Estreia de BELCHIOR O Musical no Teatro João Caetano

BELCHIOR ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÂO MORRO – O MUSICAL – Fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano dia 05 de abril/2019 para temporada popular até o dia 28/04/2019.

O espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”,  que marcará os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade,  fará sua estreia nacional no Teatro João Caetano (RJ), em abril/2019, com apresentações sexta-feira e sábado às 19h e domingo às 18h, do dia 05/04 ao dia 28/04, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes. Como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará, e já no início da década de 70 veio para o eixo Rio-São Paulo tentar emplacar suas canções em festivais de música.

Seu sucesso inicial aconteceu quando a cantora Elis Regina interpretou duas de suas músicas no espetáculo Falso Brilhante: ‘Velha Roupa Colorida’ e ‘Como Nossos Pais’.

 

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Seus últimos dez anos de vida foram de quase total silêncio, com raras notícias, entrevistas ou shows. Diante de tal isolamento, seu nome acabou saindo dos grandes holofotes, porém neste momento político do país, sua voz se faz necessária, afinal… “amar e mudar as coisas interessa mais.”

O espetáculo conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o Cidadão Comum, interpretado pelo ator Bruno Suzano. Ele representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas interpretadas por uma banda formada pelos músicos Cacá Franklin (percussão), Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

A produção geral, assessoria de imprensa e marketing são comandadas por João Luiz Azevedo em mais uma realização de sua produtora Boca Fechada Promoções e Produções Artísticas e Culturais.

FICHA TÉCNICA:

“BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”

Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE

 Direção: PEDRO CADORE |  Elenco: BRUNO SUZANO e PABLO PALEOLOGO

Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),

 Direção Musical: PEDRO NÊGO | Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS

Iluminação: RODRIGO BELAY | Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.

Local: Teatro João Caetano

Praça Tiradentes – tel. 2332-9257

Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933

De 05 à 28 de abril de 2019.

sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.

Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.

Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)

Pontos de Venda de Ingressos:

Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.

MOACYR FRANCO Cantando seus sucessos de carreira em única apresentação

O cantor, ator, escritor, humorista e diretor Moacyr Franco, dividindo o tempo entre a TV, cinema e shows, aproveita para comemorar junto a nova fase de sua vida. Atual, clássico, surpreendente, um artista multimídia. Assim é Moacyr Franco.

Neste show ele leva toda sua versatilidade para os fãs que o acompanham durante seus mais de 60 anos de carreira, em duas horas de apresentação, com mais de 20 canções que embalaram e emocionam várias gerações. O cantor relembra histórias e lembranças de momentos inesquecíveis dividindo com experiência e sonhos, tornando o público seu principal cúmplice.

O humorista brinca, diverte-se e diverte a todos, com suas piadas e críticas bem humoradas, em momentos de total descontração. Já o diretor comanda tudo com maestria fazendo com que participem deste grande espetáculo com muita intensidade. O showman deixa todos com um gostinho de quero mais. Afinal, inovar é a marca registrada de Moacyr Franco.

O artista mostra seus grandes, atuais e sempre sucessos, como: “Doce Amargura”, “Coração sem Juízo”, “Querida”, “Milagre da Flecha”, “Balada das Mãos”, “Distante dos Olhos”, “Cartas na Mesa”, “Suave é a Noite”, “Balada nº 7”, “Eu Te Darei Bem Mais”, Ainda Ontem Chorei de Saudade” e “Seu Amor Ainda é Tudo” (gravadas por várias duplas sertanejas entre elas João Mineiro & Marciano e Bruno & Marrone), e o hit que trouxe Moacyr Franco para perto do público Jovem, “Tudo Vira Bosta” (sucesso na voz de Rita Lee).

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Data: 23 de março (Sábado) Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 50,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes) R$ 35,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo.

Ha Ha Ha – Festival de Humor -Reestreia 5 de abril – 20h – Teatro Candido Mendes – Ipanema

O Ha Ha Ha – Festival de Humor chega à terceira temporada com grandes nomes do humor nacional. Idealizado pelo humorista e roteirista Matheus MAD, em parceria com a Ambulare Produções, as sessões acontecem as sextas, sábados e domingos de abril, sempre às 20h, no palco do Teatro Candido Mendes, Ipanema.

Na reestreia, dia 5 de abril, sexta-feira, o humorista Marcelo Smigol, que está comemorando 10 anos na comédia, apresenta o espetáculo Vem com Smigol. O show dirigido por Alexandre Régis recebe convidados diferentes a cada sexta.

Aos sábados e domingos, três humoristas diferentes se revezam no palco com o melhor do stand up comedy, sempre com convidados diferentes a cada show e um show diferente a cada dia. Nesta edição, o Festival recebe os humoristas Ed Gama, Kwesny, Paulinho Serra, Felipe Ruggeri, Rafael Castro, Daniel Lopes, Yas Fiorelo, Cézar Maracujá, Gustavo Ariel, Jeffinho Farias, Fred Mascarenhas, Raphel Ghanem, Gigante Léo, Raphael Caravalho, Claudio Torres Gonzaga, entre outros. E comandando a noite como mestre de cerimônias em todos os dias de festival, o humorista e idealizador do projeto Matheus MAD.

Serviço:

Dia 5 de Abril – Sexta-feira – 20h |Marcelo Smigol – Show “Vem com Smigol”

Dia 6 de Abril – Sábado – 20h | Ed Gama | Kwesny | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 07 de abril – domingo – 20h | Paulinho Serra | Felipe Ruggeri |MC da Noite: Matheus MAD

Dia 13 de abril – sábado – 20h | Rafael Castro | Aarhon Pinheiro | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 14 de abril – Domingo – 20h | Daniel Lopes | Yas Fiorelo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 20 de abril – sábado – 20h | Cézar Maracujá | Gustavo Ariel | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 21 de abril – domingo – 20h | Jeffinho Farias | Fred Mascarenhas | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 27 de abril – sábado – 20h | Raphael Ghanem | Gigante Léo | MC da Noite: Matheus MAD

Dia 28 de abril – domingo – 20h | Raphael Carvalho | Claudio Torres Gonzaga | MC da Noite: Matheus MAD

Local: Teatro Candido Mendes – Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Datas: De 5 a 28 de Fevereiro – Sexta, Sábado e Domingo – Horário: 20h.

Preço: R$ 50,00 – (inteira) e R$ 25,00 – (meia) – Classificação: 14 anos – Duração: 80 min.

Matheus MAD é humorista, roteirista, produtor e estudante de publicidade. Em 2015, foi finalista do “Festival 10 anos Comédia em Pé”. Fez participações no stand up “Segura que eu quero ver”, do humorista Felipe Ruggeri, realizou participações nos shows “Comédia de Primeira” e “Sextas de Humor” com Felipe Ruggeri, Marcelo Smigol e convidados, participou de shows da cena paulistana no “Bevery Hills”. Foi campeão do concurso “Qual é sua graça”, promovido pela Rádio Globo. Além de ter feito participações nos programas “Alegria ao meio dia” e “Plantão de notícias”, ambos da Rádio Globo. Foi roteirista de diversos canais do youtube, como Canal Gil Brother, Marcelo Madureira, Canal Passaralho, etc. Escreveu o programa “Fim de Papo” que é exibido diariamente no canal de tv fechada Woohoo. Atualmente é também roteirista no filme “Operação Batom na Cueca” que está em pré produção e integrante do grupo de comédia “Os Caras”

Cézar Maracujá – Cezar Maracujá é ator, humorista, se apresentou em teatros e bares importantes da cena carioca, sendo um nome respeitado na comédia da baixada do Rio de Janeiro. Atualmente compõe o elenco do canal de humor do youtube “Parafernalha” com mais de 1 bilhão de visualizações.

Claudio Torres Gonzaga – Ator, diretor e cenógrafo de teatro diversas vezes premiado. É redator da Rede Globo, escreveu para: “Escolinha do Professor Raymundo”, “Malhação”, “Brava Gente”, “Sai de Baixo” e “Os Caras de Pau”. Claudio assinou a redação final dos humorísticos “Sob Nova Direção” e “Zorra Total”, “A Grande Família” e “Divertics”. Atualmente, Claudio assina o roteiro e direção (e também atua) na websérie “O Incrível Superônix”, no portal Gshow e do novo programa dominical “Tomara que Caia”.

Jeffinho Farias – Portador de deficiência visual faz parte do grupo “Esse Cego é Ducarvalho” e é ator integrante de “A Praça é Nossa”, do SBT, onde interpreta o simpático “Zé Olhinho”. Já participou do “Quem chega lá” no programa Domingão do Faustão da Globo e do Humor na Caneca no Progrma do Jô.

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz no Teatro PetroRio das Artes

O premiado espetáculo ‘Tebas Land’ volta ao cartaz nesta sexta, dia 22/03, no Teatro PetroRio das Artes, no Shopping da Gávea

Inspirada no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, a dramaturgia do uruguaio Sergio Blanco, com direção de Victor Garcia Peralta, acompanha os encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime.  A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni

 Depois de duas temporadas de sucesso, Tebas Land, do autor uruguaio Sergio Blanco, volta ao cartaz dia 22 de março, no Teatro PetroRio das Artes, para temporada até 28 de abril. Inspirado no mito do Édipo e na vida de São Martinho de Tours, santo europeu do século IV, o espetáculo tem como tema central um parricídio. A história, no entanto, não foca na reconstrução do crime e sim nos encontros entre um jovem parricida e um dramaturgo interessado em escrever a história desse crime. A peça venceu os prêmios Shell de Melhor Ator (Otto Jr.) e Botequim Cultural de Melhor Espetáculo, Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni). Também foi indicado ao Botequim Cultural de Melhor Ator (Otto Jr.) e Cesgranrio de Melhor Direção e Melhor Ator (Robson Torinni).

Dirigido por Victor Garcia Peralta, o espaço cênico de Tebas Land é simples e depurado: a quadra de basquete da prisão, onde acontece o encontro quase documental entre esses dois personagens, duas pessoas de mundos completamente distintos. Começa então uma peça dentro da peça, em que o jovem assassino e o ator que o interpreta são representados por Robson Torinni. O elenco também traz Otto Jr., no papel do dramaturgo. Com esse jogo de metalinguagem, a peça pode ser considerada uma tese sobre o fazer do teatro, em que o espetáculo surge de uma sedutora combinação entre razão e emoção dos personagens.

Tebas Land Foto billnog.biz

“O texto nos cativou pelos dois diferentes planos, razão e emoção, e pelo processo criativo imbuído neles, em que a dramaturgia é construída durante a ação da peça, oscilando, quase que paralelamente, entre a discussão do fato ocorrido e a construção do texto da peça que será baseada no crime”, conta Victor Garcia Peralta, diretor e Torinni, ambos idealizadores do projeto.

Com sensibilidade e inteligência, o autor uruguaio Sergio Blanco expõe temas de grande relevância: paternidade, falta de afeto, solidão, famílias disfuncionais e falência dos sistemas prisionais.  “Tebas Land conta a história de um encontro entre três mundos muito diferentes. No argumento, a única sobrevivência da espécie humana está na consciência do outro: eu existo na medida em que há outro antes de mim e, portanto, devo isso a ele. Além disso, a peça, ao abordar o parricídio, refere-se a uma questão que muito nos toca: as ligações com os pais. Nem todos podemos ser pais, mas todos somos filhos e, portanto, todos temos a experiência da descendência. E finalmente, é um trabalho que conta a dinâmica do que é a engenharia da construção de uma peça, como o texto está sendo escrito”, conta Sergio Blanco autor da obra, que recebeu cinco indicações ao Prêmio Max, na Espanha.

O espetáculo revisita ainda textos que abordam o tema, como Os Irmãos Karamazov, de Dostoievski, Um Parricida, de Maupassant, e Dostoievski e o Parricídio, de Freud.

Ficha Técnica

Autor: Sergio Blanco

Tradutor: Esteban Campanela

Direção: Victor Garcia Peralta

Atores: Otto Jr. e Robson Torinni

Cenógrafo: José Baltazar

Iluminador: Maneco Quinderé

Figurino: criação coletiva

Trilha sonora: Marcello H

Designer Gráfico: Alexandre Castro

Fotografia: Jr. Marins

Direção de produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela

Produção: Galharufa Produções Culturais

Produção Executiva: Lis Maia

Equipe de Produção: Alex Nunes e Ártemis

Realização: REG’S Produções Artísticas

Idealização: Robson Torinni e Victor Garcia Peralta

 Serviço Espetáculo “Tebas Land” | Direção: Victor Garcia Peralta

Elenco: Otto Jr e Robson Torinni | Teatro PetroRio das Artes – R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

De 22/03 a 28/04 – sextas e sábados às 21h ; domingos às 20h

Lotação: 421 lugares.

Classificação Etária: 16 anos

Valor do ingresso:  R$ 96 (inteira) e R$ 48 (meia).  Valor promocional para compra direto na bilheteria: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia).

Autor│Sergio Blanco – Diretor e dramaturgo teatral franco-uruguaio, Sergio Blanco viveu sua infância e adolescência em Montevidéu e atualmente reside em Paris. Depois de estudar filologia clássica, ele decidiu dedicar-se inteiramente à escrita e à direção de teatro. Suas peças foram premiadas em várias oportunidades com vários prêmios, entre eles, o Prêmio Dramático Nacional do Uruguai, o Prêmio Drama da Inauguração de Montevidéu, o Prêmio Nacional do Fundo de Teatro, o Prêmio Florêncio de Melhor Dançarino, Prêmio Internacional Casa de las Américas e Prêmios Best Text Theatre na Grécia. Em 2017, sua peça Tebas Land recebeu o prestigiado British Award Off West End em Londres. Seu trabalho entrou no repertório da Comédia Nacional do Uruguai em 2003 e 2007 com suas peças .45 ‘ e Kiev. Entre seus títulos mais conhecidos estão o Slaughter, .45 ‘, Kiev, Opus Sextum, diptiko (vol 1 e 2), Barbarie, Kassandra, Thebes Land, A ira de Narciso e quando você passa sobre meu túmulo. Várias de suas obras foram lançadas em seu país e no exterior, e a maioria foi traduzida em diferentes idiomas e foram publicadas em diferentes países.

Direção │Victor Garcia Peralta – Formado no Piccolo Teatro di Milano sob a direção de Giorgio Strehler. Trabalhou em Buenos Aires como ator e diretor em diversos espetáculos. No Brasil, dirigiu o sucesso de público Os homens são de Marte… E é para lá que eu vou! (com Mônica Martelli). Também foi responsável pela direção dos espetáculos Não sou feliz, mas tenho marido (com Zezé Polessa). Decadência (de Steven Berkoff, com Beth Goulart e Guilherme Leme), Tudo que eu queria dizer (de Martha Medeiros, com Ana Beatriz Nogueira) e Quem tem medo de Virginia Woolf? (de Edward Albee, com Zezé Polessa), A Sala Laranja: no Jardim de infância (Victoria Hladilo), O garoto da última fila (J. Mayorga). Na televisão dirigiu Alucinadas (Multishow), Gente lesa (GNT).

Ator │Robson Torinni – Participou de alguns trabalhos no cinema, teatro, teatro musical e televisão. Iniciou sua trajetória na Escola de Atores Globe-SP, passando pela Oficina de Atores da Rede Globo e Escola de Atores Wolf Maya. Se formou como Bacharel em teatro na Universidade Cândido Mendes e sua primeira produção foi A Sala Laranja: no Jardim de Infância.

Ator │Otto Jr – No teatro, cinema e na televisão o ator tem um extenso trabalho.  Participou de “Amor em Dois Atos” (2016,2017) de Pascal Rambert com direção de Luiz Felipe Reis o qual recebeu o premio APTR “melhor ator protagonista 2016″;”Labirinto” (2015,2016,2017) de Alexandre Costa e Patrick Pessoa com direção de Daniela Amorim. No cinema atuou em “Desterro” (em pós-produção) com direção de Maria Clara Escobar. Participou de “Malhação” e “Celebridade”, ambos da Rede Globo.

CINEFANTASY ABRE INSCRIÇÕES PARA A SUA 9ª EDIÇÃO E  CRIA O TROFÉU “JOSÉ MOJICA MARINS”

  CINEFANTASY – Festival Internacional de Cinema Fantástico presta homenagem ao maior ícone do cinema de horror do Brasil, José Mojica Marins, o Zé do Caixão, criando o TROFÉU JOSÉ MOJICA MARINS, que será entregue a partir desta edição aos vencedores das categorias do festival.

“Mojica é um ícone do cinema, aclamado mundialmente. O Cinefantasy reconhece que foi ele e sua obra que trouxeram à luz para o grande público o gênero fantástico. O Brasil deve valorizar artistas e criadores em vida. A homenagem é um brinde que faremos com ele”, celebra o curador do festival Eduardo Santana.

Trofeu Cinefantasy por Talitha Arruda

As inscrições para a  9ª edição do Cinefantasy estão abertas. Os interessados poderão enviar o material até 14 de maio, desde que a temática seja fantástica (horror, ficção científica ou fantasia), onde histórias tenham elementos sobrenaturais, que não são reais ou gerem dúvidas quanto a sua natureza, podendo ser da categoria ficção, animação ou documentário.

O festival se divide nas seguintes sessões competitivas:

–  MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato.

–  MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS – são filmes produzidos nos últimos 36 meses, com duração de até 15 minutos, inéditos em Festivais realizados no município de São Paulo, captados em qualquer formato, nas seguintes categorias:

  • Animação
  • Fantasia
  • Ficção Científica
  • Horror
  • Espanha Fantástica
  • Amador
  • Estudante

Mostra Mulheres Fantásticas, criada em 2018, que premiou curtas-metragens dirigidos por mulheres, continua na programação. A curadoria este ano é assinada por Mônica Trigo.

 “É fundamental fortalecer a presença de mulheres na direção de obras cinematográficas. Um festival de cinema é a vitrine de várias produções, ampliando o empoderamento e o alcance do olhar e das narrativas  femininas”, observa a curadora.

A novidade desta edição é a Mostra Fantástica Diversidade, para filmes fantásticos LGBTQ+, tendo como curador o diretor taiwanês Hsu Chien.

O Cinefantasy premiará a produção de curta-metragem brasileira com o Prêmio Especial Brasil Fantástico, oferecendo serviços de pós-produção para a próxima obra.

O regulamento completo está disponível no site – http://www.cinefantasy.com.br

Serviço:

Cinefantasy – Festival Internacional de Cinema Fantástico

De 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo.

INSCRIÇÕES ABERTAS – até 14/05

**festival acontece de 03 a 08 de setembro no MIS, em São Paulo

 ** Inscrições abertas até 14/05

‘Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças’ volta ao cartaz, no Teatro Clara Nunes,

O premiado espetáculo ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ fará nova temporada, no Teatro Clara Nunes, 

no Shopping da Gávea, a partir de 23 de março

Vencedora dos prêmios Brasil Musical 2018 e Musical Rio 2018 de Melhor Espetáculo Infantil e Botequim Cultural 2018 de Melhor Direção de Teatro Infantojuvenil,

a peça homenageia os baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, ícones do movimento tropicalista e da música mundial

Tropicalinha – Foto de Junior Mandriola

 Quarto espetáculo do premiado projeto ‘Grandes Músicos para Pequenos’, criado pela Entre Entretenimento, ‘Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças’ fará nova temporada, agora no Teatro Clara Nunes, no Shopping da Gávea, de 23 de março a 28 de abril. Com texto de Pedro Henrique Lopes, direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, o musical infantil, sucesso de púbico e crítica, foi vencedor dos prêmiosBrasil Musical 2018 e Musical Rio 2018 de Melhor Espetáculo Infantil e Botequim Cultural 2018 de melhor Direção em Teatro Infanto juvenil. Também está indicado a Melhor Figurino, Melhor Visagismo, Melhor Direção de Produção e Melhor Ator Coadjuvante (Hamilton Dias) no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2018. A peça faz uma grande homenagem aos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil, dois ícones do movimento tropicalista e da música mundial, em uma história que enaltece a amizade e desperta o sentimento de responsabilidade social.

O espetáculo conta a história do Reino de Pindorama, governado por uma rainha autoritária (Martina Blink), que toma o poder e baixa decretos proibindo a música e as cores no lugar. Dois amigos, Cae (Pedro Henrique Lopes) e Gil (Orlando Caldeira), se unem para trazer sons e cores de volta ao reino, em alusão ao movimento tropicalista. Também estão no elenco, Flora Menezes (Pobo), Hamilton Dias (Lindoneia) e Sergio Somene (Juca). O musical não é biográfico, mas é inspirado em momentos vividos por Caetano Veloso e Gilberto Gil na juventude.

  “Em Tropicalinha, mostramos como a amizade e parceria profissional entre dois músicos deu origem à criação de um movimento cultural que influenciou e influencia até hoje as mais diversas manifestações artísticas”, explica o autor Pedro Henrique Lopes, sócio da Entre Entretenimento ao lado de Diego Morais. “Dos espetáculos este é o que mais brinca com as possibilidades teatrais. No sentido de conseguir subverter o enredo em tramas lúdicas, personagens mais fantásticos, exagerados, tudo no tom descontraído, fazendo um paralelo com algumas manifestações artísticas do período da Tropicália”, observa Diego, lembrando que o disco ‘Tropicalia ou Panis et Circencis’, lançado em 1968 como um manifesto musical do movimento, completa cinco décadas este ano.

No repertório, estão 43 músicas (completas e/ou trechos) compostas por eles individualmente ou em parceria, entre elas TropicáliaForça estranhaAlegria, alegriaVamos fugirAndar com féDivino MaravilhosoExpresso 2222 Você é linda.

 “A partir de uma história divertida que se passa num reino fictício, falamos de como é importante o compromisso com a comunidade e da nossa participação na luta pelos direitos de um povo”, acrescenta o diretor. “O repertório é bem vasto porque os dois artistas compuseram, cada um, mais de 600 músicas, e quisemos reunir músicas das mais diversas fases da carreira dos dois”, completa.

Grandes Músicos para Pequenos

Tropicalinha – Caetano e Gil para crianças é o quarto espetáculo do projeto “Grandes Músicos para Pequenos”, que nasceu em 2013 com o musicalLuiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças. Depois,  vieram O Menino das Marchinhas – Braguinha para Crianças, que estreou em 2016 e foi premiado em três categorias pelo CBTIJ –  Melhor Atriz em Papel Coadjuvante (Martina Blink), Direção de Produção (Entre Entretenimento) e Prêmio Especial pela qualidade do projeto (Diego Morais e Pedro Henrique Lopes) – e Bituca – Milton Nascimento para crianças, de 2017, vencedor do Prêmio CBTIJ de Melhor Ator (Udylê Procópio) e de quatro estatuetas no Prêmio Botequim Cultural: Melhor espetáculo infanto-juvenil, Melhor Direção (Diego Morais), Melhor Roteiro (Pedro Henrique Lopes) e Melhor Atriz Coadjuvante (Aline Carrocino). As três peças juntas já foram vistas por mais de 150 mil espectadores. O objetivo do Grandes Músicos para Pequenos é apresentar a vida e a obra de importantes compositores para as novas gerações e promover o resgate da cultura brasileira através de espetáculos que envolvam toda a família em experiências inesquecíveis.

“A ideia é trazer o legado de uma cultura quase esquecida para as novas gerações, com um conteúdo atraente para as famílias”, descreve Pedro Henrique Lopes, autor das peças do projeto. “Queremos criar experiências de entretenimento inesquecíveis e marcantes, onde o espectador participe de forma ativa”, explica o diretor Diego Morais.

 Entre Entretenimento

A Entre é uma empresa de produção cultural e inovação em entretenimento fundada pelo diretor Diego Morais e pelo ator e dramaturgo Pedro Henrique Lopes. O objetivo da dupla é valorizar a cultura do nosso país através da criação e da viabilização de projetos inéditos e de alta qualidade artística que dialoguem com a história e as manifestações culturais do Brasil. Emoção, cultura, educação, história e momentos de extrema diversão estão na pauta dos projetos da empresa, assim como a criação de soluções culturais memoráveis para marcas, companhias e consumidores através de: comprometimento artístico-cultural; inovações em marketing; soluções transmidiáticas e envolvimento social.

TIJOLINHO:

Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças. Musical infantil. De Pedro Henrique Lopes. Dir. Diego Morais. Dir. Musical Guilherme Borges. Com Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Sergio Somene, Flora Menezes e Hamilton Dias. Dois amigos se unem para destronar uma rainha autoritária que proibiu a música no reino onde vivem. (60 min) Teatro Clara Nunes. Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ. Tel.: (21) 2274-9696. Sáb. e Dom., às 16h. R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia). Livre. Capacidade: 743 lugares. De 23/03 a 28/04.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Diego Morais

Direção Musical: Guilherme Borges

Texto: Pedro Henrique Lopes

Elenco: Pedro Henrique Lopes, Orlando Caldeira, Martina Blink, Sergio Somene, Flora Menezes e Hamilton Dias.

Cenário e figurinos: Clívia Cohen

Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani

Visagismo: Vitor Martinez

Produção e realização: Entre Entretenimento

SERVIÇO:

 Tropicalinha – Caetano e Gil para Crianças

Temporada: De 23 de março a 28 de abril

Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea) – Rua Marques de São Vicente, 52 – 3º andar – Gávea – Rio de Janeiro – RJ.

Telefone: (21) 2274-9696 | Dias e horários: Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 70 e R$ 35 (meia-entrada) | Lotação: 743 pessoas

Duração: 60 minutos | Classificação: Livre

Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, de 13h às 21h.

Mais sobre o espetáculo e o projeto em: www.grandesmusicosparapequenos.com.br

Companhia Alvorada leva o ritmo do samba a obras do dramaturgo Anton Tchekhov em “Vidas Medíocres ou Almas Líricas”

Em sua segunda montagem, Companhia Alvorada reúne obras do dramaturgo Anton Tchekhov em “Vidas Medíocres ou Almas Líricas”

Com estreia em 6 de abril na capital paulista, a peça mescla fragmentos de quatro textos do autor russo, alinhavados entre si com a genialidade poética do samba.

O que pode ser assim tão divertido? Acho que vocês deviam rir de si mesmos, de suas miseráveis vidas, ao invés de tanta conversa fiada.” – trecho de um dos contos de Anton Tchekhov “…não sou eu quem me navega, quem me navega é o mar” – Paulinho da Viola

Com temporada no Teatro Pequeno Ato de 6 de abril a 26 de maio, a Companhia Alvorada, que brindou o público em 2018 com o espetáculo “É Samba na Veia, é Candeia” – sucesso de público e crítica – prepara-se para voltar aos palcos com uma nova montagem. Com a peça “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” o grupo apresentará uma mescla de cenas de quatro textos principais do dramaturgo russo Anton Tcheckhov, além de trechos de cartas e contos do autor.

Foto: Gal Oppido

Para o diretor da companhia, Leonardo Karasek, a escolha por Tcheckhov se dá por reconhecer em sua obra questões universais e contemporâneas, que, embora escritas originalmente há cerca de 120 anos,  remetem a conflitos entre forma e conteúdo, passado e futuro, vida e morte e destino e tristeza. O autor russo, na opinião de Karasek, mantém uma fábula em seu enredo, no qual a unidade de tempo e espaço persiste e o diálogo oscila entre a relação dramática e a simples reflexão do mundo concreto e de um mundo de elucubrações.

“Na obra de Tchekhov, seus diálogos dizem pouco. A eloquência está nos solilóquios, chamados por Peter Szondi, em “Teoria do Drama Moderno”, de “lírica da solidão”, na qual existe uma liberdade nos silêncios, pausas e descontinuidade de tempo e espaço”, afirma o diretor.

Mas, e o samba? Segundo Karasek, o genuíno ritmo brasileiro está presente em sua segunda montagem de forma orgânica. Nada foi planejado. No decorrer da construção do texto, os sambas surgiam em sua mente. Letras e melodias que falavam do destino, da melancolia e da natureza da vida. “Afinal, seria a tristeza a essência primária da alma lírica humana?”, induz o diretor à reflexão.

Com esses questionamentos em mente deu-se início a carpintaria cênica e a criação da identidade visual da peça, que também teve inspiração em outro russo, o diretor de cinema Andrei Tarkovsky, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Cannes em 1980, com o filme “Stalker”, de 1979.

“Neste novo espetáculo, o público irá se deparar com esses espectros, esses fragmentos, objetos abandonados, musgo, poeira, ferrugem, fotografias gastas pelo tempo… Signos que remetem à perenidade e à atemporalidade”, adianta o diretor.

Em relação às provocações que a peça levará ao palco, Karasek exemplifica. “Se o personagem Pétia, de ‘O Jardim das Cerejeiras’, realça que tudo que acontece neste mundo terreno ‘não passa de gesticulação’, de uma espécie de entretempo entre o nascimento e a morte onde criamos expectativas, frustrações, desejos, alegrias e rancores em relação à vida, por outro lado nós amamos, odiamos, casamos, trabalhamos, viajamos, fazemos arte, filosofamos. Nesse contexto, a pergunta central desta produção é: será que isso tudo vale a pena? Será que isso tudo tem algum sentido? Esses espectros passam a sentir necessidade de dialogar e não importa, esta é a nossa única vida e seguimos nela”, complementa.

Ainda de acordo com o diretor, a poética desta encenação reside na enfatização do eu lírico e o eu dramático. O homem social e o homem subjetivo. A partir disso, abrem-se caminhos para se refletir sobre a solidão, este sentimento que ronda a humanidade como uma sombra e é tema recorrente numa época de ilusões e idealismos desfeitos.

Por sua vez, a atriz e produtora executiva da peça, Rita Teles, afirma que o ponto fundamental de “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” reside no equilíbrio da provocação do texto de Tchekhov com a genialidade lírica da poética de sambas de autores como Cartola, Paulinho da Viola, Manacéa da Portela e Nelson Cavaquinho. “Teremos até uma polca do Jacob do Bandolim”, diz.

Além de Rita Teles, o elenco conta com o músico Aloysio Letra e os atores César Figueiredo Cantão, Vanise Carneiro e Flávio Gerab.

SERVIÇO

“Vidas Medíocres ou Almas Líricas”

Temporada de 6 de abril a 26 de maio de 2019

Quando: sábados às 21h e, domingos, às 19h

Duração: 70 minutos

Classificação Etária: 12 anos

Onde: Espaço Pequeno Ato

Capacidade: 35 pessoas

Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 78 – Vila Buarque, São Paulo – SP, CEP 01220-040

Ingressos: R$ 40, inteira; R$ 20 meia entrada (idoso ,estudante, professor e classe artística)

Estacionamento: ao lado do teatro, 24h

Ficha técnica:

Direção: Leonardo Karasek

Assistente de Direção: Taís de Paula

Produção executiva: Rita Teles

Texto: Anton Tchekhov

Elenco: Aloysio Letra, César Figueiredo Cantão, Rita Teles, Vanise Carneiro, Flávio Gerab

Direção Musical e Preparação Vocal: Aloysio Letra

Produção: Núcleo Coletivo das Artes Produções

Cenário e Figurino: Kleber Montanheiro

Preparadores de Elenco: Imara Reis e Pedro Lopes

Preparação Corporal e Coreografia: Sandro Mattos

Iluminação: Dedê Ferreira

Criação gráfica: Zeca Damaso

Direção e produção de vídeo: Contra-plongée (Cauê Teles e Marie Cabianca)

Plano de comunicação virtual: Eduardo Araújo

Fotos: Gal Oppido

Assessoria de Imprensa: Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

SOBRE ANTON PAVLOVITCH TCHEKHOV

Nasceu em 29 de janeiro de 1860, em Taganrog, no sul da Rússia, sendo o terceiro de seis filhos. Foi médicodramaturgo e escritor e considerado um dos maiores contistas de todos os tempos. Como dramaturgo, é autor de quatro clássicos e seus contos têm sidos aclamados por escritores e críticos. Tchekhov renunciou ao teatro e deixou de escrever s após a péssima recepção de “A Gaivota”, em 1896. Entretanto, a obra foi reencenada e aclamada em 1898, quando foi montada pela companhia Teatro de Arte de Moscou, de Constantin Stanislavski, que também montou as peças “Tio Vania”, “As Três Irmãs” e “O Jardim das Cerejeiras”.

 SOBRE LEONARDO KARASEK (DIRETOR)

Formou-se em Direção Teatral no Curso Superior de Artes Célia Helena, dirigiu uma montagem pocket inspirada em “O Jardim das Cerejeiras”. É pós-graduado em Literatura Brasileira pela UFRGS, de Porto Alegre. Cursou Cinema na Universidade Federal Fluminense e participou de cursos de Roteiro em Cinema com Luiz Carlos Maciel, na Fundição Progresso, e com Jackson Saboya. Com a experiência adquirida, roteirizou e dirigiu os vídeos “Da Vida Nada se Leva”, “O Castigo” e “Pai”. Em 2017, dirigiriu sua primeira grande produção “É Samba na Veia, É Candeia”. Como ator, participou de diversos cursos em variadas instituições, como Teatro Tablado, Casa da Gávea e Casa de Artes de Laranjeiras (RJ), Teatro Ágora e Grupo TAPA (SP. Morou dois anos em Nova York (EUA), onde cursou o Lee StrasbergInstitute e o HB Studio. Nos palcos, acumula experiências em montagens como “O Despertar da Primavera” (Teatro Tablado- RJ), “As Aventuras de Tom Sawyer” (Teatro Ziembinsky – RJ), “Twelfth Night” – Kensington Library (Londres), “Our Town”(Cumberland Regional High School, de Nova Jersey/EUA). Na televisão, participou de um episódio de “Você Decide”, na Rede Globo.

SOBRE RITA TELES (ATRIZ E PRODUTORA EXECUTIVA)

Atriz, arte educadora, dubladora, produtora, é graduada em Educação Artística com habilitação em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu. Iniciou no teatro em 2002 e cursou, até 2008, o Curso Livre de Teatro ministrado pela Arte & Equilíbrio. Atuou em diversas peças, as duas últimas “Agosto na Cidade Murada” (2018) , “É Samba na Veia, É Candeia (2017/2018), espetáculos em que também assina a produção executiva. Idealizadora do projeto Oficinas de Vivência Teatral onde atua como arte educadora de teatro. Fundadora da Cia. Colhendo Contos e Diáspora Negra ao lado de Jefferson Brito. Com a peça narrativa “Contando África em Contos”, tem se apresentado em diversas instituições culturais de São Paulo. É, ainda, pesquisadora de dança negra contemporânea e simbologia dos orixás. Compõe o corpo de dança do Bloco Afro Afirmativo Ilú Inã e Ilú Obá de Min. Atualmente, vem se dedicando à produção executiva e artística de projetos e artistas brasileiros e africanos fomentando a visibilidade e difusão de arte e cultura de africana e afro diaspórica.

SOBRE A COMPANHIA ALVORADA

Companhia criada em 2017 pelo diretor Leonardo Karasek. Tem por objetivo pesquisar o sentido literário e filosófico dos textos e das palavras, trabalhar além das formas cênicas, priorizando o sentido das palavras e situações. Segundo seu fundador, “não temos medo de ser considerados passadistas por centrarmos nosso trabalho no texto e no sentido das imagens. Primamos pela valorização da história, do mito, a da reflexão sobre a condição humana. Preocupações que norteiam-se com questões do que com o diálogo obrigatório com as fronteiras do teatro ou renovação de suas formas. Pretendemos voltar a valorizar a fantasia e levar o espectador a um tempo e espaço, na maioria das vezes bem determinado”. A companhia tem como referência os grandes produtores de saber intelectual no teatro e na literatura, como Stanislavsky, Tchekhov, Ibsen, Shakespeare, Brecht, Moliére, Balzac, Proust, Dostoievsky e Machado de Assis. “Gostaríamos de retomar a produção de textos clássicos no Brasil, fazer uma verdadeira companhia de repertório. Nosso trabalho também inclui a pesquisa e a inserção, nos nossos espetáculos, de temas brasileiros que nos rodeiam, como o samba, o choro, o forró, o candomblé, o Carnaval e as festas populares”, diz. A primeira produção foi a peça “É Samba na Veia, É Candeia”, sucesso de crítica e público. Em sua segunda produção, a peça “Vidas Medíocres ou Almas Líricas” a companhia apresenta uma narrativa com textos e contos de Tcheckov e Sambas das décadas de 1930 e 1940. Para ele, atualizar questões universais pode significar, também, a aproximação com o redor e o passado. Nesse contexto, a globalização apenas é descartada quando mostra-se unilateral. Em suas propostas, a companhia defende pautas de direitos humanos, o fim dos preconceitos de qualquer espécie e o combate à desigualdade social no Brasil.

 

NÚCLEO COLETIVO DE ARTES

Tem como objeto fomentar e difundir arte, cultura e educação, sobretudo com foco em questões que envolvem matrizes africanas e manifestações da diáspora africana no Brasil.  Produções notórias: Seminário Internacional “Fronteiras em Movimento” – CCBB (2012), Seminário “A Morte & A Vida em Debate” – CCBB (2006), Intolerância Solidariedade no Mundo Contemporâneo – CCBB (2004). Sarau Afrikanse (2018), participou na produção de eventos com o Grupo de Articulação Política Preta (2016/2017), Mulheres Negras em Marcha (2017/2018). Quanto à projetos na educação: “Oficinas de Vivência Teatral” – Fundação Julita (desde 2014), Escola Nacional de Teatro (2015/2016), Secretaria Municipal da Cultura de SP (2017/2018). Assina as produções artísticas e executivas dos espetáculos: “Agosto na Cidade Murada” (2018), “É Samba na Veia, É Candeia” (2017/2018), “A Volta para Casa” (2015/2016), “Vênus de Aluguel” (2014), “Contando África em Contos” (desde 2016),  além da produção de diversos artistas, lançamento de livros e exposições de artes plásticas.

Abertura da temporada 2019 do Theatro Municipal

“Côndor” abre a temporada 2019 do Theatro Municipal do Rio de Janeiro dia 15 de março

Última ópera escrita por Carlos Gomes terá o soprano Eliane Coelho e o tenor Fernando Portari como artistas convidados 

O Coro e a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro se unem para apresentar “Côndor”, a última ópera escrita por Carlos Gomes. O espetáculo de abertura da temporada de 2019, dia 15 de março, terá uma nova récita dia 17 de março, ambas com a regência do maestro Luiz Fernando Malheiro. A montagem resgata a importância da derradeira ópera composta por Carlos Gomes, que estreou no Teatro alla Scala de Milão, em 1891.

Eliane Coelho-foto Antonio Guerreiro

“Côndor” é considerada hoje em dia, por críticos e amantes da música, uma das obras mais elaboradas do nosso mais famoso compositor de óperas. As duas apresentações marcarão o retorno do soprano Eliane Coelho aos palcos do Theatro, depois do grande sucesso de “Jenufa” e “Tosca”, em 2017, e os 30 anos de carreira do tenor carioca Fernando Portari.

No Brasil, a ópera foi encenada em 13 de agosto de 1891, no Teatro Lírico, e no Theatro Municipal em duas temporadas, em 1920 e 1944, esta última regida pelo maestro Eleazar de Carvalho. Portanto, há 75 anos não é montada em terras cariocas.

É uma oportunidade única de conhecer essa ópera da maturidade de Carlos Gomes, composta em curtíssimo espaço de tempo (em torno de cinco meses). Com orquestração refinada e melodia magistral, demonstra a genialidade do brasileiro – o “Selvagem da Ópera” – apontando novos caminhos para o desenvolvimento da ópera italiana.

O maestro Malheiro, além de ser o regente titular da OSTM, acumula a direção musical do Theatro Municipal nessa nova temporada, que se inicia em março. André Heller-Lopes está retornando à casa como diretor artístico.

 

Resumo da ópera: a abertura, que evoca o Oriente num delicado solo de harpa, mostra a rainha Odalea no seu reino de Samarcanda (no atual Uzbequistão), no século XVII. Os três atos se desenrolam a partir da paixão de Côndor, chefe do exército que invade o país, por Odalea, as tentativas da rainha de livrá-lo da ira do seu povo e a fúria das hordas inimigas ao saber que o seu líder é um traidor.

Ficha técnica:

CÔNDOR

Ópera em 3 atos de Carlos Gomes

Elenco:

Condor: Fernando Portari (tenor)

Odalea: Eliane Coelho (soprano)

Adin: Michele Menezes (soprano)

Zuleida: Marianna Lima (soprano)

Almazor: Murilo Neves (baixo)

Mufti: Ciro d’Araújo (barítono)

Orquestra e Coro do Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Regente: Luiz Fernando Malheiro

Serviço

 Preços dos Ingressos:

 15 de março, sexta-feira, às 20h

 Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 360,00

Camarotes (5 lugares) – R$ 300,00

Plateia e balcão nobre – R$ 60,00;

Balcão superior – R$ 40,00;

Balcão superior lateral – R$ 20,00;

Galeria – R$ 20,00;

Galeria lateral – R$ 10,00.

17 de março, domingo, às 17h

Todos os lugares – R$10,00 (preços populares)

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 1 hora e 50 minutos

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com

Por favor venha voando”estreia em 14 de março, no CCBB Rio

 Com direção de Georgette Fadel e texto inédito de Pedro Kosovski, peça marca uma década de parceria artística entre as atrizes Debora Lamm e Inez Viana, juntas no palco pela primeira vez

 Elas completam dez anos de parceria artística em 2019, mas é a primeira vez que Debora Lamm e Inez Viana dividem o palco como atrizes. Com direção de Georgette Fadel, “Por favor venha voando” estreia em 14 de março, no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, onde fica em cartaz de quinta a segunda, até 29 de abril. O texto inédito de Pedro Kosovski foi construído durante o processo de criação da montagem, a partir de um desejo das duas de falar de amor em tempos tão complicados – do amor como ato político acima de tudo. O espetáculo tem patrocínio do Banco do Brasil.

As atrizes se conheceram quando Inez foi convidada para dirigir a peça “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna, com Debora no elenco. Foi a partir desta montagem, em 2009, que nasceu a parceria entre as duas e a criação da prestigiada Cia OmondÉ. De lá para cá, Inez dirigiu Debora em espetáculos do grupo – “Infância, Tiros e Plumas”, “Os Mamutes” e “Mata Teu Pai” – e também em duas produções fora da companhia, “Cock – Briga de Galo” e “Maravilhoso”.

A ideia de produzir uma peça para as duas atuarem partiu da Debora, a partir do desejo de dividir o palco com a Inez como atriz. “O que nos liga ou não a uma pessoa? Por que algumas pessoas ficam e outras só passam na nossa vida? Que movimento é esse de ficar numa relação?”, questiona a atriz. O texto de Pedro Kosovski foi construído tendo esses questionamentos e experiências pessoais das atrizes como fio condutor de uma história de amor entre duas pessoas do mesmo sexo. “A partir dessas questões filosóficas, durante o processo criamos uma trama. Um encontro nunca é só um encontro. Que linha é essa que me liga a uma determinada pessoa?”, pergunta Inez.

O cenário criado por Simone Mina, diretora de arte e também figurinista do espetáculo, revela um ambiente de intimidade do casal: um grande edredom que vai sendo dobrado e desdobrado ao longo da peça, uma mesa e alguns objetos cênicos compõem o espaço. “Quantas pessoas colocam a cabeça no travesseiro e conseguem realmente descansar, dormir em paz? A peça abre esse corpo de intimidades que é invadido por gritos lá fora, de intolerância, do preconceito, do desrespeito ao amor. O edredom vai ficando pequeno, se restringindo. Uma cuidando da outra, fazendo declarações de amor, entregando um objeto para a cena ser melhor, ficar mais bonita”, conta Georgette Fadel. “O edredom vai dobrando, dobrando, dobrando, e elas vão sendo encurraladas contra parede, mostrando um pouco essa opressão por ser um casal do mesmo sexo”, diz Inez.

PEDRO KOSOVSKI (dramaturgo)

Dramaturgo, diretor teatral e professor de artes cênicas da PUC-RIO. Suas obras foram apresentadas nos principais festivais do Brasil e em Portugal, Colômbia e França.  Em 2005, funda Aquela Cia. de Teatro, em parceria com Marco André Nunes. Ganhador de dois prêmios Shell 2015 e 2017 (“Caranguejo Overdrive” e “Tripas”), prêmio Cesgranrio 2015 (“Caranguejo Overdrive”), prêmio Questão de Crítica 2012 e 2014 (“Cara de Cavalo” e “Edypop”), prêmio CBTIJ 2016 e Zilka Salaberry 2016 (“Tãotão”). Três de suas peças que formam a “trilogia da cidade” (“Cara de Cavalo”, “Caranguejo Overdrive” e “Guanabara Canibal”) e foram publicadas pela editora Cobogó na coleção “Dramaturgias”.

É autor de “Outside, um Musical Noir”(2011),“Cosmocartas – Correspondências de H. Oiticica e L. Clark” (2014), “Edypop” (2014), “Laio & Crísipo” (2016), “Fatal” (2016), “Tripas” (2017)  e a ópera  contemporânea “Aquilo que Mais Eu Temia Desabou sobre Minha Cabeça” (2017),  em parceria com os artistas holandeses Sjaron Minailo e Anat Spiegel, que estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2018, o Sesc Ipiranga realizou dentro do projeto “Dramaturgias”, o Ciclo Pedro Kosovski, onde apresentou três peças de seu repertório.  Em 2019, estreará “Kintugi, Cem Memórias”, também de sua autoria, com o Lume Teatro, e direção de Emilio García Wehbi.

 

GEORGETTE FADEL (diretora)

Diretora e atriz de formação acadêmica (Escola de Arte Dramática e Departamento de Comunicação e Artes da USP). Dentro da faculdade durante os anos 90, Fadel faz parte do florescimento de um forte movimento de grupos na cidade de São Paulo. Participa da fundação de grupos como Cia do Latão, Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e Cia São Jorge de Variedades, onde dirigiu e atuou em diversos espetáculos marcantes do movimento estético da virada do século, tais como: “O Nome do Sujeito”, “Bartolomeu que Será que Nele Deu”, “Biedermann e os Incendiários”, “Bastianas”, “Barafonda”, “Quem Não Sabe Mais Quem É, o que É Onde Está, Precisa se Mexer”.

Dirigiu com a Mundana Cia e Camila Pitanga, com a Probastica Cia e vários outros artistas, espetáculos que ganharam também palcos internacionais, além do eixo Rio São Paulo. Como atriz foi dirigida por Cristiane Paoli Quito, Tiche Viana, Francisco Medeiros, Cibele Forjaz, Frank Castorf e Felipe Hirsch.  Como professora ministrou aulas de interpretação na Escola Livre de Teatro de Santo André, no Estúdio Nova Dança, na pós-graduação da Faculdade Celia Helena, além de direções na EAD. Sua trajetória é profundamente ligada a construção do performer livre e consciente dos movimentos do seu tempo.

DEBORA LAMM (idealizadora e atriz)

Atriz e diretora teatral, cofundadora da Cia OmondÉ de Teatro. Com 22 anos de carreira, já participou como atriz de mais de 20 espetáculos teatrais, mais de dez filmes, sete séries de TV e quatro novelas. Entre os seus trabalhos no teatro, os mais recentes estão: “Mata Teu Pai”, “Fatal”, “El Pânico”, “Infância, Tiros e Plumas”, “Cock – Briga de Galo” e “ Maravilhoso”. Seu mais recente trabalho no teatro é “A Ponte”, texto de Daniel MacIvor e direção de Adriano Guimarães (em cartaz de fevereiro a março de 2018, no CCBB São Paulo).

Na TV, participou do programa “Zorra” (TV Globo). No cinema, esteve nos longas Chocante”, “Como é Cruel Viver Assim” e “Um Homem Só”. Como diretora, dirigiu quatro espetáculos, entre eles o espetáculo “O Abacaxi”, com Veronica Debom e Felipe Rocha e “Pedro Malazarte e a Arara Gigante”, de Jorge Furtado, que lhe rendeu indicações de melhor direção para os prêmios CBTIJ e Zilka Sallaberry de Teatro Infantil. Como atriz, ganhou o prêmio Zilka Sallaberry pelo espetáculo “Coisas que a gente não vê”, de Renata Mizrahi e foi indicada ao prêmio APTR e ao Questão de Crítica com o espetáculo “Os Mamutes”, de Jô Bilac e direção de Inez Viana, que também lhe rendeu o prêmio FITA de Teatro na categoria melhor atriz.

 

INEZ VIANA (idealizadora e atriz)

Atriz, diretora e dramaturga, com bacharelado em Artes Cênicas pelo Instituto CAL, RJ.  Dirigiu mais de 16 peças, tendo recebido duas indicações de melhor direção do prêmio Shell, uma da APTR, uma do Questão de Crítica e uma da APCA. Como atriz, recebeu uma indicação do Prêmio Shell e uma da APTR. Ganhou o Prêmio Qualidade Brasil em 2008, por “A Mulher que Escreveu a Bíblia”. Ganhou também dois Prêmios Contigo! de melhor espetáculo para “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna (júris oficial e popular), e o Prêmio FITA de melhor direção para “Os Mamutes”, de Jô Bilac.

Como atriz, destacam-se os espetáculos: “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, de Moacyr Scliar, adaptação de Thereza Falcão e direção de Guilherme Piva (2007); “Na Selva das Cidades”, de Bertold Brecht, direção de Aderbal Freire-Fo; “Krum”, de Hanock Levin, direção de Marcio Abreu; e “Nu de Botas”, de Antônio Prata, direção de Cristina Moura.  Junto com nove atrizes e atores, fundou, em 2009, a Cia OmondÉ, que já tem sete peças montadas, todas com sua direção: “A Mentira”, de Nelson Rodrigues (2018]); “Mata Teu Pai”, de Grace Passô (2017); “Os Inadequados”, criação coletiva Cia OmondÉ (2015); “Infância, Tiros e Plumas”, de Jô Bilac (2014); “Nem Mesmo Todo o Oceano”, de Alcione Araújo, adaptação Inez Viana (2013); “Os Mamutes”, de Jô Bilac (2012); “As Conchambranças de Quaderna”, de Ariano Suassuna (2009).

Por 16 anos, manteve uma parceria com o escritor Ariano Suassuna, realizando, além da peça “As Conchambranças de Quaderna”, o documentário “Cavalgada à Pedra do Reino” (2000). Produziu o Primeiro Festival Ariano Suassuna, no Rio de Janeiro (2001), o Encontro com Ariano Suassuna (parceria com o Sesc RJ – 2004) e a curadoria artística dos 80 anos do escritor (2007), produzido pela Sarau Agência de Cultura, que culminou com uma Aula-Espetáculo de Ariano, no Theatro Municipal, do Rio de Janeiro. Em 2017, escreveu “A Última Peça”, seu primeiro texto teatral, publicado pela editora Cobogó e encenado no Sesc Pompeia, São Paulo, em agosto e setembro de 2018.

CCBB 30 ANOS

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

FICHA TÉCNICA

Texto: Pedro Kosovski

Direção: Georgette Fadel

Elenco: Debora Lamm e Inez Viana
Diretora Assistente: Julia Ariani
Direção de Arte, Cenografia e Figurino: Simone Mina

Iluminação: Ana Luzia De Simoni

Direção Sonora: Xád Chalhoub

Assistente Figurinos: Angela Sauerbrown

Assistente Cenografia: Vinicius Cardoso

Programação Visual: André Senna

Assessoria de Imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha

Redes Sociais: Rafael Teixeira

Produção Executiva: Douglas Resende

Equipe de Produção: Alex Nunes e Ártemis

Direção de Produção: Sérgio Saboya

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Eu + Ela Produções Artísticas ME e CCBB

 

Espetáculo: “Por favor venha voando”

Temporada: De 14 de março a 29 de abril de 2019.

Dias e Horários: de quinta a segunda, às 19h30.

Sessões extras: dias 23 e 30 de março (sábados) e 6, 13 e 20 de abril (sábados), às 17h30.

Local: CCBB Rio (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro) – Teatro II

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos.

Duração: 80 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj

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Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

POR QUE NÃO DIZ QUE ME AMA? ESTREIA NO TEATRO DULCINA
Visceral e instigante, o espetáculo “Por que não diz que me ama?”, da Cia. de Teatro Ação Contínua, estreia dia 5 de fevereiro, no Teatro Dulcina, no Centro. A peça mostra a vida de Tom, um jovem músico, que vive com grandes e intensos conflitos, como conviver com o pai, que abusou de sua ex-namorada, ou com a mãe, que vive depressiva e rejeitada. O pai de Tom, artista plástico, acredita que por seus quadros serem a fonte de sustento da família, sua arte é mais importante que seu filho. Costuma agredir sua esposa e namorada do seu filho, a independente Sol, por se sentir superior
financeiramente. Já a mãe, que ama o marido e o filho e a sua casa, vive dependente do dinheiro é submissa ao seu esposo.
As situações vividas na família de Tom traumatizaram sua ex-namorada, Carla, que diante dos acontecimentos abusivos, se mostra extremamente deprimida e envergonhada. Estrelado por Bruna Eloi, Felipe Gonçalves, Guti Rocha, Miriã Duarte e Vera Gomes, o espetáculo aborda temas recentes como o machismo, relações de poder, dependência química, abuso sexual além de paixões doentias, paixões verdadeiras e relações familiares em ambientes conturbados. “Por que não diz
que me ama?” tem direção e texto de Marcelo Lavinas.
FICHA TÉCNICA:
Texto e Direção : Marcelo Lavinas
Elenco: Bruna Eloi, Felipe Gonçalves, Guti Rocha, Miriã Duarte e Vera Gomes
Iluminação: Aurélio de Simoni
Preparação Corporal: Manuela Santos
Design de luz: Aurélio De Simoni
Assessoria de imprensa: Kassu Produções
Trilha sonora: Guti Rocha
Arte Gráfica e fotografia: Daniel Carlos e Taynah Angel
Figurino: Jeniffer Ribeiro
Produção: Sete Marias Produções
Produção Executiva: Rafael Carretero
SERVIÇO:
Peça “Porque não diz que me ama?”
Local: Teatro Dulcina (Rua Alcindo Guanabara, n° 17, Centro)
Terças, quartas e quintas, de 5 a 28 de fevereiro, às 19h
Valor: 40,00 (inteira) 20,00 (meia)
Classificação: 16 anos