EXPOSIÇÕES DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO SÃO INSPIRAÇÃO PARA O PROGRAMA EDUCATIVO DE DEZEMBRO
Programação inclui oficinas, visitas mediadas, acessibilidade e atividades infantis
Inspirado nas exposições em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, o Programa Educativo Gente Arteira convida o público para as atividades especiais de dezembro, destinadas a pessoas de todas as idades. Nos dias 4 e 5 (terça e quarta) e 6 e 7, das 17h às 20h, duas turmas terão a oportunidade de experimentar a arte de Jorge Fonseca através da Oficina de Bordado, que explora as possibilidades do bordado enquanto técnica e criação. Serão ensinados pontos básicos para a criação de desenhos no suporte do bastidor.

Jorge Fonseca, maquinista de trem e marceneiro por mais de 15 anos, constrói em suas obras um novo significado a objetos do imaginário coletivo e aponta brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. A exposição “Labirinto de Amor” fica em cartaz até dia 23 de dezembro na CAIXA Cultural Rio.
No dia 8 (sábado), às 15h, os pequenos poderão brincar de investigação na atividade “Detetives da Arte”, uma aventura no universo de cores, formas e texturas, para desvendar toda força do amor através da arte de Jorge Fonseca. Já no dia 15 (sábado), às 15h, o pequena Gente Arteira levará crianças de 1 a 4 anos para embarcar em uma viagem pela exposição Labirinto de Amor, através das histórias dos personagens e das memórias interioranas contadas pelo artista.
A exposição “O Ordinário Rafael Sica”, com trabalhos do quadrinista e ilustrador gaúcho, exibida até dia 23 de dezembro, será o pano de fundo para a oficina de História em Quadrinhos, que será realizada durante três dias, de 11 a 13 de dezembro (terça a quinta). A proposta é explorar as técnicas do desenho e da arte sequencial e apresentar um panorama histórico ao público, instigando um olhar crítico para a linguagem gráfica.

Valorizando democratização da arte, a Oficina de Audiodescrição: acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual ,agendada para os dias 18 e 19, tem por objetivo sensibilizar sobre a importância de práticas educativas acessíveis às pessoas com deficiência visual nos espaços culturais. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que pessoas com deficiência visual possam assistir e compreender exposições de arte, filmes, programas de televisão, peças de teatro, eventos culturais, entre outros.
Atividades fixas:
O Gente Arteira também possui algumas atividades fixas. Aos sábados, das 14h às 18h, o Ateliê criativo parte das exposições em cartaz na CAIXA Cultural para desenvolver a criatividade do público por meio de uma série de práticas e experimentações voltadas a diversas faixas etárias.
Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais por meio de visitas mediadas ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos das 13h às 14h e das 17h às 18h.
Outras informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br e pelo telefone (21) 3980-4898.
Programação:
Oficina de Bordado
Datas: Turma 1: dias 4 e 5 de dezembro (terça a quarta – oficina continuada) / Turma 2: dias 6 e 7 de dezembro (quinta e sexta- oficina continuada)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público-alvo: Estudantes e profissionais de artes, literaturas e áreas correlatas
Detetives da Arte na exposição “Jorge Fonseca – Labirinto de Amor”
Datas: 8 de dezembro (sábado)
Horário: 15h
Local: Oficina 1
Público-alvo: Crianças a partir de 5 anos
Oficina de Histórias em Quadrinhos
Datas: 11, 12 e 13 de dezembro (terça a quinta- feira- oficina continuada.)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público- alvo: profissionais e estudantes da área de artes, fotografia e público interessado na temática.
Pequena Gente Arteira na exposição “Jorge Fonseca – Labirinto de Amor”
Datas: 15 de dezembro (sábado)
Horário: 15h
Local: Foyer e Galeria 2
Público-alvo: Crianças de 1 a 4 anos
Oficina de audiodescrição: Acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual.
Datas: 18 e 19 de dezembro (terça a quarta-feira – oficina continuada)
Horário: das 17h às 20h
Local: Oficina 1
Público- alvo: Para pessoas cegas e videntes. Profissionais e estudantes da área de educação, pedagogia, artes, comunicação, museologia e público interessado na temática.
Ações de galeria:
De terça a sexta-feira, de 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h
Serviço:
Programa Educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: Consultar programação

Neste momento em que a cidade do Rio de Janeiro pede socorro, a trágica história contada na apresentação é também um dos primeiros retratos da realidade do embrião que hoje conhecemos como os complexos de favelas. “Refavela” mostra a visão romântica do morro e sua realidade, tudo isso tendo como pano de fundo uma história de amor, que compara a vida nas favelas com o cenário festivo grego e a mitologia da Grécia Antiga, com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas.
Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.
A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.
entre 5 e 20 de dezembro, de terça a domingo. Em paralelo ao espetáculo, nos dias 12 e 13 de
A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e
O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o


A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.
“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.
Com a proposta de manter “vozes” ativas, o espetáculo “Encruzilhada Feminina” realizará sua primeira apresentação na próxima quinta, 29 de Novembro a partir das 18:30h na Câmara Municipal do Rio de Janeiro com entrada franca. O projeto político de arte cênica visa evidenciar o que a mulher negra tem sofrido com o racismo na sociedade brasileira em diferentes esferas sociais.
“A ideia do espetáculo nasceu da necessidade de visibilizar as diversas formas de violência que mulheres negras sofrem no cotidiano. Sabemos que ser mulher em uma sociedade ‘patriarcal’ é difícil, mas considerando também a dimensão étnico-racial da população brasileira e o racismo persistente, resistir nesta mesma sociedade enquanto mulher negra tem sido um processo árduo, que demanda saber lidar com uma série de violações de direitos”, revela Cynthia Rachel.
Com uma linguagem naturalista e visceral, a peça teatral, que só foi liberada pela Censura uma década depois de ter sido escrita, retrata a amarga realidade de personagens marginalizadas e apresenta um universo de violência e opressão onde prostitutas são submetidas aos abusos de um inescrupuloso dono do prostíbulo e seu violento capataz. Um ambiente onde os jogos de poder e os conflitos de interesses podem reduzir o valor da vida a menos que um abajur lilás.
A ideia é vivenciar o submundo sem o distanciamento do palco italiano e, desta forma, ‘desnudar’ os personagens pela proximidade criada pelo formato de arena. Assim, compartilharemos as respirações, expressões físicas e faciais de um mundo que queremos conservar à distância, mas que na verdade está muito perto de nós – o mundo do desrespeito, violência, tortura, seja ela mental ou física”, detalha o diretor Nello Marreze.


As apresentações são gratuitas e acontecem às 18h no piso L2, próximo ao Cinemark, sempre aos domingos. Em todos os dias de evento, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.