“Insetos” e “Conselho de Classe”, da Cia. dos Atores, na Mostra CCBB 30 Anos de Cias

 

Esta semana, a mostra CCBB 30 Anos de Cias. apresenta “Insetos” (18, 19 e 20/09, às 19h) e “Conselho de Classe” (21, 22 e 23/09, às 19h), espetáculos que marcam a parceria da Cia. dos Atores com o dramaturgo Jô Bilac. Formada pelos atores César Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle, Susana Ribeiro e Bel Garcia (in memorian), a Cia. dos Atores comemora 31 anos de atividade ininterrupta em 2019, tornando-se um dos grupos de maior tempo de atividade no Rio de Janeiro.

Em “Insetos”, 12 quadros que traçam paralelos entre a natureza e questões da atualidade vão sendo revelados na voz de diferentes insetos. O espetáculo recebeu diversas indicações aos principais prêmios de teatro do país. Vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro, a peça “Conselho de classe” se passa em uma escola pública do centro carioca. Uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor, que faz eclodir dilemas profissionais e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição.

Cia. dos Atores

TEATRO I

Insetos”, direção de Rodrigo Portella.

Datas: 18, 19 e 20/09, às 19h.

Duração: 80 min. Classificação etária: 14 anos.

Conselho de classe”, direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro.

Datas: 21, 22 e 23/09, às 19h.

Duração: 90 min. Classificação etária: 14 anos.

A mostra CCBB 30 Anos de Cias. vai até 14 de outubro, reunindo espetáculos de cinco das mais importantes companhias de teatro do país que passaram pelo centro cultural ao longo de sua história. São elas: Cia. dos AtoresCia. Dos à DeuxCia PeQuodAquela Cia. de Teatro e a Artesanal Cia. de Teatro. Cada uma vai apresentar seus espetáculos mais consagrados (são seis adultos e 2 infantis), colocando em cena um significativo painel das artes cênicas nacional. A programação conta ainda com bate-papos e debates gratuitos com os grupos.

Curador da mostra, o produtor Sergio Saboya considera que o projeto é uma grande homenagem aos que se dedicam às artes cênicas, buscando questionamentos e reflexões importantes para a sociedade, além do entretenimento. Por isso, procurou trazer ao público montagens de grupos que realizam um rico trabalho investigativo, gerando uma criação inovadora, de grande qualidade técnica e artística. “Todas as companhias convidadas possuem trabalhos distintos de pesquisas, extremamente significativas para a renovação e a qualidade da cena teatral brasileira contemporânea. São trabalhos germinais, que quebram paradigmas e contribuem amplamente para nosso teatro de forma geral”, explica Sergio.

O release segue anexado. Há mais fotos e vídeos neste link.

Em cópia, está a Fernanda Lacombe, minha parceira neste trabalho. Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Ballet Nacional da Rússia apresenta Ballet de São Petersburgo com a bailarina Oksana Bondareva no Brasil

Ballet Nacional da Rússia apresenta Ballet de São Petersburgo com a bailarina Oksana Bondareva no Brasil

Em turnê pelo país, uma das companhias mais tradicionais do mundo fará apresentações especiais no Rio de Janeiro e em Niterói

oksana bondareva

Os amantes do balé no Rio de Janeiro terão a oportunidade de assistir alguns dos maiores bailarinos russos juntos em um único show. O Ballet Nacional da Rússia traz ao Brasil, pela primeira vez, o Ballet de São Petersburgo, com a bailarina Oksana Bondareva. No Rio de Janeiro, as apresentações ocorrerão no dia 26/09, no Teatro Village Mall, na capital, e em 27/09, no Teatro Abel, em Niterói, com inicio às 21h e censura livre.

Além da estrela Oksana Bondareva, primeira bailariana do Teatro Mariinsky, o espetáculo conta com oito dos principais solistas consagrados mundialmente do Balé Mariinsky e ainda do Bolshoi de Minsk e Mikhaylovsky. Também participam Nika Tskhvitaria, Vitaly Amelisko, Victor Tomashek, Adel kinzikeev, Victoria Dimovska, Sergey Chumakov e Elena Petrichenko.

O premiado elenco, que ensaia mais de dez horas por dia, durante seis dias por semana, encenará um repertório majestoso, composto por trechos das obras ‘Lago dos Cisnes’, ‘Spartacus’, ‘Scherezade’, ‘Carmem’, ‘Bolero’ e outros.

“Pela primeira vez reunimos grandes talentos em um único espetáculo. Uma programação inédita em toda a sua história de ballet”, diz o diretor Andrey Liapyn.

Com belas paisagens e cenários delicados, o espetáculo promete proporcionar ao público uma noite ao melhor estilo imperial da corte russa.

O Ballet de São Petersburgo é uma das companhias mais tradicionais do mundo. De 25/09 a 06/10, a turnê percorrerá diversos estados do país.

SERVIÇO:

Ballet de São Petersburgo com Oksana Bondareva
Cidade: Rio de Janeiro
Data:
 26/09/2019
Horário: 21h
Local: Teatro Village Mall
Endereço: Avenida das Américas, 3.900 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro -RJ (Shopping Village Mall)
Classificação: Livre (menores de 18 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legal)
Ingressos: www.uhuu.com
Plateia Alta – R$200,00 inteira / R$100,00 meia; Plateia Baixa – R$180,00 inteira / R$90,00 meia; Balcão Nobre – R$160,00 inteira / R$80,00 meia
Produção: 3LM Entretenimento

Cidade: Niterói
Data: 27/09/2019
Horário: 21h
Local: Teatro Abel
Endereço:  Rua Mario Alves, 2 – Icaraí, – Niterói – RJ
Classificação: Livre (menores de 18 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legal)
Ingressos: www.tudus.com.br
Plateia – R$200 inteira e R$100 meia (+ taxas)
Produção: 3LM Entretenimento

EMPODERE AS MULHERES! – espetáculo idealizado no ativismo feminista em data única – Teatro Cacilda Becker (RJ)
Cia de Dança Bittencourt (MG) apresenta 
Espetáculo de dança “Empodere as Mulheres!”
– ativismo feminista na arte – 
– em data única –
quinta 12 de setembro, às 20h 
no Teatro Cacilda Becker (RJ)
Pela primeira vez em cena na cidade do Rio de Janeiro, a Cia de Dança Bittencourt (Uberlândia, MG), sob direção de Cláudia Bittencourt, estreia com a apresentação do espetáculo Empodere as Mulheres!, de Karyne Bittencourt, viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e com Patrocínio do Instituto Algar. O palco do tradicional Teatro Cacilda Becker (no Catete) é o escolhido pela companhia mineira e a apresentação ocorre em data única: quinta-feira 12 de setembro, às 20h, dentro da Programação CODANÇA – FUNARTE.

Realizado pela bailarina, diretora e coreógrafa Karyne Bittencourt, o projeto é idealizado no ativismo feminista e na sua grande importância social. Com diversos temas ou situações da realidade feminina expostos na coreografia, possivelmente provoca a identificação da espectadora e gera desconforto no espectador. Assim, manifesta e ressalta o feminismo como uma ferramenta de evolução em diversas proporções e perspectivas, possibilitando, com ele, a sociedade desenvolver consciência para a transformação e evolução sociocultural. Acreditando na projeção da arte como um meio importante e necessário de comunicação e reflexão, Empodere as Mulheres! é, então, um espetáculo pensado e desenhado com força e sensibilidade nos passos da dança e na trilha sonora naturalmente marcada por 
canções impactantes, como “Mulher do Fim do Mundo”, da cantora Elza Soares, uma importante representante do empoderamento feminino.

Um corpo de 17 bailarinos em cena
, entre mulheres e homens, dá vida às linguagens de dança contemporânea e jazz. Como um projeto de circulação, Empodere as Mulheres! percorre seis cidades nos estados de Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro e São Paulo, já tendo sido montado em Uberlândia (MG), no Teatro Municipal em março/2019, Uberaba (MG), no Teatro SESIMINAS em março/2019, e Goiânia (GO), no Teatro de Goiânia em junho /2019. Em setembro, é apresentado no Teatro Cacilda Becker do Rio de Janeiro (RJ) e no Teatro SESIMINAS de Belo Horizonte (MG). Em outubro, encerra a temporada no Teatro Municipal de Ribeirão Preto (SP).

Karyne Bittencourt conta que desde a estreia já recebeu muitos feedbacks positivos: “Nosso propósito é tocar o coração das pessoas com um assunto sério e sem precisar chocar. Isso de fato tem acontecido. Eu acredito que a maior potência do ‘Empodere as Mulheres!‘ está justamente na sua sensibilidade e clareza ao tratar de um assunto tão importante que afeta diretamente a vida das pessoas: a violência contra a mulher (que cresce a cada dia). Optamos por uma arte que aproxima, ao invés de afastar. Até quem tem resistência sobre o assunto passa a reconhecer que precisamos melhorar em dignidade, credibilidade e respeito à mulher”.

Empodere as Mulheres! ainda atua em prol da beneficência ao SOS Mulher e Família Uberlândia, doando parte de sua bilheteria para a ONG.

Mais sobre o projeto
A necessidade do ativismo feminista é real. O feminismo é uma ferramenta de evolução social em suas diversas proporções e perspectivas e, com ele, podemos juntos desenvolver consciência para buscar a transformação/evolução sociocultural. União feminina, respeito aos limites e pensamentos divergentes são imprescindíveis nessa luta.

Dentre inúmeros e importantes assuntos, foram escolhidos apenas alguns para serem retratados em dança, os quais apresentam situações em que diversas mulheres se encontram. Foram abordados dramas e dificuldades da realidade feminina, mas também seus ideais de superação, de valorização e de liberdade.

A Cia acredita que usar a arte como meio de invasão feminina EMPODERA AS MULHERES!, sendo, sim, possível trazer uma nova e positiva perspectiva de luta e de vida.

Sobre a companhia
Cia de Dança Bittencourt nasceu em 1998, na cidade de Uberaba (MG), tendo sempre seu olhar voltado para o trabalho de completude do artista. Trouxe até aqui em seu currículo, sob direção de Cláudia Bittencourt, diversos projetos profissionais de espetáculos completos em dança contemporânea, jazz dance e remontagem de musicais de repertório internacional e também autorais apresentados em diversas regiões e eventos artísticos no cenário nacional.

A partir do ano de 2017, com Empodere as Mulheres! como seu primeiro espetáculo, a direção artística e a coreografia da Cia passam a ser de Karyne Bittencourt, que desde então caminha junto ao corpo de bailarinos em processo de profissionalização e consistência, dando início a uma nova assinatura à Cia.

SERVIÇO:
Espetáculo de dança Empodere as Mulheres!
Data
: quinta-feira 12 de setembro de 2019
Horário: 20h
Local: Teatro Cacilda Becker (Rua do Catete, 338 – Catete, Rio de Janeiro, RJ | Tel.: (21) 2265-9933 | Horário de funcionamento da bilheteria: de quarta a domingo, das 14h às 20h)
Duração: 50 minutos
Ingressos (pagamento apenas em dinheiro): R$30,00 (inteira) | R$15,00 (meia para menores de 21 anos, idosos, estudantes e portadores de deficiência – todos devidamente identificados)
Venda na bilheteria local (pagamento apenas em dinheiro) apenas no dia 12 de setembro e online no site https://megabilheteria.com/evento?id=20190826183159 | www.megabilheteria.com.br

Telefone para mais informações: (34) 99167-4265 (34)99242-6230
Classificação: 14 anos

Ficha Técnica:
Coordenação Geral: Cláudia Bittencourt
Direção e coreografia: Karyne Bittencourt
Elenco:
Adrian Yury Silveira de Oliveira
Amanda de Oliveira Cunha
Ana Cláudia da Motta Coelho de Resende Morato
Ana Laura Santos Vitória
Camila Floro e Silva
Carolina Santos e Silva Porto
Cedrick Willian da Silva
Deborah Caprioli
Gabryel Alves
Herick Fernandes Soares
Júlia Silva Vieira
Karyne Bittencourt Carvalho
Lorena de Assis Piovezan
Lucas Sousa Rodrigues
Mariana Dias Pereira de Lima
Thaís Santos Cardoso
Vivian Alves Menezes

Coordenação de Produção: Cida Perfeito e Thiago Di Guerra
Iluminação e produção técnica: Diego Pereira Nobre | Técnico de Som: Ricardo Miguel Durão | Contra Regragem: Róger Carvalho Silva, Thiago Ribeiro | Fotografia: Brunno Coli

Últimas semanas do espetáculo Ouro Branco no Teatro Candido Mendes

Teatro Candido Mendes apresenta até 12 de setembro, às quartas e quintas-feiras, às 20h,  o espetáculo Ouro Branco, de André Ladeia. O espetáculo envolve a encenação de um texto surrealista, lastreado no teatro do absurdo.

A peça lida, entre outros temas, com ineficiência administrativa, morosidade do Judiciário, assédio moral e opressão num ambiente de trabalho. A rotina de quatro servidores é alterada pelo desatino do Procurador-Geral que, ao majorar suas jornadas, começa a persegui-los, promovendo uma verdadeira revolução no ambiente de trabalho. Quanto mais os servidores se insurgem, piores vão se tornando suas condições de trabalho. Tudo isso regado a devaneios envolvendo teorias de conspiração em vários períodos da História, calendário Maia, Astronomia e outras excentricidades. Uma tragicomédia que questiona os valores da Justiça e sua relevância nos dias atuais.  O elenco é formado por Charles Paraventi, Eduardo Gentil, Hilton Castro, Ícaro Galvão e Juliana Azevedo. A direção é de André Gonçalves e a produção é de Carolina Kezen.

“A peça, apesar de ser ambientada numa cidade fictícia e dialogar com o surrealismo, poderia muito bem retratar qualquer cidade brasileira. Nossas instituições públicas são tão grotescas e absurdas, que se torna muito tênue a linha que as separa a realidade da ficção”, afirma o autor, André Ladeia,  que também é poeta e foi procurador municipal por mais de oito anos.

“A peça traz uma ótima oportunidade de fazer um texto inédito, de um autor novíssimo, estreando no teatro e de fazer um pouco do Brasil que a gente vive, do passado e o atual, algo tão surreal, mas ao mesmo tempo, tão real. Que a nossa trajetória seja brilhante, que a gente possa fazer uma possibilidade do que incomoda tanto ao povo brasileiro: o serviço público e os nossos governantes”, ressalta André Gonçalves, diretor do espetáculo.

Ficha Técnica:

Dramaturgia: André Ladeia
Direção: André Gonçalves
Assistente de direção: Freddy Assis Ribeiro

Diretora de Produção: Carolina Kezen

Cenografia: Marcos Flaksman
Iluminação: Aurélio de Simoni
Figurino: Bidi Bujnowski
Visagismo: Nathalia Cavalcanti

Trilha Sonora Original: Paula Raia e Fellipe Mesquita

Direção de movimento e preparação vocal: Bel Machado

Designer: Aron Costa

Fotografia: Renan Yudi

Atores: Charles Paraventi (Henriquez), Eduardo Gentil (SubProcurador Geral), Hilton Castro (Rodrigues), Ícaro Galvão (Jovem) e Juliana Azevedo (Nara).

Serviço:  Ouro Branco 

Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63. Ipanema
Data: 12 de setembro
Quartas e quintas, às 20h
Valor: R$50, a inteira
Duração do espetáculo: 60 min
Capacidade: 103 lugares (1 para cadeirante)
Classificação: 14 anos.

FESTU – Festival de Teatro Universitário em setembro

FESTU – Festival de Teatro Universitário nos teatros FIRJAN SESI, Natalia Timberg e Cesgranrio – de 10 a 26 de setembro

Na abertura (10/9) está o espetáculo “Meus cabelos de baobá” (UNIRIO), com direção de Vilma Mello. Criado, escrito e interpretado por Fernanda Dias, a peça começou a ganhar forma em 2015, quando a atriz retornou de uma temporada estudos na L’Ecole Des Sables, no Senegal. A montagem, baseada em textos de autoras negras e na riqueza da cultura afro-brasileira, valoriza a identidade negra feminina e sua capacidade de se reinventar. A produção foi a grande vencedora do festival de 2018, tendo conquistado os prêmios de Melhor Esquete, Melhor Texto Original e Melhor Atriz. Premiada com um patrocínio de R$ 30 mil e com a participação no Festival de Curitiba 2019, a peça agora é apresentada em sua versão longa.

A Mostra de Espetáculos também traz “Exoneração”, do coletivo Teatro Dy Afronte (UNIRIO, UERJ, UFRJ, PUC e Martins Penna). O grupo foi vencedor do FESTU 2018 pelo Júri Popular com o esquete “O conjunto das palavras com antecedência ou o ato de fazer entrar” e foi premiado com R$ 15 mil. As outras três produções escolhidas são do Rio de Janeiro e de Minas: “Cabaré Sade” (UNIRIO), “Eclipse solar” (CEFART/MG) e “Nossas bocas não foram feitas só pra sorrir” (Martins Penna).

Depois do Teatro FIRJAN SESI, o Festival de Teatro Universitário segue para os teatros Natalia Timberg, na Barra, com a Mostra Nacional Competitiva, entre os dias 19 e 22 de setembro; e Cesgranrio, no Rio Comprido, no dia 26 de setembro, com a Mostra do Voto Popular, ambos com entrada franca. Os 27 esquetes selecionados (foram 281 inscritos) competem em dez categorias e o grande vencedor (Melhor Esquete) recebe um patrocínio de R$ 30 mil para montar um espetáculo e já tem sua participação garantida no Festival de Curitiba em 2020. O melhor esquete eleito pelo júri popular ganha R$ 15 mil.

“Esta edição apresenta trabalhos muito maduros e potentes. O FESTU tem esse lugar de representatividade, em que a cena reflete o que estamos vivendo no país e no mundo. Na Mostra de Espetáculos, o tema ‘mulher’ abre e fecha a programação. Há também peças de coletivos, com trabalhos performáticos e com música. E na Mostra Competitiva, das 27 cenas selecionadas, nove são monólogos”, adianta Felipe Cabral, idealizador e diretor artístico do evento.

O release segue anexado. Há mais fotos neste link.

Em cópia está a Paula Catunda, minha parceira nesta divulgação. Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Beijos e obrigada,

Catharina Rocha :: Máquina de Escrever Comunicação

+55 (21) 9-9205 8856 | catharocha@gmail.com

 

SERVIÇO 

 

De 10 a 14 de setembro

FESTU – Mostra de Espetáculos

Local: Teatro FIRJAN SESI Centro | Rua Graça Aranha, 1 – Centro.  Informações: (21) 2563-4163.

Horário: de terça a sábado, às 19h. Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Programação:

10/09 – “Meus Cabelos de Baobá” (UNIRIO)

11/09 – “Exoneração” (UNIRIO, UFRJ, PUC, UERJ e Martins Penna)

12/09 – “Cabaré Sade” (UNIRIO)

13/09 – “Eclipse Solar” (CEFART/MG)

14/09 – “Nossas Bocas Não Foram Feitas Só Para Sorrir” (Martins Penna)

De 19 a 22 de setembro

FESTU – Mostra Nacional Competitiva

Local: Teatro Nathalia Timberg |Freeway Center – Av. das Américas, 2.000 – Barra. Informações: (21) 2442-5188.

Horário: de quinta a sábado, às 20h30. Domingo, às 19h. Entrada franca.

 

Dia 26/9

FESTU – Mostra do Voto Popular

Local: Teatro Cesgranrio (Rua Santa Alexandrina, 1011 – Rio Comprido). Informações: (21) 2103-9682.

Horário: 19h. Entrada franca.

Programação: Apresentação dos esquetes finalistas | Premiação do melhor esquete eleito pelo júri popular.

Mostra no Sesc Engenho de Dentro exibe filmes com temáticas históricas

Mostra no Sesc Engenho de Dentro exibe filmes com temáticas históricas

Produções abordam o ativismo afro-americano, a emigração cubana, a Guerra do Paraguai e a Inconfidência Mineira

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RIO DE JANEIRO – O Sesc Engenho de Dentro exibe neste mês de setembro a mostra “Histórias de Três Américas”, uma seleção de filmes que revisitam a história para apresentar outras visões sobre fatos tidos como inquestionáveis pelos historiadores mais tradicionais. As sessões gratuitas acontecem às quintas-feiras, às 19h, começando dia 5/9 com “Eu não sou seu negro”, do haitiano Raoul Peck.

O filme de 1995, indicado ao Oscar de Melhor Documentário, é uma espécie de versão cinematográfica e continuação do livro inacabado “Remember This House”. Com a obra, o escritor James Baldwin (1924-1987) pretendia abordar a vida e a morte de alguns dos seus amigos ativistas pelos direitos civis dos negros norte-americanos, como Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King Junior.

No dia 12/9, é a vez de “Últimos dias em Havana”. O drama de Fernando Perez retrata a vida de um homem de meia idade que vive na capital cubana e que passa os dias sonhando em conseguir o visto para morar nos Estados Unidos. Ele trabalha como lavador de pratos e vive com outro homem, portador de HIV, com o qual tem uma ligação muito forte – relação essa que é abalada após receber uma carta da embaixada norte-americana.

A mostra prossegue com “Guerra do Paraguay”, no dia 19/9. Trata-se de uma metáfora poética que mostra um encontro de um soldado vindo da Guerra do Paraguai (1864-1870) com uma trupe de teatro dos dias de hoje. Aclamado pela crítica brasileira e estrangeira, o filme de Luiz Rosemberg Filho – um dos ícones do cinema de invenção brasileiro, falecido em maio deste ano – representa o encontro do passado com o presente, da barbárie com a arte, para mostrar o absurdo das mortes nos campos de batalha.

Coprodução luso-brasileira, “Joaquim”, de Marcelo Gomes, encerra a mostra no dia 26/9. O filme joga luz sobre os acontecimentos que levaram Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), um dentista comum de Minas Gerais, a se tornar um importante herói nacional ao liderar o levante popular conhecido como Inconfidência Mineira.

CINESESC – A mostra “Histórias de Três Américas” integra o projeto CineSesc, iniciativa do Sesc RJ que promove a circulação, difusão e o acesso a produções cinematográficas nacionais e internacionais. As obras são apresentadas nas salas de audiovisual das unidades do Sesc RJ, incentivando a fruição e o bate-papo em torno do cinema brasileiro e internacional, comercial ou independente, em um eixo educativo, artístico e cultural. Nessa perspectiva, o projeto propõe um recorte temático, com filmes que abordam assuntos sociais relevantes.

SERVIÇO

Mostra “Histórias de Três Américas”

De 5 a 26/9 – quintas-feiras – 19h

Sesc Engenho de Dentro: Av. Amaro Cavalcanti, 1661

Grátis

Consulte a classificação indicativa

SINOPSES

EU NÃO SOU SEU NEGRO

5/9 – 19h | 12 anos | GRÁTIS

O escritor James Baldwin escreveu uma carta para o seu agente sobre o seu mais recente projeto: terminar o livro Remember This House, que relata a vida e morte de alguns dos amigos do escritor, como Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King Junior. Com sua morte, em 1987, o manuscrito inacabado foi confiado ao diretor Raoul Peck. Direção de Raoul Peck. Documentário. 94 min. EUA/Suíça/França/Bélgica. 2017.

ÚLTIMOS DIAS EM HAVANA

12/9 – 19h | 14 anos | GRÁTIS

Havana, Cuba. Miguel (Patricio Wood) tem 45 anos e passa seus dias sonhando em finalmente conseguir o visto necessário para morar nos Estados Unidos. Ele trabalha como lavador de pratos e vive com outro homem, Diego (Jorge Martínez), portador de HIV e com quem tem uma ligação muito forte. Diego vê em Miguel uma base para permanecer de pé, mas a relação dos dois é abalada quando Miguel recebe uma carta da embaixada norte-americana. Direção de Fernando Perez. Drama. 93 min. Cuba. 2017.

GUERRA DO PARAGUAY

19/9 – 19h | 16 anos | GRÁTIS

Nessa metáfora poética sobre uma guerra sangrenta, um fato inesperado se torna real: um encontro do passado com o presente, da barbárie com a arte. Um soldado vindo da Guerra do Paraguay se encontra uma trupe de teatro dos dias de hoje. Direção de Luiz Rosemberg Filho. Drama histórico. 80 min. Brasil. 2017.

JOAQUIM

26/9 – 19h | 16 anos | GRÁTIS

A história dos acontecimentos e fatos que levaram Joaquim José da Silva Xavier, um dentista comum de Minas Gerais, a se tornar mais conhecido pela alcunha de Tiradentes, transformando-se em um importante herói nacional e mártir que veio a liderar o levante popular conhecido como “Inconfidência Mineira”. Direção de Marcelo Gomes. Drama histórico/Biografia. 97 min. Brasil/Portugal. 2017.

A comédia dramática ‘Vale Night’ estreia nova temporada no Teatro Café Pequeno, no Leblon

Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo acompanha o encontro de três mães de bebês em um bar, onde elas revelam suas experiências, alegrias e solidões. Peça retoma a parceria da dupla de diretoras, que montaram juntas os premiados ‘Silêncio!’ e ‘Os sapos’

 

Vale Night – Aline Carrocino (e), Vilma Melo e Diana Herzog. Foto2 Tatynne Lauria

O que acontece quando três mães de bebês, que se conhecem apenas por um grupo de whatsapp, com vidas, histórias e expectativas distintas, se encontram no mundo real? A partir daí, tem início a comédia dramática Vale Night, que estreia nova temporada, dia 7 de setembro, no Teatro Café Pequeno, no Leblon. Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo parte da maternidade para refletir sobre temas mais abrangentes como a sororidade e opressão feminina e leva à cena, de maneira leve, a pressão que a mulher sofre ao se tornar mãe e a solidão sentida, mas muitas vezes calada e ofuscada nas redes sociais.

Em cena, estão Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo que dão vida, respectivamente, às personagens Carla, Paula e Virgínia. Carla é mãe de um filho, casada, aparentemente feliz, tenta fazer tudo muito certinho, seguindo à risca todas as “regras”, mas na verdade nunca escolheu estar ali. Paula é mãe solo de um filho, fotógrafa e vive no malabarismo para atender às demandas da carreira de autônoma com às de criar um filho sozinha. Virgínia é mãe de quatro filhos, entre eles um casal de gêmeos bebês, casada há 15 anos, mulher prática e objetiva, questiona as regras, manuais, a própria relação e não está disposta a receber críticas veladas. As três são conectadas a princípio apenas pelo grupo de mensagens, mas com o decorrer deste encontro elas perceberão que são submetidas às mesmas pressões, cobranças, culpas.

Vale Night – Aline Carrocino (e), Vilma Melo (em primeiro plano, na frente) e Diana Herzog. Foto Tatynne Lauria

“Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje. Somos bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de Whatsapp, que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher assim que ela se torna mãe”, explica Renata. “Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os mais ocultos desejos”, acrescenta a autora.

‘Vale Night’ é um projeto pessoal de Renata Mizrahi, que sentiu vontade de voltar a escrever sobre assuntos que fazem parte da sua rotina e círculos de amizade, como ocorreu nas peças ‘Os sapos’, “Silêncio!” e ‘Galápagos’. O espetáculo retoma a parceria entre a dramaturga e Priscila Vidca, que codirigiram os premiados espetáculos ‘Silêncio’, sobre as vidas das “polacas”, as jovens judias que se tornaram prostitutas na América, e ‘Os Sapos’, sobre relações abusivas e dependência emocionais. A peça também marca uma nova parceria da autora com a atriz Vilma Melo. Vilma ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por ‘Chica da Silva, o Musical’ e foi protagonista do infantil “Marrom – Nem preto, nem branco?”, ambos escritos por Renata.

 Sinopse:

Participantes do mesmo grupo de Whatsapp, três mães com filhos bebês marcam encontro em um bar, onde vão trocar experiências, alegrias e reflexões.

Ficha técnica:

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Priscila Vidca e Renata Mizrahi

Elenco: Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo

Stand in: Daniela Fontan

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Paula Stroer

Música original: Leonardo Mendes e Renata Mizrahi

Direção musical: Leonardo Mendes

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Tatynne Lauria

Direção de campanha e vídeo: Nathalia Condé

Arte: Cacau Gondomar

Produção executiva: Joana Brea

Produção: Sandro Rabello

 

Serviço

Espetáculo “Vale Night”

Temporada: 07 a 22 de setembro.

Teatro Municipal Café Pequeno: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon

Dias e horários:  sábados e domingos, às 20h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Duração: 1h

Lotação: 103 pessoas

Classificação Etária: 12 anos.

Funcionamento da bilheteria: de quarta a domingo, das 16h às 22h.

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL APRESENTA “PIQUENIQUE”
 
Um teatro de temperos, com Carolina Pismel e Paulo Verlings.
A peça surge da vontade do casal de atores em apresentar ao filho de 3 anos seus trabalhos como atriz e ator.
A dramaturgia é baseada nas histórias populares e nos contos antigos como Barba Azul, Nariz de prata e tantos outros onde heroínas lutam contra aqueles que querem ditar o destino delas.
Estreia dia 1º de setembro, no Teatro III do CCBB Rio, com sessões duplas aos sábados e domingos, às 15h e 17h.
Piquenique integra as comemorações de aniversário de 30 anos do CCBB.
O espetáculo infantil Piquenique conta de forma poética e divertida a história de Greta, uma jovem bondosa, forte e inteligente que luta contra a opressão de um tirano dono de uma fábrica de canhões que amedronta toda a cidade. Dona do seu nariz, ela sai pelo mundo com seus quitutes e comidas deliciosas, até que encontra em uma cidade um mundo de crueldades, com sua inteligência e astúcia resolve não só seu problema como ajuda todos que estão a sua volta a escaparem das maldades do tirano. As apresentações de Piquenique acontecerão de 1 a 29 de setembro, sábados e domingos, em duas sessões, às 15h e 17h, no Teatro III do CCBB Rio, como parte das comemorações de aniversário de 30 anos do CCBB.
Uma mesa de piquenique, montada em um jardim, serve de cenário para criação dessa história. O público vai construindo em seu imaginário, junto com os atores, as imagens dessa aventura que ganha forma entre frutas, cores, comidas, objetos do cotidiano e projeção de sombras. Aos poucos no avançar da narrativa, vão se construindo outros significados num jogo teatral expressivo, onde as coisas podem tomar a forma que a imaginação quiser.
Durante o espetáculo as crianças serão apresentadas a temperos diversos – alecrim, tomilho, manjericão, orégano, pimenta-de-cheiro, pimenta rosa, pimenta dedo-de-moça, páprica – e as suas combinações que fazem da cozinha um lugar mágico. Vão descobrir que os alimentos precisam de água limpa, terra boa, sol, que abelhas, vespas, borboletas, pássaros, morcegos, contribuem para a transferência do pólen, e que fertilizantes são veneno! E no final da peça descobrirão que as pessoas também precisam ser temperadas; com alegria, amor, paciência, etc.
A dramaturgia de Piquenique é baseada nas histórias populares e nos contos antigos como Barba Azul, Nariz de prata e tantos outros onde heroínas lutam contra aqueles que querem ditar o destino delas.
Dirigido pelo diretor e doutor em teatro Flavio Souza, que tem uma vasta experiência em encenar literatura para o teatro, o espetáculo tem um caráter extremamente visual, buscando a criação de um universo lúdico que transporte o imaginário do público infantil, além de investir em temas relevantes aos pequenos, partindo de um mergulho no universo lúdico de um piquenique. Um músico estará em cena com os atores.
O casal de atores Carolina Pismel e Paulo Verlings, que há 13 anos desenvolvem um trabalho contínuo na Cia Teatro Independente, se debruça pela primeira vez no universo infantil. Piquenique surge da vontade do casal em apresentar ao filho Tomé, de 3 anos, seus trabalhos como atriz e ator no teatro.
– Em Piquenique buscamos pensar esse lugar do feminino protagonista e agente da sua própria história. Para além do lugar da mulher, olhamos para as possibilidades do ser humano hoje se posicionar diante da tirania e do amedrontamento que busca controlar os corpos e as cabeças, tirando-lhes a liberdade. – comenta Carolina Pismel – Assim, para nós o lugar do imaginário é de extrema importância, garantir que os discursos sejam veiculados em um mundo de imagens criativas e que contribuam de forma potente para o crescimento de pessoas mais disponíveis para a paz do que para a guerra. Acreditamos que somente adquirindo cultura de qualidade, nossos jovens e crianças, poderão desenvolver uma sensibilidade capaz de ajudá-los a despertar uma consciência mais humanitária, assim como seu interesse para uma visão mais analítica de mundo.
 
Ficha técnica
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Direção: Flavio Souza
Dramaturgia: Marcéli Torquato e Flavio Souza
Músico: Raoní Costa
Direção Musical e Composições Originais: Guilherme Miranda
Cenário: Mina Quental e Flavio Souza
Iluminação: Luiz Paulo Nenem
Figurinos: Flavio Souza
Preparação Vocal: Germana Guilhermme
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos e Vídeo: Elisa Mendes
Programação Visual: Raquel Alvarenga
Assistente de Figurino e Produção: Reinaldo Patrício
Assistente de Cenografia: Mariana Castro
Produção Executiva: Karolina Albertassi
Direção de Produção: Paulo Verlings
Realização: Outrar Produções Artísticas Eireli
 
Serviço
Centro Cultural Banco do Brasil – Teatro III
Rua Primeiro de Março, 66, Centro, Rio de Janeiro
Informações/tel.: 21 3808-2020
Estreia dia 1 de setembro de 2019, domingo.
Temporada: de 1 a 29 de setembro, sábados e domingos em sessões duplas, às 15h e 17h.
Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$15 (meia)
Vendas: na bilheteria de quarta a segunda, das 9h às 21h, ou pelo site https://www.eventim.com.br
Classificação: Livre
Duração: 50 minutos
Infantil
O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano no Teatro Poeirinha

O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano,

tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, até 25 de setembro

 

Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

 

Potente espetáculo que investiga a origem da violência conta a mulher, “Mansa”, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, até 25 de setembro, com sessões sempre às terças e quartas-feiras, às 21h. O espetáculo reúne as atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa.  Mais do que apresentar um crime, a peça chama a atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino.  “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional, em 2018, e fez temporadas no Rio e em São Paulo.

As atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

“Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

Sobre André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças À DISTÂNCIA (Prêmio Myriam Muniz 2012), SEM HORAS em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance LA COMUNICACIÓN HUMANA (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago 2016) e a ação REUNIÃO DE CONDOMÍNIO (museu do louvre pau-brazyl 2016) com o grupo Cinza. Também escreveu as peças ENSAIOS PARA O FIM DO MUNDO (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri 2017), PERDENDO TEMPO (Prêmio Elisabete Anderle 2015), POSES PARA NÃO ESQUECER (Festival de Girona 2016), O DEMÔNIO DO MEIO DIA, SUÉTER LARANJA EM DIA DE LUTO e NÃO SEMPRE, as duas últimas publicadas pela Editora UFSC. Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A ursa de araque, grupo de Florianópolis/SC fundado em 2007. Recebeu os prêmios de dramaturgia Seleção Brasil em Cena CCBB 2013 e Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Sobre Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da MOSTRA HÍFEN DE PESQUISA-CENA, Mostra de Artes da Cena. Por seu trabalho, foi indicado ao Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e, em 2016, pela de OS SONHADORES), ao Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e pela direção de A SANTA JOANA DOS MATADOUROS, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de OS SONHADORES), ao APTR (em 2013, pela dramaturgia de MARAVILHOSO) e ao Questão de Crítica (em 2012, pela direção de SINFONIA SONHO e pela curadoria e direção artística da primeira edição da MOSTRA HÍFEN).

Sinopse

Duas irmãs, após anos sofrendo abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos de casa. É neste mesmo terreno onde a peça acontece, a partir de inúmeros fragmentos que se estendem no tempo e buscam revelar a genealogia da violência contra a mulher. Em cena, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam vários personagens masculinos que tiveram relação, cada um a seu modo, com o crime perpetrado pelas duas irmãs.

Equipe de Criação

 

Dramaturgia: André Felipe

Direção: Diogo Liberano

Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi

Direção de Movimento: Natássia Vello

Cenografia e Figurino: André Vechi

Iluminação: Livs Ataíde

Direção Musical: Rodrigo Marçal

Assistência de Direção: Marcéli Torquato

Registro Fotográfico: Thaís Barros

Mídias Sociais: Teo Pasquini

Design Gráfico: Diogo Liberano

Operação de Luz: Walace Furtado

Operação de Som: Paulo Vitor Rocha

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção Executiva: Paulo Vitor Rocha

Direção de Produção: Amanda Mirásci e Diogo Liberano

Idealização: Amanda Mirásci, Diogo Liberano e Nina Frosi

Realização: Arrakasta Produções Artísticas

Serviço

Espetáculo “Mansa”, de André Felipe, com direção de Diogo Liberano

Temporada: 6 de agosto a 25 de setembro

Teatro Poerinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Telefone: (21) 2537-8053

Dias e horários:  terças e quartas, às 21h.

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia-entrada)

Duração: 1h

Lotação: 44 pessoas

Classificação Etária: 16 anos.

Giramundo apresenta “O Pirotécnico Zacarias” no CCBB Rio

Bonecos, atores e projeções encenam contos do mineiro Murilo Rubião, um dos pioneiros da literatura fantástica no Brasil  

Espetáculo traz inovações como ator em cena, máscaras, objetos e vídeo animações misturando linguagens do cinema e do teatro

Cinco contos, incluindo o homônimo do escritor mineiro Murilo Rubião (1916 – 1991), servem de inspiração para o espetáculo “O Pirotécnico Zacarias”, que o grupo Giramundo apresenta no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil entre 22 de agosto a 16 de setembro. Inédita no Rio, a montagem é resultado de uma nova vertente de trabalho da trupe mineira, que experimenta a combinação de diferentes linguagens, como cinema, animação, música, dança, máscaras, artes plásticas e teatro de objetos. No palco, bonecos contracenam com atores e vídeos adaptando os contos do autor considerado um dos mais significativos da literatura fantástica no Brasil numa espécie de “nova ópera”, caracterizada pelo hibridismo midiático.

Desde o início dos anos 2000, o Giramundo tem norteado sua produção para a experimentação com outras mídias, principalmente para as possibilidades de interação de bonecos e atores com vídeos e animações. Com “O Pirotécnico Zacarias”, o grupo foi além. “Trouxemos o cinema como um processo duplo, tanto de planejamento quanto de produção, seguindo metodologia usada frequentemente criação de filmes, como a roteirização, a organização de cenas, mas ao mesmo tempo incorporando as características cinematográficas para uma linguagem teatral”, explica o diretor Marcos Malafaia. “É um campo cênico híbrido, que corresponde a uma curiosidade sobre novos cenários de criação, abertos pela sobrecarga e multiplicidade de meios de expressão do mundo contemporâneo”, completa.

Apesar de trazer uma experimentação no campo da linguagem e na construção de cena, a peça mantém o rigor metodológico e a atenção estética adotados pela companhia desde a década de 70. A dramaturgia foi construída a partir da costura dos contos “O Pirotécnico Zacarias”, “O Ex-Mágico da Taberna Minhota”, “Teleco, o Coelhinho”, “O Bloqueio”, “Os Comensais”, todos interligados pela figura central de Zacarias, protagonista do espetáculo. Uma fábula sobre o homem contemporâneo, um herói Muriliano que, mesmo sendo mágico, é incapaz de mudar a realidade, ou mesmo de compreender sua posição nela.

“O trabalho de Murilo Rubião é surpreendentemente contemporâneo e importantíssimo para cultura brasileira, apesar de não ser tão conhecido do público. Sua obra nos permite trabalhar com uma espécie de surrealismo, uma realidade ao mesmo tempo absurda e fantástica”, conta Malafaia. “À medida que realizamos a adaptação e experimentações para construção do espetáculo, percebemos que havia muitas recorrências e elos entre os contos, que existia um personagem central muito estável, rodeado por instabilidade de todos os lados. Então procuramos reforçar essa estrutura oculta dos contos e percebemos que possuíam um potencial imagético e poético, um tanto quanto filosófico ou psicanalítico, que poderia ser abordado por um viés cinematográfico. Por isso, enxergamos não só a necessidade, mas também a importância em trazer vida à obra de Rubião”, finaliza.

O Pirotécnico Zacarias” estreou nacionalmente no CCBB Belo Horizonte em março deste ano e, entre abril e junho, foi encenado no CCBB São Paulo. Depois da temporada carioca, o espetáculo seguirá para unidade Brasília do Centro Cultural. Serão, ao todo, 107 apresentações da montagem, a maior turnê da história do grupo Giramundo desde a sua fundação, em 1970.

SOBRE MURILO RUBIÃO

Murilo Rubião é considerado um escritor muito misterioso. Apesar de sua importância para a literatura brasileira ser unânime atualmente, e de seus temas e recursos literários, serem conhecidos e descritos, ainda restam nebulosas as circunstâncias do surgimento de autor e de obras tão autônomas e originais. Por conta disso, foi considerado um mestre em fazer o absurdo penetrar na realidade cotidiana.

Admirador de Machado de Assis, apreciador de contos de fadas e fábulas, estudioso da literatura fantástica europeia, da mitologia grega e da Bíblia, o autor inicia sua produção no início dos anos 40 e publica seu primeiro conto em 1947, sendo acolhido de modo discreto pela crítica. Desarticulado dos movimentos literários brasileiros e da produção latino americana do “realismo fantástico” ou “realismo mágico”, Rubião antecede Borges, Cortázar e Gabriel Garcia Marquez, urdindo uma obra suspensa, desprendida de seu contexto e descolada de tradições estilísticas. Perfeccionista, preferiu reescrever seus textos à exaustão a publicar uma obra extensa. Assim, ao longo de toda a sua vida, selecionou apenas 33 contos para serem lançados em livros.

Quando questionado sobre a escolha de Rubião, o diretor Marcos Malafaia destaca: “Tudo começa da relação do Álvaro (Apocalypse, fundador do Giramundo) com o próprio Murilo no Suplemento Literário (criado pelo escritor em 1966). Álvaro ilustrou muito o Suplemento. Já a Madu Vivacqua (outra das fundadoras do grupo) foi uma espécie de secretária eventual dele”.  Ele ainda acrescenta que, durante o período em que editou a extinta revista Graffiti 76% quadrinhos, Rubião serviu de fonte. “A obra dele é muito imagética. Para nós, era o Cortázar brasileiro.”

SOBRE O GRUPO GIRAMUNDO

Giramundo foi criado em 1970, pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O grupo montou 34 espetáculos teatrais, construindo acervo próximo de 1.500 bonecos e objetos de cena. Suas montagens experimentaram o boneco em múltiplas formas, criando um variado panorama técnico e expressivo do teatro de bonecos. Nos anos 70 e 80, a formação acadêmica e artística de seus fundadores imprimiu no grupo o rigor metodológico e atenção estética no planejamento de seus bonecos e espetáculos. Estas características, unidas ao interesse pela cultura brasileira, trouxeram reconhecimento nacional ao Giramundo, garantindo seu lugar na história do Teatro Brasileiro por sua ação transformadora de incorporação de formas e temas adultos, dialogando com questões formais, plásticas e políticas complexas.

Durante os anos 2000, o Giramundo conquistou sua sede própria, base para seu Museu, Escola e Estúdio de Animação. Neste período o grupo concentrou sua atenção na produção de animações e conteúdo digital e na comunicação através da internet. Mais recentemente, iniciou a produção e comercialização de livros, vídeos e brinquedos incorporando o pensamento industrial ao seu modelo de sustentabilidade institucional.

Hoje, o Giramundo se transforma: a ideia de grupo de teatro, que orientou suas atividades durante 30 anos, cede espaço para um núcleo multimídia, experimentador de uma cena de animação variada, onde convivem bonecos reais e suas versões digitais. Essa mistura do teatro de bonecos, vídeo, animação, música, dança e artes plásticas parece ser o território do Giramundo do Século XXI.

“Giramundo é um perseguidor. Sempre em busca do inatingível: a receita do boneco nunca construído, a montagem improvável, a cena surpresa, a metodologia da máxima performance. Essa inquietude não tem fim, só começo. O grupo nasceu com ela e a sustenta viva, em brasa, no sopro do entusiasmo de seus membros, geração após geração, ativos na faina de tarefas irrealizáveis. Assim, o Giramundo nos deixa marcas, escreve e se inscreve em nós, como tatuagem, como palimpsesto, como gravura policrômica. E com este espetáculo reforçamos todas essas características que fazem parte do DNA do grupo”, encerra Marcos Malafaia.

 

CCBB 30 ANOS

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

6 – Centro) – Teatro II

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj

instagram.com/bancodobrasil

SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

 

FICHA TÉCNICA:

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Ministério da Cidadania e Centro Cultural Banco do Brasil

Direção geral e roteiro adaptado: Marcos Malafaia

Assistência de direção: André Martins

Coordenação de produção: Carluccia Carrazza

Direção de atores: Epaminondas Reis

Atores marionetistas: Antônio Rodrigues, Beto Militani, Camila Polatscheck e Fabíola Rosa

Trilha sonora: Gabriel Guedes, Max Lehmann e Andre Martins

Coordenação oficina Giramundo: Daniel Bowie

Coordenação ateliê Giramundo: Endira Drumond

coordenação financeira de projeto: Alcione Rezende, Sinergia

Composição coreográfica: Cristiano Reis e Luiza Alvarenga

Treinamento de manipulação: Beatriz Apocalypse

Preparação física marionetistas: Luis Malafaia

Fotografia: Elmo Alves e Lorena Zschaber

Cenografia: Marcos Malafaia e Daniel Bowie

Oficina cenográfica: Glauber Apicela, Daniel Bowie, Igor Ribeiro e Rafael Borges

Luminotécnica digital: Bruno Cerezoli e Tom Alonso

Design de iluminação: Marcos Malafaia e Rodrigo Cordeiro

Consultoria projeção mapeada: Allerson Soares e Guilherme Pedreiro

Construção de bonecos: Daniel Bowie, Endira Drumond, Fernanda Paredes, Gabriel Drumond, Iara Drumond e Israel Silva

Workshop máscaras: Juliana Pautilla

Modelagem máscaras: Aurora Majnoni

Confecção máscaras: Israel Silva

Pintura máscaras: Marcos Malafaia

Recortes em papel: KK Bicalho

Oratório: Flávia Henriques

Colagista: Samuel Eller

Assessoria de comunicação: A Dupla Informação

Assessoria de imprensa local: Catharina Rocha – Máquina de Escrever

Masterização: Lucas Mortimer

Cantoras: Laura Catarina, Mariana Cavanellas e Coral Sampaio

Vozes: André Martins, Antônio Alonso, Antônio Rodrigues, Epaminondas Reis, Isabella Michelline, Lis Malafaia, Marcos Malafaia, Mário Apocalypse e Ulisses Tavares

Animação e design gráfico: Caio Lourenço

Cenotécnica: Rodrigo Cordeiro, Alexandre Figueiredo e Alexandre Galvão

Supervisão de material cênico: Raimundo Bento

Estúdios de som: Lucas Mortimer e Thiago Braga

Estúdio fotográfico: Câmera Lúcida

Textos do programa: Marcos Malafaia

Núcleo audiovisual

Direção geral: Daniel Ferreira

Montagem timeline: Andre Martins, Zenner Henriques, Gabriel Navarro e Daniel Ferreira

Assistentes de roteiro: Ana Siqueira, Daniel Ferreira, Tom Alonso, Daniel Bowie e André Martins

Animação: Ulisses Tavares, Zenner Henriques e Tom Alonso

Tratamento de imagens: Tom Alonso

Equipe Café Pingado

Direção: Daniel Ferreira

Produção: Ana Siqueira

Assistentes de direção: José Ricardo Miranda Jr. e Ana Siqueira

Assistência de produção: Élida Ramirez e Bea França

Estudos em cinema: José Ricardo Miranda Jr.

Direção de fotografia: Rick Mello e Diogo Lisboa

Assistente fotografia / Logger: Marco Antônio Gonçalves Jr.

Direção de arte / Figurino (SET): Dan Lemos

Maquinária: Rodrigo Machado “Barcelona”

Maquinária / Contrarregra: Guilherme “Gnomo”

Motorista de set: Jacques Marçal

Equipamento de câmera: Bil’s Cinema e Vídeo

Equipamento de luz e estúdio: Flare

Núcleo moda

Figurino: Fernanda Fantagussi e Marcos Malafaia

Produção de moda: Carina Fonseca

Alfaiataria: Sérvulo Felipe

Adereços: Carlos Penna

Calçados: Nuu Shoes

Moletons: Molett

Bolsas e mochilas: Fantagussi

Estagiários Fumec:

Modelagem 3D: Rafael Borges

Comunicação web: Marina Kemp

Design gráfico: Felipe Mayer

Fotografia: Mariana Arnoni

Agradecimentos: Sílvia Rubião, Grupo Corpo, Breno Pessoa, João Vitor Rocha, Célio Ramos, Tamira Abreu, Astréia Soares e MIS BH

Parceiros: Café Pingado Filmes, Sinergia Gestão de Projetos Culturas, A Dupla Informação, Calu, Carlos Penna, Fantagussi, Molett, Casa Meva Decor, Gráfica Lutador, On Projeções, Quarteto Filmes e Universidade Fumec.