GERO CAMILO CANTA BELCHIOR NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

 Show estreia na cidade e repertório faz releitura do disco Alucinação

 

Gero interpreta Belchior – FotoThiago Nozi

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe o show Gero Camilo canta Belchior, em duas noites de apresentações, nos dias 7 e 8 de abril (sábado e domingo), às 19h, pela primeira vez no Rio ​de Janeiro. No palco, o artista cearense interpreta o disco Alucinação (1976) na íntegra e outras músicas memoráveis lançadas por Belchior (1946-2017). O evento tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

Conhecido nacionalmente pelo grande público como ator, Gero também é cantor, compositor, poeta e dramaturgo. “Sempre fui fã da obra de Belchior. Quando era adolescente via shows dele em Fortaleza e ficava fascinado. Seus vinis tomavam conta da sala de minha casa. Aprendi com ele que podia ser roqueiro sem perder a verve do canto nordestino. Moderno e cru.” conta Gero, admirador declarado do músico conterrâneo.

Neste show, Gero e a banda batizada por ele de Caroço da Aurora percorrem o disco Alucinação e outros clássicos de Belchior, como Comentário a respeito de JohnParalelasCoração Selvagem e Brasileiramente Linda.  As composições vêm com novos arranjos para uma releitura que buscaresgatar e celebrar o primor da musicalidade poética de Belchior e sua importância na música brasileira.

Belchior foi um artista enigmático. Em quase 40 anos de carreira e com uma produção de mais de 20 discos, revelou sentimentos e reflexões que embalaram gerações e ainda representam pensamentos contemporâneos sobre política e sociedade. Gero Camilo convida o público para a homenagem deste mergulho na poética visceral e revolucionária desse grande artista brasileiro.

Sobre Gero Camilo:

Cursou a Escola de Arte Dramática EAD – ECA, na USP, e alterna sua carreira com trabalhos no cinema, teatro, televisão, literatura e música. Nesta última atua desde 2007, com o lançamento do seu primeiro disco Canções de Invento.

A ampla trajetória no cinema começou ainda na EAD, com participações nos filmes Cronicamente Inviável Domésticas. Foi em Bicho de SeteCabeças, de Laís Bodanzky, que Gero Camilo se tornou conhecido do grande público. Hoje, acumula atuações em diversos filmes, como a produção hollywoodiana Chamas da Vingança, de Tony Scoth (filmado no México); Cidade de Deus, de Fernando Meireles; Madame Satã, de Karim Aïnouz;Carandiru, de Hector Babenco; e Abril Despedaçado de Walter Salles.

Em 2004, encenou a peça Aldeotas, dirigida por Cristiane Paoli Quito e com texto de autoria própria. Sucesso de público e crítica, a montagem segue em cartaz até hoje e vai virar filme em 2019. Sua publicação literária independente A Macaúba da Terra ganhou, em 2003, pela Companhia São Jorge de Variedades, a montagem As Bastianas, sendo relançada em 2013 após 10 anos de publicação. Em 2006, escreveu Cleide Eló e as Peras, extraído da mesma publicação e que recebeu a direção de Gustavo Machado.

Gero é reconhecido também pelos vários prêmios que recebeu ao longo da carreira, como o Troféu Redentor de Melhor Ator Coadjuvante, no Festival do Rio, por Hotel Atlântico (2009); o Grande Prêmio Cinema Brasil como Melhor Ator Coadjuvante, no Festival de Recife por Narradores de Javé (2003 e 2004); o Troféu Candango, no Festival de Brasília; e no Festival de Recife, como Melhor Ator Coadjuvante por Bicho de Sete Cabeças (2001).

Ficha técnica:

Voz: Gero Camilo

Sax e Flautas: Simone Julian

Bateria: Gustavo Souza

Guitarras: Rovilson Pascoal

Contra-baixo: André Bedurê

Teclado: Marcelo Castilha

Iluminação: João Nunez

Técnico de som: Bruno dos Reis

Roadie: Magrão

Artes gráficas: Carol Shimeji

Produção: Cinthia Albuquerque

Produção local:  Rodrigo Mendes

Produção executiva e geral: Flávia Corrêa

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Facebook: https://www.facebook.com/artistagerocamilo

Instagram: https://www.instagram.com/gerocamilo/

Imagens para download: http://bit.ly/FOTOSGeroCamilo

Serviço:

Show Gero Camilo canta Belchior

Datas: 7 e 8 de abril de 2018 (sábado e domingo)

Horário: ​19h

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Duração: 80 min

Telefone: (21) 3980-3815

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia

Lotação:  226 lugares (Mais 4 para cadeirantes)

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 3, na bilheteria da CAIXA Cultural).

Classificação Indicativa:​ Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Déo Garcez “delegado de Pedra Santa” ,viverá Jesus Cristo pela quarta vez em Custódia – PE

Déo Garcez “delegado de Pedra Santa” ,viverá Jesus Cristo pela quarta vez em Custódia – PE

 

 

 

Déo Garcez, o delegado Martinho da novela “O Outro Lado do Paraíso”,  da Rede Globo, foi convidado pela quarta vez para viver Jesus Cristo em Custódia-PE, pela Paixão de Cristo. O espetáculo “Rei dos Reis”, dirigido por Plínio Fabrício, acontece no maior  teatro ao ar livre do sertão pernambucano, e espera receber, este ano, cerca de sete mil espectadores. Além de Déo, atores e figurantes da cidade integram o elenco. “Me emociona mais uma vez ser convidado por Custódia para viver o Cristo, num ato transgressor e contemporâneo ao escalar um ator negro para este personagem, tradicionalmente feito por atores brancos. Que isto sirva de exemplo às produções em outros lugares do País”, declarou o ator.

O espetáculo infantil “Contos do Mar” desembarca no Teatro Dulcina

trazendo o universo fantástico das fábulas e dos contos antigos

O Teatro Dulcina recebe, de 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h, a estreia, no Rio de Janeiro, do espetáculo infantil “Contos do Mar”, com ingressos até 20 reais

Dois atores-narradores apaixonados por contar histórias, um cenário inflável, iluminação digna de conto de fadas… assim podemos começar a contar um pouco o que cabem nesses “Contos do Mar”

O universo fantástico das fábulas e dos contos antigos inspirou a construção de uma grande narrativa, utilizando contos de diversos países: Japão, Itália, Brasil e Hungria. Todos eles apresentam personagens que possuem uma relação direta com o mar: uma princesa que tem como seu bem mais precioso um incrível aquário e neste um animal misterioso que a levará a viver uma grande aventura, um jovem príncipe que atravessa o mar e todos os seus perigos para tentar  reestabelecer a saúde de sua mãe, a rainha. E uma personagem fantástica, a senhora das águas do mar, uma poderosa rainha que se apaixona, é cruel, acolhedora e vingativa.

 

O mar leva e traz, o mar adormece e acorda com seu canto de mistérios e lendas desde a sereia mais cruel até o pirata mais doce. O mesmo mar que banha o Brasil banha também as costas do Uruguai. E quando os atores da Cia Quatro Manos, a uruguaia Florencia Santángelo e o brasileiro Marcos Camelo, perceberam que tinham passado suas férias de infância mergulhados no mesmo mar, não tiveram dúvida: “vamos contar contos que aconteçam no mar!”

 

“Contos do Mar”é um instrumento alternativo na formação cultural das crianças, pois todos os elementos cênicos tem o objetivo de estimular a imaginação e a criatividade, além de conscientizar as crianças sobre a importância da arte e da literatura no mundo atual, travando com isso um diálogo entre a magia da leitura e o ambiente cotidiano da criança hoje em dia.

 

O estímulo, tanto a leitura quanto à expressão teatral, são indispensáveis para a formação cultural e humana da criança. Dividir historias e estimular novos sonhos são instrumentos que devem ser considerados para proporcionar essa formação. Assim,“Contos do Mar”reascende ou ascende na criança a magia quase perdida da leitura, que hoje é um hábito esquecido buscando, através do teatro, as relações entre as fábulas literárias e a contemporaneidade.

 

Inédito no Rio de Janeiro, “Contos do Mar” foi apresentado em 2016 no 1º Festivaliño, Montevidéu/Uruguai ena Mostra Sesc Cariri e em 2017na Mostra Criança Fringe do Festival de Curitiba e no projeto Viagem Teatral SESI SP. Em outubro de 2018 participa do Circuito Cultural Paraná.

A Cia Quatro Manos

 

Formada pelos atores e palhaços Marcos Camelo (Brasil) e Florencia Santángelo (Uruguai) a pesquisa da companhia se baseia no desejo de levar ao palco os princípios da atuação do palhaço misturados a outras linguagens como a contação de histórias, o solo narrativo e o teatro físico. O jogo como ferramenta, a busca do estado pelo corpo e a resignificação do espaço pela ação.Trabalhando a partir de textos não dramáticos, tem especial interesse na construção de uma dramaturgia autoral e contemporânea. O sofisticado e o popular a serviço do vínculo e o prazer de estar junto com o espectador, e a partir dele, construir algo novo.A companhia surge em 2012 a partir da montagem da cena curta “Acorda, amor!”,vencedora do 13º Festival Galpão Cine Horto entre outros festivais do género. Em 2013, a convite da Agentz Produções “Acorda, amor!” se transforma em espetáculo, realizando temporadas e participando de festivais dentro e fora do Brasil, conquistando diversos prêmios.Atualmente a Cia se encontra em processo de pesquisa para montagem de um novo espetáculo adulto com direção de Rodrigo Portella.

 

O diretor Flavio Souza 

 

Diretor teatral, figurinista, ator, palhaço, contador de histórias. Doutor em Teatro pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UNIRIO. Indicado ao Premio Shell de Teatro/RJ como Melhor Figurinista no ano de 2012 pelo espetáculo Os Mamutes de Jô Bilac, dirigido por Inez Viana com a Cia OmondÉ. Vencedor do Premio FITA/2012 como melhor figurinista pelo mesmo espetáculo e ainda com Mamutes indicado para o premio Questão de crítica de 2012.Realizou como diretor os espetáculos: O Cavalo Mágico (2006), PalhaSOS (2007), Pouco amor não é amor (2010), Espera-se (2010), Orlando! (2011) e tuttotorna (2012) e As Duas (2013) com o Teatro de Anônimo. Tuttotorna foi realizado em parceria com o grupo de artistas Italia- no Giulari del Diavollo, o espetáculo estreou em Pádova, Itália. PalhaSOS venceu o premio de melhor espetáculo no Fitum da Túnísia e em Perm na Rússia, Tuttotorna além de excursionar pela Itália par- ticipou do Festival Internacional de Circo do Recife na sua edição de 2012. Fez contribuições artísti- cas com a Arquitetura do Movimento da coreógrafa Andrea Jabor, com os Giullari del Diavolo, Ana Achcar e com o Projeto Enfermaria do Riso/UNIRIO.Como figurinista seus trabalhos mais recentes são: “Infancia, tiros e plumas” de Jô Bilac para a Cia OmondÉ com direção de Inez viana, “Contra o vento” de Daniela Pereira de Carvalho com direção de Filipe Vidal, “A rainha e o lugar” coreografia de Andrea Jabor, “Neurótica” com Flavia Reis direção de Marcio Trigo. “Na republica da felicidade” de Martin Crimp, direção de Felipe Vidal, “Nem mesmo todo o oceano” de Alcione Araújo com direção de Inez Viana, “Maravilhoso” de Diego Liberano com direção de Inez Viana, “Aos Domingos” de Julia Spadaccini com direção de Bruce Gomlewsky, “De- pois da Queda” de Arthur Miller com direção de Filipe Vidal, “Quebra-ossos” de Julia Spadaccini com direção de Alexandre Mello, “As conchambranças de Quaderna” de Ariano Sussuna com a direção de Inez Viana (sendo indicado ao prêmio APTR/2010 como melhor figurinista por esse espetáculo), Savana Glacial, de Jô Bilac, com direção de Renato Carrera. Assinou os figurinos de Cartas em Cena de Adriana Maia, Mangiare de Fabiana de Mello e Souza com o grupo Pedras, Festa de Família de Bruce Gomlevski.

 

Ficha Técnica

 

Atuação: Florencia Santángelo e Marcos Camelo

Direção: Flavio Souza

Dramaturgia: Flavio Souza e Marcos Camelo

Cenário e Figurinos: Flavio Souza

Iluminação: Paulo Denizot

Direção Musical: Isadora Medella

Assessoria de Imprensa: Ney Motta

Design Gráfco: Raquel Alvarenga

Produção Executiva: Florencia Santángelo

Assistente de Produção: Thamires Trianom

Produção e realização: Cia Quatro Manos e Cambaxirra Filmes

 

Serviço

 

Local: Teatro Dulcina. Rua Alcindo Guanabara, 17, Centro, Rio de Janeiro

(próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)

Temporada: 7 de abril a 27 de maio, sábados e domingos, às 16h

Ingresso: R$ 20,00 (com meia entrada para os casos previstos em lei)

Vendas na bilheteria de quarta a domingo das 14h às 19:30h

Classificação indicativa: recomendado para crianças a partir de 4 anos

Duração: 55 minutos

Espetáculo “Desejo” reestreia no Teatro Municipal Café Pequeno dia 3 de abril, 20h

Espetáculo teatral livremente inspirado na obra Um Bonde Chamado Desejo de Tennessee Williams. O projeto nasceu da necessidade de retratar as incertezas que cercam qualquer indivíduo na busca por seus sonhos e desejos mais íntimos, e também de fortalecer a importância do respeito e da representatividade, abordados numa relação homo afetiva e inter-racial.

A equipe é composta por um coletivo de artistas que se uniram em prol da arte e da diversidade, a maioria formada pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna. A peça conta com a direção e supervisão geral de Vera Lopes.

 

SINOPSE 

Um artista relembra sua história em busca do seu maior sonho: interpretar a personagem Blanche Dubois. Logo ele começa a reviver seu passado e a paixão por um diretor de teatro. A peça retrata a relação entre dois homens e as consequências de um desejo sem limites, trazendo imagens e provocações através do encontro do teatro com o cinema.

 

Ficha Técnica

Texto: Jamal D’Izéte

Direção: Vera Lopes

Elenco: Jamal D’Izéte, Daniel Vargas e Isabelle Nassar.

Cenário e Iluminação: Tarso Gentil

Figurino: Tainara Veloso

Caracterização: Wesley Brito

Trilha Sonora: Kaio Cestari e Fernando Katullo

Foto: Bruno Granato e Fernanda Oliveira

Produção: Fernanda Oliveira, Gus Marsoa, Aliny Ulbricht e Will Fernandes.

Realização: Jamal D’Izéte e Celavi Filmes

 

Serviço:

Data: 03 a 25 de abril

Horário: Terça e Quarta  – 20h

Valor do Ingresso: R$40 inteira, R$20 meia

Classificação: 16 anos

Duração: 60 min.

Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480

Estacionamento: Não

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h

Margarita vai à luta! 30 anos de carreira da pioneira da palhaçaria feminina no Brasil

 

MARGARITA VAI À LUTA –  30 anos de carreira! – Temporada comemorativa de 15 a  29 de abril

Sábados e Domingos no Teatro Maria Clara Machado, Gávea.

Margarita é uma palhaça atrevida, ranzinza, reclamona mas tem esperança no amor e quer casar! Enche o peito e mostra que nariz vermelho é coisa séria e avisa   “Tá Tudo e Errado!  Mas a vida É Coisa  Boa”.

É do seu tonel ambulante que retira um espetáculo portátil, cheio de surpresas. Arma um ringue em pleno palco/picadeiro e vai a luta do amor, da alegria e dos direitos da mulher. A sua indumentária (Rui Cortez) se transforma conforme suas necessidades.  Embalada pelas canções de Carmem Miranda e de Gardel celebra a vitória com a plateia, dá receita e faz um bolo para comemorar seus 30 anos de Vida!

Ranzinza, atrevida, apaixonada, reclamona,

a  pioneira na palhaçaria feminina

no Brasil está completando 30 anos de carreira

Margarita recebeu seu nariz vermelho em 1988 após um curso em Buenos Aires. Desde então perambula pelas ruas do Rio e do Brasil. Foi cofundadora em 1991 e participou 10 anos d’As Marias da Graça. Mas foi em 2006, com o prêmio Carequinha que realizou seu projeto solo de dramaturgia para uma palhaça, inspirado nas gags e números clássicos de palhaços, sempre com o objetivo de mostrar que o arquétipo palhaço  pode ser também feminino!

“ Margarita Vai à Luta”  (principalmente nos dias de hoje) foi elaborado por Ana Luisa Cardoso com roteiro de Mariana Mesquita. Estreou nas ruas e praças cariocas e depois percorreu várias cidades brasileiras e em diversos teatros, praças e picadeiros!

Realizou o Circuito Quero Botar Meu Nariz Vermelho na Estrada – em 3 estados, 15 cidades, 3ª Mostra de Artes do Estado do Rio em 5 cidades.

E sendo pioneira na palhaçaria feminina no Brasil foi convidada para diversos Encontros e Festivais. Em 2017 foi convidada para o 10° Ciclo de Mulheres Palhaço– na Escola de Circo Chapitô, Lisboa(Portugal).

Citada nos livros: História do Circo no Brasil, Elogio da Bobagem de Alice Viveiros de Castro, Palhaço Bomba de Hugo Possolo, Palavra de Palhaço Ana Achcar, Artigo na Revista Anjos do Picadeiros.

Margarita está completando 30 anos de vida e vai celebrar fazendo a  primeira temporada do “Margarita Vai À Luta” no Teatro Maria Clara Machado com  supervisão de cena de Beto Brown.

Ficha técnica

Palhaça Margarita: Ana Luísa Cardoso.

Criação, realização e atuação: Ana Luísa Cardoso

Roteiro: Mariana Mesquita

Figurinos e Adereços : Rui Cortez

Supervisão de cena: Beto Brown

Fotos: Alcindo Giandinoto e Marcio Martins

 

 

Serviço

 

Margarita vai à luta – 30 anos de carreira

 

Dias : 14 e15; 21 e 22; 28 e 29 de abril. Sábados e domingos.

Horário: sempre às 16 h.

Local: Teatro Maria Clara Machado |

Planetário da Gávea | AV.Padre Leonel Franca, 240| Gávea.

Telefone: 21.22747722

Ingressos: R$20,00 e R$10,00

Lotação: 120 pessoas

ANIVERSÁRIO DO TEATRO RIVAL PETROBRAS TEM REBOLADO

Espetáculo “Rival Rebolado” é perfeito para comemorar os 84 anos do teatro carioca mais resistente, democrático e lacrador

PARTICIPAÇÃO especial de Lorna Washington, Jane Di Castro e Simone Mazzer

No próximo dia 22, quinta-feira, o Teatro Rival Petrobras comemora seus 84 anos de resistência cultural mantendo-se em defesa da carioquice, da diversidade e da sua própria tradição. Tradição como símbolo de entretenimento com conteúdo e pluralidade de gostos, gêneros e estilos. Por tudo isso, a atração só podia ser o espetáculo “Rival Rebolado”, que vem fazendo sucesso na casa desde 2016.

Com a irreverência no DNA, alinhado com a luta LGBT e com a luta das minorias, o Rival só poderia querer festejar com um espetáculo que traduzisse toda a ousadia que construiu sua história ao longo de mais de oito décadas.

Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luís Lobianco, o “Rival Rebolado” terá uma edição especial no dia 22, homenageando grandes artistas que passaram pelo palco do teatro, como Rogéria e Dercy Gonçalves. Rogéria será homenageada com o clássico número de “New York, New York”; enquanto Dercy será recriada pela incrível Lorna Washington, lenda da noite carioca.

Seguindo a tradição do teatro de revista, a cara do Rival, o espetáculo “Rival Rebolado” promete tombar com esquetes de humor e números musicais. Nesta edição de aniversário, o elenco vai se apresentar completo – Leandra Leal, Luís Lobianco, Delirious Fenix (nome artístico de Isabel Chavarri), Chayenne F, Fabiano de Freitas, Eber Ignacio, Iara Nixie, Karina Karão, Letícia Guimarães e Sidnei Oliveira – em números de comédia, críticas políticas e sociais, renovando a ideia do teatro de revista, sem perder sua essência contestadora e ousada.

A atriz Leandra Leal incorporará a figura da vedete com figurino fechador em prata: maiô, cabeça de pluma e anquinha, bem ao estilo das vedetes dos anos 1950.  Ela será mestre de cerimônia do evento.

O tradicional concurso de drag queens, drag kings e transformistas, que vem elegendo, anualmente, a Rainha da Cinelândia, ainda está recebendo inscrições pelo e-mail rivalrebolado@gmail.com. A primeira etapa do concurso será em abril, com algumas mudanças nos critérios de julgamento, privilegiando a técnica. Mas para a festa de aniversário do teatro, o Rebolado vai levar as rainhas dos concursos anteriores – Miranda Lebrão, Vincent Van Goth e Uhura B’Queer – para representar todas as drags. “É uma forma de enaltecer esse palco de resistência queer, explica Isabel Chavarri, atriz e uma das diretoras.

O projeto “Rival Rebolado” vem movimentando a cena transformista carioca com suas edições mensais no teatro. Afinal de contas, o Rival sempre foi e sempre será contra toda as formas de caretice. Necessário e poderoso: esse é o Rival! Hoje é o palco da música brasileira, mas, para sempre, será peça importante da história do teatro no Rio de Janeiro. É o Rival eternamente lacrador!

 Serviço: Aniversário Teatro Rival Petrobras 84 anos com Rival Rebolado

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 22 de março (Quinta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h30. Censura: 18 anos.www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: R$30

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública, Pessoas que levarem 1kg de alimento não perecível

Aceitamos cartões de crédito e débito.

Abertura da casa: 1h antes do show

DIA MUNDIAL DO TEATRO: ATRIZ NATY BITTENCOURT HOMENAGEIA MARILYN MONROE
DIA MUNDIAL DO TEATRO: ATRIZ NATY BITTENCOURT HOMENAGEIA MARILYN MONROE E FALA SOBRE DIVERSIDADE E EMPODERAMENTO FEMININO.
Dia 21 de março celebra-se em todo o mundo o Dia Mundial do Teatro. Nesta data, espetáculos, encontros e eventos são realizados ao redor do globo para celebrar essa arte, ressaltando seu significado e sua importância. O teatro é uma experiência marcante, humana e reveladora, aonde nos reconhecemos, e a arte imita e reflete a vida e a nós mesmos.
A atriz Naty Bittencourt se prepara para estrear mais uma peça em abril com a Cia do Ator, como a protagonista Luisa na peça Desejo, que é uma adaptação para os palcos do texto “Primo Basílio” de Eça de Queiróz. Naty tem se dedicado ao teatro por mais de 10 anos, vivendo o dia a dia dos palcos, dos bastidores, dos ensaios e desafios da profissão, tem uma visão sobre o que esta data representa: “O Dia Mundial do Teatro representa para mim a valorização do trabalho dos artistas, que mostram seu trabalho no palco. Um dia para homenagear todos aqueles que se doam pela arte, como autores, diretores, produtores, atores, técnicos, assistentes e todos os outros envolvidos para se criar um trabalho bonito, que emocione o público”, enfatiza.
Naty fez um ensaio temático homenageando Marilyn Monroe, que até hoje mantém-se como um dos maiores ícones da cultura pop e das artes de todos os tempos. Uma das motivações para a homenagem feita pela atriz é ressaltar o papel e o cada vez mais frequente protagonismo da mulher, sua luta pelo seu devido espaço no mundo das artes e empoderamento feminino. Marilyn é até hoje referência nesses assuntos.
Sobre o lugar conquistado da mulher na dramaturgia e a importância da homenageada nesse contexto, Naty revela: ”Tenho admiração pelas suas conquistas, pois mesmo tendo uma infância muito difícil conseguiu se tornar uma das estrelas mais bem sucedidas em Hollywood, fundar sua própria empresa cinematográfica, e ser reconhecida pelo seu trabalho, provando ser uma boa atriz, mais do que apenas um rosto bonito em Hollywood. Marylin para mim representa uma mulher independente, destemida e a frente da sua época. Acho que nesses aspectos ela é um exemplo para os artistas e para todas as mulheres”.
O Dia Mundial do Teatro foi criado, em 1961. pelo Instituto Internacional de Teatro, ligado à Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
“Gisberta”, com Luis Lobianco, em duas únicas apresentações, nos dias 23 e 24 de março, no Teatro Rival
O espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, vítima da transfobia
 
Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará a estreia de Luis Lobianco em novelas, no Canal Gloob o ator está no elenco da série infantil “Os Valentins” e na sexta temporada do humorístico “Vai que cola”, no Multishow. No cinema é protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos” de Pedro Amorim, ainda sem data de lançamento. Luis Lobianco é também criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil

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O Teatro Rival Petrobras recebe, nos dias 23 e 24 de março, às 19:30h, o espetáculo “Gisberta, drama musical estrelado por Luis Lobianco que conta a história ainda pouco conhecida de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto. As apresentações comemoram o aniversário de 84 anos do Teatro Rival e de 1 ano de temporadas de “Gisberta” pelo Brasil.

Idealizado por ator Luis Lobianco, com direção de produção de Claudia Marques, texto de Rafael Souza-Ribeiro e direção de Renato Carrera, o espetáculo mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006, na cidade do Porto, em Portugal. Gisberta atravessou o oceano para buscar um território livre, mas morreu no fundo do poço, afogada em ódio e água. Na ocasião o caso ganhou destaque nas discussões sobre a transfobia em Portugal e Gisberta se tornou (e até hoje é) ícone na luta pela conscientização para uma erradicação dos crimes de ódio contra gays, lésbicas e transexuais. Em 2016, dez anos após a sua morte, Gisberta foi amplamente lembrada em Portugal por meio de inúmeras reportagens. Recentemente, em 14 de fevereiro de 2017, Gisberta deu nome ao primeiro centro de apoio a população LGBT do norte de Portugal, “Centro Gis”, em Matosinhos, distrito do Porto.

“Já o Brasil, na contramão, é um dos países que mais comete crimes de transfobia e homofobia, números que não param de crescer junto com uma onda conservadora de intolerância com as diferenças. Se não conseguimos mudar as leis que não nos protegem, que a justiça seja feita no teatro, com música e luzes de Cabaré. Que venham as identidades de humor, gênero, drama, música, tragédia e redenção. O caso de Gisberta não é conhecido por aqui e decidi que Gisberta vai reviver a partir da arte e será amada pelo público.” – comenta Luis Lobianco

Para contar a história de Gisberta, que é praticamente desconhecida no Brasil e que é também a história de tantas outras vítimas da transfobia, Luis Lobianco interpreta vários personagens com texto concebido a partir de relatos obtidos em contatos pessoais com a família de Gis, do processo judicial, de visitas ao local da tragédia e por onde Gisberta passou. De forma muito delicada, a peça transita entre dois gêneros: o humor, pois Gisberta era uma pessoa muito alegre e divertida, e o drama. Em cena, três músicos acompanham o ator: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz).

“Gisberta não está em cena, o Luis Lobianco não interpreta a Gis, mas nós chegamos bem perto dela.” – afirma o diretor Renato Carrera

“Eu sou em cena o contador da história de Gisberta. Para que o público sinta a sua presença e ausência uso todos os recursos que posso para criar empatia a ponto de tê-la como alguém muito íntima, uma amiga querida.” – diz Luis Lobianco

Uma breve história de Gisberta

Caçula de uma família com oito ainda na infância Gisberta dava sinais de que estava num corpo que não correspondia à sua identidade. Após a morte do pai, deixou os cabelos crescerem definitivamente. Em 1979, aos 18 anos, quando suas amigas morriam assassinadas, na capital paulista, com medo de ser a próxima vítima, deixou o Brasil rumo a Paris. Mais tarde, já depois de realizar tratamento hormonal e fazer implante de silicone nos seios, mudou-se para o Porto, no Norte de Portugal. Muito alegre e divertida, rapidamente enturmou-se na cena gay local. Fazia apresentações em bares e boates. Por 10 anos foi a estrela brasileira da noite portuense. Sem muito jeito com qualquer tipo de liberdade viveu tudo o que nunca experimentou de forma voraz: cantou de Vanusa a Marilyn, bebeu, fumou, cheirou, amou e adoeceu no cabaré. Foi muito feliz, tinha muitos amigos e admiradores. Poupava energia para as cartas e fotos que mandava para a família, queria garantir que estava segura. Um dia os seus dois cães fugiram de casa e foram atropelados na sua frente. Gis definhou de depressão e Aids. Perdeu os cabelos conquistados e o visto de imigrante, passou a vestir trapos sem gênero e foi morar na rua. Num prédio abandonado foi encontrada, no final de 2005, por um grupo de 3 meninos mantidos pela Oficina de São José, uma instituição religiosa da vizinhança. No início as crianças ofereceram comida e agasalho, mas a lógica do grupo se converteu em um ódio súbito e inexplicável quando outros 11 meninos se juntaram ao grupo inicial. A partir de 15 de fevereiro de 2006, Gisberta sofreu vários dias de tortura e finalmente, acreditando que ela estava morta, foi jogada ainda com vida dentro de um poço cheio de água. Conclusão do processo: morte por afogamento. Gis, como ela gostava de ser chamada, já vivia sufocada, sua morte foi síntese da sua vida – culpa do ódio e não da água.

“O mundo passa por uma grande crise de identidade: o que somos essencialmente e onde podemos viver o que somos? Refugiados podem ser inteiros fora de seus territórios sem inspirarem ameaça? Há liberdade para indentidade de gênero mesmo que se tenha nascido em um corpo de outro sexo? Gays podem se amar sem exposição à violência? A reação para o rompimento com padrões sociais é uma explosão de violência cotidiana sem precedentes. Quanto mais ódio, mais a afirmação da identidade se impõe. No ar a sensação de um grande embate mundial iminente – não tem mais como se esconder no armário. Ser livre ou servir à intolerância: eis a questão.” – comenta Lobianco

Trajetória do espetáculo “Gisberta”

“Gisberta” estreou nacionalmente no dia 1º de março de 2017, no CCBB Rio de Janeiro, onde permaneceu em cartaz até 30 de abril. Em junho fez temporada no Teatro Dulcina, casa histórica no corredor cultural da Cinelândia, Centro do Rio. Em novembro de 2017 fez temporada no CCBB Brasília e em janeiro de 2018 no CCBB Belo Horizonte. Ainda em 2018 fará temporada em São Paulo e em 2019 fará temporadas em Lisboa e Porto.

Luis Lobianco, ator de teatro, cinema, TV e internet

Nascido no Rio de Janeiro, Luis Lobianco faz teatro desde 1994. Em 2012, se formou na CAL e foi dirigido por nomes, como: Aderbal Freire-Filho, Moacyr Chaves, Marcelo Saback e Ruy Faria; atuando em mais de 30 montagens teatrais até hoje. Também foi criador dos espetáculos do Buraco da Lacraia, Rival Rebolado e Portátil, todos em cartaz atualmente. Lobianco também é ator fixo do canal Porta dos Fundos desde sua criação há quatro anos. No cinema já esteve em dez produções entre 2012 e 2017. Lobianco foi indicado ao prêmio F5 da Folha de São Paulo por seu trabalho para TV, como o protagonista de “O Grande Gonzalez”, coprodução da FOX com o Porta dos Fundos. Em 2018: É protagonista do longa-metragem “Carlão e Carlinhos”, de Pedro Amorim, ainda sem data confirmada. Está na segunda temporada da série infantil “Os Valentins”, do canal Gloob, que estreia dia 12 de março, interpretando o vilão Randolfo, ao lado de Claudia Abreu, Guilherme Weber e Guida Vianna. Esta na sexta temporada do “Vai que cola”, do Multishow. Na TV Globo, “Segundo Sol” marcará sua estreia em novelas.

“O Buraco da Lacraia é um projeto que mudou minha vida. Uma ocupação teatral que desenvolve uma linguagem artística completamente nova, diferente de tudo, e ainda me deu uma família artística! É um projeto artesanal, muito respeitado e o lucro é na alma, não no bolso. É o meu brinquedo preferido mas também uma das coisas mais sérias que fiz na vida.” – comenta Luis Lobianco

Ficha técnica

Atuação: Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Músicos: Lúcio Zandonadi (piano e voz), Danielly Sousa (flauta e voz), Rafael Bezerra (clarineta e voz)
Pesquisa Dramatúrgica: Luis Lobianco, Renato Carrera e Rafael Souza-Ribeiro
Investigação: Luis Lobianco e Rafael Souza-Ribeiro
Trilha Sonora e músicas compostas: Lúcio Zandonati
Iluminação: Renato Machado
Cenário: Mina Quental
Figurino: Gilda Midani
Preparação Vocal: Simone Mazzer
Direção de Movimento: Marcia Rubin
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: Daniel de Jesus
Fotos de divulgação: Elisa Mendes
Produção: Fabrica de Eventos
Idealização: Luis Lobianco

Serviço

“Gisberta”
com Luis Lobianco
Texto: Rafael Souza-Ribeiro
Direção: Renato Carrera
Direção de Produção: Claudia Marques
Sinopse: A peça mistura política, história, música, teatro, humor, poesia e ficção para falar de Gisberta, brasileira vítima da transfobia que teve morte trágica em 2006 na cidade do Porto, em Portugal.
Local: Teatro Rival. Rua Alvaro Alvim, 33, Centro do Rio (Próximo ao VLT e Metrô Cinelândia)
Informações/tel.: (21) 2240-4469
Únicas apresentações: 23 e 24 de março, às 19:30h
Ingressos / Vendas antecipadas a partir do dia 02/03: R$ 40,00 e R$ 20,00 e a partir do dia 12/03: R$ 50,00 e R$ 25,00
Horário da Bilheteria: Terça a sexta das 13h às 21, sábados e feriados das 16h às 22h
Site de venda pela internet – http://www.eventim.com.br
Site do Teatro Rival – www.rivalpetrobras.com.br
Classificação 14 anos
90 minutos

O Diário de Jim estreia no Teatro Arthur Azevedo
Inspirado no filme “O diário de um adolescente” o espetáculo trás uma encenação moderna e levanta a bandeira numa campanha contra o uso de drogas.
O monólogo escrito e dirigido por Jadson Rodrigues , trás os conflitos de Jim ( Treison Lohan) um adolescente, filho de pais separados, que depois de sofrer Bullying por ser virgem acaba se envolvendo em muitos problemas, além de cair no universo das drogas e se tornar um viciado Jim , acaba sendo preso ,internado e até mesmo passa a fazer programas em troca de entorpecentes.
Jim vive uma fase cheia de problemas e decepções na adolescência e tenta junto com a mãe se incluso novamente na sociedade. Mas quando os problemas do adolescente está quase chegando ao fim a morte de sua mãe , trás uma reviravolta para o espetáculo.
Treison Lohan interpreta o personagem Jim nesse monólogo desafiador, com um cenário que trás o espectador para uma realidade que poucos conhecem ou não querem enxergar , o ator leva o drama desse jovem para os teatro do Rio de janeiro com a intenção de mostrar que as drogas pode sim ser um rumo sem voltas.
Depois de estrear no Teatro Gonzaguinha, em Fevereiro, “O diário de Jim ” entra em cena no Teatro Arthur Azevedo-Cg, e em seguida segue para o segundo maior festival de Teatro do País (FRINGE). A peça ainda seguira para Minas  Gerais, Angra dos Reis e no segundo semestre para São Paulo.
O diretor Jadson Rodrigues revelou que, quis deixar uma peça limpa , com muita clareza para que todo o público pudesse entender de forma clara a questão tratada em cena, e que a ideia de tudo se passar no quarto do adolescente ,é por ele achar que esse cantinho que um garoto chama de seu, trás muitos segredos, e também resgata todos os sentimentos já vividos no local.
Local: Teatro Arthur Azevedo – (Rua Vitor Alves 454)
Dias 16, 17 e 18 de Março às 20h
Bilheteria: R$ 20,00(Inteira) R$10,00 (Meia).
Atuação: Treison Lohan
Texto : Jadson Rodrigues e Treison Lohan
Direção : Jadson Rodrigues
Classificação: 16 anos.
O Último Show dos Primos no Rival

Quatro primos. Uma banda. Um show. A banda Primos é a atração deste sábado, 03 de março, no Teatro Rival Petrobras. O show é cedinho, às 17h30. Com o CD “O Mundo não precisa ser tão sério”, o grupo carioca de Pop Rock apresenta um trabalho autoral que conta com 12 músicas, que incluiu os sucessos como “Deixe tudo pra lá”, “Que Clima”, “Falta Alguém”, “Eu quero Paz”, “Porões da Ditadura”.

Formada pelos primos – de verdade – Renata Muniz, Fabinho Azevedo, Marquinhos Azevedo e por Léo Muniz, produtor musical, compositor, arranjador, instrumentista e cantor, a banda participou de diversos festivais, tocou nas mais importantes casas da região Sudeste. Mas, quando cada integrante resolveu dar novos rumos à vida em 2006, a banda sumiu dos palcos. Em 2017, eles retornaram com um projeto que vem arrastando uma legião de fãs saudosos: “O último show dos Primos” que, inclusive, tem sido feito produzido e realizado graças a uma “vaquinha virtual” por meio de campanha de financiamento coletivo.

As músicas autorais são compostas Léo Muniz e caíram na boca do povo. Mas neste projeto, Primos “toca de tudo” e apresenta um set animadíssimo feito para dançar. O repertório é Pop Rock nacional e também traz músicas consagradas deLulu, Tim Maia, Barão Vermelho, Capital Inicial, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, entre outros.

 Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 03 de março (Sábado). Horário: 17h30. Abertura da casa: 17h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: R$120/R$60 (meia*) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública, Pessoas que levarem 1kg de alimento não perecível