A Dupla Chininha & Príncipe fazem no dia 10 uma megais crianças tenham um tratamento digno e de qualidade. Além de Chininha e Príncipe, Dj Lindão , Mc Roger, Kim Quaresma e Mc Moana também se animaram e farão parte dessa grande festa da caridade.
A instituição que receberá as doações é a AMICCA, Fundada como Associação dos Amigos do Instituto Nacional de Câncer, em caráter filantrópico e sem fins lucrativos é hoje um reconhecido pólo de utilidade pública municipal, estadual e já com decreto de lei aprovado passará também para Federal, a ASSOCIAÇÃO passou a ter visibilidade pública, transformando-se em referência para toda a sociedade carioca. Hoje vários artistas marcam presença ajudando de forma filantrópica, em destaque positivo para a dupla de pagode Chininha & Príncipe pois estão sempre presente durante o ano ajudando a instituição. O endereço do evento é: Espaço Bella Vista R. Jardel Jércolis, 50 – Glória, Rio de Janeiro – RJ, 20021-150
Quero ver todos lá
SERVIÇO:
Rio faz a Festa
Atrações: ►► Chininha & Principe ► –
► DJ Lindão , Mc Roger e Mc Moana
► DJs Kim Quaresma , Jr Felix e Denilson Chapadão
Data: ►► 10 de fevereiro – Domingo
Local: ►► Espaço Bella Vista
► Rua Jardel Jércolis , 50- Gloria, Rio de Janeiro – RJ
Ícone da MPB apresenta show “Mano que Zuera” cantando seus grandes sucessos
João Bosco é celebrado dentro e fora do Brasil como uma dos compositores e cantores mais notórios da música brasileira; Conquistou o mundo nos idos da década de 1970 ao firmar parceria com Aldir Blanc, com quem compôs centenas de canções, incluindo “O Bêbado e a Equilibrista”, “Falso Brilhante”, “Bala com Bala” e “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”, que se tornaram clássicos da MPB na voz de eterna de Elis Regina. Agora, toda a preciosidade musical de João Bosco volta ao palco do Teatro Rival Petrobras (Cinelândia) nos dias 11 e 12 de janeiro, sexta e sábado, às 19h30, com o show “Mano que Zuera”cantando sucessos da carreira acompanhando dos músicos Guto Wirtti (baixo), Ricardo Silveira (guitarra) e Kiko Freitas (bateria).
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O novo álbum de João Bosco, “Mano Que Zuera”, lançado nas plataformas físicas e digitais (via MPB Discos/Som Livre), oito anos depois de “Não Vou Pro Céu, Mas Já Vivo no Chão”, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012, Bosco havia lançado o projeto “João Bosco – 40 Anos Depois”, reunindo sucessos de seu repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato. Aliás, “Mano Que Zuera” recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.
Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar. “Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita é aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos”, pontua Bosco.
“Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, ‘Mano Que Zuera’, mas não estou há oito anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca”, finaliza.
E reinventar é a marca das canções de João Bosco. A cada ano suas músicas ganham versões e vozes diferentes. Elas são imortais. Desde 1967 quando ele conheceu Vinicius de Moraes, que se tronou seu primeiro parceiro, nasceram “Rosa dos Ventos”, “Samba do Pouso” e “O Mergulhador”, entre outras canções. Depois, na década de 1970, surgiu a parceria com Aldir Blanc e novos sucessos vieram à tona como “O Mestre Sala dos Mares”, “O Bêbado e A Equilibrista”, “Bala com Bala”, “Kid Cavaquinho”, “Caça à Raposa”, “Falso Brilhante”, “O Rancho da Goiabada”, “De Frente Pro Crime”, “Fantasia”, “Bodas de prata”, “Latin Lover”, “O Ronco da Cuíca”, “Corsário”, são algumas delas. Em 1972 conheceu Elis Regina, que gravou uma parceria sua com Aldir Blanc: “Bala com Bala”. A carreira deslanchou quando da interpretação da cantora para o bolero “Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”.
Nos últimos meses João Bosco deu tom a uma nova safra que começou a ser conhecida com o lançamento do single “Onde Estiver”, parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras quatro inéditas, incluindo a faixa título, “Fim”, “Nenhum Futuro” e “Quantos Rios”. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas “Sinhá”, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão sete cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum “Cabeça de Nego”, e uma versão instrumental para Clube da Esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa n02, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.
A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba “Duro na Queda”, clássica representante da nobre linhagem da dupla. “Pé de Vento” inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. “Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá”, ressalta.
Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em “Ultra Leve”, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.
São muitas histórias, inúmeras músicas e fãs pelo mundo.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 11 e 12 de janeiro (Sexta e Sábado).Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos -Setor A: R$ 120,00 (Inteira), R$ 60,00 (meia-entrada) | Setor B: R$ 90,00 (Inteira), R$ 70,00 (Promoção para os 100 Primeiros Pagantes), R$ 45,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim –http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKpBilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
*Meia entrada: Estudante, Idosos, Professores da Rede Pública, Funcionários da Petrobras, Clientes com Cartão Petrobras e Assinantes O Globo
Dumont Art Bar brinda a chegada do verão com roda de samba sob comando das feras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor
Nesta sexta, 21 de dezembro, a partir das 22h
Foto Trio Sambadona
Elas são grandes conhecidas da noite carioca. Costumam botar centenas de pessoas para chacoalhar o esqueleto. Representantes legítimas do berço do samba, as cantoras e compositoras Roberta Nistra, Clarice Magalhães e Elisa Addor se apresentam nesta sexta-feira, no Dumont Art Bar, na Gávea.
Juntas, elas formam o Trio Sambadona, grupo que está em temporada em casas do Centro e da Zona Sul da cidade, mostrando o que há de melhor do gingado carioca. Da MPB ao samba de raiz, passando pelo partido alto, a ideia da trinca é receber convidados a cada edição, sejam cantores ou instrumentistas, numa noite aberta ao improviso musical.
Clarice, que também é pandeirista, desfila canções mais antigas, de Noel Rosa, Cartola e Nelson Cavaquinho. Elisapasseia por clássicos de Dona Ivone Lara e pela veia sambista de artistas da MPB, entre eles Chico Buarque e Djavan. Por sua vez, Roberta mostra, com seu cavaquinho, obras de Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, entre outros compositores contemporâneos, como Elton Medeiros.
O endereço da roda não poderia ser outro: a nova casa de show Dumont Art Bar, point que tem reunido uma turma interessante e descolada, onde funcionou por anos a Casa da Gávea. O Dumont se tornou referência para um público formador de opinião, com faixa etária entre 25 e 55 anos, que busca diversão aliada a conforto e elegância.
Mas sobre o Trio Sambadona
Clarice Magalhães
Desde 2000, é pandeirista do grupo Choro na Feira, com o qual tocou em centenas de bailes, festivais de música e shows dentro e fora do Brasil. Clarisse tem CDs gravados. Em 2009, lançou seu álbum como cantora pela gravadora Cedro Rosa. Desde 2010, dá aulas de pandeiro na Escola Maracatu Brasil. Lá, em 2011, criou a Orquestra de Pandeiros Tum Tá Que Tá, formada por seus alunos.
Elisa Addor
Tem na bagagem uma brilhante trajetória nas rodas de samba que revitalizaram a boemia e a cena musical do bairro da Lapa. De lá para cá, a artista se firmou também como compositora e gravou seu primeiro álbum próprio – “Novos Tempos” (Bolacha Discos) – além de um CD de samba-jazz com o grupo Pé de Ouvido, e um disco com o grupo Farra dos Brinquedos, do qual faz parte.
Roberta Nistra
Começou sua trajetória em 1995 e em 2012 lançou seu primeiro CD “Roberta Nistra”, pela gravadora Biscoito Fino. Roberta está prestes a iniciar as gravações de seu segundo cd. Em sua carreira já trabalhou com os grandes nomes da velha guarda do samba carioca e fez parcerias com grandes compositores como Moacyr Luz e Luis Filipe de Lima.
SERVIÇO
RODA DE SAMBA COM Trio Samdadona
Produção: Paulo Figueiredo e Rita Capell
Data: 21 Dez (6ª Feira)
Local: Dumont Art Bar (Praça Santos Dumont, Gávea)
A Arena Carioca Fernando Torres, recebe no próximo dia 20 de dezembro, o lançamento do livro “Brisas”, o primeiro do jornalista carioca Gabriel Murga que foi publicado pela editora Autografia. Em “Brisas”, o autor apresenta sua proposta de trabalho que une poesia, conto e crônica, com materiais produzidos entre 2012 e 2017.
A obra apresenta impressões sobre o cotidiano dos locais por onde esteve o autor, nascido em Piedade na Zona Norte do Rio de Janeiro, por meio de poesia, de formas tradicionais ou inusitadas. Seja sobre uma estrada marcante, sobre o café já proibido, ou até mesmo “fatos esquecidos” sobre o verão de 1987.
Todas as ilustrações do livro, as capas e as internas, além da segunda orelha do livro são assinadas por Letícia Semeraro, ilustradora e educadora. A revisão textual da obra foi feita por Juliana Leão.
Ficha Técnica:
Revisão: Juliana Leão
Ilustrações (Capa e Internas): Letícia Semeraro
Primeira Orelha: Anderson Souza
Segunda Orelha: Letícia Semeraro
Tiragem: 200 cópias
Capa e Editoração Eletrônica: Talita Almeida
Autografia Editora, 2018.
Sinopse: Brisas, reúne poesias e contos escritos entre 2012 e 2017, onde apresento impressões sobre o cotidiano das cidades, as dores da violência, o agradável em meio ao caos e como lidamos com as nossas sensações diante de um mundo cada vez mais acelerado e menos sentido. Das experiências no futebol de domingo, na rua sem saída em Coelho Neto, em gabinetes de políticos das opiniões mais opostas, ao lado de pessoas que lutam pelos direitos das pessoas que mais precisam, todos esses lugares, onde aprendeu e contribuiu. Carregamos centenas de olhares e te apresento alguns dos meus. Desfrute!
O primeiro EP da parceria Gabriel Murga/ Fellipe Pires apresenta oito canções inéditas, que oscilam entre os muitos caminhos rítmicos que partem da zona norte da cidade do Rio de Janeiro em direção aos horizontes musicais mais distantes pelo Brasil e conta com produção executiva de Gabriel Murga e Letícia Semeraro e produção musical de Rodrigo Romão.
O show apresentará doze canções autorais e conta com a participação dos músicos André Minimoe (Baixo) e Caio Coelho (percussão) e do cantor Rodrigo Romão na faixa-samba “Repercussão Geral”, além de Fellipe Pires (violão, arranjos e voz).
As músicas buscam levar a um leque de ritmos, passeando pelo baião de “Brisa da Manhã”, na delicadeza de “Como reza de Bethânia” e ao clima de caos em “Chuva e Querosene”, única letra assinada em parceria de “77 rotações”, com o jornalista Anderson Souza. Completam a lista de canções “Me leva pela mão”, “Conversa Arquivada”, “Presente Guardado” e “Duas ondas vagas”.
“Me sinto realizado. A música e a leitura são duas das minhas maiores paixões e motivações em todos os dias; nos azuis e naqueles mais cinzas. E poder apresentar estes projetos, que são uma parte fundamental da minha vida por meio da escrita e de músicas é inesquecível”, afirma o autor Gabriel Murga.
O projeto será disponibilizado e lançado oficialmente em dezembro de 2018 nas redes sociais e nas plataformas de Streaming de “77 Rotações”.
Ficha Técnica:
Arranjos, voz e violão: Fellipe Pires
Letras: Gabriel Murga, exceto “Chuva e Querosene”; Gabriel Murga e Anderson Souza
Ilustrações: Letícia Semeraro
Produção Musical: Rodrigo Romão e Fellipe Pires
Produção executiva: Letícia Semeraro e Gabriel Murga
Vozes: Repercussão Geral (Rodrigo Romão) e Me Leva Pela Mão (Letícia Semeraro)
Serviço Lançamento Brisas e EP “77 Rotações”
Lançamento livro “Brisas” de Gabriel Murga e do EP “77 Rotações”
Concerto especial de Natal reúne orquestra e coros da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi, quarta, dia 12, na Candelária
Com entrada gratuita, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble e Coro Infantil farão apresentação única, comobras de Holst, Anderson, canções tradicionais natalinas e clássicos da música popular brasileira
O Projeto Candelária irá promover, no próximo dia 12 de dezembro, quarta-feira, às 18:30h, uma apresentação especial de Natal, reunindo a Orquestra Sinfônica da UFRJ, o Coro Brasil Ensemble UFRJ e o Coro Infantil UFRJ. Com regência de André Cardoso e entrada gratuita, o 543º concerto da série terá a participação especial de Danilo Caymmi e apresentará um programa com obras de Gusttav Holst, Leroy Anderson, canções tradicionais natalinas e grandes clássicos da música popular brasileira, como “Andança”, do próprio Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós; “Alguém no Céu” de Danilo Caymmi e Dudu Falcão, e “Acalanto”, de Dorival Caymmi.
Objetivando participar do processo de revitalização do centro histórico da cidade, a Irmandade do Santíssimo Sacramento da Candelária criou, em 1992, o Projeto Candelária, inicialmente promovendo exposições fotográficas e de cartofilia. Entrou, a seguir, na área musical, passando, a apresentar, regularmente, concertos de música erudita com entrada franca, idealizados pelo Provedor Jubilado Dr. José Gomes da Silva. O primeiro concerto ocorreu em 16 de agosto de 1995, quarta-feira, às 18:30 h, apresentando o Coro Sinfônico Comunitário Moacyr Bastos, sob a regência de Ueslei Banus. Hoje, na XXIV Temporada ininterrupta, já apresentou 543 concertos com artistas oriundos de 48 países dos 5 continentes. Com o objetivo de divulgar o Projeto e atrair artistas do exterior, a série produziu um álbum (1995-2012) apresentando os concertos com fotos, programas e textos, que vem sendo enviado aos embaixadores dos países que se apresentaram na Igreja da Candelária. Os concertos são gravados e transmitidos em cadeia nacional pela Rede Vida de Televisão.
A Orquestra Sinfônica da UFRJ (OSUFRJ) é a mais antiga orquestra do Rio de Janeiro, fundada em 1924. Diversos regentes com ela atuaram, entre eles os compositores Francisco Mignone, Oscar Lorenzo Fernandez e José Siqueira. As óperas passaram a fazer parte da temporada anual de concertos a partir de 1949. Em 1969, o maestro Raphael Baptista foi nomeado seu regente titular. Foi sucedido em 1979 pelo maestro Roberto Duarte, que esteve à frente do conjunto por mais de quinze anos. Desde 1998, está sob a direção artística dos maestros André Cardoso e Ernani Aguiar. Em 1997, realizou a gravação integral do Colombo de Carlos Gomes (1836-1896), que mereceu dois importantes prêmios: Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de “Melhor CD de 1998” e Prêmio Sharp 1998 de “Melhor CD” na categoria música erudita. Suas funções acadêmicas visam o treinamento e a formação de novos profissionais de orquestra, solistas e regentes. Uma de suas principais características é a valorização da produção musical brasileira, já tendo executado mais de uma centena de obras em estreia mundial.
Criado em setembro de 1999 por Maria José Chevitarese o coral Brasil Ensemble-UFRJ recebeu em 2000 o Diploma de Prata na categoria de coros de câmara, vozes mistas, na Choir Olympics 2000, em Linz, Áustria. O conjunto já atuou junto a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Sinfônica da UFRJ, Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e Orquestra Sinfônica Nacional, em salas de concerto com Cecília Meireles e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Com a Orquestra Sinfônica da UFRJ gravou o Réquiem e o Te Deum do Padre José Mauricio Nunes Garcia como parte das comemorações dos 200 anos da chegada da Família Real ao Brasil. Gravou ainda os Cds “Imagens do Brasil século XX”, “Imagens do Brasil – séculos XX e XXI” com obras dos compositores brasileiros e o Cd Alberto Nepomuceno – 150 anos, totalmente dedicado a esse compositor. O grupo tem como proposta a divulgação da música brasileira contemporânea, tendo participado da XVII, XVIII, XIX e XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea e do XXIV Panorama da Música Brasileira da Atualidade.
Criado em 1989, o Coral Infantil da UFRJ é hoje um grupo consolidado, já tendo se apresentado junto às principais orquestras brasileiras. Com mais de 450 apresentações em seu curriculum o grupo já participou das montagens de Tourandot, La Bohème e Tosca de Puccini, Carmem de Bizet, Hansel und Gretelde Engelbert Humperdinck, Mefistófoles de Arrigo Boito, Flauta Mágica de Mozart, Macbeth de Verdi, Billy Budd e War Requiem de Benjamin Britten, Mandu Çarará, Magdalena e Magnificat Alleluia de Villa-Lobos, cantata O Menino Maluquinho de Ernani Aguiar, Carmina Burana de Carl Orff, 3ª Sinfonia de Mahler, Te Deum de Berlioz e On the Transfigurations of Souls de John Adams no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atuou nas comemorações do Bi-centenário da Independência da Argentina, realizando concertos em Buenos Aires. Em 2017 participou de Carmina Burana de Carl Orff e de Tosca de Puccini no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e em 2018 de Coração Concreto de Ronaldo Miranda, na Sala Cecilia Meireles.
SERVIÇO:
12/12, quarta-feira – CONCERTO ESPECIAL DE NATAL – Orquestra Sinfônica da UFRJ, Coro Brasil Ensemble UFRJ e Coro Infantil da UFRJ, com participação especial de Danilo Caymmi
Local: Igreja da Candelária
Endereço: Praça Pio X, s/n – Centro, Rio de Janeiro
Clássicos da MPB que contam um pouco da trajetória da artista
A cantora Jhusara reuniu um repertório muito especial em seu show Aquarela das Estrelas. No espetáculo, ela relembra clássicos de artistas com os quais trabalhou como backing vocal: Alcione, Elba Ramalho, Jorge Aragão, Diogo Nogueira, entre outros.
Jhusara iniciou sua carreira no Festival Internacional da Canção, com a música ¨BR-3¨. A cantorafazia parte do Trio Ternura, ao lado de Toni Tornado. No ano seguinte, foi outra vez campeã novamente com o Trio Ternura, interpretando a música ¨Kyriê¨. Na tv, Jhusara foi uma das mucamas do Painho, clássico personagem de Chico Anysio, a convite do próprio Chico e de Arnaud Rodrigues.
Fazem parte do seu riquíssimo repertório músicas de artistas consagrados como Alcione, Ana Carolina, Beth Carvalho, Fundo de Quintal, Diogo Nogueira, Dona Ivone Lara, Cazuza, Elba Ramalho, Jorge Aragão.
Jhusara foi preparadora vocal no programa The Voice Brasil e é a voz da vinheta do programa, produzida por Lincoln Olivetti. Também participou de especiais de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Ivete Sangalo, e também de trabalhos premiados com Grammy Latino com Sergio Mendes e Paul Simon.
Show Aquarela das Estrelas – Repertório:
Elevador/ Garganta
Lucidez
Fora de ocasião/ A amizade
Insensato destino/ Conselho
Enredo do meu samba
Pot-Pourri Dona Ivone
Pureza da flor
Pot-Pourri Zeca Pagodinho
Pot-Pourri Beth Carvalho
Eu não quero saber mais dela
Preciso dizer que te amo
As rosas não falam/ Folhas secas
Juízo final/ O sol nascerá
Gostoso veneno/ Woman no cry
O poder da criação
Ex-amor
Não deixe o samba morrer/ Retalhos de cetim
Feira de Mangaio/ Forró do Xenhennhen
Pot-Pourri Mangueira
O que é, o que é
Serviço:
Jhusara apresenta o show Aquarela das Estrelas
Dia: 01 de dezembro
Horário: 20h
Local: Centro da Música Carioca Artur da Távola – Sala Paulo Moura
Endereço: Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia entrada)
Os Cantores CARLA RIZZI & FERNANDO PORTARI Apresentam o novo Show
“MY ROMANCE“ No Teatro CESGRANRIO Nos dias 10 e 17 de Dezembro/2018
Carla Rizzi e Fernando Portari
Os cantores Carla Rizzi e Fernando Portari apresentam o novo show “MY ROMANCE” onde cantam grandes sucessos da música romântica.
O casal oferece ao público um repertório eclético de standards americanos, boleros, Música brasileira, pop e ópera em um formato muito envolvente.
Acompanhados pela banda Blue Moon sob a direção do maestro Evandro Rodriguese, Carla e Fernando interpretam grandes sucessos como “Besame Mucho”, “Moonlight Serenade”, “Eu Sei Que Vou Te Amar”, “Moonlight Serenade”, “As Time Goes By”, “Unforgettable”, “Night and Day”, “Love is All”, “Amor, I Love You”, “Anos Dourados”, “Como é Grande o meu Amor por Você”, “É o amor” entre muitos outros…
Show pra gente de muito bom gosto !
Show musical MY ROMANCE
Com os cantores Carla Rizzi e Fernando Portari
Direção musical, arranjos, piano e teclados: maestro Evandro Rodriguese
Baixo: Jorge Mathias
Bateria: Anderson Clayton
Teatro CESGRANRIO
Rua Santa Alexandrina 1011 – Rio Comprido – Tel. 21-2103-9682
No dia 30 de novembro, sexta, às 19h30, o bloco Mulheres de Chico fará no Teatro Rival Petrobras o show em que elas celebram 13 anos de carreira dedicada a homenagear Chico Buarque. De volta ao palco do Rival Petrobras, o repertório terá os grandes sucessos do compositor como Construção/Deus lhe pague, A volta dos malandros, Vai Passar e também o sucesso do novo álbum de Chico, a música Caravanas. As percussionistas e cantoras fazem uma releitura original do universo de Chico Buarque de Holanda com arranjos em ritmos como côco, ijexá, samba, ciranda, funk, etc.
Para quem ainda não conhece, o Mulheres de Chico é o primeiro bloco feminino e temático do Brasil e um dos que mais atrai foliões no carnaval do Rio. Após alguns anos fazendo seu desfile carnavalesco no Leblon, o bloco aportou nas areias do Leme há 8 anos montando seu palco em frente ao Costão para ficar de frente da linda vista da praia de Copacabana. Em 2019 o calçadão da praia mais famosa do mundo completará 100 anos e o Mulheres de Chico fará sua homenagem lançando no show a música “Muchachas de Copacabana” em seu repertório.
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 30 de novembro (Sexta). Horário: 19h30.Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 70,00 (Inteira), R$ 50,00 (promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 35,00 (meia-entrada).Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j. Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.
Carlos Gomes é, unanimemente, considerado o maior compositor de óperas da América e o principal compositor brasileiro do século XIX.
Foi um dos expoentes da ópera italiana, tendo liderado, ao lado do italiano Ponchielli, o desenvolvimento do gênero durante o período entre 1870 – 1890.
O “Colombo” é a sua última grande obra. Concebido inicialmente como “poema vocal-sinfônico”, tem sido frequentemente encenado como ópera. O argumento é, logicamente, baseado nos acontecimentos que envolvem o descobrimento da América.
O barítono Inacio de Nonno é um dos grandes intérpretes do papel-título, tendo gravado a obra ao lado do tenor Fernando Portari, também presente nesta edição. A Rainha Isabel de Castela será o soprano Marianna Lima, revelada na atual temporada como protagonista da ópera “Un Ballo in Maschera”. Teremos ainda o baixo Murilo Neves, os solistas Fernanda Schleder, Ivan Jorgensen e Fabrizio Claussen, além do Coro e da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal regidos pelo Maestro Roberto Duarte.
Elenco:
Colombo: Inacio De Nonno
Rainha Isabel de Castela: Marianna Lima
Rei Fernando de Aragão: Fernando Portari
O Frade: Murilo Neves
Dona Mercedes: Fernanda Schleder
Dom Ramiro: Ivan Jorgensen
Dom Diego: Fabrizio Claussen
Narração: Neilton Ferreira
Coro e Orquestra do TMRJ
Maestro do Coro: Jésus Figueiredo
Regente: Roberto Duarte
O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado e Cultura do Rio de Janeiro
PATROCÍNIO OURO PETROBRAS
Realização: FUNDAÇÃO TEATRO MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO e Associação de
Amigos do Theatro Municipal.
Apoio: Livraria da Travessa e SulAmérica Paradiso
DATAS E HORÁRIOS
Sexta-feira, 23/11 às 19h30 e domingo, 25/11 às 17h00
PREÇOS DOS INGRESSOS
Frisas, camarotes, plateia e balcão nobre: R$ 80,00
Quem tiver mais de 50 anos, certamente lembra de Evinha cantando ‘Cantiga por Luciana’ na qual ficou em 1º lugar no IV Festival Internacional da Canção Popular ou “Teletema’ da novela ‘Véu de Noiva’. Inesquecível, não?!
Morando há 37 anos na França, a cantora carioca Evinha, de 66 anos — revelada nos anos 60 quando participava do Trio Esperança, formado pelos irmãos dos Golden Boys, estará de volta ao Brasil para apresentar o show ‘UMA VOZ, UM PIANO’ ao lado de seu marido, o maestro francês GÉRARD GAMBUS, na Sala Municipal Baden Powell (Av. Nossa Senhora de Copacabana 360 – Copacabana), no dia 18 de novembro/2018, domingo 19h
Abaixo, o repertório do Show ‘Uma Voz, Um Piano’:
Alguém Cantando (Caetano Veloso)
Olha eu Aqui (Roberto Correa)
Lição de Amor (Dalto)
Ilha Deserta (Zé Rodrix)
Teletema (A. Adolfo/ T. Gaspar)
Que Bandeira (P.S Valle)
Amanhã (Guilherme Arantes)
Um Dia, um Adeus (Guilherme Arantes)
Uma Ponte entre Rio e Paris (G.Gambus/C.Colla)
Marido Ideal (Renato Correa)
Em Cima da Hora (G. Gambus)
La Bohème (Charles Aznavour)
Festa do Bolinha (Roberto Carlos)
Filme triste (Romeo Nunes)
Passo do Elefantinho (Rossini Pinto)
Foi Assim (Ronaldo Correa)
Te Amo (Roberto Correa)
Anjo (Renato Correa)
Cantiga por Luciana (E. Souto/P. Tapajós)
Casaco Marrom (Renato Correa)
Um show para pessoas de muito bom gosto.
evinha e gerard
Show: UMA VOZ, UM PIANO
Com a cantora Evinha e o pianista Gérard Gambus
Produção Executiva, Administração e Assessoria de Imprensa: João Luiz Azevedo
Sala Municipal Baden Powell
Av. Nossa Senhora de Copacabana 360
Informações pelo Tel. (21) 2547-9147
Dia 18 de Novembro/2018
Domingo 19h
Preço dos Ingressos: R$ 60,00 / R$ 30,00 (meia entrada para estudantes, jovens até 21 anos e maiores de 60 anos, assinantes do Jornal O Globo, moradores de Copacabana e portadores do cartão do MetroRio).