m resgate da memória de Elizeth Cardoso, uma das maiores intérpretes da música brasileira. Essa é a missão do espetáculo “Elizeth, a Divina” que chega aos palcos do Teatro das Artes em 9 de novembro para uma curta temporada até 2 de dezembro, com apresentações sextas, às 17h, sábados, às 21h, e domingos, às 19h30. Inspirado no livro biográfico da artista “Elizeth Cardoso, uma Vida”, escrito por Sergio Cabral, o espetáculo apresenta momentos marcantes da vida de Elizeth Cardoso, os grandes encontros, as paixões, os shows memoráveis e sua força poética por meio da música, do humor e da elegância, marcas registradas da personalidade da artista.
ELIZETH, A DIVIDA_foto de Claudia Ribeiro
Com direção de Sueli Guerra e supervisão geral de João Fonseca, a atriz Izabella Bicalho, que também é responsável pela dramaturgia, vive Elizeth Cardoso e os cantores-atores Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro se rezevam entre diversos personagens. Junto com os músicos Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino(bateria e percussão), eles interpretam ao vivo canções memoráveis de compositores como Cartola, Lupicínio, Herivelto, Pixinguinha, Noel Rosa, Ary Barroso, Tom Jobim e Vinícius de Moraes. O cenário de Nello Marrese e o figurino de Reinaldo Elias trazem o glamour de que tanto Elizeth gostava e a atmosfera romântica de suas canções. A direção musical é de Tony Lucchesi e a produção é da Tema Eventos Culturais.
A cena se passa no camarim do Teatro João Caetano, enquanto Elizeth dialoga com seus amigos Hermínio Bello de Carvalho, Eneida de Moraes – importante jornalista e grande amiga de Elizeth – e Jacob do Bandolim. Uma chuva torrencial inunda o Rio de Janeiro e todos estão apreensivos com a possibilidade de cancelamento do show. Memórias vêm à tona e, por meio deste clima íntimo, momentos da vida da cantora, desconhecidos do grande público, vão sendo revelados.
“Elizeth foi uma grande mulher à frente do seu tempo. Uma guerreira do amor, uma mulher empoderada quando ainda nem sonhávamos em falar disso. Mergulhar no seu universo é penetrar no melhor da música brasileira. Ary Barroso, Vinicius de Moraes, Chico Buarque e muitos outros compositores dedicaram suas composições à cantora. Uma mulher que por mais de quatro décadas se manteve em sintonia com os movimentos artísticos, se atualizando sempre e se reinventando como artista!”, exalta Izabella Bicalho que por quatro anos pesquisou acervo da cantora e recolheu depoimentos de amigos próximos, como Hermínio Bello de Carvalho, e do neto Paulo César, que conviveu intensamente com a cantora – da infância até os 15 anos, quando em seus braços Elizeth deu o último suspiro.
SERVIÇO
“ELIZETH, A DIVINA”
Local: Teatro das Artes – Shopping da Gávea: Rua Marquês de São Vicente 52. Tel.: (21) 2540-6004
Temporada: de 9 de novembro a 02 de dezembro
Apresentações: sexta às 17h, sábado às 21h e domingo às 19h30.
Ingressos: R$ 70 (sexta e domingo) e R$ 80 (sábado).
Gênero: teatro musical. Duração: 100 min. Lotação: 421 lugares. Classificação indicativa: livre
FICHA TÉCNICA
Texto: Izabella Bicalho
Supervisão geral: Joao Fonseca
Direção: Sueli Guerra
Direção musical: Tony Lucchesi (premiado em 2018 pelo musical “Bibi, uma vida em musical”)
Elenco: Izabella Bicalho, Cilene Guedes, Jefferson Almeida e Dennis Pinheiro
Músicos: Ciro Magnani (piano), David Nascimento (violão e contrabaixo) e André Vercelino (bateria e percussão)
Cenário: Nello Marrese
Figurinos: Reinaldo Elias
Produção: Tema Eventos Culturais
REPERTÓRIO MUSICAL DO ESPETÁCULO (em ordem alfabética)
Apelo (Vinicius de Moraes e Baden Powell)
As Praias Desertas (Tom Jobim)
Barracão de Zinco (Luiz Antonio e Oldemar Magalhães)
Camarim (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho)
Canção da Volta (Antonio Maria e Ismael Neto)
Canção de Amor (Elano de Paula e Chocolate)
Chega de saudade (Vinicius de Moraes e Tom Jobim)
Carinhoso (Pixinguinha)
Chão de Estrelas (Orestes Barbosa e Silvio Caldas)
É Luxo Só (Ary Barroso)
Feitiço da Vila (Noel Rosa)
Isso Aqui É o Que É (Ary Barroso)
Jamais (Jacob do Bandolim)
Leva Meu Samba (Ataulfo Alves)
Manhã de Carnaval (Luiz Bonfá e Antonio Maria)
Meiga Presença (Otavio de Moraes e Paulo Valdez)
Mulata Assanhada (Ataulfo Alves)
Naquela Mesa (Sergio Bittencourt)
Nossos Momentos (Luiz Reis e Haroldo Barbosa)
Olhos Verdes (Vicente Paiva)
Serenata do Adeus (Vinicius de Moraes)
Todo Sentimento (Chico Buarque e Cristovão Bastos)
Nosso maior legado musical vem muito bem representado no DVD de um grupo, que quase depois de 20 anos, está ganhando o Brasil, é só olha a agenda, sem data disponível por um bom tempo nos finais de semana até ano que vem. O Grupo Vou Pro Sereno.
Antes de chegar ao Release, declaro que eu mesmo não acreditava que depois de tanto tempo, o VPS não conseguisse mais despontar nas paradas musicais. Hoje é sucesso pelo país, estão nos maiores eventos de samba. O caminho e a jornada são árduas, até para se manter no sucesso. Paro o Samba então?
Me mostraram que para eles, o SAMBA É O PRINCIPAL. Sem pretensões de mega palcos, megas apresentações, pois não se trata de show e sim de sambar, de batucar, de levar alegria ao público, fator principal do ajuntamento e das pérolas deixadas por mestres que se foram, – e graças a Deus por alguns que ainda estão por aqui.
O Vou Pro Sereno tem não só o meu respeito, mas toda a minha admiração e hoje cada vez mais NACIONAL, por levar o Samba, a maior atração e não eles mesmos. Por isso suas apresentações estão arrebatando multidões. por onde estão passando. Fecham portas.
Vale conferir isso no DVD que vão lançar nesta sexta feira e numa das Rodas desses sambistas, todos da zona oeste, no dia 07/09, a Roda “Nada Pra Fazer” – em Bangu, com direito a convidado francês cantando “Bororó” com eles.
Lançamento Oficial Dia 31 De Agosto Às 19 Horas No Shopping Bangu – Só Para Convidados
Dia 07 de Setembro – Bangu Atlético Clube – Aberto Ao Público (Roda De Samba Nada Pra Fazer)
O Vou Pro Sereno ou “VPS”, como chamam os fãs lança nesta sexta/31, o seu mais recente projeto, o DVD, “A Força Do Nosso Som”, um passeio nos 20, quase 21 anos de estrada do grupo, numa celebração ao samba e ao sambista, o que canta ou aquele que simplesmente carrega em sua veia este amor ao ritmo, que é nossa maior expressão musical.
Um local muito especial para os músicos e toda a grande família que é o VPS e agregados foi escolhido, o Shopping de Bangu, bairro que também é uma extensão de suas casas, o que faz da ação, pra lá de especial.
Com distribuição assinada pela Sony, vem com 40 faixas, cinco inéditas, além das canções de mestres, responsáveis por clássicos que ficarão para sempre no legado musical brasileiro e até do mundo.
Formado em 1997 por Alex Sereno (Tantã e Voz), Júlio César (Pandeiro e Voz), Paulinho (Reco-reco e Voz) e Rodrigo Sereno (Violão e Voz), sua raiz é na Zona Oeste do Rio (“Alô Alô Realengo”) e vem de berço sua relação com o samba. Surgiu como Sereno, que entre muitas andanças e shows, um dos grandes mestres vivos do samba, o músico Sombrinha (Ex- Fundo de Quintal), convidou o grupo para compor sua “banda base”, chegando a um dos maiores teatros do país e um dos mais antigos do Rio, o Teatro João Caetano – Centro/RJ, ficando por várias temporadas.
Rebatizado com o nome atual em 2008, nasceu também o primeiro CD, um EP, com seis canções próprias como, “Essa Preta”, “Vou Pro Sereno” e “Logo Dou Um Jeito”, entre outras. Depois de uma década, passam então a um grupo seleto do samba carioca, alcançando rádios e cidades por todo o país. Passa a ser convidado a participar de diversos projetos assinados por grandes compositores como, Xande de Pilares, Felipe Silva, André Renato, Charles André, entre muitos outros.
Em 2011, o primeiro DVD, “Vou Pro Sereno“, com a explosão de “Mulher Não Manda em Homem”, por todo o território nacional, leva finalmente o quarteto ao topo. — Outros sucessos também embalaram pagodes, rodas e muitas festas como, “Sem Moderação”, “Logo De Um Jeito”, “Nosso Amor É Perfeito” e “Quero Mais”, que contou com a participação de Mumuzinho e é pedida até hoje por onde se apresentam.
Paralelo aos seus shows, O “VPS” comanda uma das rodas de samba de maior referência do Rio De Janeiro, a Roda “Nada pra Fazer“, projeto agora itinerante, sucesso por diversas capitais do país, com um público de aproximadamente 10 mil pessoas. Atualmente reúne sucessos absolutos nas rádios nacionais como “Nada Pra Fazer”, homônima da Roda e “Me Desculpe a Fraqueza”, canção atual de trabalho. É comum craques da seleção e de grandes times de futebol comemorarem seus feitos, cantando sambas do grupo.
Mais que um desafio, A Força Do Nosso Som traz a personalidade dos sambistas e de toda sua equipe, a começar pela produção musical, que é própria, da VPS Produções, já a fonográfica tem o selo e assinatura da Sony Music.
Passeia por clássicos e relembra pérolas de nomes como Candeias, Agepê, Arlindo Cruz, Almir Guineto, Delcio Luiz, Fundo De Quintal, Jorge Aragão, Zeca Pagodinho e claro a dama do samba, Dona Ivone Lara e até Caetano Veloso, entre muitos outros bambas.
Com 40 canções, a primeira faixa tem um sentimento especial para o grupo e seus fãs, resgatou o que o carioca estava sentindo falta, aquele sambinha despretensioso, cheio de ginga, de energia trocada pelo remelexo de cada pessoa presente na famosa roda de samba do Vou Pro Sereno. Seguida pela canção do mestre Sombrinha, que dispensa comentário, logo após a dama do samba é representada no DVD. Entre muitas faixas á peso de história, destacamos ainda a 17 e a 26, responsáveis pelo atual sucesso dos quatro sambistas, todos apaixonados pelo samba, família e futebol.
Nas participações, Reinaldo, referência, amigo e parceiro em muitos shows do Sereno participa de “Agora Viu que Perdeu e Chora”, “ Trapaças Do Amor” e “Sonhos”; – Ludmilla entra em cena com “Cheguei” para bagunçar ainda mais a roda. Mumuzinho, cria da região e amigo de longa data do grupo sobe ao palco 360º e apresenta seu sucesso, “Não Quero Despedida”, além das canções 15 e 16 do disco. Marquinhos PQD, como não poderia deixar de ser canta seus sucessos, “Ogum” e “Deixa Clarear”. Finalizando as parcerias do projeto, Xande De Pilares em “Zé Tambozeiro”, “Marinheiro Só” e “Brincadeira Tem Hora”.
“É um sonho até ousado, pois sempre tivemos a idéia de cantar samba, ter a raiz como nossa vertente e gravar os mestres. Conseguimos mostrar que o samba é de todos, é nosso maior legado cultural, é nossa verdade. Temos músicas próprias, mas porque não celebrar nossas preciosidades, homenagear nossos mestres e eles sabendo disso? A Força Do Nosso Som é isso, juntos, somos muito mais fortes. Essa foi nossaideia”, conta Júlio Sereno.
“De início, muitas dúvidas apareceram, muitos questionamentos, mas decidimos que não se trata de um show para o Vou Pro Sereno. É uma homenagem a quem podemos celebrar e que eles saibam disso, mas infelizmente alguns já se foram, explica Rodrigo Tchutchucão.
“Por mais de 20 anos nós corremos por rodas de samba, por casa de shows, dias sacrificados, outros alegres e divertidos. “A Força que O Nosso Som” nos fez seguir. Este DVD é uma grande festa para nós, pro nosso público e uma maneira de agradecer aos mestres, que tanto fizeram para abrir caminhos para os novos”, se emociona Alex Sereno.
“Lançar este projeto no Bangu Shopping é um sonho. Nem imaginávamos que a antiga Fábrica Bangu se transformaria num. Somos cria desta região, somos gente da gente, daquelas que grita um oi pro vizinho e para quem esta passando, esse é o nosso samba diário. Não tem como expressar, como estamos felizes. Só temos que agradecer a Papai Do Céu, nossa família, a empresária Luciana Lopes e Márcio Kuko, a todos que fazem parte de cada ação, aos amigos, ao público e ao samba”, agradece Paulinho Sereno.
Uma das maiores características da banda é a despretensão em só cantar músicas próprias ou programadas nos seus shows. O quarteto aposta na energia e no que vai embalar o público, com o melhor dos clássicos do samba, o clima local e a energia do momento. Estas situações é que ditam o Vou Pro Sereno em suas apresentações e sua força atual.
Com um louvor todo especial a raiz, aos mestres e a sua verdade musical, o Vou Pro Sereno é também um convite: Vem Pro Samba, o samba que ultrapassa fronteiras musicais e você é um grande convidado, uma parte importante que é A FORÇA DO NOSSO SOM.
Nesta Sexta Feira/31 Com Participações de Ludmilla, Mumuzinho, Xande De Pilares, Reinaldo e Marquinhos PQD – O VOU PRO SERENO lança o DVD A FORÇA DO MEU SOM – No Shopping Bangu/Rj
SERVIÇO:
Lançamento do DVD: – A FORÇA DO NOSSO SOM
Participações: – Ludmilla, Mumuzinho, Marquinhos PQD e Xande De Pilares
Local: – Shopping Bangu – CineSystem
Endereço: – Rua Fonseca, 240
Horário: – 19 Horas
Ficha Técnica:
Produção Geral: – Marcio Kuko e Luciana Lopes
Produção Musical: – VPS Produções
Prod.: – VPS Produções e Sony Music
Vou Pro Sereno: – Julio Sereno, Rodrigo Tchutchucão, Alex Sereno e Paulinho Sereno
Músicos: – Julio sereno – pandeiro e voz, Rodrigo Tchutchucão – violão 6 e voz, Alex sereno – tamtan e voz, Paulinho sereno – reco e voz,
– Jocivan – bateria, Lápis – baixo, Gilson verde – violão 7 , Vitor pedro – cavaguinho e cavaco solo,
– Cleiton – surdo – cuíca – repique de anel mão e efeitos, Marcio kuko – cuíca, efeitos e repique de anel
Luiza Luh, a mais nova cantora pop, está sendo comparada nas redes sociais com a personagem Rochelle da novela “Segundo Sol” vivida pela atriz Giovanna Lancellotti. A cantora mudou de visual e a comparação com Giovanna Lancellotti tem sido grande. Outro fato que levou a galera a chamar Luiza Luh de Rochelle foi que a cantora é dona do hit “Vingativa”, título que tem tudo a ver com a personagem Rochelle na novela global.
Bip Bip inicia série de comemorações pelos 50 anos do bar e pelos 75 de seu Personagem, Alfredo Jacinto Melo (Alfredinho)
Primeiro encontro será dia 07 de julho, na Sala Baden Powell, com rodas simultâneas de samba, chorinho e bossa nova em vários ambientes da casa
Uma noite reunindo três gerações de músicos residentes do Bip Bip. Rodas de samba, choro e bossa nova, da calçada ao palco da Sala Baden Powell. Isso tudo para comemorar os 50 anos da tradicional casa de música de Copacabana (fundada em 13 de dezembro de 1968) e os 75 de vida, desse personagem, irreverente e solidário, Alfredinho (Alfredo Jacinto Melo, nasc. 17 de setembro de 1943) que, há 34 anos, funde sua história de vida à identidade cultural do Bip, projetando o compromisso com os menos assistidos, linkando arte, cultura e generosidade, informalmente.
O encontro será dia 07 de julho, com participação especial da sambista Cristina Buarque e time de músicos talentosos, profissionais, amadores e pesquisadores do mundo do samba. A produção de Paulo Figueiredo, o mesmo que realizou apresentações do Bip em Moscou e São Petersburgo, em novembro do ano passado, durante os 100 anos da Revolução Russa.
A Sala Baden Powell será transformada numa fiel reprodução do Bip Bip. No palco principal, uma roda de samba será o ponto alto da noite.” Cristina Buarque interpretando Wilson Batista, acompanhada por inúmeros músicos frequentadores do bar. Um evento que ao mesmo tempo homenageia um personagem do samba, que que deixou o cenário a 50 anos, celebra os 75 anos do dono do Bip Bip, o Alfredinho, e os 50 Anos do seu Bar”, explica Paulo Figueiredo.
No segundo semestre, será lançado a terceira edição do livro do Bip Bip, “Um bar a serviço da alegria”, de Chico Genu (Economista), Luis Pimentel e Marceu Vieira (Jornalistas), com novas crônicas escritas por frequentadores, relatando casos curiosos e inusitados, com muito humor, que aconteceram no Bar. Edição especial pelos 50 anos da casa.
Sobre o Bip Bip
Localizado no Bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro, o Bar foi fundado em 13 de dezembro 1968, no mesmo dia, e ano em que foi assinado o AI-5; Ato Institucional decretado pelo Regime Militar, em plena Ditadura Militar, anos de chumbo no Brasil.
O nome Bip Bip, foi em homenagem ao 1º satélite artificial Russo. o Sputinik, lançado em 1957 e sua emissão do sinal sonoro bip-bip-bip…
Dede 1984, Alfredinho comprou o Bar Bip Bip, a partir daí virou ponto de encontro cultural para ouvir o bom samba, participar de lançamentos de livros, resenhas culturais, debates políticos, com total identidade progressista. É responsável por apoiar projetos sociais, como o “Se Essa Rua Fosse Minha”, que mantém há 20 anos.
“O lado social do Bip Bip começou com a parceria de Betinho e hoje compreende assistência e capacitação para crianças de Vila Isabel, distribuição de 40 cestas básicas mensais e dezenas de projetos contra a pobreza, financiados com doações de amigos/clientes e venda de mercadoria solidária. Comovedor é o almoço de Natal, com 700 refeições para qualquer pobre que passa. Hoje em dia, o barzinho pode ser definido, sem temor de desmentido, o único exercício comercial sem fins lucrativos” (Claudio Bernabucci, Carta Capital 05/07/2013)
A programação musical do Bip Bip, acontece em vários dias da semana, de forma espontânea.
Sobre o produtor Paulo Figueiredo:
Jornalista e produtor cultural desde 1986. Desenvolveu vários projetos musicais, principalmente no universo do samba tradicional; entre casas com música ao vivo, centros culturais, produção de shows e CDs e na gestão de projetos incentivados. Do final das atividades do Bar do Barbas, em 88, do Bar Arco da Velha, em 89, à programação do Candongueiro, 90/96 e do Bar Carioca da Gema (2004 a 2008), produziu por 20 anos a Velha Guarda da Portela e inúmeros show com as participações de Marisa Monte, Cesária Évora e Paulinho da Viola e Monarco. Em 2002, recebeu o Prêmio Caras (atual de Música Brasileira) como Produtor do Melhor CD de samba “Nasci para Sonhar e Cantar”, Dona Ivone Lara. Em 2004, produziu o CD “Sempre a Cantar” de Dona Ivone Lara indicado para o Prêmio Tim 2005 (atual PMB). Em 2006, produziu com Paulão 7 cordas, CD e Show Aquarela do Samba reunindo 7 grandes nomes do Samba: Dona Ivone Lara, Monarco, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Xangô da Mangueira, Wilson Moreira e Nelson Sargento (CD indicado para o Prêmio Tim, atual de MPB). Produtor local do Filme O Mistério do Samba – Velha Guarda da Portela – produzido por Marisa Monte e Conspiração Filmes, 2007/2008. Em 2015 teve outro projeto premiado: CD Passado de Glória – Monarco 80 Anos e ganhou o 26ª Prêmio de Música Brasileira como o melhor CD de Samba. Prêmio Contigo de Músico, Melhor CD de Samba.
Serviço | Ficha técnica
Bip Bip 50 anos | Canta Wilson Batista |50 Anos sem o Compositor
Data: 07 de Julho de 2018
Local: Sala Baden Powell Av. Nossa Sra. de Copacabana, 360 – Copacabana
Telefone: 2547-9147
Horário 20h
Valores do Ingresso: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação: 16 Anos
Participação Especial: Cristina Buarque
Projeto Gráfico: Márcia Leite
Fotografia: Eduardo Sarmento
Assessoria de Imprensa: Frase Comunicação
Produção e Direção Geral: Paulo Figueiredo
Cantor e compositor baiano homenageia Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva em duas apresentações
Foto Renan Perobelli
É no ritmo do coco e do baião que a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo), às 19h, o show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo. Em duas apresentações, o cantor, compositor e violonista baiano Xangaiinvoca toda a informalidade e a riqueza poética características do Nordeste com uma homenagem a dois expoentes da música popular nordestina: Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
Mesclando obras já conhecidas do público, Xangai oferecerá à plateia carioca interpretações das canções de Jackson e Jacinto, incluindo algumas já gravadas por ele. O violonista Ricardo Vieira, o flautista João Liberato e o percussionista Ricardo Hardmann acompanham o artista no palco.
O músico já recebeu a láurea de Melhor Cantor na categoria Regional na edição de 2016 do Prêmio da Música Brasileira e seu álbum mais recente,Xangai, ficou entre os três indicados para o prêmio de Melhor Disco. Seu violão “pinicado”, os malabarismos vocais, a grande capacidade de improvisação e a simplicidade trazida do berço fazem dele uma figura ímpar na música brasileira.
Os homenageados:
Paraibano, Jackson do Pandeiro se notabilizou como cantor de cocos, baiões, rojões, xaxados, sambas e marchinhas de carnaval, e teve grande sucesso na década de 1950. É autor de O Canto da Ema, gravada por Lenine; Na Base da Chinela, cantada por Elba Ramalho; e Lágrima, célebre na voz e no violão de Chico Buarque. Por todo o talento e influência na música popular, ficou conhecido como o “rei do ritmo”, firmando um estilo particular onde desafiava o tempo, introduzia divisões e quebrava o canto para alongar ou comprimir a métrica.
E se Jackson do Pandeiro sacudiu as estruturas da música popular brasileira com a força da embolada nordestina, o alagoano Jacinto causou menos repercussão no país, apesar de ter gravado 24 discos e composto mais de 200 músicas. Jacinto teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970, sendo uma espécie de discípulo de Jackson. Como o mestre, era também versátil e dominava vários ritmos e estilos nordestinos.
Jacinto popularizou várias modalidades de coco, com destaque para o coco sincopado – gênero musical que fundia trava-língua com pique de embolada. Usando uma divisão rítmica peculiar, interpretava canções que possuíam armadilhas capazes de enrolar a língua daquele que não tivesse o talento típico dos emboladores. Somente no fim da vida, na década de 1990, teve um reconhecimento mais amplo e hoje pode ser considerado uma grande referência na música popular nordestina e brasileira.
Ficha técnica:
Violão: Ricardo Vieira
Flauta: João Liberato
Percussão: Ricardo Hardmann
Coordenação de Produção: Gabriela Góes
Técnico de som: Carlos Caji
Iluminação: Katia Barreto
Programação visual: Gabriel Leite
Realização: Maracujá Cultural
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Serviço:
Show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo
Datas: 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo)
Horário: 19h
Duração: 90 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. A venda de ingressos começa no dia 19 de junho (terça-feira).
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Considerado uma das mais importantes personalidades da nossa cultura, Arthur Moreira Limaapresentará seu recital DE BACH A PIXINGUINHA, onde interpretará obras de Bach, Mozart, Beethoven, Chopin e Liszt até Pixinguinha, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Luiz Gonzaga, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360), no dia 09 de junho/2018, sábado as 20h.
. “Queremos levar a todos aquela música que vem, através dos tempos, encantando qualquer ouvinte, desde que lhe dê oportunidade de conhecê-la”, declara Arthur Moreira Lima.
O repertório é cuidadosamente selecionado pelo músico alternando obras clássicas e populares.
O Pianista…
Nascido no Rio de Janeiro, Arthur Moreira Lima começou a estudar piano aos seis anos de idade, tendo como professora Lúcia Branco que também tivera por alunos nomes como Tom Jobim ou Nelson Freire.
Aos oito, tocou um concerto de Mozart com a Orquestra Sinfônica Brasileira.
Seus mestres foram Lúcia Branco (Rio de Janeiro), Marguerite Long (Paris) e Rudolf Kehrer (Conservatório Tchaikovsky de Moscou).
Moreira Lima projetou-se internacionalmente na Competição Internacional de Piano Frédéric Chopin de 1965, em que conseguiu o segundo lugar. Laureou-se também em várias outras competições, incluindo a também prestigiosa Competição Internacional Tchaikovsky de 1970, ficando em terceiro lugar.
Em seu trabalho de resgate e difusão das raízes culturais brasileiras, Arthur Moreira Lima foi solista da primeira audição do Concerto nº1 de Villa-Lobos no Japão, Rússia, Áustria e Alemanha. Foi também ele que fez reviver a obra de Ernesto Nazareth, trabalho premiado nos Estados Unidos.
Entre os outros prêmios, destacam-se os cds das obras de Villa-Lobos, Radamés Gnattali e a gravação de Astor Piazzolla premiada na França.
Sua permanente inquietação e a valorização que dá à nossa cultura, fazem de Arthur Moreira Lima o mais popular, versátil e completo dos intérpretes clássicos brasileiros.
Projetou-se internacionalmente como vencedor de renomados concursos: Chopin em Varsóvia, Tchaikovsky em Moscou, e Leeds na Inglaterra.
Já foi solista das principais orquestras do mundo, sendo acompanhado pelos mais famosos regentes.
A crítica mundial o considera extraordinário intérprete do grande repertório romântico.
Desde 2003, tem percorrido mais de 500.000 Km e executou mais de 500 concertos, pelo interior do Brasil inteiro em seu caminhão-teatro, já tendo tocado para cerca de 1 milhão de pessoas, em lugares os mais distantes, que antes jamais tinham presenciado um concerto de piano.
ARTHUR MOREIRA LIMA em “DE BACH A PIXINGUINHA”.
Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo
Dia 09 de junho 2018
Sábado 20h
Sala Municipal Baden Powell
Av. Nossa Senhora de Copacabana 360.
Tel. (21) 2547-9147 / 98675-4222
Preço dos Ingressos: R$ 80,00 / R$ 40,00 (Meia para estudantes, idosos acima de 60 anos e menores de 21 anos + moradores de Copacabana + Assinantes do Jornal O GLOBO + portadores do cartão do MetroRio)
Tempo de duração: 60 minutos
Livre para todas as idades
Gênero: Musical.
Maiores Informações pelo tel. 21-98481-0933 com o produtor e assessor de imprensa, João Luiz Azevedo
Consagrados violonista e pianista brasileiros fazem show com obras do último álbum de Luis Leite
No próximo dia 30 de maio, quarta-feira, a Rua da Carioca, no Centro do Rio, vai receber novos ventos sonoros com a apresentação, na Casa do Choro, dos músicos brasileiros Luis Leite (violão) e Erika Ribeiro (piano).
Artistas de visão singular, Luis e Erika usam sensibilidade e técnica para a construção de uma intensa expressividade musical, se destacando por sua versatilidade, lirismo e refinado virtuosismo. Juntos fazem uma música viva e cosmopolita, que abraça as diferentes nuances e possibilidades expressivas de seus instrumentos.
Na Casa do Choro, o Duo apresentará músicas do último álbum de Luis Leite, “Vento Sul”, com direção musical do Duo. Neste que é seu terceiro álbum autoral, Luis buscou inspiração na riqueza poética da música da América do Sul, evocando o colorido plural de nossos países vizinhos, e que aqui ganha emoção particular através da interpretação em formato de Duo.
Em “Vento Sul” Luis Leite une grande sofisticação na interpretação e na composição a uma fértil imaginação de referências advindas do universo da improvisação musical. Através dessa concepção, usa de todas as suas virtudes em prol do bonito encontro entre o erudito e o popular, o chamado third stream diluindo as fronteiras existentes entre os dois gêneros através de linguagens da música instrumental latino-americana.
O violonista e compositor Luis Leite é um dos principais violonistas brasileiros em atividade. Vencedor de vários concursos nacionais e internacionais de violão, possui intensa atuação internacional – se apresentou em mais de 20 países tocando em salas como a Wiener Musikverein e Wigmore Hall. (“Um verdadeiro virtuose do violão” – Revista Concerto, Viena).
A pianista Erika Ribeiro é considerada uma das mais proeminentes musicistas de sua geração. Vencedora de 10 concursos de piano no Brasil e premiada em mais de 20, Erika é solista convidada de várias orquestras brasileiras e colabora intensivamente como camerista junto às mais diversas formações.
SERVIÇO:
30/09 – quarta-feira – Luis Leite e Erika Ribeiro apresentam “Vento Sul” na Casa do Choro
Horário: 19h
Endereço: Rua da Carioca, 38 – Centro, Rio de Janeiro
Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano), com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF
jose wellington
O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, no dia 26 de maio, sábado, às 15h, o duo formado pelo trombonista João Luiz Areias e José Wellington. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música contemporânea. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Combustão” (Neder Nassaro), “One moment frozen in timere” (Caio Senna), “Humano” (Sergio Roberto de Oliveira), “Sonata para Trombone e Piano” (Marcos Lucas) e “Inserções III” (José Orlando Alves) e “Sonata para Trombone e Piano”, de Alexandre Schubert.
Prelúdio 21
Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.
A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.
O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.
SERVIÇO:
26/05 – sábado – Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano)
Trio brasiliense se destaca pela mistura de ritmos em show para dançar
Festival segue em junho e julho ocupando palcos no Centro e na Tijuca
O Festival Levada deu seu pontapé inicial com show do Kassin – dias 10 e 11 de maio – e agora segue com sua “Babel musical”, no Teatro Ipanema no mês de maio. Na segunda semana é a vez do trio Muntchako, que chega de Brasília para mostrar seu pop instrumental, que mistura forró, ska, rock, funk e até tango. Os shows acontecem dias 17 e 18 de maio, quinta e sexta, às 21h.
Em 2015, Samuel Mota (guitarra, banjo, programação e synths), Rodrigo Barata (bateria e samplers) e Macaxeira Acioli (percussão e samplers), trouxeram suas experiências em outros projetos – Sistema Criolina, Jah Live e Cabruêra, respectivamente – e se uniram em torno da vontade de fazer uma música sem fronteira, com uma variedade de ritmos e batidas. O resultado foi o Muntchako (Mundiais Tchatchatchas Nocauteadores), que proporciona um caldeirão efervescente de “porradas sonoras” que impedem o público de ficar parado. Bateria, percussão e guitarra, somados a synthis e samplers se harmonizam e resultam em uma mistura irresistível, “pra balançar o esqueleto”.
O cartão de visitas do Muntchako foram os dois singles de estreia: o remelexo suado “Coqueirinho Verde” e o narcotango batidão “Cardume de Volume, que contou com a participação especial da funkeira carioca Deize Tigrona. A música chamou a atenção da crítica e valeu o convite para abrir os shows das bandas Hypnotic Brass Ensemble e Orquestra Voadora, no Circo Voador. Em 2017, eles lançaram o primeiro CD independente, que levou o nome da banda com produção de Curumin e ilustrações de Shiko, grande artista paraibano. Com o novo trabalho pronto, o trio botou o pé na estrada, participando de vários festivais, no Brasil e na Colômbia.
Para o festival, a banda montou um repertório que reúne músicas já consagradas pelo público, as novidades do primeiro CD, como as músicas “Golpe” – numa alusão ao momento atual -, o funk rock afro “Emojubá”, “Rebola Chimbinha”, “Soc pow tum” e “Vitamina central”, entre outras. A expectativa é boa para o show.
– O Levada tem uma trajetória de muitas bandas e artistas de qualidade que já passaram pelo projeto. É muito bom compor esse mosaico musical com tanta gente bacana”, afirma Rodrigo.
A sétima edição do Festival Levada segue até o final de julho apresentando bandas e cantores das cinco regiões do país, divididos entre Teatro Ipanema (até 25 de maio, às 21h), no Teatro SESI (de 7 a 29 de junho, às 19h), no Centro; e no Centro da Música Carioca (de 5 a 27 de julho, às 20h), na Tijuca. Dessa forma, o festival chega em três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.
Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.
Dias 17 e 18 de maio – Muntchako (Brasília, DF)– O trio brasiliense faz um som instrumental, uma mistura de elementos africanos, brasileiros e latinos e traz ao Levada o repertório do seu primeiro e homônimo álbum, produzido pelo Curumin.
Dias 24 e 25 de maio – Illy (Salvador, BA)– Cantora baiana, radicada no Rio de Janeiro, lança “Voo longe”, produzido por Kassin e Moreno Veloso, com músicas de Arnaldo Antunes, Djavan, Capinan, Chico César e Jonas Sá, entre outros.
Dias 31 de maio e 1o de junho – Trombone de Frutas (Curitiba, PR)– A banda, que faz uma mistura muito interessante de vários gêneros, do rock ao jazz, virá lançar “Chanti Alpïste “, o seu primeiro álbum.TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h:
Dias 7 e 8 de junho – A Banda Mais Bonita da Cidade (Curitiba, PR)– Liderada pela vocalista Uyara Torrente, a banda lançou o seu terceiro álbum, “De cima do mundo eu vi o tempo” (2017), com a participação de Felipe Ventura.
Dias 14 e 15 de junho – Alzira E (Mato Grosso do Sul, MS) – Parceira de Itamar Assumpção, irmã de Tetê Espíndola e mãe de Iara Rennó, a artista lançou “Corte”, eleito por boa parte da crítica como um dos melhores discos do ano passado.
Dias 21 e 22 de junho – Laura Lavieri (São Paulo, SP)– A cantora que despontou no primeiro disco de Marcelo Jeneci, dividindo vozes, agora lança “Desastre Solar”, o seu primeiro álbum, produzido por Diogo Strausz, com músicas inéditas de Gui Amabis, Jonas Sá, Fernando Temporão e Marcelo Jeneci, entre outros.
Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino, virá cantar no Rio pela primeira vez.
Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo álbum, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.
Um pouco mais sobre o Levada
Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.
Quem viveu os tempos de ouro da música brasileira na década de 1980 certamente vai se lembrar da banda Yahoo, que fez sucesso arrebatador com seu pop rock. Naquela efervescência musical, foi praticamente impossível passar imune aos hits “Mordida de Amor”, “Caminhos de Sol”, “Anjo”, “Hey Jude”. E é essa memória que vem à tona no“Baile do Yahoo”, no dia 09 de junho, sábado, às 20h, com repertório oitentista preparado para a Lona Cultural Carlos Zéfiro, em Anchieta. O show terá abertura com a banda Fato a Mano.
Formada atualmente por Zé Henrique (baixo, violão e vocal), Rodrigo Novaes (guitarra, violão e vocal), Ricardo Aspira (guitarra, violão, teclado e vocal) e Marcelão (bateria, percussão e teclado) o show celebra os 30 anos de carreira do grupo e traz no set list hits que marcaram os anos 1980, 1990 e 2000 como: A Águia E O Falcão, Sonífera Ilha, Ciúme, Medley Stones, Caminhos De Sol, Hey Jude, Anjo, Tempos Modernos, Radio Blá, Beth Balanço, Beatles, Carla, Especial Acústico, Mordida de Amor, Benjor, Tim Maia. O espetáculo é pra cantar, se emocionar, dançar e pedir bis!
Fundada em 1988 por Robertinho de Recife (guitarrista), a banda Yahoo e ficou conhecida por fazer versões de clássicos do rock internacional com letras em português, como foi o caso de “Hey Jude” (The Beatles), “Anjo” (Angel, do Aerosmith) e “Mordida de Amor” (Love Bites, de Def Leppard). Com isso, o grupo virou referência nas trilhas sonoras das produções de novela da TV Globo onde emplacou mais de 10 temas. Em 1996 a banda saiu de cena, mas não sai da memória dos fãs. Então, em 2006 a banda voltou, lançou novos trabalhos e seguem fazendo shows pelo Brasil.
Serviço
Lona Cultural Carlos Zéfiro – Estrada Marechal Alencastro, 4113 – Anchieta, Rio de Janeiro. BAILE DO YAHOO. Data: 09 de junho, sábado. Horário: 20h. Duração do show: 90 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Capacidade: 320 lugares. Contato:lonazefiro.cultura@gmail.com. Informações: 2148-0813. www.facebook.com/lonacarloszefiro Ingressos: R$ 30,00 (no dia na bilheteria), R$ 25,00 (antecipados até a véspera do show na bilheteria). Bilheteria da Lona: de terça-feira a domingo, das 11h às 19h.