Feedback também dá lucro
Por: Francisco S. Homem de Mello
Um estudo da Gallup conecta a existência de feedback com o desenvolvimento dos colaboradores. Foi apontado que 44% dos millenials que possuem uma reunião frequente com seus líderes, dizem ter engajamento. Já de acordo com o Panorama de RH no Brasil de 2018, 78% das pessoas entrevistadas acreditam que oFeedback ajuda no desenvolvimento profissional.
Assim, uma prática de feedbacks saudável que permeie sua organização parece ser um fator importante em direção ao sucesso da organização. Feedbacks são componentes essenciais de qualquer cultura de alta-performance (alguém já imaginou o Neymar recebendo feedbacks anuais do seu técnico?). Feedback gera engajamento. Engajamento dá lucro. Além do engajamento, feedbacks contínuos também ajudam a reforçar a cultura da empresa, quando calcados nos seus valores e metas, e a desenvolver profissionais mais conscientes e completos. Em um evento da Falconi Consultores de Resultado, Carlos Brito, CEO da AB InBev, falou sobre a importância do feedback na sua carreira:
“Quando me perguntam o que foi importante na minha carreira, sempre respondo que foram feedbacks duros e

feedbacks duros e construtivos, sem pena, quando necessário. Nunca destrutivos. Honestos, dizendo aquilo que eu tinha de ouvir, e não o que eu queria ouvir. Isso nunca acaba.
O feedback é uma das atividades mais importantes de uma cultura de alta performance e, ao mesmo tempo, uma das tarefas não-naturais que precisamos aprender na vida corporativa. Técnicos profissionais de todos os esportes dão um parecer continuamente. Atletas recebem feedback constantemente, e aplicam ao seu trabalho. Por que, então, no ambiente corporativo seria diferente? Enumero aqui alguns tipos de feedbacks que as empresas deveriam adotar em sua prática de gestão.
- AUTÊNTICO: acredite no feedback que você está dando, e nos efeitos que ele vai trazer um impacto positivo para a pessoa, o time, e a empresa. Nunca use para manipular os sentimentos da pessoa, ou para algum truque político;
- BEM-INTENCIONADO: a motivação de um feedback é a melhoria do recipiente do feedback, e não o contrário. Se sua motivação não for genuinamente um impacto positivo na vida do seu colega, não o faça;
- IMPESSOAL (NA MEDIDA CERTA): feedbacks devem ter como foco comportamentos, e não pessoas. Quem pode melhorar é a forma de apresentar resultados do Paulinho do financeiro, e não o Paulinho do financeiro. Quando o foco está no comportamento, as pessoas se sentem menos atacadas, e tem uma tendência muito menor a entrarem em um comportamento de negação, ou de defensiva;
- NO FÓRUM CERTO: elogios devem ser feitos em público. Explique o porquê do comportamento do funcionário estar sendo elogiado e, assim, poderá economizar dezenas de outros feedbacks, pois todos que ouvirem o elogio entenderão o impacto positivo do comportamento e tentarão replicá-los. Feedbacks de melhoria, por outro lado, devem ser quase sempre feitos em particular, para que o recipiente não se sinta exposto aos seus colegas em um momento de potencial fragilidade;
- PERSONALIZADO: adapte a entrega do feedback ao estilo do receptor. Certas pessoas são mais sensíveis a críticas, enquanto outras tem pele mais grossa. Para cada uma, a forma de dar feedback deve ser diferente;
- DIRETO AO PONTO: deixe clara qual é a sua mensagem tendo, ao mesmo tempo, consideração pelos sentimentos do seu colega. Uma mensagem muito obtusa pode deixar o receptor confuso quanto ao teor da conversa.
- EM CONJUNTO: principalmente em feedbacks construtivos, além de expor claramente o que aconteceu de errado é de construir os próximos passos com a pessoa. Como deveria ter sido e possíveis correções que ela pode fazer são fundamentais de serem expostas para fazer deste momento o mais eficiente possível.
Francisco Homem de Mello é fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho. Especialista e estudioso em cultura organizacional. Autor do livro “The 3G Way: Dream, People, and Culture”, figurando entre os mais vendidos da Amazon em estratégia e negócios. Lança a próxima obra: “OKRs: Da Missão às Métricas”,com o objetivo de ajudar as empresas a implementar uma metodologia de metas direcionada para alcançar resultados.



Apresentador do Jornal da Band, da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ, Ricardo Boechat atuou em alguns dos principais veículos do País. Nativo da mídia escrita, escreveu para jornais como O Globo, O Dia e O Estado de São Paulo. Ao longo da trajetória também conquistou evidência no rádio e na televisão. Nos últimos anos, o jornalista ainda chamou a atenção nas mídias sociais: somente no Facebook, Boechat era seguido por 1,4 milhão de pessoas na fanpage que leva o seu nome. Modesto, em entrevista ao Comunique-se em 2013, Ricardo Boechat admitiu que não se via não um mestre, mas como um







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Dica 8 – Poste fotos que não tenho poluição visual
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Com o desenvolvimento do trabalho a 
“Resolvi me matricular para aprender a trabalhar com a técnicas de banho e tosa e abrir minha própria pet shop, pois, eu vi a demanda de procura no mercado e vejo que é um bom investimento e vale muito a pena. No curso aprendi muito todas as técnicas e também como lidar com os animais. Foi algo excelente para mim.”
Os interessados em participar da etapa do Rio de Janeiro da Maratona Petrobras de Revezamento 2018 têm até o dia 23 de novembro para realizar sua inscrição. A prova acontecerá no dia 1º de dezembro, no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, com expectativa de reunir 7 mil participantes. Esta é a primeira vez que o local receberá uma prova noturna. O percurso, com sistema multivoltas e pistas largas, é ideal para atletas amadores e corredores de todos os níveis de performance, que participam de assessorias esportivas ou fazem parte de grupos de corrida com família e amigos.