Verônica Sabino no show “Esse Meu Olhar”

Acústico com a presença de Sergio Chiavazzoli e participação especial de Marcio Gomes

O que Maysa, Milton Nascimento, Bossa Nova e Jovem Guarda têm em comum? Foi pensando nisso que a cantora e compositora Verônica Sabino lançou o DVD “Esse meu olhar” (2016) em  dobradinha MP,B Discos/Som Livre. O trabalho reúne um repertório de standards renovados em sons e sensibilidades, pela lente pessoal e contemporânea de Verônica num passeio musical por Tom, Vinícius, Dolores Duran, Maysa, Carlos Lyra, Menescal e Ronaldo Bôscoli, Marcos e Paulo Sergio Valle, bolero, rock dos anos 60 e pitadas de Jovem Guarda, que poderá ser apreciado no Teatro Rival Petrobras no próximo dia 24 de maio, às 19h30, na Cinelândia.

Para esta apresentação no Teatro Rival Petrobras, Verônica Sabino contará dueto de Sergio Chiavazzoli é exímio bandolinista, violonista e guitarrista, trabalhou com nomes como Oswaldo Montenegro, MPB-4, Quarteto em Cy, Maria Bethania, Milton Nascimento, Belchior e Moraes Moreira. Há também a participação especial do cantor Márcio Gomes, cantor à moda antiga chamado carinhosamente de “Novo Rei da Voz”. Juntos, reviverão no palco um dos maiores sucessos da carreira da cantora.

Tomando os anos 60 como base, a seleção de Verônica faz um recorte no tempo e incorpora o que veio um pouco antes e o que viria logo depois, como no caso das canções que remetem às suas origens mineiras. “Garota de Ipanema” dialoga com “Garota Nacional”, do Skank, totalmente repaginadas numa surpreendente releitura, além de “Nada Será como antes”, clássico do Clube da Esquina, que tem Milton Nascimento em um dueto especial. “O Milton é para mim uma referência e ele aceitou o meu convite na hora, foi incrível. Tenho uma relação muito grande com Minas, na minha infância passava férias em uma fazenda, e achei que precisava desse perfume mineiro no roteiro. Afinal, tive o privilégio de ter um pai mineiríssimo, que mesmo depois de décadas de Rio de Janeiro, nunca perdeu o sotaque. Acho que sou a única carioca que fala ‘uai’”, brinca Verônica.

“Todas as décadas tiveram os seus momentos musicais importantes, mas para mim, a década de 60 foi fundamental. Eu morei em Londres quando criança, assisti “Help” no cinema. Morávamos perto da Abbey Road e me lembro de George Harrison atravessando a rua em frente à minha casa”.

O show, apresentado em formato acústico e intimista, é embalado pelo violão de Sergio Chiavazzolli que também assina a direção musical do DVD. Verônica apresenta também alguns sucessos de carreira, tais como “Todo Sentimento” e “Tudo que se quer”.

“Sou uma cantora vinculada ao meu tempo e à minha geração, com quem componho, gravo, convivo. Mas sinto uma grande identidade com esses artistas fundamentais que trouxeram a inovação, a quebra de valores, a ruptura de padrões estéticos em momentos preciosos. Esse amálgama musical sempre foi o meu esteio: é onde piso para olhar para o futuro”, pontua.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia. Data: 24 de maio (Quinta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Ingressos: Setor A e B – R$ 60,00 (inteira), R$ 50,00 (para os 200 primeiros pagantes), R$ 30,00 (meia). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

O Compositor CARLOS COLLA Canta Sucessos no show AO VIVO na Sala Baden Powell, no dia 16 de maio/2018, as 19h

​O produtor João Luiz Azevedo dá continuidade ao seu projeto SAUDADE NÃO TEM IDADE onde apresenta na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana, shows de grandes artistas do passado e do presente como Agnaldo Timóteo, Ângela Maria, João Roberto Kelly, Claudette Soares, Claudinha Telles, Maria Alcina, Cida Moreira, The Fevers, Eliana Pittman, Berta Loran,

Tributo ao Gonzaguinha e ao Ray Conniff

​. Dia 06/06 será a vez da cantora Joanna apresentar seu show “De Volta ao Passado”, dia 09/06 será a vez do recital “De Bach a Pixinguinha” com o grande pianista Arthur Moreira Lima, dia 10/06 Wanderley Cardoso apresentará o show “Jovem Guarda para Sempre”; o “Rei das Marchinhas” João Roberto Kelly fará show comemorativo aos seus 80 anos de idades, no dia do seu aniversário, dia 24/06, dia de São João, com as participações luxuosíssimas de Eduardo Dussek e Neguinho da Beija Flor.

No dia 12/07, o projeto SAUDADE NÃO TEM IDADE orgulhosamente apresentará o show TRIBUTO AO ABBA e no dia seguinte, 13/07, o TRIBUTO AO RAY CONIFF.

Na próxima semana será a vez do cantor e Compositor CARLOS COLLA ​

​apresentar​

seus sucessos em show intimista, apenas com acompanhamento de seu violão, no dia 16 de maio/2018 – 4af 19h – na Sala Baden Powell ( Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 ), com ingressos a R$ 50,00 / R$ 25,00 ( meia ).

“Senta, se acomoda à vontade, tá em casa, toma um copo. Dá um tempo que a tristeza vai passar”. (Verdade Chinesa)

Esta sensação intimista, de explicar os sentimentos através de palavras acompanhadas de melodias fascinantes relembram as emoções sentidas ao escutar cada música do ‘mestre’ Carlos Colla. É como uma viagem do tempo na história da música.

Assim como as músicas vieram ao mundo, o show – CARLOS COLLA AO VIVO  – será uma exposição ao vivo das canções do poeta que mais fizeram sucesso na voz de Roberto Carlos, Chitãozinho e Chororó, Menudo, Tim Maia, Alcione, Legião Urbana, Emilio Santiago, Daniel, Bruno e Marrone, Zezé de Camargo e Luciano, Sandra de Sá e Leonardo.

Colla chega aos 73 anos ( completa 74 anos em 05 de agosto ) trazendo em sua bagagem toda uma história de vida contada através da música. 

O Show inédito que apresentará na Sala Baden Powell, no dia 16 de maio/2018, é uma emocionante viagem musical, onde o compositor Carlos Colla reúne alguns dos seus sucessos eternizados pelas vozes do melhor da nossa MPB

Carlos Colla apenas com seu violão, presenteia o publico em um show repleto de sucessos. 

No repertório, só sucessos, canções que a platéia ama e canta junto com ele:

  1. Faz de Conta (Minellono e S. Cutugno – vs. Carlos Colla)
  2. Falando Sério (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
  3. Hoje A Noite Não Tem Luar (A. Monroy Fernandez/ C. Villa De La Torre – vs. Carlos Colla)
  4. Sonho Lindo (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
  5. Que Era Eu (Elias Muniz e Carlos Colla)
  6. Teu Caso Sou Eu (Mauricio Duboc e Carlos Colla)
  7. Eu Acho Que Estou Perdendo Você (Gastão Lamounier e Carlos Colla)
  8. Vidro Fumê (Kaliman Chiappini e Carlos Colla)
  9. Bye Bye Tristeza (Marcos Valle e Carlos Colla)
  10. Estou Apaixonado ( Estefano e Donato- vs. Carlos Colla)
  11. Pede a ela (Ed Wilson e Carlos Colla)
  12. Solidão (Chico Roque e Carlos Colla)
  13. Verdade Chinesa (Gilson e Carlos Colla)
  14. Além da Cama (Michael Sullivan e Carlos Colla)
  15. Meu Vício É Você (Chico Roque e Carlos Colla)
  16. 4 Semanas De Amor (Gary Col e Peter Udell – vs. Carlos Colla)
  17. Bijuteria (Chico Roque e Carlos Colla)
  18. Meu Disfarce (Chico Roque e Carlos Colla)
  19. Na Hora Do Adeus (Chico Roque e Carlos Colla)
  20. Fogão de Lenha ( Xororó, Mauricio Duboc e Carlos Colla)
  21. Você Vai Ver (Elias Muniz e Carlos Colla)
  22. Sonho Por Sonho (Chico Roque e Carlos Colla)


Imagens do Show que comemorou os 50 anos de carreira artistica:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1949&v=ZdJJ9npJ3WM

COMPRA ONLINE:
https://ticketmais.com.br/evento/view/26616/carlos-colla-canta-sucessos

CARLOS COLLA no show AO VIVO.

Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana

Tel – 2547-0147 / 98875-4222

Dia 16 de maio /2018 
4af 19h
Livre para Todas as Idades
Preço dos Ingressos: R$ 50,00 / R$ 25,00 ( meia para estudantes, jovens até 21 anos e acima dos 60 anos + moradores de Copacabana + Usuários do MetroRio)

Tempo de duração: 70 min
Gênero: musical

DJ Ilka Oliver foi a primeira a fazer um remix da música Bella Ciao, de “La Casa de Papel”
A DJ Ilka Oliver está bombando após ser a primeira a criar uma track inspirada na música “Bella Ciao”, trilha sonora da série “La Casa de Papel”. Depois dela outros copiaram a ideia, mas sem o mesmo sucesso.
“A música foi hino da resistência italiana contra o fascismo de Benito Mussolini e das tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Essa referência aparece na série, sendo revelada pela personagem Tóquio (Úrsula Corberó), ao falar do mentor do assalto”, explica Ilka Oliver.
“A vida de Professor girava em torno de uma única ideia ‘Resistência’. Seu avô, que tinha ficado ao lado dos ‘partigiani’ (como são chamados os heróis da resistência antifascista na Itália) para derrotar os fascistas na Itália, lhe havia ensinado essa música e depois ele nos ensinou”, diz a personagem Tóquio em uma cena.
Na última quarta-feira, dia 25, quando a Itália celebrava 73 anos de sua libertação do nazifascismo, a música foi entoada em diversas cidades do país. Mas a origem de “Bella Ciao” pode ser ainda mais antiga. Alguns sugerem que a melodia é uma adaptação de uma canção Klezmer, um gênero que emerge da tradição musical de judeus asquenazes, da Europa Oriental. Mais especificamente de “Oi Oi di Koilen”, do acordeonista ucraniano Mishka Ziganoff, que foi gravada em Nova York em 1919.
O sucesso de Ilka Oliver é ainda mais relevante se compararmos com Alok, que fez um remix da música “Fuego!”, tema da série “Narcos”. É importante ressaltar que Alok tem apoio da mídia porque é homem e a indústria de EDM (Electronic Dance Music) é machista.
“Dei continuidade ao sucesso da música ‘Bella Ciao’ e resolvi fazer o remix aproveitando o sucesso da série. É uma track com bastante swing, limpa e tem bastante personalidade por causa do tenor na música. Foi produzida com instrumentos latinos e tive a ajuda do produtor carioca João Phelippe, do projeto JPHilipps”, explicou Ilka Oliver.
#Djilkaliver
Lulu Santos faz show especial no Espaço das Américas

Apresentação, que acontece no sábado, dia 5 de maio, faz parte da estreia da turnê “CANTA LULU”


Crédito: Leo Aversa

Foi dada a largada. O rei do pop Lulu Santos cai na estrada com sua nova turnê, “Canta Lulu”, que chega ao Espaço das Américas no sábado, dia 5 de maio. A turnê mostra o artista em sua melhor forma: entoando grandes sucessos da carreira e hits que marcaram – e marcam até hoje – gerações. Lulu retorna aos palcos com um show enérgico, pensado nos mínimos detalhes, para matar a saudade do público.

“O palco é o lugar onde a gente vive o que imagina, onde de alguma forma a gente faz a mágica de transformar o real em fabuloso. Francamente, estar em cena é melhor que a melhor festa que eu já tenha ido, e nós somos a alegria da festa”, afirma Lulu, que festeja em 2018 nada menos que 45 anos de uma carreira consistente e sempre relevante no cenário musical.

Ao longo dessas quase cinco décadas, o cantor já lançou mais de 20 álbuns, vendeu 7 milhões de discos e obteve 16 singles em primeiro lugar e, ainda, 29 músicas no Top 10 das paradas musicais brasileiras. Muitos dos hits que lançou fizeram parte da trilha sonora de novelas, filmes e comerciais de TV.

Desde 2012, ele é um dos jurados do reality show “The Voice Brasil”, da TV Globo, recebendo sempre um enorme feedback dos fãs e da imprensa e trazendo a geração mais jovem para fazer parte do seu público.

No palco da turnê “Canta Lulu”, com cenografia de Karen Araújo, o cantor desfila hits que estão na boca do povo desde sempre. São clássicos como “Toda Forma de Amor”, “Temos Modernos”, “Apenas Mais Uma de Amor” e “Como uma Onda”, além de canções de seu mais recente projeto, “Baby Baby!”, com releituras de músicas da grande Rita Lee, a exemplo de “Nem Luxo, Nem Lixo” e “Desculpe o Auê”.

Lulu traz em sua banda os músicos Hiroshi Mizutani nos teclados e programações, Sérgio Melo na bateria, Jorge Aílton no baixo e Tavinho Menezes na guitarra.

A turnê “Canta Lulu” sela o novo acordo entre a Universal Music, a nº 1 no mercado da música global, a Live Nation Entertainment, líder mundial de entretenimento ao vivo, e a Avante Música/Los Santos, representando o artista.

A parceria na gestão e operação da nova tour do cantor marca um momento inédito na história das empresas, trazendo para o Brasil um modelo de negócios vencedor no show business internacional.

Os ingressos já estão à venda e podem ser comprados nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência) ou on-line através do site da Eventim (https://goo.gl/bTdi8G). Os ingressos vão de Pista 1º Lote: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Setor A, B C: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia) | Setor D, E, F: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia) | Setor G, H, I: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia).

Serviço – Show Lulu Santos com a turnê “CANTA LULU” | Espaço das Américas

Show: Lulu Santos 
Data: 5 de maio de 2018 (sábado)
Abertura da casa: 20h30
Início do show: 23h
Censura: 16 anos 
Local: Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP)
Capacidade da casa para este evento: 6.274 lugares
Acesso para deficientes: sim
Ingressos: 
 Pista 1º Lote: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia) | Setor A, B C: R$ 280,00 (inteira) e R$ 140,00 (meia) | Setor D, E, F: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia) | Setor G, H, I: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia)
Compras de ingressos:
 Nas bilheterias do Espaço das Américas (de segunda a sábado das 10h às 19h – sem taxa de conveniência ) ou Online pelo site Eventim https://goo.gl/bTdi8G  
Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Credito e Debito, Visa, Visa Electron, MasterCard, Diners Club, Rede Shop. Cheques não são aceitos.
Call center Ticket360: (11) 2027-0777

Objetos proibidos: Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

 

THE FEVERS DIA 2 DE MAIO, NO CENTRO CULTURAL JOÃO NOGUEIRA, O IMPERATOR

PROJETO QUARTAS BRASILEIRAS APRESENTA

A pedidos do público, o  The Fevers, a banda mais popular do Brasil, se apresenta mais uma vez no projeto Quartas Brasileiras, dia 02 de maio, às 16h, no palco do  Imperator.

Sob o comando de Luiz Cláudio (vocal), Liebert Ferreira (contra baixo), Rama (Guitarra), Otavio Monteiro (bateria) e o músico Cláudio Mendes (teclados), o The Fevers celebra cinco décadas de história e muitos sucessos. Com agenda sempre lotada e se apresentando por todo o Brasil, o grupo promete levar o seu fiel público ao delírio, com clássicos como: “Mar de Rosa”, “Vem Me Ajudar” e “Cândida”.

Serviço:

  • Imperator – Centro Cultural João Nogueira
  • Dia 02 de maio  de 2018 (quarta-feira)
  • Rua Dias da Cruz, 170 – Méier
  • Horário às 16h
  • Classificação – livre
  • Preço: R$50 (inteira) e R$25 (Meia entrada – Lei Federal)

THE FEVERS, “CINCO DÉCADAS DE HISTORIA E MUITOS SUCESSOS” LUIZ CLÁUDIO (VOCALISTA), LIEBERT FERREIRA (CONTRA BAIXO),  RAMA (GUITARRA), OTÁVIO MONTEIRO (BATERIA) E O MUSICO CLÁUDIO MENDES NOS TECLADOS.

Influenciados por Elvis, Beatles e Rolling Stones, a Banda The Fevers iniciou suas atividades musicais no Colégio entre amigos em 1.965, na zona norte do Rio de Janeiro. Em função do destaque em suas apresentações ao vivo, foram convidados a acompanhar musicalmente as principais estrelas brasileiras do movimento que se espalhava por todo o mundo, o chamado Rock n’ Roll, do qual no Brasil, os Fevers tiveram grande participação e importância, foram contratados para atuar no principal programa jovem em rede nacional de TV da época, a “Jovem Guarda”, transmitido ao vivo aos domingos pela TV Record de São Paulo, apresentado por Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléa.

O nome da banda surgiu inspirada em um sucesso de Elvis Presley – “Fever”. Destacaram-se gravando grandes versões de sucessos internacionais, acompanhando a evolução do mercado musical, mantendo a pegada de rock n’ roll que os lançou, sempre com ritmo dançante, mas acrescentando um toque de contemporaneidade aos novos trabalhos, seja na  tecnologia instrumental ou na adaptação de suas obras à novas mídias.

O programa Jovem Guarda saiu do ar em 1968, mas o movimento que introduziu a guitarra elétrica e os instrumentos eletrônicos na música brasileira continuou em cena.

Os Fevers foram contratados pela gravadora Emi Odeon, onde emplacaram inúmeros hits nas principais paradas de sucesso do País: “Já Cansei” (1968), “Agora Eu Sei” (1969), “Cândida” (1970), “Vem Me Ajudar”, “Mar de Rosas” (recentemente regravada pela banda baiana Chiclete Com Banana), “Sou Feliz”, “Nathalie” (todas de 1971), “Deus” (1972), “Alguém Em Meu Caminho”, “Hey Girl” (as duas de 1973), “Sou Assim” e “Marcas do Que Se Foi” (1976), “Pra Cima, Pra Baixo” e “Gengis Kan” (1978), “Elas Por Elas” (1982), “Guerra dos Sexos” e “Por Causa de Você” (1986),  regravada pela banda KLB “Um Louco” (1988), “Trem da Alegria” (1985), esta lançou o grupo Trem da Alegria, conquistaram o titulo de “Banda Mais Popular do Brasil”.

 Tiveram grande participação em gravações fonográficas acompanhando em estúdio artistas como : Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderléa, Jorge Benjor, Golden Boys, Eduardo Araújo, Wilson Simonal, Reginaldo Rossi, Raul Seixas, Sergio Reis e tantos outros… até hoje continuam exercendo sua criatividade em estúdio.

Ao longo de quatro décadas de estrada o volume de sucessos da banda só é comparável no Brasil a Roberto Carlos. São mais de 50 lançamentos e um grande número de compilações (entre vinil, fitas cassete, Cds e DVD,, uma vendagem superior a 12 milhões de copias efetivamente vendidas. A extensa discografia da banda, incluindo compilações ao longo de quatro décadas de sucesso atingiu números recordes em vendagem e lançamentos de discos, que contribuíram para muitas premiações: 29 discos de ouro, 5 de Platina, 3 de Platina Duplo, 1 de Diamante, Disco de Platina em Portugal, Prêmio Sharp como “Melhor Grupo”, Prêmio “Destaque Popular”, da Rádio Difusão, em 1999, Prêmio Petrobrás Rio Show 2005, 2006, 2007 e 2008, o reconhecimento internacional em 2009, Prêmio Portuguese Cultural em Mississauga, Canadá, em  2010 The Fevers foi o grande homenageado na Festa Nacional da Musica, o maior Fórum da Musica Popular Brasileira, realizado em Canelas, no Rio Grande do Sul, evento que reúne artistas, músicos, editores, jornalistas, formadores de opinião e executivos que atuam na Musica e na Industria do Entretenimento Musical Brasileira, em 2011 tiveram seu Cd VEM DANÇAR II, indicado como “Melhor Álbum Popular” ao Prêmio da Musica Brasileira, o evento teve lugar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Entre as varias canções incluídas em trilhas sonoras de novelas de sucesso para a TV GLOBO destacam-se os temas de abertura das novelas ELAS POR ELAS e GUERRA DOS SEXOS, bem como, importantes temas de personagens das novelas TI TI TI, DE QUINA PRA LUA, AMOR COM AMOR SE PAGA e atualmente NINGUEM VIVE SEM AMOR e SÓ VOU GOSTAR DE QUEM GOSTA DE MIM, na trilha da novela AMOR & REVOLUÇÃO da Tv Record 2011.

Em 2004, grande parte das obras de seu catalogo da EMI Music, remasterizadas foram lançadas em formato de box (caixas comemorativa), em Cd com o titulo “The Fevers Collection”. A coleção é composta por 21 títulos distribuídos em 10 volumes. O primeiro deles é o 0 (zero), chamado The Fevers e Amigos (1966), seguido pelo volume 1 – A Juventude Manda (1966) e A Juventude Manda 2 (1967), vol. 2 – O Máximo em Festa (1968), vol. 3 – Os Reis dos Bailes (1969) e The Fevers (1970), vol. 4 – The Fevers (1971) e A Explosão Musical dos Fevers (1971), vol. 5 – The Fevers (1972) e The Fevers (1973), vol. 6 – The Fevers (1974) e O Sol Nasce Para Todos (1975), vol. 7 – The Fevers Nadie Vive Sin Amor – Espanhol (1975), vol. 8 – The Fevers (1976) Muitas destas obras gravadas em vinil foram remasterizadas em processo digital por Marcelo Froes e relançadas em CD.

Os Fevers participaram ativamente da comemoração dos 40 Anos da Jovem Guarda. Ao lado de Erasmo Carlos, Wanderléa e Golden Boys, montaram sob direção geral de José Carlos Marinho, o projeto 40 Anos de Rock Brasil – Jovem Guarda, que excursionou pelas principais capitais atuando nos principais espaços de Mega Shows de todo Brasil, com extraordinária repercussão. O espetáculo foi registrado em DVD no Tom Brasil, São Paulo, premiado com Discos de Ouro e Platina. O Jovem Guarda – 40 Anos de Rock Brasil, manteve-se na estrada, com novo titulo, “Festa de Arromba”, tornou-se um dos principais espetáculos dirigido para Eventos Coorporativos.

Em 2006, administrando o tempo entre shows e outros compromissos, gravaram ao vivo seu primeiro DVD numa grande apresentação realizada no Clube Português, em Recife. O repertorio foi composto por grandes sucessos, como : “Mar de Rosa”, “Agora Eu Sei”, “Hey Girl”, “Vem Me Ajudar”, “Nathalie”, “Onde Estão Seus Olhos Negros”, “Se Você Me Quiser”, “Cândida”, “Alguém Em Meu Caminho”, “Guerra dos Sexos”, “Elas Por Elas”, “Garoto Que Amava Beatles e Rolling Stones”, “Menina Linda” “Woolly Bully” e “For Ever”. Momentos especiais do DVD, além da perfeita performance dos Fevers foram as participações especiais de “Renato & Seus Blue Caps” e da Banda “Pholhas”.

Sob Direção Artística de JC Marinho e produção Musical de Liebert Ferreira e Luiz Cláudio. No inicio de 2007 o DVD e Cd, com titulo homônimo, foi lançado pela gravadora Polydisc. Como esperado, a dobradinha novamente alcança novo record de vendagem, contabilizando mais um Cd e DVD de ouro para o grupo. Empolgados com o sucesso do DVD, costuraram  novo show, lançando em agosto no palco do Canecão (Rio de Janeiro), o show “Vem Dançar”, com vendas de ingressos esgotadas. O repertório do espetáculo reproduz o do DVD, justificando muito bem o titulo “Vem Dançar”. O ritmo contagiante faz com que a platéia de um espetáculo a parte durante quase 2 horas do ritmo forte e contagiante da banda.

Um dos momentos mais importantes e emocionantes na carreira dos Fevers foi em  2008, o Concerto “FEVERS INTERNATIONAL TOUR”, no Ontário Place, em Toronto e em Mississauga,  Canadá, onde foram homenageados pela comunidade portuguesa canadense. A turnê internacional teve seqüência em Julho de 2009, The Fevers apresentaram novamente no Canadá, desta vez com maior destaque no Chin Radio Pic Nic, considerado o maior pic nic ao ar livre do mundo, o evento  reuniu uma platéia de mais de 150.000 pessoas no Ontário Place em Toronto, apresentaram-se novamente em Mississauga e em Winnipeg, todos os concertos tiveram lotação esgotada  Este é o resultado do excelente trabalho da Banda The Fevers e a bom relacionamento que a Marinho Produções mantém com a comunidade empresarial internacional. A meta da produção e dos Fevers é manter o Show VEM DANÇAR para os próximos três anos, superando a quantidade e a qualidade dos shows realizados em 2010.

Comemorando o sucesso e a carreira ininterrupta de quatro décadas, os FEVERS lançam um novo disco. E não é apenas “mais um disco” na extensa discografia da banda. É UM NOVO DISCO!  Sim, eles não se acomodaram com o título de “A Banda mais Popular do Brasil” ou “A Melhor Banda de Shows”. O grupo resolveu inovar, registrando um de seus melhores trabalhos fonográficos até hoje.

Um “frescor” de Anos 2.000 com a pegada dos FEVERS. Não é aquele som característico da banda, que só de ouvir já se identificava a fonte. Tem o toque do moderno com a qualidade da experiência de 48 Anos de Estrada.

Trazendo canções inéditas, algumas feitas por renomados amigos como os irmãos Rogério “Percy” Lucas e Robson Lucas (“Vício Sem Cura”), do grupo sulista Nenhum de Nós (“Você Vai Lembrar de Mim”), Alex Cohen e Michael Sullivan (“Vai e Vem”), Cesar Lemos, Karla Aponte e Elsten Torres (“When A Man Cries / Quando Um Homem Chora”,  bem como, composições de integrantes da banda, “Sigo em Frente” (Luiz Cláudio e Francisdeo) e “O Pecado Mora Ao Lado” (Rama), este novo disco dos FEVERS aponta para o novo caminho e sonoridade da banda. Releituras do quilate de “Hey Jude” (John Lennon e Paul McCartney- versão de Rossini Pinto), sucesso de seus shows desde 1969 e “Um Louco” (Ed Wilson), que a banda estourou em 1988, os FEVERS mostram a sua versatilidade em recriar clássicos de sua carreira para os novos ouvintes que estão chegando. Mensagens que a banda passa a seus fãs, de otimismo,  alegria, confiança, com as regravações de “É Preciso Saber Viver” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos), “Boa Sorte” (O. Vera e H.Sotero – versão Paulo Coelho) e “Marcas do Que Se Foi” (Tavíto, Paulo Sergio Vale, Marcio Moura, Ribeiro, José Jorge e Ruy Mauriti). Para fechar o trabalho, o registro que mostra a cara dos FEVERS: a gravação de “Eu Nasci A Dez Mil Anos Atrás” (Raul Seixas e Paulo Coelho), com uma pegada e uma energia que justificam tantas bandas e músicos contemporâneos prestarem homenagens ao grupo.

Para o resultado final com esta qualidade, buscou-se trabalhar com os melhores profissionais e o melhor de tecnologia em equipamentos. Com isso, “Didier Fernan”, dirigiu toda gravação no Estúdio Copacabana e em seu Home Estúdio (RJ), “Cesar Lemos” (ex-integrante FEVERS), foi o responsável pela gravação no Miami Beat Studio (Miami, EUA), o saudoso “Guilherme Reis” mixou no Mega Studio (SP), e o festejado “Luigi Hoffer”, masterizou no DMS – Digital Mastering Solutions (RJ).

E os FEVERS não param. Este novo álbum, foi indicado ao Prêmio da Musica Brasileira, Edição 2011, (Noel Rosa).  Concorreu com THE FEVERS, as Bandas “ROUPA NOVA” e “SUA MÃE”, na categoria, MELHOR ALBUM CANÇÃO POPULAR. A cerimônia do Prêmio, aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em Julho de 2011, para os  Fevers, foi uma grande vitoria ter seu novo álbum, um projeto independente, entre os três melhores do ano no seguimento pop Rock.

Com agenda de shows muito requisitada, os Fevers mantém uma média anual superior a mais de 100 apresentações de Shows ao vivo, atuando de norte a sul do país e no exterior.

Em 2012 a Gravadora Som Livre lançou coletânea de sucessos dos Fevers, titulo SEMPRE, onde se destaca a canção Guerra dos Sexos, titulo da telenovela da Tv. Globo em remake sob direção de Jorge Fernando.

Em 2013 a Banda THE FEVERS é homenageada com o Prêmio RIO SHOW PETROBRAS, como melhor GRUPO MUSICAL POPULAR, em 2014 mais uma honraria, homenageados desta feita pela Companhia Paulista de Teatro Loucos do Tarô, com o Troféu “Inspiração do Amanhã”.

O Show VEM DANÇAR seguiu rodando todo Brasil e Exterior, em 2015 contou com a marca superior a mais de 350 apresentações ao vivo, sinônimo de êxito nacional, a comemoração foi no palco do Teatro Rival do Rio de Janeiro, onde iniciaram as comemorações dos 50 Anos de Grandes Sucessos e longa Estrada… nossa gravadora lançou novo Cd comemorativo de “50 Anos”,.

Já em 2016 The Fevers lançou a Turnê Brasil no Imperator, casa de espetáculos do Rio de Janeiro, uma data não foi o suficiente, pois teve seus ingressos esgotados em duas semanas, o publico pediu e uma segunda sessão que também teve seus ingressos esgotados em menos de uma semana, a Turnê The Fevers 2017 contou com novo Show de sucessos do grupo, com a Direção geral de José Carlos Marinho e Direção Musical de Liebert Ferreira, nossa meta em 2018 é manter nossa marca de 100 Shows anuais por todo Brasil, dando sequencia a Turnê Vem Dançar, cientes aos problemas da crise que assola o País, seguimos levando a todo povo brasileiro nossa alegria, diversão, descontração e a boa musica popular.

Em nossos concertos pedimos a todos que deixem os problemas da vida lá fora onde existe  uma cesta imaginaria na entrada do local do Show, pedimos ainda que não desliguem seus celulares, pois, vocês estão no Vem Dançar, gostamos quando o publico se levanta, dança, pula e canta o tempo todo com a gente.

Das festas populares, passando por eventos corporativos e recepções das camadas mais elitizadas da sociedade brasileira, suas canções seguem marcando épocas, o que prova que The Fevers, esta marcado nos corações de seus admiradores e na musica popular brasileira. Fato este que independe de classe social e destaca o lado Cult da Banda, já foram os REIS DOS BAILES quando para se ter uma data da banda era necessário reserva prévia de mais de 12 meses de antecedência, e posteriormente ficou confirmado o resultado da pesquisa popular do programa FANTASTICO da Tv Globo : The Fevers é a “BANDA MAIS POPULAR DO BRASIL”.

ALEXANDRA JACKSON: LEGACY & ALCHEMY Novo álbum da cantora americana celebra a MPB

Em um projeto inovador a cantora americana Alexandra Jackson traz músicas brasileiras imortais com nova roupagem e homenageia grandes artistas do nosso País. “Sonho Meu”, e Dona Ivone Lara, e “Girl From Ipanema”, de Tom Jobim, estão no álbum que será apresentado no dia 30 de abril, segunda, no Teatro Rival Petrobras, às 19h30. Propositalmente no Dia Internacional do Jazz, a estrela americana e grandes convidados sobem ao palco para um evento à altura do que o Rio de Janeiro merece.

Alexandra Jackson, seus produtores Robert Hebert e Larry Williams, e uma banda formado pelo time estrelado Arthur Maia, Teo Lima, Pretinho da Serrinha, André Siqueira, Marco Brito, Joao Castilho, Marcelo Martins e Jessé Sadoc vão celebrar a data e honrar os lendários convidados do álbum.

Gravado no Rio de Janeiro, Los Angeles, Londres, Nova York e Atlanta e cantado em inglês, espanhol e português, “Alexandra Jackson: Legacy & Alchemy” inclui muitos dos clássicos da Bossa Nova e do Samba. Em 2 CDs, canções como “Sonho Meu”, de Dona Ivone Lara, “Anjo de Mim”, de Ivan Lins, “Corcovado”, de Tom Jobim, entre muitas outras, são apresentadas com a essência brasileira e um toque especial da intérprete americana. A cantora canaliza suas quatro principais paixões e experiências musicais: Música Brasileira, American Jazz & Soul, NeoSoul e London Soul Jazz.

Entre as participações especiais que gravaram no novo disco com Alexandra Jackson estão Miles Davis, Antônio Carlos Jobim, Al Jarreau, Rod Temperton, Oscar Castro-Neves, Dona Ivone Lara, Ivan Lins, Carlinhos Brown, Banda Black Rio, Hubert Laws, Larry Dunn, Al McKay, Siedah Garrett, além de Paulo e Daniel Jobim. O time de estrelas se reuniu para repaginar e apresentar os clássicos da música brasileira com novos moldes para o samba de raiz e a bossa nova.

LEGACY & ALCHEMY chega ao público alinhado a datas especiais: 2017 marcou o 100º aniversário do Samba; acabamos de passar o 50º aniversário de quando a Bossa Nova era a música mais popular do mundo. Portanto, não há momento mais propício para homenagear o grande legado da música brasileira.

“Esse álbum oferece a oportunidade para as pessoas criarem uma nova perspectiva. Não é apenas o Jazz, o Blues, o Soul, a Bossa Nova ou o Samba, mas sim uma mistura de todos eles”, diz Alexandra.

RODA DE SAMBA NA LAGOA RODRIGO DE FREITAS NO DIA DO TRABALHO (01/05)

Vou Pro Sereno Comanda:NADA PRA FAZER NA LAGOA RODRIGO DE FREITAS

Roda De Samba Mais Celebrada Da Cidade Maravilhosa  Na Sede Náutica Do Vasco

TRIBUTO A DAMA DO SAMBA D. IVONE LARA

Vou Pro Sereno – Foto Rudy

Foram Me Chamar, Eu Estou Aqui O que que Há“. Embalados por pérolas da primeira dama do Samba, Dona Ivone Lara, que o Vou Pro Sereno ou “VPS” vai invadir a Sede Náutica Do Vasco, no dia 1º de maio (Dia Do Trabalho), com sua Roda De Samba, NADA PRA FAZER, a mais concorrida da atualidade.

Sempre nos feriados, o que começou em Bangu, zona oeste carioca, ganhou o país e vai acontecer num dos postais mais celebrados do Rio, a Lagoa Rodrigo de Freitas. Nessa edição, uma homenagem a baluarte do samba nacional. que nos deixou no mês de abril, Dona Ivone Lara.

A banda, que na verdade criou um encontro nos dias de feriados entre amigos, familiares e quem quisessem chegar, quando se deu conta, já concentrava milhares de pessoas pro que ganhou o nome da música atual de trabalho. “Por ser à tarde e alguns amigos não terem “Nada Pra Fazer”, juntamos os amigos e fomos batucar, assim que começou”. Conta Júlio César (pandeiro e voz).

Formado ainda por Alex Sereno (Tantã e Voz),  Paulinho (Reco-reco e Voz) e Rodrigo Sereno (Violão e Voz), o quarteto explodiu nacionalmente a música e a roda começou atrair amantes do samba, além de muitos sambistas, como Xandy de Pilares, Mumuzinho, Reinaldo, entre outros.

– Foto-Duh Marinho

Por onde chega arrebata um público de milhares de fãs do bom samba, normalmente fecham-se as portas com lotação máxima, exemplo do Barra Music, que somou mais de 12 mil pessoas, entre elas grandes nomes do segmento e do funk, que se juntaram a roda.

Enganam-se quem acha que o grupo é novo na estrada. Formado em 1997, já contam 20 anos de palcos. Surgiu como Sereno, que entre muitas andanças e shows, se apresentou por dois anos consecutivos numa tradicional casa da zona norte carioca. Com um dos grandes mestres vivos do samba, o músico Sombrinha (Ex- Fundo de Quintal), chegou a um dos maiores teatros do país e um dos mais antigos do Rio, o Teatro João Caetano – Centro/RJ.

Rebatizado com o nome atual em 2008, surge o primeiro CD, um EP, com 6 canções próprias como, “Essa Preta”, “Vou Pro Sereno” e “Logo Dou Um Jeito”, entre outras. Passam então a um grupo seleto do samba carioca, alcançando rádios e cidades por todo o país.

Em 2011, o primeiro DVD significa a realização de um sonho, o “Vou Pro Sereno” (nome do DVD) tocou no seu quintal – afinal, são crias do bairro. Com a explosão de “Mulher Não Manda Em Homem”, por todo o território nacional, finalmente chegou ao topo. — Outros sucessos também embalaram pagodes, rodas e muitas festas como, “Sem Moderação”, “Logo De Um Jeito” e a “Nosso Amor É Perfeito”.

Em outubro/2017 foram convidados para ser uma das atrações principais na capital da Angola. O grupo participou do projeto “Roda de Samba Jeito Carioca“, no Palmeiras Club.

Além da roda Nada Pra Fazer, o “VPS” concentra uma agenda de mais de 25 shows mensais pelo país e se tornou uma referência do Rio De Janeiro. Reúne sucessos nas rádios das maiores capitais como, “Quero Mais” e “Logo Dou um jeito”, além de “Nada Pra Fazer”, canção atual de trabalho.

Um vídeo com o volante Maicon (nascido em Bangu) caiu nas redes sociais, comemorando dentro do ônibus em sua volta para o hotel com os amigos, o samba era o “Nada Pra Fazer”. No vídeo aparece também o lateral Leonardo Gomes cantando, os dois ainda mandam recado para os integrantes do grupo.

O “VPS” se prepara para o lançamento de um projeto mais que especial, o disco de 20 anos, que virá com 14 faixas, oito com a produção musical de Bruno Cardoso (Sorriso Maroto) e Lelê, responsáveis por nomes como Diogo Nogueira, Mumuzinho, entre muitos outros, – e do próprio grupo, que vem responsável pelas outras seis canções. Promete boas surpresas.

Este mês lançou o já sucesso nas rádios de todos o país, “Me Desculpe A Fraqueza”, este samba fará parte do DVD do VPS.

 

No set list do Nada Pra Fazer na Lagoa, “Tiê Tiê”, “Acreditar Eu Não”, entre outras da homenageada, como também “Fora Me Chamar”, todas clássicos do samba. Além dos sucessos próprios citados acima, pérolas dos mestres Reinaldo, Arlindo Cruz, Sombrinha, Zeca Pagodinho, entre outros!

Uma das características do quarteto é que suas apresentações são marcadas por sucessos não só do grupo, mas também de outros bambas como, Beth Carvalho, Jorge Aragão e até Bezerra da Silva. O repertório depende do momento. Mas uma coisa é certa, show para quem gosta de cair no samba!

“Esta edição será especial. Normalmente nos apresentamos para o público que esta no nosso show, nosso repertório é uma celebração a essa galera e ao samba. Além de nossas canções homenageamos quem esta ali com pérolas de mestres, no dia do trabalho, nossa homenagem a nossa rainha, mulher que representa atitude, voz e todo o nosso respeito, Dona Ivone”. Comenta Alex Sereno.

 

SERVIÇO:

RODA DE SAMBA NADA PRA FAZER (VOU PRO SERENO)

Homenagem a Dona Ivone Lara

Gods & Punks prepara setlist especial para o Sundaze Stoner Mountains

Show em Petrópolis, dia 22 de abril com mais três bandas da cena stoner, divulga novo EP

O quinteto carioca Gods & Punks se junta dia 22 de abril às bandas Disaster Cities, Blind Horse e Laboratório Groove no Sundaze Stoner Mountains, festival que reunirá algumas das principais bandas da atual safra stoner/rock psicodélico do Brasil em Petrópolis (Rio de Janeiro), três delas do selo da principal produtora do gênero, a Abraxas. Num domingo, o evento começa às 14 horas.

Gods & Punks (foto Victor Mancebo)

O show no Sundaze Stoner Mountains acontecerá em meio à mini-turnê que o Gods & Punks arma para divulgar o EP Ceremony of Damnation Pt. I, sucessor do disco de estreia Into the Dunes of Doom, e previsto para chegar às principais plataformas de streaming em meados de maio. Como revela o vocalista Alexandre Canhetti, este novo material apresentará um stoner encorpado e diversificado, com acentuadas referências ao blues, mas também ao heavy metal. A produção do festival é da Abraxas em parceria com a Double Trouble.

“Finalmente tocaremos em Petrópolis, era um desejo antigo. Para tanto, vamos fazer um setlist bem mesclado, especial, mesmo, com músicas do primeiro EP Sounds of the Earth, do debut e deste novo disco, que sairá com três músicas e mais uma faixa bônus”, destaca Canhetti.

O Sundaze Stoner Mountains será o terceiro evento da Gods & Punks ao lado do Disaster Cities, que no início de abril lançou o disco de estreia Lowa (gravadas, mixadas e masterizadas pelo produtor Gabriel Zander no Estúdio Costella, em São Paulo) no lotado show de abertura para os alemães do Kadavar na capital paulista. Com diversas influências entre o stoner rock, grunge e o alternativo, o grupo formado ainda no ano passado rapidamente ganhou destaque na mídia especializada pela cativante mistura e intensidade das composições.

Assim como Gods & Punks e Disaster Cities, Blind Horse é mais uma banda da Abraxas Records já consolidada entre as mais relevantes formações do novo rock autoral brasileiro com seu hard rock setentista, altamente influenciado por rock psicodélico, prog, funk, soul, jazz, blues e stoner. O power trio prossegue divulgando Patagonia (2017), um petardo recheado de riffs estratosféricos que convida à uma viagem para as décadas de 1960-1970.

Já o Laboratório Groove, banda em ascensão no rock carioca, bebe do stoner rock e acrescenta elementos da música psicodélicas, além de completar todas as brechas com improvisos, ora pesados, ora sutis.

 

ROGÉRIO SKYLAB Lança seu novo álbum O REI DO CU na Sala Baden Powell

O Cantor e Compositor ROGÉRIO SKYLAB Lança seu novo álbum

O REI DO CU na Sala Baden Powell Em única apresentação no dia 25 de abril, as 20h.

Juliana-Torres

No dia 25 de abril, Rogerio Skylab e banda estarão aterrissando na sala Municipal Baden Powell (Avenida Nossa Senhora de Copacabana 360), para o show de lançamento de “O Rei do Cu”, novo álbum de Rogerio Skylab, no qual fazem parte, Thiago Martins (guitarra), Yves Aworet (baixo) e Alex Couri (bateria).

Esse novo trabalho de Skylab, dentro de sua extensa discografia, investe pesado na escatologia, que foi uma presença contínua em seu trabalho, ainda que, em alguns momentos, tivesse sido encoberta por outras formas,  como o non-sense, a tradição da MPB e a experimentação sonora.

Além do repertório de seu novo álbum, que, como o próprio título indica, vem recheado de louvores à bunda, muito combatida atualmente por moralistas que se dizem indignados com sua intensa presença na música popular brasileira, Skylab vai pescar, em seu repertório, outras músicas que tratam do tema e que também estarão presentes no show.

ROGÉRIO SKYLAB no show “O REI DO CU”

Com os músicos Thiago Martins (guitarra), Yves Aworet (baixo) e Alex Couri (bateria).

Sala Municipal Baden Powell

Av. Nossa Senhora de Copacabana, 360 – Copacabana

Fone: 2255-1067

Dia: 25 de abril – Quarta feira

Horário: 20h.

Preço dos ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (meia)

Recomendado para maiores de 14 anos

Tempo de duração: 70 min

HARMONITANGO FAZ SHOW NO TEATRO DA CAIXA NELSON RODRIGUES

 Trio formado por José Staneck (gaita), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zaugy (piano) executa clássicos do movimento Tango Novo, que comemora, junto com a Bossa Nova, seus 60 anos

 O Harmonitango fará três apresentações no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues, nos dias 13, 14 e 15 de abril de 2018 (sexta, sábado e domingo), às 19h. No programa das apresentações, o repertório do CD lançado em 2017, em homenagem a Astor Piazzolla, que é o primeiro do trio, além de outras obras-primas do músico argentino, como as Quatro Estações Portenhas. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

De formação inusitada, o grupo é composto por músicos de grande experiência camerística: José Staneck (harmônica), Ricardo Santoro (violoncelo) e Sheila Zagury (piano). Através da fusão de seus estilos, o trio encontra na obra de Astor Piazzolla uma maneira de se expressar de forma emocionante e vibrante, valorizada pela riqueza tímbrica de seus instrumentos e criando uma sonoridade surpreendente dentro de uma obra fascinante.

A similitude da sonoridade da harmônica com o bandoneon transfere à música de Piazzolla toda a energia de um dos mais importantes compositores do século XX, numa poderosa usina de sons valorizada pelos arranjos e pela execução do Harmonitango.

“Tanto o bandoneon quanto a harmônica tem origem no mesmo instrumento oriental chamado sheng – voz sublime. Trazer o repertório do grande mestre Piazzolla para a harmônica explorando suas similitudes, torna-o ainda mais intimista e emotivo”, explica José Staneck.

Com produção de Sérgio Roberto de Oliveira, o CD de estreia do Harmonitango inclui duas das maiores criações de Piazzolla: Adiós Nonino, dedicada ao seu pai que acabara de perder, em 1959; e Libertango, tema consagrado pelas interpretações do compositor e das várias releituras mundo afora. A Libertango se juntam, na gravação, Meditango e Violentango, que pertencem a uma série original de sete tangos (além dos três citados, NovitangoUndertangoAmelitango e Tristango) lançados em único disco, de 1974.

 Harmonitango

Criado em 2010, o Harmonitango já se apresentou em diversas salas de concerto do Rio de Janeiro, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Brasília, Goiânia, Maringá, Londrina etc, sempre com grande receptividade do público e da crítica especializada. O grupo tem como seu principal objetivo a divulgação da música de Piazzolla e dos grandes compositores brasileiros, tudo com arranjos feitos pelos próprios músicos.

Ficha técnica:

Gaita: José Staneck

Piano: Sheila Zagury

Violoncelo: Ricardo Santoro

 

Produção executiva: Kryka Pujol

Direção Artistica: Jose Staneck

Realização: Aplauso Conexão Musical

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

Serviço:

 Harmonitango faz show na CAIXA Cultural

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues  

Endereço: Avenida República do Chile, 230, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)

Telefone: (21) 3509-9600/ (21) 3980-3815  

Lotação: 400 lugares (08 para cadeirantes). 

Datas: 13, 14 e 15 abril de 2018 (sexta, sábado e domingo)

Horário: 19h

Duração: 70 min

Ingressos: Plateia – R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)/ Balcão: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.

Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h. (As vendas de ingressos iniciam na terça-feira, dia 10, na bilheteria do Teatro).

Classificação indicativa: Livre

Acesso para pessoas com deficiência

JORNAL ALAGOAS