Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira com show inédito no Theatro Net Rio

Cantora e compositora apresenta músicas dos cinco álbuns lançados na última década e traz convidados especiais que fazem parte da sua trajetória artística, como Badi Assad, Rildo Hora, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus, dentre outros

Joyce candido – cred. Tuna Mayer

No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD. A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show. Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

Trajetória

Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos. Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.

Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.

Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show  “Fino trato”,  no Circo Voador.

Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.

Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.

  • Serviço: 
  • Show Joyce Cândido 10 anos de carreira 
    Local: Theatro Net Rio
  • Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira
  • Horário : 21h00
  • Lista amiga : producao@joycecandido.com
    Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão)
  • Clientes NET e lista amiga pagam meia
  • Informações: (21) 2147-8060
  • Endereço:  Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro
Ana Costa e Carrapicho Rangel sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras com novo álbum “Do Começo ao Infinito”

 

Revelação do ‘Prêmio Rival Petrobras De Música Brasileira’ volta à casa para apresentação de seu 5º álbum, dia 8 de dezembro, às 19:30 horas.

O encontro da voz madura de Ana Costa com o bandolim exuberante de Carrapicho Rangel promete surpreender o público do Teatro Rival Petrobras em dezembro. Em seu 5º álbum, “Do Começo ao Infinito”, o ponto de partida são os gêneros tradicionais samba, choro, valsa e jongo formando um mix singular. O espetáculo será uma mostra do novo CD intercalando músicas populares de conhecimento do público, e algumas das nove composições assinadas por Ana nesse trabalho. O show acontece dia 8 de dezembro, às 19:30 horas, no palco do Teatro Rival Petrobras.

O repertório do disco merece seu próprio destaque. São 12 canções, das quais Ana Costa assina a composição de nove, e diversas parcerias com convidados especiais todas arranjadas especialmente para o som do bandolim. “Do Começo ao Infinito” é uma obra para ser ponto central no universo de sambas, sambas canções, valsas e choros. Dentre as músicas inéditas do CD estão os duetos com: João Cavalcanti, Zélia Duncan, Magali, Marcelo Caldi, Vidal Assis e outros nomes que compõem a cena de compositores da atualidade.

Ana Costa

Ana Costa lançou quatro CD’s e um DVD em sua carreira de sucesso, sendo esse, em homenagem ao seu padrinho musical Martinho da Vila. Lançado em novembro de 2015, o DVD “Pelos Caminhos do Som” lhe rendeu sua terceira indicação como melhor cantora de samba. Desta vez, no Prêmio da Música Brasileira, em 2016. Ana iniciou sua carreira solo sendo eleita Revelação no 5º Prêmio Rival Petrobras de Música e considerada “um dos talentos de 2006”, por Antonio Carlos Miguel. Em seguida, foi convidada para ser a cantora da música-tema “Viva Essa Energia” dos jogos Pan-americanos 2007, junto com Arnaldo Antunes.

Como diria o finado Mestre Marçal na sua curiosa forma de expressão “vem provando o mingau pela beirada do prato”, Ana vem conduzindo a carreira consciente do próprio valor e das próprias possibilidades de êxito. Ela já mostrou “seu carnaval” e já mirou “novos alvos”, já afirmou que “o hoje é o seu melhor lugar” e convidou a todos para viajar “pelos caminhos do som”.

Carrapicho Rangel

Cleber Rangel é conhecido no meio musical como “Carrapicho”, apelido que ganhou de seu pai, presidente de uma escola de samba de Araraquara – SP. Além de dedicar-se a divulgação da música instrumental através de seu trabalho solo, e do grupo instrumental Código Ternário do qual faz parte, Rangel também já acompanhou renomados compositores e intérpretes como: Wilson das Neves, Luis Carlos de Vila, Wilson Moreira, Almir Guineto, Monarco da Potela, Tantinho da Mangueira. E talentosos instrumentistas como: Arismar do Espirito Santo, Luizinho 7 cordas, Silvério Pontes Alessandro Penezzi, Joel Nascimento, André Mehmari, Hamilton de Holanda, Nicolas Krassik, Henrique Cazes, Luciana Rabelo e Cristovão Bastos dentre muitos.

  • Serviço: Ana Costa e Carrapicho Rangel “Do Começo ao Infinito”
  • Data: 08 de dezembro, sexta-feira
  • Horário: 19h30
  • Local: Teatro Rival Petrobras
  • Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
  • Ingressos: Plateia A e B – R$ 50,00
  • Lounge – R$ 60,00
  • Classificação etária: 18 anos.
“A VIDA DE GALILEU”, DE BERTOLT BRECHT, ESTREIA NO TEATRO MUNICIPAL MARIA CLARA MACHADO

 

Após mais de um ano em cartaz no Museu da Vida, da Fiocruz, adaptação dirigida por Daniel Herz e João Marcelo Pallotino chega ao Planetário da Gávea

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. E para fugir da fogueira, teve que negar tudo aquilo em que acreditava. A história de Galileu Galilei vai ser contada a partir de 1º de dezembro no palco do Teatro Municipal Maria Clara Machado, no Planetário da Gávea. Baseada no texto “A vida de Galileu” (Leben des Galilei, no título original em alemão), do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça homônima ficou em cartaz por mais de um ano no Museu da Vida, da Fiocruz. Na montagem, dirigida por Daniel Herz e João Marcelo Pallotino, cabe a Roberto Rodrigues interpretar o cientista, enquanto oito atores se alternam em outros papéis.  Toda a trama se passa no século 17, mas podia ser nos dias de hoje.

“Naquela época, havia uma força retrógrada muito forte por parte da Igreja, que, por motivos de poder e motivos obscuros não estava aberta ao novo, à diferença. Diria que hoje a gente está vivendo um retrocesso muito grande. Nesse sentindo, essa montagem faz uma dupla leitura: a da época do Galileu e a da homenagem aos cientistas que foram expulsos da Fiocruz durante o regime militar. Mas ainda tem uma terceira camada: que a gente está vivendo hoje, de profundo retrocesso na cultura, no que diz respeito às conquistas que a sociedade obteve em relação à diversidade e às diferenças. É um momento bastante assustador e, infelizmente, o texto mostra-se profundamente atual”, compara Daniel Herz, que foi convidado pela Fiocruz para fazer a encenação do texto, no ano passado, por conta da celebração dos 30 anos da reintegração dos pesquisadores, que puderam retornar à Fiocruz após a injustiça que sofreram. Na época, o governo brasileiro cassou os direitos políticos e a aposentadoria de dez pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), que foram proibidos de entrar em seus laboratórios dentro da instituição.

Para homenageá-los, o espetáculo é entrecortado por depoimentos dos cientistas afastados. A ação se dá em um cenário propositalmente redondo.

“Essa circularidade é inspirada no próprio Galileu, com a ideia de mostrar que a Terra não está no centro do universo. A Terra está circulando, a vida está circulando, os valores estão circulando e o teatro também. O público se identifica com essa história, que tem uma dinâmica moderna, bem contemporânea e traz a ideia de você testemunhar os atores contando uma história, se revezando nos papeis”, defende Daniel.

Durante os ensaios, elenco e direção inseriram elementos para revitalizar a montagem e encaram o desafio de contar uma história não apenas para o público adulto, mas também para os jovens, já que muitos alunos de ensinos fundamental e médio assistiram à peça. Estudantes e professores da rede pública de ensino têm entrada gratuita garantida nas sessões do espetáculo.

“A ciência e o teatro precisam dos jovens: a juventude tem a mudança nos seus hormônios. Essa peça une arte e ciência e isso já vale a aventura de abrir o pano”, conclui Daniel.

A peça está sendo realizada com recursos adquiridos por meio de parcerias feitas com o uso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro. Esse projeto conta com patrocínio da Dataprev e do Grupo Seres.

Sinopse

Um homem, que adorava observar o céu, desafiou a Igreja Católica e acabou enfrentando a Santa Inquisição. Baseada no texto homônimo do dramaturgo Bertolt Brecht, a peça “A vida de Galileu” dialoga com os públicos jovem e adulto. Matemático, astrônomo e físico italiano nascido em 1564, Galileu, decidido a explorar aspectos desconhecidos do Universo, construiu um telescópio em 1609 com mais capacidade do que os que existiam à época. Manchas solares e os satélites de Júpiter são algumas de suas descobertas. Galileu defendeu a teoria heliocêntrica de Copérnico, segundo a qual o Sol é o centro do Universo e não a Terra, o que o fez ser perseguido pela Igreja Católica. Para fugir da fogueira, teve que negar aquilo em que acreditava.

A encenação associa a questão do autoritarismo com o episódio que ficou conhecido como Massacre de Manguinhos, quando dez cientistas da Fiocruz tiveram seus direitos políticos cassados e foram forçadamente aposentados durante a ditadura militar. Os cientistas foram proibidos de entrar em seus laboratórios e muitas de suas pesquisam foram paralisadas. Mais informações em https://portal.fiocruz.br/pt-br/content/cartilha-sobre-reintegracao-dos-pesquisadores-cassados]

 “A peça discute a relação dos cientistas, enquanto intelectuais de uma sociedade, com a sustentação do autoritarismo ou da democracia e da liberdade. Além disso, aborda em muitas cenas porque o cientista deve se aproximar da população. É uma discussão em que a divulgação científica é peça central. Todos esses elementos estão bastante presentes na peça a partir dos dilemas que o próprio Galileu enfrenta”, esclarece Diego Vaz Bevilaqua, um dos idealizadores do projeto.

Ficha Técnica

A Vida de Galileu (de Bertolt Brecht)

Direção geral – Daniel Herz

Direção – Daniel Herz e João Marcelo Pallottino

Diretor assistente – Clarissa Kahane

Tradução – Roberto Schwarz

Adaptação do texto – Daniel Herz, Diego Vaz Bevilaqua, Letícia Guimarães e Wanda Hamilton

Elenco –  Andressa Lameu, Carol Santaroni, Diego de Abreu, Ingra da Rosa, Leandro Castilho, Letícia Guimarães, Pablo Paleologo, Roberto Rodrigues e Sérgio Kauffmann

Direção musical e música original – Leandro Castilho

Cenário – Fernando Mello da Costa

Figurino – Carla Ferraz

Luz – Aurélio de Simoni

Operação de luz – Lívia Ataíde

Operação de som – Rafael Silvestre

Operação de vídeo – Mariluci Nascimento

Direção de movimento – Janice Botelho
​Programação visual – Alana Moreira e Flávia Castro

Assessoria de imprensa: Haendel Gomes (COC/Museu da Vida), Sheila Gomes e Sara Paixão

Produção executiva – Fernanda Avellar e Mariluci Nascimento

Direção de produção – Geraldo Casadei

  • Serviço
  • Teatro Municipal Maria Clara Machado (dentro do Planetário da Gávea)
  • Temporada: de 1º a 17 de dezembro, sextas, sábados 21h e domingos, às 20h
  • Ingresso: Inteira R$20,00 Meia R$10,00 – Gratuidade para professores e alunos da rede pública de ensino
  • Classificação Indicativa: a partir de 10 anos
  • Duração: 75 minutos
  • Gênero: Drama
  • Endereço: Av. Padre Leonel Franca, 240 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ, 22451-000
  • Telefone: 2274 7722
  • E-mail institucional: teatromclaramachado.cultura@gmail.com
  • Horário de funcionamento: 14h às 22h
HARMONITANGO lança seu CD de estreia homenageando Astor Piazzolla dia 02 dezembro
HARMONITANGO lança seu CD de estreia homenageando Astor Piazzolla, dia 2 de dezembro, sábado, no Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, com ENTRADA GRATUITA
Trio formado por José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) regravam, em formação inusitada, raridades e obras consagradas do músico portenho, como Adiós Nonino, Libertango, La Muerte del Ángel, Deus Xango Retrato de Milton
 
Uma homenagem a Astor Piazzolla deve ser feita por músicos competentes, virtuosos e, principalmente, versáteis, que possam transitar entre o popular e o erudito tão habilmente quanto o consagrado, e muitas vezes incompreendido, músico portenho. Neste sentido, e em busca por diferentes sonoridades e novas formas de expressão, o Harmonitango chega ao seu primeiro CD, numa formação inusitada, com músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Última produção de Sergio Roberto de Oliveira, morto em julho deste ano de câncer no pâncreas, o CD homônimo faz jus à diversidade cultural que tanto marcou a obra de Pìazzolla, agora com tempero brasileiro. O trio fará concerto de lançamento no próximo dia 02 de dezembro, sábado, às 20h, no Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, com entrada gratuita.
A partir de suas múltiplas influências, a música de Piazzolla também bebeu na fonte brasileira. No início de carreira, em sua ânsia de se tornar compositor erudito, o portenho foi ter aulas com a legendária Nadia Boulanger, mestre de alguns dos maiores criadores do século XX como Igor Stravinsky, Leonard Bernstein, Aaron Copland, os brasileiros Claudio Santoro, Camargo Guarnieri e Almeida Prado, além de nomes fundamentais da música popular moderna, como Egberto Gismonti e Quincy Jones. E foi a própria Boulanger quem lhe incentivou a desistir da carreira erudita e mergulhar de vez no tango, ritmo que tanto o fascinava.
Neste CD, estão presentes duas de suas maiores criações: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, nesta gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, Meditango, Undertango, Amelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.
Em Fuga y Misterio, o compositor resgata suas influências eruditas, onde encontramos uma fuga que integra, originalmente, María de Buenos Aires, uma “ópera- tango” denominada pelo compositor como “operita”. Essa mesma forma reaparece em La Muerte del Ángel, com momentos líricos magistrais.
Ainda dentro da série “Ángel”, Milonga del Ángel e Resurrección del Ángel, e Oblivion, escrita em 1982 para o filme Enrico IV, do cineasta Marco Bellocchio. Deus Xango é um dos frutos dos encontros de Piazzolla com o saxofonista Gerry Mulligan: o disco Summit (Reunión Cumbre), de 1974. Já Retrato de Milton é dedicada a Milton Nascimento, que Piazzolla considerava como o grande representante da então nova geração de grandes compositores do Brasil.
 
HARMONITANGO
Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica da harmônica, do violoncelo e do piano, criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante. A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.
Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada, e tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e também dos grandes compositores brasileiros, sempre com arranjos feitos pelos próprios músicos.
Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Oliver Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação na divulgação e construção da poética de uma harmônica brasileira pelo crítico Luiz Paulo Horta, José Staneck criou um estilo próprio onde variados elementos se fundem numa sonoridade marcante. Desenvolve importante trabalho na área do ensino, e atualmente viabiliza um trabalho social de inclusão cultural levando o ensino de música através da gaita para crianças em diversas localidades do Brasil. Atua com diferentes formações camerísticas, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais.
Ricardo Santoro é Mestre pela UFRJ e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Faz parte do Duo Santoro, do Trio Aquarius e do Trio Mignone, todos com intensa atuação no cenário musical brasileiro. Com o Trio Aquarius, participou de turnês pela Alemanha e Estados Unidos. Com o Duo Santoro, se apresentou no Carnegie Hall de NY e na República Dominicana. Gravou os CDs “Bem Brasileiro” e “Paisagens Cariocas”, com o Duo Santoro; “Trios Brasileiros” e “Peace to the city”, com o Trio Aquarius; e “Francisco Mignone: obras para flauta, violoncelo e piano”, com o Trio Mignone”. É responsável pela primeira audição mundial de alguns dos maiores compositores brasileiros, tais como Edino Krieger, João Guilherme Ripper e Ronaldo Miranda.
Sheila Zagury é pianista, arranjadora e professora da UFRJ. Fez Bacharelado na UFRJ, Licenciatura e Mestrado na UNI-RIO e Doutorado na UNICAMP, com tese a respeito de choro nos anos 1990. Musicista de formação eclética, com passagem na música erudita e no jazz, já atuou com vários artistas e grupos de renome como Eduardo Dussek, Ângela Rorô, Rio Jazz Orchestra, UFRJazz, Daniela Spielmann, Neti Szpilman e Marianna Leporace, e em numerosos espetáculos de teatro e shows em todo o Brasil e no exterior. Desenvolve diversos trabalhos artísticos com músicos, envolvendo choro, samba e jazz, tendo participado de vários shows e gravado CDs dentro desses gêneros, como “Mulheres em Pixinguinha”, “São Bonitas as Canções”, “Brasileirinhas” e “Orquestra Lunar”.
SERVIÇO
 
02/12, sábado – Instituto Tom Jobim
Horário: 20h
Entrada gratuita (retirar senha 1 hora antes)
R. Jardim Botânico, 100 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2259-3237
Capacidade: 100 lugares
Programa:
Músicas de Astor Piazzolla
Violentango
Libertango
Meditango
La Muerte del Ángel
Milonga del Ángel
Resurrección del Ángel
Fuga y Misterio
Adiós Nonino
Primavera Porteña
CD “Harmonitango”
Gravadora: A CASA Discos
Distribuição nacional: Tratore
Preço médio: R$30,00
NERIS CAVALCANTE PINTA NAS TELAS COM SEU ESTILO

Mãe é o começo e ele veio ao mundo irreverente, audacioso, com sorriso largo, apaixonado por arte e gargalhada estridente.  Desde criança o inquieto Neris Cavalcante tinha um fascínio por tudo que o levasse a arte, sempre arriscou rabiscos e junto experimentou o teatro e a dança. Na juventude ele obteve de toda a escola da RFFSA as melhores notas como desenhista industrial  indo trabalhar com o Presidente da empresa. Já adulto como ator e dançarino formado, foi selecionado  e aceitou fazer um trabalho na Russia, o fazia todos os dias  e lá ficou por um ano dançando e encantando. Nas horas vagas, apaixonado por  tudo que  via e tocado pela arte,  começou a pintar as belezas russas. Voltando ao Brasil, compulsivamente deu continuidade, pintou várias telas totalmente descompromissado com  técnicas   forma ou estilo. Seu trabalho é despretensioso,   é fidelizado pela arte do sentimento , pelo ato mágico do momento que lhe conduz ao traço aleatório sem nenhuma intenção prévia de como será a conclusão final.

Nesta exposição.  ele viaja com sua sensibilidade que aflora  a seus devaneios e sentimentos e quando ele diz “ih viajei’, ele quer dizer: assim como eu, afrouxe seus cintos,  liberte-se de nomenclaturas ou ideias formatadas de expressão artística e tenham uma boa viagem na vida e entre as telas que só faltam falar  sem se conhecerem. Aqui há  um pouco de Russia, de Brasil, de vivência, de viagens e no  primeiro piso da Livraria Leitura em uma estante, há peças que ele trouxe para adornar sua casa e para matar saudade de um lugar que lhe deu tantas possibilidades artísticas e pessoais. A exposição está como ele, solta, alegre, irreverente, Neris saiu de casa para causar.

 

Curadoria Malu Ravagnani

Chega a semifinal do concurso Rival Rebolado “Rainhas da noite”

 

Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco, o ‘Rival Rebolado’ convida para conhecer a ganhadora da sua 3ª temporada. A semifinal acontece nessa quarta-feira, dia 22 de novembro, às 19h30

Sempre valorizando a diversidade – necessária e maravilhosa –, a programação da casa traz, mais uma vez, o teatro de revista contemporâneo do Rival Rebolado, que ganhou o Prêmio do Humor 2017, criado por Fábio Porchat, na categoria Projeto Especial. Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luís Lobianco, o espetáculo é variado, combinando videokê, esquetes, homenagens a estrelas – como Rogéria, Lorna Washington e a jovem Suzy Brasil – e a semifinal do concurso de drag queens. No dia 22, o tema será “Rainhas da Noite” e serão escolhidas duas finalistas para se juntarem às duas selecionadas mês passado. A final é em dezembro

RIVAL REBOLADO
Espetáculo que promove o retorno do Teatro de Revista à Cinelândia realiza terceira temporada no Teatro Rival Petrobras.
Idealizado por Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco, o Rival Rebolado surgiu em setembro de 2016 como um projeto de Teatro de Revista contemporâneo. Durante todas as terças-feiras daquele mês, o público fazia fila na porta horas antes da abertura do teatro para conferir os esquetes, homenagens às grandes estrelas da noite como Rogéria, Divina Valéria, a veterana das transformistas Lorna Washington e drags de sucesso de gerações mais recentes como Suzy Brasil. Antes do espetáculo, público e artistas se divertiam cantando no videokê do Rebolado. Um dos destaques é o concurso de drags ‘A Melhor de 4’ que já coroou duas ‘Rainhas da Cinelândia’. O evento foi sucesso absoluto e uma segunda temporada era inevitável, o que aconteceu em novembro do mesmo ano.

O sucesso foi tão expressivo que rendeu ao Rival Rebolado o Prêmio do Humor 2017, idealizado por Fábio Porchat, na categoria “Projeto Especial”.
Depois de edições pontuais e temáticas, como no Natal e no Carnaval, o Rival Rebolado está volta para a sua 3ª temporada, dessa vez com edições mensais às quartas-feiras no Teatro Rival Petrobras, começando no dia 12 de abril.

“Voltamos com o espetáculo agora com edições mensais! A cada segunda 4ª-feira do mês um espetáculo inédito será apresentado e continuaremos resgatando uma das vocações do Rival, que é ser o palco do teatro de revista. E em cada mês teremos um tema que vai pautar o espetáculo e os números do concurso de drag queens ‘A Melhor de 4’, que vai durar o ano todo. A grande final será em dezembro”, comenta Leandra Leal.

Nessa temporada o Rival Rebolado estará ainda mais conectado à tradição do teatro de revista, levando à cena pela linguagem do humor, do burlesco e do desbunde, os acontecimentos atuais que marcam a cidade, o país e o mundo. Nesta oitava edição da 3ª temporada o tema é ‘RAINHAS DA NOITE’ e haverá a repescagem do concurso, com 4 candidatas, classificando duas para a final. As inscrições para participar do concurso são feitas por e-mail (rivalrebolado@gmail.com) e as participantes prepararam um número musical (ao vivo, dublado ou dançado), que é julgado pelo público.

Ficha Técnica:

Idealização: Alê Youssef, Leandra Leal e Luis Lobianco
Criação e Performances: Chayenne Furtado, Eber Inácio Ferreira, Fabiano de Freitas, Iara Niixe, Isabel Chavarri, Karina Karão, Leandra Leal, Luis Lobianco, Sidnei Oliveira
Direção Artística: Fabiano de Freitas e Isabel Chavarri
Produção Executiva: Nely Coelho

Quarta-feira, 22 de novembro, única apresentação!
Abertura da casa: 18h30 / Videokê: 19h30 / Espetáculo: 20h30
Entrada: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada ou com doação de 1kg de alimento)

Teatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro
(21) 2240-4469https://www.facebook.com/teatro.rival/

Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos

RITA BENNEDITTO E JUSSARA SILVEIRA SE APRESENTAM EM SHOW INÉDITO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

As cantoras farão curta temporada com o repertório do álbum Som e Fúria, gravado na Chapada Diamantina

 O encontro entre as cantoras Rita Benneditto e Jussara Silveira, que resultou no instigante álbum Som e Fúria (2015), toma forma pela primeira vez nos palcos, com três únicas apresentações nos dias 23, 24 e 25 de novembro de 2017, às 19h, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Donas de trajetórias musicais, vozes e estilos marcantes e diferentes, as intérpretes vão mostrar ao público carioca uma bem-sucedida fusão de influências, reunindo releituras de composições de alguns dos ícones da música brasileira, como Dorival Caymmi, Paulinho da Viola, Zeca Baleiro, Caetano Veloso e Vinicius de Moraes. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

No espetáculo, que contará com a banda formada por Fred Ferreira (direção musical, guitarra, violões e vocais), Marcos Lobo (percussão e vocais) e Federico Puppi (violoncelo, programações e vocais), Rita e Jussara desfilarão sonoridades nacionais e suas diversas influências, do afro ao cigano, passando pelo árabe, sacro e regional.

A parceria entre as cantoras já se ensaiava há alguns anos. Começou com o bem-sucedido projeto Três meninas do Brasil (2008), que celebrava o encontro das duas com a cantora Teresa Cristina. Sete anos depois, a partir do convite do fotógrafo e empresário cultural Sergio Guerra, idealizador e produtor fonográfico de Som e Fúria, Rita e Jussara voltaram a se encontrar pela experimentação e busca por uma nova sonoridade, autêntica e universal.

Rita Benneditto e Jussara Silveira – Foto Alexandre Moreira

Gravado em apenas 20 dias, na Chapada Diamantina, interior da Bahia, Som e Fúria exigiu total recolhimento e concentração, fatores que influenciaram diretamente no conteúdo final, agraciado com o Troféu Cata-Vento de melhor disco de 2016. Focadas nas gravações, as duas puderam viajar pelos sons, experimentar vocais e arranjos sem interferências. Com produção musical e artística de Alê Siqueira e José Miguel Wisnik e o auxílio luxuoso do multi-instrumentista Mikael Mutti, o trabalho abriu espaço no repertório para preciosidades, como Milagre, do grupo português Madredeus, e Ave Maria e Outra noite, versão de Artur Nestrowisk para a música, Nacht und Traumede Schubert.

 

Para Rita, o convite de Sergio Guerra para realizar o projeto representa um mergulho profundo nas matrizes da música brasileira e universal, através do mais sagrado dos instrumentos, que é a voz. “Estar no ambiente mágico da Chapada Diamantina, sob as bençãos da mãe natureza e seus mistérios, e ao lado de Jussara, Zé Miguel, Alê Siqueira e Mikael Mutti, foi como adentrar um portal sagrado e revelador da grande força matriz que vem da música”, afirma.

Rita Benneditto e Jussara Silveira – Foto Alexandre Moreira

Jussara lembra que o sim para o convite de Sérgio veio imediatamente. “A ideia central era apresentar as nossas vozes juntas, num repertório inusitado onde o canto fosse valorizado. Este foi o lastro para o Som e Fúria. O resultado foi surpreendente até para mim, pois a entrega de cada um e mais ainda o trabalho minucioso de mixagem nas mãos do Alê Siqueira superou toda a expectativa: vozes e todos os sons entrelaçados, soando canção brasileira, como sempre nos propomos a fazer”.

Sobre as artistas:

Rita Benneditto 

Nascida em São Benedito do Rio Preto, cidade do Maranhão, Rita Benneditto estreou no cenário nacional em 1997, com o disco homônimo produzido por Zeca Baleiro e Mario Manga. Foi uma indicada ao Grammy Awards por seu segundo álbum, Pérolas aos Povos, sua popularidade aumentou mesmo com o inovador Tecnomacumba, que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Cantora – Categoria Canção Popular no 21º Prêmio da Música Brasileira.

 

Em 2015, após 12 anos em temporada com o projeto Tecnomacumba, Rita lançou seu sexto álbum solo, Encanto, e o CD Som e Fúria, em parceria com a cantora Jussara Silveira.

 

Jussara Silveira

Estreou nos anos 90 como intérprete da Canção Popular Brasileira e desde então jamais abandonou os palcos, compondo roteiros dedicados aos velhos e novos compositores brasileiros e internacionais. Seu interesse por canções portuguesas e angolanas deu lastro aos discos Jussara (2002), Ame ou se Mande (2011) e Flor Bailarina abraça Angola (2012).

 

No caminho da canção firmou parcerias com nomes como Zé Miguel Wisnik, o guitarrista português Antônio Chainho, o violonista Luiz Brasil, entre outros. Em junho de 2017 chega ao mercado digital e também no formato físico o disco Fruta Gogoia – Uma Homenagem a Gal Costa; arranjado e produzido por Dori Caymmi. Atualmente, Jussara é artista da Circus Produções Culturais.

 

Clipes:

Milagre / Alguém cantando – https://www.youtube.com/watch?v=aHeTs6PPayY

Yo Paranã / Saudação a Oxossi: https://www.youtube.com/watch?v=qwsIxvFBJlY

Poema na caverna: https://www.youtube.com/watch?v=k_bF97oh910

EPK: https://www.youtube.com/watch?v=FAK3Edozpgc

 

  • Ficha técnica:
  • Concepção e direção geral: Rita Benneditto e Jussara Silveira
  • Direção musical: Fred Ferreira, Rita Benneditto e Jussara Silveira
  • Direção Artística: Cristina Moura
  • Músicos:
  • Fred Ferreira – violões, guitarra, vocais e direção musical
  • Marcos Lobo – percussão e vocais
  • Federico Puppi – violoncelo, programações e vocais
  • Coordenação geral:  Elza Ribeiro
  • Iluminação (criação e operação): Zeca Hermogenes
  • Produção executiva: Moema Eifler
  • Técnico de PA: Rodrigo Delacroix
  • Roadie: Anderson Pupu
  • Maquiagem: Toni Lima
  • Arte grafica: Thais Gallart
  • Gerência digital: Beto Feitosa
  • Fotos: Alexandre Moreira
  • Apoio: Casa Rysco, Zany Assessoria, Canto Do Pão, Edson Alexandre Stylist, RPM Comunicação
  • Realização: Manaxica Produções
  • Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
  • Serviço:
  • Show Som e Fúria, com Rita Benedito e Jussara Silveira
  • Data: 23, 24 e 25 de novembro de 2017 (quinta, sexta e sábado)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
Senador Camará com muita cultura Dia 22 de novembro

No dia 22 de novembro, a partir das 14h, o Centro Cultural a História que Eu Conto (CCHC), localizado em Senador Camará, realizará evento em comemoração ao  encerramento do projeto Protagonismo Cultural – Protagonizando Minha História,  patrocinado pela Prefeitura/SMC.  Na ocasião, crianças e adolescentes que participaram das atividades durante este ano vão fazer apresentações para demonstrar o que foi aprendido durante as aulas de dança, teatro e grafite. Ocorrerão no espaço da instituição, festival de dança, esquetes e exposição de grafite, tudo aberto ao público.

Criado para ser um provedor de oportunidades  à Vila Aliança e comunidades vizinhas da Zona Oeste do Rio, o Centro Cultural A História Que Eu Conto (CCHC), tem como base difundir educação e arte por meio da Cultura de Paz, metodologia criada pelo psicólogo e educador francês Pierre Weil. O CCHC, é fruto do sonho de um homem que no final da década de 80 foi um dos criminosos mais procurados no Rio de Janeiro: Samuel Muniz, o  Samuca.  Entretanto, sua vida no crime foi parada quando completou 22 anos de idade, após ser preso.  Ainda dentro da cadeia, Samuca teve contato com duas vertentes que mudaram sua vida para sempre: fé e música.

Regenerado e cansado de ver histórias como a própria se repetindo entre jovens e adolescentes, Samuca juntou forças com dois amigos ( Jê e Binho) e decidiu dar vida nova a uma escola municipal abandonada na comunidade. Além de se tornar um instrumento facilitador de inclusão social, o Centro Cultural uniu os moradores da região e impulsionou neles o desejo de comandar a própria história através do desenvolvimento humano.

 

Desde a sua criação, em 2008, o CCHC já recebeu milhares de educandos, de diferentes idades, em atividades das mais variadas, desde dança contemporânea, pintura em tela, grafite, teatro e fotografia. Somente no primeiro semestre deste ano, mais de 150 jovens tiveram a oportunidade de ingressar no universo cultural da instituição.  Tanto esforço rendeu frutos importantes. Exemplo são as valorosas parcerias com empresas e entidades mundialmente conhecidas, assim como o respeito conquistado por meio de premiações.

Dessa forma, foi possível ampliar  o sonho e continuar compartilhando ainda mais aprendizado para revelar novos talentos. Foi o caso do jovem Cety Soledade, que teve seu trabalho de grafite no Boulevard Olímpico aplaudido pela imprensa internacional devido à excepcional qualidade artística.

 

Investindo no futuro

 

Para dar sequência às iniciativas desenvolvidas no CCHC, a instituição precisa mais do que nunca da ajuda de empresas, como também de pessoas físicas para patrocinar voos mais longos. Com uma participação inicial de apenas R$20, através do programa Sócio Realizador, o contribuinte alimenta o sonho de um mundo melhor por meio do desenvolvimento humano, transformando diamantes brutos em pedras preciosas.f

DAVI DO PANDEIRO SOLTA A VOZ NA GRAVAÇÃO DO HINO OFICIAL DE LUCAS PARA O CARNAVAL 2018

Unidos de Lucas grava faixa no CD do Grupo C e Davi do Pandeiro diz que Galo de Ouro vai pra cima!

Feliz da vida! Assim podemos definir o sentimento de toda a equipe da Unidos de Lucas com a gravação de sua faixa no CD que reúne as escolas de samba que desfilam pelo Grupo C da Intendente de Magalhães. Reunidos em um estúdio no bairro de Marechal Hermes, Davi do Pandeiro, mestre Celsinho e a diretoria do Galo de Ouro da Leopoldina soltaram a voz para dar mais vida à composição de Sidinho e Cia, vencedora deste ano.

– Estamos muito empolgados com este hino. A intendente vai sacudir com essa homenagem justa ao povo nordestino. Somos esses cabras arretados que o samba descreve, diz Davi do Pandeiro, intérprete experiente que coleciona passagens por grandes agremiações do carnaval como Unidos da Tijuca e Viradouro.

O trabalho na vermelho e ouro não esmorece mesmo com as dificuldades.

– Começamos o nosso planejamento cedo, mas isso não que dizer que a gente não se preocupe com tudo o que vem acontecendo. Confiamos na entidade que nos representa e sabemos que tudo será resolvido pelo bem da maior festa popular do país, diz o presidente Helinho.

Com eventos previstos ainda para este mês como a Festa de Passistas e a Feijoada da Realeza, a escola da Zona da Leopoldina quer fazer renascer em seu bairro de origem, o gosto pelo Carnaval e pelo samba.

– Nossos eventos são para ajudar os segmentos. Toda a arrecadação vai pra eles e temos que agradecer por termos pessoas tão compromissadas e com o mesmo foco que temos. O que mais queremos é ver a comunidade de Lucas lutando conosco para subirmos mais um degrau. Se Deus quiser vamos voltar, em breve, para a Sapucaí, diz o presidente.

Em 2018, a Unidos de Lucas será a 7ª agremiação a desfilar pelo Grupo C da Liesb. O enredo com o qual a escola pisará na avenida, falará sobre a saga do povo nordestino. Criado por André Cezari, “ O Galo Arretado canta o Nordeste, o xodó do Brasil”, está sendo desenvolvido pelo carnavalesco Walter Guilherme.

Confira a letra do samba vencedor:

Compositores:

SIDINHO, SERGIO PINTO, JUCA DO PANDEIRO, CASSIO MELLO, COSMINHO DA TIA E CASSIO FELIPE

 

LÁ VOU EU…

FOLIÃO-MALANDRO-CANGACEIRO

VIAJAR DE PAU DE ARARA

RUMO AO RIO DE JANEIRO

PELOS CAMINHOS DO CORAÇÃO

SOL, POEIRA E CARVÃO

SIGO A ESTRADA, É PRECISO SONHAR

NA ESPERANÇA DA VIDA MELHORAR

E A CHUVA CAIR DE NOVO

PRA ASA BRANCA PODER VOLTAR

 

PUXA O  FOLE GONZAGÃO

PRA ABENÇOAR O NOSSO DESTINO

XAXADO, FORRÓ E BAIÃO

SALVE O POVO NORDESTINO

 

NO BALANÇO DO CAMINHO

TEM SEVERINA, MARIA E JOÃO

AO PADIM PADE CIÇO PEDEM PROTEÇÃO

SAUDADE O MEU REMÉDIO É CANTAR

DE BRAÇOS ABERTOS O RIO ENCONTRAR

NO CENTRO DE TRADIÇÕES

COM A MINHA GENTE VOU ESTAR

NO CARNAVAL ENCERRO ESSA VIAGEM

UNIDOS POR LUCAS SEM DISTINÇÃO

DE VERMELHO E OURO , UMA SÓ NAÇÃO

 

SOU GALO ARRETADO…CANTO O NORDESTE

CARIOCA, SERTANEJO…CABRA DA PESTE

NA INTENDENTE, PURA EMOÇÃO

SONHANDO UM DIA VOLTAR PRO MEU SERTÃO

  

Bella Falconi e Ricardo Rocha renovam votos de casamento no México
Bella Falconi, a musa fitness brasileira mais conceituada nas redes sociais e com mais de 3,1 milhões de seguidores no Instagram, renovou os votos de casamento com o marido Ricardo Rocha, o Maguila, em cerimônia intimista realizada na praia de Riviera Maya, no México, e com a presença da filha Victoria, de 2 anos e 2 meses.
“Entrei de mão dada com a Vicky. Na hora que ela viu o pai, saiu correndo e me deixou sozinha (risos). Chorei muito, as músicas me emocionaram. Foi lindo”, detalha ela, que entrou ao som da música “A Thousand Years”, de Christina Perri, e com vestido assinado pelo estilista Jadson Jr. que pesa 6kg e foi feito em tule com escamas de madrepérolas colombianas e pérolas.
“A renovação geralmente acontece a cada 10 anos ou mais, mas eu creio que o amor como algo tão sagrado, que cada dia a mais já vale uma vida inteira. Principalmente levando em consideração que vivemos em uma era de pouca tolerância, de muito estresse e muitos  divórcios. Hoje em dia, os casamentos acabam por nada. As pessoas se toleram bem menos e cometem erros sem pensar. Por isto, acho que todo dia é um dia oportuno para se olhar nos olhos e dizer ‘eu te amo e te amarei cada dia mais'”, exaltou a loira de 32 anos que é formada em Ciência da Nutrição pela Universidade Kaplan e agora está fazendo mestrado em Nutrição Aplicada pela Northeastern University, nos Estados Unidos.
Emocionada, Bella Falconi explicou por que renovou os votos no México e falou sobre o comportamento da filha na cerimônia: “Escolhi este lugar porque vim para cá quando estava grávida da Vicky. Foi mágico. Ela me conduziu até o meu príncipe, o papai dela. Ela quis tomar tetê no meio da cerimônia e também ficou enciumada na hora do beijo. Essa é uma família da vida real, vivendo um dia de conto de fadas”.
Bella Falconi, a musa fitness brasileira mais conceituada nas redes sociais e com mais de 3,1 milhões de seguidores no Instagram, renovou os votos de casamento com o marido Ricardo Rocha, o Maguila, em cerimônia intimista realizada na praia de Riviera Maya, no México, e com a presença da filha Victoria, de 2 anos e 2 meses.
“Entrei de mão dada com a Vicky. Na hora que ela viu o pai, saiu correndo e me deixou sozinha (risos). Chorei muito, as músicas me emocionaram. Foi lindo”, detalha ela, que entrou ao som da música “A Thousand Years”, de Christina Perri, e com vestido assinado pelo estilista Jadson Jr. que pesa 6kg e foi feito em tule com escamas de madrepérolas colombianas e pérolas.
“A renovação geralmente acontece a cada 10 anos ou mais, mas eu creio que o amor como algo tão sagrado, que cada dia a mais já vale uma vida inteira. Principalmente levando em consideração que vivemos em uma era de pouca tolerância, de muito estresse e muitos  divórcios. Hoje em dia, os casamentos acabam por nada. As pessoas se toleram bem menos e cometem erros sem pensar. Por isto, acho que todo dia é um dia oportuno para se olhar nos olhos e dizer ‘eu te amo e te amarei cada dia mais'”, exaltou a loira de 32 anos que é formada em Ciência da Nutrição pela Universidade Kaplan e agora está fazendo mestrado em Nutrição Aplicada pela Northeastern University, nos Estados Unidos.
Emocionada, Bella Falconi explicou por que renovou os votos no México e falou sobre o comportamento da filha na cerimônia: “Escolhi este lugar porque vim para cá quando estava grávida da Vicky. Foi mágico. Ela me conduziu até o meu príncipe, o papai dela. Ela quis tomar tetê no meio da cerimônia e também ficou enciumada na hora do beijo. Essa é uma família da vida real, vivendo um dia de conto de fadas”.