Transformação à luz do flash — o novo ato loiro de Deborah Secco

A atriz Deborah Secco surpreendeu o público ao surgir com um visual inteiramente renovado: fios platinados que abandonam o castanho-natural para apostar na ousadia do loiro radiante. Na trajetória de duas décadas de carreira, essa metamorfose assume papel mais do que estético: simboliza mudança de ciclo, posicionamento estilístico e anúncio de novos projetos.

No registro da mudança, Secco declarou que há tempo desejava esse “novo olhar” sobre si — e que o loiro, para ela, carrega um sentido de empoderamento, de força feminina. A escolha foi muito além de uma simples coloração: envolveu preparação capilar, acompanhamento estético especializado e uma narrativa que deixa claro: o novo visual não é capricho passageiro, mas reflexo de uma fase distinta.

A leitura estética dessa mudança tem múltiplas camadas. Por um lado, há a própria relação da atriz com o público e a mídia: em um universo em que imagem e personagem se misturam, a novidade traz frescor e mídia espontânea. Por outro, esse tipo de alteração sinaliza também intenções futuras profissionais — recaindo sobre novelas, filmes e campanhas publicitárias em que a estética se torna personagem complementar. De fato, a mudança surge justamente no momento em que ela se prepara para novos desafios em seu portfólio artístico.

Há ainda o componente simbólico dessa transformação: mudar os cabelos é, frequentemente, anunciar que algo interno também se modifica — seja na carreira, na vida pessoal ou no posicionamento público. No caso de Deborah Secco, cujos papéis frequentemente exploram força, sensualidade e reinvenção, o loiro assume mais que tom — torna-se assinatura de um novo capítulo. É como se a atriz dissesse: “Aqui me vejam diferente”. E, na era das redes sociais, cada detalhe dessa visibilidade conta.

Os bastidores técnicos dessa transição não podem ser ignorados. Atingir um loiro clareado exige clareamento progressivo, manutenção rigorosa com nutrição e reconstrução dos fios, proteção contra danos e uma agenda recorrente de retoques. Nesse sentido, a mudança não termina na revelação das fotos: ela exige disciplina e cuidado continuado. O fato de Deborah ter adotado com convicção indica que ela está pronta para o investimento estético (e simbólico) que acompanha a metamorfose.

E qual é o reflexo disso para o público? Para fãs, admiradores e seguidores nas redes sociais, a mudança provoca reações divididas: há a surpresa que se transforma em elogio — “ela ficou linda” —, e também o debate sobre identidade e naturalidade: “será que mudou demais?”. Em tempos de padrões de beleza cada vez mais questionados, cada corte, cor ou estilo passa a carregar carga de significados. A atriz, ao mudar seus fios, dialoga com esse universo — de liberdade, expressão e autocriação.

Em resumo, a mudança de Deborah Secco funciona como peça de visibilidade e como declaração pessoal. É simultaneamente marketing, estilo e evolução. Na narrativa da atriz, o loiro anuncia que algo novo se aproxima — e os holofotes já se voltam para essa nova versão dela.

Theatro Homerinho resgata a cultura popular alagoana com o “Giro das Tradições

O Theatro Homerinho, em Alagoas, se transforma em um verdadeiro ponto de encontro entre passado e presente ao abrir suas portas para o projeto “Giro das Tradições”, uma iniciativa que busca valorizar os saberes da cultura popular e aproximar a comunidade de suas próprias raízes. A proposta, que une apresentações artísticas, rodas de conversa e oficinas, nasce como um respiro de identidade em tempos em que a globalização tende a uniformizar linguagens culturais.

Mais do que um espetáculo, o projeto representa um reencontro com a ancestralidade. O palco do histórico teatro se torna espaço de convivência entre mestres de folguedos, artesãos, músicos e jovens aprendizes, promovendo não apenas o entretenimento, mas também a transmissão de saberes que correm o risco de se perderem com o tempo. O “Giro das Tradições” não é apenas uma agenda cultural, mas um movimento que afirma a importância da oralidade, da memória coletiva e da preservação do patrimônio imaterial de Alagoas.

Entre os destaques estão as apresentações de grupos tradicionais que levam ao público a energia vibrante de manifestações como o guerreiro, a chegança, o coco de roda e o reisado. Cada performance carrega consigo séculos de resistência e a força das comunidades que mantêm essas práticas vivas. Ao mesmo tempo, oficinas de dança, música e artesanato oferecem às novas gerações a oportunidade de aprender diretamente com os mestres, perpetuando um legado que vai além do entretenimento: trata-se de um ato de educação e cidadania cultural.

O Theatro Homerinho, por sua vez, reafirma seu papel como guardião da cultura local. Ao receber o projeto, o espaço deixa de ser apenas um palco físico para se tornar um território simbólico de encontro entre tradição e contemporaneidade. A arquitetura histórica dialoga com os sons dos tambores, com as cores das vestimentas e com as histórias contadas em versos e cantos, revelando a vitalidade de uma cultura que pulsa em cada gesto.

Outro aspecto importante é a integração da comunidade. O público não ocupa apenas a posição de espectador, mas também de participante ativo, seja nas rodas de conversa com mestres populares, seja nas experiências práticas oferecidas pelas oficinas. Essa troca gera pertencimento e reforça a noção de que a cultura não é estática, mas construída coletivamente, reinventada a cada nova geração.

Ao final, o “Giro das Tradições” se consolida como uma iniciativa que transcende o entretenimento. Ele resgata memórias, valoriza identidades e projeta Alagoas como um estado que reconhece o poder da sua cultura popular. O Theatro Homerinho, mais do que cenário, se torna símbolo de resistência e celebração, lembrando a todos que preservar tradições não significa olhar apenas para o passado, mas também fortalecer o futuro de uma sociedade que sabe quem é e de onde vem.

Nordeste em Cena: Sergipe Renova a Identidade do Cangaço com “Guerreiros do Sol”

As paisagens áridas e carregadas de simbolismo do sertão sergipano voltam a ser protagonistas na dramaturgia brasileira. A nova novela “Guerreiros do Sol”, produção original de uma grande emissora nacional para streaming, escolheu o estado de Sergipe como cenário central de uma trama que resgata as memórias do cangaço com um olhar renovado, cinematográfico e profundamente nordestino.

A cidade de Canindé de São Francisco e outras localidades do Alto Sertão foram palco de gravações intensas. Locais como o Vale dos Mestres, a Fazenda Mundo Novo, o Assentamento Adão Preto e a histórica Grota do Angico — onde Lampião e Maria Bonita foram mortos — serviram como ambientação natural da obra. Mais do que simples paisagens, esses lugares se tornaram parte essencial da narrativa, oferecendo realismo, emoção e uma conexão espiritual com a cultura popular da região.

A produção teve o cuidado de realizar uma cerimônia simbólica antes das gravações na Grota do Angico, pedindo licença aos ancestrais. Esse gesto revela o respeito da equipe pelas raízes culturais e espirituais do sertão, o que também se refletiu nas escolhas técnicas e artísticas.

Além das gravações externas, foi construída uma cidade cenográfica inspirada em vilarejos dos anos 1920. A ambientação inclui detalhes como iluminação à base de lamparinas, paredes de barro, janelas de madeira e ruas de terra batida, criando uma atmosfera fiel à época. Internamente, foram reproduzidos ambientes típicos como igrejas, mercearias, escolas, casas de beatos e delegacias, garantindo autenticidade e densidade ao enredo.

O elenco conta com atores nordestinos de diversos estados, reforçando a proposta de valorização da cultura local. Essa decisão deu à produção um sotaque real, um corpo genuíno e uma alma sertaneja. É um resgate que vai além da representação: é afirmação identitária.

O impacto da novela já pode ser sentido no turismo da região. A chamada “Rota do Cangaço”, que inclui passeios de barco pelo Rio São Francisco, trilhas até a Grota do Angico e visitas a monumentos históricos, ganhou novo impulso. O sertão, antes marginalizado, agora se torna destino cobiçado por viajantes, curiosos e amantes da cultura popular brasileira.

Mais do que uma narrativa ficcional, “Guerreiros do Sol” é um movimento de valorização cultural. Sergipe, com seu solo rachado, sua memória viva e sua gente forte, se transforma em vitrine nacional. A novela não apenas entretém: ela educa, emociona e reconecta o Brasil com suas raízes mais profundas. O sertão, tantas vezes estereotipado, agora é visto com outros olhos — como território de resistência, beleza e poesia.

Do Coração do Nordeste para as Telas: Alagoas Lança Sua Primeira Série de Ficção

Por trás das paisagens exuberantes de Alagoas, um novo capítulo da cultura audiovisual brasileira está sendo escrito. Pela primeira vez, o estado se torna palco e protagonista de uma série de ficção, mergulhando no desafio de unir talento local, identidade regional e narrativas universais. Em fase de gravação, a produção marca um divisor de águas não apenas para os artistas envolvidos, mas para toda uma cadeia criativa que há anos aguardava espaço e visibilidade.

A série — que ainda mantém alguns detalhes sob sigilo — nasce com um compromisso claro: contar histórias com sotaque, cores, referências e sentimentos tipicamente alagoanos. Trata-se de uma obra original, roteirizada, dirigida e protagonizada por profissionais da terra, cujo objetivo vai além do entretenimento. É um projeto que busca representar a diversidade cultural do estado, fomentar o mercado audiovisual regional e abrir portas para futuras produções.

Gravada em locações de Maceió e cidades vizinhas, a trama aborda o cotidiano de jovens periféricos, suas relações familiares, os conflitos de identidade e os dilemas sociais que enfrentam. Com uma abordagem contemporânea e estética arrojada, a série se distancia dos estereótipos que comumente cercam o Nordeste na ficção nacional, apostando em personagens complexos, diálogos autênticos e uma fotografia que valoriza o ambiente urbano com sensibilidade e vigor.

Por trás das câmeras, o projeto é conduzido por uma equipe técnica majoritariamente local, incluindo diretores, roteiristas, produtores, fotógrafos, figurinistas e editores. Muitos deles são oriundos de coletivos culturais e projetos independentes, acostumados a trabalhar com recursos limitados, mas movidos por uma paixão inabalável pela arte e pela comunicação.

Essa estreia no universo seriado não ocorre por acaso. Ela é fruto de anos de resistência artística e mobilização cultural. Em meio às dificuldades estruturais, à ausência de editais específicos e à centralização histórica do audiovisual nas regiões Sudeste e Sul, a iniciativa alagoana representa uma resposta criativa e potente à desigualdade de oportunidades no setor. É também um gesto político: ao ocupar a tela com suas próprias histórias, Alagoas reafirma sua voz e se insere com vigor no cenário nacional.

O elenco da série é composto por jovens atores, muitos deles estreantes na televisão, escolhidos em audições abertas realizadas em comunidades e centros culturais. Essa opção reforça o caráter inclusivo da produção, que busca revelar novos talentos e construir uma representação mais fiel da juventude alagoana. Para os envolvidos, não se trata apenas de atuação, mas de pertencimento e transformação. A série oferece a esses artistas a chance de serem vistos, ouvidos e reconhecidos — algo ainda raro no mercado audiovisual brasileiro.

O impacto do projeto já é sentido antes mesmo da estreia. Com as gravações em andamento, a movimentação nas locações atrai olhares curiosos, fortalece o comércio local e mobiliza moradores. Mais que um produto cultural, a série se tornou símbolo de orgulho para uma região que há muito tempo esperava ver sua realidade transformada em arte.

Se há algo que esta iniciativa comprova, é que o talento e a criatividade não têm CEP. Em um Brasil plural, a descentralização da produção audiovisual é não apenas necessária, mas urgente. Alagoas, agora, escreve sua história diante das câmeras — e o país está prestes a assistir.

Luzes, Câmera e Coração: Isabelle Drummond Rompe o Silêncio e Retorna Triunfante às Novelas

Após um hiato de seis anos longe das novelas, Isabelle Drummond ressurge com força total, despertando a atenção do público e reacendendo a paixão de muitos que cresceram acompanhando sua carreira. A volta da atriz ao gênero que a consagrou marca mais do que um simples retorno à televisão: representa a retomada de uma trajetória marcada por escolhas conscientes, amadurecimento artístico e fidelidade à sua essência.

Desde que brilhou como a inesquecível Emília do “Sítio do Picapau Amarelo”, Isabelle nunca deixou dúvidas de seu talento precoce. Cresceu diante das câmeras, enfrentou desafios com papéis densos e emblemáticos, e construiu uma carreira sólida, longe dos escândalos que frequentemente rondam o universo das celebridades. Porém, quando estava no auge, optou por se afastar das novelas. Para muitos, foi um choque. Para ela, uma necessidade.

Durante esse período, a atriz mergulhou em projetos paralelos, explorou o universo do empreendedorismo, aprofundou sua espiritualidade e se dedicou a estudos e experiências que contribuíram para seu crescimento pessoal. Não se tratava de uma crise de imagem, mas de um processo deliberado de introspecção e reinvenção. Isabelle queria estar inteira para o próximo passo — e ele finalmente chegou.

Agora, com os holofotes novamente voltados para si, ela retorna não como a menina prodígio que o Brasil aprendeu a admirar, mas como uma mulher feita, consciente de seu papel na dramaturgia e na sociedade. Seu novo personagem — ainda envolto em mistério — promete ser um divisor de águas, um retrato mais maduro de sua capacidade de se reinventar em cena.

O retorno também aponta para uma tendência crescente no meio artístico: a valorização de pausas estratégicas. Em um tempo em que a exposição constante é confundida com relevância, Isabelle demonstra que ausentar-se, quando bem administrado, pode ser um ato de coragem. E mais: pode fortalecer laços com o público, que reconhece na artista a verdade por trás de suas escolhas.

O reencontro de Isabelle com as novelas é, portanto, mais do que um simples contrato renovado. É uma celebração da sua trajetória coerente, da sua dedicação à arte e da sua capacidade de escolher o momento certo de voltar a emocionar o Brasil. Nos bastidores, colegas de profissão comemoram sua volta, enquanto diretores e roteiristas veem em sua presença a oportunidade de elevar o nível das produções.

O público, por sua vez, aguarda com expectativa. Afinal, poucas atrizes conseguem transitar com tanta naturalidade entre o lúdico da infância e a intensidade da vida adulta, mantendo intacta a delicadeza que sempre foi sua marca registrada.

Isabelle Drummond está de volta. Mas, mais do que isso, está presente — com a alma, com o talento e com a certeza de que cada retorno pode ser, também, um novo começo.

Produtora audiovisual Eagles Vision inova e traz uma reflexão com o clipe “All This Time”

 

Com produções originais e cinematográficas, alta tecnologia, profissionais de renome e inovação musical, a produtora Eagles Vision apresenta histórias atuais, importantes e relevantes para todos os públicos. A criadora de conteúdo já assina grandes produções como ‘Pray’ um feat de Alok e Conor Maynard que somam 4,5 milhões de visualizações no YouTube. Como novidade, a produtora no dia 20 de fevereiro lançou o clipe oficial “All This Time” , traduzido “Todo esse tempo”. A música foi escrita por Rannah Sheeva, neta de Baby do Brasil, que também dá voz à música, e a direção do clipe é de Alex Passos.

Este projeto que em poucas semanas está prestes a atingir 1 milhão de visualizações no YouTube, faz parte de uma série de produções de curtas-metragens, documentários, clipes e músicas que serão lançadas com o propósito de alcançar o coração das pessoas ao redor do mundo com mensagens de amor e fé. Rannah Sheeva, que participa do projeto a convite da Eagles Vision, conta que recebeu o roteiro e se lembrou de uma música que escreveu na adolescência. Toda a sinergia entre a música e o clipe traz luz a um problema contemporâneo, que alcança todo o mundo: a inversão de prioridades. De forma sutil, o vídeo aponta o caminho para uma transformação genuína, só alcançada através da Fé. A produção musical é assinada por Paulo Jeveaux, vencedor do Grammy e top 10 na lista da Billboard. *O que vem por aí* Em entrevista, o cineasta Mess Santos adianta novidades sobre o próximo lançamento da Eagles Vision. Ele é o responsável pela direção do curta-metragem ‘Me Escuta’, que narra a história de dois garotos que vivem na cidade de São Paulo, em classes sociais distintas, que acabam se encontrando e transformando a vida do outro. Segundo o diretor, o projeto está imperdível e foi fruto de um trabalho extenso e com sentimento profundo. “Eu espero muito que todos que assistam gostem e que sejam tocados por essa mensagem impactante, que é o motivo desta linda produção”, finaliza. *Saiba mais sobre a Eagles Vision* A Eagles Vision tem por propósito levar as pessoas a enxergarem a vida sob uma nova perspectiva, uma nova visão. Suas produções, curtas-metragens, documentários e músicas buscam essa reflexão, levando mensagens de amor, fé e esperança aos quatro cantos do mundo. Para conhecer mais da marca e suas produções

acesse: Instagram: https://www.instagram.com/eaglesvisionoficial/ Clipe oficial de “All This Time”: https://www.youtube.com/watch?v=EkaBxbp2ncU

Davi, do BBB 24, confirma previsão de Mestre José Vidente se consagra o maior sensitivo do país por seus acertos
Mestre José, vidente conhecido por fazer e acertar diversas previsões para famosos, acaba de ser consagrado um dos maiores videntes do país. Pegando a força que impulsiona as redes sociais, o vidente dos famosos acertou 2 previsões seguidas para o mais novo astro do país.
Davi, campeão do BBB 24, saiu aclamado pelo povo da última edição do reality mais famoso do país, já confirmando a primeira previsão de Mestre José, que vem acertando os últimos quatro participantes do reality. Hoje, viralizou um vídeo em que o baiano confirma mais uma previsão acertava do vidente dos famosos.
Davi confirmou que está separado da ex-namorada Mani Reggo, o que foi previsto pelo sensitivo quando ele ainda estava dentro do reality e afirmando que viveria o resto da vida com Mani. Mestre José, em entrevistas para Nani Venâncio da Rede Brasil e para a rádio Vive Mundial em São Paulo, previu que o fim da relação entre Davi e Mani seria breve. Mestre José ainda afirma que o campeão irá se relacionar com uma mulher bem mais jovem que a ex.

 

Mostras Cariocas e Mostra Melhores Filmes do Ano de 2020 no mês de maio

ACCRJ promove dois eventos para os cinéfilos de plantão a partir do dia 3

A pandemia tem sido um obstáculo para projetos e mostras. O evento anual “Melhores Filmes do Ano”, da Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), que acontece desde 2003, também sofreu as consequências, mas, por sua importância e atendendo a pedidos de cinéfilos, não deixará de acontecer. 

 

Para compensar o atraso, a ACCRJ vai programar, junto com os “Melhores Filmes do Ano de 2020”, uma retrospectiva de seus eventos mais importantes em “Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ”. Essa mostra vai promover uma série de debates com exibição de filmes ou trechos de trabalhos de cineastas como Neville D’Almeida, David Lynch, John Carpenter, Dario Argento, Ingmar Bergman, Akira Kurosawa e de astros como Marilyn Monroe, Frank Sinatra, Warren Beatty, Paul Newman e Steve McQueen, entre outros, além de em torno das temáticas Alusões Homoeróticas no Cinema Clássico, Disco e Jazz. O evento acontece de 3 a 17 de maio no Cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Para a abertura, dia 3, a ACCRJ exibirá “Rio Babilônia”, de Neville D’Almeida, com a presença do cineasta para um debate com o público. O evento também inicia as festividades dos 80 anos do diretor, que faz aniversário no dia 15 de maio. 

E a partir do dia 18, até 28 de maio, acontece a mostra “Melhores Filmes do Ano de 2020”, no mesmo local e formato. Apesar de todas essas mudanças, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) se reuniu para deliberar e votar democraticamente os melhores filmes do ano, as homenagens e os destaques. E algumas características não mudaram: foram necessários quatro turnos, nos quais cada participante votou em seus preferidos para que se chegasse a um veredicto. O francês “Retrato de uma jovem em chamas” (“Portrait de la jeune fille en feu”), de Céline Sciamma (França, 2019), foi eleito o melhor filme do ano.

Os outros nove títulos, em ordem alfabética, são: “1917”, de Sam Mendes (EUA/Reino Unido, 2019); “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou”, de Bárbara Paz (Brasil, 2020); “Destacamento Blood” (“DA 5 Bloods”), de Spike Lee (EUA, 2020); “Joias brutas” (“Uncut gems”), de Benny Safdie e Josh Safdie (EUA, 2019); “O farol” (“The lighthouse”), de Robert Eggers (Canadá/EUA, 2019); “O Homem Invisível” (“The Invisible Man”), de Leigh Whannell (Austrália/EUA, 2019); “O som do silêncio” (“Sound of metal”), de Darius Marder (EUA, 2019); “Pacarrete”, de Allan Deberton (Brasil, 2020); “Soul”, de Pete Docter e Kemp Powers (EUA, 2020).

 

Os homenageados postumamente são: o diretor José Mojica Marins (o popular Zé do Caixão), o compositor Ennio Morricone e os atores Flávio Migliaccio, Kirk Douglas e Sean Connery. O título de “Melhor iniciativa cinematográfica de 2020” foi concedido ao produtor cultural e diretor Cavi Borges, que mostrou uma capacidade de resistência cultural admirável com a abertura de novos espaços (o Espaço Cultural Cavideo e a Biblioteca de Cinema Marialva Monteiro, ambos nas Casas Casadas, em Laranjeiras) e campanhas de arrecadação de alimentos nestes tempos tão difíceis.

Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ

De 3 a 17 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

 

 

3/5 – segunda-feira

15h Carlos Reichenbach

17h10 Rio Babilônia

19h10 Debate com o cineasta Neville D’Almeida

 

4/5 – terça-feira

15h Dario Argento

17h10 John Carpenter

 

5/5 – quarta-feira

15h James Dean

17h10 Jornada nas Estrelas

 

6/5 – quinta-feira

15h David Lynch

17h John Waters

 

7/5 – sexta-feira

15h Frank Sinatra

17h Disco

 

10/5 – segunda-feira

15h George A. Romero

17h10 Rock Terror

 

11/5 – terça-feira

15h Kirk Douglas

17h Ingmar Bergman

 

12/5 – quarta-feira

15h Warren Beatty

17h10 Akira Kurosawa

 

13/5 – quinta-feira

15h Paul Newman

17h20 Alusões Homoeróticas do Cinema Clássico

 

14/5 – sexta-feira

15h Nos Embalos de uma Parceria: Stigwood, Olivia e Travolta

17h O Jazz vai para Hollywood

 

17/5 – segunda-feira

15h Marilyn Monroe

17h Steve McQueen

 

 

Melhores Filmes de 2020

De 18 a 28 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

 

18/5 – terça-feira

15h Céline Sciamma de “Retrato de uma jovem em chamas”

17h10 Sam Mendes de “1917”

 

19/5 – quarta-feira

15h Spike Lee de “Destacamento Blood”

17h50 Bárbara Paz de “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”

 

20/5 – quinta-feira

15h Benny Safdie e Josh Safdie de “Joias brutas”

17h20 Robert Eggers de “O farol”

 

21/5 – sexta-feira

15h Leigh Whannell de “O homem invisível”

17h10 Darius Marder de “O som do silêncio”

 

24/5 – segunda-feira

15h Pete Docter e Kemp Powers de “Soul”

17h Allan Deberton de “Pacarrete”

 

25/5 – terça-feira

15h Flávio Migliaccio

17h José Mojica Marins

 

26/5 – quarta-feira

15h Ennio Morricone

 

27/5 – quinta-feira

17h Sean Connery

 

28/5 – sexta-feira

17h Homenagem ao produtor e diretor Cavi Borges

SERVIÇOS

Mostras Cariocas – Recortes de Cinema em uma Década do Olhar da ACCRJ

De 3 a 17 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

Melhores Filmes de 2020

De 18 a 28 de maio no cinema João Uchoa, na Universidade Estácio de Sá, no Rio Comprido. Ingressos gratuitos, respeitando os protocolos de segurança.

*Ingressos retirados na portaria do cinema 

Endereço: R. do Bispo, 83 – Rio Comprido 

Horários: Consultar programação em https://www.accrj.com.br 

O REI PROMOVE INTERATIVIDADE PELAS REDES SOCIAIS : Dias 3 e 4 de abril

“Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam”

EXTRA, EXTRA! A Cia. Etc e Tal inicia o mês com novidades ao vivo: apresentações do personagem Rei ao vivo ,  onde a interatividade comandará o espetáculo com os espectadores nas redes sociais. – Dias 3 e 4 de abril 

Pegando carona no premiado espetáculo JOÃO O ALFAIATE, a Cia desta vez coloca o personagem Rei no centro das atenções. Interpretado ao vivo pelo premiado Marcio Moura, contará a engraçada história de João o Alfaiate (Irmãos Grimm) em formato digital on-line, pelo olhar da figura irônica e hilária de ‘Sua Majestade’. Caracterizado com os figurinos de Flavio Souza e com o premiado visagismo de Cleber de Oliveira, esse personagem brindará por 30 minutos a plateia digital de pequenas e grandes crianças interagindo com aqueles que queiram conversar com ele. Serão 02 únicas chances para ter contato ao vivo com o Rei: dias 3 e 4 , sábado e domingo,  às 11h pelos canais do YOUTUBE e FACEBOOK etcetal93. Tudo de graça! O evento é patrocinado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Sinopse – O Rei conta a história de um Alfaiate que esbraveja para o mundo sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei. Este, manda trazer o alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos temidos, inesperados e surpreendentes problemas da realeza. Sem ter tempo de saber do que se trata, o Alfaiate se vê diante da missão. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, costura soluções nas situações diante das tarefas designadas para ele.

 

SERVIÇO

PROGRAMAÇÃO ON-LINE – ao vivo

– JOÃO O ALFAIATE – UM HERÓI INUSITADO > Pelo olhar do Rei

Dias 3 e 4 de abril, sábado e domingo, às 11h

Canais on line da ETC E TAL (youtube + facebook) @etcetal93

DURAÇÃO: 30 minutos

CLASSIFICAÇÃO: Livre

ETC E TAL 

O Centro Teatral e Etc e Tal é uma das únicas companhias brasileiras com representatividade internacional, que tem na mímica e na comicidade suas características latentes. Sempre com núcleo fixo e os mesmos colaboradores na ficha técnica, nestes 28 anos de formação, o “Etc e Tal” vem imprimindo uma linguagem própria e aprofundada sobre a mímica e a comicidade, sem perder o que mais se preza no fazer teatral: a relação empática com o público. Sendo um dos poucos grupos brasileiros de trabalhos continuados que investe nas inúmeras possibilidades da mímica, que tem conseguido aliar pesquisa artística e auto-gestão no cenário teatral nacional. 

Por ser uma técnica pouco difundida e de alto rigor estilístico, o “Etc e Tal” tem conquistado o respeito e a admiração de público e crítica por todo país como um núcleo artístico que alia virtuosismo técnico, presença cênica e um humor próprio no seu fazer teatral. 

O grupo tem investido nestas linguagens, pois acredita que as pluralidades das artes cênicas refletem o tipo de bem cultural que o nosso país e nossa cidade anseiam, além de acreditar que trabalho teatral de grupo que resulta na criação sólida de um repertório de espetáculos, contribuiu para a formação de platéias, uso coerente de recursos investidos em cultura, estabilidade de gestão cultural, visibilidade do teatro como bem cultural acessível a toda a população. 

 

FIL 2021 CHEGA EM NOVA DIMENSÃO

FIL COMPLETA 18 ANOS E CHEGA À CIDADE MARAVILHOSA EM NOVA DIMENSÃO

Pela primeira vez 100% on-line, a edição especial é inspirada no Mito da Caverna de Platão – Tudo de graça

 Inspira Fundo 2     (Foto: Marcelo Barbosa)

Teaser:

https://vimeo.com/518658810/b3d50491f6

 

Link de vídeos:

https://drive.google.com/drive/folders/16VikzbwY6QI9L1VaUOWgqJKzOrq22Zrf?usp=sharing

 

Link de fotos:

https://drive.google.com/folderview?id=195dU_CKGVkvL3y0d0_WKbuDVCnPKpNOd

 

Importante evento do calendário anual da cidade do Rio de Janeiro, o FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens chega à sua maioridade repleto de novas experiências, pela primeira vez todo on-line, de 19 a 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos), gratuitamente. Idealizado e sob o comando da curadora, dramaturga e teatróloga Karen Acioly,  na programação deste ano, inspirada no Mito da Caverna de Platão, o público vai encontrar poemas visuais, historietas musicadas, marionetes corporais, marionetes em 3D, dança, muita música, show-oficina, encontro de saberes, mitologias, invenções divertidas, rodas de conversa, homenagem aos artistas que estão em outra dimensão e micro espetáculos musicais, criados especialmente para esta edição. É só chegar no site do FIL, ou nas plataformas do festival no YouTube e Facebook e se deliciar com a grade de eventos para todas as idades e de forma gratuita.

Segundo Karen, o FIL deste ano busca sua nova identidade e mergulha em seu interior para descobrir novos encantamentos e perguntas. “Em que podemos acreditar? O que é o conhecimento? Como podemos lidar com as incertezas? Para que serve a poesia, a arte, a mitologia, os símbolos? O que é, afinal, educar na era planetária?”, reflete.

Sensibilizar novos públicos e formar pensamento crítico são as metas do FIL, e para isso o projeto ganha uma intensa atividade on-line, ratificando as reflexões e pensamentos em torno de diferentes saberes que só o FIL pode oferecer – do jeito dele – através das mesas-redondas e rodas de conversa com diversos artistas e pensadores, encontros literários, mini espetáculos, experiências digitais (poesia visual e novas formas de se pensar o teatro) e muito mais, sempre com o selo de qualidade FIL para reunir e fomentar intercâmbios com importantes nomes do cenário nacional e internacional.

Espetáculo  Tékimoi (Crédito: acervo Julia Ronget)

Um FIL de maravilhas, belezas e encantamentos, e também de união: o Festival não voará só. Estarão juntos com o FIL 2021 a Rede FIBRA – Festivais Internacionais Brasileiros Para Crianças, o FESTILIP (Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa), o Festival Meu BB, o Mini Festival e o Festival Momix (França). Estarão presentes no FIL representantes de Angola, Cabo Verde, Portugal, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial (nas ações com o FESTLIP), além de Peru, Chile, França, Bósnia e Itália.

Um FIL também de diversas linguagens para o público de todas as idades: dança + marionete + marionete corporal + performance + poemas visuais + teatro + teatro musical + expo virtual + show oficina. Toda programação, inédita, terá tempo máximo de 45 minutos, com intervalos entre as atrações, sendo que a única exceção será no horário reservado a homenagem póstuma à diretora e educadora Lúcia Coelho (1935 – 2014), uma das mais importantes artistas dedicadas ao teatro infantil, que acontecerá após a exibição do espetáculo “A pequena vendedora dos palitos de fósforos” – o espaço para homenagens traz também os nomes de Fernando Barba (1971 – 2021), criador do grupo de percussão corporal Barbatuques, e o marionetista e percussionista  Jean Luc Ronget (1956 – 2010).

Jean Luc Ronget  (Crédito: acervo Julia Ronget)

Nesta edição especial, o FIL abraçou mais uma vez – e com muita força – a educação de forma participativa dentro do evento. O Festival entrelaça o indivíduo ao coletivo, as partes ao todo, a educação infantil à pós-graduação. Para isso, o FIL cria o Guia Prático do Espectador e o Guia Prático das Escolas. Dessa forma, borda parcerias entre as escolas municipais, estaduais e as universidades públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Uma união profícua se deu neste sentido: a parceria com o Programa de Extensão de Mídias Criativas (PPGMC) e PPGAC da UFRJ, dando lugar aos Observadores FIL, que são os alunos da ECO que farão a cobertura jornalística do FIL para as redes sociais, como prática do programa de extensão universitária. Serão artigos, críticas, entrevistas, vídeos e outros conteúdos reflexivos sobre o encontro de saberes, programações e curiosidades do FIL. “O FIL é múltiplo, parceiro, ponte de encantamentos. Se amalgama aos festivais internacionais brasileiros, para crianças, aos artistas nacionais e internacionais, e une em sua equipe os jovens talentosos, que serão os Observadores FIL-ECO UFRJ, para poder aprender com eles”, explica Karen Acioly.

   Estudo para a ópera “Bem no meio” (arte e foto: David Bartex)

Destaques da programação do FIL

– Ping Pong com o tema Fake News para Novos Públicos, onde a Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevistará o jornalista Gilberto Scofield, diretor de negócios e estratégia da Agência Lupa, maior agência de checagem de dados do país. Será abordado como as novas gerações podem identificar as fake news através da formação do pensamento crítico.

– Encontros de Saberes (Roda de Conversa) em que dois temas estarão presentes:

Infância e Migração – com a jornalista Marcela Uchôa (Chefe de escritório da UNICEF em Roraima), Sérgio Eduardo Marques da Rocha(Subgestor nacional da Organização Não-Governamental Aldeias Infantis SOS) e Prudence Kalambay –(migrante/refugiada), sob mediação do professor e pesquisador Pablo Fontes. A mesa discorrerá sobre as crianças que vivem como refugiadas no mundo e o fluxo migratório em que muitas crianças chegam desacompanhadas e sem documentos, em situações de alta vulnerabilidade no Brasil, além de um planejamento maior para assisti-las.

Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – com participação da atriz, diretora, pesquisadora de teatro e Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – ECO –  UFRJ, Adriana Schneider (ECO/UFRJ), Eloi Recoing (França- Sorbonne Nouvelle Paris 3), o ator e mímico Ines Pasic (Bósnia) e a fundadora, diretora e atriz do Grupo Sobrevento Sandra, com mediação do diretor teatral, ator e marionetista Luiz André Cherubini. Neste encontro de saberes, o FIL reúne especialistas da arte da marionete de quatro países diferentes para abordar a arte: do mamulengo à marionete corporal, do bebê ao adulto.

A ópera para novos públicos –  A professora de canto e ópera do Instituto Villa- Lobos na UNIRIO, Carol Mac Davit, Alessandro Di Profio, da Sorbonne Nouvelle Paris 3, a cantora e compositora Ligiana Costa (Theatro Municipal de São Paulo), com mediação da presidente do Foro Latinoamericano de Educación Musical, Doutora em Música (UNIRIO)  e a professora do Conservatório Brasileiro de Música Adriana Didier, farão parte de uma mesa ítalo-brasileira, onde importantes nomes da ópera se encontram para conversar sobre o tema.

– Atrações e Espetáculos do FIL

Rubarbagibatuques – Criação da palhaça Rubra (Lu Lopes) e Minduim (Giba Alves, do grupo Barbatuques de percussão corporal) especialmente para o FIL. O show-oficina brinca com a tecnologia humana: descobrir os sons do corpo, enquanto cantamos. São brincadeiras divertidas para a prática salutar de batucar juntos.  Os artistas unem comicidade à “tecnologia de barbatuquear” com o próprio corpo para contar historietas musicadas. Um show que brinca com tutoriais de percussão corporal a fim das crianças descobrirem os sons de seus corpos.

Palhaça Rubra  (Foto: Gal Oppido)

Poemário Visual de Gaia – Criado e interpretado pela artista bósnia Ines Pasic, a ação se vale de pequenos poemas visuais. Partindo da condição de isolamento social, a artista realiza uma viagem interior para o único lugar no qual pode se sentir livre. Ines Pasic explora suas memórias, pensamentos, sensações e sentimentos através de seu corpo, casa e núcleo familiar com o qual compartilha o restrito espaço.

Historietas Musicadas – Inspira Fundo 2  é o nome dado para o projeto de Clarice, Lupa Marques e Gabriel Gurá. São filmes de até 3 minutos, que passeiam por diferentes temas e que dialogam com dramas e questões do mundo da primeira infância.

Pupila D’Agua   (Foto: Marcelo Barbosa)

> A pequena vendedora de fósforos 

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e, ainda assim, pouco montado no Brasil. No exterior, já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados, resolvemos trazer esse texto para o público infantil, contando com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.

Após a Atração seguida de roda de conversa em homenagem à Lúcia Coelho com a participação de Denise Crispun, Dib Carneiro Neto e Karen Acioly.

FIL E FESTLIP – O Homem que pôs um ovo

Em uma ação conjunta, o FIL e o FESTLIP se unem às crianças para, através desta fábula popular, refletir sobre fake news. A atriz, professora e contadora de histórias, Silvia Castro contará esta divertida história na qual uma pequena mentira acaba por se transformar em algo gigantesco, de infinitas proporções.

A história, compilada pelo folclorista Câmara Cascudo, e recontada nesta Ação de parceria, será assistida pelos sete países da Língua portuguesa , além da presença AO VIVO de crianças de quatro países: Brasil, Angola, Portugal e Cabo Verde.

A atração será transmitida ao vivo, nas plataformas do FACEBOOK, YOUTUBE e INSTAGRAM dos dois festivais.

 

PROGRAMAÇÃO FIL 2021

Encontros de saberes (rodas de conversa)

>> Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – 19/03, sexta, às 13h

>> Educar na era planetária  – 19/03, sexta, às 16h

>> Novos formatos da ópera – 19/03, sexta, às 19h

>> Infância e Migração – 19/03, sexta, às 20h

>> Mitos Luz, Sombras e Anjos – 26/03, sexta-feira, às 11h

>> A ópera para novos públicos – 26/03, sexta-feira, às 15h

>> Monstros, medos e outras criaturas – 26/03, sexta-feira, às 18h

>> Intercâmbios Internacionais >  Ópera Bem no meio – 27/03, sábado, às 12h

>> Festivais internacionais brasileiros para crianças, uma experiência online – 28/03, domingo, às 19h

 

Ping Pong – entrevistas

>> Fake news para Novos Públicos: Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevista Gilberto Scofield

19/03, sexta, às 18h

>> A dramaturgia do espaço, cena circular de hoje – 26/03, sexta-feira, às 13h

 

Historietas musicadas

>> Inspira Fundo 2 – 20/03, sábado, às 15h

>> Optike – 21/03, domingo, às 11h

>> Bem No Meio, o conto – 27/03, sábado, às 11h

 

Atrações e espetáculos

>> Homenagem à Jean Luc Ronget – 21/03, domingo, às 12h

>> Homenagem à Lucia Coelho  – 26/03, sexta-feira, às 19h

>> Desde el Azul – 20/03, sábado, às 11h

>> Mito da Caverna – Carroça de Mamulengos – 20/03, sábado, às 14h

>> Poemário visual de Gaia – 20/03, sábado, às 18h

>> RuBarbaGibatuques >  Palhaça Rubra Show Oficina – 21/03, domingo, às 16h

>> FIL E FESTLIP – A História do homem e o Ovo – 27/03, sábado, às 15h

>> Historietas Musicadas Braguinha – 27/03, sábado, às 17h :

– A História da Baratinha

– A Cigarra e a Formiga

– Chapeuzinho Vermelho

>> Fina – Buia Teatro (Manaus-AM) – 28/03, domingo, às 11h

>> Fina – Projeto Teatro Nômade (Rio de Janeiro-RJ) – 28/03, domingo, às 14h

>> Dois olhares para a dramaturgia de Fina – 28/03, domingo, às 15h

>> Pupila D’Água com Clarice Cardell – 28/03, domingo, às 18h

 

Programação completa e mais informações em www.fil.art.br .

SERVIÇO

FIL -Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – 18ª Edição

De 19 e 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos)

Local: www.fil.art.br e nas plataformas do FIL no Youtube e Facebook

Gratuito

Classificação: Livre

Realização: Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundo Estadual de Cultura