Sítio do Picapau Amarelo: Espetáculo teatral infantil com adaptação da obra de Monteiro Lobato
homenagem aos 40 anos da primeira exibição da série na TV
Sítio do Picapau Amarelo, série de livros infantis do escritor brasileiro Monteiro Lobato entre 1920 e 1947, virou um clássico aclamado mundo afora. Os personagens saltaram das páginas dos livros para os quadrinhos, foram parar na TV e, agora, encantam crianças e adultos com espetáculo teatral infantil no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea. A peça em cartaz até o dia 04 de março de 2018, sempre aos sábados, domingos e feriados dos dias 15 e 20 de novembro, às 17h, tem duração de 60 minutos, é uma grande homenagem aos 40 anos da primeira exibição do Sítio do Picapau Amarelo, na TV Globo, e também ao centenário de Monteiro Lobato, que faria 135 anos neste ano, se fosse vivo.
Monteiro Lobato (1882-1948) foi o primeiro a escrever para crianças. Falar da literatura infantil no Brasil é reviver as travessuras e reflexões da boneca de pano Emília, ao lado de seus amigos Narizinho, Pedrinho, Visconde de Sabugosa, Tia Anastácia e Dona Benta; entre tantos outros personagens. Agora, adultos, vovôs e vovós poderão levar seus pequenos para conhecer a fábula que marcou a vida de muitos deles, promovendo o encontro com a literatura brasileira, tão rica e reconhecida mundialmente.
A adaptação e direção geral de Ricardo Silva leva ao palco os atores Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa) dando vida aos personagens que, por vezes, dançam embalados por banda com música ao vivo.
Com realização da Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando, a peça é voltada para as crianças. As companhias acreditam na importância de levar para os palcos, textos nacionais, valorizando assim, os nossos autores e a nossa pátria. Na direção musical Victor Salzeda comanda os músicos Camila Ferolla (percusssão), Juan Paz (violão) e Natan Figueiredo (flauta). As coreografias são de Cristina Guimarães. A homenagem recebeu programação visual e pinturas em aquarela de Bianca Oliveira. Já a produção executiva é de Luciana Vieira, da Tambores Produção.
“Monteiro Lobato foi um dos escritores brasileiros mais influentes, e ganhou destaque no panorama da literatura infantil, com a sua obra “Sítio do Picapau Amarelo”. Apresentar um espetáculo com histórias adaptadas a partir desta obra, significa levar para o público infantil personagens com a essência puramente brasileira, trazendo à tona, um sentimento de resgate da nossa infância, de brincadeiras antigas de criança, de lembranças dos nossos avós e de suas histórias, e de um Brasil com seus rios, suas árvores frutíferas e sua fauna valorizados e preservados. Por isso, estamos certos de que, através de uma vasta pesquisa realizada pela companhia, da experiência da nossa equipe envolvida, e do amor pela obra de Monteiro Lobato, realizaremos uma montagem digna, alegre e divertida, que agradará tanto as crianças, quanto os pais, avós e familiares que irão ao teatro”, afirma Ricardo Silva, responsável pela adaptação e direção geral da peça Sítio do Picapau Amarelo.
Muito mais do apenas entreter por meio do teatro, a Cia. Teatral Sassaricando busca com a peça Sítio do Picapau Amarelo valorizar a cultura brasileira, seus autores e suas obras; resgatar a leitura e o contato com o livro físico; estimular o contato das crianças com brincadeiras de roda, soltar pipa, tomar banho de rio, brincar com peão, entre tantas outras que fizeram parte, durante anos, da infância de muitas crianças. A peça teatral nasce no resgate lúdico, no folclore, na imaginação e na importância que ela nos oferece dentro do contexto social, político e econômico.
“Monteiro Lobato não economizou em retratar o nosso Brasil de forma rica, detalhada e lúdica, onde a criança pudesse entender com simplicidade a matemática, geografia, história, usando da própria literatura para falar do amor a natureza e sua preservação, e a alegria de viver. Como dizia ele, ‘Um país se faz com homens e livros’. A adaptação desta história permeia entre a fantasia e a realidade levando as crianças a revelar-se bem dotados de senso crítico, julgando as histórias de “vó” com muito critério e segurança. É um trabalho que deseja promover o reencontro dos avós, pais e familiares que irão ao assistir à peça de teatro, com as lembranças que possuem da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, que foi um grande sucesso de 1977 a 1986, nos noves anos que ficou no ar”, destaca a produtora executiva Luciana Vieira.

SOBRE
. RICARDO SILVA – Adaptação e Direção Geral.
Ricardo Silva é produtor, ator, diretor, autor, cenógrafo e professor nascido em Niterói. Formado em 1990 no Curso de Formação de Atores da UFF. Atuou nos espetáculos infantis e adultos: O Indio Tupí (1983); O casamento do Gato de Botas (1984); Sonhos da Ribalta (1986); Uxa, ora fada ora bruxa (1988); A Bela e a Fera (1996 ); Fila da Fama (1997); Café sem Concerto (1986 ); Egoloucura (1987); Cabaré Valentin (1996); entre outros. Dirigiu e produziu os espetáculos infantis já com a chancela da Cia.Teatral Sassaricando: O Patinho Feio (2009); Te Amo Amazônia (2010); A Bela e a Fera (2011); Viva a Natureza (2012); A Dama e o Vagabundo (2013); Peter Pan (2014); João e o Pé de Feijão no Sertão (2015 – Premiado melhor cenário e figurino – indicação como melhor espetáculo na quinta Mostra de teatro ATACEN; A Pequena Sereia (2016 ), entre outros.
. VICTOR SALZEDA – Direção musical.
Graduando em música pela UNIRIO (licenciatura), possui as seguintes habilidades: canto, violão, piano, percussão, flauta doce. É Ator, dramaturgo, diretor, diretor musical, preparador vocal e regente. Diretor fundador da companhia FABRICARTE: companhia artística que se dedica a produção de espetáculos teatrais e musicais. Integrou durante 6 anos o Grupo Papel Crepon, com direção de Eduard Roessler. Trabalhou com os diretores: Leonardo Simões, Lúcia Cerrone, Marcello Caridade, Rubens Lima Júnior, Ricardo Silva, entre outros. Alguns espetáculos: Peter Pan (2004, 2007, 2009); Pinóquio (2004); Romeu e Julieta (2004); Meu pequeno grande sonho (2015); Mário, mar e o amor (2014, 2015 e 2016).
FICHA TÉCNICA
.Adaptação, Direção Geral e Cenografia: Ricardo Silva
.Direção Musical: Victor Salzeda
.Elenco: Julia Gusmão (Emília), Luiza Vieira (Narizinho), Nicolas Freitas (Pedrinho), Raquel Penner (Cuca), Cristina Fracho (D. Benta e Carochinha), Cristina Guimarães (Tia Nastácia e Graulina), Wanderson Bernardo (Saci e Tio Barnabé), Guilherme Gutierrez (Príncipe Escamado e Rabicó) e Victor Salzeda (Dr. Caramujo e Visconde de Sabugosa).
.Músicos: Camila Ferolla (Percusssão), Juan Paz (Violão) e Natan Figueiredo (Flauta)
.Stand-Ins: Matheus Lana, Giovanna Sassi, Luiza Lewicki, Bianca Pontes e Fernanda Guerreiro
.Coreografias: Cristina Guimarães
.Design de Luz: Ricardo Lyra Jr.
.Progr. Visual e Pinturas em Aquarela: Bianca Oliveira
.Elaboração do Projeto: Raquel Penner
.Camareira, Contra-Regra e Assist. de Produção: Eloisa Guimarães
.Operação de Som: Alexandre Magalhães
.Produção Executiva: Luciana Vieira (Tambores Produções)
.Realização: Tambores Produções e Cia. Teatral Sassaricando
.Fotos de cena: Brunno Dantas
.Assessoria de Imprensa: Fernanda Con’Andra (FECON Comunicação Estratégica)
SERVIÇO
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO
Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea (R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro). Dias e horários: Sábados, Domingos e Feriados (15 e 20/11), às 17 horas. Temporada até 04 de março de 2018. Duração: 60 minutos. Gênero: Infantil. Informações: (21) 2274-9895. Contato: tamboresproducoes@gmail.com. Ingressos: Bilheteria do Teatro: R$ 60 (inteira) / R$ 30 (meia). Ingresso Rápido (antecipados): http://bit.ly/ingressorapido2zfkBtD
Página no Facebook: https://www.facebook.com/sitiodopicapauamarelogavea
Como chegar: carro (estacionamento no shopping), ônibus, Metrô na Superfície (Botafogo-Gavea|Estação Marquês de São Vicente)

A falta de lugares para se apresentar, o emparelhamento da máquina pública, o não reconhecimento de artistas mambembes e qualquer outra crítica social não são apenas meras coincidências com a realidade atual do país. Essas coincidências são abordadas de maneira a levar o público à reflexão.
“O grupo se reúne com os diretores desde o ano passado, debatendo sob qual trama gostaríamos que esses esquetes fossem apresentados. O resultado veio desses encontros e de improvisos que foram feitos durante os ensaios. Busca-se a crítica à seletividade artística e a criminalização da arte, tão presente atualmente. Não é à toa que os personagens são inspirados em bufões que são, em sua essência, dejetos, perdedores sociais. Ao mesmo tempo, celebra-se e promove o enaltecimento ao teatro”, conclui Victor Lósso, que assina a adaptação.

O ator Deo Garcez formou-se em Bacharelado em Artes Cênicas e em Licenciatura em Artes Cênicas, ambas na Faculdade de Teatro Dulcina de Moraes, tendo sido aluno da própria. Por causa de seu envolvimento com a figura histórica de Luiz Gama, inclusive com a montagem do trabalho sobre ele, Deo foi convidado para integrar a Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Estado do Rio de Janeiro. Morando no Rio desde 1992, Deo Garcez tem participado de diversos espetáculos ligados à causa da negritude. E das novelas de que participou, destacam-se o Mucamo Paulo em “Xica da Silva” (Manchete), o André de “A Escrava Isaura” (Record), Senhor Morales em “Carrossel” (SBT) e Ezequiel em “O Cravo e a Rosa” (Globo). Dentre os prêmios de ator destacam-se o Troféu Raça Negra de Melhor Ator em 2007 pela AFROBRÁS –SP e o Prêmio Arleguim de Melhor Ator do Festival de Teatro do Rio de Janeiro em 2010.


Montagem estrelada pelos atores Diego Homci, Henrique Sathler, Hugo Carvalho, Vinicius Olivo, Thiago Tenório, Tiago Homci e a DJ Cacá Werneck, ficará em cartaz de sextas a sábados, às 19h30, e domingos às 18h, até dia 29 de outubro.
A peça conta a história da aproximação entre três garotos de programa com uma misteriosa e elegante travesti, chamada Lois Lane. Ela aparece na vida de Mike, Biel e Bruno para quebrar preconceitos. A narrativa é costurada por músicas e debates sobre aceitação, distorção de valores, comercialização das relações e amor. “Cama de gato” fala de amor. Amor capaz de quebrar barreiras. Amor capaz de transformações.

De outubro a novembro, o teatro Glauce Rocha, no centro do Rio, inicia a ocupação “Glauce de Portas Abertas” com apresentação dos espetáculos adultos Blackbird e Para onde ir com curadoria da Rayes Produções Artísticas.
OS ESPETÁCULOS QUE INTEGRAM A GRADE DE PROGRAMAÇÃO DA OCUPAÇÃO SÃO:
No início, a saudação de Paulo Casale, gerente do recém-aberto SESC, desejou “vida longa às iniciativas” lá apresentadas assim como a representante do banco Santander Débora Porto, que também reconheceu a importância da valorização da cultura negra e brasileira. “As empresas que fazem aportes a estas realizações precisam ter dimensão da grandiosidade deste eventos”, destacou Débora.
Estiveram presentes também o professor Uelinton Alves, primeiro curador do evento literário, que resgatou importantes autores negros da literatura brasileira muitas vezes invisibilizados, representando a Secretaria Estadual de Cultura, foi e Alberto Ferreira quem exaltou os eventos.


Em 15 anos de existência, o EncontrArte já apresentou 247 espetáculos, além de 31 oficinas, nove seminários e reuniu mais de 100 coletivos da Baixada Fluminense em apresentação de espetáculos, cortejos e performances artísticas. Cerca de 200 mil pessoas já passaram pelo evento desde então, que já prestou 18 homenagens a artistas nacionais e 16 a artistas regionais.