MARCO MUZI LANÇA CLÁSSICO REPAGINADO

A música de estreia de MARCO MUZI nas plataformas digitais tem lançamento
HOJE, dia 9 de abril. “Fly me to the moon” expressa o interesse artístico do
jovem intérprete pelas canções atemporais e pelas experiências eletrônicas.
Em sua performance, o cantor e compositor revisita este clássico do passado
em arranjo contemporâneo, energizado pela estética Lofi, com a produção do
maestro Ney Marques pelo selo Simple Lofi e distribuição da OneRPM.

https://www.youtube.com/watch?v=2Y4ol_NSWw0

Tendo como base as influências musicais do artista, a escolha dessa canção
mostra também o potencial vocal de Marco, que com 17 anos se destaca pelo
timbre e afinação impecáveis, além do vasto repertório que possui.

Clássico de composição do pianista Bart Howard, ficou amplamente conhecido
na voz de Frank Sinatra, que gravou a canção em 1964. “Fly me to the moon”
teve essa versão intimamente ligada às missões da nave Apollo na lua,
coordenadas pela NASA, que levaram Apollo 11 ao solo lunar em 1969.

Marco Muzi traz com sua versão de “Fly me to the moon” um clipe que mistura
sua atuação ao piano com desenho animado em que através da força do amor os
personagens chegam à lua e sentados no satélite da terra observam o espaço
enamorados. É a tradução da sensação que essa música passa ao ouvinte: tão
gostosa quanto flutuar no espaço.

O ARTISTA

Marco, hoje com 17 anos, começou a tocar guitarra aos 3.

Iniciou seus estudos com o Jazz, Bossa Nova e MPB aos 8 anos, influenciado
pelo irmão pianista. O tio baterista o apresentou ao universo das baquetas
com as quais metralhou durante a infância objetos de onde conseguisse
extrair arremedos de rock. Em casa, Samba, Ópera e MPB se articulavam em
consenso.

A partir desse caldo musical, desenvolveu preferências ecléticas por Chopin,
Chet Baker, João Gilberto e Frank Sinatra. A curiosidade pela produção de
beats o levou ao gênero Lofi no início da adolescência.

Em 2020, chegou a mudar-se de Votuporanga para São Paulo para aprofundar
seus estudos de canto lírico e popular com o professor Gilson Nery, no
Conservatório Souza Lima, e segue em aulas on-line em função da pandemia. Em
2021, pelo selo Simple lofi e OneRPM, lança em todas as plataformas digitais
seu primeiro single “Fly me to the moon” neste dia 9 de abril.

<http://www.marcomuzi.comwww.marcomuzi.com

DJ Cia apresenta primeiro single de seu álbum solo, com Cynthia Luz e NP Vocal

 

Primeiro single do álbum oficial do DJ Cia traz o rap, R&B e timbres da nova geração

Já consolidado na nata do hip-hop brasileiro por suas performances no turntablism,
o célebre DJ Cia acaba de liberar “Não espere perfeição”, mais uma de suas produções,
com direito a um videoclipe super produzido. Dançante e cheia de suingue, a canção traz
participações de Cynthia Luz, uma das revelações da nova geração da música negra
brasileira, e NP Vocal, do grupo PrimeiraMente e também integrante de seu selo Beatloko.
Dentre as inúmeras produções de DJ Cia, que totalizam participações em mais de
100 álbuns musicais, “Não Espere Perfeição” é um marco em sua carreira, pois trata-se
do primeiro single de seu primeiro álbum oficial, previamente intitulado “Por Onde Andei”.
“Essa obra é fruto de cerca de 30 anos de carreira artística e acredito que
representa um amadurecimento musical e artístico que adquiri nessa longa caminhada, o
que inclui não apenas minhas andanças na cultura hip-hop, mas também minhas
experiências e aprendizados em outras vertentes.”, define o DJ, produtor musical e
empresário, criador do selo Beatloko, ao mencionar seu histórico de trabalhos – com nomes
que vão de RZO e Racionais MCs a Sabotage e Negra Li, passando por nomes ecléticos,
como Elza Soares, Caetano Veloso, Seu Jorge, Charlie Brown Jr., Ana Carolina e Haikaiss,
dentre outros.

ASSISTA AGORA “NÃO ESPERE PERFEIÇÃO”:
LINK

O nome “Por Onde Andei” expressa bem essa trajetória percorrida, porque traz
não apenas nomes do hip-hop, mas de outras influências rítmicas com as quais aprendi
bastante e evoluí”, explica DJ Cia, cujo nome despontou artisticamente depois de se sagrar
bicampeão do campeonato Hip-Hop DJ, em 1997/1998. Mas sua caminhada é ainda mais
longeva e, se considerarmos sua educação musical, é algo que vem de berço – ele é filho
de DJ Alemão, da tradicional equipe de bailes Transa Som. “Em breve apresentaremos as
outras canções de meu álbum, que trará participações de outros nomes de peso das cenas
nacional e internacional”, acrescenta, ao deixar no ar as surpresas que ainda virão.
Primeiro ‘aperitivo’ da tão aguardada obra, ”Não Espere Perfeição” mistura
agradáveis timbres de soul e r&b, com uma energia leve, de curtição da noite, ainda que a
composição aborde a questão de relacionamentos conturbados. A introdução do videoclipe,
que é dirigido por Pretto Nascimento, mostra uma interpretação do próprio DJ tendo uma
‘DR’ (discussão de relacionamento) com sua parceira, interpretada pela atriz Eduarda
Benevides. Com elogiável fotografia assinada por Caio Nigro e Padu Palmério, o filme ainda
agrega participações especiais de MC IG, DJ Puff, Malcolm VL e Dagrace, dentre outros
artistas.

“Ela pediu que eu fosse diferente,
Que esse jeito louco meu não dá mais,
Quem sabe se ela fosse diferente,
Esse meu modo louco seria mais um motivo,
Pra um romance meio que diferente
Daquele diferente dos seus pais mas
Ela se inspira em contos de Shakespeare
Eu ouço Dexter”

“Gravamos o videoclipe em dezembro, quando esperávamos que a pandemia da
Covid-19 pudesse ser superada logo, e mesmo assim o fizemos com todos os cuidados e
protocolos de saúde recomendados”, frisa DJ Cia.
“Sei que a situação ainda é preocupante e pode parecer estranho lançar um vídeo
de clima festivo em momento tão conturbado. Mas nossa ideia é justamente relembrar a
‘vibe’ que a música proporciona e usá-la para levar um pouco de positividade, descontração
e otimismo para as pessoas.”

 

DJ Cia lembra que, com as restrições às atividades culturais, em decorrência da
pandemia, pretende injetar mais gás nas plataformas virtuais de divulgação, o que inclui o
canal do Beatloko no YouTube. “Quero fazer dele uma plataforma para os artistas fechados
com o selo, mas também que ela se torne uma janela para a divulgação de novos talentos”,
explica. O espírito, diz ele, é o mesmo do Bloco Beatloko, que já tinha se consolidado no
Carnaval paulistano, com dezenas de participações ecléticas, mas que neste ano não pôde
ganhar as ruas devido à pandemia.

“Você me embaça a vista
Nunca tá indeciso
E faz esse mundo girar
Um paraíso lindo
Reage ao meu instinto”

Foto: divulgação

 

Redes Sociais

Facebook – https://www.facebook.com/djciafanpage

Nattan lança “O Lamento” com parceria do rapper indígena Kunumí MC

Nattan lança “O Lamento” com parceria do rapper indígena Kunumí MC
Música, e clipe, abordam a questão ambiental e é a segunda do EP “[é isso]” que terá mais dois singles

O cantor Nattan lança o segundo single do EP “[é isso]”, a música escolhida foi “O Lamento” onde ele aborda a questão ambiental e todos os malefícios de não estar em harmonia com a natureza.

No primeiro single “O Mergulho”, lançado no final de 2019, ele falava da temática da depressão e o suicídio. Nesse novo trabalho ele fala de temas como desmatamento, caça a animais, incêndios, preservação dos povos indígenas e perseguição aos ativistas ambientais. Como isso prejudica nossa vida atual e futura. Neste single ele apresenta uma parceria com o rapper indígena Kunumí MC, que passa sua mensagem num rap em Tupi Guarani.

– O objetivo não é atacar, ou entrar em brigas de direita e esquerda, mesmo tendo o meu posicionamento político, o foco é convidar a todos para nos levantarmos e lutarmos pelo meio ambiente, é passar informações reais para que as pessoas vejam e sintam mesmo o que está acontecendo… tem muita gente morrendo por defender questões ambientais, o Brasil é o país mais perigoso do mundo para os ativistas do meio ambiente, a nossa floresta está morrendo, a Amazônia está em sinal vermelho e o mundo inteiro está preocupado – explica o cantor.

O clipe de “O Lamento” foi lançado nesta terça-feira, 10/03, e está em todas as plataformas digitais. Na produção, que tem realização da Cerejeira Produções, Nattan faz todo em linguagem de sinais e aparece em dois ambientes, em Santa Isabel (SP) e na aldeia Krukutus, onde Kunumí MC mora.

– O cenário atual está gritando e nós não podemos ficar calados. A arte sempre foi usada para divertir, emocionar, mas principalmente para denunciar questões e promover “reflexão”. Gravar na floresta, ver tanta gente doando seu tempo e seu talento para este projeto, visitar uma aldeia indígena, ter a honra de ter um índio usando sua arte para nos abençoar foi muito lindo e estou muito feliz – diz o cantor.

Outro fato interessante sobre a música é que todo o som das cordas (violino e violoncelo), as latas e o canto indígena foram gravados ao vivo no meio do mato!
– O Kunimi não foi ao estúdio, tudo foi gravado ao vivo no dia da gravação do vídeo – ressalta Nattan.

Além de “O Mergulho” e “O Lamento” o EP [é isso] contará com mais duas músicas.

– Com as músicas, e vídeos, quero jogar uma luz sobre temas relevantes a sociedade, essa é a base desse trabalho – revela Nattan.

O EP [é isso] é produzido por Danilo de Moura – atualmente na Netflix com a série “Ninguém tá olhando” e tem preparação vocal de Amélia Gumes.

– Para esse álbum vou fazer um projeto nas minhas mídias sociais para alcançar mais pessoas. Dentro do IGTV, no instagram, serão lançados vários vídeos ligados ao tema de cada música, incluindo um papo com a psicóloga Ana Detter, que discutirá os temas do ponto de vista psicológico – completa.

O vídeo de “O Lamento” pode ser visto no https://youtu.be/RQiS2Cr6Smg

Sylvia Thereza faz recital único com violoncelista belga Alexandre Debrus na Sala Cecília Meireles, dia 12/3, quinta-feira

Sylvia Thereza faz recital único com violoncelista belga Alexandre Debrus na Sala Cecília Meireles, dia 12/3, quinta-feira

 

Com apoio do governo da Bélgica e instituições nacionais e internacionais de fomento à cultura, pianista brasileira, radicada na Bélgica, vem ao Brasil para dar início a uma série de apresentações e ações sociais em prol da qualificação musical de excelência para jovens de comunidades desfavorecidas e seu devido ingresso no exigente circuito mundial da música de concerto

Quase um ano após o lançamento no Brasil de seu último CD “O Manifesto Romântico”, a pianista carioca retorna ao país  com apresentações em quatro capitais brasileiras e,  desta vez,  com uma bandeira social importante como pano de fundo: a qualificação de milhares de jovens de projetos sociais diversos através de um extenso programa de intercâmbio e atividades pedagógicas de excelência. Após recitais solos em Goiânia (4/3) e Brasília (6/3), e com o violoncelista belga Alexandre Debrus em Fortaleza (7/3), Sylvia Thereza retorna a sua cidade natal, em duo com o consagrado músico belga, em apresentação única na Sala Cecília Meireles, na quinta-feira, dia 12. Desta vez, a pianista não irá apenas interpretar obras de Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Schostakovich. Com o apoio e parceria de robustas instituições nacionais e internacionais (entre elas o Instituto Kodaly, da Hungria) e conceituados artistas do cenário internacional,  a pianista está trabalhando para a realização do programa “Mestres em Residência”.

O programa “Mestres em Residência” irá estabelecer um intercâmbio consistente e programático entre renomados músicos, sólidas instituições europeias e inúmeros projetos sócio-artísticos, buscando treinar e qualificar mais de 24 mil jovens, inicialmente, em diversas cidades do país.  Além de beneficiar os alunos, a idéia também é proporcionar aos professores e monitores dos projetos sociais – contemplados com o programa – um intercâmbio visando a evolução de suas habilidades, sensibilidade artística e ampliando suas perspectivas de futuro. Como de praxe em todos os seus concertos pelo mundo, haverá uma cota de ingressos para alunos de escolas públicas e projetos sociais.

Participando com Sylvia Thereza de parte da sua turnê, o belga Alexandre Debrus, celebrado violoncelista na Europa e que teve entre seus mestres Rostropovich e Mischa Maisky, é um dos músicos já confirmados no programa. Até o final de março, Sylvia volta a se apresentar no Rio de Janeiro (22/3, com a Orquestra Petrobrás Sinfônica como solista convidada) e em São Paulo (dia 15/3, em recital solo).

Mas não é de hoje que a notável pianista do Rio de Janeiro vem atuando na educação e qualificação de crianças e jovens desfavorecidos. Como parte de seu compromisso social e filosofia musical, Sylvia foi co-autora, no Rio de Janeiro, de um projeto pioneiro que introduziu a música clássica  para mais de 12.000 crianças oriundas deste extrato social e que teve como madrinha a atriz Malu Mader.

Apesar de ter se apresentado nas mais importantes salas do mundo e ensinado, ao lado de Maria João Pires, na mais seletiva escola para solistas internacionais da Europa – A Chapelle Musicale Reine Elisabeth, Sylvia se mantêm conectada e engajada com nossas crianças. Na Bélgica, é co-fundadora e  diretora artística da Associação Uaná- Association for the Arts, instituição que visa reunir artistas para esse fim: o de produzir arte com a missão de colaborar com projetos sociais. Através da Uaná, vem proporcionando cultura e rompendo barreiras sociais para crianças necessitadas e deficientes, unindo para isso grandes nomes do mundo artístico e valiosos educadores, através de projetos de  educação musical, concertos, exposições e discos.

Photo 2 – Sylvia Thereza – Japan-creditos Celso Filho – menor

SYLVIA THEREZA, piano

Com uma vasta experiência como solista e camerista, tendo estudado com renomados nomes do cenário mundial, Sylvia logrou atingir desde cedo um notável grau de maturidade pianística. Mestres como Maria da Penha, Myrian Dauelsberg, Bella Davidovich, Allan Weiss e Maria João Pires (de quem foi  professora assistente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth na Bélgica, e em Workshops ao redor do mundo) lhe proporcionaram a cultura artística que lhe permitiu despontar no cenário internacional. Já se apresentou em importantes salas de quase todos continentes tendo atuado como solista de importantes orquestras e regentes. Foi premiada na “Edição Martha Argerich” do Concurso Internacional de Piano de Vigo, na Espanha em  2019 que teve Martha Argerich, Nelson Freire, Tamas Vasary e Sergio Tiempo no júri.

Alexandre Debrus 2020 – creditos Benjamin Brolet – menor

ALEXANDRE DEBRUS, Violoncelo

Nascido na Bélgica, Debrus é filho de músicos tendo recebido de sua mãe violoncelista as primeiras orientações aos 4 anos de idade. Posteriormente estudou com  mestres do quilate de Rostropovich, Mischa Maisky, Luc Dewez, Marc Drobinsky e YvanMonigheti. Sua discografia compreende 21 CDs como solista e camerista para selos como Pavane Records, EMI Classics, RCA Victor Red Seal (BMG)e Warner Classics. Recentemente gravou sob o selo Pavane Records as 6 CelloSuites de Johann Sebastian Bach para violoncelo solo, bem como os Trios 1 e 2 de Félix Mendelssohn Bartholdy, como  membro do Trio Carlo van Neste.  Além das várias bolsas de estudo que lhe foram conferidas, foi agraciado com diversos prêmios dentre os quais o primeiro prêmio da competição “Mathilde Horlait Dapsens”.

Alexandre foi vencedor da bolsa de 2004 da “Fundação Belga de Vocação (VOCATIO) e recebeu em 2007 o título de cidadão honorário da cidade de Nagakute no Japão. Entre 1999 e 2006, foi nomeado professor  de música de câmara do “Conservatório Real de Música de Bruxelas”. Tem atuado regularmente como solista e camerista em países como  Bélgica, França, Suíça, Alemanha, Sérvia, Itália, Espanha, Grécia, Estados Unidos, Rússia, Argentina, Japão, China e Israel. Como professor é sempre convidado para dar aulas em diversos festivais em vários países.  Em 2020,  recebeu o Troféu Fuga, concedido uma vez por ano pela União de Compositores Belgas  aos artistas que se dedicam à música contemporânea no País. Se apresenta com um violoncelo construído por Georges Heynberg em Liège no ano de1934 denominado de  “Pégasus” e também com  outro do luthier  Jan Strick (Bruxelas 2004) denominado “Alexandre”.

SERVIÇO:

 

12/03, quinta-feira – Sylvia Thereza (piano) e Alexandre Debrus (violoncelo) Sala Cecília Meireles

Endereço:  Largo da Lapa, 47

Telefone: 21 2332-9223

Horário: 19h

Programa: Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Shostakovich.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Locais de venda: Bilheteria da SCM – Segunda a sexta de 13h às 18h ou até início do concerto e ingressorapido.com.br

Capacidade da sala: 670 lugares

Site: http://salaceciliameireles.rj.gov.br

Acessibilidade para deficientes físicos

 

PROGRAMA:  1h30 com intervalo

SCHUMANN – Fantasiestucke op. 73

BRAHMS – SONATA op. 38, em Mi menor

RACHMANINOFF – VOCALISE  op. 34, n.14

SCHOSTAKOVICH – SONATA op. 40

GRANDES VOZES NO RIO DE JANEIRO APRESENTA O CONCERTO DO SOPRANO SONDRA RADVANOVSKY

 

O soprano Sondra Radvanovsky abre a Série “Grandes Vozes” 2020 do Theatro Municipal, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro, sob a regência do maestro Ira Levin

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o seu Concerto de Abertura dia 13 de março, às 20h, com o célebre soprano Sondra Radvanovsky, marcando o retorno da Série “Grandes Vozes”, considerada como um dos maiores destaques artísticos de 2019.

Aclamada pela crítica internacional como uma das maiores cantoras líricas da atualidade, Sondra Radvanovsky já havia encantado o público fluminense em 2012 ao se apresentar com
enorme sucesso na ópera Tosca, ocasião em que, atendendo à exigência do público entusiasmado, bisou a famosa ária Vissi d’arte em todas as suas récitas.

Sondra é presença frequente nas principais casas de ópera do mundo, incluindo a Royal Opera House de Londres, o Teatro alla Scala, Opera Nacional de Paris, Opera Nacional de Munique, Opera de Berlim, Barcelona, Madri, Zürich, Japão e, claro, Metropolitan Opera House, em Nova York, onde, com êxito absoluto, deu voz às “Três Rainhas” da chamada Trilogia Tudor, de Donizetti – Anna BolenaMaria StuardaRoberto Devereux.

Parte da temporada 2020 do Theatro Municipal, a Série “Grandes Vozes” presenteia o público com as apresentações de quatro grandes estrelas internacionais da ópera. Além de Sondra Radvanovsky, o jovem soprano Pretty Yende da África do Sul, a renomada Maria Agresta e o célebre mezzo-soprano Anita Rachvelishvili da Geórgia virão à cidade maravilhosa.

O projeto “Grandes Vozes” já impactou e investiu em mais de 1.000 crianças e adolescentes que vivem em comunidades carentes do Rio. Nesta temporada, dará continuidade às ações de caráter sociocultural, com apresentações gratuitas e abertas ao público, em Escolas Municipais cariocas e outros equipamentos que fazem parte da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado. Haverá, ainda, a realização de masterclasses gratuitas para jovens cantores líricos brasileiros, por parte de todos os artistas que participarem da Série.

PROGRAMA: Arias de Verdi, Puccini, Catalani e Dvořák.

Soprano: Sondra Radvanovsky

 OSTMRJ

Direção musical e regência: Ira Levin

SERVIÇO:

Série Grandes Vozes no Rio de Janeiro com Sondra Radvanovsky e Orquestra Sinfônica do TMRJ

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro

Data: 13 de março de 2020 – sexta

Horário: 20h

Classificação: Livre

Lotação: 2.226 lugares

Duração total: 2h

Ingressos: https://www.ingressorapido.com.br/event/34103-1/d/69710

Frisa/Camarote: R$ 250,00 (unitário)

Plateia /Balcão Nobre: R$ 250,00

Balcão Superior: R$ 250,00

Balcão Superior Lateral: R$ 150,00

Galeria Central: R$ 75,00

Galeria Lateral: R$ 75,00

Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto, Rádio MEC e Ingresso Rápido

Realização: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal e Grandes Vozes

Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

ALEGRIA DA ZONA SUL LANÇA CLIP OFICIAL DO SEU SAMBA-ENREDO

 

A direção da Vermelha e Branca de Copacabana lança na tarde desta quarta-feira, 29, seu clipe oficial do samba-enredo 2020, para toda sua comunidade, amigos e o público sambista em geral.

Este é mais um produto desenvolvido pelo departamento de comunicação da escola e com aval da presidência, como forma de levar mais entretenimento para os seus segmentos, assim, havendo a interatividade e aprendizado da letra que compõe o samba para “YPANEMA”.

A Alegria da Zona Sul, desfilará no dia 25/02 pela série B – (Liga Livres, Intendente Magalhães), onde, buscará o título de campeã e o retorno à Sapucaí

FICHA TÉCNICA

Produção: Ser agência e MGR produtora

Imagens: Fabiano Santana

Edição: Fabiano Santana

Composição de personagens: integrantes dos segmentos Alegria (bateria Show de Ritmo, baianas, passistas, velha guarda e comunidade)

Locações: quadra de ensaios, praia de Ipanema e Arpoador

SHOWZAÇO p/proxima semana (na Cinelândia) – TERÇA, Jorge Pescara Knight Prog no CCJF

Jorge Pescara apresenta seu projeto progressivo com elementos de world music e fusion, nesta terça-feira, dia 1, no Centro Cultural Justiça Federal

 

Em outubro, Rio e Niterói continuarão recebendo grandes expoentes do rock progressivo nacional. Com realização da Vértice Cultural e da BeProg, o III CaRIOca ProgFestival vem reunindo, desde o dia 31 de agosto, nomes de destaque do gênero, reservando para o mês de outubro outras atrações, agora no Centro Cultural Justiça Federal (Centro), Solar de Botafogo e Theatro Municipal de Niterói – em setembro, os shows foram semanais no Centro da Música Carioca, na Tijuca.

O festival muda de palco a partir do dia 1, terça-feira, com o show, no Centro Cultural Justiça Federal (Cinelândia), do virtuoso baixista Jorge Pescara, apresentando seu projeto PESCARA- KNIGHT PROG, no show “Cavaleiro sem Armadura”. Referência no instrumento e na música brasileira – já tocou ao lado de Dom Um Romão, Ithamara Koorax, Eumir Deodato, Luiz Bonfá, Ney Matogrosso, Paulo Moura, dentre muitos outros – o baixista apresentará com seu quarteto as composições do CD autoral “Knight Without Armour”, e sua técnica de touchbass touchguitar, instrumentos exóticos de 12 cordas. Com formação rítmica curiosa (dois bateristas no palco simultaneamente, Iuri Sant’Anna e Fábio Cezanne), e Renata Puntel (teclados e flauta), o baixista vai apresentar também recriações de clássicos de Pink Floyd, Genesis, Yes, King Crimson.

 

Mais rock progressivo em Outubro

 

De São Paulo, a banda DIALETO leva ao palco do Centro Cultural Solar de Botafogo, dia 10 de outubro, quinta-feira, o show “De Blavatsky a Bartók”, com músicas do compositor Húngaro Béla Bartók livremente adaptadas pela banda para sua linguagem ProgRock típica. As composições fazem parte do álbum ‘Bartók In Rock’, lançado em 2017, com participação especial do violinista David Cross, conhecido por haver integrado a banda inglesa King Crimson da década de 70. O show faz uma trajetória na carreira da banda que não toca no Rio de Janeiro, desde 2012, na I Mostra CCBB de Rock Progressivo.

jorge pescara

Os cariocas do ARCPELAGO sobem ao palco do CCJF (Cinelândia), no sábado, dia 12 de outubro, às 17h, com o “Show Interseções”. A musicalidade elaborada e estreitamente vinculada à sonoridade analógica é a espinha dorsal do Arcpelago, que se alastra tanto pela vertente sinfônica, quanto pelo space-rock, hard rock e fusion, sendo notável a intensa preocupação do grupo com timbres e efeitos sonoros. Nem seguida, no mesmo dia, às 20h, será a vez do CARAVELA ESCARLATE, formada em 2011 e composta por David Paiva, multi-instrumentista e compositor, em parceria com o tecladista e compositor Ronaldo Rodrigues (também integrante do Arcpelago), com o veterano baterista Elcio Cáfaro, dono de extenso currículo na MPB e na música instrumental brasileira, uma das poucas bandas nacionais hoje divulgadas por selo europeu, a Karisma Records, que lançou em vinil o álbum homônimo da banda e relançando o cd, que também teve apoio na produção executiva da Vértice Cultural. E, para aqueles presentes, o show “Interseções” trará surpresas expressivas ao público.

 

Do Rio Grande do Sul, a banda APOCALYPSE fará dois shows no Centro Cultural Solar de Botafogo, dias 18, sexta-feira, e 19 de outubro, sábado. O grupo iniciou as atividades em 1983 em Caxias do Sul (RS), influenciado por expoentes da década de setenta como Queen, Led Zeppelin, Pink Floyd, Rush, Yes, Kansas, Deep Purple e Journey. Após vencer os festivais Circuito de Rock e Festpop na serra gaúcha, lançou o primeiro LP homônimo em 1991 e assinou contrato com a gravadora francesa Musea. Foi o primeiro grupo brasileiro de classic rock a gravar e lançar CDs no exterior, e já abriu shows de grandes nomes do classic rock mundial como Yes (Araújo Vianna-Porto Alegre), Uriah Heep (Canecão – RJ) e Pendragon (Teatro João Caetano – RJ). Os gaúchos farão o lançamento do álbum ao vivo “The 35th Anniversary Concert”. Com cinco discos já lançados, o FLEESH – formado por Celo Oliveira e Gabby Vessoni em 2014 – lança seu álbum “Across the Sea” na terça-feira, dia 22 de outubro, no Centro Cultural Justiça Federal, na Cinelândia, na íntegra junto com outras faixas de seus CDs.

Encerrando com chave de ouro, a lendária BACAMARTE celebra seus 45 anos de formação com um show imperdível, dia 25 de outubro, no Theatro Municipal de Niterói. Fundada em 1974 por Mario Neto e Sergio Vilarim, a banda veio a gravar de forma independente o álbum “Depois do Fim”, em 1979, porém só lançado em 1983, quando, após ter suas músicas entre as mais tocadas pela Fluminense FM, foi aclamado por público e crítica como uma verdadeira obra-prima do rock progressivo. O álbum vendeu milhares de cópias em países como Alemanha, Itália, Rússia e, principalmente, Japão. Em 1999, foi lançado o álbum Sete Cidades, que também teve sua tiragem esgotada rapidamente. Em 2009, após vários anos desaparecido das prateleiras e tendo se tornado item de colecionador disputado por amantes do gênero no Brasil e no exterior, “Depois do Fim” foi relançado pela Som Livre, em versão remasterizada diretamente da fita master original. No Teatro Municipal de Niterói, a banda será formada por Mario Neto (guitarra e violão), Marcus Moura (flauta e acordeon), William Murray (contrabaixo), Robério Molinari (piano e teclados) e Alex Curi (bateria), com a participação especial da cantora Jane Duboc

 

01/10 (terça-feira) – JORGE PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

Mais informações sobre toda a programação no site http://beprogrock.com/eventos/

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PROGRAMAÇÃO – CaRIOca ProgFestival 2019

 

31/08 (sábado) – KAIZEN (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Áquila”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 19h

Ingressos: R$ 100,00 (inteira) / R$50,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

 

05/09 (quinta-feira) – TEMPUS FUGIT (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum remasterizado The Down after the Storm” – faixas adicionais

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/09 (quinta-feira) – SEQUAZ (Niterói – RJ)

“Retorno ao Vivo”

Local: Centro da Música Carioca

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

19/09 (quinta-feira) – PROGNOISE (Rondônia)

“Lançamento do álbum Solar”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

26/09 (quinta-feira) – ULTRANOVA (Pará)

“Samsara”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

01/10 (terça-feira) – PESCARA-KNIGHT PROG (Rio de Janeiro)

“Cavaleiro sem Armadura”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia entrada legal)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

10/10 (quinta-feira) – DIALETO (São Paulo)

“De Blavatsky a Bartók”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

12/10 (sábado) – ARCPELAGO (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 17h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

12/10 (sábado) – CARAVELA ESCARLATE (Rio de Janeiro)

“Show Interseções”

Local: Centro da Música Carioca (CMC)

Horário: 20h

Ingressos: R$40,00 (inteira) / R$20,00 (meia-entrada)

Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca

Rio de Janeiro – RJ (21) 3238-3831

 

*Para quem assistir aos dois shows, os ingressos passam a ser R$ 60,00/ R$ 30,00  (meia-entrada).

 

18/10 (sexta-feira) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

19/10 (sábado) – APOCALYPSE (Rio Grande do Sul)

“The 35th Anniversary Concert”

Local: Centro Cultural Solar de Botafogo

Horário: 21h

Ingressos: R$ 80,00 (inteira) / R$ 40,00 (meia entrada legal)

Rua General Polidoro, 80 – Botafogo

Rio de Janeiro – RJ (21) 2543-5411

 

22/10 (terça-feira) – FLEESH (Rio de Janeiro)

“Lançamento do álbum Across the Sea”

Local: Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)

Horário: 19 horas

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia entrada legal)

Av. Rio Branco, 241 – Centro

Tel. (21) 3261-2550

 

25/10 (sexta-feira) – BACAMARTE (Rio de Janeiro)

“45 Anos”

Local: Teatro Municipal de Niterói

Horário: 20h

Ingressos: R$ 160,00 (inteira) / R$ 80,00 (meia-entrada legal)

Av. XV de Novembro, 35 – Centro

Niterói – RJ

Tel. (21) 2620-1624

VIVA CAYMMI NO TEATRO RIVAL PETROBRAS DANILO CAYMMI HOMENAGEIA O PAI  

Os 105 anos do mestre Dorival Caymmi serão festejados num espetáculo dramático-musical

A atração do dia 20 de setembro no Teatro Rival Petrobras é o cantor e compositor Danilo Caymmi que homenageia o pai no show “Viva Caymmi”, marcando os 105 anos do mestre baiano. Num formato dramático-musical, o espetáculo costura as belas e inesquecíveis canções de Dorival Caymmi, com histórias da sua vida e carreira. Mais que do que apresentar as músicas, é apresentar a personalidade única desse brasileiro, ícone da cultura do país: “um gênio da raça”, como dizia Tom Jobim.

O espetáculo transcende as barreiras de um show e usa as ferramentas do teatro em sua narrativa, levando o público para um passeio num cenário único, com muitas informações sobre o Brasil, a Bahia e música. Muita música.

105 ANOS DE DORIVAL CAYMMI

Este ano completam 105 anos do nascimento de Dorival Caymmi, um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros. Para homenageá-lo, seu filho Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, apresenta o espetáculo dramático-musical “Viva Caymmi”, uma celebração à vida e à música do cantor e compositor baiano.

As pessoas conhecem as músicas de Caymmi, pois são muitos e muitos sucessos, influenciando e sendo referência para várias gerações de artistas. Mas conhecem pouco suas histórias, como as coisas aconteceram – como foi começar em Salvador, como foi chegar ao Rio de Janeiro, as amizades e parcerias que criou durante sua vida. Quem foi o marido, o pai, o amigo, o músico, o artista multifacetado, sua forma única de olhar a vida e as pessoas, sua permanente fonte de inspiração.

O espetáculo tem sua base estruturada no storytelling, palavra em inglês que está relacionada com uma narrativa e significa a capacidade de contar uma história, especialidade do ator Nilson Raman, que, nos últimos vinte anos, foi idealizador e mestre de cerimônias dos espetáculos da atriz Bibi Ferreira, já tendo contado as histórias de Piaf, Amália, Gardel e Sinatra, ao lado da grande diva.

A pesquisa de texto e a direção musical são do músico Flávio Mendes, parceiro de muitos anos tanto de Danilo como de Nilson. Com Danilo, são mais de 11 anos como arranjador e músico; e com Nilson Raman, foi o maestro e diretor musical nos últimos 14 anos dos espetáculos de Bibi Ferreira.

O espetáculo teve sua pré-estreia no dia 21 de julho, dentro da programação do Conservatório Pernambucano de Música, no tradicional Festival de Inverno de Garanhuns, em sua 28ª edição. Desde então, está em turnê nacional até o mês de setembro de 2019, quando terá sido apresentado em todas as capitais brasileiras.

DANILO CAYMMI

Considerado o herdeiro direto do talento do pai, Danilo Caymmi está num ótimo momento de carreira. Começou a estudar flauta aos 15 anos e logo se firmou como músico e depois como compositor, mas foi por incentivo de Tom Jobim que começou a cantar. Hoje se destaca como um dos grandes intérpretes do país.

Como músico, trabalhou muito com o pai, Dorival Caymmi, e com vários nomes da música brasileira, até entrar para a banda de Tom Jobim, a Banda Nova, em 1984, que mudaria sua vida.

Nesse período com o Tom, além de flautista, foi um aprendiz do grande maestro, estando sempre ao seu lado, acompanhando-o nos shows mundo afora – em países como Finlândia, Suécia, Estados Unidos, Portugal, Rússia, Alemanha e Argentina – e marcando presença em inúmeras gravações e vários arranjos, tornando-se o band leader e o sideman de Tom. Começou cantando as músicas “A felicidade” e “Samba do avião”, recebendo críticas no mundo inteiro, o que estimulou ainda mais o seu trabalho solo.

Como compositor, tem muitos sucessos em parceria com o pai, solo e com outros parceiros. Entre suas canções, destacamos “Andança” e “Casaco marrom”, que acabam de completar 50 anos de sucesso. Para a televisão, compôs para novelas e minisséries como “O que é o amor”, tema de Vera Fischer em “Riacho Doce”.

Em 2014, ao lado dos irmãos Nana e Dori, recebeu o Grammy Latino pelo CD “Para Caymmi, de Nana, Dori e Danilo”.

Atualmente, esté em turnê cartaz com dois espetáculos comemorativos: “Viva Caymmi”, em homenagem à vida e à obra do pai, Dorival Caymmi; e outro baseado na obra de Tom Jobim, referente a seu mais recente CD: “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, considerado pela crítica um dos melhores resultados artísticos nas comemorações de 90 anos de Tom.

NILSON RAMAN

Nilson Raman é um misto de ator e mestre de cerimônias. Agente, produtor e, especialmente, tour manager. Um homem dos palcos e dos bastidores. Com mais de 37 anos de carreira, são muitas as produções de teatro, música e balé de que esteve à frente. Participou de espetáculos com Paulo Autran, Marilia Pêra, Ana Botafogo e Nathalia Timberg. Na música, participou de projetos com a cantora Maria Bethânia, foi empresário da cantora Simone por três anos e é o responsável pela carreira internacional do cantor Paulinho da Viola. Foi sócio da produtora Montenegro e Raman, que atuou por mais de 26 anos no mercado, sempre entre os maiores escritórios de produção e agenciamento do país. Foi empresário da atriz Bibi Ferreira por mais de 28 anos, sendo o responsável pela criação e produção dos espetáculos da atriz nesse período, muitos em parceria com o maestro Flávio Mendes, assim como pelo agenciamento da carreira da grande diva.

Nesses anos, fez várias turnês nacionais e apresentações internacionais, como em Paris, Buenos Aires, Nova York e Lisboa.
Empresário do cantor Danilo Caymmi e parceiro nas produções da soprano Carmen Monarcha, Raman desenvolve um projeto de intercâmbio entre Brasil e Portugal, além de projetos dedicados à exportação da música brasileira e seu fortalecimento no mercado internacional. Com um networking forte e sempre atualizado, está sempre presente nos mais importantes encontros internacionais de produtores e feiras de negócios da música.

FLÁVIO MENDES

Estudou na Escola de Música de Brasília, onde iniciou sua carreira como instrumentista. Já no Rio de Janeiro, especializou-se em Arranjo e Harmonia no CIGAM (Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical).

Foi diretor musical de Bibi Ferreira desde 2004 até a morte da diva em 2019, sendo o responsável por arranjos e regências de espetáculos como “Bibi in Concert 3 – Pop” (2004), “De Pixinguinha a Noel passando por Gardel” (2010), “Bibi – Histórias e Canções” (2012), “Bibi canta Piaf – 30 anos” (2013), “Bibi canta o repertório de Sinatra” (2014), “4X BIBI” (2016) e “Por toda a minha vida” (2017). Como diretor musical e arranjador, assinou também espetáculos como “Andança 50 anos”, com Danilo Caymmi (2018), “Caymmi / Amado”, com Danilo Caymmi e Alice Caymmi (2012), ”Alvear”, com Danilo Caymmi (2011), “A primavera se despede”, com Zezé Motta (2010), “Divina saudade”, com Zezé Motta (2000), “A Era de Ouro do Rádio”, com Tânia Alves (2009).

Como produtor musical e arranjador de CDs, assinou trabalhos como “Danilo Caymmi canta Tom Jobim”, de Danilo Caymmi (Universal Music), 2017; “Alice Caymmi”, de Alice Caymmi (Kuarup), 2012; “Natal em família”, de Bibi Ferreira (Biscoito Fino), 2014; “Alvear”, de Danilo Caymmi (Biscoito Fino), 2011; “Com essa cor”, de Monique Kessous (Som Livre), 2010; “Vozes”, de Cauby Peixoto e Selma Reis (Albatroz), 2005; “Lucho Gatica Entre Amigos”, de Lucho Gatica (Seleções), 2000; e “Bossas e Boleros”, de Tânia Alves (Albatroz), 2006.

 

Ficha Técnica

Idealização e direção artística: Nilson Raman

Texto: Nilson Raman e Flávio Mendes
Direção musical, arranjos e violão: Flávio Mendes
Roteiro: Danilo Caymmi, Flávio Mendes e Nilson Raman

Solista: Danilo Caymmi

Mestre de cerimônias: Nilson Raman

Realização: Raman Entretenimentos e Flecha de Prata

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 20 de setembro (sexta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$80,00 (inteira) R$60,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$40,00 (lista amiga) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

No mês de Conscientização e Prevenção ao suicídio, cantor lança música sobre depressão em libras

No mês de Conscientização e Prevenção ao suicídio, cantor lança música sobre depressão em libras

Muito tem se falado sobre o “Setembro Amarelo”, uma campanha do Centro de Valorização da Vida, do Conselho Federal de Medicina e da Associação Brasileira de Psiquiatria, iniciada em 2015, que visa a conscientização sobre a prevenção do suicídio. Além disso, esse mês é conhecido por ser o de visibilidade da cultura dos surdos. São duas campanhas importantes e que fazem parte da história do cantor Nattan.

Nattan_Setembro_Amarelo

Nascido em Bebedouro, interior de São Paulo, o artista de 30 anos aproveitou o mês para lançar um clipe inteiro em libras para chamar a atenção sobre a prevenção do suicídio e dar visibilidade à cultura dos surdos. São dois temas de extrema importância para ele, que aproveitou a música e o clipe do single “O Mergulho”, gravado junto a cantora Milla, conhecida no mercado pela sua participação no The Voice Brasil, para falar sobre a pressão da sociedade para se encaixar nos padrões e como é possível se perder ao tentar ser o que não é, levando à depressão e até ao suicídio.

– Eu gravei o clipe “O mergulho” justamente para dizer tudo isto através da arte, que tem um poder de cura imenso. Foi muito emocionante gravar porque eu sabia bem do que eu estava falando, era a minha história ali, e eu tinha o desejo de que as pessoas assistissem e se identificassem, sabendo que aquele cara que está ali na tela é um sobrevivente, passou por muitos furacões, terremotos e hoje está ali, intacto, presente, lutando pela vida, dizendo que ela é linda e que TODOS NÓS podemos e merecemos nos sentir assim – ressalta Nattan.

Ele, que é ativista social e já passou meses da sua vida morando em comunidades do Rio de Janeiro e no Espírito Santo, revela que sabe bem o que as pessoas com depressão passam, pois sofreu com a doença durante muito tempo.

– A depressão dominou minha vida por mais de 15 anos, com picos elevadíssimos desencadeando crises de pânico horríveis até chegar ao ponto de tentar o suicídio. E eu tentei. Muita gente acha que é frescura, mas poucas pessoas se colocam no lugar do outro quando não passam pela mesma situação. Você que está lendo essa matéria sabe como é viver com tudo dentro pedindo para morrer? Viver um personagem para a sociedade e ter o seu EU dentro de um lugar extremamente escuro, solitário, sem esperança, com pouco ar, sem vida nenhuma? Precisamos falar deste assunto e essa é uma das formas que tenho para ajudar as pessoas – diz.

Como o clipe, a música tem como foco jogar luz sobre a história de Nattan, que é a história de muitas pessoas que sofrem com a doença. “’O Mergulho’ nasceu por causa da minha história de vida. Um dos maiores presentes que a vida nos dá é a oportunidade de darmos um novo significado a qualquer catástrofe que acontece dentro de nós. Eu precisava contar para as pessoas que estão passando por situações semelhantes (são muitas), que não existe buraco sem saída. Todo buraco em que entramos tem a mesma via de acesso e de saída, mas eu sei como é difícil termos esta consciência quando estamos imersos em nós mesmos…”

Além disso, o cantor viu a oportunidade no clipe de trazer à tona uma outra questão importante: a visibilidade da cultura dos surdos.

– Quando era adolescente, eu participava de um grupo que traduzia cultos em libras, músicas, etc. Eu peguei um carinho imenso pela comunidade dos surdos e amava traduzir para eles, ter contato com uma realidade um “tanto” diferente da minha (apesar de estarmos todos no mesmo plano) expandiu a minha mente e sou muito grato a todos os surdos que passaram e passam em minha vida. Eu comecei a perceber que existem pouquíssimos trabalhos direcionados para esta comunidade. A inclusão é um abraço de amor, de respeito, humano, e eu quis fazer essa música em libras na tela principal porque gostaria que eles soubessem o quanto são importantes e preciosos para mim, para nós, e eu precisava falar desse assunto na linguagem deles também. Além disso, setembro amarelo também é setembro azul, que é o mês de visibilidade – completa Nattan.

O single “O Mergulho” estará em todas as plataformas digitais até o fim de setembro e o clipe pode ser conferido no link: https://youtu.be/zbTL9-WQAFk

TUNAI & WAGNER TISO fazem show em homenagem a Elis Regina

“Saudade da Elis (As aparências enganam)” abre a série de shows do Projeto Diário Musical, cuja ideia é resgatar a MPB em toda sua essência e relevância para o cenário artístico e cultural do país. Nomes que fizeram história em nossa música e que muitos brasileiros da nova geração não puderam ver em grandes shows e festivais ou mesmo ouvir no dial de nossas rádios. O projeto do maestro, arranjador e compositor Wagner Tiso e do cantor e compositor Tunai dá a largada no dia 3 de setembro, (terça-feira), às 19h30, no Teatro Rival Petrobras.

No show em que Tiso e Tunai prestam homenagem a Elis Regina (1945-1982), ícone da música popular brasileira, eles vão apresentar canções imortalizadas na voz da Pimentinha. Além de canções da carreira de Elis, o show também tem “Coração de estudante”, de Tiso com Milton, e o maior sucesso de Tunai, “Frisson”. Tunai, aliás, já declarou em entrevista que tem uma dívida com Elis, pois ela abriu uma porta na música para ele. Depois que Elis gravou suas músicas, outras cantoras também o gravaram, como Gal Costa, Simone e Nana Caymmi.

Wagner Tiso e Tunai – Foto Jose Luiz Pederneiras1

O repertório do espetáculo resgata memórias de diferentes épocas. “As pessoas se emocionam muito com o show”, revela Tiso. Os dois mineiros oferecem um passeio pelo que há de melhor na MPB. “Antes de cada música, o Tunai fala o que aquela canção representou”, adianta Wagner, que ainda ressalta o quanto o cancioneiro brasileiro é rico.

O projeto surgiu em 2012, após Tiso participar do disco “Eternamente”, em que Tunai regravou seus sucessos. Juntos, decidiram realizar essa homenagem a Elis, tendo como base apenas piano, violão e voz. O nome do show é uma alusão à turnê que a cantora estreou em 20 de março de 1980, o ‘Saudade do Brasil’, desenvolvido com seu marido da época, o maestro César Camargo Mariano. Por meio das canções de diversos compositores que já havia gravado, Elis e alguns atores encenavam as músicas, contavam histórias do país e estimulava reflexões no público a partir das letras das canções. O show foi considerado um dos mais importantes da carreira de Elis e inaugurou uma nova forma de fazer show no Brasil.

Como forma de gratidão, Wagner Tiso e Tunai se juntam no show “Saudade da Elis”. Tiso foi apresentado a Elis Regina em 1964, na companhia de Milton Nascimento. Tunai foi apresentado dez anos depois, pelo irmão João Bosco, de quem ela já havia gravado “Bala com bala”, “Agnus sei” e outras canções. Ambos eram desconhecidos e, mesmo assim, a cantora apadrinhou os novos compositores durante toda sua trajetória.

Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 03 de setembro (terça-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$60,00 (inteira), R$ 40,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes) R$30,00 (lista amigal) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

JORNAL ALAGOAS