Lançamento novo CD de Lica Cecato

Com “Quero Querer”, Lica Cecato comemora quatro décadas na música com show exclusivo no teatro Sérgio Porto no Rio de Janeiro.

Gravado com o arranjador e multi-instrumentista Paulo Calasans, a cantora e compositora recebe em três canções a italiana Mariella Nava, Zeca Baleiro e Zélia Duncan.

QUERO QUERER, LICA CECATO

            O marco para a contagem dos 40 anos de carreira comemorados agora no álbum “Quero Querer” é pragmático. O momento, na Itália, em 1978, no qual a música se transformou no ganha-pão daquela jovem paulistana que chegara à terra de seus ancestrais a fim de estudar desenho.

            Quatro décadas depois, uma dezena de CDs lançados, shows pelo mundo afora e encontros nos estúdios e nos palcos com um verdadeiro quem é quem da música contemporânea, Lica celebra esse trajeto de forma direta e orgânica. “Quero querer” reúne parte do que ela criou nos últimos anos  e  ainda a regravação de uma de suas primeiras composições, “Amor adolescente”, samba-canção escrito na adolescência e  desde então sempre pedido pelos instrumentistas com quem tem trabalhado. Tudo registrado no aconchegante estúdio que ela mantém no Rio, ao lado de um companheiro de tantas viagens musicais, o homem-banda Paulo Calasans.

            Em três canções, convidados especiais se juntam para duetos. Zeca Baleiro, que Lica conheceu abrindo um concerto dele na Città della Musica, em Roma, está  na faixa-título e de abertura do disco. Já “Voglio volere” (a versão em italiano de “Quero querer” que volta no fim do CD como bônus) conta com a voz de Mariella Nava, cantora e compositora conhecida no Brasil pelo sucesso “Per amore”. Enquanto Zélia Duncan participa de “Choro sentido”.

            Ainda sobre Calasans, que também assina arranjos, produção musical e gravação (e é o autor da sinuosa e cheia de bossa melodia de “Até você”), o tecladista está, de alguma forma, ligado à história da artista antes mesmo de ambos terem noção disso. Certo dia, jogando conversa dentro, descobriram que seus pais, então crianças e prodígios, tinham tocado juntos no orquestra do coreto dirigido em Jundiaí pelo avô paterno de Lica, Rizzieri Ceccato.

            Se a música sempre esteve presente na vida dessa filha de um saxofonista e neta de um maestro, o retrato completo da artista revela uma  mulher de perfil renascentista,  igualmente atuante e talentosa como designer, escritora, fotógrafa e artista plástica. Não por acaso, como que fechando um ciclo, a capa de “Quero querer” utiliza o desenho-pintura “Danjoo”, de uma recente série de trabalhos nos quais ela usa a técnica japonesa Katagami.

            Mas, essa profunda imersão na cultura do Japão é outra das muitas histórias de Lica Cecato. Agora, a hora é das 12 canções de “Quero querer” –  e ainda a faixa-bônus, “Voglio volere”, versão em italiano da que abre e dá título ao disco -, num leque que se abre em samba, choro, balada, funk-jazz, bossa, toada e rumba. Diversidade embalada pelo sotaque musical visceralmente brasileiro dessa cidadã do mundo. Bossa do século XXI.

Outras histórias

            Recém-estabelecida na Itália como cantora e violonista, Lica Cecato viveu a proeza de abrir um concerto do lendário jazzman Sun Ra (EUA, 1914-1993), então liderando sua Arkestra, o revolucionário grupo que fundiu jazz, psicodelismo e world music.  Este foi um dos muitos encontros musicais de Lica nessas quatro décadas, incluindo também participações em eventos e festivais ao lado do grupo de jazz de vanguarda Art Ensemble of Chicago e de pianistas e compositores de jazz como o canadense Paul Bley e o cubano Omar Sosa.

        Nos discos autorais que lançou, os três últimos também editados no Brasil. “Pimenta rosa” (2005), “Copacabana” (2009) e “Gingabytes” (2010) , Lica tem trocado figurinhas com alguns dos principais instrumentistas contemporâneos. Gente como os guitarristas/violonistas Romero Lubambo (com quem dividiu, em 2006, o álbum “Live in Europe), Hélio Delmiro, Heitor TP  e Vernon Reid (este, do grupo Living Colour); os baixistas Richard Bona, John Patitucci,  Celso Pixinga, Marcelo Mariano e Arthur Maia; os bateristas Carlos Bala, Will Calhoum (outro do Living Colour) e Rodney Holmes; os tecladistas Paulo Calasans e José Lourenço; o percussionista Armando Marçal;  e o trompetista Jessé Sadoc.

            Marcando presença também nas artes plásticas e na literatura, Lica tem a paixão pelo Japão como um dos motores desse trânsito constante entre atividades artísticas. Imersão profunda que a levou a estudar o idioma, que, hoje, fala, lê e escreve. Parte dessa experiência é relatada pela própria no livro “Mais outra” (Giostri Editora, 2014). Um delicioso diário de bordo de uma de suas viagens ao país, entremeado com breves perfis de alguns dos muitos amigos-gurus que encontrou através da vida.                                       

Antônio Carlos Miguel (jornalista especializado em música desde meados dos anos 1970, é membro votante do Grammy Latino e do conselho do Prêmio da Música Brasileira)

 Serviço Show:

Voz e violão: Lica Cecato

Direção Musical, Teclados e Arranjo: Paulo Calasans

Participação especial (violão, gaita e vocal): Alexandre Cecato

DIA: 21 de Abril

Horário: 20:30h

Local: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto

Endereço: Rua Humaitá, 162    Humaitá RJ

Telefone: (21) 2266-0896

Classificação: livre

Ingressos somente no dia: não haverá venda online

Realização: Amalia Tarallo, Lica Cecato e Prefeitura do Rio de Janeiro

www.licacecato.com

 Ficha Técnica do CD:

Lica Cecato voz, composição Paulo Calasans arranjo, produção musical, gravação, composição (Até você)

Mariella Nava , Zeca Baleiro e Zélia Duncan participações especiais.

Lica Cecato e Amalia Tarallo produção executiva

Todas as composições e letras de Lica Cecato, com exceção de Até você (música Paulo Calasans e letra Lica Cecato) e Voglio Volere (música Lica Cecato e letra de Lica Cecato, Donatella Castellani, Marino Cancellari)

Renato Bologna mixagem e masterização

François Acquirolli, Roberto Cecato, Tatsuhiko Doi, Reto Güntli, Marcos Hermes, Paulo Jabur, Marco Rodrigues, Ayako Takaishi, Jean Marc Volta, Bob Wolfenson fotografias

Roberto Cecato foto no texto de apresentação

Lica Cecato ilustrações

Gerson Costa design

Antonio Carlos Miguel texto do encarte, release

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS se apresentam na Sala Municipal Baden Powell

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS fazem única apresentação na Sala Municipal Baden Powell No dia 18 de abril

claudette soares e ayrton montarroyos

 Duas grandes vozes de duas gerações diferentes se juntam num show que passeia pelo melhor da música popular brasileira de todos os tempos.

Um encontro inusitado que tem dado muito certo pelos palcos do Brasil com duas figuras muito originais da música brasileira.

 E Então… Claudette Soares e Ayrton Montarroyos

Ela, um ícone da Bossa Nova, completou recentemente 80 anos e continua em forma, em plena atividade, e acaba de lançar o álbum “Canção de Amor”, inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, que conta a história e as histórias do samba-canção.

Ele com apenas 22 anos, lançou no ano passado seu elogiado primeiro disco, depois de ter ficado famoso em todo Brasil sendo finalista da penúltima edição “The Voice”, chamando atenção pelo repertório refinado e pela personalidade de sua voz.

A idéia do encontro nasceu depois de uma apresentação na TV em que os artistas homenagearam Dalva de Oliveira, na ocasião do centenário da artista, em 2017.  O que parecia ser um encontro inusitado, se transformou numa parceria com muitas coisas em comum, principalmente no que diz respeito ao repertório e a paixão que os artistas possuem pelos grandes clássicos da MPB e pelo piano.

Para formatar o show, o produtor e idealizador do projeto, Thiago Marques Luiz convidou o renomado pianista Vitor Araújo, considerado um dos melhores do Brasil, da nova geração. Um acompanhamento perfeito para Claudette, a “cantora dos pianistas”, que lançou tantos músicos consagrados, como César Camargo Mariano e Eumir Deodato, e para Ayrton, que teve Vitor entre os arranjadores de seu primeiro disco.

Números solos e duos dão o tom do roteiro que passeia pelas últimas seis décadas da MPB e inclui alguns dos clássicos que consagraram a carreira de Claudette, como “De tanto amor” (Roberto e Erasmo Carlos) e “Hoje”(Taiguara), além de músicas de autores novos que estão no trabalho de Ayrton.

O repertório ainda traz músicas de Paulinho da Viola (Sinal Fechado), Gilberto Gil (Mancada), Marcos e Paulo Sérgio Valle (Garra), Vinicius de Moraes e Baden Powell (Samba em Prelúdio) e Luiz Gonzaga (Qui nem Jiló).

Quando o produtor cultural Thiago Marques convidou Claudette Soares e Ayrton Montarroyos para uma apresentação conjunta, ambos os cantores se questionaram sobre a proposta. “Tenho mais de 50 anos de carreira e ele 20 de idade. Além do mais, o rapaz tem quase 1,90 m de altura e eu, pouco mais de um 1,50m”, ponderou Claudette. Já o cantor pensou: “Eu sou tenor e ela contralto”.Daí ambos pensaram: “Será que vai dar certo?”.

E não é que deu!? Desde a primeira vez que se apresentaram juntos, a empatia e a sintonia entre uma das musas da Bossa Nova e o finalista do programa The Voice, da TV Globo, foi total.

“Com 5 anos de idade, eu já ouvia Claudette no rádio”, diz Montarroyos. “Adorava ouvi-la, assim como a outros ídolos, como Dalva de Oliveira, Angela Maria e Cauby Peixoto. Neste show, mesclaremos grandes clássicos da música brasileira das décadas de 50, 60 e 70, com canções mais modernas que fazem parte do meu repertório.”

“Nossa apresentação tem três momentos distintos”, conta Claudette. Em dois deles, Ayrton e eu cantamos sozinhos e, em outro, formamos um dueto, no qual os versos das canções mostram a admiração que temos mutuamente, como em “Samba em Prelúdio”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell, e “Você”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli.

CLAUDETTE SOARES é uma dos mais importantes personagens da bossa nova.  Começou sua carreira  no final dos anos 1950, quando foi convidada por Sylvinha Telles para substituí-la como cantora do Plaza (RJ). Na casa noturna, dividiu o palco com Luís Eça, João Donato, Baden Powell e Milton Banana, entre outros músicos.
Gravou dezenas de discos (alguns deles com se parceiro Dick Farney) e teve quase todos eles relançados em CD na Europa e no Japão. No momento trabalho “Canção de Amor”, seu novo CD inspirado no mais recente livro de Ruy Castro, “A Noite do Meu Bem”, que conta a história do samba-canção.

  Ayrton Montarroyos ficou famoso por suas interpretações televisivas de clássicos da música nacional, como “Força Estranha” e “Carinhoso”, no programa “The Voice Brasil”, onde foi vice-campeão. Automaticamente, foi alçado ao posto de ícone do resgate desse belo cancioneiro nacional. Só que esta é uma visão diminuta de sua capacidade.

O repertório do seu disco alterna novos compositores com clássicos da música brasileira, como em “Alto Lá”, de Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Sombrinha, pagode com letra séria transformado em tango com arranjo do incrível Artur Verocai. Ayrton extrai simplicidade e sossego de “Vamos Ficar Sol”, composição de Tibério Azul. Se ele foi alçado ao posto de esperança do resgate de canções dos conhecidos anos dourados, esta deixa de ser uma verdade indissolúvel com “E Então”, composta pela mesma geração de Ayrton, de Tiné. Suas leituras, essas sim têm aquele toque de bom gosto dos anos de ouro da cultura brasileira, apesar de ser uma música composta nos últimos anos.

O lado dramático de Ayrton fica exposto em “Não me Arrependo”, de Caetano Veloso. Talvez o (magistral) piano de Vitor Araújo seja uma das vozes da canção. Trabalho intrincado do produtor Thiago Marques Luiz, conhecido por trabalhar com grandes nomes da música como Cauby Peixoto e Ângela Maria. Engraçado é que até Marques Luiz sai da sua zona de conforto nesse disco. Percebe-se um produtor atento ao tempo e sensível as aparentes (e boas) mudanças de rota que Ayrton toma no meio do seu trilhar.

Serviço:

CLAUDETTE SOARES & AYRTON MONTARROYOS

Data: Dia 18 de Abril/2018

Quarta Feira 19h

Local: Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 360 – Copacabana

Capacidade: 489 lugares

Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (estudantes, jovens até 21 anos e a partir de 60, moradores de Copacabana e usuários do MetroRio).

 Venda de ingressos na bilheteria do teatro ou pela Ticket Mais

Duração: 70 minutos

Classificação: Livre

Gênero: Show Musical

Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música

Jane Duboc lança álbum “DUETOS” com grandes nomes da música no Teatro Rival Petrobras

Projeto,  produzido por Daniel Figueiredo,  conta com as participações de Roupa Nova, Toquinho, Oswaldo Montenegro,

Jay Vaquer, Mafalda Minnozzi, entre outros

Uma das cantoras mais respeitadas da MPB, Jane Duboc, lançou recentemente o álbum “Duetos”, reunindo grandes ídolos e amigos que fizeram parte de sua brilhante carreira para dar um toque a mais de emoção. O show de lançamento será no Teatro Rival Petrobras, dia 12 de abril no Rio de Janeiro.

trabalho conta com as participações de Toquinho, Oswaldo Montenegro, Roberto Menescal, Roupa Nova, Keco Brandão, Bianca Gismonti, Carlos Malta, Celso Fonseca, Claudio Damatta, Egberto Gismonti, Erika Ender, Fabio Jr, Frank Colón, Jay Vaquer, Jefferson Lescowich, José Staneck, Júlio Cesar, Júlio Falavigna, Madalena Salles, Mafalda Minnozzi, Paulo Ricci, Marina Elali e Nelson Faria. A primeira música de trabalho será “Clube da Esquina” com o Roupa Nova – junto com o áudio será lançado um clipe com o making off da gravação.

A partir desta data, a faixa estará disponível nas principais plataformas digitais, e o CD nas lojas de todo Brasil e também no site do Daniel Figueiredo.

O produtor Daniel Figueiredo foi a peça que faltava para iniciar o álbum, e a parceria dos dois, essencial para o projeto criar corpo. “É uma bênção ter essa liberdade toda para trabalhar, principalmente nesse estúdio fascinante e com pessoas incríveis”, diz Jane. Para Daniel, participar desse projeto está sendo uma honra“É maravilho estar ao lado de uma pessoa tão talentosa, humilde e querida além de ser uma das maiores cantoras do mundo. Quando ouvi a Jane tocando piano no meu estúdio eu senti que faltava na carreira dela um disco mais ‘Jane’ possível”, diz o produtor. “Queríamos explorar todo o potencial dela e só adicionar participações super especiais, completa Luiz Helênio, Produtor Executivo do disco.

Natural de Belém, Jane possui grande experiência musical e uma carreira marcante na MPB. Além de inúmeros discos e CDs autorais, ela já realizou shows pelo Brasil e exterior. O novo álbum tem releituras de músicas já consagradas e também promete uma música inédita. “É um CD intimista e cheio de amor, por trazer pessoas que fizeram parte da minha vida e da minha carreira”, comenta Jane. “Duetos” foi lançado com o apoio de financiamento coletivo, em que o público compra o disco com antecedência.

SERVIÇO

Evento: Show de lançamento do álbum “DUETOS”

Quando: 12/04 – quinta-feira, às 19h30
Local: Teatro Rival Petrobras

Endereço: Rua Álvaro Alvim, 33 – Cinelândia

Censura: 16 anos
Lotação: 400
Telefone: (21) 2240-4469

Ingressos: a partir de 
R$50 (inteira)
R$25 (estudante / idoso / professor da rede municipal / Funcionário Petrobras)

Ingressos online: https://goo.gl/b8iSuJ

Canções Sem Letras Alex Meirelles & Chico Costa no Teatro Armando Gonzaga
Fotos Cacau Fernandes

Canções sem Letras é o encontro de Alex Meirelles, compositor, arranjador e tecladista, com Chico Costa, saxofonista e intérprete, em torno das composições instrumentais de Alex Meirelles.

São músicas que evidenciam melodias românticas, vestidas com sofisticadas harmonias e suave ambientação sonora.

A interpretação dos temas por Chico Costa – nos saxofones tenor, alto e soprano – é sensível, respeitando a vasta riqueza melódica – fundamento do trabalho. Alex Meirelles supre a base instrumental com seus teclados, tecendo com belos timbres a harmonia e as linhas de baixo.

O repertório é composto por temas como “Sereia do Leblon”, “Duas Asas Delta”, “English Lavender”, “Oju Obá”, “A Volta”, composições inéditas de Alex Meirelles e conta ainda com “Coisas nº 9” (Moacir Santos) e “Obrigado Toninho” (Paulo Muylaert), que se harmonizam perfeitamente com o mood do trabalho. O concerto é suave, convidando a todos para uma viagem musical tranquila e relaxante. Duração de aproximadamente 60 minutos.

* Sinopse da apresentação em até 200 caracteres

Canções sem Letras é o encontro do tecladista e compositor Alex Meirelles com o saxofonista e intérprete Chico Costa. Melodias românticas vestidas com sofisticadas harmonias sonoras.

Alex Meirelles

Nascido em 16/03/55 no Rio de Janeiro. Estudou música no conservatório Brasileiro de Música, na Uni Rio e UFRJ. Gravou mais de 63 discos ou Cds, fez shows com muitos artistas e é tecladista do Cidade Negra.

Parceiro de 25 anos de Paulo Moura. Foi regente substituto do próprio na Missa dos Kilombos em 1988, mega espetáculo nos Arcos da Lapa. Participou da gravação do Cds Rio Nocturnes e Gafieira e etc e Tal(como compositor), Paulo Moura e Ociladocê interpretam Caymmi(arranjador e tecladista), Fruto Maduro (tecladista), Estação Leopoldina (produtor musical e arranjador),Cd este que foi indicado ao Grammy Latino, Alento(como compositor de 7 das 9 faixas, arranjador e multi instrumentista), este foi o último disco que o maestro gravou. Além dos Cds trabalhou como compositor em inúmeros projetos com o maestro. Trilhas sonoras de cinema: O Rato Rei, de Silvio Autuori, Parahyba Mulher Macho de Tizu ca Yamazaki, O Bom Burguês de Oswaldo Caldeira, Paulo Moura Alma Brasileira documentário de Eduardo Escorel. Para Teatro, ainda com o maestro, fez Dois perdidos Numa Noite Suja de Plínio Marcos montagem de Anselmo Vasconcellos como pianista e compositor.

Participou dos Cds:

– Martinho da Vila – Martinho da Vila , Martinho da Vida, Martinho da Vila do Brasil e o Mundo, DVD- Martinho da Vila , Cidade Negra e Emicida no Rock in Rio

– Zizi Possi – “Sobre Todas as Coisas” também fez shows desse Cd (como pianista).

– Cidade Negra – gravou todos os 13 Cds da banda, participou dos DVds, tocou no Rock in Rio duas vezes com a Banda, Hollywwod Rock, Festival Atlantida em SC, Montreaux na Suíça(por duas vezes) e muitos outros com mais de trinta mil espectadores cada. Inúmeros programas de TV e de rádio.

– Marcos Suzano – gravou Flash, Sambatown, Marcos Suzano e Takashi Numazawa. Fez duo que se apresentou em diversos Festivais, no Rio, Bahia, Espanha, Uruguai, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo.

– Nara Leão- Cd Meu ”Samba Encabulado“

– Vanessa da Mata o Cd ”Segue o Som“

– Violoncelista e cantor Lui Coimbra, Cd ”Ouro e Sol”.

-Guitarrista Marcos Amorim, Cd “O Boto“. – Compositor e cantor japonês Miyazawa o Cd ”Afrosick”.

– Compositor e rapper Jovi Joviniano, Cd “O Outro’

– Flautista e clarinetista Dirceu Leitte Cd “Doce de Leitte”

Outros artistas: João de Aquino(2 cds), Alfredo Karam(3 cds), Digital Dubs, Antonio Santanna, Papa Ricky, Carla Gomes, 2Toiévscky, Banda Negril(2cds), Suburbanda (3cds), Banda Espectro, Cannibal Trê, Teatro do Som(4 cds), Renato Rocha, Claudio Birra, Repôlho(2 cds), Boato, Nada Pessoal.

Cds autorais: Autofocus, Radio Random, Murundu e Mafuah

Chico Costa

Bacharel em Saxofone pela Uni-Rio, na classe do Prof. Marco Túlio (2009/2012), Chico Costa iniciou seus estudos musicais em 1983, com Idriss Boudrioua e Nivaldo Ornelas. Acompanhou artistas e grupos como O Rappa, Eduardo Dussek, Claudette Soares, Daúde, Kátia B., Alex Meirelles, Dôdo Ferreira, Ronaldo Diamante, entre outros. Integrou os grupos Karvan, Africa Obota, Africa Gumbê, Orquestra de Sax e Teatro do Som. Tocou e gravou com Claudia Telles, Roberto Menescal, Elymar Santos, Paulinho da Viola, Garganta Profunda, Jorge Benjor, Fábio Jr., Fafá de Belém, entre outros. Tem dois cds solo gravados, o 2Toiévsky Toca Caetano (Visomdigital) e Melody Sax Vol. 1 (Imagem/Eldorado/SevenMusic). Estudou fla uta transversa com Sergio Barrenechea. Foi produtor musical nas rádios MEC e Grande Tijuca, produzindo e apresentando programas de jazz e música instrumental brasileira. Atualmente é professor de sax e flauta nas escolas MusiMundi, Cigam e Escola Sesc de Ensino Médio – Projeto Uzina (prática de conjunto e Orquestra Popular).

Jesuton part. esp. AfroJazz (Teatro Rival Petrobras)

Jesuton começou a fazer sucesso cantando nas ruas do Rio de Janeiro usando apenas um amplificador. Vídeos de suas performances de canções de Adele, Amy Winehouse, Rolling Stones e outros, viralizaram pela internet. De canção em canção, a britânica de alma carioca conquistou seu espaço no célebre mundo da música. Agora ela volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelãndia, na próxima sexta, dia 06 de abril, às 19h30, apresentando “HOME” (Som Livre), seu terceiro álbum, o primeiro autoral. O show vibrante e pra cima tem a participação especial dos metais do AfroJazz, na banda.

A cantora pisa no palco estrelar do Rival Petrobras após uma apresentação arrebatadora no festival Lollapalooza. O novo disco fala sobre deslocamento, viagem, mudança, movimento e, simultaneamente, sobre busca, reconhecimento e construção do lar. “Home” remete às andanças da artista pelo mundo e à busca por um lugar para chamar de lar. “Aprendi que esse é um conceito altamente fluido”, explica. Carregado de poesia e reflexões sobre seu espírito livre, as músicas são um carinho nos ouvidos.

Em parceria com Mario Caldato, produtor de Jack Johnson e Seu Jorge (Don’t Think So), o álbum revela o universo e a alma viajante da cantora. O título “Home”, que também é o nome de uma das principais faixas do disco, remete à busca da artista por seu lugar no mundo. Filha de mãe jamaicana e pai nigeriano, Jesuton sempre teve dois interesses marcantes: a curiosidade pela cultura latina e a paixão pela música. Depois de viajar por vários países veio ao Brasil por alguns meses, em 2012, onde acabou se estabelecendo.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 06 de abril (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia

Ingressos: Setor A: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia*) | Setor B: R$ 60 (inteira), R$ 40 (200 primeiros pagantes) e R$ 30 (meia*) | Setor B – laterais: R$ 50 (inteira), R$ 25 (meia*)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j

Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários Petrobras

Pato Fu apresenta “Não Pare Pra Pensar “ no Rio de Janeiro Show acontece dia 5 de abril, no Teatro Rival Petrobras

Com 25 anos de estrada, o Pato Fu não cansa de se reinventar. A banda mineira que já se destacou nas principais premiações nacionais, conquistou um Grammy Latino, vendeu discos de ouro e emplacou canções em trilhas de novela, é conhecida por se manter incansavelmente original; John, guitarrista e principal compositor do grupo, define: “Somos a mesma banda. Não somos mais a mesma banda.”

O grupo mineiro formado por Fernanda Takai (voz), John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Glauco Mendes (bateria) e Richard Neves (teclados), já foi considerada pela Revista TIME como uma das dez melhores bandas do mundo fora dos Estados Unidos, e vem colecionando hits autorais – entre eles Canção Pra Você Viver MaisSobre o TempoPerdendo DentesAntes Que Seja TardeSimplicidadeDepois e Made in Japan – além de ganhar notoriedade pela criatividade e originalidade em suas regravações, a exemplo de Ando Meio Desligado (Os Mutantes), ou Eu Sei (Legião Urbana).

Para o show que acontece no próximo dia 5 de abril (Quinta), no Teatro Rival, o Pato Fu apresenta seus maiores sucessos junto de canções do mais recente álbum, Não Pare Pra Pensar, o mais dançante da carreira. Neste trabalho, elementos eletrônicos se juntam a riffs poderosos de guitarras e baterias possantes. “Timbres de eletrônica são muito legais e estão cada vez mais fáceis de usar. Tinha tudo a ver com esse disco, que tem muito rock, guitarras cruas, mas ao mesmo tempo tem esses sons de moogs, arpeggiators. Tentei enfiar na maioria dos arranjos deste álbum, pra dar um temperinho de dance music”, explica John. Fernanda está bem feliz com o clima do mais recente disco. “Acho que ele tem uma mensagem bem positiva. Uma recarga de energia para a gente e para quem o escutar”, diz.

O Pato Fu é com certeza uma das bandas brasileiras mais fiéis às suas origens. O motivo? Com a palavra, John Ulhoa: “Acho incrível que a gente tenha feito sucesso com um projeto tão improvável como prometia ser pelo som do primeiro disco. Tenho certeza de que é um privilégio, mas, ao mesmo tempo, penso que certas escolhas que fizemos ao longo da carreira vão fazendo com que seja possível a gente sempre estar perto daquilo de que gostamos e longe do ‘fazer por conveniência’. Muitas vezes optamos por um caminho menos óbvio no lado comercial, torcendo para que nossos palpites encontrassem eco em outras pessoas. Lá no começo dizíamos que queríamos uma carreira longa e digna. Acho que já posso dizer que conseguimos. Como diria Spock: ‘Live long and prosper’”, conclui.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 5 de abril, (quinta-feira). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: A partir R$50 (inteira) / R$25 (meia, estudante/Idoso/Professor da Rede Pública/Funcionário Petrobras) e R$25 (Promoção para os 200 primeiros pagantes)

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

ZEZÉ MOTTA BRILHA NA NOVELA “O OUTRO LADO DO PARAÍSO” E GRAVA CLIPE MUSICAL NO RJ 
Elenco do clipe

No sábado, dia 24 de março, Zezé Motta gravou o clipe da canção “Missão”, que fala de amor, natureza, musica, samba, e muito mais. O trabalho teve a direção de Wallace Meirelles e a produção da Montenegro e Raman.

Cercada de atores e atrizes, todos vestidos de branco, Zezé Motta, entoou a canção “Missão” em diversos pontos da Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do RJ.

 

Bastidores do clipe

No fim do trabalho, Zezé Motta era um mix de emoção e felicidade. Ela estava tão feliz que segurou o choro. Da mesma forma estava o elenco. “Foi uma honra fazer parte da gravação deste clipe de Zezé Motta. A música “Missão” é linda e cativante. E, é claro, o melhor de tudo foi receber a energia e os ensinamentos desta grande Diva da arte”, disse Graça Paes, Atriz e Jornalista que fez parte do clipe.

 

Wallace_Meirelles_e_Zeze_Motta

 

 

O ano de 2018 começou bem para Zezé Motta. No ar, em “O outro lado do Paraíso”, como a surpreendente Mãe do Quilombo, ela está prestes a lançar uma biografia, assinada por Cacau Higyno e um CD intitulado “O Samba mandou me chamar”, que inclui a canção “Missão”.

O clipe será lançado em abril no Programa do Faustão. E, no dia 30, do mesmo mês, Zezé fará o show de lançamento do CD, no Teatro Net Rio, em Copacabana, na Zona Sul do RJ. A apresentação irá contar com a presença dos atores que fizeram parte do clipe.

 

Lorena Fiori Talento ultrapassa a telinha
Lorena Fiori foi convidada para participar de peça de teatro. No último fim de semana, ela se apresentou no musical “Extravasa”, no teatro Vannucci, na Gávea. A participação no espetáculo foi com a música “Amor de Índio”.
Lorena saiu na fase das batalhas do “The Voice Kids”, mas deixou sua marca no programa, com a voz marcante e apenas dez anos de idade.
A menina impressionou, principalmente, as técnicas Claudia Leitte e Simone e Simária, que viraram as cadeiras na apresentação da música “Flashlight”. Nessa hora a emoção falou mais alto e a pequena chorou enquanto cantava, mas recebeu o apoio das técnicas de perto. Claudinha e as irmãs sertanejas fizeram questão de ir até o palco para dar força para a pequena continuar cantando até o fim.
Lorena Fiori começou na música aos três anos de idade influenciada pela tia-avó, de mais de noventa anos, que tem um estilo de canto lírico.
A voz marcante e jeito de menina dão o tom certo da pequena que vem conquistando cada vez mais fãs.
ELYMAR SANTOS 30 anos da histórica noite do aluguel do Canecão

Elymar Santos é um dos grandes representantes da música brasileira e dono de sucessos como “Quem Eu Quero Não Me Quer”, “Escancarando De Vez”, “Taras e Manias”, “Dez A Dez”, “Pôxa”. Com mais de três décadas de carreira, o cantor sobe ao palco do Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, nos dias 16 e 17 de março, às 20h, para celebrar e relembrar os 30 anos da histórica noite do aluguel do Canecão, a mais famosa casa de espetáculos e entretenimento carioca da época.

Utilizando-se apenas de recursos próprios e sem qualquer patrocínio, o jovem cantor contrariou todas as expectativas e lotou a casa em uma noite memorável. “A minha carreira despontou e passei a ser um artista conhecido nacionalmente a partir do aluguel do Canecão. Ali que fiz sucesso no país inteiro”, disse recentemente em entrevista ao programa Vídeo Show (TV Globo).

Com mais de 30 álbuns lançados, 8 DVDs, seu atual Cd e DVD comemorativo dos seus 30 anos, contou com a participação se Diogo Nogueira, Alcione, Alexandre Pires, Dudu Nobre, Mumuzinho, Zeca Pagodinho, Leny Andrade, Fundo de Quintal, Neguinho da Beija Flor, Roberta Miranda, Padre Omar e Ivete Sangalo.

Elymar não apenas canta, mas resgata na memória momentos marcantes de sua carreira artística. Como a saudade que sente de Chico Anísio, um de seus ídolos. “O Chico, em um momento difícil da minha vida, me fez perceber uma importância que eu não sabia que tinha. É uma saudade grande.”, lembra o cantor.

No show preparado para o Teatro Rival Petrobras, Elymar Santos cantará seus sucessos, rende homenagens cantando as grandes estrelas como seu ídolo Cauby Peixoto, faz um passeio musical por nossa eclética MPB, o que inclui brindar o público com hits como “Bandeira Branca”, “Festa”, “É hoje” e “Canto da Cidade”.

  • Serviço
  • Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 16 e 17 de março (Sexta e Sábado). Horário: 20h. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô/VLT: Estação Cinelândia
  • Ingressos: Setor A: R$90/R$45 (meia*) | Setor B: R$80/R$40 (meia*) Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j
    Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h
  • *Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública
Alfredo Dias Gomes comemora 25 anos como baterista solo em seu nono CD de carreira

Tendo acompanhado, até 1993, shows e gravações de artistas como Ivan Lins e Hermeto Pascoal, dentre muitos outros, músico carioca lança “JAM”, CD totalmente autoral, dedicado ao JAZZ ROCK e masterizado por Alex Gordon no Abbey Road Studios, com lançamento exclusivo para streaming e plataformas digitais

 

foto Alfredo dias Gomes – creditos Thiago Kropf

Com longa carreira a serviço de estrelas da música brasileira, o baterista Alfredo Dias Gomes decidiu, a partir de 1993, se dedicar a sua maior aspiração: trilhar próprios rumos, compondo e gravando suas maiores influências. Foi quando deixou de integrar a banda de Ivan Lins, com quem viajou o mundo inteiro, para passar a reger de forma independente as próprias baquetas. Desde então, após noves trabalhos solos (8 álbuns e 1 single) e uma vídeo-aula (“Exercícios e Ritmos”, de 1998), o músico carioca está comemorando os 25 anos de sua proclamação com o CD “JAM”, gravado em seu próprio estúdio, na Lagoa,  por Thiago Kropf, e masterizado por Alex Gordon no mítico Abbey Road Studios, de Londres. O novo disco reúne toda a sinergia do jazz rock, grande influência do baterista desde a adolescência, e traz dois exímios instrumentistas: o contrabaixista Marco Bombom (da lendária Conexão Japeri, de Ed Motta) e o guitarrista Julio Maya, com quem Alfredo tocou no início de carreira, convidando-o posteriormente para participar dos seus primeiros discos solo, “Serviço Secreto” (1985), “Alfredo Dias Gomes” (1991) e “Atmosfera” (1996). Com lançamento exclusivo em plataformas digitais, o CD já se encontra disponível para download e streaming no iTunes, Spotify, Napster e CD Baby.

O CD “JAM” abre com “The Night”, faixa surgida a partir de criações do baterista no teclado e composta exclusivamente para a formação bateria, baixo, guitarra e teclado. Na sequência, “Dream Aria” exalta o acaso e a espontaneidade: nascida de um groove no teclado à espera da banda chegar, a música teve a bateria definitiva gravada antes mesmo de nascer a melodia e se gravar os outros instrumentos. Em seguida, o baterista sintetiza em “High Speed” suas grandes influências setentistas: Billy Cobham, Mahavishnu Orchestra, The Eleventh House. A faixa “Spanish” foi pensada em destacar o baixo, com a melodia e o solo de “baixolão” do Marco Bombom. Única música “pronta” do disco, “Jazzy” ganhou releitura para esta formação, já tendo sido gravada pelo baterista em 2005 no seu Cd “Groove”. A faixa-título “JAM”, primeira a ser gravada, foi concebida exatamente conforme o nome: uma jam session, composta com arranjos na hora dos takes com Maya e Bombom. A faixa solo “Experience”, também criada a partir de frases no teclado pelo baterista, termina com um solo livre de bateria utilizando afinação diferente, mais aguda do que costuma usar. Após o disco já concluído – inclusive já masterizado! – o baterista incluiu “The End”, sentindo a necessidade de uma música do trio tocando ao mesmo tempo, encerrando uma jornada concebida no improviso e no virtuosismo.

Nascido no Rio de Janeiro, em 1960, Alfredo Dias Gomes estreou profissionalmente na Música instrumental aos 18 anos, tocando na banda de Hermeto Pascoal. Gravou o disco “Cérebro Magnético” e tocou em inúmeros shows, com destaque para o II Festival de Jazz de São Paulo e o Rio Monterrey Festival.  Alfredo tocou e gravou com grandes nomes da música instrumental como Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Torcuato Mariano, Arthur Maia, Nico Assumpção, Guilherme Dias Gomes, Luizão Maia, entre outros.  Na MPB e no Rock, tocou com Ivan Lins, participou do grupo Heróis da Resistência, tocou e gravou com Lulu Santos, Ritchie, Kid Abelha e Sergio Dias, entre outros.

Completam sua discografia Tributo a Don Alias (2017), Pulse (2016), Looking Back (2015), Corona Borealis (2010), Groove (2005), Atmosfera (1996, com participações de Frank Gambale e Dominic Miller); Alfredo Dias Gomes (1991, com a participação especial de Ivan Lins) e o single Serviço Secreto, de 1985.

 

CD JAM – Alfredo Dias Gomes – Links para download ou streaming

 

https://open.spotify.com/album /7h8bvSNrmKr0aU0b65Gnv3

https://us.napster.com/artist/ alfredo-dias-gomes/album/jam

https://itunes.apple.com/br/al bum/jam/1321749461 

https://store.cdbaby.com/cd/al fredodiasgomes9

 

  • FICHA TÉCNICA
  • Alfredo Dias Gomes
  • Bateria e Teclados
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  • Julio Maya
  • Guitarra
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  • Marco Bombom 
  • Baixo e Acoustic Bass Guitar
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  • Gravado e mixado por
  • Thiago Kropf no ADG STUDIO
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  • Masterizado por
  • Alex Gordon no ABBEY ROAD STUDIOS 
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  • Produzido por
  • Alfredo Dias Gomes
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  • Programação Visual
  • Rec Design 
JORNAL ALAGOAS