EXPOSIÇÕES DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO SÃO INSPIRAÇÃO PARA O PROGRAMA EDUCATIVO DE DEZEMBRO

Programação inclui oficinas, visitas mediadas, acessibilidade e atividades infantis

Inspirado nas exposições em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, o Programa Educativo Gente Arteira convida o público para as atividades especiais de dezembro, destinadas a pessoas de todas as idades. Nos dias 4 e 5 (terça e quarta) e 6 e 7, das 17h às 20h, duas turmas terão a oportunidade de experimentar a arte de Jorge Fonseca através da Oficina de Bordado, que explora as possibilidades do bordado enquanto técnica e criação. Serão ensinados pontos básicos para a criação de desenhos no suporte do bastidor.

Jorge Fonseca, maquinista de trem e marceneiro por mais de 15 anos, constrói em suas obras um novo significado a objetos do imaginário coletivo e aponta brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. A exposição “Labirinto de Amor” fica em cartaz até dia 23 de dezembro na CAIXA Cultural Rio.

No dia 8 (sábado), às 15h, os pequenos poderão brincar de investigação na atividade “Detetives da Arte”, uma aventura no universo de cores, formas e texturas, para desvendar toda força do amor através da arte de Jorge Fonseca. Já no dia 15 (sábado), às 15h, o pequena Gente Arteira levará crianças de 1 a 4 anos para embarcar em uma viagem pela exposição Labirinto de Amor, através das histórias dos personagens e das memórias interioranas contadas pelo artista.

A exposição “O Ordinário Rafael Sica”, com trabalhos do quadrinista e ilustrador gaúcho, exibida até dia 23 de dezembro, será o pano de fundo para a oficina de História em Quadrinhos, que será realizada durante três dias, de 11 a 13 de dezembro (terça a quinta). A proposta é explorar as técnicas do desenho e da arte sequencial e apresentar um panorama histórico ao público, instigando um olhar crítico para a linguagem gráfica.

Valorizando democratização da arte, a Oficina de Audiodescrição: acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual ,agendada para os dias 18 e 19, tem por objetivo sensibilizar sobre a importância de práticas educativas acessíveis às pessoas com deficiência visual nos espaços culturais. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que pessoas com deficiência visual possam assistir e compreender exposições de arte, filmes, programas de televisão, peças de teatro, eventos culturais, entre outros.

Atividades fixas:

O Gente Arteira também possui algumas atividades fixas. Aos sábados, das 14h às 18h, o Ateliê criativo parte das exposições em cartaz na CAIXA Cultural para desenvolver a criatividade do público por meio de uma série de práticas e experimentações voltadas a diversas faixas etárias.

Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais por meio de visitas mediadas ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos das 13h às 14h e das 17h às 18h.

Outras informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br e pelo telefone (21) 3980-4898.

Programação:

Oficina de Bordado

Datas: Turma 1: dias 4 e 5 de dezembro (terça a quarta – oficina continuada) / Turma 2:  dias 6 e 7 de dezembro (quinta e sexta- oficina continuada)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público-alvo: Estudantes e profissionais de artes, literaturas e áreas correlatas

 Detetives da Arte na exposição “Jorge Fonseca –  Labirinto de Amor”

Datas: 8 de dezembro (sábado)

Horário: 15h

Local: Oficina 1

Público-alvo: Crianças a partir de 5 anos

 

Oficina de Histórias em Quadrinhos

Datas: 11, 12 e 13 de dezembro (terça a quinta- feira- oficina continuada.)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público- alvo: profissionais e estudantes da área de artes, fotografia e público interessado na temática.

Pequena Gente Arteira na exposição “Jorge Fonseca –  Labirinto de Amor”

Datas: 15 de dezembro (sábado)

Horário: 15h

Local: Foyer e Galeria 2

Público-alvo: Crianças de 1 a 4 anos

Oficina de audiodescrição: Acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual.

Datas: 18 e 19 de dezembro (terça a quarta-feira – oficina continuada)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público- alvo: Para pessoas cegas e videntes. Profissionais e estudantes da área de educação, pedagogia, artes, comunicação, museologia e público interessado na temática.

Ações de galeria:

De terça a sexta-feira, de 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h

Serviço:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Entrada franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Classificação Indicativa: Consultar programação

Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

REFAVELA 

Patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, o espetáculo terá no repertório músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

Há 24 anos usando a dança como instrumento de inclusão social e de cidadania, a tradicional companhia “Dançando Para Não Dançar”, apresenta com a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura o espetáculo Refavela no dia 11 de dezembro, às 19h,  no Teatro João Caetano, no Centro do Rio. A entrada é gratuita. Desta vez, o repertório traz o balé clássico Danúbio Azul e o novo balé contemporâneo Refavela, com seis músicas do cantor Chico César e uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil. As coreografias são assinadas por Maria Gabriela Aguilar, Samara Mello, Paulo Rodrigues e Eduardo Masquette.  O grupo, formado por moradores de comunidades do Rio, como Mineira, Fallet, São Carlos, Maré, Cantagalo e Pavão/Pavãozinho, fará a já tradicional apresentação de fim de ano.

Neste momento em que a cidade do Rio de Janeiro pede socorro, a trágica história contada na apresentação é também um dos primeiros retratos da realidade do embrião que hoje conhecemos como os complexos de favelas. “Refavela” mostra a visão romântica do morro e sua realidade, tudo isso tendo como pano de fundo uma história de amor, que compara a vida nas favelas com o cenário festivo grego e a mitologia da Grécia Antiga, com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas.

“O carioca está perdendo a sua espontaneidade. Encurralado com medo das facas e das balas perdidas. Vamos com a dança dizer ‘não’ à violência e mostrar que os morros têm vez. O espetáculo fala um pouco das comunidades e mostra que lá existe muita coisa boa. Existe amor, existe arte. Nossos alunos sofrem com a rotina de violência em seus lares, o que os impossibilita muitas vezes de chegar às aulas”, afirma Thereza Aguilar, coordenadora do Dançando Para Não Dançar, que foi criado no Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo, em 1994, visando dar acesso às crianças e aos jovens de comunidades populares ao balé clássico.

A companhia de dança utiliza o perfil lúdico do balé como instrumento de inclusão social e de cidadania. Os principais alvos são a profissionalização de jovens, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressariam.  Além da escola de dança, no Centro do Rio (Rua Frei Caneca, 139), o projeto atua em oito comunidades das Zonas Sul e Norte do Rio (Rocinha, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Mangueira, Chapéu-Mangueira, Babilônia, Borel e São Carlos) e atende a cerca de 150 crianças e jovens.

O Dançando Para Não Dançar formou um grupo que se apresenta em todos os espetáculos e apresentações com o objetivo de dar aos jovens a chance de se aperfeiçoarem na vida profissional, no palco, e criar mecanismos para a geração de renda. Um dos desafios da companhia é proporcionar o encaminhamento profissional dos jovens entre 12 a 21 anos que cresceram e se profissionalizam dentro do projeto.

Exemplos deste trabalho bem feito de revelar talentos (leia mais abaixo) não faltam.  Há ex-integrantes do projeto que hoje atuam em companhias importantes pelo mundo e fizeram da dança profissão. Inclusive, o Dançando para Não Dançar conta com um convênio de intercâmbio com a Escola Staatilicher Balletschule Berlin (Escola Estatal de Berlim). “Nós normalmente não contratamos professoras. O que temos são ex-alunas que retornam ao Brasil e voltam pra dar aula aqui”, explica Thereza.

Parcerias – O projeto Dançando Para Não Dançar é patrocinado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro. Também conta com apoio de Governo do Estado do Rio de Janeiro, Vídeo Filme, UtiliCasa, Casa do Biscoito, Shopping Leblon, curso de inglês Brasas e Viva Rio.

Repertório

“Desejo e Necessidade” (Chico César) 5:40

“Enxerto Poético” (Chico César) 5:12

“Cálice” (Chico Buarque e Gilberto Gil) 4:17

Ora-Pro-Nobis

“Estado de Poesia”(Chico César) 5:15

“Palavra Mágica” (Chico César) 4:34

“Por que você não vem morar comigo” (Chico César) 4:00

“Mama África (Chico César)” 4:11

SERVIÇO – Apresentação única

Data: 11 de dezembro de 2018, às 19h

Local: Teatro João Caetano. Praça Tiradentes, s/nº, Centro

Entrada Gratuita

Classificação: Livre

Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada

“Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada no Teatro Laura Alvim com sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges

Montagem que marca a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral é considerada um dos melhores textos de Bortolotto.

“Uma Pilha de Pratos na Cozinha” nos faz refletir sobre a vida e o sentido de nossa existência, numa direção belíssima de Borges que soube com rara sensibilidade criar um espetáculo forte e de alta relevância artística, contando com um elenco que soube dar o peso certo para cada palavra criada milimétricamente por Mário Bortolotto.” Renato Melo

 Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.

 Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, a peça narra o drama de quatro amigos que encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento. Eles falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas.

Em cena, Júlio, um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel, um amigo sanguessuga fracassado; Breno, o síndico do prédio e Cristina, ex-namorada de Júlio e doente terminal.

A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. Faz com que naturalmente o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.

Idealizada pelos atores Silvana D’Lacoc e Rodrigo Rosado, “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” homenageia o grupo de teatro paulistano Cemitério de Automóveis criado pelo dramaturgo, ator, diretor e músico Mário Bortolotto e marca a  primeira direção teatral do ator Alexandre Borges, que integrou o grupo de teatro Boi voador, de Ulysses Cruz. Nesta temporada há apoio Cultural do restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita.

A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.

– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a equipe achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.

SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora sobre o submundo de São Paulo, falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges.

 Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2jRlRMxyMEU

 Serviço:

Uma Pilha de Pratos na Cozinha

Horários: Terças e quartas-feiras, às 19h

Temporada: 4 e 5 de novembro, 19h

Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim)

Lotação: 53 lugares

Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2332-2016

Preços: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia entrada)

Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/

Classificação: 16 anos

Duração: 55 minutos

Gênero: Drama

Funcionamento da bilheteria/teatro:

Terça a sexta – 16h às 21h

Sábado – 15h às 21h

Domingo – 15h às 20h

 

 Ficha Técnica:

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Rodrigo Rosado, Silvana D’lacoc, Akin Garragar e Lozano Raia

Iluminação: Aurélio di Simoni

Cenografia e figurino: Daniele Geammal

Programação Visual: Thiago Ristow

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias 

Produção Executiva: Silvana D’Lacoc

Produção e Captação de Recursos: Eduardo Malheiros

Idealização e Produção: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc

Apoio Cultural: Restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita

“POR ELAS” REESTREIA NA CAIXA Cultural RJ
  
     Espetáculo teatral sobre violência contra a mulher e feminicídio vai integrar a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo                                                                              pelo fim da violência contra as mulheres”

Uma mulher é lançada do quarto andar pelo namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Outra leva um tiro do marido por não largar o emprego. Uma terceira, que jurava ter se casado com príncipe encantado, é espancada por ele. A namorada do dono do morro é mantida por ele em cárcere privado. Histórias reais e impactantes, dores sem cor e classe social, compõem o texto do espetáculo “Por Elas”, que, após o sucesso da primeira temporada em agosto, volta à cena carioca, desta vez no Teatro de Arena da CAIXA Cultural RJ,

entre 5 e 20 de dezembro, de terça a domingo. Em paralelo ao espetáculo, nos dias 12 e 13 de

dezembro, serão realizados debates com profissionais que trabalham com a causa. A programação está em consonância com a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e pelo poder público no enfrentamento à violência de gênero. Mundialmente, a campanha se iniciará em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos

Direitos Humanos, passando por 6 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e

estimular o debate sobre os direitos humanos e a equidade de gênero, cooperando para a

prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade. Originada

de retalhos de histórias reais, a dramaturgia de “Por Elas”, dirigida por Sílvia Monte, com texto

de sua autoria em parceria com o advogado e dramaturgo Ricardo Leite Lopes, passeia pelo

épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens

femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada

pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas

dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre

mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.

“A questão da violência contra a mulher é um tema que não pode deixar de ser

pensado na arena da dramaturgia brasileira. O teatro, ao representar os conflitos e as

ambiguidades do humano, acolhe e aproxima – de forma menos cruel – as pessoas da realidade.

O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o

fenômeno da violência de gênero. Precisamos pensar sobre essa questão, e o teatro é um lugar

ideal para atingir mentes e corações”, defende Sílvia Monte, diretora do espetáculo e

idealizadora do projeto.

O elenco é formado por Adriana Seiffert, Ana Flávia, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas e Lucas Gouvêa.

“Por Elas”, desde as suas primeiras apresentações, ainda sob a forma de leitura

dramatizada, e com a realização da primeira temporada do espetáculo, reuniu um público em

 torno de 2300 pessoas. Na recente temporada, realizada em agosto na Sala Multiuso do CCMJ –

Centro Cultural do Poder Judiciário e Museu da Justiça, o espetáculo foi visto por um público

diversificado de 1.100 pessoas em 20 sessões, provocando reflexão e levando diversas

mulheres a procurarem as atrizes e a diretora para falar de casos de violência doméstica que

vêm sofrendo, como assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica,

agressões por parceiros ou familiares e perseguição.

Os estudos e pesquisas para a elaboração da peça partiram de fontes diversas:

processos judiciais, teses, artigos, estatísticas, notícias veiculadas nas mídias. Em paralelo a isso,

foram realizados encontros com profissionais do direito e da saúde que trabalham com

mulheres vítimas de violência doméstica, e a escuta de relatos de pessoas conhecidas, colegas,

amigas e familiares.

Marcada pela simplicidade de elementos, a cena proposta por Sílvia Monte está

disposta em arena e ambientada apenas por bancos. As relações que se formam entre épico e

dramático, passado e presente, homem e mulher, indivíduo e grupo, elenco e público, são

demarcadas basicamente pelo desenho de cena, interpretação, luz e trilha. A cena é conduzida

pelos dois vetores que sustentam a dramaturgia: de um lado, os relatos, permeados de

violência; e do outro, a relação ambígua que se estabelece no grupo de mulheres, unidas na dor

e na vergonha de serem maltratadas pelos seus parceiros.

A ficha artística é composta por mulheres: Luci Vilanova assina o figurino que dialoga

com a economia de elementos, equaliza o grupo de mulheres e ao mesmo tempo individualiza

cada uma delas nos pequenos detalhes da indumentária; Ana Luzia de Simoni é responsável

pela iluminação que uniformiza, compartimenta e dramatiza a cena; Maíra Freitas cria a trilha

com músicas originais inspiradas a partir de elementos sonoros das histórias dos personagens.

ELENCO

Adriana Seiffert / Elisa Pinheiro [DANIELA]

Ana Flávia [ÂNGELA]

Deborah Rocha [MÔNICA]

Gisela de Castro [SANDRA]

Letícia Vianna [MARIANA]

Renata Guida [IEDA]

Rosana Prazeres [JOSILENE]

João Lucas / Lucas Gouvêa [HOMEM]

Laura Nielsen [Stand in]

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Sílvia Monte [Texto e Direção]

Ricardo Leite Lopes [Texto]

Luci Vilanova [Figurino]

Ana Luzia de Simoni [Iluminação]

Maíra Freitas [Trilha Sonora Original]

Anderson Cunha [Diretor Assistente]

 Monique Rosas [Assistente de Figurino]

Cris Ferreira [Operação de Luz]

Ananda Amenta [Operação de Som]

Nena Braga [Identidade Visual]

Marcelo Carnaval [Fotografia]

Sheila Gomes / Sara Paixão [Assessoria de Imprensa]

Ana Righi e Aline Miranda [Redes Sociais]

PRODUÇÃO

Grace Rial e Ramon Roque [Produção Executiva]

Juliana Gonçalves [Assistente de Produção]

Natália Thiago [Agendamento de Grupos]

OURO VERDE PRODUÇÕES

Direção de Produção [Anacris Monteiro]

Marcos Monteiro [Assistente de Produção]

IDEALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL

Sílvia Monte

APOIO CULTURAL

Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro

Centro Cultural do Poder Judiciário – Museu da Justiça

CAIXA Cultural RJ

SERVIÇO

TEATRO

POR ELAS, de Sílvia Monte, texto e direção, Ricardo Leite Lopes, texto. Um grupo de mulheres

desconhecidas entre si que, em comum, têm a violência na sua vida amorosa, está reunido para

falar sobre suas histórias. Conforme os relatos vão acontecendo, os conflitos, preconceitos, a

dor e a própria violência surgem no grupo. Com Adriana Seiffert, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,

Flavia Botelho, Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas,

Lucas Gouvêa. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 80 min. De 5 a 20 de dezembro, de

terça-feira a domingo, às 19h. Ingressos: R$15,00 (meia) e R$30,00 (inteira), CAIXA Cultural RJ 

Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca), lotação:

226 lugares (mais 4 cadeirantes); bilheteria, de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.

POR ELAS – AGENDAMENTO DE GRUPOS

TEMPORADA CAIXA Cultural RJ

Natália Thiago

(21) 99257-0168

porelasagendamentos@gmail.com

DEBATES

“POR ELAS e COM ELAS – No enfrentamento à violência de gênero”.

12/12, quarta-feira

TEMA: “Violência contra as mulheres, ciclo da violência e feminicídio”

Ministrantes: 

Claudia Moraes *, Major da Polícia Militar PMERJ. Mestra em Ciências Sociais UERJ . Pós-

graduada em Gênero e Direito na EMERJ. Desde 2012 é Coordenadora dos Conselhos

Comunitários de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro e subcoordenadora de

Cmunicação Social da PMERJ.

Flavia Vastano *, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Estado do Rio

de Janeiro e analista no Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

* Autoras do Dossiê Mulher 2018, Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

13/12, quinta-feira

TEMA: “Mulheres – Equidade de gêneros, direitos humanos e cidadania”

Ministrantes: Jacqueline Pitanguy, socióloga e cientista política, fundadora e diretora executiva

da ONG CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação; Presidente do Conselho Diretor do

WLP, Women Learning Partnership for Rights, Development and Peace.

Schuma Schumaher, pedagoga e ativista feminista, Coordenadora Executiva da ONG REDEH –

Rede de Desenvolvimento Humano e integrante da Articulação de Mulheres Brasileiras.

Das 17h às 18h30, classificação indicativa: 14 anos; GRÁTIS, com distribuição de senhas uma

hora antes. CAIXA Cultural RJ – Cinema, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT:

Estação Carioca) Lotação: 80. Entrada franca com distribuição de senhas 1h antes.

O drama “Joio”, da Cia. Cerne, reestreia no Teatro Café Pequeno, de 4 Até 19 de dezembro

Montagem discute dependência química e violência feminina na adolescência.

O Teatro Municipal Café Pequeno recebe o espetáculo “Joio”, segunda montagem da Cia. Cerne, em curta temporada que se inicia dia 4 de dezembro. O texto, escrito e dirigido por Vinicius Baião, conta a história de Jéssica, uma jovem que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. O espetáculo fica em cartaz até dia 19 de dezembro, às terças e quartas-feiras, 20h.

JOIO _ Foto Stephany Lopez

O drama “Joio” nasceu de um estudo feito pela companhia sobre a temática da traição e de uma pesquisa por personagens históricos, reais ou fictícios cujas vidas foram permeadas pelo assunto. Na história, Jéssica enfrenta verdadeiro dilema. Com o agravamento da dependência química de sua mãe, a jovem precisa proteger suas irmãs e ainda se proteger. Joio fala sobre essas tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas.

O espetáculo aborda temas como violência sexual, dependência química, conflitos familiares e dá nome a estes personagens anônimos, que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.

Ficha Técnica

Texto e Direção: Vinicius Baião

Supervisão: Inez Viana

Elenco: Gabriela Estolano, Higor Nery, Leandro Fazolla, Marcella Gobatti e Natalia Regia

Preparação Corporal: Marcio Paulo Vasconcellos

Cenografia: Leandro Fazolla

Figurino: Vinicius Andrade

Maquiagem: Higor Nery

Trilha Sonora e Sonoplastia: Cia. Cerne

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Operação de Som: Vinicius Baião

Produção Executiva: Stephany Lopez

Produção: Cia Cerne

Serviço:

Reestreia: 4 de dezembro

Temporada: 4 a 19 de dezembro

Horário: terças e quartas-feiras, 20h

Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia

Classificação: 14 anos

Duração: 55 minutos

Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480

Estacionamento: Não

Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h

ELIZETH, A DIVINA Elizeth Cardoso ganha homenagem em musical com Izabella Bicalho

Um resgate da memória de Elizeth Cardoso, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Essa é a missão do espetáculo “Elizeth, a Divina” que chega aos palcos do Teatro das Artes em 9 de novembro para uma curta temporada até 2 de dezembro, com apresentações sextas, às 17h, sábados, às 21h, e domingos, às 19h30. Inspirado no livro biográfico da artista “Elizeth Cardoso, uma Vida”, escrito por Sergio Cabral, o espetáculo apresenta momentos marcantes da vida de Elizeth Cardoso, os grandes encontros, as paixões, os shows memoráveis e sua força poética por meio da música, do humor e da elegância, marcas registradas da personalidade da artista.

ELIZETH, A DIVIDA_foto de Claudia Ribeiro

Com direção de Sueli Guerra e supervisão geral de João Fonseca, a atriz Izabella Bicalho, que também é responsável pela dramaturgia, vive Elizeth Cardoso e os cantores-atores Cilene GuedesJefferson Almeida e Dennis Pinheiro se rezevam entre diversos personagens. Junto com os músicos Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino(bateria e percussão), eles interpretam ao vivo canções memoráveis de compositores como Cartola, Lupicínio, Herivelto, Pixinguinha, Noel Rosa, Ary Barroso, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O cenário de Nello Marrese e o figurino de Reinaldo Elias trazem o glamour de que tanto Elizeth gostava e a atmosfera romântica de suas canções. A direção musical é de Tony Lucchesi e a produção é da Tema Eventos Culturais.

A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.

“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.

SERVIÇO

 “ELIZETH, A DIVINA”

Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea: Rua Marquês de São Vicente 52. Tel.: (21) 2540-6004

Temporada: de 9 de novembro a 02 de dezembro

Apresentações: sexta às 17h, sábado às 21h e domingo às 19h30.

Ingressos: R$ 70 (sexta e domingo) e R$ 80 (sábado).

Gênero: teatro musical. Duração: 100 min. Lotação: 421 lugares. Classificação indicativa: livre

 FICHA TÉCNICA

 Texto: Izabella Bicalho

Supervisão geral: Joao Fonseca

Direção: Sueli Guerra

Direção musical: Tony Lucchesi (premiado em 2018 pelo musical “Bibi, uma vida em musical”)

Elenco: Izabella Bicalho, Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro

Músicos: Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão)

Cenário: Nello Marrese

Figurinos: Reinaldo Elias

Produção: Tema Eventos Culturais

REPERTÓRIO MUSICAL DO ESPETÁCULO (em ordem alfabética)

Apelo (Vinicius de Moraes e Baden Powell)

As Praias Desertas (Tom Jobim)

Barracão de Zinco (Luiz Antonio e Oldemar Magalhães)

Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho)

Canção da Volta (Antonio Maria e Ismael Neto)

Canção de Amor (Elano de Paula e Chocolate)

Chega de saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim)

Carinhoso (Pixinguinha)

Chão de Estrelas (Orestes Barbosa e Silvio Caldas)

É Luxo Só (Ary Barroso)

Feitiço da Vila (Noel Rosa)

Isso Aqui É o Que É (Ary Barroso)

Jamais (Jacob do Bandolim)

Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)

Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria)

Meiga Presença (Otavio de Moraes e Paulo Valdez)

Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)

Naquela Mesa (Sergio Bittencourt)

Nossos Momentos (Luiz Reis e Haroldo Barbosa)

Olhos Verdes (Vicente Paiva)

Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes)

Todo Sentimento (Chico Buarque e Cristovão Bastos)

Encruzilhada Feminina estreia na Câmara Municipal do Rio nesta quinta, 29
Com a proposta de manter “vozes” ativas, o espetáculo “Encruzilhada Feminina” realizará sua primeira apresentação na próxima quinta, 29 de Novembro  a partir das 18:30h na Câmara Municipal do Rio de Janeiro com entrada franca. O projeto político de arte cênica visa evidenciar o que a mulher negra tem sofrido com o racismo na sociedade brasileira em diferentes esferas sociais.
O espetáculo será encenado pela atriz Rachel Barros que percorre os sete atos propostos em cena mostrando para a plateia diferentes situações que a mulher negra vive em seu cotidiano. Em cada apresentação será realizado um bate-papo com a plateia. O texto é de Cynthia Rachel Esperança com direção de Helyane Silsan.
“A ideia do espetáculo nasceu da necessidade de visibilizar as diversas formas de violência que mulheres negras sofrem no cotidiano. Sabemos que ser mulher em uma sociedade ‘patriarcal’ é difícil, mas considerando também a dimensão étnico-racial da população brasileira e o racismo persistente, resistir nesta mesma sociedade enquanto mulher negra tem sido um processo árduo, que demanda saber lidar com uma série de violações de direitos”, revela Cynthia Rachel.

Encruzilhada Feminina traça diferentes momentos, diversas mulheres e os caminhos percorridos nas encruzilhadas sociais. Não silenciar as formas de violências que invisibilizam a trajetória das mulheres negras e utilizar o teatro como ferramenta que contribua para a comunicação e reflexão crítica sobre o tema do racismo e violências cometidas contra mulheres negras.

PEÇA CENSURADA DE PLÍNIO MARCOS GANHA NOVA MONTAGEM

 

 Espetáculo terá três datas extras, de 7 a 9 de dezembro, no Teatro Gláucio Gill, espaço da Secretaria de Cultura de Estado, FUNARJ

Escrita há quase 50 anos, no ápice da repressão e da censura pela ditadura militar no Brasil, a peça O Abajur Lilás, de Plínio Marcos (1935-1999), ganha nova montagem, idealizada pelas atrizesAnna Paula BorgesChris Melloe por Hugo Ayres. Com estreia no dia 14 de novembro, no Teatro Gláucio Gill, o espetáculo, que cumpre curta temporada até 29 de novembro, sempre às quartas e quintas, terá mais três datas em dezembro, no fim de semana de 7 a 9/12. Com patrocínio obtido por meio da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura- Ministério da Cultura, e apoio da FUNARJ, o projeto tem realização de Filomena Mancuzo.

Com uma linguagem naturalista e visceral, a peça teatral, que só foi liberada pela Censura uma década depois de ter sido escrita, retrata a amarga realidade de personagens marginalizadas e apresenta um universo de violência e opressão onde prostitutas são submetidas aos abusos de um inescrupuloso dono do prostíbulo e seu violento capataz. Um ambiente onde os jogos de poder e os conflitos de interesses podem reduzir o valor da vida a menos que um abajur lilás.

OAbajur lilás  é um texto de resistência e não poderia haver momento mais propício para montá-lo. É uma linguagem sem muitos rodeios, fria, porém poética. Os ideais dos personagens e a maneira como vivem são transparentes como a vida: cruel, gananciosa e frágil”, define Anna Paula Borges.Montar Plínio Marcos é ratificar que somos seres humanos, independentemente de credo ou cor. Os desejos, as palavras e os pensamentos atravessam os personagens e imitam a vida. Ou a vida imita a arte? Salve Plínio!”, completa Chris Mello.

A montagem dirigida por Nello Marreze propõe uma aproximação entre o público e a linguagem de Plínio Marcos, transformando o espectador em um elemento ativo dentro do espetáculo ao romper a divisão entre público e cena. Em uma linguagem atual, que retrata o ‘submundo’ da sociedade brasileira, a encenação busca aprofundar a relação do espectador com este universo, um mundo no qual cada palavra, cada ação, pode ser fatal. Personagens comuns do povo brasileiro, em um ambiente onde a vida parece não ter valor algum.

“Com a proximidade, o público é convidado a entrar em contato com o universo de um quarto de prostíbulo, onde as minorias se digladiam, não se respeitam nem se protegem.

A ideia é vivenciar o submundo sem o distanciamento do palco italiano e, desta forma, ‘desnudar’ os personagens pela proximidade criada pelo formato de arena. Assim, compartilharemos as respirações, expressões físicas e faciais de um mundo que queremos conservar à distância, mas que na verdade está muito perto de nós – o mundo do desrespeito, violência, tortura, seja ela mental ou física”, detalha o diretor Nello Marreze.

Ficha Técnica:

O Abajur lilás

Autor: Plinio Marcos

Encenação: Nello Marreze

Elenco: Anna Paula Borges, Chris Mello, Alexandre Pinheiro, Bruna Castelo Branco e Nil Neves

Direção de Movimento: Dhapine Madeira

Cenário e Figurino: Nello Marreze

Luz: Daniela Sanchez

Trilha Sonora: João Mello e Gabriel Reis

Designer Gráfico: Neto Dias

Fotos Divulgação: Claudia Ribeiro

Assistente de Direção: Hugo Ayres

Apoio de Produção: Fabiana Araujo

Assistente de Produção: Nil Neves

Apoio de Cenografia: Roberto da Rocha

Operador de Luz e Som: Genilson Barbosa

Produção e Realização: Filomena Mancuzo

Idealização: Anna Paula Borges, Chris Mello e Hugo Ayres

Com patrocínio através da Lei Federal Rouanet de Incentivo à Cultura– Ministério da Culturae apoio da Funarj.

 

Serviço:

Estreia: 14 de novembro

Temporada original:14 a 29 de novembro

DATAS EXTRAS: 7 (SEXTA), 8 (SÁBADO) E 9/12 (DOMINGO)

Horário: 20h

Local: Teatro Gláucio Gill – Espaço da Secretaria de Cultura de Estado – FUNARJ

Endereço: Praça Cardeal Arco Verde s/nº – Copacabana 

Tel: 2332.7904 

Lotação: 50 lugares

Duração: 70min

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Vendas online: Ingresso Rápido

Classificação etária: 16 anos

Cantores Carla Rizzi e Fernando Portari no Teatro Cesgranrio

Os Cantores CARLA RIZZI & FERNANDO PORTARI Apresentam o novo Show

“MY ROMANCE“ No Teatro CESGRANRIO Nos dias 10 e 17 de Dezembro/2018

Carla Rizzi e Fernando Portari

Os cantores Carla Rizzi e Fernando Portari apresentam  o novo show “MY ROMANCE” onde cantam grandes sucessos da música romântica.

O casal oferece ao público um repertório eclético de standards americanos, boleros, Música brasileira, pop  e ópera  em um formato muito envolvente.

Acompanhados pela banda Blue Moon sob a direção do maestro Evandro Rodriguese, Carla e Fernando interpretam grandes sucessos como “Besame Mucho”, “Moonlight Serenade”, “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Moonlight Serenade”, “As Time Goes By”, “Unforgettable”, “Night and Day”, “Love is All”, “Amor, I Love You”, “Anos Dourados”, “Como é Grande o meu Amor por Você”,  “É o amor” entre muitos outros…

Show pra gente de muito bom gosto !

Show musical MY ROMANCE

Com os cantores Carla Rizzi e Fernando Portari

Direção musical, arranjos, piano e teclados: maestro Evandro Rodriguese

Baixo: Jorge Mathias

Bateria: Anderson Clayton

Teatro CESGRANRIO

Rua Santa Alexandrina 1011 – Rio Comprido – Tel. 21-2103-9682

Dias 10 e 17 de Dezembro/2018

Segundas Feiras 20h

Preço dos Ingressos: R$ 40,00

Mundinho Kids no Shopping Metropolitano Barra

Novembro traz muita alegria já no clima do Natal

O Mundinho Kids preparou uma programação especial para as crianças que visitarem o Shopping Metropolitano Barra em novembro. Neste mês, o público poderá aproveitar apresentações Natalinas de clássicos como A Bela e a Fera, O Quebra-Nozes e A Bela Adormecida.

As apresentações são gratuitas e acontecem às 18h no piso L2, próximo ao Cinemark, sempre aos domingos. Em todos os dias de evento, o macaquinho Nico, mascote do shopping, faz uma visita no local para fotos com as crianças.

18/11 – O Natal Encantado da Bela Adormecida (Teatro)

Depois de um feitiço cruel lançado pela vingativa Malévola, a bela princesa Aurora está fadada a cair num sono profundo no dia do Natal, bastando apenas espetar o dedo. Mas, com a ajuda do príncipe Felipe e três fadas bondosas, Aurora poderá ficar livre deste mal para sempre.

25/11 – O Natal da Bela e a Fera (Teatro)

Vivendo em um castelo mal-assombrado com objetos falantes, um monstro muito feio detestava as celebrações de Natal. A história muda quando a jovem Bela, cheia de vida e sonhos, vai para o castelo e quebra o feitiço que tornava o local medonho e sombrio.

SERVIÇO:

Mundinho Kids – Shopping Metropolitano Barra

Dias 04, 11, 18 e 25 de novembro

Horário: 18h

Local: piso L2 – Segundo piso (próximo ao Cinemark)

Duração: aproximadamente 50 minutos

Evento gratuito

Mais informações: http://www.shoppingmetropolitanobarra.com.br/acontece/
Endereço: Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1.300 – Centro Metropolitano – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

O Shopping Metropolitano Barra foi inaugurado em dezembro de 2013 no Centro Metropolitano. O empreendimento é administrado pela CCP (Cyrela Commercial Properties) e tem fluxo médio mensal de 650 mil pessoas. Com 200 lojas, o shopping reúne marcas renomadas, voltadas aos mais diferentes públicos: Zara, Zara Home, Centauro, Riachuelo, Renner, Alô Bebê, Lojas Americanas, Casas Bahia, Kalunga, Ri Happy, Camicado, academia Bio Ritmo e os restaurantes Outback, Balada Mix, Delírio Tropical e Benkei Asiático. Além desses, há diversas satélites conceituadas, como Vivara, Mr. Cat, Maria Filó, Cantão, Enjoy, Arezzo, Via Mia, Dress To, L’Occitane En Provence, Alphabeto, BB Básico, Clube Melissa, Havaianas, Imaginarium,   L’Occitane Au Brèsil, Hering e Hering Kids, Hope, Outer, Armadillo, Wollner, Puket, Usaflex, Borelli, Carmen Steffens, O Boticário, CVC entre outras.

Sobre a CCP Shoppings

A CCP (Cyrela Commercial Properties S.A) é uma das principais empresas de desenvolvimento, aquisição, locação, venda e administração de imóveis comerciais do Brasil. Atualmente, tem em seu portfólio de shoppings oito empreendimentos no país, localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pará. Somados, abrigam mais de 1,5 mil varejistas em ABL (Área Bruta Locável) total superior a 289 mil m², dados que colocam a CCP entre as maiores administradoras de shoppings do Brasil. Desenvolvidos dentro dos mais avançados padrões construtivos, esses empreendimentos se destacam pela arquitetura moderna e funcional, localização privilegiada, potencial de retorno e permanentes práticas de sustentabilidade relacionadas à segurança, saúde e meio ambiente.