Lançamento livro “Brisas” e do EP “77 Rotações” na Arena Fernando Torres em Madureira

Autor Gabriel Murga lança seu primeiro livro, “Brisas” pela Autografia Editora, em 20 de dezembro

Evento será na Arena Carioca Fernando Torres, em Madureira com entrada gratuita

A Arena Carioca Fernando Torres, recebe no próximo dia 20 de dezembro, o lançamento do livro “Brisas”, o primeiro do jornalista carioca Gabriel Murga que foi publicado pela editora Autografia. Em “Brisas”, o autor apresenta sua proposta de trabalho que une poesia, conto e crônica, com materiais produzidos entre 2012 e 2017.

A obra apresenta impressões sobre o cotidiano dos locais por onde esteve o autor, nascido em Piedade na Zona Norte do Rio de Janeiro, por meio de poesia, de formas tradicionais ou inusitadas. Seja sobre uma estrada marcante, sobre o café já proibido, ou até mesmo “fatos esquecidos” sobre o verão de 1987.

Todas as ilustrações do livro, as capas e as internas, além da segunda orelha do livro são assinadas por Letícia Semeraro, ilustradora e educadora. A revisão textual da obra foi feita por Juliana Leão.

Ficha Técnica:

Revisão: Juliana Leão

Ilustrações (Capa e Internas): Letícia Semeraro

Primeira Orelha: Anderson Souza

Segunda Orelha: Letícia Semeraro

Tiragem: 200 cópias

Capa e Editoração Eletrônica: Talita Almeida

Autografia Editora, 2018.

Sinopse: Brisas, reúne poesias e contos escritos entre 2012 e 2017, onde apresento impressões sobre o cotidiano das cidades, as dores da violência, o agradável em meio ao caos e como lidamos com as nossas sensações diante de um mundo cada vez mais acelerado e menos sentido. Das experiências no futebol de domingo, na rua sem saída em Coelho Neto, em gabinetes de políticos das opiniões mais opostas, ao lado de pessoas que lutam pelos direitos das pessoas que mais precisam, todos esses lugares, onde aprendeu e contribuiu. Carregamos centenas de olhares e te apresento alguns dos meus. Desfrute!

Lançamento do EP “77 Rotações”

Evento será realizado no dia 20 de dezembro em Madureira com entrada grátis

O primeiro EP da parceria Gabriel Murga/ Fellipe Pires apresenta oito canções inéditas, que oscilam entre os muitos caminhos rítmicos que partem da zona norte da cidade do Rio de Janeiro em direção aos horizontes musicais mais distantes pelo Brasil e conta com produção executiva de Gabriel Murga e Letícia Semeraro e produção musical de Rodrigo Romão.

 

O show apresentará doze canções autorais e conta com a participação dos músicos André Minimoe (Baixo) e Caio Coelho (percussão) e do cantor Rodrigo Romão na faixa-samba “Repercussão Geral”, além de Fellipe Pires (violão, arranjos e voz).

 

As músicas buscam levar a um leque de ritmos, passeando pelo baião de “Brisa da Manhã”, na delicadeza de “Como reza de Bethânia” e ao clima de caos em “Chuva e Querosene”, única letra assinada em parceria de “77 rotações”, com o jornalista Anderson Souza. Completam a lista de canções “Me leva pela mão”, “Conversa Arquivada”, “Presente Guardado” e “Duas ondas vagas”.

“Me sinto realizado. A música e a leitura são duas das minhas maiores paixões e motivações em todos os dias; nos azuis e naqueles mais cinzas. E poder apresentar estes projetos, que são uma parte fundamental da minha vida por meio da escrita e de músicas é inesquecível”, afirma o autor Gabriel Murga.

O projeto será disponibilizado e lançado oficialmente em dezembro de 2018 nas redes sociais e nas plataformas de Streaming de “77 Rotações”.

Ficha Técnica:

Arranjos, voz e violão: Fellipe Pires

Letras: Gabriel Murga, exceto “Chuva e Querosene”; Gabriel Murga e Anderson Souza

Ilustrações: Letícia Semeraro

Produção Musical: Rodrigo Romão e Fellipe Pires

Produção executiva: Letícia Semeraro e Gabriel Murga

Vozes: Repercussão Geral (Rodrigo Romão) e Me Leva Pela Mão (Letícia Semeraro)

 

Serviço Lançamento Brisas e EP “77 Rotações”

 

Lançamento livro “Brisas” de Gabriel Murga e do EP “77 Rotações”

Abertura: 18h30

Início do show de abertura: 19h30

77 Rotações: 20h30

Entrada Grátis.

20 de dezembro de 2018

Arena Carioca Fernando Torres

Rua Bernardino Andrade, 200, Madureira.

(Entrada Portão 4 – Parque Madureira)

Nando Reis e banda Melim encerram o projeto Rio na Rua

SHOWS LOTADOS COMO O NANDO REIS E MELIM ENCERRAM SEGUNDA EDIÇÃO DO RIO NA RUA COM PÚBLICO RECORD

Outras 23 atrações se apresentaram ao longo do domingo nas orlas de Leblon ao Arpoador

 Mais de 60 mil pessoas passaram pelas orlas do Arpoador ao Leblon para acompanhar o encerramento do Rio Na Rua, projeto cultural da cerveja Itaipava, que aconteceu no último domingo (9), durante todo o dia. O Festival Rio na Rua fechou a edição deste ano e deu as boas-vindas ao verão.

Fechando a segunda edição do projeto, o cantor Nando Reis subiu ao palco no fim da tarde, em um dos maiores cartões postais do Rio de Janeiro. O pôr do sol ficou ainda mais lindo ao som de Nando, que cantou para cerca de 10 mil pessoas, segundo estimativa da organização do evento. Em um show que relembrou seus maiores sucessos, embalado por músicas como “All Star”, “Por onde andei”, o cantor agradeceu por muitas vezes a presença do público e, ao cantar a nova música de trabalho, lançada em outubro, “Rock’n Roll” disse: “é muito bom ter vocês cantando comigo”. Quando os acordes de “Segundo Sol”, música composta por ele, imortalizada na voz de Cássia Eler, começaram, Nando Reis fez questão de homenagear e parabenizar a cantora pelo seu aniversário, que seria comemorado nesta segunda-feira (10).

Além de Nando Reis, a cerveja 100% Verão apresentou outras 23 atrações que estiveram nos últimos seis meses em diversos bairros do Rio. As apresentações aconteceram em seis palcos instalados do Posto 7 ao 12. A banda Melim, subiu ao palco do Arpoador no início da tarde e empolgou os fãs que os aguardavam ansiosamente desde às 11 horas.

O ator e apresentador Joaquim Lopes acompanhou o show da namorada, a cantora Marcela Fogaça. O ator tirou fotos com os fãs e convidou o público pelas redes sociais para o evento. As atrizes Roberta Rodrigues, Luana Xavier, Elisa Brites, Aparecida Petrovick e o promoter Léo Fuchs também passaram pelo evento.

As bandas Fuze, Discoé, 2 Reis, Banca 021, Blood Mary, Class A, Primeiro Amor, Pietá, Donnas, Folks, 13,7, Folakemi, Samba e Amor, Flor de Sal, Black Bird e os cantores Ari, Luciane Dom e Thais Macedo também se apresentaram gratuitamente. Os grafitis produzidos ao longo do ano em cada edição do projeto foram expostas em toda a orla, ao lado dos palcos.

Com o dia de sol e calor, o chope gelado foi o principal companheiro do público. De acordo com a organização do Rio na Rua, cerca de seis mil litros de chope Itaipava foram consumidos ao longo do dia.

FOTOS: CLEOMIR TAVARES E MARCUS FABER

EXPOSIÇÕES DA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO SÃO INSPIRAÇÃO PARA O PROGRAMA EDUCATIVO DE DEZEMBRO

Programação inclui oficinas, visitas mediadas, acessibilidade e atividades infantis

Inspirado nas exposições em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, o Programa Educativo Gente Arteira convida o público para as atividades especiais de dezembro, destinadas a pessoas de todas as idades. Nos dias 4 e 5 (terça e quarta) e 6 e 7, das 17h às 20h, duas turmas terão a oportunidade de experimentar a arte de Jorge Fonseca através da Oficina de Bordado, que explora as possibilidades do bordado enquanto técnica e criação. Serão ensinados pontos básicos para a criação de desenhos no suporte do bastidor.

Jorge Fonseca, maquinista de trem e marceneiro por mais de 15 anos, constrói em suas obras um novo significado a objetos do imaginário coletivo e aponta brechas de afeto em coisas simples do cotidiano. A exposição “Labirinto de Amor” fica em cartaz até dia 23 de dezembro na CAIXA Cultural Rio.

No dia 8 (sábado), às 15h, os pequenos poderão brincar de investigação na atividade “Detetives da Arte”, uma aventura no universo de cores, formas e texturas, para desvendar toda força do amor através da arte de Jorge Fonseca. Já no dia 15 (sábado), às 15h, o pequena Gente Arteira levará crianças de 1 a 4 anos para embarcar em uma viagem pela exposição Labirinto de Amor, através das histórias dos personagens e das memórias interioranas contadas pelo artista.

A exposição “O Ordinário Rafael Sica”, com trabalhos do quadrinista e ilustrador gaúcho, exibida até dia 23 de dezembro, será o pano de fundo para a oficina de História em Quadrinhos, que será realizada durante três dias, de 11 a 13 de dezembro (terça a quinta). A proposta é explorar as técnicas do desenho e da arte sequencial e apresentar um panorama histórico ao público, instigando um olhar crítico para a linguagem gráfica.

Valorizando democratização da arte, a Oficina de Audiodescrição: acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual ,agendada para os dias 18 e 19, tem por objetivo sensibilizar sobre a importância de práticas educativas acessíveis às pessoas com deficiência visual nos espaços culturais. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que pessoas com deficiência visual possam assistir e compreender exposições de arte, filmes, programas de televisão, peças de teatro, eventos culturais, entre outros.

Atividades fixas:

O Gente Arteira também possui algumas atividades fixas. Aos sábados, das 14h às 18h, o Ateliê criativo parte das exposições em cartaz na CAIXA Cultural para desenvolver a criatividade do público por meio de uma série de práticas e experimentações voltadas a diversas faixas etárias.

Enquanto isso, as Ações de Galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais por meio de visitas mediadas ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos das 13h às 14h e das 17h às 18h.

Outras informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br e pelo telefone (21) 3980-4898.

Programação:

Oficina de Bordado

Datas: Turma 1: dias 4 e 5 de dezembro (terça a quarta – oficina continuada) / Turma 2:  dias 6 e 7 de dezembro (quinta e sexta- oficina continuada)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público-alvo: Estudantes e profissionais de artes, literaturas e áreas correlatas

 Detetives da Arte na exposição “Jorge Fonseca –  Labirinto de Amor”

Datas: 8 de dezembro (sábado)

Horário: 15h

Local: Oficina 1

Público-alvo: Crianças a partir de 5 anos

 

Oficina de Histórias em Quadrinhos

Datas: 11, 12 e 13 de dezembro (terça a quinta- feira- oficina continuada.)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público- alvo: profissionais e estudantes da área de artes, fotografia e público interessado na temática.

Pequena Gente Arteira na exposição “Jorge Fonseca –  Labirinto de Amor”

Datas: 15 de dezembro (sábado)

Horário: 15h

Local: Foyer e Galeria 2

Público-alvo: Crianças de 1 a 4 anos

Oficina de audiodescrição: Acessibilidade cultural para pessoas com deficiência visual.

Datas: 18 e 19 de dezembro (terça a quarta-feira – oficina continuada)

Horário: das 17h às 20h

Local: Oficina 1

Público- alvo: Para pessoas cegas e videntes. Profissionais e estudantes da área de educação, pedagogia, artes, comunicação, museologia e público interessado na temática.

Ações de galeria:

De terça a sexta-feira, de 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h

Serviço:

Programa Educativo CAIXA Gente Arteira

Entrada franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Classificação Indicativa: Consultar programação

Brasileiro de 8 anos ganha o campeonato de motonáutica na Europa e é condecorado pela FPM 

O jovem Pex Moura Jr. conquista feito inédito e ganha importante campeonato de motonáutica em Portugal em sua primeira competição de motonáutica.

Após ter vencido o Campeonato Nacional de Motonáutica na classe 1 em Portugal, o brasileiro Pex Moura Jr., já conhecido dos portugueses também como piloto de kart e vencedor do campeonato Rotax, desponta como promessa do esporte na Europa.

Apesar da pouca idade, Pex já tem uma carreira no esporte de gente grande. Com apenas 8 anos de idade, ele acumula troféus conquistados ao longo dos anos. O brasileiro tem sido apontado como futuro da motonáutica em Portugal. Fiel a sua raiz, o jovem campeão faz questão de usar a bandeira do Brasil junto ao corpo após cada uma de suas vitórias. 

O fato impressionante é que Pex se tornou campeão na categoria, mesmo sendo primeira vez que estava competindo na motonáutica. Pex Moura Jr. surpreendeu a todos, inclusive a Federação Portuguesa de Motonáutica, que o agraciou com dois prêmios de distinção. 

“Nunca tinha pilotado um barco antes. Me explicaram os comandos básicos e competi com outros jovens da minha idade. Mesmo assim ganhei o primeiro lugar, sem ter treinado antes”, conta Pex Moura.

Apesar de todas as vitórias, o pai do jovem piloto afirma que existe muita dificuldade em ter o filho nas competições se nao houverem apoios. Pedro acredita que se o empresariado brasileiro se envolver, a parceria pode render muitos frutos: “o Pex tem um potencial incrível e não tem medo dos desafios. Mas no momento não contamos com nenhum apoio financeiro ou patrocínio. Se tivéssemos apoios no Brasil, para que o Pex competisse por lá, ou até mesmo apoios de lá pra cá, seria muito bom para todos. É um brasileiro vitorioso nos pódios europeus e poderia ser também nos pódios brasileiros”. 

Na festa de gala de encerramento da Federação Portuguesa de Motonáutica, Pex recebeu o Prêmio Revelação 2018 e o troféu de campeão nacional de Fórmula Futuro.

Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ

Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi, quarta, dia 12, na Candelária

 

Com entrada gratuita, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble e Coro Infantil farão apresentação única, comobras de Holst, Anderson, canções tradicionais natalinas e clássicos da música popular brasileira

            O Projeto Candelária irá promover, no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:30h, uma apresentação especial de Natal, reunindo a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coro Brasil Ensemble UFRJ e o Coro Infantil UFRJ. Com regência de André Cardoso e entrada gratuita, o 543º concerto da série terá a participação especial de Danilo Caymmi e apresentará um programa com obras de Gusttav Holst, Leroy Anderson, canções tradicionais natalinas e grandes clássicos da música popular brasileira, como “Andança”, do próprio Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós; “Alguém no Céu” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, e “Acalanto”, de Dorival Caymmi.

Objetivando participar do processo de revitalização do centro histórico da cidade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária criou, em 1992, o Projeto Candelária, inicialmente promovendo exposições fotográficas e de cartofilia. Entrou, a seguir, na área musical, passando, a apresentar, regularmente, concertos de música erudita com entrada franca, idealizados pelo Provedor Jubilado Dr. José Gomes da Silva. O primeiro concerto ocorreu em 16 de agosto de 1995, quarta-feira, às 18:30 h, apresentando o Coro Sinfônico Comunitário Moacyr Bastos, sob a regência de Ueslei Banus. Hoje, na XXIV Temporada ininterrupta, já apresentou 543 concertos com artistas oriundos de 48 países dos 5 continentes. Com o objetivo de divulgar o Projeto e atrair artistas do exterior, a série produziu um álbum (1995-2012) apresentando os concertos com fotos, programas e textos, que vem sendo enviado aos embaixadores dos países que se apresentaram na Igreja da Candelária. Os concertos são gravados e transmitidos em cadeia nacional pela Rede Vida de Televisão.

Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.

Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. O conjunto já atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica Nacional, em salas de concerto com Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra Sinfônica da UFRJ gravou o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Gravou ainda os Cds “Imagens do Brasil século XX”, “Imagens do Brasil – séculos XX e XXI” com obras dos compositores brasileiros e o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos, totalmente dedicado a esse compositor. O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e do XXIV Panorama da Música Brasileira da Atualidade.

Criado em 1989, o Coral Infantil da UFRJ é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretel de Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2017 participou de Carmina Burana de Carl Orff e de Tosca de Puccini no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles.

SERVIÇO:

 

12/12, quarta-feira – CONCERTO ESPECIAL DE NATAL – Orquestra Sinfônica da UFRJCoro Brasil Ensemble UFRJ e Coro Infantil da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi

Local: Igreja da Candelária

Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro

Horário: 18:30h

Entrada gratuita

Classificação livre

Informações: 3211-7000 e 99938-5538 (Rildo Costa)

Feijoada da Banda Amigos da Barra “Da Tijuca”  COROAÇÃO DA RAINHA CYNTHIA CAMILLO

Show com Grupo Peso Do Samba – DJ Cleanto

NO PADANO SERTANEJO BAR

Dia 09/12 (Domingo)

 A Barra Da Tijuca já esta em clima de carnaval. Neste domingo, dia 09 de dezembro vai acontecer à feijoada do Encontro da Banda Amigos Da Barra “Da Tijuca”, bloco pré carnavalesco, que sairá no dia 17 de fevereiro do ano que vem, duas semanas antes do carnaval de 2019. Em seu terceiro ano consecutivo, um mega trio, com quase 30 metros vai animar a Av. Lúcio Costa, com diversas atrações.

Mas neste domingo, uma feijoada vai consagrar a dançarina, passista, professora de educação física, designer de moda, atriz e Princesa do Carnaval Carioca, Cinthia Camillo, como a rainha da Banda no Carnaval 2019. A nova rainha, uma das mulheres mais celebradas do carnaval, passista e musa da Beija Flor, receberá a faixa de Marcilene Moraes, rainha 2018.

Cinthya Camillo

A feijoada vai contar com uma presença de peso da folia momesca. Enredo e ícone do carnaval, primeira rainha de bateria da avenida e uma das maiores referências de musas de todo a folia brasileira, Adele Fátima, que esta sendo homenageada como enredo da Banda, no próximo desfile no dia 17/02. Samba de autoria nada mais nada menos de,  Xande De Pilares. A tarde será marcada ainda pela comemoração do aniversário do presidente, Fábio Campos
O Bloco Banda Amigos Da Barra, sob direção do empresário Fábio Campos completará três anos e chegou para trazer alegria e descontração para todos os foliões que curtem um bloco de rua com gente animada, plena segurança e com o pensamento sustentável, de que estamos aqui para abraçar uns aos outros. Em pleno verão e sempre 15 dias antes do carnaval, o clima de descontração invade a praia da Barra, com uma diversidade de ritmos, um carnaval musical, que este ano contará com sertanejo, samba, rock, bateria de escola de samba e o funk, é claro, mais carioca impossível! #BandaAmigosDaBarra.

Vai acontecer no Padano Sertanejo Bar. A animação ficará por conta do DJ Cleanto e do grupo Peso Do Samba.

O valor da entrada é de R$ 39, com direito a feijoada à vontade, além de caipirinha e cerveja em dose dupla (a parte do valor da entrada).

As portas abrirão às 12 horas e o evento será encerrado as 20. Menores de idade só acompanhados pelo responsável legal.

SERVIÇO:

Feijoada Da Banda Amigos Da Barra

Coroação Da Rainha Cinthya Camillo

Atrações:

– Grupo Peso Do Samba

– Dj Cleanto

* Dia: – 21 de janeiro – domingo

* Local: – Padano Sertanejo Bar (Av. Érico Veríssimo, 821 – Barra Da Tijuca

* Horário: – A partir das 13 horas / Até as 19hs

* Valor: – R$ 39,00 (Feijoada + Shows)

* F Etária: – Menores de 18 anos só com os responsáveis

* Info: – (21) 96947-0018

Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

Dançando Para Não Dançar , com músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

REFAVELA 

Patrocinado pela Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro, o espetáculo terá no repertório músicas de Chico César, Chico Buarque e Gilberto Gil

Há 24 anos usando a dança como instrumento de inclusão social e de cidadania, a tradicional companhia “Dançando Para Não Dançar”, apresenta com a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura o espetáculo Refavela no dia 11 de dezembro, às 19h,  no Teatro João Caetano, no Centro do Rio. A entrada é gratuita. Desta vez, o repertório traz o balé clássico Danúbio Azul e o novo balé contemporâneo Refavela, com seis músicas do cantor Chico César e uma canção de Chico Buarque e Gilberto Gil. As coreografias são assinadas por Maria Gabriela Aguilar, Samara Mello, Paulo Rodrigues e Eduardo Masquette.  O grupo, formado por moradores de comunidades do Rio, como Mineira, Fallet, São Carlos, Maré, Cantagalo e Pavão/Pavãozinho, fará a já tradicional apresentação de fim de ano.

Neste momento em que a cidade do Rio de Janeiro pede socorro, a trágica história contada na apresentação é também um dos primeiros retratos da realidade do embrião que hoje conhecemos como os complexos de favelas. “Refavela” mostra a visão romântica do morro e sua realidade, tudo isso tendo como pano de fundo uma história de amor, que compara a vida nas favelas com o cenário festivo grego e a mitologia da Grécia Antiga, com o sagrado e o profano amalgamados em habitações clandestinas.

“O carioca está perdendo a sua espontaneidade. Encurralado com medo das facas e das balas perdidas. Vamos com a dança dizer ‘não’ à violência e mostrar que os morros têm vez. O espetáculo fala um pouco das comunidades e mostra que lá existe muita coisa boa. Existe amor, existe arte. Nossos alunos sofrem com a rotina de violência em seus lares, o que os impossibilita muitas vezes de chegar às aulas”, afirma Thereza Aguilar, coordenadora do Dançando Para Não Dançar, que foi criado no Pavão-Pavãozinho e no Cantagalo, em 1994, visando dar acesso às crianças e aos jovens de comunidades populares ao balé clássico.

A companhia de dança utiliza o perfil lúdico do balé como instrumento de inclusão social e de cidadania. Os principais alvos são a profissionalização de jovens, o incentivo à participação cultural e o combate à exclusão social, ao proporcionar acesso à formação em uma profissão que dificilmente ingressariam.  Além da escola de dança, no Centro do Rio (Rua Frei Caneca, 139), o projeto atua em oito comunidades das Zonas Sul e Norte do Rio (Rocinha, Cantagalo, Pavão-Pavãozinho, Mangueira, Chapéu-Mangueira, Babilônia, Borel e São Carlos) e atende a cerca de 150 crianças e jovens.

O Dançando Para Não Dançar formou um grupo que se apresenta em todos os espetáculos e apresentações com o objetivo de dar aos jovens a chance de se aperfeiçoarem na vida profissional, no palco, e criar mecanismos para a geração de renda. Um dos desafios da companhia é proporcionar o encaminhamento profissional dos jovens entre 12 a 21 anos que cresceram e se profissionalizam dentro do projeto.

Exemplos deste trabalho bem feito de revelar talentos (leia mais abaixo) não faltam.  Há ex-integrantes do projeto que hoje atuam em companhias importantes pelo mundo e fizeram da dança profissão. Inclusive, o Dançando para Não Dançar conta com um convênio de intercâmbio com a Escola Staatilicher Balletschule Berlin (Escola Estatal de Berlim). “Nós normalmente não contratamos professoras. O que temos são ex-alunas que retornam ao Brasil e voltam pra dar aula aqui”, explica Thereza.

Parcerias – O projeto Dançando Para Não Dançar é patrocinado pela Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio de Janeiro. Também conta com apoio de Governo do Estado do Rio de Janeiro, Vídeo Filme, UtiliCasa, Casa do Biscoito, Shopping Leblon, curso de inglês Brasas e Viva Rio.

Repertório

“Desejo e Necessidade” (Chico César) 5:40

“Enxerto Poético” (Chico César) 5:12

“Cálice” (Chico Buarque e Gilberto Gil) 4:17

Ora-Pro-Nobis

“Estado de Poesia”(Chico César) 5:15

“Palavra Mágica” (Chico César) 4:34

“Por que você não vem morar comigo” (Chico César) 4:00

“Mama África (Chico César)” 4:11

SERVIÇO – Apresentação única

Data: 11 de dezembro de 2018, às 19h

Local: Teatro João Caetano. Praça Tiradentes, s/nº, Centro

Entrada Gratuita

Classificação: Livre

Paula Fernandes lança biografia em São Paulo na quinta-feira, 13

Noite de autógrafos de “Pássaro de Fogo- Minha História” acontece, às 19h, na Livraria Martins Fontes Paulista da Avenida Paulista

O lançamento do livro “Pássaro de Fogo-Minha História de Paula Fernandes em São Paulo já tem data e local para acontecer. Na quinta-feira, 13 de dezembro, Paula estará na Livraria Martins Fontes Paulista da Avenida Paulista para receber fãs, admiradores e amigos em uma noite emocionante. A participação está limitada a 200 senhas que podem ser retiradas a partir das 16h do dia na própria livraria. Os autógrafos estão restritos para quem adquirir o livro.

“Estou muito animada com esse lançamento, não vejo a hora de dividir minha história com meus fãs e com todos aqueles que queiram saber um pouco mais da Paula de Souza. A Paula Fernandes todo mundo conhece, mas agora vão poder conhecer a minha essência, minhas verdades, meu eu mais intenso e real”, conta a cantora.

Quem vê Paula Fernandes confiante cantando para multidões, na TV ou em capas de revista, no entanto, não imagina tudo que essa mineira de origem humilde enfrentou para garantir seu lugar ao sol no show business nacional.

A cantora caiu na estrada com 9 anos, fazendo shows em rodeios e barzinhos, ganhando nada (ou quase) por suas apresentações. Abriu mão de uma infância e depois de uma adolescência normais para perseguir o sonho de viver da música, o que só se concretizou aos 24 anos, quando assinou com uma grande gravadora. Esse sacrifício cobrou seu preço, na forma de uma depressão paralisante.

Em “Pássaro de fogo – Minha história”, Paula conta como venceu a doença e, na contramão de outras autobiografias de artistas, fala do lado difícil da fama e como é importante continuar acreditando e lutando. Com sua história, a cantora pretende mostrar que não importa a classe social, local onde vive, o sonho é pra todos e se você acredita neste sonho tudo é possível.

Regras do Evento

   – A participação no evento está limitada a 200 senhas numeradas.

    – Só poderão participar do evento pessoas que possuírem ou adquirirem o livro “Pássaro de Fogo: Minha História”

    – A distribuição de senhas será realizada no dia do evento, a partir de 16h.

    – A apresentação da senha é obrigatória. No caso de extravio da senha, esta não será substituída e o portador perderá o direito de participar da sessão de autógrafos.

    – O atendimento será realizado pela ordem numérica da pulseira.

    – Não serão permitidos autógrafos em marcadores de livros, pedaços de papel, etc;

    –  Não serão permitidas selfies/vídeos/áudios na mesa de autógrafos. Você poderá entregar seu celular a uma pessoa designada no dia do evento, e também teremos um fotógrafo oficial que disponibilizará as fotos em até uma semana na página do Facebook da Livraria Leitura.

Serviço- Lançamento e autógrafos “Pássaro de Fogo-Minha História”

Local: Livraria Martins Fontes Paulista. Av. Paulista, 509. São Paulo

Data: 13/12/2018

Horário: 19h

Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada

“Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada no Teatro Laura Alvim com sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges

Montagem que marca a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral é considerada um dos melhores textos de Bortolotto.

“Uma Pilha de Pratos na Cozinha” nos faz refletir sobre a vida e o sentido de nossa existência, numa direção belíssima de Borges que soube com rara sensibilidade criar um espetáculo forte e de alta relevância artística, contando com um elenco que soube dar o peso certo para cada palavra criada milimétricamente por Mário Bortolotto.” Renato Melo

 Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.

 Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, a peça narra o drama de quatro amigos que encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento. Eles falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas.

Em cena, Júlio, um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel, um amigo sanguessuga fracassado; Breno, o síndico do prédio e Cristina, ex-namorada de Júlio e doente terminal.

A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. Faz com que naturalmente o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.

Idealizada pelos atores Silvana D’Lacoc e Rodrigo Rosado, “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” homenageia o grupo de teatro paulistano Cemitério de Automóveis criado pelo dramaturgo, ator, diretor e músico Mário Bortolotto e marca a  primeira direção teatral do ator Alexandre Borges, que integrou o grupo de teatro Boi voador, de Ulysses Cruz. Nesta temporada há apoio Cultural do restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita.

A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.

– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a equipe achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.

SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora sobre o submundo de São Paulo, falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges.

 Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2jRlRMxyMEU

 Serviço:

Uma Pilha de Pratos na Cozinha

Horários: Terças e quartas-feiras, às 19h

Temporada: 4 e 5 de novembro, 19h

Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim)

Lotação: 53 lugares

Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2332-2016

Preços: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia entrada)

Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/

Classificação: 16 anos

Duração: 55 minutos

Gênero: Drama

Funcionamento da bilheteria/teatro:

Terça a sexta – 16h às 21h

Sábado – 15h às 21h

Domingo – 15h às 20h

 

 Ficha Técnica:

Texto: Mário Bortolotto

Direção: Alexandre Borges

Elenco: Rodrigo Rosado, Silvana D’lacoc, Akin Garragar e Lozano Raia

Iluminação: Aurélio di Simoni

Cenografia e figurino: Daniele Geammal

Programação Visual: Thiago Ristow

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias 

Produção Executiva: Silvana D’Lacoc

Produção e Captação de Recursos: Eduardo Malheiros

Idealização e Produção: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc

Apoio Cultural: Restaurante Rayz e  Spa Maria Bonita

ENTREVISTA: Jesus Luz fala sobre inicio da carreira como DJ

 

Nessa ultima quinta-feira (29/11), Luca Moreira recebeu o DJ, ator e modelo, Jesus Luz para uma entrevista em seu site. Dividido entre a atuação, a música e a moda, Jesus Luz notabilizou-se no Brasil todo pelos seus trabalhos com o editorial de moda, inclusive pelo seu projeto na W Magazine, onde trabalhou ao lado da pop star Madonna. Além dos trabalhos como modelo e DJ, esteve em duas novelas, participou do quadro “Saltibum” no “Caldeirão do Huck”, competindo com Ana Carolina Dias, Carol Nakamura, Érika Januza, Gracyanne Barbosa, Priscila Fantin, Thaeme, Yanna Lavigne, Jacaré, Jonatas Faro, Leandro Lima e Rodrigo Simas. No ano passado também integrou o elenco da nova temporada de “Dancing Brasil”, da Xuxa Meneghel na RecordTV. Em seu currículo também constam trabalhos com grifes globais como Dolce&Gabanna, Givenchy, Intimissimi, Colcci, Ellus, Peppe Jeans, Ona Saez.

Como foi o seu começo na música? Sempre tive amigos DJs. Desde pequeno, fui louco por música e cresci com músicos na família. Quando estava viajando, seguindo a turnê da Madonna, comecei a aprender, ao vivo, com Paul Oakenfold. Depois disso, corri para um curso em Nova York e me profissionalizei. Hoje é uma das minhas paixões e meu trabalho também.

Estudando em uma das mais prestigiadas escolas de teatro do Rio, como foram seus estudos na Casa de Artes Laranjeiras? Fiz alguns cursos que abriram muito minha cabeça, minha capacidade de sonhar em ser ator! Me ajudaram muito também a ficar mais solto em qualquer situação, me sentir mais a vontade, acho que todo mundo devia fazer um curso de teatro na vida! Hoje, a CAL é uma faculdade e sou muito grato por tudo que aprendi lá!

Quando foi a sua primeira experiência profissional como DJ? A oficial foi na Pacha de Búzios! Foi inesquecível, eu estava muito tenso e ao mesmo tempo, flutuando por ter tido a coragem de me jogar na profissão tão precocemente!

Em 2009, você desfilou para a grife internacional Dolce & Gabbana em Milão. Conte-nos um pouco sobre como foi o projeto? Tudo foi muito surreal! O desfile envolveu na mesma época a gravação do Clipe “Celebration” da Madonna, um super ensaio para a GQ Itália, e a campanha para a marca. Foram dias inesquecíveis de muito trabalho e muita satisfação. Tudo aconteceu tão rápido, mas graças a Deus, eu absorvi e curti ao máximo. Foi intenso o aprendizado e a experiência profissional.

O que te inspirou a lançar o single “Feel Love Now”? O amor! A vibe que só a música traz! O Momento que eu estava vivendo! Eu queria que todos sentissem o amor agora! Ainda quero! Rsrs

Como foi contracenar com a cantora Inna no clipe “Caliente”? Foi maravilhoso! Ficamos num lugar paradisíaco na Costa Rica, as locações foram agressivamente lindas, com direto a cachoeiras gigantes e praias cinematográficas. Até hoje bate uma saudade e eu assisto esse clipe.

 
Fale um pouco sobre sua experiência em “Guerra dos Sexos”, com o personagem Ronaldo: Guerra dos Sexos foi um grande aprendizado, onde eu conheci realmente essa minha paixão pela carreira de ator. Não foi fácil, mas tive muito prazer envolvido num trabalho tão desafiador! Muito obrigado Silvio de Abreu pelo convite! Jorge Fernando também grande mestre muito generoso!
Selecionado para a capa da Revista W pelo fotógrafo Steven Klein, como foi fotografar ao lado da popstar Madonna? Se eu for listar tudo que senti, essa entrevista não terá fim! Mas posso tentar resumir… Foi como estar num sonho só que acordado. Não simplesmente pelo deslumbre de estar com alguém tão famoso, mas pela realização profissional, pela oportunidade de estar entre os melhores e ainda conseguir me divertir com isso tudo. Obrigado universo!
Durante o ano de 2015 no “Caldeirão do Huck”, você competiu no quadro “Saltibum” de salto aquático. Já havia tido experiência com o esporte anteriormente? Nunca! Foi muito louco! Superei meus medos e me joguei de cabeça literalmente!
Como foi trabalhar com Xuxa Meneghel no “Dancing Brasil”? Foi desafiador, mas a Xuxa, com aquele jeito dela, faz tudo ficar mais tranquilo! Adorei participar!