Teatro Vannucci recebe comédia de época de Arthur Azevedo

 Comédia ‘O Oráculo’ estreia no dia 07/08 com Lica Oliveira no elenco e direção de Ana Miranda, de Malhação – RJ

‘O Oráculo’ faz curta temporada em agosto com renomados atores no elenco

Ana Miranda – Rodrigo Sampaio

“Um texto do século XIX, mas que retrata os comportamentos e hábitos atuais da sociedade”. Assim, a diretora Ana Miranda define a comédia ‘O Oráculo’, de Arthur Azevedo, que estreia no dia 07 de agosto, e ficará em curta temporada, toda quarta-feira, às 21h, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, até 28 de agosto. No elenco, renomados atores da televisão e do teatro: Luciano Szafir (Nelson), Lica Oliveira (Helena), Luca Machado (Oráculo) e Rodrigo de Castro (José).

A peça foi montada e dirigida, pela primeira vez, por Ana Miranda, em 2016, durante a defesa da tese final do curso de licenciatura em teatro. “Decidi defender como diretora e queria algo que eu pudesse trabalhar com quatro atores e companheiros de faculdade. Me apaixonei por essa obra do Arthur Azevedo. Como é uma peça pequena, para aumentar o tempo de duração, precisei adaptar nas marcações, mas sem mexer no texto original, já que se trata de uma história antiga. O objetivo era fazer algo diferente do que a gente vê e que segurasse o público. O retorno foi maravilhoso e surpreendente porque é difícil fazer uma comédia de época. Agora, com mais recursos, resolvi fazer uma nova montagem, que está muito rica, com cenário e figurino do século XIX, aonde os quatro personagens são os protagonistas. Não tem um maior ou melhor que o outro. Todos são importantes na história”, afirma Ana Miranda, que está no ar, em “Malhação: toda forma de amar”, da TV Globo, aonde interpreta a avó Margarida. No ano passado, ela viveu a Dona Teresa de Jesus, mãe de Martinho da Vila, no espetáculo ‘Martinho da Vila 8.0 | Uma Filosofia de Vida’, em homenagem ao sambista.

Com direção de produção de Ana Ferguson e Solange Bighetti, ‘O Oráculo’ conta a história do advogado Nelson que recebe conselhos amorosos do Oráculo para saber a melhor forma de como terminar o relacionamento com a sua amante, a viúva Helena. Quando descobre a sua intenção, ela inventa uma traição que o deixa revoltado. “Nessa peça de costumes, Arthur Azevedo demonstra toda a sua habilidade em criar um

enredo engraçado, que prende a atenção do espectador, e ainda reelabora elementos da tradição literária”, completa Ana Miranda.

O escritor Arthur Azevedo nasceu no Maranhão e foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Além de ‘Oráculo’, lançado em 1956, também escreveu os contos ‘Sonetos’ e ‘Teatro’, as peças ‘O Liberato’ e ‘A Família Salazar’, entre muitos outros.

SERVIÇO:

 

Peça: ‘O Oráculo’

Local: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52, 3° Piso – Shopping da Gávea, Gávea

Telefone para informações: (21) 2274-7246

Temporada: 07 de agosto a 28 de agosto

Dia: Quarta-feira

Horário: 21h

Valor dos ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia)

Forma de pagamento: na bilheteria do teatro (em dinheiro) e outras formas de pagamento no site: www.tudus.com.br

Duração do espetáculo: 60 minutos 

Classificação etária: Livre

Lotação: 400 lugares

O teatro tem acesso para deficientes / acessibilidade

 

 

Elenco:

Lica Oliveira – Helena

Luca Machado – Oráculo

Luciano Szafir – Nelson

Rodrigo de Castro – José

 

Ficha Técnica:

Texto original – Arthur Azevedo

Direção – Ana Miranda

Direção de Produção – Ana Ferguson e Solange Bighetti

Assessoria de Imprensa – Eliana Brito e Tania Figueira e GMP Assessoria

Supervisão de cenário e Figurinos – João de Freitas Henriques

Preparação vocal – Carla Guapyassu

Preparação corporal – Oscar Calixto

Fotos – Rodrigo Sampaio

Assistente de Produção – Adriano Nascimento

Realização e Produção – Zeus Produções

Inspire-se no estilo de Nicole Pinheiro para curtir um fim de semana ensolarado

Enquanto nas regiões mais ao sul do Brasil muitos estão reclamando das baixas temperaturas e dias cinzas de inverno, no nordeste do país há sempre sol e calor para todos, acompanhado de um deslumbrante litoral.
Aproveitando o sol constante do nordeste, a influenciadora digital e empresária Nicole Pinheiro resolveu tirar alguns dias de descanso em família no badalado Carmel Cumbuco Resort, no Ceará, a 30Km de Fortaleza, na famosa praia de Cumbuco. Apesar dos dias de folga, ela não abriu mão do estilo e esbanjou sofisticação em looks de verão.

Inspire-se nos looks usados por Nicole Pinheiro para arrasar em dias de sol, mar e piscina, ou para começar a preparar o guarda-roupa para a próxima estação.

O linho está de volta

Para os looks, Nicole optou pela camisa de linho, que está de volta e em alta: “sempre acho uma boa opção para looks na praia o linho, pois além de confortável deixa o look chic e sofisticado sem precisar de muito. E por se tratar de um tecido natural, ele ajuda a manter a pele fresca e sem abafar. Um material natural faz toda a diferença e se amarrotar, tudo bem”.

Não esqueça dos chapéus

A influenciadora dá a dica para acertar na combinação com chapéu: “Os chapéus que usei para esses dias de descanso foram comprados numa viagem recente para Colômbia, e dão uma bossa ao look. Os materiais variam entre a tradicional palha, mas também malha, feltro, veludo, ou plástico. Os modelos Fedora e Panamá continuam a ser os clássicos favoritos e os tons tendência centram-se nas cores pastel, no azul, no rosa, no camel e no laranja”.

Com que roupa eu vou?

Nicole conta que a produção ideal depende do ambiente em que você vai estar:

Praia ou piscina – chapéu de palha, biquíni, óculos, camisa de linho e rasteirinha
Interior – calça jeans que vista incrivelmente bem, camiseta básica branca, bota sem salto, acessórios (colar e brinco) que deem um up no look, camisa branca.

Tendências

Nicole Pinheiro aponta quais são as cores que estão em alta em 2019 para dias mais quentes

– Tons terrosos, tons pastel
– Tecidos de fibras naturais como algodão, seda e linho. Renda também é uma grande aposta.
– Alfaiataria repaginada, hi-lo, looks monocromáticos.

Aposte na versatilidade. Roupas que podem circular em diferentes ambientes e compromissos, que vai da praia à noite são um must have.

TEATRO É FODA! reúne espetáculos de Eliane Costa, Lucília de Assis e Soraya Ravenle

Eliane Costa, Lucília de Assis e Soraya Ravenle apresentam uma maratona de teatro   na Casa Quintal dos dias 27 e 28 de julho

 

Soraya Ravenle

Três mulheres, três solos e três gestos. Nos dias 27 e 28 de julho, as atrizes, autoras e cantoras Eliane CostaSoraya Ravenle eLucília de Assis apresentam, em parceria com a produtora Maria Siman e a atriz Bianca Byington, o evento “TEATRO É FODA! Solos a 3”, uma mostra com três espetáculos teatrais seguidos  de música, dança e bate-papo na Casa Quintal, na Lapa.

Na programação, os solos “Cuidado! animais na pista”, de Eliane Costa, “Instabilidade perpétua”, de Soraya Ravenle, e “Não peça”, de Lucília de Assis, serão apresentados com um breve intervalo de 15 minutos entre eles. Aos final dos espetáculos, as três atrizes comandam uma cantoria acompanhadas do músico Alexandre da Costa (violão e cavaquinho). No repertório, estão canções de Claymara e Heurico, dupla criada por Lucília e Alexandre que completa 30 anos este ano, além de sucessos da MPB.

“Estamos  realizando a primeira  edição do TEATRO É FODA! em parceria com essas três múltiplas e maravilhosas artistas. Além de assistir aos espetáculos, o público pode desfrutar do bar e participar das rodadas de conversa e de música na Casa Quintal, um espaço afetivo e democrático em que todos se sentem verdadeiramente em casa”, convida a produtora Maria Siman. “É tudo feito com amor à arte, de forma independente, por meio de coletivos que se reuniram para construir trabalhos, como tantos outros, feitos na guerrilha da re-existência”, resume Soraya Ravenle.

Eliane Costa

“Cuidado! Animais na pista”  Solo de  Eliane Costa, inspirado no livro “Sono”, de Haruki Murakami. Uma mulher deixa de dormir sem nenhuma explicação aparente. Transformações internas e externas vão acontecendo, até ela se transformar em um animal estranho. Com uma vertente fantástica de suspense e humor, a história é contada por uma única voz, abrindo a discussão sobre a falta de sono. O empoderamento feminino,  os ritos de passagem, as transformações que estamos vivendo e a questão de gênero são elementos fundamentais na dramaturgia. A personagem adquire superpoderes, ninguém sabe o que está acontecendo com ela e, no final, a explosão é inevitável. Uma metáfora dos novos tempos.

Texto, atuação e idealização: Eliane Costa. Direção: Rubens Camelo. Ambientação cênica: Eliane Costa e Rubens Camelo.Figurino e objetos de tricô: Ticiana Passos.  Movimento: Marcia Rubin. Iluminação:   Paulo Denizot. Arranjo original de guitarra: Anita Gonçalves. Direção de produção:  Barbara Montes Claros.

“Instabilidade perpetua”  – Solo de Soraya Ravenle, a partir do livro homônimo do filósofo Juliano Garcia Pessanha. O espetáculo indaga o estar vivo nesse mundo cada vez mais hipernomeado, técnico. Anotada a necessidade de outros nascimentos a partir do nascimento biológico, é enfim um convite para um enfrentamento do homem com a tortuosidade de estar vivo.

Concepção e atuação: Soraya Ravenle. Direção: Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat, Stella Rabello. Dramaturgia:Diogo Liberano e Soraya Ravenle. Direção musical: Azul. Direção de produção: Carla Stefan.

Não peça” – Solo de Lucília de Assis, com direção de Bianca Byington. O monólogo fala da poética da comédia e da tragédia humana. Lucília dá vida à Jandira, funcionária de um teatro em onde desempenha as funções de faxineira, bilheteira e baleira. Um dia, recebe uma atribuição a mais: segurar o público até a chegada dos atores. É assim que a funcionária, testemunha de inúmeras peças e habituada a subir no palco apenas para limpar, passa a ocupar a linha de frente para contar suas histórias e receber seus primeiros e, quem sabe, últimos aplausos.

Texto e interpretação: Lucília de Assis. Direção: Bianca Byington. Direção de produção:– Maria Siman.  Figurino: Dora de Assis. Projeto gráfico e fotos: Alexandre Dacosta. Realização: Lucília de Assis e Primeira Página Produções

 

SERVIÇO

 

TEATRO É FODA! Solos a 3

Local: Casa Quintal – Rua Silvio Romero 36, Lapa. Informações: (21)  98119-8837 | casaquintalartescenicas@gmail.com

Data: 20 e 21 de julho – sábado e domingo, a partir das 17h.

Ingresso: R$ 20 para um espetáculo. Assistindo a mais de um, a contribuição é voluntária.

Pagamento em espécie e cartão de débito.

PROGRAMAÇÃO

 

Sábado

17h – abertura da casa, com bar e comidinhas

18h – espetáculo “Cuidado! Animais na pista”, com Eliane Costa;

19h15 – espetáculo “Não peça”,  com Lucília de Assis;

20h30  espetáculo “Instabilidade perpétua”,  com Soraya Ravenle;

21h30 – cantoria das três atrizes com o músico Alexandre Dacosta.

 

Domingo

17h – abertura da casa, com bar e comidinhas

18h – espetáculo “Instabilidade perpétua”,  com Soraya Ravenle;

19h15 – espetáculo “Não peça”,  com Lucília de Assis;

20h30  espetáculo “Cuidado! Animais na pista”, com Eliane Costa.

 21h30 – cantoria das três atrizes com o músico Alexandre Dacosta.

BORDERLINE – Cidade das Artes – 2 de agosto – Barra da Tijuca

Bipolaridade, esquizofrenia, desejos, loucura e lucidez. Esses são os temas de Borderline, monólogo de Junior Dalberto, em cartaz na Cidade das Artes, de 2 de agosto a 1º de setembro, sextas e sábados, 20h e domingos, 19h. Destaque literário potiguar – Troféu Cultura – em 2014, montagem dirigida por Marcello Gonçalves é estrelada pelo ator Bruce Brandão.

 

Borderline traz o drama de Rutras, numa linguagem metafórica, atemporal numa viagem mitológica acerca do personagem inspirado no livro O Cangaço e o Carcará Sanguinolento, posicionando-se diante de questões íntimas relacionadas à família, sexualidade homo afetiva, incesto, HIV, mundo cibernético, dependência química e sua relação com a geração dos anos 90.

 

O desafio de dirigir proposto pelo ator Bruce Brandão, me acendeu em algo que é inerente a todos nós, homens da arte: a necessidade e o comprometimento de levar aos palcos uma obra singular e plural. Suponho que aonde quer que eu vá, levarei comigo os ventos das mudanças, eu estou na onda, no ritmo, marchando nele. O registro, a interpretação, a produção e a direção”. Marcello Gonçalves – Diretor.

 

Para o ator Bruce Brandão, as leituras sobre o tema Borderline foram fruto do contato com o autor Junior Dalberto em Natal. Encantado com esse universo, fez suas pesquisas e se familiarizou com o tema.

 

No início eu estava motivado em visitar clínicas psiquiátricas, manicômios, mas após muita pesquisa estudos, percebi que o manicômio estava dentro de cada indivíduo, que esse jeito borderline era um labirinto, um lugar extremamente difícil ser desvendado. O entendimento sobre o transtorno Borderline me fez galgar outros degraus: É o jeito de ser. Quem já não teve medo de rejeição, impulsividade, ciúmes, sensação de abandono? Porém quando se trata de um Border, o olhar é outro. Tudo tem intensidade! Olhar poeticamente a doença é mergulhar no desconhecido“. Bruce Brandão – Ator.

 

A nova temporada que comemora os 5 anos da Cia. Arte Nova é produzida pela Rayes Produções Artísticas, sob a direção de produção de Viviani Rayes, diretora executiva da produtora que já acumula em seu currículo sucessos como BLACKBIRD, PARA ONDE IR e POR ELAS, espetáculos, assim como Borderline, que abordam questões da condição humana em situações limite.

 

É um enorme prazer produzir essa edição comemorativa do monólogo “Borderline”, que marcou a fundação da Cia Arte Nova, não só pela importância da data, mas pelo conteúdo contundente do espetáculo e pela forma generosa que o ator Bruce Brandão se entrega ao seu personagem“. Viviani Rayes – Diretora de Produção e Coach do ator.

 

Sobre a Cia. Arte Nova

A Cia. nasce do encontro entre os atores Marcello Gonçalves e Bruce Brandão, com a necessidade de gerar cultura, arte e o comprometimento com o trabalho de pesquisa, para criar novas formas de se pensar o teatro. Fomentando uma nova economia de gestão e transmissão de conhecimento, a Cia. criada em julho de 2014 pretende ser um centro integrado de arte onde os atores e as equipes formam e constroem um novo olhar sobre o teatro. A 2ª peça da Cia foi encenada em 2015: “O Senador”, baseada na obra de Victor Hugo.

 

Currículos

 

Bruce Brandão iniciou sua carreira em Natal-RN pela Cia Monicreques e Grupo Estalo de Teatro.

Motivado pelo o universo cinematográfico, deixou sua cidade em 2009, com o seu figurino de Carlitos na mala, se mandou para o Rio de Janeiro em busca de novos desafios. A sua arte de rua não demorou muito para ficar conhecido como o “Chaplin da Zona Sul”, no qual foi título da página de cultura do extinto jornal do Brasil, foram quase três anos fazendo performance nas ruas da Cidade.

No cinema Bruce participou de diversos longas, ano passado foram mais de oito participações no cinema nacional como: Tô Ryca, O Palestrante, O riso de Ariano, entre outros.

 

“Divaldo o mensageiro da paz” dirigido por Clóvis Melo, é o quarto trabalho de Bruce Brandão, com direção do Clóvis Melo, a estreia do longa já tem data prevista para 12 de setembro de 2019.

No audiovisual, Bruce deu vida ao cooperado “Raulino” em velho Chico, a série de terror da rede globo “Super Max” Bruce viveu o colibri, o câmera man “Maciel” em “O tempo não para” novela das 19hs, entre outras participações.  Bruce Brandão é figura carimbada em filmes publicitários, são mais de 50 campanhas nacionais, institucional.

 

Bruce Brandão é um ator autodidata, porém frequentou o curso de interpretação no Tablado, oficina teatral na Casa da Gávea, ministrada pelo diretor Marcello Gonçalves, no cinema foi aluno do renomado Walter Lima Jr, teve aulas de dublagem na Voice Brazil, além de um ano de oficina na ONG Palco Social, com o diretor teatral Ernesto Píccolo. A oficina culminou com o espetáculo “Sorria, Você Está Sendo Roubado, tudo foi bolsa ofertada pelos profissionais. Os trabalhos em séries estão a todo vapor para o ator: 1 contra todos, Sob pressão, DPA , Os dias eram assim, Os suburbanos, Procurando Casseta e Planeta, Onde nascem os fortes, entre outros, mas o destaque está na próxima série ” A dona da banca”, dirigida por Marton Olympio.

 

Marcello Gonçalves – Ator e diretor carioca, é no cinema onde sempre chama mais a atenção, como em “Tropa de Elite 2″, “Xingu”, “Assalto ao banco central” e “Não se pode viver sem amor” na série “Filhos do carnaval” com direção do Cao Hamburger entre outros.

 

No teatro fez “Capitães da Areia, de Jorge Amado”, “Cuba Libre” direção de Roberto Bomtempo, “A Mãe”, de Bertold Brecht e direção de Luis Fernando Lobo, “Aonde Está Você Agora?”, de Regiana Antonini e direção de Rafael Ponzi, “D’Artagnan e os Três Mosqueteiros”, “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, Direção de Pedro Vasconcelos. “O Noviço”, de Martins Pena e “Ângelo, Tirano de Pádua”, de Victor Hugo e direção de Marcos Afonso Braga. “Superiores” texto e direção de Miguel Thiré, “Dona Flor e seus Dois Maridos”, de Jorge Amado e direção de Pedro Vasconcelos e “Meu Ex-Imaginário” de Regiana Antonini e direção de Michel Bercovicht entre outros. A montagem de Borderline marcou sua estreia como diretor de teatro.

 

Teaser do espetáculohttps://www.youtube.com/watch?v=lA9SdcUnW0s

 

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Junior Dalberto – Direção e Concepção: Marcello Gonçalves –  Elenco: Bruce Brandão

Iluminador: Felipe Lourenço – Trilha Sonora: Bruce Brandão, Marcello Gonçalves e Loan Langowski

Diretor de Movimento: Márcio Vieira – Direção de Arte: Alex Brollo, Rafael Ronconi

Direção de Produção: Viviani Rayes – Programação Visual: Carol Vasconcellos

Preparação de Elenco (Coach): Viviani Rayes – Assistente de Direção: Karini Pallavi

Maquiagem: Vitor Martinez – Fotografia: Lu Valiatti

Produção: Rayes Produções Artísticas – Coprodução: Bruce Brandão – Realização: Cia Arte Nova

 

SERVIÇO

Borderline

Local: Cidade Das Artes – Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – Temporada: De 2 de agosto até 1º de setembro de 2019 –  Horários: Sextas e sábados, 20h, domingos, 19h –  Preço: R$ 40,00 (Inteira) R$ 20,00 (Meia) –  Funcionamento da BilheteriaTelefone: (21) 3325-0102 – Duração: 55 min. Classificação: 16 anos –  Gênero: Drama –  Capacidade: 100 lugares – Assessoria de imprensa: Carlos Gilberto

Para mim foi uma das melhores surpresas em teatro dos últimos tempos. Conta com uma boa direção, traz um excelente texto, e o melhor de tudo, nos apresenta um ator simplesmente fantástico”! Gilberto Bartholo – Crítico de Teatro

 

Monólogo Borderline comemora 5 anos em cartaz e reestreia dia 2 de agosto, na Cidade das Artes, Barra da Tijuca.

 

Rutras, personagem vivido por Bruce Brandão, indicado ao 3º Prêmio Botequim Cultural em 2015, como melhor ator, retrata artística e poeticamente um ser com transtorno de personalidade.

Roberta Spindel faz novo show no Baretto-Londra após apresentação com casa lotada
O sucesso do show “Depois do Temporal” em junho foi tão grande que a cantora Roberta Spindel  recebeu convite para uma nova apresentação nessa quarta-feira, 24 de julho, às 21h, no Baretto-Londra, no hotel Fasano, na Praia de Ipanema. Desta vez, haverá a participação especial do cantor e compositor multi-instrumentista Milton Guedes.
Roberta Spindel
Novas músicas foram adicionadas ao repertório, que tem também canções autorais de sucesso além de outras da MPB, como “Via Dutra” e “Nuvem de Lágrimas”. O ingresso custa 40 reais, com lista amiga a 25 reais. Os nomes podem ser enviados para o e-mail showrobertaspindel@yahoo.com (sujeito à lotação). O Baretto-Londra fica na Avenida Vieira Souto, 80, na Praia de Ipanema.
Sucessos
Com um repertório que transita entre a MPB e o folk/country, Roberta Spindel consegue conjugar os sotaques e raízes brasileiras da nossa cultura com traços do country/folk de Nashville. O primeiro CD, “Dentro do Meu Olhar”, foi lançado em 2011 pela gravadora Universal com a participação de Caetano Veloso, que regravou com Roberta a canção “ Como Dois e Dois”.
Duas músicas do trabalho fizeram parte de trilhas sonoras de novelas da TV Globo: “Esquinas” (“Morde e Assopra”) e “ Se Eu Quiser Falar com Deus” (“Amor Eterno Amor”). No mesmo ano, foi indicada na categoria “Revelação” ao Prêmio Multishow.
Outro sucesso foi o single autoral “Fina Flor”, com participação de músicos como Rodrigo Suricato e Lui Coimbra. Em seguida, a cantora lançou “Depois do Temporal”, “Grão” e “Perdido em alto mar”.
Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo. Recentemente, a regravação do clássico “Nuvem de Lágrimas” surpreendeu o autor da música, Paulo Debétio, que prontamente abraçou o projeto com a canção inédita “Via Dutra”.
A cantora já dividiu palcos e faixas musicais com grandes nomes da MPB, entre eles Caetano Veloso, Hyldon Souza, Oswaldo Montenegro, George Israel, Sandra de Sá e Luiz Melodia.
SERVIÇO:
Show “Depois do Temporal”, de Roberta Spindel
Data: 24 de julho
Horário: 21h

Local: Baretto-Londra – Hotel Fasano (Avenida Vieira Souto, 80, Praia de Ipanema)

John Nicholson e Vanda Klabin fazem homenagem ao Rio na exposição Duo

A partir de 30 de julho, dupla apresenta pinturas e fotografias de Ipanema na Casa de Cultura Laura Alvim

Amigos desde a década de 1980, quando John Nicholson pintou Vanda Klabin descendo as escadas de sua casa, o artista e a curadora estarão juntos profissionalmente pela primeira vez. A dupla faz uma bela homenagem à beleza carioca e reúne num só espaço as curvas da musa nas areias e o horizonte do mar de Ipanema. Com cerca de 50 obras e texto de apresentação do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, a mostra Duo estará em cartaz de 30 de julho a 25 de agosto na Casa de Cultura Laura Alvim.

Há mais de 40 anos no Brasil, o americano John Nicholson tem as praias da Zona Sul como principal cenário de suas obras. Em Duo, o artista, que formou nomes da Geração 80 como Daniel Senise e Beatriz Milhazes, apresenta aquarelas da série “A Rita Levou…”, inspirada na jornalista Rita Capell, uma legítima moradora de Ipanema. Desde o ano passado, John fotografa e pinta sua musa em momentos como o jogo de altinha na praia, o balanço a caminho do mar e ao violão no fim do dia.

 

“Gosto de observar o Rio de Janeiro e sua luminosidade intensa, com seus ritmos barulhentos e vitais. Nesse trabalho retrato a nova garota de Ipanema, agora madura, independente, que curte o sol, mas trabalha e decide o próprio futuro”, explica John. O público poderá conferir ainda na exposição sete pinturas em acrílico abstratas, da série “Abstratos Líricos”, que com sua explosão de cores, complementam as curvas e vibrações da cidade. Os abstratos também estão em cartaz na Galeria Patricia Costa.

Uma das principais curadoras do país, Vanda Klabin nasceu em Ipanema, onde passou parte da infância. Voltou a viver no bairro na década de 1990, de onde fotografa quase diariamente de sua janela o amanhecer e o entardecer na praia. Sempre inquieta e envolvida com inúmeros projetos ao mesmo tempo, em Duo ela apresenta ao público esses registros informais, que também costuma postar no instagram e passaram até a ser referência para os surfistas observarem o movimento das ondas.

“É um olhar quase cotidiano, uma imersão na beleza convulsiva da paisagem. Toda fotografia disponibiliza um pedaço do mundo e tanto ela quanto a pintura, são sistemas de produzir imagens. A paisagem tem uma gramática pictórica e meus registros são conversas acaloradas com a pintura. O pensar fotográfico se confunde como pensar pictórico”, explica Vanda, que começou a fotografar na década de 1970, inspirada em seus bons amigos fotógrafos.

Esse evento conta com apoio Institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ e da Casa de Cultura Laura Alvim.

  • Serviço:
  • Duo: John Nicholson – Vanda Klabin
  • Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
  • Abertura: 30 de julho, às 19h
  • Visitação: 31 de julho a 25 de agosto. Terça a domingo, das 13h às 20h
  • Local: Casa de Cultura Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema. Tel: 2332-2016.
“A Porta”, livremente inspirado na filosofia e existencialismo do francês Jean-Paul Sartre estreia dia 27 de julho.

Primeiro trabalho em conjunto do Núcleo Gema e Tartufaria de Atores, “A Porta”, estreia dia 27 de julho em um casarão de Laranjeiras com contribuição voluntária.

Cumprindo temporada até dia 31 de agosto, a peça fica em cartaz aos sábados, 20h e domingos às 19h, com prévio agendamento. Como são apenas 19 lugares por sessão, a reserva para assistir ao espetáculo deve ser feita através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895.

O espetáculo nasce da pesquisa filosófica, existencialista e dramatúrgica do francês Jean-Paul Sartre. Um dos mais importantes pensadores e ativistas políticos do século XX. A Porta abre para escancarar as tormentas dentro das relações humanas. Quatro pessoas condenadas ao inferno e convívio pela eternidade, desnudando-se de todo aprisionamento social, moral e religioso. Como entender a alma humana? Esse caminho bifurcado e indesvendável.Tudo isso reclusos entre quatro paredes, num casarão que aponta que no inferno não há estacas, enxofre… O in ferno é o convívio humano. O inferno são os outros.

Os quatro personagens nos convidam a adentrar no mais obscuro dos traumas, no inconsciente, que no desenrolar da peça vem com um vômito trazendo à tona toda mazela humana, o rasgar das máscaras sociais. Mas para isso é preciso encarar os medos, ser capaz de romper com o ego e se despir do tridente que sufoca a sociedade: A obrigação de se mostrar inteligente, bom e corajoso.

Sinopse.

A busca incansável pela aprovação do outro, o desejo e desespero de se mostrar corajoso, humano e inteligente; leva o convício dos quatro personagens ao limite da manipulação, jogos de sedução, intrigas e loucura. A peça nos mostra que o contraditório, o bom e o mau, habitam todos os seres sem exceção.

Núcleo Gema.

Fundado em junho de 2018 pelo pesquisador teatral Dinho Andrade, surge da busca pelo entendimento da alma humano e de toda a complexidade de suas relações, através da poética do teatro, da literatura e das ações físicas. Manifestando em imagem tudo que está no inconsciente coletivo; no nosso inconsciente individual, bem como no consciente. Nosso objetivo é trabalhar o homem e toda a sua precariedade. É mostrar a mazela humana, para que o público se identifique. Para que, assim, seja possível enxergar a vida além da vida. Ver através da arte, uma vida além.

Tartufaria de Atores.

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas e o mais recente “Será que a gente influencia o Caetano?” de Mário Bortolotto.

Serviço

A Porta

Estreia: 27 de julho

Local: Casarão em Laranjeiras apontado somente para os que confirmam a visitação ao inferno.

Endereço: Laranjeiras, próximo ao Parque Guinle.

Horário: Sábado às 20h e domingo às 19h.

Reserva através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895

Temporada: De 27 de julho até 31 de agosto

Classificação: 14 anos

Contribuição solidária

Duração: 85 min

Gênero: Drama

Ficha Técnica.

Texto: Livre adaptação e pesquisa de Dinho Andrade

Direção: Dinho Andrade

Elenco: Andressa Lee, Celso Jardim, Daniel Bouzas e Douglas Dias

Cenário: Camila Doring

Iluminação: Dinho Andrade

Figurino: Dora Devin

Produção: Dinho Andrade

Co-produção: Fábio Guará

Realização: Núcleo Gema e Tartufaria de Atores

Arte: Arthur Röhrig

Fotografia: Tatiana Ferreira Lima

Colaboradores: Argus Monteiro (Pesquisa) e Marina Lima (Áudio Visual)

Apoio: 🙂 BiZ, Boteco Sonho Lindo, Velas Solmar DIAS DE JARDIM, Tiago Molejo

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias – Carlos Gilberto – 21 98249 6705

Comédia dramática ‘Vale Night’ estreia, dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes

Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo acompanha o encontro de três mães de bebês 

em um bar, onde elas revelam suas experiências, alegrias e solidões. 

Peça retoma a parceria da dupla de diretoras, que montaram juntas os premiados ‘Silêncio!’ e ‘Os sapos’

 

Vale Night 8 – Vilma Melo (e), Aline Carrocino e Diana Herzog. Foto Tatynne Lauria

Se você é mãe de bebê, provavelmente foi incluída em pelo menos um grupo de Whatsapp, aquele ambiente virtual que reúne mulheres muito diferentes, mas com algo em comum: seus filhos. E o que acontece quando essas mães, com vidas, histórias e expectativas distintas, se encontram no mundo real? A partir daí, tem início a comédia agridoce Vale Night, que estreia dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes, em Ipanema. Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo leva à cena, de maneira leve, a pressão que a mulher sofre ao se tornar mãe e a solidão sentida, mas muitas vezes calada e ofuscada nas redes sociais.

Em cena, estão Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo que dão vida, respectivamente, às personagens Carla, Paula e Virgínia. Carla é mãe de um filho, casada, aparentemente feliz, tenta fazer tudo muito certinho, seguindo à risca todas as “regras”, mas na verdade nunca escolheu estar ali. Paula é mãe solo de um filho, fotógrafa e vive no malabarismo para atender às demandas da carreira de autônoma com às de criar um filho sozinha. Virgínia é mãe de quatro filhos, entre eles um casal de gêmeos bebês, casada há 15 anos, mulher prática e objetiva, questiona as regras, manuais, a própria relação e não está disposta a receber críticas veladas. As três são conectadas a princípio apenas pelo grupo de mensagens, mas com o decorrer deste encontro elas perceberão que são submetidas às mesmas pressões, cobranças, culpas.

“Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje. Somos bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de Whatsapp, que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher assim que ela se torna mãe”, explica Renata. “Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os mais ocultos desejos”, acrescenta a autora.

Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje, bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de whatsaap que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher, assim que ela se torna mãe.  Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos através do que elas deixaram de ser, ou  o que elas se tornaram. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os  mais ocultos desejos.”  Explica Renata.

‘Vale Night’ é um projeto pessoal de Renata Mizrahi, que sentiu vontade de voltar a escrever sobre assuntos que fazem parte da sua rotina e círculos de amizade, como ocorreu nas peças ‘Os sapos’, “Silêncio!” e ‘Galápagos’. O espetáculo retoma a parceria entre a dramaturga e Priscila Vidca, que codirigiram os premiados espetáculos ‘Silêncio’, sobre as vidas das “polacas”, as jovens judias que se tornaram prostitutas na América, e ‘Os Sapos’, sobre relações abusivas e dependência emocionais. A peça também marca uma nova parceria da autora com a atriz Vilma Melo. Vilma ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por ‘Chica da Silva, o Musical’ e foi protagonista do infantil “Marrom – Nem preto, nem branco?”, ambas escritas por Renata.

 

Sinopse:

 

Participantes do mesmo grupo de Whatsapp, três mães com filhos bebês marcam encontro em um bar, onde vão trocar experiências, alegrias e reflexões.

Ficha técnica:

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Priscila Vidca e Renata Mizrahi

Elenco: Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo

Stand in: Daniela Fontan

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Paula Stroer

Música original: Leonardo Mendes e Renata Mizrahi

Direção musical: Leonardo Mendes

Direção de Arte: Diego Molina

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Tatynne Lauria

Direção de campanha e vídeo: Nathalia Condé

Arte: Cacau Gondomar

Produção executiva: Joana Brea

Produção: Sandro Rabello

 

Serviço

Espetáculo “Vale Night”

Temporada: 02 de agosto a 01 de setembro.

Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Telefone: 2523-3663

Dias e horários:  sexta a domingo, às 20h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Duração: 1h

Lotação: 103 pessoas

Classificação Etária: 12 anos.

‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana

O espetáculo ‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), 

no Sesc Copacabana (Sala Multiuso)

Com supervisão de Cesar Augusto e texto e direção de Eduardo Hoffmann, peça faz uma reflexão sobre machismo, 

abuso de poder e exposição da vida privada

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana (Sala Multiuso), com sessões de quinta a domingo, às 18h. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann e Isabelle Nassar: ele vive Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e ela é Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

“A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

Em agosto do ano passado, o espetáculo fez um ensaio aberto no Midrash Centro Cultural, quando foi apresentada metade da peça. Em setembro, uma versão pocket do texto participou da programação do festival Niterói em Cena. Os momentos finais da peça foram reescritos com base nas experiências das duas apresentações.

Sinopse:

A relação pessoal entre um diretor e uma atriz é exposta durante o ensaio aberto de uma adaptação da tragédia Medeia.

Eduardo Hoffmann (autor, diretor e ator)

Eduardo Hoffmann é ator e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis, em 2006. É protagonista do longa “Muamba” e do curta metragem “Rio da Madre”, com direção de Fábio Bruggemann, lançado em 2016. Escreveu duas peças de teatro: o monólogo “Quarentena”, no qual também atua (que percorreu o interior de Santa Catarina durante o ano de 2008, e reestreou em 2013, fazendo três temporadas no Rio de Janeiro) e “Era Medeia”. Ex-integrante dos grupos de teatro Do Buraco Sai O quê? e Fulanos de Bota, esteve no elenco dos espetáculos “A Prosa Delas Não é de Panelas” e “Nós da Xêpa” (pelo primeiro) e “Ecos Temporâneos” e “Instantes Urbanos” (pelo segundo). Produziu o evento “Acasos na Casa – processos artísticos independentes”, no qual participou como ator nos espetáculos “Sobre Água e Outros Relatos”, com direção de Norberto Presta, e “Quarentena”, com direção de André Francisco. Participou como ator dos espetáculos: “Solano e Rios”, adaptação do texto “Nhac – Sobre Piolhos e Atores” de Jose Sanchis Sinisterra, dirigido por Alexandre Mello (2011\2012); “Sofia Embaixo da Cama”, da Trupe do Experimento (2010); “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, com direção de Amanda Giugni (2009\2010); e “O Velório da Tia Aurora”, do grupo Teatro em Trâmite (2007/2008).

Isabelle Nassar (atriz)

A atriz mineira é formanda pela Martins Pena, Bacharel em Artes Dramáticas pela C.A.L e fez a 7ª Oficina de Atores Cesgranrio. No ano passado, esteve no elenco de quatro peças, entre elas Studio Cabaret Voltaire, no Tempo Festival, com direção de Jefferson Miranda, na qual desenvolveu a performance Manifesto de quem não consegue se Manifestar’, apresentada também em outros espaços, como a Ocupação Ovarias.

Ficha técnica:

Texto e direção: Eduardo Hoffmann

Supervisão artística: Cesar Augusto

Argumento: Marina Monteiro

Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann

Produção: Guilherme Nanni

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Tiago Ribeiro

Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)

Concepção cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann

Produção de adereços: Patrícia Ramos

Trilha sonora: João Mello e Gabriel Reis

Arte gráfica e identidade visual: Márcio de Andrade

Produção de vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Renato Mangolin

 

Serviço

Espetáculo “Era Medeia”

Temporada: 11 a 28 de julho.

Sesc Copacabana / Sala Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana

Telefone: 2547-0156

Dias e horários:  quinta a domingo, às 18h.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).

Duração: 1h

Lotação: 80 pessoas

Classificação Etária: 14 anos.

Festival Internacional de Música de Barra Mansa reúne solistas internacionais na Sala Cecília Meireles

Concerto será no dia 25 de julho e contará com nomes de peso como o violinista israelense Shmuel Ashkenasi e o violoncelista americano Mark Kosower

Katharina Kang

No âmbito das realizações do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, a Sala Cecília Meireles receberá, no próximo dia 25 de julho, um concerto que reunirá no palco um seleto time de músicos de destaque no cenário internacional. O israelense Shmuel Ashkenasi, figura icônica, considerado um dos maiores violinistas do século XX e o americano Mark Kosover, um dos solistas de violoncelo mais requisitados do mundo estão entre eles. Diretor Artístico do Festival, o carioca Daniel Guedes se dividirá entre o violino, a viola e a regência.

Na primeira parte do programa, Daniel Guedes se juntará a John McGrosso (primeiro violino do Arianna String Quartet) para a execução da Sonata para dois violinos, de Sergei Prokoviev. Na sequência, Shmuel Ashkenasi (vencedor/premiado dos concursos Tchaikovsky e Rainha Elizabeth, primeiro violino do Vermeer String Quartet, professor dos Institutos Curtis de Filadélfia e Mannes) subirá ao palco acompanhado de Daniel Khalikov (primeiro violino do Metropolitan Opera Orchestra), Katharina Kang (primeira violista do City Ballet Orchestra de Nova York), Mark Kosower (primeiro violoncelista da Cleveland Orchestra), além de Gabriel Vasco no violoncelo e Daniel Guedes na viola. Juntos, eles tocarão Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70, de Tchaikovsky.

 

Daniel Guedes

 

Mark Kosower

Depois do intervalo, Shmuel Ashkenasi e Katharina Kang voltam ao palco, acompanhados da Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, sob a regência de Daniel Guedes, para interpretarem a Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364, de Mozart.

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Barra Mansa teve início no dia 14 de julho e segue até o dia 27, com uma intensa programação que contempla uma série de concertos no município fluminense e na capital carioca, além de masterclasses. “É um privilégio poder contar com grandes músicos do cenário internacional e músicos destacados do Brasil tanto nos concertos quanto no corpo docente do Festival. O público terá oportunidade de assistir a concertos que só poderiam ser apreciados em grandes festivais no exterior. É esse nível de excelência que estamos trazendo para a cidade de Barra Mansa e consequentemente para a Sala Cecília Meireles” – garante Daniel Guedes, diretor artístico do Festival Internacional de Música de Barra Mansa.

SOBRE O FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE BARRA MANSA:

O Festival Internacional de Música de Barra Mansa chega à sua terceira edição, consolidando uma parceria entre o Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM). Após receber o Arianna String Quartet com enorme sucesso em sua primeira edição, este ano o Festival contará com a presença do grande ícone do violino Shmuel Ashkenasi, o violoncelista Mark Kosower, a violista Katharina Kang, o oboísta Alexandre Barros, entre outros renomados músicos e professores. Serão duas semanas de intensa programação que constará de aulas individuais e coletivas, ensaios e concertos de música de câmera envolvendo alunos e professores, cameratas e orquestras. Os diversos grupos do Projeto Música nas Escolas estarão também se apresentando durante o festival, trazendo para diferentes pontos da cidade uma programação eclética e variada.

 

Shmuel Ashkenasi – Violino

Daniel Khalikov – Violino

John McGrosso – Violino

Katharina Kang – Viola

Mark Kosower – Violoncelo

Gabriel Vasco – Violoncelo

Daniel Guedes – Violino, Viola e Regência

Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa

PROGRAMA:

 

Sergei Prokofiev 

  1.         Andante cantabile
  2.         Allegro

 III.        Commodo (quasi allegretto)

  1.         Allegro con brio

(Daniel Guedes e John McGrosso – Violino)

 

  1. Tchaikovsky –Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70
  2.         Allegro con spirito
  3.         Adagio cantabile con moto

 III.        Allegretto moderato

  1.         Allegro con brio e vivace

(Shmuel Ashkenasi e Daniel Khalikov – Violinos // Katharina Kang e Daniel Guedes – Violas // Mark Kosower e Gabriel Vasco – Violoncelos)

– Intervalo –

  1. A. Mozart –Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364
  2.         Allegro maestoso
  3.         Andante

 III.        Presto

(Shmuel Ashkenasi – Violino // Katharina Kang – Viola // Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa // Regência Daniel Guedes)

SERVIÇO:

Festival Internacional de Música de Barra Mansa na Sala Cecília Meireles

Dia 25 de julho, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Rua da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$40 (R$20 meia), à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido