, é membro secretário da Santa Ignorância Cia. de Artes, da qual participa dos espetáculos “O boi e o burro a caminho de Belém”, de Maria Clara Machado, com direção de Urias de Oliveira, e “A morte do boi desmiolado”, com texto de César Teixeira e direção coletiva.

Já Adeílson Santos, também ator e o produtor, começou sua carreira artística em 1999 com o espetáculo “Uma linda quase mulher”, comédia de grande sucesso de público ainda hoje em temporada. Em seguida protagonizou o musical “Catirina”, da Cia. Ópera Brasil, com direção geral de Fernando Bicudo. Em 2009 recebeu o Prêmio de Melhor Ator pelo Sated–(MA) com o espetáculo “Uma linda quase mulher 2”. Além disso, em 2012 recebeu o mesmo Prêmio, com o espetáculo “Pão com Ovo’. No cinema participa do filme “O dono do mar”, de Odorico Mendes.

PÃO COM OVO  

Comédia de César Boaes e Adeilson Santos

Direção: César Boaes

Elenco: Adeilson Santos, César Boaes e Charles Júnior.  Participações especiais: Gabriel Contente, Beto Carramanhos, Marcelo Chocolate, Diego Goullart

Produção, assessoria de imprensa & marketing: João Luiz Azevedo

Local: Teatro dos Grandes Atores

Avenida das Americas 3555 – Shopping Barra Square – Tel, 3325-1645

Reserva de ingressos pelo zap 21-99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 21h e domingo às 19h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Ponto de Venda de Ingressos:

  • Bilheteria do Teatro João Caetano e no site da Divertix.

Produção: Boca Fechada Produções Artísticas e Santa Ignorância Cia. de Artes.

TABLADO APRESENTA “TEATRO TÔNICO – UMA BREVE HISTÓRIA DO TEATRO OCIDENTAL”

Ciclo de palestras de introdução à história do teatro reúne importantes nomes das artes cênicas

Cumprindo sua função social de fomentar o teatro brasileiro, O Tablado promove entre abril e agosto o Teatro Tônico, ciclo de palestras de introdução à história do teatro ocidental. São 16 encontros temáticos, um por semana, voltados para profissionais e estudantes de teatro, professores e interessados em cultura em geral. O primeiro deles, “As origens do Teatro”, acontece na próxima sexta-feira, 5 de abril, às 20h, com a professora e escritora Isabela Fernandes, que falará sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. O ingresso custa R$ 40 e a palestra tem duração de 120 minutos. Outros importantes nomes das artes cênicas como Cacá Mourthé, Érika RettlGeraldo CarneiroHamilton Vaz Pereira, Lídia KosovskiLionel FischerRenato Icarahy,Ricardo Kosovski e Venício Fonseca estão programados até agosto.

 “O Teatro Tablado tem a tradição de formar excelentes profissionais que fazem sucesso na televisão e no teatro. Com o ‘Teatro Tônico’ queremos oferecer também toda a base teórica sobre a história do teatro ocidental com importantes nomes das artes cênicas, que vão compartilhar seu conhecimento com o público de uma maneira leve e dinâmica”, explica Cacá Mourthé, diretora artística de O Tablado. “Além disso, o ciclo de palestras será um potente espaço de encontros e trocas. Todo o material produzido será gravado em vídeo e disponibilizado online para alcançar mais pessoas”, completa Cacá, sobrinha de Maria Clara Machado, fundadora da escola.

Fachada O Tablado – foto de Eduardo Martino

A PROGRAMAÇÃO

Abrindo a programação em 5 de abril, a professora e escritora Isabela Fernandes comanda o tema  “As origens do Teatro” e fala sobre tragédia e comédia na Grécia Antiga. Na semana seguinte, em 12 de abril, é a vez do escritor e compositor André Gardeldiscorrer sobre o teatro romano numa palestra em que apresenta o palco teatral romano e as variações da cena medieval cristã. Encerrando o primeiro mês, em 26 de abril, o poeta e dramaturgo Geraldo Carneiro traz para o público o tema “Teatro do Renascimento I”.

 

Cacá Mourthé – O Tablado – foto de Eduardo Martino (2)

O TABLADO

Fundado em 1951 pela escritora e dramaturga Maria Clara Machado, O Tablado tem papel importante na história da cultura brasileira, como celeiro de talentos e verdadeiro templo do teatro infantil.

Desde sua inauguração, mais de 30 mil atores, diretores, teatrólogos, cineastas, figurinistas, cenógrafos, autores, iluminadores, sonoplastas e músicos se formaram no local. Nomes como Hamilton Vaz Pereira, Wolf Maya, Cininha de Paula, Claudia Abreu, Ingrid Guimarães, Louise Cardoso, Malu Mader, Du Moscovis, Leonardo Brício, Andréa Beltrão, Fernanda Torres, Rubens Corrêa, Drica Moraes, Jaqueline Laurence, Mateus Solano e Gregório Duvivier, entre outros, passaram pela escola.

Atualmente, O Tablado tem cerca de 700 alunos e mais de 20 professores. O núcleo criativo de O Tablado é formado por Andreia Fernandes, Fernando Melvin, João Sant’Anna, Johayne Hildefonso, Lincoln Vargas, Lionel Fischer, Luis Octavio Moraes, Patrícia Nunes, Renata Tobelém, Ricardo Kosovski, Susanna Kruger e Zé Helou.

 O Tablado é considerado Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro e seu espaço físico foi tombado pela Prefeitura carioca. Suas atividades artísticas também foram reconhecidas pelo Governo Federal.

TEATRO TÔNICO

Ciclo de palestras sobre a história do teatro

Data: de abril a agosto – sextas-feiras, às 20h

Local: O Tablado – Av. Lineu de Paula Machado 795, Lagoa.  Tel.: 2294 7847

Capacidade: 150 pessoas. Classificação etária: livre. Duração: 120 min.

Valores: R$ 40 (cada palestra) ou R$ 400 (todas as 16 palestras)

Inscrições: teatrotonico@otablado.com.br | Informações: (21) 2294 7847

Programação completa: www.otablado.com.br

CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DO CLUBE MANOUCHE

CIDA MOREIRA CANTANDO TOM WAITS ABRE AS COMEMORAÇÕES DE UM ANO DO CLUBE MANOUCHE

Brindes, confetes e serpentinas.

Em abril o veludo vermelho do Clube Manouche comemora um ano e a programação do mês traz um recorte do que mais significativo passou pelo tablado da casa nestes 12 meses: de Cida Moreira cantando Tom Waits, ao frescor de Letrux (17/04) e Mãeana (18/04), Fausto Fawcett(19/04) e Angela Ro Ro (26 e 27/04)

Uma das atrações especiais do “best of” que comemora um ano de existência do Manouche, o clube intimista da Casa Camolese, a cultuada cantora, pianista e atriz Cida Moreira abre a festa e volta ao palco da casa com o show “Canções para Cortar os Pulsos”, dedicado à obra de Tom Waits, no próximo fim de semana, dias 05 e 06/04sexta e sábado, às 21h.


Mas, irrequieta como é não poderia simplesmente repetir o que já foi visto. Acrescenta, então, outros heróis à flor da pele ao repertório como Leonard Cohen, Patti Smith, Amy Winehouse e Marianne Faithfull ao lado de “Time”“Anywhere”, “I Lay My Head”, “Downtown Train”“Broken Bicycles” e outras músicas que, tocadas ao piano, mostram o lirismo da obra Tom Waits, conhecido por suas canções que são como “acariciar um arame farpado”, nas palavras do próprio.

 

Serviço

Show: – Cida Moreira com o show “Canções para Cortar os Pulsos”

Local: Clube Manouche/Casa Camolese (Rua Jardim Botânico, 983, Jardim Botânico, Tel: 3514-8200)

Data e horário: 05 e 06 de abril, sexta e sábado, 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira), R$ 60,00 (ingresso solidário: com 1 kg de alimento não perecível) e R$ 40,00 (meia) www.eventim.com.br

Classificação: Livre

Estacionamento no local (tarifado)

“MIGRAÇÕES” Ópera performática estreia em 11 de abril no Sesc Copacabana

 Com libreto de Geraldo Carneiro, direção de Duda Maia e música de Beto Villares, espetáculo inédito aborda a onda de migrações no mundo

 No elenco estão a soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz

Depois de trabalharem juntos na bem-sucedida ópera de câmara “Na boca do cão”, o poeta Geraldo Carneiro e a soprano e atriz Gabriela Geluda retomam a parceria em um projeto inédito. “Migrações” é uma ópera performática sobre os deslocamentos de milhões de pessoas em diferentes épocas, da mítica Tróia aos refugiados da Síria hoje. Com direção da premiada Duda Maia, libreto de Geraldo Carneiro e música de Beto Villares, “Migrações” estreia em 11 de abril, no Mezanino do Sesc Copacabana. No elenco, além de Gabriela Geluda, está a bailarina e atriz Gabriela Luiz. Com apoio cultural e correalização do Oi Futuro, o espetáculo é uma realização de Gabriela Geluda e SESC.

Idealizador do espetáculo, Geraldo Carneiro se encantou com experiência de fazer o libreto de “Na boca do cão” (um projeto pessoal de Gabriela Geluda) e, desta vez, o convite e o tema partiram dele. “Os fluxos migratórios sempre existiram. Esses movimentos são motivo de fascínio e terror, desde a Guerra de Tróia à diáspora africana. Queria falar da necessidade de transformar a migração numa preocupação permanente, mas de forma poético-alegórica. Não queria uma obra naturalista. É preciso abrir as fronteiras do conhecimento, do afeto, compreender que existe o outro e que ele precisa ser compreendido na sua diferença. As migrações são permanentes, mas as fronteiras são sempre provisórias.”

“Migrações” mistura música, dança e teatro num formato bem diferente das óperas tradicionais, buscando o conceito da ópera performática –no qual a cena se torna uma experiência para o espectador, sem a necessidade de uma história com começo, meio e fim, mas trazendo imagens e sonoridades que conduzam o público em uma dramaturgia particular. Com quase trinta anos de experiência como soprano solo das óperas de Jocy de Oliveira, Gabriela Geluda acredita na importância de levar a ópera a um público mais diverso, ampliando os limites do gênero.

“Investimos numa composição inédita e trabalhamos com uma equipe reduzida. Assim, faremos uma temporada mais longa que a de uma ópera tradicional”, explica Gabriela, que também exalta a importância da temática do espetáculo. “Minha família é de origem judaica, meus avós são judeus e vieram para o Brasil fugindo da Segunda Guerra. Tenho três avós poloneses e uma alemã. Migrar para sobreviver é uma realidade bastante forte na minha família”, conta a artista que, além de estar em cena, assina a realização do projeto.

Composta pelo produtor musical e compositor paulista Beto Villares, com arranjos do artista pernambucano Armando Lôbo, a música permeia o espetáculo no limiar entre uma ópera e um espetáculo com uma trilha. Com experiência em cinema (como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”), Beto viu no convite feito por Geraldo um desafio profissional. “É um universo totalmente diferente de tudo que já vivi. É a primeira vez que componho para uma cantora lírica, e a troca com a Gabriela durante o processo de criação foi muito importante”, conta. “A emoção que eu queria passar é de uma beleza com desamparo, tristeza e seriedade.” O trio formado por Cristiano Alves (clarinete), David Chew (cello) e Rodrigo Foti (vibrafone) executa a música ao vivo.

Os poemas do libreto abordam questões brasileiras e mundiais relacionadas aos processos migratórios. As cenas são conduzidas pela soprano e atriz Gabriela Geluda e a bailarina e atriz Gabriela Luiz – esta carrega sua experiência com danças populares e urbanas e capoeira. Elas se multiplicam criando diferentes corpos e vozes. Entre as obras que serviram de inspiração na construção do espetáculo, a diretora Duda Maia destaca documentários com cenas fortes sobre o tema: “Human flow”, do artista e ativista chinês Ai Weiwei, e “Os capacetes brancos”, do britânico Orlando von Einsiedel.

“Alguns fatos me chamaram a atenção para esse tema. O número de refugiados, quase 70 milhões, é algo que espanta. Eles não têm lugar. Pesquisamos muito para construir uma fisicalidade que trouxesse uma experiência sensorial de falta de espaço, opressão e abrigo, dentro de uma encenação poética. Queremos falar dessa dureza com beleza. Na cena, nos corpos, na fala, na música e na plasticidade”, diz.

Duda Maia (Direção)

É formada pela Escola de Dança Angel Vianna, onde lecionou dança contemporânea por 13 anos, e diretora do show “Farra dos Brinquedos”, banda com músicas originais e ritmos brasileiros para crianças. Entre 1996 a 2006, foi diretora e coreógrafa da Trupe do Passo e, entre 1998 e 2008, professora de corpo do Curso Profissionalizante de Atores da CAL. De 2012 a 2014, recebeu o prêmio Zilka Sallaberry de Melhor Direção, ao lado de Lucio Mauro Filho, pelo infantil “Uma peça como eu gosto”. Em 2016, dirigiu o musical “A Gaiola”, vencedor dos principais prêmios de teatro infanto-juvenil, incluindo Espetáculo e Direção: sete categorias no Prêmio CBTIJ; cinco no Prêmio Botequim Cultural e três no Prêmio Zilka Sallaberry. Em 2018, dirigiu “O tempo não dá tempo”, espetáculo itinerante em homenagem aos 90 anos de Angel Vianna, no OI Futuro Flamengo; o infanto-juvenil “Contos partidos de amor”, premiado nas categorias Direção e Figurino no 12º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil (2017/2018), e o musical “Elza”, atualmente em turnê pelo Brasil.

Dirigiu “Clementina, cadê você?”, musical inspirado na vida de Clementina de Jesus; e “A dona da história”, de João Falcão. Fez a direção de movimento de “Fala comigo como a chuva e me deixa ouvir” e “Beija-me como nos livros”, de Ivan Sugahara. Dirigiu o musical “AUÊ”, do grupo Barca dos Corações Partidos, que recebeu importantes prêmios de artes cênicas: Shell (Direção), Cesgranrio (Direção, Direção Musical e Espetáculo), Botequim Cultural (cinco categorias, incluindo Direção e Espetáculo) e APTR (Direção Musical, Espetáculo e Produção).  A peça foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Direção. Duda Maia está indicada aos prêmios Bibi Ferreira e Reverência de Teatro Musical na categoria Direção.

Duda trabalhou como diretora de movimento com os seguintes diretores: André Paes Leme, João Falcão, Daniel Herz, Karen Acioly, Mauro Mendonça Filho, Aderbal Freire-Filho, Dudu Sandroni, Bruno Garcia, Michel Bercovitch, Fábio Ferreira, Guel Arraes, Miguel Vellinho, Marcelo Morato, João das Neves, Paulo José, Vera Fajardo, Paulo de Moraes e Ivan Sugahara.

Geraldo Carneiro (Poema/Libreto)

Poeta, publicou nove livros, além de seus “Poemas reunidos”, coedição Biblioteca Nacional/Nova Fronteira. Cronista, publicou “Vinicius de Moraes: A Fala da Paixão” (Brasiliense, 84) e “Leblon: a crônica dos anos loucos” (Rioarte/Relume-Dumará, 96). Escrevia crônicas para a revista “Domingo”, do jornal “O Globo”. Letrista, escreveu centenas de textos para músicas de Egberto Gismonti, Astor Piazzolla, Wagner Tiso, Francis Hime e outros compositores. Dramaturgo, escreveu peças como “Lola Moreno”, parceria com Bráulio Pedroso, “A bandeira dos cinco mil réis”, “Manu Çaruê” (ópera performática com música de Wagner Tiso), “Imaginária” e a ópera de câmara “Na boca do cão”.

Roteirista, escreveu “Sônia: morta & viva”, de Sérgio Waissman (Tucano de Ouro no FestRio II), “Eternamente Pagu” (em parceria com Márcia de Almeida) e “O judeu” (em parceria com Millôr Fernandes). Adaptou diversas obras literárias para a TV Globo, nas séries “Brasil Especial” (1993/1994) e “Brava gente” (2001). Adaptou, em parceria com Alcides Nogueira, a novela “O astro”, pela qual recebeu o Prêmio Emmy International em 2012 de melhor texto. Em 2016, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Beto Villares (Música)

Beto Villares é um compositor e produtor musical que tem seu trabalho disseminado por dezenas de projetos que sintetizam a cultura do país nas últimas décadas. Desde criações próprias até a produção musical da abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, contribuiu com suas ideias e texturas sonoras em trabalhos de artistas como Céu, Siba, Itamar e Anelis Assumpção, e para filmes e séries como “Xingu”, “Bingo, o rei das manhãs” e “Filhos do Carnaval”.

Gabriela Geluda (Soprano/atriz) 

É bacharel em canto lírico pela UNIRIO, mestra em música antiga pela Guildhall Schoolof Music and Drama (Londres 1996-98), e formada na Técnica de Alexander pelo Alexander Technique Studio (Londres 1997-2000). Exerce intensa atividade como cantora especializada em repertório contemporâneo, tendo participado de inúmeras bienais e festivais de música.

Vem trabalhando com a compositora Jocy de Oliveira como soprano solo de suas óperas há 25 anos, tendo apresentado obras no Brasil, Alemanha, Argentina, França e recentemente na Inglaterra com o filme/ópera “Liquid voices”, vencedor da categoria Sound Design no London International Filmaker Festival.

Em 2012 participou da remontagem da ópera “Einstein on the beach”, de Philip Glass e Bob Wilson, no Baryshnikov Art Centre de Nova Iorque, sob orientação do próprio Wilson. Em 2017, esteve em temporada no CCBB Rio com a ópera solo “Na boca do cão”, última obra escrita pelo compositor Sergio Roberto de Oliveira, com direção de Bruce Gomlevsky e libreto de Geraldo Carneiro.

 Gabriela Luiz (Bailarina/atriz)

Atriz formada pela Escola de Teatro Martins Pena e graduada em capoeira pela Federação do Estado do Rio de Janeiro, Gabriela Luiz também é bailarina e coreografa recém-formada pela UFRJ. Com larga experiência em danças populares, afro, salão, capoeira, circo, maculelê e coco, participou, como atriz e bailarina, dos espetáculos “Menino no meio da rua”, “Matulão”, “Gingado brasileiro”, “Dança dos Orixás”, “Palmares”, “Silêncio” e “Romeu e Julieta”. Recentemente fez parte do elenco principal do musical oficial “A Galinha Pintadinha – cadê PóPó” e do musical “Andre Rebouças”.

No cinema, participou como atriz nos longas “Anjos do sol”, “Última parada – 174” e “A suprema felicidade”. Na TV Globo, atuou na minissérie “Capitu” e participou das novelas “Duas caras”, “Desejo de mulher” e “Senhora do destino”. Faz parte da Cia de Dança Contemporânea da UFRJ, com a direção de Tatiana Damasceno, e da Cia dos Comuns, em que atuou como atriz e bailarina no espetáculo “Silêncio”. Em 2010, fundou a Cia Okan Ará, em que coreografou, atuou e dirigiu o espetáculo “Pré SENtidos”.

Gabriela também ministra aulas de danças populares e urbanas, capoeira e teatro físico no Espaço de Construção da Cultura Ação da Cidadania, no Centro, e no Projeto Social Favela Mundo, no Engenho de Dentro. Por cinco anos, deu aulas na Instituição Ojuobá Axé de Danças de Matriz africana, em Duque de Caxias.

 

FICHA TÉCNICA

Poema/Libreto: Geraldo Carneiro

Música: Beto Villares e Armando Lôbo

Canções: Geraldo Carneiro e Beto Villares

Orquestração: Armando Lôbo

Direção: Duda Maia

Intérpretes:

Soprano/atriz: Gabriela Geluda

Bailarina/atriz: Gabriela Luiz

Músicos: Cristiano Alves / Cesar Bonan (clarinete); David Chew / Aleska Chediak (cello); Rodrigo Foti / Pedro Moita (vibrafone)

Produção Executiva e Assistência de Direção: Mariana Chew

Cenografia: Julia Deccache

Cenotécnico: André Salles

Contrarregra: Felipe Ávila

Figurino: Rocio Moure

Iluminação: Renato Machado

Sonorização: Pro Audio

Projeto Gráfico: Patrícia Clarkson e Camilla Mattos

Fotos: Renato Mangolin

Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha

Mídias Sociais: Rafael Teixeira