O produtor cultural João Luiz Azevedo orgulhosamente apresenta o show musical VIVA JOÃO GILBERTO!: TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO com o grupo RIO BOSSA GROOVEformado por Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano), na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360) em única apresentação, no dia 16 de agosto/2019, sexta feira, as 18h, com ingressos ao preço de R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60 anos).
joao-gilberto-18-original
Nesse show, o RIO BOSSA GROOVE, não só resgatará alguns dos maiores clássicos gravados por João Gilberto, como também trará, na íntegra, o track list do LP Chega de Saudade. São eles:
“Chega de Saudade” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Lobo Bobo” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Brigas, Nunca Mais” (Antônio Carlos Jobim / Vinicius de Moraes), “Hô-bá-lá-lá” ( João Gilberto), “Saudade Fez um Samba” (Carlos Lyra / Ronaldo Bôscoli), “Maria Ninguém” (Carlos Lyra), “Desafinado” (Newton Mendonça / Antonio Carlos Jobim), “Rosa Morena” (Dorival Caymmi), “Morena Boca de Ouro” (Ary Barroso), “Bim Bom” (João Gilberto), “Aos Pés da Cruz” (Marino Pinto / Zé da Zilda) e “É Luxo Só” (Ary Barroso / Luiz Peixoto) … Garantia de sucesso!
Foi em 1959 que o violão e a voz de João Gilberto ganharam pela primeira vez os sulcos de um LP solo. Depois do lançamento, no ano anterior, do antológico 78 rotações com as canções “Chega de Saudade” e “Bim Bom”, o LP Chega de Saudade consolidou a força do movimento que viria a ser chamado posteriormente de Bossa Nova e o talento do intérprete, que serviu de referência para 10 entre 10 nomes de nossa música surgidos não só pouco depois como nas décadas seguintes.
Tamanho legado continua merecendo todas as reverências, ainda mais depois que João deixou este plano de existência no último dia 6 de julho, rumo à eternidade.
Criado em 2015, o RIO BOSSA GROOVE é formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).
Seu som tem o groove e o balanço típicos da nossa música, a riqueza e a sofisticação da bossa nova e de toda a música popular que veio na esteira desse movimento, além do mais puro espírito carioca para embalar com gosto o pacote. Em seus pouco mais de três anos de vida, o RBG vem fazendo shows pela cidade com bastante freqüência, com destaque para os inúmeros tributos a astros como Chico Buarque, Gonzaguinha, João Bosco, Dorival Caymmi, Elis Regina, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Jobim, entre outros. Nessas apresentações, sempre concorridas, o grupo tem pinçado pérolas desses artistas, entre sucessos e canções improváveis, que só fazem engordar o seu imenso repertório. Há um ano, o RIO BOSSA GROOVE toca semanalmente, todos os sábados, no templo carioca da Bossa Nova, o Beco das Garrafas.
TRIBUTO AO JOÃO GILBERTO
Com o grupo Rio Bossa Groove formado pelos músicos Gustavo Martins (violão e voz), Heitor Pitombo (baixo e voz), Cleto Paiva (bateria) e Marcello Guimarães (piano).
Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo
Sala Municipal Baden Powell
Av. Nossa Senhora de Copacabana 360
Dia 16 de Agosto/2019.
Sexta Feira 18h
Preço dos Ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e maiores que 60 anos)
Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares
Montagem com 50 bailarinos da Cia Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal RJ
https://www.youtube.com/watch?v=Ol851viW7CM
A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) faz quatro apresentações do balé Don Quixote no Teatro Carlos Gomes, dias 15, 16, 17 e 18 de agosto a preços populares. O balé, um dos mais antigos do balé de repertório e com a rara inserção de elementos da dança espanhola e ciganaescolhido pelo diretor da BEMO-TMRJ, o bailarino e coreógrafo Helio Bejani, reúne mais de 50 artistas no palco para contar a história de Don Quixote, o herói sonhador escrito por Miguel de Cervantes que luta por seus ideais e ajuda o romance proibido entre Kitri e Basílio. A primeira transposição do clássico da literatura para o balé foi há 251 anos com Noverre, depois foi encenada por Didelot há 211 anos e, posteriormente, consagrada por Marius Petipa levada aos palcos em 1869, na Rússia, pelo Balé Bolshoi, completando 150 anos da primeira apresentação. Dois anos depois, Petipa diminuiu a quantidade de atos e essa se tornou a coreografia mais encenada desde então. O espetáculo com direção artística de Jorge Teixeira e direção geral de Helio Bejani é uma adaptação da segunda versão de Petipa.
“Assistir ‘Don Quixote’ é um programa cultural, educativo e incentivador do balé brasileiro e da manutenção da escola. Somos a escola de dança mais antiga do Brasil – desde 1927 – e nossa companhia de balé, criada há pouco mais de um ano, em 2018, já se apresentou para mais de cem mil pessoas nesse período numa prova clara de que o brasileiro admira essa arte. Quem assiste espetáculos da BEMO-TMRJ apoia o talento e o sonho dos nossos jovens. Na escola, eles estudam por 9 anos com apoio do Estado e dos pais, e na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e ter certeza que é o que desejam como carreira. O Brasil, e o estado do Rio de Janeiro, em especial, é um celeiro de bailarinos de excelência que vem se apresentando em palcos internacionais, grupos contemporâneos e também no universo do samba”, descreve Bejani.
HISTÓRIA DO BALÉ DON QUIXOTE – Balé inspirado no capítulo 20 – “Bodas de Gamache” – do clássico “Dom Quixote de La Mancha” escrito por Miguel de Cervantes, considerado o expoente máximo da literatura espanhola e escolhido em 2002 como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Don Quixote entra numa cidade espanhola acompanhado por seu amigo Sancho Pança, avista a bela Kitri e a confunde com Dulcinéia por quem é apaixonado. Kitri, por sua vez, é apaixonada por Basílio, mas seu pai, Lorenzo, quer casá-la com outro rapaz, mais rico, de nome Gamache. Kitri e Basilio fogem para um acampamento cigano e são perseguidos por Gamache e Lorenzo. Don Quixote e Sancho Panza também vão para o acampamento cigano. Lá o sonhador Don Quixote confunde novamente Kitri com sua amada Dulcinéia e começa a atacar os moinhos de vento achando que estes são gigantes que a ameaçam. Quixote percebe que Kitri não é Dulcinéia, fica triste e cai em sono profundo onde sonha com belas moças dançando. O dia amanhece e Lorenzo e Gamache acordam Don Quixote perguntando se ele sabe o paradeiro do casal fugitivo. Quixote mente e aponta o caminho errado para os homens. Em uma taberna, o pai de Kitri insiste que ela se case com Gamache. Em um estratagema, Basílio simula um suicídio e Kitri pede ao pai que a permita casar com Basílio mesmo este estando morto. O pai aceita simular a cerimônia só que Basílio “ressuscita” já como marido de Kitri. Lorenzo e Gamache se dão por vencidos, todos voltam para a aldeia onde celebram o casamento de Kitri e Basílio e Don Quixote parte para novas aventuras ao lado de Sancho Pança.
HISTÓRIA DA ESCOLA DE DANÇA – Foi criada em 1927 pela bailarina russa Maria Olenewa (1896-1965) que veio ao Brasil em turnê como integrante das companhias de Ana Pavlova e Leonide Massine, em 1918 e 1921. Entre 1922 e 1924 foi professora e diretora da Escola de Dança do Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1926 se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde iniciou importante trabalho pedagógico. Com o apoio de Mário Nunes, crítico teatral do Jornal do Brasil, Olenewa apresentou ao governo a proposta de criação de uma escola de formação de bailarinos visando a organização de um corpo de baile para atuar nas temporadas líricas, evitando a constante contratação de profissionais no exterior. A aula inaugural realizou-se em 11 de abril de 1927. Em 19 de novembro a escola realizou seu primeiro espetáculo com o balé Les Sylphides e Divertissements.
ROTEIRO
Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e AMADANÇA apresentam:
Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal – RJ com o Ballet DON QUIXOTE
Teatro Municipal Carlos Gomes – Endereço: Praça Tiradentes s/n°, Centro. Tel: (21) 2215-0556
Dias: 15, 16, 17 AGO às 19h. Dia 18 AGO às 17h
Preços: R$ 40,00 Meia entrada: R$ 20,00
Ingressos à venda na Bilheteria do Teatro Municipal Carlos Gomes – funcionamento de Quarta a domingo, das 14h às 20h – e no site https://riocultura.superingresso.com.br
“Pedro e o Lobo” de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart, obra composta para crianças pelo compositor russo Sergei Prokofiev, terá narração de Ana Botafogo.
Regência de Priscila Bomfim com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, na apresentação do dia 15 de agosto.
Composto em 1936 por Sergei Prokofiev, a obra sinfônica “Pedro e o Lobo” vêm, há mais de 80 anos, cumprindo com o que era a proposta original do autor: aproximar as crianças da música de concerto, por meio de uma história divertida que associa cada personagem a determinado instrumento ou naipe da orquestra.
A aventura do menino Pedro, que resolve caçar o lobo mau munido apenas de uma espingarda de rolha, popularizou-se pelo mundo, conquistando um novo público para Prokofiev. O russo passou à história como um dos maiores compositores do século XX, assinando balés, óperas, concertos além de duas trilhas sonoras para filmes de Sergei Eisenstein.
De caráter bastante educativo e com texto do próprio Prokofiev, o conto sinfônico descreve os personagens através dos motivos condutores. As cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) representam Pedro; as trompas, o lobo; o fagote, o avô do menino; a flauta transversal, o pássaro; o oboé, o pato; o clarinete, o gato. Quanto aos caçadores, o tema é introduzido pelo naipe das madeiras (instrumentos de sopro) e os tiros são evocados pelos tímpanos, pratos e pelo bumbo.
São inúmeros os atores e personalidades que emprestaram sua voz para a narração de “Pedro e o Lobo”, entre eles Boris Karloff, Sophia Loren, Antonio Banderas, Alice Cooper, David Attenborough, Sting, Sharon Stone, Ben Kingsley, Mia Farrow, Sean Connery, Eleanor Roosevelt, Leonard Bernstein, David Bowie, Patrick Stewart e até Mikhail Gorbachev e Bill Clinton. No Brasil, Rita Lee e Roberto Carlos fizeram o papel que será desempenhado, dia 15 de agosto, no Theatro Municipal, pela primeira-bailarina Ana Botafogo.
Iniciando o programa a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, irá executar a conhecido e maravilhosa “Eine Kleine Nachtmusic”, (Pequena Serenata Noturna) para cordas do genial Wolfgang Amadeus Mozart
Elenco:
Narradora: Ana Botafogo primeira-bailarina do TMRJ
Orquestra Sinfônica do TMRJ
Regência – Priscila Bomfim
Serviço
Horário:
Dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h
Ingressos:
Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 240
Camarotes (5 lugares) – R$ 200
Plateia e balcão nobre – R$ 40
Balcão superior – R$ 20
Balcão superior lateral – R$ 20
Galeria – R$ 10
Galeria lateral – R$ 10
Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro
Desmontando Bonecas Quebradas tem temporada prorrogada no Centro Cultural da Justiça Federal
Solo de teatro documentário, gênero em ascensão em todo o mundo, ganha temporada maior no Centro Cultural da Justiça Federal, até 25 de agosto. As apresentações acontecem sempre de sexta a domingo, às 19h. Ingressos a partir de R$ 20. A história de Desmontando Bonecas Quebradas entrelaça momentos de extrema poesia com notícias da vida real sobre violência contra a mulher. A Atriz e pesquisadora, Luciana Mitkiewicz partiu de acontecimentos reais na Ciudad Juarez, no México, fronteira com El Paso, no Texas (EUA), para contar sua história. Lá, desde 1993, contabilizam-se milhares de assassinatos de mulheres sem a devida punição. Uma situação sem precedentes, que levou, pela primeira vez na História, à condenação de um país – o México – na Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2009. No Brasil, a situação é igualmente estarrecedora. Aqui, a cada 1h30 uma mulher é vítima de violência masculina. Após as apresentações serão realizados debates com o públ ico presente. “A ideia é justamente convidar as pessoas a refletir à respeito. Através do teatro, queremos dar luz a essa causa e trazer a reflexão para cada pessoa que nos assistir” , diz Luciana.
Bonecas Quebradas-Joaquim da Matta e Ana Prado
Sob a direção de Ysmaille Ferreira, a peça já foi apresentada em Londres (Latin American House/ 2018) e na Itália, nas cidades de Nápoles, Rende e Roma (VAT, Cine-Teatro Santa Chiara e Suite Mondrian/ 2018).
Aspecto de fábula _ “Por tratar de um tema tão urgente em nosso tempo, a peça sempre vem sendo acrescida e transformada por fatos, daí a ideia de fazê-la como um work in progress. Também é importante ressaltar o aspecto fabular, no sentido utilizado por Bertolt Brecht. É que ao direcionar o olhar para a Ciudad Juarez estamos tratando de algo muito próximo de nós – o feminicídio. É uma forma de buscar as causas profundas de crimes que se repetem de diversas maneiras em muitos lugares do mundo, a violência de gênero que vitima mulheres simplesmente por serem mulheres”, pontua Luciana Mitkiewicz.
Luciana é doutora em Artes da Cena pela Unicamp, desenvolve uma pesquisa sobre Imagem, Imaginação e Imaginário foco de seu trabalho. Outros projetos realizados pela produtora são As Polacas – Flores do Lodo (texto e direção de João das Neves). Desmontando Bonecas Quebradas tem figurinos e cenário de Rodrigo Cohen. As trocas de roupa são feitas ao longo da peça, e a atriz não sai de cena.
Um dos muitos momentos emocionantes da peça é a cena “Campo de Algodão”, escrita pelo dramaturgo e diretor João das Neves, um dos mais importantes artistas do teatro brasileiro, morto em 2018. Enquanto apresenta o depoimento de uma mãe que perdeu a filha de 13 anos assassinada, bonecas feitas de fraldas de algodão são espalhadas pelo palco, como se fossem sementes para fazer brotar novamente a vida nas jovens brutalmente assassinadas. “As vítimas de Juarez são moças pobres, na maioria de ascendência indígena , trabalhadoras nas maquilas, no comércio ou em casas de família, jovens anônimas. “Vítimas de baixo risco”, como se diz tecnicamente nos manuais de criminologia”, encerra Luciana.
Ficha técnica: Idealização, criação e atuação: Luciana Mitkiewicz
Direção: Ysmaille Ferreira | Cenário e figurinos: Rodrigo Cohen
Serviço:Desmontando Bonecas Quebradas – dramaturgia coletiva. Direção: Ysmaille Ferreira. Solo com Luciana Mitkiewicz.
Temporada – Até 25 de agosto , às 19h.
Dias e horários: Sexta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 40 e R$ 20. Duração: 50 minutos
Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241. Centro. Tel: 3261-2550. Lotação: 140 lugares. Class. Etária: 16 anos —
“Habite-me”, solo com Carolina Garcia e direção de Paulo Balardim, faz sucesso no Sesc Copacabana
Elaborado a partir de intercâmbio de artistas gaúchos com companhia canadense, Habite-me é povoado de imagens criadas em narrativa formada por dança, máscaras e bonecos em escala humana. Ocupando a Sala Multiuso do Sesc Copacabana, o espetáculo, com Carolina Garcia em cena (ela também é responsável pela pesquisa), tem direção e dramaturgia de Paulo Balardim. Nomes respeitados no Teatro de Animaç&ati lde;o contemporâneo, dentro e fora do Brasil, os artistas gaúchos apresentam ao público uma obra onírica e emocionante, capaz de impulsionar uma poética contemplação sobre vida e morte. Como parte da temporada no Sesc Copacabana, a atriz e pesquisadora Carolina Garcia realiza a oficina “Habite-me/Presença” de 8 a 18 de agosto mediante avaliação de currículo (mais informações ao final do texto). A temporada vai até 18 de agosto, de sexta a domingo, às 18h.
Habite-me Cena Morte Paulo Balardim
Ao longo de 45 minutos, através de três quadros, Carolina Garcia conduz a narrativa. Manipula bonecos, usa máscaras e muitos objetos para elaborar as cenas de Habite-me. Na porta do teatro, o público recebe um papel com trecho da obra “Elegia 1”, do poeta Rainer Maria Rilke (1875-1926), um dos mais importantes poetas de língua alemã do século 20. É uma espécie de passaporte para o que se assistirá a seguir. “O ponto de partida foi explorar interações entre bonecos e meu próprio corpo em busca de habitar o inanimado e me deixar habitar por ele”, conta Carolina.
Morando no Rio há quase três anos, Carolina Garcia foi a única atriz-marionetista a conquistar, em 2017, uma bolsa de residência artística no Canadá. Como parte do prêmio, ela poderia convidar um artista local para desenvolver pesquisa de linguagem na construção de bonecos. Foi assim que se aproximou da bonequeira Emilie Racine. “O encontro em torno do desenvolvimento da história foi tão intenso que ela levou o atelier dela para o apartamento que eu morava, de modo a potencializar a pesquisa. Nevava muito e pudemos fazer uma imersão fantástica no trabalho”, relembra a artista. De lá para cá, todo o trabalho ganhou forma com a direçã ;o de Paulo Balardim e a participação do consagrado gaitista belga Tuur Florizione, que assina a trilha original.
Um novo modo de perceber o outro, através da tolerância e da empatia, também está entre os alicerces da peça. “Estamos numa época na qual precisamos oferecer novas percepções sobre o modo como nos relacionamos com o outro, dentro de uma perspectiva do que fazemos parte, influenciamos e constituímos cada qual o pensamento social e político do lugar que habitamos, conscientes ou não, e que nossas ações sobre o nosso corpo vivo de habitação maior, que é o planeta Terra, oferece o rumo da história. As cenas respiram com a gente e falam sobre o diálogo com a morte e o renascimento da vida, sobre as angústicas e anseios que faz em refletir sobre nossa ética de existência sob uma perspectiva feminina, dado que contemplo a vida sob esse ponto de vista”, contextualiza Carolina.
Sobre o desenvolvimento da obra, Paulo Balardim pontua: “Na medida em que criávamos os bonecos, criávamos também a escrita cênica. A ideia de ‘habitação’ ganhou outra dimensão apontando para um estado efêmero de permanência no tempo”, pontua Paulo. Segundo ele, “Habite-me é um apelo para chamar a atenção para nossa transitoriedade”. Não há a pretensão de se contar uma história com início, meio e fim. “É um espetáculo híbrido que apresenta formas animadas contemporâneas para adultos. A cenografia também é algo curioso: o trabalho do artista plástico Élcio Rossini contribui para criar a imaginação de uma presença não-antropomórfica em cena, ao mesmo tempo em que funciona como um dispositivo para ocultar a atriz, sem que ela necessite sair de cena”.
Habite-me_Credito Leonardo Leoni
Atualmente, Balardim – além de ministrar aulas de teatro de animação na graduação e na pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, dirige os espetáculos O Bem-amado, de Dias Gomes e A cantora careca, de Ionesco. Também atua como editor-chefe da Móin-Móin-Revista de Estudos sobre teatro de Formas Animadas.
Carolina Garcia é atriz-marionetista (1994), educadora somática, diretora e produtora teatral. Fundadora e gestora do Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo/RS desde 2010, é coordenadora das atividades de intercâmbio e formação do Festival Cena Brasil Internacional (2013). Ao longo de sua trajetória artística, já participou de diversos festivais nacionais e internacionais de teatro, quer apresentando espetáculos ou ministrando workshops. Representou o Brasil no Festival de Teatro de Edimburgo e Ano Brasil/Portugal (2013), Festival de Avignon e Ano Brasil /Uruguai (2015). Como pesquisadora foi selecionada para projeto de estudos no Théâtre Du Mouvement e Micadanse (Paris/2014), e foi a artista brasileira selecionada pelo Conselho de Arts do Canadá para participar da “Résidence Cróisée” em Montreal/Canadá, onde ministrou Master Class na UAQM e participou do Festival de Castelier (2017). Professora do Método Feldenkrais na Faculdade Angel Vianna, coordena o grupo de estudos e teatro de bonecos da EAB ( Escolinha de Arte do Brasil-RJ).
Equipe HABITE ME
Sinopse O espetáculo-solo, conduzido por um fio narrativo musical, está dividido em três quadros, nos quais o texto emana dos movimentos da atriz: Os elementos de cena almejam estimular o espectador a sentir e encontrar sentidos na cadeia de personagens que surgem e se desfazem de um quadro a outro, numa alusão à efemeridade do tempo que nos absorve e à inconstância da matéria.
No primeiro quadro, os enamorados, o relacionamento de um casal de idosos que encontram o valor duradouro do amor mesmo que tenham consciência da brevidade da vida. A solidão, o amor, a memória e a reflexão sobre o passado são tônicas da cena.
No segundo quadro, o eterno retorno, o ciclo que nos faz passar de um estado/condição a outro, a volatilidade do tempo e nossa perplexidade diante do inevitável. O duplo surge como desdobramento possível do mesmo ou, ainda, reconhecimento do diferente. O instante presente e a juventude humana, que transporta consigo a iminência de seu fim, propõe o desassossego das decisões e o acercamento de suas consequências.
No terceiro quadro, o inocente, a liberdade, o sonho e a esperança que nos inspiram com o surgimento do novo, em contraponto com os medos e dúvidas que eles nos geram. A mistura de sentimentos e sensações que podem nos habitar como motores da perpétua vida e suas aproximações com o universo feminino. Uma perspectiva sobre o futuro é proposta. Aqui, a ideia de que somente a vida justifica a vida e o zelo por ela é o motor inspirador.
Oficina
De 8 a 18 de agosto, Carolina Garcia ministra a oficina Habite-me/Presença: o corpo como casa/espaço nas diferentes relações do operador/ator com o objeto/boneco. Aberto a no mínimo oito e no máximo 20 participantes. Trata-se de estudo prático dos princípios da presença do ator no teatro da animação, pautado em práticas da percepção das relações conscientes estabelecidas na organização corporal a convenções da operação do jogo cênico e a escuta entra: o ator e o objeto, o ator e o espaço. Através de atividades da coordenação motora a procedimentos dissociativos do corpo, cont rastes de formas e ritmos para a composição da vida fictícia e autônoma do boneco. Público-alvo: atrizes/atores, bailarinas/os, artistas visuais (estudantes ou profissionais) a partir de 16 anos. Carga horária 32h/aula.
Inscrições: enviar email (habitemeteatro@gmail.com) com assunto Oficina Habite-me/Sesc RJ. No corpo da mensagem apresentar carta de intenção (breve declaração dos motivos pelos quais se interessa em participar da prática). Em anexo, currículo resumido e imagens de pesquisas ou trabalhos realizados.
Período de inscrição: de 25 de julho a 03 de agosto
Resultado será divulgado dia 05 de agosto por e-mail e redes sociais. ATENÇÃO: serão analisadas as 100 primeiras propostas.
Ficha técnica “Habite-me”
Atuação e pesquisa: Carolina Garcia | Direção e dramaturgia: Paulo Balardim | Criação de bonecos: Emilie Racine | Preparação corporal: Márcia P’inheiro e Laurence Castonguay | Trilha Sonora original: Tuur Florizoone | Figurinos: Cris Lisot | Pinturas no figurino: André Gnatta | Cenografia: Elcio Rossini (pesquisa Objetos para Ação) e Paulo Balardim | Criação de luz: Renato Machado | Operação de luz: Luana Pasquimell | Operador de som e infláveis: Wilson Neto / Antônio Maggionni (stand-by) | Montagem técnica: Hebert Said e Luana Pasquimell | Assessoria e montagem de som: Lucas Carvalho | Ensaísta: Laurence Castonguay, Wilson Neto e Elaine Juteau | Fotografias: Jerusa Mary, Marcelo Paes de Carvalho e Paulo Balardim | Arte gráfica: Jéssica Barbosa | Assessoria de imprensa: Mônica Riani | Comunicação em redes sociais: Ana Balardim | Assistente de produção: José Carlos Rosa | Cias em co-produção (Brasil – Canadá): Cia 4 produções e Territoire 80 | Cooperação internacional: Festival Casteliers (Québec), Conseils des Arts du Canada e Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo
Serviço “Habite-me” – Pesquisa e atuação: Carolina Garcia. Direção e dramaturgia: Paulo Balardim. Gênero: teatro de animação
Estreia dia 1º de agosto, às 18h | Duração 45 minutos
Temporada: até 18 de agosto de 2019. Sexta, sábado e domingo, às 18h
Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana
End: Rua Domingos Ferreira, 160 Tel 21 2547-0156
Ingressos: R$ 7,50 (associado Sesc); R$ 15 (meia-entrada); R$ 30 (inteira)
Bilheteria: horário de funcionamento :: terça a sexta-feira, de 9h às 20h; sáb., dom. e feriados: das 12h às 20h
Exposição fotográfica e Mostra de Cinema apresentam o Japão, sua capital e seus filmes
O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, em parceria com a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, apresentam de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019, com entrada franca, uma exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares.
Japao Credito Shinya Arimoto
A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.
Durante os finais de semana, acontece a Mostra de Cinema com abordagem histórica, trazendo obras que representam o antes e depois da sétima arte vinda do Japão. Passeando por gêneros diversos que vão de drama até fantasia, destacam-se o filme de animação Em Busca das Estrelas, dirigido por Makoto Shinkai; e a comédia Thermae Romae, dirigida por Hideki Takeuchi. A mostra tem entrada franca, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão, e exibições aos sábados e domingos (dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro).
Esta realização faz parte do MÊS DO JAPÃO, uma série de eventos culturais sob a tutela do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro durante os meses de agosto e setembro. Outras Informações e mais detalhes sobre os filmes da programação de cinema estão disponíveis no site http://bit.ly/mesdojapao.
Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020
Para seu desfile no próximo carnaval, além da Rainha de Bateria, a Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola que será a bela Denise Kayan. Caminhando para seu quarto ano no Maior Espetáculo da Terra, Denise já desfilou na Mangueira, foi passista da Mocidade Independente de Padre Miguel e musa da Renascer de Jacarepaguá.
Mesmo já tendo sido musa, em 2020 Denise terá um destaque maior e sabe o tamanho da responsabilidade: ‘Será meu primeiro ano como rainha de uma escola de samba. Mesmo ainda não sendo à frente da bateria, como é meu sonho, vou representar meu país no Brasil e honrar a comunidade de São João de Meriti com todas as forças.”
A Unidos da Ponte será a terceira escola a desfilar na Sexta-Feira pela Série A na Marquês de Sapucaí. A agremiação levará o enredo “Elos da Eternidade” do carnavalesco Lucas Milato.
Criado em 1987, Festival Tápias retorna depois de dez anos, dentro da programação do Dança em Trânsito, rebatizado como Festival de Dança do Rio – Tápias
A jornalista e escritora Rosita Boisseau, colaboradora do Le Monde e Télérama,
faz oficina gratuita de crítica de dança
Quasar Cia de Dança apresenta coreografia inédita no Rio
Focus Strong Strings web- credito Paula Kossatz
O festival internacional de dança contemporânea Dança em Trânsito começa sua itinerância nesta edição pelo Rio de Janeiro, entre os dias 8 e 17 de agosto, antes de seguir por mais sete cidades brasileiras e terminar em Paris, na França, em 15 de setembro. Serão 13 atrações do Brasil – incluindo as companhias Focus, Quasar e Ballet do Theatro Municipal – e mais dez artistas e companhias da França, Itália, Suíça, Holanda, Espanha, Portugal, Cuba e Burquina Faso, em apresentações no Teatro Riachuelo, SESC Ginástico e Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com patrocínio da ENGIE Brasil. Um dos destaques deste ano é a inédita oficina de crítica de dança ministrada pela jornalista e escritora francesa Rosita Boisseau, colaboradora do jornal Le Monde. No encerramento da etapa carioca, no sábado 17, o Dança em Trânsito percorre diversos pontos da Zona Portuária com apresentações gratuitas e ao ar livre.
Dois dos mais longevos festivais de dança do Brasil estarão juntos pela primeira vez. Em sua 17ª edição, o Dança em Trânsito abraça em sua programação o Festival Tápias, que retorna após um hiato de uma década. Criado em 1987 e responsável por revelar inúmeros talentos ao longo de suas 22 edições, o agora rebatizado Festival de Dança do Rio – Tápias volta ainda maior, ao se desdobrar no Festival de Esquetes de Teatro do Rio – Tápias.
Quasar Mulheres
“Será uma edição com muitas novidades. E a volta do Tápias é uma delas, pois estávamos há algum tempo querendo resgatar o festival. Apesar de ser um grande desafio montá-lo junto com o Dança em Trânsito é também uma ótima oportunidade para promover a troca de experiências entre profissionais e amadores de todo o Brasil. As fronteiras se ampliam com as participações de artistas estrangeiros convidados, que além de participarem dos segmentos, integram o júri e conferem cursos”, explica Giselle Tápias, diretora artística e curadora dos festivais.
Romual Kabore1
E caberá justamente ao Festival de Dança do Rio – Tápias abrir a programação deste ano, com apresentações de jovens artistas aspirantes, divididos nas categorias Infanto-juvenil, Amador e Profissional, entre os dias 8 e 11/8, no Teatro Riachuelo. Os dois festivais se misturam a partir do dia 10, quando a Cia Jovem de Ballet do Rio de Janeiro inicia o programa do dia com o espetáculo As Horas. No domingo, é a vez da premiada Focus Cia de Dança apresentar Strong Strings, antes dos jovens concorrentes subirem ao palco. O grupo dirigido pelo coreógrafo e bailarino Alex Neoral ainda dança Trupe, no dia 18/8, na Lagoa de Araçatiba, em Maricá.
Um dos destaques da programação, a holandesa Marta & Kim, da artista de circo Marta Alstadsaeter e do bailarino Kim-Jomi Fischer, vem ao Brasil pela primeira vez trazendo o premiado espetáculo Engel, vigoroso dueto que questiona a consciência e os caminhos do pensamento. No domingo, 11/8, a dupla faz sua estreia brasileira no Theatro Municipal do Rio, na Gala de encerramento do Festival de Dança do Rio – Tápias, que contará também com as premiações e apresentações dos primeiros colocados. Na mesma Gala, o Ballet do TMRJ – com a participação de suas estrelas, incluindo os primeiros bailarinos Aurea Hammerli, Claudia Mota, Francisco Timbó, Cícero Gomes e Filipe Moreira – interpreta a Noite de Walpurgis, da ópera Fausto, de Gounod. Marta & Kim completam sua participação no Dança em Trânsito com performances gratuitas na Zona Portuária do Rio, em 17/8, e na Lagoa de Araçatiba, Maricá, no domingo 18/8.
A Quasar Cia de Dança, do coreógrafo Henrique Rodovalho, apresenta dois trabalhos criados com intervalo de 19 anos e interpretados unicamente por mulheres: de 2000, a coreografia Mulheres – em duas sessões, dia 14/8, no Teatro Riachuelo, e 20/8, no Praça Orlando de Barros Pimentel, em Maricá –, e sua nova coreografia, Estou sem silêncio, em sua estreia carioca, no dia 15/8, no SESC Ginástico.
A jornalista, escritora e crítica francesa Rosita Boisseau faz uma inédita e gratuita oficina de crítica de dança – Looking at dance, analysing it, writing about it –, entre os dias 14 a 17 de agosto, no Teatro Riachuelo. A partir da observação de alguns espetáculos do festival, serão discutidas com os participantes as ferramentas para analisar e escrever sobre dança, culminando em um encontro com jornalistas e artistas, que compartilharão suas perspectivas sobre crítica de arte.
Também inédita é a participação da cidade de Maricá, que recebe o Dança em Trânsito entre 18 e 20 de agosto, quando serão apresentados espetáculos de dança e oficinas gratuitas, em diversos espaços públicos, com a participação de companhias locais. Antes de seguir para a Região dos Lagos, o Dança em Trânsito inaugura o Centro Cultural Minaçu, na cidade goiana homônima, no dia 14, com dois espetáculos. Segue para Florianópolis (22 e 23), passa por Capivari de Baixo (25) e Alto Bela Vista (27), também em SC, e pela gaúcha Entre Rios do Sul (28/8) – três cidades onde tradicionalmente acontecem residências de criação –, e encerra a itinerância nacional em Brasília (5 a 7/9). De lá, o festival atravessa o oceano para o encerramento em Paris, na França, entre os dias 8 e 15 de setembro.
Três oficinas práticas completam a programação carioca deste ano, todas no Teatro Riachuelo. Denise Namura e Michael Bugdahn estão à frente do workshop De corpo a corpo – a transmissão, entre 13 e 17/8, a partir do qual serão escolhidos seis bailarinos para apresentações na Zona Portuária do Rio e em Brasília. Lucio Baglivo, de Madrid, no dia 12/8, e os cubanos Alexis Fernandez e Caterina Varela, em 16/8, transmitem seus conhecimentos aos participantes que já tenham experiência em técnicas de movimento. Em Maricá, o carioca Bruno Duarte dá aula, em 19/8, sobre a modalidade Krump – dança urbana surgida em 2000 –, e Romual Kabore, de Burquina Faso, demonstra, no dia seguinte, suas técnicas de dança africana, ambas no CEU Centro de Artes e Esportes. Todas as oficinas do Dança em Trânsito são gratuitas, limitadas ao número de vagas disponíveis e estão com inscrições abertas pelo emailworkshop.dancaemtransito@gmail.com.
A já tradicional residência de intercâmbio ROTAS, um dos pilares da filosofia do festival, idealizada e coordenada pela coreógrafa Flávia Tápias, é uma parceria criativa com os intérpretes brasileiros e estrangeiros convidados da edição, que elaboram um espetáculo inédito apresentado durante a programação. De 13 a 18 de agosto, o projeto contará com a participação de Flávia Tápias (RJ), Jeremy Kouyoumdjian (França), Marie Urvoy (França), Francesca Zaviani (Itália), Romual Kabore (Burquina Faso), entre outros.
No encerramento da etapa carioca, em 17 de agosto, o Grupo Tápias abre a programação às 11h, no Teatro Riachuelo com o infantil Creme do Céu. Criado originalmente na França em 2017, o espetáculo infantil reúne dança, teatro e videoarte para falar de forma lúdica sobre conceitos de astronomia, ao contar a história de uma estrela que caiu do céu. A partir das 15h, dez artistas e cias como Chey Jurado (Espanha), Cia Gente (Brasil), La Macana (Espanha/Cuba), Marta & Kim Company (Holanda) e Untamed (Portugal) percorrem os espaços públicos da Zona Portuária em apresentações gratuitas e ao ar livre. Às 19h, o Grupo Tápias apresenta no Teatro SESC Ginástico Café não é só uma xícara, inspirado na obra do fotógrafo Sebastião Salgado, em que são evocados sentimentos e sensações associadas à bebida, com coreografia e direção artística de Flávia Tápias.
Dança em Trânsito
Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já apresentou cerca de 87 companhias de 16 países em 18 cidades de nove estados brasileiros, para um público de mais de 48 mil pessoas.
Sobre a ENGIE Brasil
No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016.
O Grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.
THE BAGGIOS – DO INTERIOR DE SERGIPE PARA O LEVADA
A banda The Baggios saiu do interior de Sergipe, mais precisamente da cidade de São Cristóvão, para ganhar o mundo. Tocou em vários países, como França, Itália, Estados Unidos, México e Canadá, foi indicada ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa” e virou notícia em jornal da Suíça. O Festival Levada, que não é bobo nem nada e está sempre ligado em tudo o que acontece na música alternativa brasileira, trouxe o trio para a oitava edição do evento, que começou no dia 2 e vai até o final de setembro. The Baggios apresenta-se na sexta-feira dia 9 de agosto, às 20h. no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. E o público carioca vai poder pagar pouquinho – ingressos a R$ 10 (meia entrada) e R$ 20 (inteira) para curtir o som blues rock que os gringos assistiram pagando em dólares e euros.
Formada por Júlio Andrade (guitarra e voz), Rafael Ramos (baixo e teclados) e Gabriel Perninha (bateria), a banda The Baggios está comemorando 15 anos de existência com o lançamento do álbum, “Vulcão”, que sai com o apoio da Natura Musical. O CD foi gravado no estúdio Toca do Bandido, no Rio, com produção do próprio Julio e com participações da cantora Céu e do Baiana System. Este é o quarto álbum da banda e sucessor de “Brutown”, o indicado ao Grammy Latino 2017.
The Baggios Atheneu
Conectando a África com o Nordeste brasileiro, The Baggios traz para o Levada 2019 sua mistura de “desert blues” com baião e pegada rock’n’roll, que tanto vem atraindo o interesse do público brasileiro – de norte a sul do país – e do estrangeiro. Será o terceiro show desta oitava edição do festival – os primeiros foram Aíla e Luiza Brina.
Ainda no Centro da Música Carioca Artur da Távola, teremos shows de Josyara (15/8), Ronei Jorge (16/8), Delia Fischer (22 e 23/8) e Mombojó (29 e 30/8). Em seguida, o Festival Levada passa pelo Teatro Firjan Sesi, no Centro, com showzão, no dia 6 de setembro, do ícone da música independente brasileira – Jards Macalé – e segue para a Zona Sul, ocupando o Labsonica do Oi Futuro, no Flamengo, com apresentações de Livia Nery (19/9), Bia Ferreira (20/9), Ana Frango Elético (26/9) e Lucas Estrela (27/9).
O Levada 2019 tem mais uma novidade este ano. Na área externa do Centro da Música Carioca Artur da Távola, será montada uma feira onde serão vendidos discos de vinil, itens de brechó, roupas e acessórios vintage. “Convidei expositores que tivessem a ver com a filosofia independente do festival, explica o diretor geral do festival Julio Zucca. Já estão confirmadas as participações do Brechó da Yayá, do Beca Brechó, do Abapha Vintagepop e do Brechó Cultural Maio 68, além dos sebos de discos Baratos da Ribeiro e La Macchina del tempo. A pedida, então, é chegar mais cedo ao espaço cultural para garimpar preciosidades.
Sobre o Festival Levada Importantíssimo para divulgar a música independente que anda sendo feita por todo o Brasil, o Festival Levada chega à sua 8ª edição, com dois shows diferentes a cada semana, às quintas e sextas-feiras, até 27 de setembro, em três palcos diferentes: Centro da Música Carioca, na Tijuca; no Teatro Firjan SESI, no Centro; e no LabSonica do Oi Futuro, no Flamengo.
Com direção geral de Júlio Zucca, realização da Zucca Produções e curadoria de Jorge Lz, DJ, radialista e pesquisador, o Festival Levada é um projeto patrocinado pela Oi, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, tendo apoio do Oi Futuro. Em sete anos consecutivos, o Levada apresentou mais de 100 artistas e atraiu um público de mais de 12 mil pessoas. Já passaram pelo festival nomes como Letrux, BaianaSystem, Metá Metá, Anelis Assumpção, Ava Rocha, Curumin, Vanguart, Boogarins, Kassin, Pietá, Carne Doce, Ian Ramil e Maria Beraldo.
Serviço: The Baggios (Sergipe) – Festival Levada 2019
Dia: 9 de agosto (sexta-feira)
Hora: 20h
Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca
Ingressos: R$ 20 / R$ 10 (para todos os que se encaixam na Lei prevista de meia: estudantes, idosos, deficientes, menores de 21, professores do Município do RJ).
TÁBATHA AQUINO NO FESTIVAL DO CCSP NESTA SEXTA/02 EM IRAJÁ – ZONA NORTE CARIOCA
Neste final de semana, acontece o Festival de Inverno 2019 do CCSP RJ, em Irajá. O evento de interartes tem por objetivo unir artistas consagrados, Cias independentes, trabalhos autorais e artistas universitários para uma grande celebração da cultura e da arte.
Na sexta/02, tem show musical com a cantora que vem ganhando o país depois de ser descoberta cantando nos coletivos de transportes cariocas, Tábatha Aquino.
Continuará no sábado com circo, palhaços e mostra de curtas. Academias de dança também se apresentarão. Nos dois dias vão estar abertas exposições de artes.
Tábatha Aquino, desconhecida até pouco tempo da mídia, mas reconhecida por milhares de pessoas comuns, que transitam diariamente pelos coletivos públicos da cidade do Rio de Janeiro, por levar canções num constante vai e vem de trens, metrôs e até ônibus, expressando, repaginando ao seu tom, hits, clássicos e pérolas da musica.
Dona de uma personalidade própria tem como influência Liniker, Nina Simone, Etta James, Aretha Franklin, Jennifer Hudson, Fantasia Barrino, e claro, Michael Jackson.
Com um repertório variado, o qual ela sabe que tinha que agradar seu fiel público, traz para si, canções repaginadas e ao tom de sua voz. Em março deste ano, viu sua vida mudada através de vários vídeos, com destaque para o de um fã da cantora representada marcando-a. “Apaga a Luz”, sucesso de um dos maiores nomes da atualidade, Glória Groove.
Um turbilhão de informações, mensagens e repostes fizeram o vídeo chegar até a estrela Glória, que respostou, comentou e até mandou direct pelo instagram da Tabatha, fez tudo acelerar em sua carreira. Logo outras pessoas famosas também não deixaram passar sua visualização sem deixar seu recado, como Paola Oliveira, Daniela Mercury, Cantora Titica, entre muitas outras. Foi convidada pela Glória a cantar com ela num dos maiores shows já feito por ela no Rio de Janeiro, no estádio do Engenhão, em maio deste ano.
Depois disso vieram os Sescs, paradas LGBT, onde cantou no mesmo palco que Daniela Mercury entre outros. Vieram também os programas de TV mais conceituais do país, Encontro na Rede Globo, Sem Censura, na TV Brasil, Domingo Espetacular na Record, entre muitos outros.
Tabatha, já com EP, ESSÊNCIA, com seis canções autorais, “Enlaço”, “Não Pare”, “Amor”, “Qual Vai Ser”, “Questão De Vibe” e “O Que É Nosso “, em todas as plataformas digitais, lançou um clipe, “Seja Liberdade”, onde chama atenção para o respeito à liberdade e a diversidade, principalmente ao da mulher.
No festival vai cantar suas autorais acima, além de pérolas da MPB, do pop e do black music. Sucessos do Rappa, Charles Briw, Leniker e até Elza Soares.
Tábatha Aquino, uma voz poderosa, no tom grave e típico dos artistas de soul, que saiu da rua para as redes sociais e para os olhos e ouvidos de milhões de pessoas. Negra, sem importar que cor defina a boa música, que religião defina fé, mas Deus é seu maior porto seguro. Que qualquer diferença deve ser respeitada. Essa é sua canção diária, um convite à vida, ao canto da esperança e da libertação!
As portas serão abertas as 16 e a programação se encerram às 22 horas. Tábatha se apresenta às 21. Menores de 14 anos só com o responsável. A entrada é de R$ 10,00, preço único.
SERVIÇO:
– Tábatha Aquino Festival de Inverno 2019, do CCSP