Sítio do Picapau Amarelo: Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato

homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV

Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato entre 1920 e 1947, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV e, agora, encantam crianças e adultos com espetáculo teatral infantil no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea. A peça em cartaz até o dia 04 de março de 2018, sempre aos sábados, domingos e feriados dos dias 15 e 20 de novembro, às 17h, tem duração de 60 minutos, é uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Globo, e também ao centenário de Monteiro Lobato, que faria 135 anos neste ano, se fosse vivo.

 

Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.

 

A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo.

 

Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. Na direção musical Victor Salzeda comanda os músicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é de Luciana Vieira, da Tambores Produção.

 

“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.

 

Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelo valorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.

 

“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.

SOBRE

 

. RICARDO SILVA – Adaptação e Direção Geral.

Ricardo Silva é produtor, ator, diretor, autor, cenógrafo e professor nascido em Niterói. Formado em 1990 no Curso de Formação de Atores da UFF. Atuou nos espetáculos infantis e adultos: O Indio Tupí (1983); O casamento do Gato de Botas (1984); Sonhos da Ribalta (1986); Uxa, ora fada ora bruxa (1988);  A Bela e a Fera (1996 ); Fila da Fama (1997); Café sem Concerto (1986 ); Egoloucura (1987);  Cabaré Valentin (1996); entre outros. Dirigiu e produziu os espetáculos infantis já com a chancela da Cia.Teatral Sassaricando: O Patinho Feio (2009); Te Amo Amazônia (2010); A Bela e a Fera (2011); Viva a Natureza (2012); A Dama e o Vagabundo (2013); Peter Pan (2014); João e o Pé de Feijão no Sertão (2015 – Premiado melhor cenário e figurino – indicação como melhor espetáculo na quinta Mostra de teatro ATACEN; A Pequena Sereia (2016 ), entre outros.

 

. VICTOR SALZEDA – Direção musical.

Graduando em música pela UNIRIO (licenciatura), possui as seguintes habilidades: canto, violão, piano, percussão, flauta doce.  É Ator, dramaturgo, diretor, diretor musical, preparador vocal e regente.  Diretor fundador da companhia FABRICARTE: companhia artística que se dedica a produção de espetáculos teatrais e musicais.  Integrou durante 6 anos o Grupo Papel Crepon, com direção de Eduard Roessler. Trabalhou com os diretores: Leonardo Simões, Lúcia Cerrone, Marcello Caridade, Rubens Lima Júnior, Ricardo Silva, entre outros. Alguns espetáculos: Peter Pan (2004, 2007, 2009); Pinóquio (2004); Romeu e Julieta (2004); Meu pequeno grande sonho (2015); Mário, mar e o amor (2014, 2015 e 2016).

 

FICHA TÉCNICA

 

.Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva

.Direção Musical: Victor Salzeda

.Elenco: Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa).

.Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)

.Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro

.Coreografias: Cristina Guimarães

.Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.

.Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira

.Elaboração do Projeto: Raquel Penner

.Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães

.Operação de Som: Alexandre Magalhães

.Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)

.Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando

.Fotos de cena: Brunno Dantas

.Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)

 

SERVIÇO

SÍTIO DO PICAPAU AMARELO

Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados (15 e 20/11), às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD

Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea

Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

Comédia “A peça ao lado”, inspirada na obra de Jean Tardieu, REESTREIA dia 31 de outubro

 

 Montagem inédita marca parceria entre a Cia Ao Lado e o diretor Delson Antunes faz curta temporada no Teatro Municipal Café Pequeno, terças e quartas, 20h.

 

Durante uma noite chuvosa, um grupo de atores mambembes ocupa um teatro público no intuito de se proteger. Encantado com o local, encontra textos do dramaturgo francês Jean Tardieu e inicia encenações divertidíssimas. Com humor ácido, crítico e um texto livremente inspirado no universo de Tardieu e em Dario Fo, a montagem inédita de “A Peça ao Lado” marca a primeira parceria entre a “Cia Ao Lado” e o diretor Delson Antunes, que também assina a adaptação do texto ao lado de Victor Lósso e dos atores da Cia Ao Lado.

A peça conta ainda com a pesquisa de Clown e Bufão orientada por Daniela Carmona e traz no elenco João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire, acompanhados pelos músicos Dani Ruhm e Pedro Botafogo. O espetáculo reestreia dia 31 de outubro e fica em cartaz às terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 22 de novembro no Teatro Municipal Café Pequeno.

“A Peça ao Lado é um espetáculo construído com diversas referências da comédia universal, como a Commedia dell’art, o melodrama e a farsa. O roteiro é o resultado de uma pesquisa de linguagens, com um grupo de jovens atores. É uma comédia aparentemente despretensiosa, mas, além de divertir, aos poucos se torna uma reflexão crítica sobre o teatro e sobre alguns valores da nossa sociedade. Uma homenagem aos artistas que dedicaram as suas vidas a essa arte milenar e seu poder de comunicar, emocionar e transformar o homem”, conta Delson, que desde o final de 2016 se reúne com os atores num processo colaborativo.

A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.

“Estou muito grata a toda a equipe envolvida no projeto, cada um foi se chegando a seu tempo e contribuindo da melhor forma possível. Tudo isso deu muito confiança para todos nós atores, que iniciamos este encontro em um curso de teatro e agora vamos levar o resultado para o público” – diz Valléria, realizadora e atriz da peça.

A peça reflete sobre a profissão do teatro fora do glamour dos palcos e do audiovisual. Do grupo mambembe, de rua, que se alimenta puramente do amor à arte. O desafio foi criar uma dramaturgia que amarrasse os esquetes do texto de Tardieu.

“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.

 

SINOPSE: Um grupo de teatro mambembe se apropria de Jean Tardieu, realizando uma reflexão jocosa sobre o fazer teatral.

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Inspirado em Jean Tardieu

Adaptação: Delson Antunes, Victor Lósso e Cia Ao Lado

Tradução de Uma Peça por Outra: Grupo Tapa

Direção: Delson Antunes

Elenco: João Telles, Luíza Surreaux, Marcos Guian, Milla Fernandez e Valléria Freire

Pesquisa de Clown e Bufão: Daniela Carmona

Músicos: Dani Ruhm e Pedro Botafogo

Iluminação: Luiz Paulo Nenen

Cenografia: José Dias

Figurino: Desirée Bastos

Direção Musical: João Telles

Assistentes de direção: Kiko do Valle e Rafael Telles

Figurinista assistente e costura: Bruna Falcão

Cenotécnico: Pará Produções e Eventos

Operador de luz: João Pedro Meirelles

Voz em off: Kiko do Valle

Programação visual: Letícia Moraes

Fotógrafa: Elisa Mendes

Assessoria de imprensa: Minas de Ideias

Produção: Valléria Freire

Direção de Produção: Renata Campos

Realização: Valléria Freire

 

SERVIÇO

A peça ao lado

Reestreia: Dia 31 de outubro

Horário: Terças e quartas-feiras – 20h

Local: Teatro Municipal Café Pequeno

Endereço: Av. Ataulfo de Paiva 269 – Leblon – Telefone: 21 2294-4480

Temporada: Até dia 22 de novembro

Classificação: 12 anos

Preço: R$ 40,00 inteira / R$ 20,00 meia

Duração: 60 min.

Gênero: Comédia

 

Estrelado por Déo Garcez e Nivia Helen ,Luiz Gama “Uma Voz Pela Liberdade “chega Centro Cultural da Justiça Federal -RJ
“LUIZ GAMA – Uma voz pela Liberdade”
Estrelado por Déo Garcez e Nivia Helen, o espetáculo “LUIZ GAMA – Uma voz pela liberdade”, escrito por Deo em forma de biografia dramatizada, conta a trajetória do jornalista, poeta e advogado abolicionista que libertou mais de 500 escravos do cativeiro ilegal. Dirigido por Ricardo Torres, o trabalho retrata a importância da história de Luiz Gama para o nosso país, trazendo à tona assuntos que se refletem na atualidade, como o racismo e a discriminação, a desigualdade social e as liberdades individuais.
Deo Garcez encarna o abolicionista e também Raul Pompéia, amigo e pupilo de Gama. Nivia Helen passeia por diferentes personagens, dentre eles Luísa Mahin, figura de importância capital nas revoltas pela libertação dos escravos e mãe do abolicionista Luiz Gama. “Os temas abordados instigam o público a discutir e participar de bate-papo com os atores após o espetáculo”, afirma o diretor Ricardo
Torres. O roteiro foi pensado como uma mescla entre dados biográficos de Luiz Gama e os trabalhos escritos por ele: poemas, discursos, memórias e textos jornalísticos. Vítima de exclusão histórica, uma vez que não era permitido a um negro e ex-escravo frequentar a Faculdade de Direito, Luiz Gama recebeu o diploma de Advogado apenas postumamente. Em 3 de novembro de 2015, 133 anos após a sua morte, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), concedeu a Gama o merecido título. O espetáculo convida o público a repensar a realidade histórica de nosso país e permite uma importante reflexão sobre nossos preconceitos contemporâneos cuja origem está na herança de um passado desigual e opressor.
O ator Deo Garcez formou-se em Bacharelado em Artes Cênicas e em Licenciatura em Artes Cênicas, ambas na Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes, tendo sido aluno da própria. Por causa de seu envolvimento com a figura histórica de Luiz Gama, inclusive com a montagem do trabalho sobre ele, Deo foi convidado para integrar a Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Estado do Rio de Janeiro. Morando no Rio desde 1992, Deo Garcez tem participado de diversos espetáculos ligados à causa da negritude. E das novelas de que participou, destacam-se o Mucamo Paulo em “Xica da Silva” (Manchete), o André de “A Escrava Isaura” (Record), Senhor Morales em “Carrossel” (SBT) e Ezequiel em “O Cravo e a Rosa” (Globo).  Dentre os prêmios de ator destacam-se o Troféu Raça Negra de Melhor Ator em 2007 pela AFROBRÁS –SP e o Prêmio Arleguim de Melhor Ator do Festival de Teatro do Rio de Janeiro em 2010. 
Serviço:
“LUIZ GAMA – Uma voz pela liberdade”
Com Deo Garcez e Nivia Helen
Texto: Deo Garcez
Direção: Ricardo Torres
Produção: Mário Seixas / MS Events
Duração: 55 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Centro Cultural da Justiça Federal
Telefone: (21) 3212-5025
Dias: 01, 02, 08, 09, 15 e 16 de novembro de 2017
Horário: 19h
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada)
Fotos estúdio: Jean Yoshii
Fotos espetáculo: Vívian Fernandez
“Paulo Autran – O Senhor dos Palcos” será exibido pela primeira vez em São Paulo na 41ª Mostra Internacional de Cinema

 o documentário, dirigido por Marco Abujamra, cria um recorte de como 

Autran percebia sua profissão

O documentário “Paulo Autran – O Senhor dos Palcos” (82’), de Marco Abujamra, fará a sua première em São Paulo na 41ª Mostra Internacional de Cinema, no dia 29/10, domingo, às 21h50 no Espaço Itaú de Cinema Augusta.

 

A obra, que traz um retrato de um dos maiores atores brasileiro de todos os tempos, concorre ao prêmio de melhor documentário brasileiro pelo público e ao prêmio Petrobrás de Cinema Brasileiro. O filme será reapresentado nos dias 30/10, segunda, às 14h no CineSala e 31/10, terça, às 18h no Espaço Itaú Frei Caneca.

Exibido pela primeira em 2017, ano que se completa 10 anos da morte do artista, no 45° Festival de Cinema de Gramado, “Paulo Autran – O Senhor dos Palcos” tem como foco principal a paixão do ator  pelo teatro e aborda temas como as companhias teatrais e a formação e dinâmica dessas “comunidades” muito particulares; a criação do TBC, Teatro Brasileiro de Comédia, e reflexões sobre a arte do ator.

 

Mariana Marinho, produtora executiva do filme, acredita que o filme “Paulo Autran- O Senhor dos Palcos” resgata a entrega visceral do ator ao processo criativo e a relação direta com o público. O público teatral como parte da criação do personagem. Para ela, “a paixão do Paulo pelo teatro é transmitida no filme de maneira sensível e ao mesmo tempo provoca uma reflexão mais ampla sobre como conduzimos nossos sonhos; se nos arriscamos ou se nos acuamos diante da dificuldade de entrega.”

Já segundo o diretor Abujamra, o documentário cria um recorte de como Autran percebia sua profissão, através da análise das montagens das peças “A Tempestade” e “Rei Lear”, de Shakespeare; e Solness – O Construtor, de Ibsen, por seus diretores (respectivamente Paulo de Moraes, Ulysses Cruz e Eduardo Tolentino).

 

Cenas históricas de filmes e peças estão presentes. Permeando o longa, trechos de entrevistas escritas e de uma autobiografia inédita, contendo reflexões de Paulo Autran sobre a arte do ator, sua carreira, vida, morte e desafios profissionais e pessoais. Os textos são reproduzidos pelos atores Bete Coelho, Patrícia Selonk, Gustavo Machado e Bruce Gomlevsky, criando uma dinâmica visual interessante e autoral.

 

O filme, que será exibido em 2018 no canal Curta!, apresenta ainda depoimentos de José Celso Martinez Corrêa, Karin Rodrigues, Mauro Farias – que detalham e reconstroem facetas do ator e do meio teatral brasileiro. Ao final, o depoimento histórico de Fernanda Montenegro, onde ela lê uma troca de cartas emocionante, a poucos dias da morte de Paulo Autran, e faz uma reflexão profunda sobre sua importância para o teatro brasileiro.

 

Ficha técnica:

 

Diretor: Marco Abujamra

Produtora Executiva: Mariana Marinho

Diretor de Fotografia: Luis Abramo

Montagem: Thiago Arruda e Marco Abujamra

Atores:

Bete Coelho

Bruce Gomlevsky

Patricia Selonk

Gustavo Machado

Exibidor: Canal Curta!

Tempo de duração: 82 minutos

 

SESSÕES NA 41ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO

29/10, DOMINGO, ÀS 21H50 NO ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA AUGUSTA.

30/10, SEGUNDA, ÀS 14H NO CINESALA

31/10, TERÇA, ÀS 18H NO ESPAÇO ITAÚ FREI CANECA.

 

 

Sobre o diretor Marco Abujamra

 

Sócio fundador da produtora Dona Rosa Filmes, roteirizou e dirigiu o documentário de longa-metragem “Paulo Autran – O Senhor dos Palcos” em 2016. Atualmente está trabalhando como roteirista e diretor do longa de ficção “Júpiter” com Rafael Vitti, Guta Stresser e Orã Figueiredo no elenco. Roteirizou e dirigiu também os documentários “Mário Lago” (2013), que estreou no Festival do Rio; “Jards Macalé – Um Morcego na Porta Principal” (2009), ganhador do Prêmio Especial do Júri do Festival do Rio; Prêmio In-Edit de Público e do Prêmio Desempenho – SEC RJ e “Dia Útil” (2008) sobre Trabalho Escravo Contemporâneo no Brasil que estreou em Maputo/Moçambique.

 

Sobre a Dona Rosa Filmes

A produtora Dona Rosa Filmes possui em seu portfólio diversos trabalhos, entre eles, longas de documentários, curtas de ficção e programas de tv. Atualmente está em produção do longa de ficção “Júpiter” com direção de Marco Abujamra, que conta com Rafael Vitti, Orã Figueiredo e Guta Stresser no elenco. Também está produzindo o documentário “Clementina”, sobre a cantora Clementina de Jesus com previsão de estreia em 2018.

 

Entre seus trabalhos já realizados, destacam-se os documentários de longa-metragem “Jards Macalé – Um Morcego na Porta Principal” (2008) que recebeu prêmios no Festival do Rio; In-edit e de Desempenho SEC RJ; “Mario Lago” (2014) que teve sua estreia no Festival do Rio e na Mostra Internacional de São Paulo; “Beleza Escondida” (2008), ambos com direção de Marco Abujamra. Produziu ainda o documentário “Mario Filho – O Criador das Multidões” (2010) com direção de Oscar Maron, que ganhou Prêmio de Melhor Montagem no Festival Internacional de Cinema de Arquivo e o longa de ficção “Mulheres Sexo Verdades Mentiras”, de Euclydes Marinho.

 

Para mais informações, segue o site da Dona Rosa Filmes: http://www.donarosafilmes.com.br/

Teatro João Caetano apresenta o espetáculo “Cama de gato”, de Max Mendes, a partir de 13 de outubro, com direção de Márcio Vieira

Peça reestreia sob nova direção abordando aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor capaz de quebrar barreira.

Após temporada com sucesso de público e crítica, o drama “Cama de gato”, escrito por Max Mendes,  REESTREIA sob a direção de Márcio Vieira  dia 13 de outubro no Teatro João Caetano, centro do Rio.

Montagem estrelada pelos atores Diego Homci, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Vinicius Olivo, Thiago Tenório, Tiago Homci e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz de sextas a sábados, às 19h30, e domingos às 18h, até dia 29 de outubro.

 

 

A peça conta a  história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor. “Cama de gato” fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

“Observo que cada vez mais estamos nos tratando como coisas, que são descartáveis, rotuladas, comercializadas e julgadas. Escrevi esse texto para nos enxergarmos como gente. Gente que se forma na diferença, que tem sentimentos diversos e deve ser respeitada. A intolerância, a homofobia, os assassinatos e a discriminação contra gays, lésbicas, travestis, transexuais e transgêneros se tornaram assustadores. Não devemos alimentar o ódio.” Max Mendes

SINOPSE SUGERIDA – Aproximação de uma travesti e três garotos de programa faz com que eles vejam o ser humano com outro olhar.

 

 

FICHA TÉCNICA

Texto – Max Mendes

Direção Geral – Márcio Vieira

Elenco: Diego Homci, DJ Cacá Werneck, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Thiago Tenório, Tiago Homci e Vinicius Olivo.

Elenco de apoio: Caffe Luis, Junior dos Santos, Slow Yo e Wemerson Goulart

Assistente de direção – Fernanda Bontempo

Coach de atores – Marcelo Dias

Iluminação – Djalma Amaral

Figurino – Gebran Smera

Visagismo – Del Cascardi

Maquiagem – Vinny Rodrigues

Cenário – Criação coletiva

Assessoria de imprensa – Minas de ideias

Designer Gráfico – Rafael Salmona

Fotografia – Sérgio Santoian

Produção executiva – Cleber Sillva

Produção – Max Mendes e Cleber Sillva

 

  • SERVIÇO
  • Temporada: Temporada: De 13 a 29 de outubro
  • Horários: Sextas e sábados, às 19h30, Domingos às 18h
  • Local: Teatro João Caetano
  • Capacidade: 605 lugares
  • Endereço: Praça Tiradentes, s/n – Centro – Tel: (21) 2332 9257 (bilheteria)
  • Preço: R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)
  • Duração: 80 minutos
  • Classificação: 18 anos
  • Gênero: Drama
Atriz Rogéria será homenageada pela Prefeitura do Rio no ” Outubro da Diversidade”

A Prefeitura do Rio vai promover a “Festa do Outubro da Diversidade”. A programação acontece nesta quarta-feira, dia 4, com direito a baile, dança e apresentação do espetáculo “Pulse”.  A iniciativa é da Secretaria Municipal de Cultura em parceria com a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual.

E para dar início à programação especial voltada para a promoção da diversidade sexual e de gênero, a Sala Baden Powell, em Copacabana, vai abrir as portas para o evento que terá início às 16h, com apresentação do dançarino Diego Cazul e da drag queen Nina Bronx. Às 17h, a Sala Baden Powell vai se agitar com o Baile Vogue, da House of Cazul, que promete fazer todo mundo dançar com uma batalha de Vogue Dance, estilo de dança surgido nos anos 80, com movimentos ágeis das mãos e dos braços.

 

Às 18h, a cantora Jane Di Castro sobe para homenagear a atriz e cantora Rogéria, falecida no último dia 4 de setembro. Em seguida, tem início a cerimônia de abertura do evento, tendo como apresentadora a transformista Silvetty Montilla. Nilcemar Nogueira, secretária municipal de cultura, e Nélio Georgini, coordenador especial de diversidade sexual, sobem ao palco para apresentar o calendário oficial das atrações para o mês da diversidade.

 

No encerramento, Nina Bronx convidará o público para acompanhar um show especial no foyer da Sala Baden Powell, com repertório de sucessos de divas da música pop, entre elas Beyoncé e Lady Gaga.

 

Espetáculo Pulse

Depois da programação especial de abertura, o palco da Sala Baden Powell receberá, às 20h, o espetáculo “Pulse”, que tem como pano de fundo o massacre de 50 jovens hispânicos na boate de mesmo nome, em Orlando, na Flórida, ocorrido em junho de 2016. A entrada do espetáculo custa R$ 40,00 (quarenta reais) e R$ 20,00 (vinte reais a meia).

 

Serviço

*Festa do Outubro da Diversidade (Prefeitura do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura / Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual)

Local: Sala Baden Powell – Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360 – Copacabana.

Apresentações de dança e música (gratuito).

Data: 4 de outubro de 2017

Hora: 16h

Programação gratuita: Apresentação de Diego Cazul e Nina Bronx, com batalha de Vogue Dance. Participação de Silvetty Montilla e Jane Di Castro.

 

*Espetáculo “Pulse”

Entrada 40,00 (inteira) e 20,00 (meia entrada) – 20h.

A ocupação Glauce de Portas Abertas apresenta os espetáculos “Blackbird” e “Para onde ir” de 5 de outubro a 12 de novembro

As peças Blackbird e Para onde ir resultam da constante pesquisa, do interesse em transformar a literatura clássica em fenômeno cênico, pela importância de suas questões perenes sobre a condição humana.

 De outubro a novembro, o teatro Glauce Rocha, no centro do Rio, inicia a ocupação “Glauce de Portas Abertas” com apresentação dos espetáculos adultos Blackbird e Para onde ir com curadoria da Rayes Produções Artísticas.

Formada pelos atores/produtores Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi, a Cia de Teatro, Te-Un TEATRO possui um trabalho sólido e reconhecido pela qualidade artística de suas produções e pelas escolhas de seus espetáculos que levam à cena uma reflexão sobre a condição humana.

Além dos 2 espetáculos teatrais adultos, a ocupação oferecerá uma programação gratuita de cursos, oficinas, workshops e encontros, de 5 de outubro à 12 de novembro, de quarta a domingo.

“A ideia da ocupação é aproximar o público do Teatro Glauce Rocha, com uma programação de excelência, porque quanto mais o teatro expande os seus limites na direção de atingir o público através da percepção do fenômeno teatral em todas as suas partes, mais sólida e eficaz será a fidelização do seu público. Sendo assim, temos a preocupação de não deixar o teatro nesse local do inatingível e inacessível, mas sim, que esteja ao alcance de todos”. Afirma Viviani Rayes

OS ESPETÁCULOS QUE INTEGRAM A GRADE DE PROGRAMAÇÃO DA OCUPAÇÃO SÃO:

BLACKBIRD

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Viviani Rayes, Yashar Zambuzzi e participação de Nínive Kienteca

Texto: David Harrower

Tradução: Alexandre J. Negreiros

Direção: Bruce Gomlevsky

De sexta a domingo, 19h, de 6 de outubro até 12 de novembro.

A apresentação do dia 03 de novembro terá intérprete de libras e audiodescrição.

Preço: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)

Duração: 80 min

Gênero: Drama

Classificação: 16 anos

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Link de videohttps://www.youtube.com/watch?v=c5XzlbBf_bk

 

Vencedor do Festival Internacional de Edimburgo e do Prêmio Laurence Olivier Award, o espetáculo inspirado em um caso real de pedofilia, traz o reencontro de um homem e uma mulher que viveram caso polêmico quando ela tinha 12 anos e ele 41. Agora eles estão cara a cara para um acerto de contas. Um drama que discute as consequências, em longo prazo, do abuso sexual, o amor entre pessoas de idades diferentes, os instintos sexuais versus os padrões éticos e morais que temos em nossa sociedade.

 

HISTÓRICO DE SUCESSO:

4 anos em cartaz, 5 temporadas, sucesso de público e crítica, foi destaque no Festival de Curitiba/2017, entre as peças que tiveram maior público, com todas as sessões esgotadas, classificada em 3 estrelas pela Veja Rio e uma das 10 melhores peças em cartaz, 4 indicações ao Prêmio Botequim Cultural nas categorias: Melhor espetáculo, ator, atriz e diretor, indicação ao Prêmio Shell na categoria Música, 1 indicação ao Prêmio Questão de Crítica na categoria Trilha Sonora Original, um dos 21 espetáculos mais populares do Site Teatro em Cena, classificada pelo site Conexão Mundo, entre os 5 espetáculos imperdíveis no Rio, listada entre os melhores espetáculos de 2014, no RJ, pelo Crítico Gilberto Bartholo.

 

PARA ONDE IR, adaptação e atuação de Yashar Zambuzzi

FICHA TÉCNICA:

Texto: Fiódor Dostoievski e Arthur Rimbaud, em homenagem a Bertolt Brecht

Adaptação e atuação: Yashar Zambuzzi

Direção: Viviani Rayes

 

Às quartas e quintas, 19h, de 05 de outubro até 09 de novembro

A apresentação do dia 02 de novembro terá intérprete de libras e audiodescrição.

Duração: 50 min

Gênero: Drama

Classificação: 14 anos

Preço R$ 30,00 (inteira) R$ 15,00 (meia)

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Link de videohttps://www.youtube.com/watch?v=aAX-0YoG3cA&t=22s

 

Monólogo é construído a partir do personagem Marmieládov, do romance Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski e de Uma temporada no inferno, de Arthur Rimbaud, em homenagem a poesia crítica do jovem poeta Bertolt Brecht, a montagem marcou a estreia, com o pé direito, da atriz e produtora Viviani Rayes na direção e traz Yashar Zambuzzi no papel de Marmieládov. Estreou em fevereiro, com excelentes críticas e sucesso de público. Realizou três temporadas e sucesso. O espetáculo se passa numa taberna, onde o público é como se fossem os fregueses dessa taberna. Traz um diferencial ao colocar público parcialmente no palco, além da plateia. PARA ONDE IR apresenta um tema de grande relevância social, ao trazer para à cena um personagem que após perder seu emprego, entrega-se ao vício do álcool.

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES GRATUITAS

A programação de cursos, oficinas, workshops e encontros são totalmente gratuitos, sempre das 14h às 16h, quarta a domingo. Os interessados devem enviar e-mail para: contato@rayesproducoes.com.

 

OFICINA DE TEATRO ACESSÍVEL, com Michelle Raja Gebara

As pessoas com deficiência costumam ser excluídas de algumas atividades consideradas “normais”. A Ocupação GLAUCE DE PORTAS ABERTAS lança um olhar na prática para essa situação, e mantém em sua programação a inclusão e transformação dessas pessoas, oferecendo a Oficina de Teatro Acessível.

Público alvo: pessoas que tenham algum deficiente visual, auditiva, motora, etc. Presença de intérprete de libras em todas as aulas.

Dias: Todas as 4ª feiras, dias 11, 18, 25 de outubro e 1 e 8 de novembro, das 14 às 16h, com 15 vagas.

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

WORKSHOPS TÉCNICOS

Faz parte do conceito da OCUPAÇÃO GLAUCE DE PORTAS ABERTAS incluir toda a cadeia produtiva que compõe a criação artística de um espetáculo. Por isso todas as 5ª feiras, um workshop diferente:

Dia 12/10 Workshop de Iluminação, com Kátia Barreto

Dia 19/10 Workshop de Programação Visual, com Thiago Ristow

Dia 26/10 Workshop de Trilha Sonora, com Chico Rota

Dia 02/11 Workshop de Figurino, com Rogério França

Dia 09/11 Workshop de Fotografia de Cena, com Lu Valiatti

Público Alvo: Público em geral

Das 14 às 16h, com 20 vagas

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

ENCONTROS SOBRE OS PROCESSOS DE CRIAÇÃO DOS ESPETÁCULOS DA Te-Un TEATRO, com Viviani Rayes e Yashar Zambuzzi.

Os diretores da Te-Un TEATRO abrem os bastidores dos processos de criação de seus espetáculos até chegarem ao resultado final.

 

O objetivo dos encontros é apresentar os processos artísticos e técnicos utilizados na criação dos espetáculos da Te-Un TEATRO desde a escolha do texto, a tradução, se for o caso, ou a adaptação, escolha de elenco e ficha técnica, os processos de ensaios, as técnicas utilizadas de acordo com o conceito e estética de cada espetáculo, a relação com o público, a escolha do formato cênico, etc. Bate-papo com o público e um momento aberto a perguntas.

 

“Esses encontros são formas de aproximar o público teatral de uma perspectiva que não só a de assistir a um espetáculo, mas de entender as escolhas feitas, e com isso aprimorar seus olhares ao entrar numa sala de espetáculo. Acreditamos que os encontros também cumprem um papel de formação de plateia, uma vez que o espectador terá uma relação mais direta entre o processo de construção de um espetáculo e o seu resultado final”. Viviani Rayes

 

Dias: Às 6ª feiras, dias 13, 20, 27 de outubro e 03 e 10 de novembro.

Público alvo: Público em Geral

Das 14 às 16h, com 20 vagas

Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

OFICINA DE FILOSOFIA & CINEMA APLICADA ÀS ARTES CÊNICAS, com Yashar Zambuzzi.

 

“Consideramos que, por meio das leituras de textos filosóficos e do cinema podemos ampliar nossa sensibilidade, assim como nossa reflexão sobre nossa condição humana”. Yashar Zambuzzi

  • Dias: Aos sábados, dias 14, 21, 28 de outubro e 04 e 11 de novembro.
  • Público alvo: Público em geral
  • Das 14 às 16h, com 20 vagas
  • Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

 

CURSO LIVRE DE TEATRO PARA CRIANÇAS, com Viviani Rayes

A OCUPAÇÃO GLAUCE DE PORTAS ABERTAS quer que as crianças de hoje criem o hábito de ir ao teatro desde cedo. Com esse propósito, o curso irá fomentar a inclusão do público infantil, pensando sempre que a criança é o público de amanhã.

  • Dias: 15, 22,29 de outubro e 5 e 12 de novembro
  • Público alvo: crianças de 7 a 14 anos
  • Das 14 às 16h, com 20 vagas
  • Local: Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 – Centro – Tel: 2220 – 0259

Os diretores artísticos da Ocupação:

 Yashar Zambuzzi é Ator formado pela EAD (Escola de Arte Dramática) – USP e Filosofia, pela mesma universidade. Trabalhou com Antunes Filho, um dos mais renomados diretores, no CPT (Centro de Pesquisa Teatral), onde, além de ator, exercia a função de professor de Filosofia. Fundou, com a atriz Viviani Rayes, a Te-Un TEATRO. É professor de Interpretação da Escola de Teatro Nu Espaço. Em 33 anos de carreira em teatro, atuou em mais de 30 produções. É o adaptador e ator do consagrado monólogo PARA ONDE IR, nas academias, interessou-se em unir as antropologias filosófica e teatral, com o intuito de investigar a condição humana através do teatro. Em sua constante pesquisa, tem se interessado em transformar a literatura clássica em fenômeno cênico, pela importância de suas questões perenes sobre a condição humana. Nos últimos catorze anos tem se dedicado às obras de Fiódor Dostoiévski.

 

Viviani Rayes é sócia fundadora e diretora de produção da Rayes Produções Artísticas. Professora de Técnica de Gravação na Escola de Teatro Nu Espaço. Atriz, produtora e diretora Pós-graduada em Direção Teatral pela CAL (Casa de Artes Laranjeiras/ RJ), cursou Direção Teatral com José Renato, fundador do Teatro de Arena de São Paulo. Diretora e produtora do consagrado monólogo PARA ONDE IR, formada pela Escola de Teatro Ewerton de Castro e Escola de Atores Wolf Maya, ambas em São Paulo. Cursou Comunicação Social na Faculdade Cásper Líbero em São Paulo.

Evento da Literatura e Cultura Negra reuniu imprensa e personalidades

Na manhã desta terça-feira (12), no SESC 24 de Maio, no centro da capital paulista, o lançamento da 5ª edição da FlinkSampa – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra e do 15º Troféu Raça Negra reuniu dezenas de personalidades e apresentou algumas das novidades deste ano.

O evento, conduzido pela apresentadora Adriana Couto, iniciou-se com a apresentação dos homenageados nesta edição: na FlinkSampa o escritor Paulo Lins e no Troféu Raça Negra a atriz e cantora Zezé Motta.

No início, a saudação de Paulo Casale, gerente do recém-aberto SESC, desejou “vida longa às iniciativas” lá apresentadas assim como a representante do banco Santander Débora Porto, que também reconheceu a importância da valorização da cultura negra e brasileira. “As empresas que fazem aportes a estas realizações precisam ter dimensão da grandiosidade deste eventos”, destacou Débora.

Na sequência foi a curadora da FlinkSampa Guiomar de Grammont quem saudou os homenageados e revelou a participação de personalidades como Armínio Vieira (prêmio Camões de Literatura);  Conceição Evaristo, uma das principais expoentes da literatura brasileira e Jorge Carlos Fonseca, escritor e presidente do Cabo Verde.

Francisca Rodrigues, presidente da festa literária e do Troféu, agradeceu a presença dos convidados e ressaltou a importância do trabalho dos homenageados, assim como fez o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, que ao quebrar o protocolo da cerimônia convidou a cantora Elizete Rosa para uma simbólica saudação em forma de música ao herói da cultura negra Zumbi dos Palmares.

Estiveram presentes também o professor Uelinton Alves, primeiro curador do evento literário, que resgatou importantes autores negros da literatura brasileira muitas vezes invisibilizados,  representando a Secretaria Estadual de Cultura, foi e Alberto Ferreira quem exaltou os eventos.

Zezé Motta agradeceu emocionada a participação de cada um na criação dessa celebração “Uma homenagem como essa é um afago para alma”, diz a atriz. E através da canção “Minha Missão” do sambista João Nogueira, ela prestou também a sua homenagem aos organizadores do evento, pois segundo a artista ao promover ações como esta, “estão cumprindo com dignidade a missão aqui na Terra”.

O autor Paulo Lins, autor do livro Cidade de Deus (que virou fime e foi indicado a quatro Oscar em 2004) é o patrono da Flinksampa deste ano, e ao contar sobre seu conato com Zezé lembrou-se do recentemente falecido cantor Luiz Melodia e prestou suas intenções pela perda com um minuto de silêncio. Sobre a importância da FlinkSampa para a temática racial, ele fala sobre o valor da cultura: “Quando a gente celebra a cultura, a gente está celebrando a nossa maior luta”.

Os eventos acontecerão de 16 a 18 de novembro a Flinksampa e dia 20 o Troféu Raça Negra na Sala São Paulo.

A comédia “O Rio não é Hollywood”, de Bruna Fachetti, estreia dia 3 de outubro, às 20h, no Teatro Café Pequeno.

 Monólogo a partir de histórias verídicas relata as dificuldades de uma atriz em busca do sonho da atuação teatral.

Uma atriz, um sonho, muita determinação e, sobretudo, o desejo de atuar nos palcos cariocas fizeram com que Bruna Fachetti, natural de Blumenau, SC, deixasse família e amigos para se estabelecer no Rio de Janeiro. Desde a saída da cidade natal até a chegada e estada na cidade maravilhosa renderam-lhe ótimos relatos que compõem o monólogo “O Rio não é Hollywood”, que estreia dia 3 de outubro no Teatro Café Pequeno.

 

Escrita pela própria atriz, que se desdobra em várias personagens, e dirigida por Mauro Eduardo, comédia musicada e rimada fica em cartaz terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 25 de outubro apresentando, de forma divertida, o dia a dia de quem sonha chegar aos palcos de Hollywood, mas que passa por muitos problemas na vida de anonimato.

 

O roteiro foi pensado para levar ao palco essa experiência pela qual tantos jovens atores passam quando migram para a cidade em busca desse mercado. “As diferenças culturais entre o Rio de Janeiro e Blumenau são enormes. Isto fez com que eu tivesse uma dificuldade de adaptação no Rio e daí surgiram várias histórias engraçadas relatadas no texto. O que será apresentado retrata as experiências de tantos outros atores amigos meus que vieram de várias cidades do país” explica Bruna que, recentemente, apresentou-se em Blumenau, onde recebeu excelentes críticas pela atuação e texto.

“O modo como a autora Bruna Fachetti escolheu para tornar pública a sua caminhada retrata a antagonia interna que essa realidade significou para ela. A simbologia inteligente da narração espelha a realidade daqueles que, de um modo geral, buscam viver da arte e para a arte. As rimas falam da poesia, as músicas, apresentadas numa variedade de ritmos, demonstram as nuances de personalidade que a atividade artística exige a todo instante. O cenário simples remete à quase sempre presente escassez de recursos e o figurino escolhido está ligado diretamente àqueles que saem do interior e buscam a ribalta: de maneira simples, sem espalhafato, sem criar estereótipo ou caricatura, as roupas retratam a ingenuidade, quase inocência que é traço marcante da personalidade desses aventureiros. Um texto inteligente que conta fielmente as vicissitudes da atriz, tornando claras as emoções que ela viveu: surpresa, empolgação, medo, deslumbramento, vergonha, tudo é colocado diante do espectador de maneira clara, precisa e muito bem humorada. Enfim, “O Rio não é Hollywood” não é lenda, é vida!”. Mauro Eduardo – Diretor Geral

 

SINOPSE SUGERIDA – Comédia retrata trajetória e dificuldades de uma jovem atriz do interior que chega ao Rio de Janeiro em busca do sonho da atuação.

 

CURRÍCULOS

Bruna Fachetti iniciou sua trajetória artística em 2007, na Cia Carona de Teatro, em Blumenau. A partir daí fez parte do grupo Atores do Imperador e um curso profissionalizante de atores em paralelo à faculdade de Direito. Em 2012, mudou-se para o Rio de Janeiro e escreveu sua primeira peça, Crime em Blumenau. Em 2013, ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, e em 2014 trabalhou como atriz e assistente de direção na Cia ACENA, onde ganhou seu primeiro prêmio como atriz no festival de cenas curtas do Teatro Arthur Azevedo. Em 2015, passou a integrar o elenco da Cia Arte Nova, dirigida por Marcello Gonçalves. Produziu três espetáculos. Em 2017, participou do filme “O Segredo de Giovani”, dirigido por Bernardo Barreto.

 

Mauro Eduardo trabalhou de 1978 a 1980 com os alunos do curso de teatro Jaime Barcelos, no Rio de Janeiro. Após a morte do ator, Mauro se afastou do teatro seguindo por novos horizontes profissionais e retornando com a peça “O Rio não é Hollywood”. No currículo as peças: O tempo e os Conways – JB Priesley; A visita da velha senhora – Dürrenmat; O sorriso de pedra: baseado no livro espírita de Valter Turini; Fedra – Racine: baseado no mito da paixão de Fedra por Hipólito, seu enteado.

 

  • SERVIÇO
  • Estreia: 03 de outubro
  • Local: Teatro Municipal Café Pequeno
  • Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Telefone 21 2294 4480
  • Horários: Terças e Quartas – às 20h
  • Temporada: De 03 de outubro até 25 de outubro
  • Capacidade: 80 lugares
  • Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada)
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Comédia Musicada
  • Bilheteria: De terça a sexta, das 7h às 20h. Sábado e domingo, das 9h às 20h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/

 

  • FICHA TÉCNICA:
  • Texto, Músicas Inéditas e Atuação: Bruna Fachetti
  • Direção Geral e Trilha Sonora: Mauro Eduardo
  • Assistente de Direção: Irene Rodrigues
  • Direção de Movimento: Clarice Silva e Paulo Denizot
  • Direção Musical, Arranjos e Música ao Vivo: Marlon Yuri
  • Iluminação: Paulo Denizot
  • Figurino: E. Antoine
  • Preparação Vocal: Juliana Veronezi
  • Projeto Gráfico: Fábio Nóbrega
  • Fotos: Brenda Henker
  • Assistente de Marketing: Maikiaine Nascimento
  • Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
  • Idealização e Produção: Bruna Fachetti
  • Realização: Fisiotaise – Fisioterapia Trabalhista e Forense Expertise
  • Facebook: @brunablumenauoficial
Encontro de Artes Cênicas na Baixada Fluminense – ENCONTRARTE 2017

Antígona, com Andréa Beltrão, abre a programação do EncontrArte 2017 dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. Dirigida por Amir Haddad, a atriz protagoniza monólogo adaptado da tragédia grega de Sófocles.

 

Figurinistas, cenógrafos, produtores, enfim, são inúmeros os empregos diretos e indiretos gerados por uma produção teatral. Imagine um festival que reúne várias peças e profissionais que trabalham ao longo de todo o ano para levar a melhor programação para o público. No próximo dia 28 de setembro até o dia 8 de outubro acontecerá a décima sexta edição do EncontrArte – Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense – e com ele a discussão em torno dessa economia criativa que envolve a produção teatral e que cada vez mais se desenvolve no país.

 

Com o patrocínio da Petrobras por meio das leis de incentivo do Brasil, do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, o EncontrArte também conta com a parceria do Sesc e da prefeitura e câmara municipal de Nova Iguaçu. O festival vai homenagear nesta edição a atriz Andréa Beltrão, que abrirá o evento com a peça Antígona, dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. A homenagem local será feita a Cesário Candhí, ator e dramaturgo, e in memoriam o troféu será para o grande ator Paulo Goulart.

 

– A arte além de tudo é um oficio e como tal deve ser reconhecido e remunerado. Não podemos nos esquecer jamais disso, senão perdemos totalmente a razão da nossa luta por melhores condições de trabalho, diz Fábio Mateus, um dos diretores do EncontrArte.

Em 15 anos de existência, o EncontrArte já apresentou 247 espetáculos, além de 31 oficinas, nove seminários e reuniu mais de 100 coletivos da Baixada Fluminense em apresentação de espetáculos, cortejos e performances artísticas. Cerca de 200 mil pessoas já passaram pelo evento desde então, que já prestou 18 homenagens a artistas nacionais e 16 a artistas regionais.

Ao longo de 11 dias o município de Nova Iguaçu receberá o principal festival de teatro da Baixada Fluminense respeitado em todo país, que este ano trará 17 espetáculos, sendo 10 adultos e 7 infantis. Todos apresentados gratuitamente, com retirada de senha a partir de uma hora antes de cada espetáculo.  O público ainda terá uma manhã inteira de atrações no último dia do evento, domingo (8), haverá uma maratona de amor às crianças e a família. O “Dia de Fazer o Bem” traz uma programação com atrações diversificadas de arte (Teatro, recreação, cidadania, entre outros) na Praça do DPO em Miguel Couto, entre 9 e 13h. Nesse dia haverá a distribuição de brinquedos, arrecadados durante o festival, em comemoração ao dia das crianças. O Teatro Sylvio Monteiro além de programação teatral, servirá de palco no dia 2 de outubro para uma discussão em torno da economia criativa.  Coletivos e pessoas ligadas à área cultural, apresentarão pensamentos e propostas para o setor na Baixada Fluminense e regiões periféricas. O evento acontece das 9 às 12h.

 

– É muito gratificante poder levar arte e educação de graça para uma região que ainda é muito carente e com pouca visibilidade. É uma honra reunirmos uma programação com espetáculos diversos de nosso Brasil. – dizem Claudina Oliveira e Tiago Costa também diretores do festival.

 

Toda a programação, detalhes e informações através do site: http://encontrarte.com.br/agenda/

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  • SERVIÇO
  • EncontrArte – Encontro de Artes da Baixada Fluminense
  • De 28 de setembro a 8 de outubro de 2017
  • Local: Sesc Nova Iguaçu
  • Endereço: Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu – RJ,
  • Entrada Gratuita em todos os espetáculos.   –  Informações: (21) 3066-0054 e 98552-3055