Chris Brown posta vídeo dos seus bailarinos dançando funk do Mc Maiquinho

O grande cantor de rapper, ator e compositor norte-americano Chris Brown, postou no seu perfil do instagram, na madrugada desta quarta-feira, seus bailarinos dançando ao som da música, “Prende na Rave”,  do brasileiro  Mc Maiquinho. Foi o suficiente! O vídeo foi assistido por mais de 5 milhões de pessoas. Entre elas, seguidores famosos que curtiram e deixaram comentários sobre o funk made in Brazil.

Chris-Brown

O Mc Maiquinho nasceu em São Fidelis, interior do Rio de Janeiro, mas cresceu na região metropolitana fluminense. Ele começou a cantar funk com apenas 14 anos, inspirado nos grupos Bonde do Vinho e Bonde do Tigrão. A partir daí, o funqueiro criou o seu próprio bonde, para curtir e dançar pelas festinhas da sua comunidade.

Aos 16 anos, ele estourou seu primeiro sucesso, “Nois não ama, nois engana” e logo depois, “Eu vou ficar, eu vou trair”, “Psico Louco”, “Coisa Linda” entre outras canções que embaralaram a noitada da garotada.

A música que Chris Brown postou na sua rede social, “Prende na Rave”, foi composta pelo MC Maiquinho e lançada em 2009, no Brasil.

O rapper, americano é considerado um dos maiores artistas da música da atualidade, sempre polêmico e irreverente, mas fazendo história. O Instagran do Chris Brown, tem mais de 41 milhões de seguidores em todo mundo.

Atualmente o MC está com uma nova música de trabalho, “Coração você mudou a minha vida”, lançada pelo maior selo de funk do Brasil e um dos maiores canais do Youtube de música do mundo, a Kondzilla Records.  Em 2015, ele completou 10 anos de carreira com a certeza que jamais irá deixar de fazer o que mais ama: cantar funk. Maiquinho não cansa de expressar o seu amor e gratidão pela música.

“O Funk alimenta minha alma, minha felicidade é minha vida”. Mc Maiquinho

João Bosco apresenta novo CD e comemora Grammy Latino no Teatro Rival Petrobras

O show especialmente preparado para o público do Teatro Rival Petrobras será sábado, dia 20 de janeiro, às 19h30

Lugar de fazer festa é em casa. Por isso, o cantor e compositor João Bosco vai comemorar o Grammy Latino, recebido pelo conjunto da obra, no Teatro Rival Petrobras, no próximo dia 20, às 19h30. Acompanhado por Ricardo Silveira (na guitarra), Kiko Freitas (na bateria) e Guto Wirtti (no baixo), Bosco vai misturar antigos sucessos com canções do novo trabalho “Mano Que Zuera”, que foi lançado em setembro do ano passado.

O CD tem 11 faixas, sendo cinco delas parcerias com o filho Francisco Bosco. Uma das músicas vem puxando o álbum: “Onde estiver”, uma linda canção que fala justamente da relação entre pais e filhos. Aliás, João convidou a filha, a cantora Julia Bosco, para participar do CD. Eles gravaram juntos “Ultra leve”, parceria inédita do compositor com Arnaldo Antunes.

“Mano Que Zuera” tem também duas canções de João Bosco com Aldir Blanc, companheiro em tantos sucessos. Uma é o samba inédito “Duro na queda”, que, para João, tem “gostinho de alguma coisa que a gente não tinha experimentado antes”. A outra é a regravação de “João do Pulo”, que havia sido gravada à capela em 1986 e agora ganhou violão e percussão, ficando “mais perto de seu DNA de samba-enredo”, como explica o próprio João.

O recém-lançado CD tem também outras regravações. Uma é “Sinhá”, de Bosco com Chico Buarque, gravada pelo parceiro em 2011, que desta vez foi registrada apenas com violões e bandolim. Outras são as clássicas “Coisas nº 2”, do saudoso mestre Moacir Santos, e “Clube da esquina 2” – de Milton Nascimento, Lô Borges e Márcio Borges –, transformada numa suíte inesperada que conversa com o universo indígena.

João Bosco faz mistério de quais canções deste novo trabalho farão parte do repertório do espetáculo do dia 20, mas com certeza não faltarão aqueles sucessos que os fãs sempre cantam juntos, como “Papel maché” e “Quando o amor acontece”.

Importante mesmo é que o show comemorativo está sendo preparado especialmente para o público do Teatro Rival Petrobras, onde o artista sempre se sentiu em casa.

Serviço: João Bosco e Quarteto

HANNA se apresenta na Casa Julieta de Serpa, sexta, dia 15 de dezembro, homenageando João Gilberto

 A cantora, compositora e atriz HANNA fará o elogiado show do seu CD “O amor é Bossa Nova – Homenagem a João Gilberto” na sexta, dia 15 de dezembro, às 21h, na Casa Julieta de Serpa, em homenagem a seu ídolo maior, João Gilberto, interpretando seus clássicos. O disco foi indicado em diversas categorias ao Grammy Latino e também ao Premio da Música Brasileira como Melhor Álbum. Com o toque sensual e aveludado de sua voz, que passeia com brilhante interpretação a cada canção, a cantora surpreende repaginando, com seu estilo único, a influencia inconfundível de João Gilberto, agora sob novos olhares.

Fazem parte do repertório os clássicos “Pra quê discutir com a Madame”, “Desafinado”, “Garota de Ipanema”, “Chega de Saudade”, “Você e eu”, “Ela é carioca”, “Meditação”, “Este seu olhar”, “O amor em paz”, “Saudade fez um samba”, “O Pato”, “Menino do Rio”, “Wave”, “Bahia com H”, “Inútil paisagem”, “Você e Eu”, “Fotografia”.

Outros compositores também farão parte do repertório, como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Ronaldo Bôscoli, Carlos Lyra, Aloysio de Oliveira, Neusa Teixeira, Jayme Silva, Denis Brean, Dolores Duran, Newton Mendonça, Caetano Veloso, Dorival Caymmi.

FOTO-ANDRE-TELLES

HANNA será acompanhada por sua banda formada por Dodô Moraes (arranjos, Produção Musical, teclados e acordeon), Marcio Souza (violão), Claudio Souza (contra-baixo), Gabriel Souza (bateria), além de direção geral de Christine Valença.

Com uma carreira internacional digna de elogios e reconhecimentos notáveis – em Marrakesh foi saudada com entusiasmo pelo Rei de Marrocos – e após apresentações ao longo dos últimos 20 anos em clubes de jazz da Itália, Suíça, Grécia, França, além de importantes casas de show do Rio (Teatro Rival, Planetário da Gávea, Forte de Copacabana, dentre outros),  a cantora HANNA está gravando o Volume 2 do Álbum “O amor é Bossa Nova Homenagem a João Gilberto”, com dois clássicos já autorizados pelo homenageado (as músicas “Hoba La La” e “Bim Bom”, “Desde que o samba é samba” do Caetano Veloso, “Eu vim da Bahia”, de autoria do Gilberto. Será um album duplo com 23 clássicos da Bossa Nova.

 Biografia

A cantora, compositora e atriz nasceu em Maceió, Alagoas, e começou muito menina na Radio Difusora de Alagoas, onde foi eleita a “Rainha do Rádio”. Mais tarde, no Rio de Janeiro, iniciou também carreira de modelo e atriz, realizando campanhas publicitárias e filmes.

Em 1981, gravou para a trilha sonora do filme “Xavana a ilha do amor”, de Zigmunt Sulistrowski, no qual também atuou como atriz no papel de uma cantora. Anos depois, em 1984, gravou, pela Som Livre, uma música para a personagem de Christiane Torloni na novela Partido Alto, de Aguinaldo Silva e Glória Perez. Além do LP da novela, a música “Sentimentos” deu nome a outro disco, pela mesma gravadora, com produção de Alexandre Agra, arranjos de Ricardo Cristaldi e direção geral de Guto Graça Mello.

Em 1999, gravou o CD independente “Eu te amo”, lançado em cadeia nacional no programa “Jô Soares onze e meia”, no SBT. Em 2001, lançou o CD “Nós em Nós”, pela Ipanema Records, no qual canta compositores consagrados como Caetano Veloso, Rita Lee, Gonzaguinha, Cazuza e outras de própria autoria.

 

  • Dia 15 de dezembro – HANNA SHOW “O AMOR É BOSSA NOVA” HOMENAGEM A JOÃO GILBERTO
  • Horário: 21h
  • CASA DE ARTE E CULTURA JULIETA DE SERPA
  • PRAIA DO FLAMENGO, 340 FLAMENGO
  • RESERVAS TEL 2551-1278
  • INGRESSOS: INTEIRA R$ 60,00 – MEIA ENTRADA: R$ 30,00
  • FAIXA-ETÁRIA: LIVRE
  • FACEBOOK: www.facebook.com/hanna.cantora

Mulata carioca Ysa Santos vai desfilar pela primeira vez numa escola de samba
Toda menina que nasce e cresce em comunidade no Rio de Janeiro um dia sonhou em ser rainha de bateria em alguma escola de samba. Isso não foi diferente com a estudante Ysa Santos, de 28 anos. Dona de um corpo de dar inveja em muita gente, Ysa vai estrear numa escola de samba em 2018 e já como rainha de bateria da Unidos de Manguinhos.
Nascida na comunidade da Chatuba em Mesquita na Baixada Fluminense, Ysa Santos hoje reside em Nilópolis. Mãe de um filho, Ysa se vira como pode, trabalhando em eventos e é adepta da musculação, que inclusive rendeu à mulata 73 mil segdores no instagram por conta de sua beleza e dedicação aos treinos.
– Sou apaixonada por academia. Na verdade não consigo viver sem treinar e isso vem de muito tempo. SObre os seguidores, minha conta no instagram já é bem antiga e as pessoas gostam quando posto vídeos treinando, me dedicando e eu fico muito feliz com isso – contou a mulata.
No último domingo (10), Ysa foi apresentada como rainha de bateria da Unidos de Manguinhos, escola da Zona Norte de Rio de Janeiro, que desfila na Intendente Magalhães. Ela vai estrear em desfiles, pois apesar do corpo escultural, a mulata nunca havia tido umaoportunidade de desfilar.
– Amo samba, amo carnaval, mas nunca desfilei. O som da bateria arrepia meu corpo e eu estou radiante com o carinho que recebi da direção da escola. Quando sambei ao som do hino que Manguinhos vai para a avenida em 2018, foi como um sonho encantado. Sei que serei muito feliz neste projeto – declarou a Rainha Ysa.
Ysa Santos também já recebeu alguns outros convites para outras escola, porém ainda está analisando com carinho para não aceitar apenas pelo status, sem ter um comprometimento. Além dos projetos no carnaval, impulsionada pelo amor aos cuidados com o corpo, Ysa já vai começar a faculdade de educação física no próximo ano.
Joyce Cândido comemora 10 anos de carreira com show inédito no Theatro Net Rio

Cantora e compositora apresenta músicas dos cinco álbuns lançados na última década e traz convidados especiais que fazem parte da sua trajetória artística, como Badi Assad, Rildo Hora, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus, dentre outros

Joyce candido – cred. Tuna Mayer

No repertório do espetáculo, estão presentes canções dos álbuns “Panapaná”, “O bom e velho samba novo”, ” O que sinto”, ” Imaginidade”, além do single “Fino trato”, que dá nome ao seu mais recente show. Alceu Maia e Rildo Hora, que já dirigiram shows da cantora, fazem participação especial ao lado de Carlinhos de Jesus, com quem Joyce dança em seu DVD. A cantora e violonista Badi Assad, referência musical da vanguarda paulistana, os cantores/compositores Toninho Geraes e Fabiano Salek fazem duetos com Joyce, que também toca piano no show. Convida amigos como Wilsinho Soler, cavaquinista de Londrina quem a levou para cantar pela primeira vez numa roda de samba; Guilherme Sá, cavaquinista carioca, com quem tem várias composições; e Léo Bento, seu parceiro no projeto de música para crianças. Compositores como Leandro Fregonesi, Roberto Pontes, Edu Krieger e Deivid Domênico têm músicas inéditas interpretadas por Joyce neste show.

Trajetória

Joyce Cândido vem ganhando prestígio no cenário das cantoras da nova geração. Lançou seu primeiro álbum, Panapaná, em 2006, em Londrina. Em seguida, muda-se para Nova Iorque, onde reside por três anos, estudando na Broadway Dance Center e cantando no circuito de bares novaiorquinos. Em 2010, ganhou o prêmio Press Award 2010 como Melhor Cantora Brasileira nos EUA, retornando ao Brasil no ano seguinte, lançando, pela Biscoito Fino, “O bom e velho samba novo”, produzido por Alceu Maia. O show de lançamento do CD teve direção de Bibi Ferreira.

Na cidade maravilhosa, sua carreira artística ganhou respaldo de Chico Buarque, quem a indicou para a Biscoito Fino; Beth Carvalho e Milton Nascimento, que prestigiaram seus shows; Toquinho, que a convida para seu show de 50 anos de carreira; Jorge Aragão, que a convida para a gravação de seu Sambabook; Bibi Ferreira, sua diretora e amiga; Marília Pêra, Zezé Motta, João Bosco, Elza Soares, Carlinhos de Jesus, Toninho Geraes, que participam de seus shows, entre outros tantos artistas que Joyce vem conquistando amizade, respeito e admiração.

Em 2013, o álbum “O bom e velho samba novo” ganhou versão DVD ao vivo, lançado pela Warner Music, com participações de João Bosco, Elza Soares, Toninho Geraes e Carlinhos de Jesus. Em 2015, lançou o EP ” O que sinto”, também pela Warner. Em 2017, Joyce estreou o espetáculo “Imaginidade”, lançando CD homônimo, seu quinto álbum, produzido de forma independente ao lado do compositor Léo Bento. Além disso, estreou o show  “Fino trato”,  no Circo Voador.

Joyce tem se apresentado em mundo afora: Midem (Cannes), Womex (Budapeste e Santiago de Compostela); projeto Novas Vozes do Brasil (Espanha); shows pela Alemanha, Itália, Portugal, França, República Tcheca, Hungria, Holanda e Canadá. Em 2017, foi convidada a ir ao Japão, pela primeira vez, onde recebeu o prêmio como Embaixadora da Música Brasileira no Mundo, Focus Brasil – Press Award.

Aos 34 anos, a cantora celebra dez anos de carreira, contando a partir do lançamento de seu primeiro CD. Sua a vida musical, porém, começou cedo, na pequena cidade do interior de São Paulo, Maracaí, onde iniciou seus estudos, tocando piano. Formou-se no Conservatório Carlos Gomes de Marília, (SP) e fez Faculdade de Música em Londrina, PR.

  • Serviço: 
  • Show Joyce Cândido 10 anos de carreira 
    Local: Theatro Net Rio
  • Data : 12 de dezembro de 2017, terça-feira
  • Horário : 21h00
  • Lista amiga : producao@joycecandido.com
    Ingressos: R$80,00 (plateia); R$60,00 (balcão)
  • Clientes NET e lista amiga pagam meia
  • Informações: (21) 2147-8060
  • Endereço:  Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana, Rio de Janeiro
Ana Costa e Carrapicho Rangel sobem ao palco do Teatro Rival Petrobras com novo álbum “Do Começo ao Infinito”

 

Revelação do ‘Prêmio Rival Petrobras De Música Brasileira’ volta à casa para apresentação de seu 5º álbum, dia 8 de dezembro, às 19:30 horas.

O encontro da voz madura de Ana Costa com o bandolim exuberante de Carrapicho Rangel promete surpreender o público do Teatro Rival Petrobras em dezembro. Em seu 5º álbum, “Do Começo ao Infinito”, o ponto de partida são os gêneros tradicionais samba, choro, valsa e jongo formando um mix singular. O espetáculo será uma mostra do novo CD intercalando músicas populares de conhecimento do público, e algumas das nove composições assinadas por Ana nesse trabalho. O show acontece dia 8 de dezembro, às 19:30 horas, no palco do Teatro Rival Petrobras.

O repertório do disco merece seu próprio destaque. São 12 canções, das quais Ana Costa assina a composição de nove, e diversas parcerias com convidados especiais todas arranjadas especialmente para o som do bandolim. “Do Começo ao Infinito” é uma obra para ser ponto central no universo de sambas, sambas canções, valsas e choros. Dentre as músicas inéditas do CD estão os duetos com: João Cavalcanti, Zélia Duncan, Magali, Marcelo Caldi, Vidal Assis e outros nomes que compõem a cena de compositores da atualidade.

Ana Costa

Ana Costa lançou quatro CD’s e um DVD em sua carreira de sucesso, sendo esse, em homenagem ao seu padrinho musical Martinho da Vila. Lançado em novembro de 2015, o DVD “Pelos Caminhos do Som” lhe rendeu sua terceira indicação como melhor cantora de samba. Desta vez, no Prêmio da Música Brasileira, em 2016. Ana iniciou sua carreira solo sendo eleita Revelação no 5º Prêmio Rival Petrobras de Música e considerada “um dos talentos de 2006”, por Antonio Carlos Miguel. Em seguida, foi convidada para ser a cantora da música-tema “Viva Essa Energia” dos jogos Pan-americanos 2007, junto com Arnaldo Antunes.

Como diria o finado Mestre Marçal na sua curiosa forma de expressão “vem provando o mingau pela beirada do prato”, Ana vem conduzindo a carreira consciente do próprio valor e das próprias possibilidades de êxito. Ela já mostrou “seu carnaval” e já mirou “novos alvos”, já afirmou que “o hoje é o seu melhor lugar” e convidou a todos para viajar “pelos caminhos do som”.

Carrapicho Rangel

Cleber Rangel é conhecido no meio musical como “Carrapicho”, apelido que ganhou de seu pai, presidente de uma escola de samba de Araraquara – SP. Além de dedicar-se a divulgação da música instrumental através de seu trabalho solo, e do grupo instrumental Código Ternário do qual faz parte, Rangel também já acompanhou renomados compositores e intérpretes como: Wilson das Neves, Luis Carlos de Vila, Wilson Moreira, Almir Guineto, Monarco da Potela, Tantinho da Mangueira. E talentosos instrumentistas como: Arismar do Espirito Santo, Luizinho 7 cordas, Silvério Pontes Alessandro Penezzi, Joel Nascimento, André Mehmari, Hamilton de Holanda, Nicolas Krassik, Henrique Cazes, Luciana Rabelo e Cristovão Bastos dentre muitos.

  • Serviço: Ana Costa e Carrapicho Rangel “Do Começo ao Infinito”
  • Data: 08 de dezembro, sexta-feira
  • Horário: 19h30
  • Local: Teatro Rival Petrobras
  • Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Cinelândia
  • Ingressos: Plateia A e B – R$ 50,00
  • Lounge – R$ 60,00
  • Classificação etária: 18 anos.
HARMONITANGO lança seu CD de estreia homenageando Astor Piazzolla dia 02 dezembro
HARMONITANGO lança seu CD de estreia homenageando Astor Piazzolla, dia 2 de dezembro, sábado, no Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, com ENTRADA GRATUITA
Trio formado por José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) regravam, em formação inusitada, raridades e obras consagradas do músico portenho, como Adiós Nonino, Libertango, La Muerte del Ángel, Deus Xango Retrato de Milton
 
Uma homenagem a Astor Piazzolla deve ser feita por músicos competentes, virtuosos e, principalmente, versáteis, que possam transitar entre o popular e o erudito tão habilmente quanto o consagrado, e muitas vezes incompreendido, músico portenho. Neste sentido, e em busca por diferentes sonoridades e novas formas de expressão, o Harmonitango chega ao seu primeiro CD, numa formação inusitada, com músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Última produção de Sergio Roberto de Oliveira, morto em julho deste ano de câncer no pâncreas, o CD homônimo faz jus à diversidade cultural que tanto marcou a obra de Pìazzolla, agora com tempero brasileiro. O trio fará concerto de lançamento no próximo dia 02 de dezembro, sábado, às 20h, no Instituto Tom Jobim, no Jardim Botânico, com entrada gratuita.
A partir de suas múltiplas influências, a música de Piazzolla também bebeu na fonte brasileira. No início de carreira, em sua ânsia de se tornar compositor erudito, o portenho foi ter aulas com a legendária Nadia Boulanger, mestre de alguns dos maiores criadores do século XX como Igor Stravinsky, Leonard Bernstein, Aaron Copland, os brasileiros Claudio Santoro, Camargo Guarnieri e Almeida Prado, além de nomes fundamentais da música popular moderna, como Egberto Gismonti e Quincy Jones. E foi a própria Boulanger quem lhe incentivou a desistir da carreira erudita e mergulhar de vez no tango, ritmo que tanto o fascinava.
Neste CD, estão presentes duas de suas maiores criações: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, nesta gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, Meditango, Undertango, Amelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.
Em Fuga y Misterio, o compositor resgata suas influências eruditas, onde encontramos uma fuga que integra, originalmente, María de Buenos Aires, uma “ópera- tango” denominada pelo compositor como “operita”. Essa mesma forma reaparece em La Muerte del Ángel, com momentos líricos magistrais.
Ainda dentro da série “Ángel”, Milonga del Ángel e Resurrección del Ángel, e Oblivion, escrita em 1982 para o filme Enrico IV, do cineasta Marco Bellocchio. Deus Xango é um dos frutos dos encontros de Piazzolla com o saxofonista Gerry Mulligan: o disco Summit (Reunión Cumbre), de 1974. Já Retrato de Milton é dedicada a Milton Nascimento, que Piazzolla considerava como o grande representante da então nova geração de grandes compositores do Brasil.
 
HARMONITANGO
Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica da harmônica, do violoncelo e do piano, criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante. A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.
Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada, e tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e também dos grandes compositores brasileiros, sempre com arranjos feitos pelos próprios músicos.
Chamado de David Oïstrakh da harmônica pelo crítico francês Oliver Bellamy e comparado aos músicos Andrés Segovia e Mstislav Rostropovich por sua atuação na divulgação e construção da poética de uma harmônica brasileira pelo crítico Luiz Paulo Horta, José Staneck criou um estilo próprio onde variados elementos se fundem numa sonoridade marcante. Desenvolve importante trabalho na área do ensino, e atualmente viabiliza um trabalho social de inclusão cultural levando o ensino de música através da gaita para crianças em diversas localidades do Brasil. Atua com diferentes formações camerísticas, e já foi solista de diversas orquestras sinfônicas brasileiras e internacionais.
Ricardo Santoro é Mestre pela UFRJ e violoncelista da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ. Faz parte do Duo Santoro, do Trio Aquarius e do Trio Mignone, todos com intensa atuação no cenário musical brasileiro. Com o Trio Aquarius, participou de turnês pela Alemanha e Estados Unidos. Com o Duo Santoro, se apresentou no Carnegie Hall de NY e na República Dominicana. Gravou os CDs “Bem Brasileiro” e “Paisagens Cariocas”, com o Duo Santoro; “Trios Brasileiros” e “Peace to the city”, com o Trio Aquarius; e “Francisco Mignone: obras para flauta, violoncelo e piano”, com o Trio Mignone”. É responsável pela primeira audição mundial de alguns dos maiores compositores brasileiros, tais como Edino Krieger, João Guilherme Ripper e Ronaldo Miranda.
Sheila Zagury é pianista, arranjadora e professora da UFRJ. Fez Bacharelado na UFRJ, Licenciatura e Mestrado na UNI-RIO e Doutorado na UNICAMP, com tese a respeito de choro nos anos 1990. Musicista de formação eclética, com passagem na música erudita e no jazz, já atuou com vários artistas e grupos de renome como Eduardo Dussek, Ângela Rorô, Rio Jazz Orchestra, UFRJazz, Daniela Spielmann, Neti Szpilman e Marianna Leporace, e em numerosos espetáculos de teatro e shows em todo o Brasil e no exterior. Desenvolve diversos trabalhos artísticos com músicos, envolvendo choro, samba e jazz, tendo participado de vários shows e gravado CDs dentro desses gêneros, como “Mulheres em Pixinguinha”, “São Bonitas as Canções”, “Brasileirinhas” e “Orquestra Lunar”.
SERVIÇO
 
02/12, sábado – Instituto Tom Jobim
Horário: 20h
Entrada gratuita (retirar senha 1 hora antes)
R. Jardim Botânico, 100 – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2259-3237
Capacidade: 100 lugares
Programa:
Músicas de Astor Piazzolla
Violentango
Libertango
Meditango
La Muerte del Ángel
Milonga del Ángel
Resurrección del Ángel
Fuga y Misterio
Adiós Nonino
Primavera Porteña
CD “Harmonitango”
Gravadora: A CASA Discos
Distribuição nacional: Tratore
Preço médio: R$30,00
RITA BENNEDITTO E JUSSARA SILVEIRA SE APRESENTAM EM SHOW INÉDITO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO

As cantoras farão curta temporada com o repertório do álbum Som e Fúria, gravado na Chapada Diamantina

 O encontro entre as cantoras Rita Benneditto e Jussara Silveira, que resultou no instigante álbum Som e Fúria (2015), toma forma pela primeira vez nos palcos, com três únicas apresentações nos dias 23, 24 e 25 de novembro de 2017, às 19h, na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. Donas de trajetórias musicais, vozes e estilos marcantes e diferentes, as intérpretes vão mostrar ao público carioca uma bem-sucedida fusão de influências, reunindo releituras de composições de alguns dos ícones da música brasileira, como Dorival Caymmi, Paulinho da Viola, Zeca Baleiro, Caetano Veloso e Vinicius de Moraes. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

No espetáculo, que contará com a banda formada por Fred Ferreira (direção musical, guitarra, violões e vocais), Marcos Lobo (percussão e vocais) e Federico Puppi (violoncelo, programações e vocais), Rita e Jussara desfilarão sonoridades nacionais e suas diversas influências, do afro ao cigano, passando pelo árabe, sacro e regional.

A parceria entre as cantoras já se ensaiava há alguns anos. Começou com o bem-sucedido projeto Três meninas do Brasil (2008), que celebrava o encontro das duas com a cantora Teresa Cristina. Sete anos depois, a partir do convite do fotógrafo e empresário cultural Sergio Guerra, idealizador e produtor fonográfico de Som e Fúria, Rita e Jussara voltaram a se encontrar pela experimentação e busca por uma nova sonoridade, autêntica e universal.

Rita Benneditto e Jussara Silveira – Foto Alexandre Moreira

Gravado em apenas 20 dias, na Chapada Diamantina, interior da Bahia, Som e Fúria exigiu total recolhimento e concentração, fatores que influenciaram diretamente no conteúdo final, agraciado com o Troféu Cata-Vento de melhor disco de 2016. Focadas nas gravações, as duas puderam viajar pelos sons, experimentar vocais e arranjos sem interferências. Com produção musical e artística de Alê Siqueira e José Miguel Wisnik e o auxílio luxuoso do multi-instrumentista Mikael Mutti, o trabalho abriu espaço no repertório para preciosidades, como Milagre, do grupo português Madredeus, e Ave Maria e Outra noite, versão de Artur Nestrowisk para a música, Nacht und Traumede Schubert.

 

Para Rita, o convite de Sergio Guerra para realizar o projeto representa um mergulho profundo nas matrizes da música brasileira e universal, através do mais sagrado dos instrumentos, que é a voz. “Estar no ambiente mágico da Chapada Diamantina, sob as bençãos da mãe natureza e seus mistérios, e ao lado de Jussara, Zé Miguel, Alê Siqueira e Mikael Mutti, foi como adentrar um portal sagrado e revelador da grande força matriz que vem da música”, afirma.

Rita Benneditto e Jussara Silveira – Foto Alexandre Moreira

Jussara lembra que o sim para o convite de Sérgio veio imediatamente. “A ideia central era apresentar as nossas vozes juntas, num repertório inusitado onde o canto fosse valorizado. Este foi o lastro para o Som e Fúria. O resultado foi surpreendente até para mim, pois a entrega de cada um e mais ainda o trabalho minucioso de mixagem nas mãos do Alê Siqueira superou toda a expectativa: vozes e todos os sons entrelaçados, soando canção brasileira, como sempre nos propomos a fazer”.

Sobre as artistas:

Rita Benneditto 

Nascida em São Benedito do Rio Preto, cidade do Maranhão, Rita Benneditto estreou no cenário nacional em 1997, com o disco homônimo produzido por Zeca Baleiro e Mario Manga. Foi uma indicada ao Grammy Awards por seu segundo álbum, Pérolas aos Povos, sua popularidade aumentou mesmo com o inovador Tecnomacumba, que lhe rendeu o Prêmio de Melhor Cantora – Categoria Canção Popular no 21º Prêmio da Música Brasileira.

 

Em 2015, após 12 anos em temporada com o projeto Tecnomacumba, Rita lançou seu sexto álbum solo, Encanto, e o CD Som e Fúria, em parceria com a cantora Jussara Silveira.

 

Jussara Silveira

Estreou nos anos 90 como intérprete da Canção Popular Brasileira e desde então jamais abandonou os palcos, compondo roteiros dedicados aos velhos e novos compositores brasileiros e internacionais. Seu interesse por canções portuguesas e angolanas deu lastro aos discos Jussara (2002), Ame ou se Mande (2011) e Flor Bailarina abraça Angola (2012).

 

No caminho da canção firmou parcerias com nomes como Zé Miguel Wisnik, o guitarrista português Antônio Chainho, o violonista Luiz Brasil, entre outros. Em junho de 2017 chega ao mercado digital e também no formato físico o disco Fruta Gogoia – Uma Homenagem a Gal Costa; arranjado e produzido por Dori Caymmi. Atualmente, Jussara é artista da Circus Produções Culturais.

 

Clipes:

Milagre / Alguém cantando – https://www.youtube.com/watch?v=aHeTs6PPayY

Yo Paranã / Saudação a Oxossi: https://www.youtube.com/watch?v=qwsIxvFBJlY

Poema na caverna: https://www.youtube.com/watch?v=k_bF97oh910

EPK: https://www.youtube.com/watch?v=FAK3Edozpgc

 

  • Ficha técnica:
  • Concepção e direção geral: Rita Benneditto e Jussara Silveira
  • Direção musical: Fred Ferreira, Rita Benneditto e Jussara Silveira
  • Direção Artística: Cristina Moura
  • Músicos:
  • Fred Ferreira – violões, guitarra, vocais e direção musical
  • Marcos Lobo – percussão e vocais
  • Federico Puppi – violoncelo, programações e vocais
  • Coordenação geral:  Elza Ribeiro
  • Iluminação (criação e operação): Zeca Hermogenes
  • Produção executiva: Moema Eifler
  • Técnico de PA: Rodrigo Delacroix
  • Roadie: Anderson Pupu
  • Maquiagem: Toni Lima
  • Arte grafica: Thais Gallart
  • Gerência digital: Beto Feitosa
  • Fotos: Alexandre Moreira
  • Apoio: Casa Rysco, Zany Assessoria, Canto Do Pão, Edson Alexandre Stylist, RPM Comunicação
  • Realização: Manaxica Produções
  • Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal
  • Serviço:
  • Show Som e Fúria, com Rita Benedito e Jussara Silveira
  • Data: 23, 24 e 25 de novembro de 2017 (quinta, sexta e sábado)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
DAVI DO PANDEIRO SOLTA A VOZ NA GRAVAÇÃO DO HINO OFICIAL DE LUCAS PARA O CARNAVAL 2018

Unidos de Lucas grava faixa no CD do Grupo C e Davi do Pandeiro diz que Galo de Ouro vai pra cima!

Feliz da vida! Assim podemos definir o sentimento de toda a equipe da Unidos de Lucas com a gravação de sua faixa no CD que reúne as escolas de samba que desfilam pelo Grupo C da Intendente de Magalhães. Reunidos em um estúdio no bairro de Marechal Hermes, Davi do Pandeiro, mestre Celsinho e a diretoria do Galo de Ouro da Leopoldina soltaram a voz para dar mais vida à composição de Sidinho e Cia, vencedora deste ano.

– Estamos muito empolgados com este hino. A intendente vai sacudir com essa homenagem justa ao povo nordestino. Somos esses cabras arretados que o samba descreve, diz Davi do Pandeiro, intérprete experiente que coleciona passagens por grandes agremiações do carnaval como Unidos da Tijuca e Viradouro.

O trabalho na vermelho e ouro não esmorece mesmo com as dificuldades.

– Começamos o nosso planejamento cedo, mas isso não que dizer que a gente não se preocupe com tudo o que vem acontecendo. Confiamos na entidade que nos representa e sabemos que tudo será resolvido pelo bem da maior festa popular do país, diz o presidente Helinho.

Com eventos previstos ainda para este mês como a Festa de Passistas e a Feijoada da Realeza, a escola da Zona da Leopoldina quer fazer renascer em seu bairro de origem, o gosto pelo Carnaval e pelo samba.

– Nossos eventos são para ajudar os segmentos. Toda a arrecadação vai pra eles e temos que agradecer por termos pessoas tão compromissadas e com o mesmo foco que temos. O que mais queremos é ver a comunidade de Lucas lutando conosco para subirmos mais um degrau. Se Deus quiser vamos voltar, em breve, para a Sapucaí, diz o presidente.

Em 2018, a Unidos de Lucas será a 7ª agremiação a desfilar pelo Grupo C da Liesb. O enredo com o qual a escola pisará na avenida, falará sobre a saga do povo nordestino. Criado por André Cezari, “ O Galo Arretado canta o Nordeste, o xodó do Brasil”, está sendo desenvolvido pelo carnavalesco Walter Guilherme.

Confira a letra do samba vencedor:

Compositores:

SIDINHO, SERGIO PINTO, JUCA DO PANDEIRO, CASSIO MELLO, COSMINHO DA TIA E CASSIO FELIPE

 

LÁ VOU EU…

FOLIÃO-MALANDRO-CANGACEIRO

VIAJAR DE PAU DE ARARA

RUMO AO RIO DE JANEIRO

PELOS CAMINHOS DO CORAÇÃO

SOL, POEIRA E CARVÃO

SIGO A ESTRADA, É PRECISO SONHAR

NA ESPERANÇA DA VIDA MELHORAR

E A CHUVA CAIR DE NOVO

PRA ASA BRANCA PODER VOLTAR

 

PUXA O  FOLE GONZAGÃO

PRA ABENÇOAR O NOSSO DESTINO

XAXADO, FORRÓ E BAIÃO

SALVE O POVO NORDESTINO

 

NO BALANÇO DO CAMINHO

TEM SEVERINA, MARIA E JOÃO

AO PADIM PADE CIÇO PEDEM PROTEÇÃO

SAUDADE O MEU REMÉDIO É CANTAR

DE BRAÇOS ABERTOS O RIO ENCONTRAR

NO CENTRO DE TRADIÇÕES

COM A MINHA GENTE VOU ESTAR

NO CARNAVAL ENCERRO ESSA VIAGEM

UNIDOS POR LUCAS SEM DISTINÇÃO

DE VERMELHO E OURO , UMA SÓ NAÇÃO

 

SOU GALO ARRETADO…CANTO O NORDESTE

CARIOCA, SERTANEJO…CABRA DA PESTE

NA INTENDENTE, PURA EMOÇÃO

SONHANDO UM DIA VOLTAR PRO MEU SERTÃO

  

DIA 15 – TEATRO RIVAL PETROBRAS APRESENTA: “TOM DA SAUDADE”, em homenagem ao Maestro Tom Jobim

No feriado do dia 15, rola um som mais light com o show “um Tom de saudade”, em homenagem ao maestro soberano Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, nosso inesquecível Tom Jobim, no feriado do dia 15. A direção musical do show e os arranjos originais ficaram a cargo dos maestros Rafael Barros Castro (piano e voz) e Jaime Alem (violão e voz), que recebem o quinteto de cordas da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo) e a cantora Nair Cândia. A seleção musical é abrangente e significativa, exaltando toda a exuberância e a grandiosidade da obra de um dos mais importantes compositores de todo o mundo. Destaques para “Caminhos cruzados”, “Chega de saudade”, “Anos dourados”, “Sabiá” e “Teresa da Praia”.

 

Um TOM de Saudade

 

Com uma seleção musical abrangente e significativa, o show/homenagem ao maestro soberano, Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (TOM JOBIM), exalta toda a exuberância e grandiosidade da obra de um dos mais importantes compositores de todo o mundo. O show “TOM da saudade” tem direção musical e arranjos originais a cargo dos maestros Rafael Barros Castro (piano e voz), e Jaime Alem (violão e voz). Ele acontecerá dia 15 de novembro, às 19:30 horas, no Teatro Rival Petrobras.

Na apresentação o público receberá o quinteto de cordas da OSRJ – Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro (dois violinos, viola, violoncelo e contrabaixo) tornando ainda mais especial e sensível essa bela homenagem, que conta ainda com a participação especial da cantora Nair Cândia.

No repertório destaque para as seguintes obras: O Boto, Garoto, Olha Maria, Caminhos Cruzados, Chega de Saudade, Anos Dourados, Sabiá, Teresa da Praia, Correnteza, Estrada Branca e Crônica da Casa Assassinada/Chora Coração.

 

Ficha Técnica:

Rafael Barros Castro – arranjos, piano e voz

Jaime Alem – arranjos, violão e voz

Nair Cândia – voz

Quinteto de Cordas da OSRJ:

André Cunha – violino I

Leonardo Fantini – violino II

Bernardo Fantini – viola

João Bustamante – violoncelo

Cláudio Alves – contrabaixo acústico

 

Roadie: Amilcar Cruz (Pimpa)

 

Contato:

Maria Braga (3492-5734/98874-3095)

  • Serviço:
  • Show: “TOM DA SAUDADE”, homenagem ao Maestro Tom Jobim
  • Dia 15 de novembro de 2017, às 19h30.
  • Ingressos:
  • Mesas setores A e B – R$60,00 (inteira) / R$30,00 (meia-entrada)
  • Lounge (100 lugares) – R$50 (inteira) / R$25 (meia-entrada).

 

Serviço:

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro

(21) 2240-9796

Capacidade: 400 pessoas

Censura: 18 anos

 Bilheteria (novo horário!): terça a sexta das 13h às 21h; sábados e feriados das 16h às 22h.

JORNAL ALAGOAS