Teoria da Evolução e Museu Nacional são temas de palestra no CCBB Rio
A teoria mais importante da biologia foi transformada em livro pelo jornalista Reinaldo José Lopes e pelo paleontólogo e Youtuber Pirula, que escreveram Darwin sem frescura – Como a ciência ajuda a explicar algumas das polêmicas da atualidade. Na quinta-feira (25), os autores estarão no Rio de Janeiro para uma palestra Darwinismo e sobre a exposição Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate, promovida pelo CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).
O evento é aberto ao público e será realizado no Auditório do CCBB, às 18h30. Em seguida, às 19h30, os autores farão uma sessão de autógrafos na Livraria da Travessa.
Darwin sem frescura foi publicado pela editora HarperCollins e conta com referências atuais e exemplos sólidos muito próximos do nosso dia a dia. O livro é repleto de ilustrações, que exemplificam os assuntos abordados pelos autores.
Reinaldo e Pirula mostram que a Evolução interfere, inclusive, nas preferências individuais de nós, seres humanos, como no fato de alguém não gostar de brócolis. Eles também falam sobre uma das polêmicas mais recorrentes quando o assunto é a teoria evolutiva: como ela explica a existência dos homossexuais.
No livro, os autores utilizam a teoria da Evolução para explicar o motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem intolerância à lactose depois de adulto e por que essa condição é mais comum em chineses e muito rara na Europa Ocidental, por exemplo. A possível extinção da humanidade, a existência de um elo perdido e de onde vem a nossa espécie também são assuntos abordados por Pirula e Reinaldo José Lopes.
Pirula
Paulo Miranda Nascimento, conhecido como Pirula, é um paleontólogo, zoólogo, palestrante e divulgador científico brasileiro. Formou-se em biologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e é mestre e doutor em zoologia pela Universidade de São Paulo. Deu aulas sobre evolução e paleontologia em faculdades e escolas.
Reinaldo José Lopes
Jornalista de ciência nascido e criado em São Carlos (SP), hoje colabora com a Folha de sua cidade natal, depois de passar quase três anos como editor de “Ciência+Saúde” na capital paulista.
É formado em jornalismo pela USP e mestre e doutor em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela mesma universidade, com trabalhos sobre a obra de J.R.R. Tolkien.
Sobre evolução, já escreveu o livro “Além de Darwin” (editora Globo) e tem planos de escrever vários outros. É ainda autor dos livros “Os 11 Maiores Mistérios do Universo” e “Deus: Como Ele Nasceu” (ambos pela editora Abril). É católico, são-paulino, casado e pai de um menino e uma menina.
Serviço:
Darwinismo e a exposição Museu Nacional Vive – Arqueologia do Resgate
Centro Cultural Banco do Brasil – Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de janeiro, RJ
25/04, quinta-feira
Palestra, 18h30, senhas serão distribuídas 1 hora antes na bilheteria do CCBB.
Local: Auditório do CCBB – 4º andar.
Sessão de autógrafos do livro Darwin sem frescura – Como a ciência ajuda a explicar algumas das polêmicas da atualidade, 19h30.
Local: Livraria da Travessa do CCBB – Térreo

O esporte perdeu um jogador, mas a música ganhou um fenômeno pop. Muitos jovens sonham com uma carreira no futebol, foi o que aconteceu com o jovem Collin, que em 2012 desistiu do futebol, e sem querer seu plano B virou um sucesso quando passou a investir na música. Sua primeira investida foi em um grupo de pagode Novo Poder, e em 2016 ingressou no funk e agora lança seu primeiro trabalho, o DVD solo, intitulado Collin na Voz, com o lançamento previsto para segunda quinzena de abril. No seu trabalho solo, o destaque é para a música: “Bunda no Chão”, em que terá o clique lançado na próxima semana nas mídias sociais. Seu estilo de funk é um Dos mais versáteis ritmos musicais. Poucos são hoje os outros gêneros que não dialogam com as batidas do estilo, e por conta disso, muitos artistas têm deixado o tal rótulo de lado e assumido cada vez mais a raiz de um funk mais pop.
Outro feito deve ser considerado: tal popularização do funk tem feito aqueles que torciam o nariz para o gênero, o assimilarem melhor, e essa mudança é reforçada por conta de artistas de outros ritmos que se unem à causa e nessa fase muitos artistas vem se destacando como é o caso de MC Collin, que manda muito bem com solos de voz e violão. Muito requisitado em casas badaladas em São Paulo, com apenas 24 anos, está com a agenda lotada. Siga nas suas redes sociais e descubra um pouco mais sobre o artista.







Kika Sampaio é professora, coreógrafa e diretora do Kika Tap Center, escola pioneira no Brasil, especializada em sapateado americano há 40 anos. Iniciou sua carreira dançando em várias montagens de shows com o diretor Abelardo Figueiredo, alem de ter coreografado musicais como “As Noviças”, em 1988, com direção de Wolf Maia, “Cabaret”, em 1989, com direção de Jorge Takla e “Não Fuja da Raia”, de 1991, com direção de Jorge Fernando. Também nessa época, produziu e atuou em “Chapeuzinho Vermelho no País das Maravilhas”, de Flávio de Souza e direção de Mira Haar, além de ter trabalhado em vários shows com a Traditional Jazz Band e Heart Breakers.
A Cia Kika Sampaio surgiu com o intuito de juntar os mais telentosos jovens sapateadores do Brasil.
