Prelúdio 21 convida João Luiz Areias e o José Wellington com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano), com entrada gratuita, sábado, 26 de maio, no CCJF

jose wellington

O grupo de compositores Prelúdio 21 recebe em sua série no Centro Cultural da Justiça Federal, no dia 26 de maio, sábado, às 15h, o duo formado pelo trombonista João Luiz Areias e José Wellington. Os intérpretes, além de serem expoentes nos seus instrumentos, têm um notável trabalho dedicado à música contemporânea. Os concertos da série “Prelúdio 21 – Música do Presente” acontecem sempre no último sábado de cada mês. No programa, as obras “Combustão” (Neder Nassaro), “One moment frozen in timere” (Caio Senna), “Humano” (Sergio Roberto de Oliveira), “Sonata para Trombone e Piano” (Marcos Lucas) e “Inserções III” (José Orlando Alves) e “Sonata para Trombone e Piano”, de Alexandre Schubert.

Prelúdio 21

Sete compositores se reuniram em 1998 com o intuito de divulgar sua música e a música erudita contemporânea em geral, através da organização de recitais e de palestras abertas ao público com compositores brasileiros e estrangeiros para apresentarem seus trabalhos, visando o intercâmbio de experiências. De lá pra cá, o grupo amadureceu e se estabeleceu como um dos mais importantes grupos de música contemporânea do país, virando referência internacional. Desde 2008, o Prelúdio 21 realiza sua série de concertos no Teatro do Centro Cultural Justiça Federal, com uma média de público de 70 pessoas por concerto, com um total de mais de 600 espectadores por temporada. A série se estabeleceu como a mais importante da música contemporânea brasileira. Neste ano, a série terá ainda outros oito concertos, sempre no último sábado de cada mês, às 15h, até novembro. Em dezembro, o concerto de encerramento será no segundo sábado do mês, dia 10.

A série se destaca como a única permanente de música contemporânea na cidade do rio de janeiro, e vem sendo considerada uma das mais importantes do Brasil. O grupo já foi objeto de artigo na revista científica “Hodie” (“Grupo Prelúdio 21 – Uma Perspectiva”) que estuda justamente sua série que acontece há 8 anos ininterruptos no Centro Cultural Justiça Federal. Em 2012, o grupo foi indicado ao Grammy Latino com o seu CD “Prelúdio 21 – Quartetos de Cordas”, na categoria “Melhor Álbum de Música Clássica”.

O grupo segue sua trajetória com importantes resultados já apresentados como temporadas com mais de 1000 espectadores e concertos em espaços como o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meireles e Oi futuro, além da já consagrada série no Centro Cultural Justiça Federal.

  • SERVIÇO:
  • 26/05 – sábado – Prelúdio 21 convida João Luiz Areias (trombone) e o José Wellington (piano)
  • Horário: 15h
  • Centro Cultural Justiça Federal – Teatro
  • Av. Rio Branco, 241 – Centro
  • Tel. (21) 3261-2550
  • Entrada Franca – Distribuição de senhas meia-hora antes
  • Classificação Livre
  • Programa:
  • “Humana” – Sergio Roberto de Oliveira
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Alexandre Schubert
  • “Combustão” – Neder Nassaro
  • “Inserções III” – José Orlando Alves
  • “Sonata para Trombone e Piano” – Marcos Lucas
  • “One moment frozen in timere” – Caio Senna (trombone solo)
ARTISTAS CARIOCAS podem ganhar até R$ 40 MIL

ARTISTAS CARIOCAS podem ganhar até R$ 40 MIL para RESIDÊNCIA ARTÍSTICA no RIO DE JANEIRO

O projeto ArtSonica – Residência Artística recebe até 15 de junho propostas de artistascariocas que misturem linguagens artísticas; desafio será a criação de obra de arte para exposição no Oi Futuro, no Rio de Janeiro. Os selecionados receberão bolsas que vão de R$ 20 mil a R$ 40 mil e devem cobrir todos os custos durante as oito semanas de estadia na cidade, entre agosto de 2018 e junho de 2019. É a chance que muitos criadores desejam para alavancar a carreira ou expor em um grande polo cultural.

Durante o período de residência artística no Rio de Janeiro, o projeto ArtSonica oferecerá estrutura recém-inaugurada, que ocupa um andar inteiro do edifício do Oi Futuro, a poucos metros do Centro Cultural Oi Futuro, no bairro do Flamengo, na Zona Sul da cidade. As instalações do laboratório são de ponta, com equipamentos para gravação de som e vídeo, estúdio acústico, ateliê de criação, posições de coworking, sala para ensaios e oficinas e internet de alta capacidade. O projeto também disponibilizará técnicos de estúdio, e equipes de produção de conteúdo para redes sociais e assessoria de imprensa para que divulguem os trabalhos em desenvolvimento.

Ao todo, dez artistas de várias partes do Brasil serão escolhidos para residências de dois meses no LabSonica, laboratório de inovação e criatividade do Oi Futuro, com estúdios de som e vídeo, coworking e ambiente para oficinas e ensaios. A ideia é dar voz a toda a cadeia produtiva da imagem e do som, da pesquisa à criação, incluindo a produção de expressões que vão além-palco.

Escolhidos por uma comissão formada por cinco profissionais com excelência em áreas artísticas diversas, os residentes exibirão ao público, com entrada franca e transmissão na web em tempo real, a sua pesquisa em três momentos: devem fazer uma apresentação sobre o seu processo criativo; depois, será a vez do PapoSonica, no qual os artistas podem convidar um especialista para falar sobre um tema ligado ao projeto ou assumir essa tarefa; e, ao final da Residência, todos terão mais um mês para entregar uma criação final com o objetivo de fazer parte de uma exposição coletiva, em 2019, no Centro Cultural Oi Futuro.

“Conversando com diversos amigos sobre artes digitais, achei interessante propor para artistas de diferentes especialidades o desafio de se aventurarem por este caminho. A ideia foi muito bem recebida e resolvemos elaborar uma proposta com esta provocação. Esta foi a semente que deu origem à ArtSonica. As pesquisas artísticas podem ser realizadas total ou parcialmente durante os dois meses de experimentação, desde que os criadores proponham quais são os seus objetivos e cumpram com as entregas acordadas”, explica Julio Zucca, o idealizador do projeto.

As inscrições são realizadas pela Zucca Produções – idealizadora do projeto – por meio do site www.artsonica.com.br. O “ArtSonica – Residência Artística” acontece graças ao patrocínio da Oi, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e apoio cultural do Oi Futuro e do LabSonica.

 

Agita Rio, a onda agora é se movimentar

Artistas e Atletas aderem campanha que incentiva à população carioca a praticar esportes e exercícios físicos

Dia 27 de maio, das 8h às 12h, será lançada na praia do Leblon (em frente à Rua João Lira) a Campanha Agita Rio- A onda agora é se movimentar, com o objetivo de promover a saúde através da prática de esportes e atividade físicas,  estimulando a população a sair do sedentarismo.

Várias tendas estarão montadas no local onde uma equipe multidisciplinar formada por médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e professores de educação física estarão realizando diversos testes físicos como bioimpedância, aferição de pressão, biometria, entre outros, para avaliar cada pessoa quanto às suas aparentes condições para realização de atividades físicas.

Idealizada pelo médico do esporte, Alexandre Carvalho, (responsável pelo quadro ‘Medida Certa da TV Globo’ junto com o educador físico Márcio Atalla) a campanha conta com o apoio  de vários artistas e atletas  como Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima,  Bernardinho, Fernanda Keller,  Fabizinha do vôlei, as campeãs de vôlei de praia Àgatha Bednarczuk e Talita Antunes, Nicete Bruno, Beth Goulart , Mário Júnior, Caio Paduan, Luciano Zafir, entre outros que cederam suas imagens como forma de adesão ao evento.

Alerta sobre o Sedentarismo no Rio de Janeiro

Segundo dados do IBGE e da Organização Mundial de Saúde, 80% da população carioca é sedentária, sendo que 73,4% são homens e 84,1% de mulheres.

Alexandre Carvalho alega que não é segredo que o sedentarismo e a má alimentação têm aumentado diariamente por todos os Estados do país, entretanto, os dados acima mostram de forma alarmante como o carioca está posicionado no ranking nacional.

  “Daí a importância de se realizar uma campanha tão ampla quanto esta, que percorrerá diversos bairros da cidade estendendo-se durante todo o ano e com o objetivo de tornar-se fixa no calendário da cidade. O Rio tem passado por momentos muito difíceis. Nada melhor do que cuidarmos da nossa saúde, pois a transformação de tudo começa a partir de nós mesmos” diz Alexandre Carvalho, lembrando que amamos nossa cidade que tem espaço e belezas naturais para a prática de esportes e movimentos.

Alerta

 “É importante saber que 70% da população mundial é sedentária e constatar que um número tão grande de pessoas aqui no Rio caminham junto a esta realidade é assustador tendo em vista o número de moléstias geradas pelo sedentarismo” alega o médico lembrando que, praticar um esporte, ou uma atividade física, pode vir a diminuir esses índices, além de gerar diversos resultados a saúde e ao bem estar.

Ainda de acordo com o especialista, a prática de atividades físicas melhora os problemas cardiorrespiratórios, faz a regulação de doenças como diabetes, pressão alta, osteoporose, colesterol, obesidade entre outras.

Hábitos que podem ser executados no dia a dia

Para quem não tem tempo ou não gosta de ir à academia, existem alguns outros métodos para serem utilizados e para pôr a saúde em dia. Simples hábitos como pedalar, jogar bola, correr, caminhar, nadar, subir escadas e dançar, são alguns dos exercícios físicos sugeridos pela campanha. Além disso, os profissionais da área incentivam que algumas atividades do dia a dia sejam feitas com mais frequência como passear com cachorro, varrer, cuidar do jardim, lavar o carro, dentre outras. Hábitos como estes melhorarão a qualidade de vida e a saúde.

Mudança de Hábitos

“Mudar de hábitos nem sempre é tão simples assim como se pensa. Para quem nunca praticou nenhum tipo de exercício, precisa iniciar suas práticas com atividades mais leves, que sejam sempre instruídas por profissional de educação física habilitado” diz o médico.

CABELOS COLORIDOS: TENDÊNCIA DE BELEZA OU CAPRICHO ADOLESCENTE?
Cabelos coloridos: Tendência de beleza ou capricho adolescente?
Youtuber Karyna Rangel conta o segredo por trás de seu visual colorido, que tem sido tendência no Instagram e feito a cabeça de celebridades e mulheres por todo o mundo.
Os cabelos coloridos ganharam espaço nas passarelas e no dia-a-dia das mulheres que desejam revolucionar completamente o visual e apostar em uma cor totalmente fora do comum para tingir os fios. Sim, os cabelos coloridos são uma tendência, que tem feito a cabeça das celebridades, literalmente, em especial mulheres adolescentes e jovens que desejam mudar a aparência expressando seu estilo de vida despojado, leve e alegre. Mais do que apenas atrair a atenção dos observadores, elas querem se expressar, e realizar seu gosto pessoal sem medo de ser feliz.
Nos últimos anos, mais do que nunca, a moda tem trazido consigo além do viés da beleza uma bandeira de dar voz e empoderar mulheres ao redor do mundo, através do inusitado, do novo e do ousado. Celebridades como Katy Perry, Lady Gaga e Avril Lavigne já adotaram o visual colorido por diversas vezes, usando a moda e o estilo como uma maneira de externar sua arte, seus ideais e pensamentos.
A youtuber carioca Karyna Rangel tem feito um estrondoso sucesso nas redes sociais, e é uma das grandes referências no Brasil quando o assunto é cabelo colorido. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é vista frequentemente com as madeixas das mais diversas cores: lisos, cacheados, longos, curtos, etc. Para Karyna, isso já faz parte da sua personalidade: “Desde criança sempre usei o cabelo colorido. Estou sempre mudando a cor do meu cabelo, e faço isso sem nenhum motivo em especial. Faço porque acho bonito, e faço porque sou muito espontânea e impulsiva. Mesmo quando digo que vou manter o cabelo daquele jeito, mudo uma semana depois (risos).”
Essa semana, Karyna pintou o cabelo de arco íris, que é uma das tendências capilares em alta desse ano no Instagram. Karyna como uma das principais influenciadoras do Brasil, conta que muitas meninas escrevem pra ela pedindo dicas e conselhos sobre o assunto de colorir os cabelos. No entanto, para ela, o mais importante é sentir-se bem com o resultado: “até brinco que me considero uma digital “desinfluencer”, mas sei que realmente muitas meninas se inspiram em mim quando o assunto é lifestyle e moda. Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.
Musa da Croácia, Michelle Beus posa e revela: “solteira sim, sozinha nunca”

Disputando o título de Musa da Copa do Mundo com outras 31 candidatas, a Musa da Croácia 2018 está com tudo. Michelle Beus está nas páginas da revista Sexy de maio como veio ao mundo revelando todos os seus atributos. A gata foi convidada para fazer o ensaio logo depois de brilhar no carnaval de São Paulo como Musa da Acadêmicos do Tatuapé, a campeã da folia.

“Não tenho problema com a nudez, meu problema é com a cabeça do outro, com aquilo que ele cria como certo ou errado. Ainda saindo da avenida no desfile da escola fui convidada para posar. Não pensei duas vezes e me joguei! Acho que eu sou a única candidata do concurso que já esteve nua em uma revista. Será que isso ajuda?”, pergunta Michelle.

Sem falar muito sobre o coração a modelo não afirmou e também não negou se tem alguém mexendo com o coração dela. “Ninguém está totalmente sozinho. Sempre tem alguém mexendo com o coração, virando a cabeça, tirando sério. Gosto de preservar meus relacionamentos, solteira sim, sozinha nunca”, completou aos risos.

 

Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
Manoella Aparecida, da seleção brasileira de ginástica aeróbica, chega esta semana para disputar o Mundial
A ginasta Manoella Aparecida disputará pela primeira vez o Campeonato Mundial de Ginástica Aeróbica, que neste ano será realizado em Guimarães, Portugal. A jovem de 13 anos espera que sua mãe, Danielle, consiga apoio para viajar como fisioterapeuta da equipe. Ela atende as atletas do estado do Rio de Janeiro como voluntária e em outros campeonatos que conseguiu acompanhar atendeu vários atletas da equipe do Brasil.
“A Manoella é a caçula de três irmãos. Como minha filha do meio é portadora de necessidades especiais, fiz faculdade de fisioterapia para reabilitá-la. No entanto, a Manoella também se beneficia da minha faculdade porque acabo atuando na prevenção de lesões e melhora do seu desempenho. Ela está pedindo muito para eu ir pois meu trabalho como fisioterapeuta faz a diferença e pelo apoio a equipe”, conta Danielle.
Uma empresa privada de saúde concedeu a passagem para Manoella viajar para a competição. A mãe da jovem atleta conta que foram feitas rifas, bingos e leilões de camiseta de futebol na cidade de Itaguaí, no Rio de Janeiro, onde a família mora, para arcar com as despesas da ginasta em Portugal. “Agora espero conseguir ir viajar e depois arrumar algum lugar apenas para dormir já que durante o dia passarei os treinos e campeonatos com as atletas”, diz Danielle.
Campeã brasileira, campeã sul-americana e prata no Pan-Americano de 2017, Manoella Aparecida competiu em Portugal nos dois últimos anos. “Será o primeiro mundial dela e ela está indo com fé. Não é um campeonato fácil de se disputar, principalmente porque a categoria individual gera uma expectativa muito grande. Se eu não conseguir ir, sei que ela vai ter o apoio de Portugal. A Manoella é neta de portuguesas por parte de pai e tenho certeza que ela será bem acolhida. Não foi nada fácil ela chegar no Mundial, enfrentamos muitas dificuldades”, destaca a mãe da atleta que iniciou na ginástica com 6 anos de idade graças a um projeto social que aconteceu na escola pública onde ela estudava na época.
MOSTRA NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO EXIBE FILMES DA NOUVELLE VAGUE SOVIÉTICA

Seleção de 21 produções revela o cinema soviético nos anos de abertura após o regime Stalinista

No ano da Copa do Mundo, em que todos viram seus olhos para a Rússia, a mostra de cinema Nouvelle Vague Soviética entra em cartaz na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, de 22 de maio a 03 junho. A seleção de 21 filmes joga luz nos anos de abertura do regime comunista do período pós-Stalin, com curadoria de Pedro Henrique Ferreira e Thiago Brito. O projeto tem patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.

Na década de 60, dentro da principal universidade de cinema do bloco da antiga União Soviética, a VGIK, sob a tutela de Mikhail Romm, nascia a vontade de se fazer um cinema moderno. Entre suas principais figuras, nomes mais conhecidos, como Andrei Tarkovski (Andrei Rublev), Sergei Parajanov (A Sombra dos Antepassados) e Andrei Konchalovski (O Primeiro Professor), outros nem tanto, como Muratova e o German e alguns ainda não descobertos, como Khutsiev, Panfilov, Klimov, Sheptiko, Chukrai.

“A nossa seleção abordou as figuras que fizeram parte deste momento de efervescência artística. Tentamos fazer um panorama que ao mesmo tempo misture o momento histórico, e que nos revele a singularidade artística destes realizadores, eventualmente trazendo também para a mostra o que julgamos ser os seus melhores filmes”, conta Pedro Henrique Ferreira.

Foram figuras que fizeram obras mais pessoais, enfrentando a resistência do regime e sua vontade de criar uma cultura oficial. Muitos destes filmes foram banidos à sua época pelo regime de Kruschev e só puderam ser lançados anos depois, como A Comissária, de Aleksandr Askoldov, que foi exilado de Moscou e proibido de realizar filmes no bloco. Seu longa ficou 20 anos nos arquivos da KGB. O caso mais radical é do Difícil ser um Deus, um projeto iniciado em 1968 e que só foi concluído por Aleksey German em 2013, no ano de sua morte.

“Os filmes são muito diferentes entre si. Aquele que talvez dê o pontapé inicial para o movimento é o Tenho Vinte Anos, do Marlen Khutsiev. Originalmente, o filme se chamaria Os Portões de Lenin, e o Khutsiev parece nos propor, até certo ponto, um retorno aos ideais leninistas diante do momento stalinista do qual ele advinha. A balada de um soldado é um filme raríssimo e que deixou uma forte impressão. O Vá e Veja é um filme extraordinário, assim como os filmes da Muratova, do German e do Tarkovski. Este cinema é mais marcado pela subjetividade, pela experimentação e pela singularidade de estilos do que pela unidade e proximidade”, analisa Pedro.

Dentro da programação da mostra, no dia 2 de Junho (sábado), às 19h, será realizado ainda um debate sobre o Cinema soviético moderno, com participação de Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

Programação:

22 de maio (terça-feira)

CINEMA 1
18h20 – Sessão de Abertura A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
16h – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

23 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

17h – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos
19h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2

16h50 – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos
18h40 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

 

24 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo

16h45 – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h50 – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

CINEMA 2
17h30 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

19h05 – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

 

25 de maio (sexta-feira)

CINEMA 1
14h30 – Curso O cinema soviético na era do degelo
16h50 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos
19h30 – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
14h50 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

26 de maio (sábado)

CINEMA 1
17h – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
15h – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

17h30 – Difícil ser um Deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

27 de maio (domingo)

CINEMA 1

16h – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos

18h10 – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

18h40 – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

29 de maio (terça-feira)

CINEMA 1

16h – Não há caminho sob o fogo (1968), de Gleb Panfilov, HD, 95 min, 14 anos

18h – Meu amigo Ivan Lapshin (1986), de Aleksey German, 101 min, HD, 16 anos

CINEMA 2
17h15 – O início de uma era desconhecida (1967), de Andrei Smirnov e Larisa Shepitko, 75 min, HD, 12 anos

18h50 – Nove dias de um ano (1961), de Mikhail Romm, 111 min, HD, 12 anos

30 de maio (quarta-feira)

CINEMA 1
15h30 – Escrava do amor (1976), de Nikita Mikhalkov, 94 min, HD, 14 anos

17h30 – Andrei Rublev (1966), de Andrei Tarkovski, 180 min, HD, 12 anos

CINEMA 2
18h15 – Primeiro professor (1965), de Andrei Konchalovsky, 102 min, HD, 14 anos

31 de maio (quinta-feira)

CINEMA 1
15h – Cinco tardes (1979), de Nikita Mikhalkov, 103 min, 35mm, 12 anos
17h – A Comissária (1967/88), de Aleksandr Askoldov, 110 min, 35mm, 12 anos

19h10 – Balada de um Soldado (1959), de Grigory Chukhrai, 88 min, 35mm, 14 anos

CINEMA 2
15h15 – Quando voam as cegonhas (1957), de Mikhail Kalatozov, 97 min, HD, 14 anos

17h15 – A sombra dos antepassados esquecidos (1964), de Sergei Parajanov, 97 min, HD, 12 anos

1 de Junho (sexta-feira)

CINEMA 1
16h – Tio Vânia (1971), de Andrei Konchalovsky, 104 min, 35mm, 12 anos

18h – Vá e Veja (1984), de Elem Klimov, 142 min, 35mm, 16 anos

CINEMA 2
15h – A Ascensão (1977), de Larisa Shepitko, 111 min, HD, 14 anos

18h15 – Stalker (1979), de Andrei Tarkovski, 142 min, HD, 14 anos

2 de Junho (sábado)

CINEMA 1
16h30 – Chuva de julho (1967), de Marlen Khutsiev, 107 min, HD, 12 anos
19h – Debate Cinema soviético moderno, com Hernani Heffner e Luiz Carlos Oliveira Jr.

CINEMA 2
15h45 – Difícil ser um deus (2013), de Aleksey German, 177 min, HD, 16 anos

3 de Junho (domingo)

CINEMA 1

17h – Tenho vinte anos (1962/65), de Marlen Khutsiev, 189 min, HD, 14 anos

CINEMA 2
16h – Soy Cuba (1964), de Mikhail Kalatozov, 108 min, HD, 14 anos
18h – Bem-vindo ou entrada proibida (1964), de Elem Klimov, 74 min, HD, 12 anos

 

  • Serviço:
  • Mostra de Cinema Nouvelle Vague Soviética
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 22 de maio a 03 de junho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Cinema 2 – 80 lugares (mais 2 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Acesso para pessoas com deficiência
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
Governo exclui norma que impedia venda de remédio de Parkinson para jovens portadores da doença

 

Com apoio de integrantes do Projeto Vibrar com Parkinson, parkinsonianos, com menos de 50 anos, já podem comprar Prolopa com preco acessível em farmácias Populares.


Representantes do projeto Vibrar com Parkinson junto ao Ministro da Saúde,  Gilberto Magalhães Occhi e ao Diretor de Assistência Farmacêutica,  Renato Teixeira Lima trataram das demandas das pessoas com Parkinson.

Com o apoio do deputado Ricardo Izar,  Presidente da Frente Parlamentar pelos Direitos das Pessoas com a Doença de Parkinson, a Norma 38SM (que impedia a compra do medicamento  Prolopa para portadores de Parkinson menores de 50 anos), pelo Programa Farmácia Popular, foi “DERRUBADA”. Após longo debate, os representantes do Vibrar  argumentaram e conveceram da importância da retirarada da trave. A partir de agora todos pacientes com a doença terão  acesso à  medicação, sem restrição de idade, a  preço acessível. Essa proibição ocorreu, após o governo alegar que a patologia só se desenvolvia em pessoas com idade acima de 50 anos e acreditar, por isso, que o desconto não se fazia necessário para indivíduos que não estivessem nessa faixa etária.

De acordo com muitas pesquisas e casos estudados ao longo de alguns anos, o Parkinson também atinge os jovens.  Nos pacientes da doença, cerca de 10% tem menos de 50 anos e 2 % menos de 40 anos. Essa é uma estatística importante, pensando no tratamento igual para todos, sem distinção de idade.

Para quem não sabe, os sintomas se manifestam em forma muito semelhante tanto em pessoas mais velhas, como pessoas mais novas. No caso dos jovens, essa patologia chega de mansinho e se manifesta de forma lenta, sem ser muito perceptível. Pode provocar movimentos musculares involuntários, mas não apresentam tanto desequilíbrio e instabilidade. O maior desafio para a juventude com Parkinson é a forma como lidar com a doença, não somente fisicamente, como também psicologicamente e socialmente. Tratar isso com a família, trabalho e amigos não costuma ser uma tarefa fácil.

O projeto Vibrar com Parkinson, idealizado pela cientista e pesquisadora Danielle Ianzer, foi criado para conscientizar e informar  pessoas que não sabem que  os jovens podem desenvolver essa disfunção. A finalidade do projeto é auxiliar pacientes, familiares e cuidadores na manutenção do bem-estar e da qualidade de vida, através de divulgação e difusão de informações sobre tudo que envolve a questão: Tratamentos, remédios, pacientes e etc.

 

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Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Conheça a “Musa do Sport” que tem 105cm de bumbum e muito amor pelo Leão da Ilha
Milla Felix é uma daquelas torcedoras que fazem de tudo pelo time do coração. Não à toa ela está sendo considerada em Recife como a “Musa do Sport”.
Nascida na capital pernambucana, a morena de 23 anos faz academia todos os dias e não esconde que adora cuidar do seu corpo. “Cresci no meio de fotografia na empresa do meu pai e sempre gostei de fotografar com o sonho de um dia ser modelo! Sou louca pelo meu Sport e atualmente surgiu a oportunidade e o desejo enorme de me tornar musa do Leão da Ilha”, exalta ela.
Milla Felix é um fenômeno nas redes sociais, descoberta pelo fotógrafo Felipe Camargo, a morena todo mês vai até o Rio Grande do Sul para fotografar com ele. Ela adora postar fotos exibindo seu corpo escultural com 105cm de bumbum, 94
cm de busto, 70cm de cintura, 63cm de coxa distribuídos em seus 1,70m de altura e 68kg.
Nossos Mortos Têm Voz Estreia do aclamado documentário em Nova Iguaçu

No dia 24 de maio de 2018 acontecerá a estreia oficial na Baixada Fluminense do documentário “Nossos Mortos Têm Voz”. O evento acontecerá no Teatro SESC, localizado na Rua Dom Adriano Hipólito, 10 – Moquetá, Nova Iguaçu.

 A exibição do filme começa às 18:30h e em seguida haverá um debate com a presença dos diretores do filme, representantes do Fórum Grita Baixada, do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu e da Rede de Mães e Familiares de Vítimas da Violência de Estado na Baixada Fluminense, protagonistas do filme.

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” foi realizado a partir da parceria entre a Quiprocó Filmes, o Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu, o Fórum Grita Baixada e a Misereor. Tendo como foco principal o depoimento de mães e familiares de vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, o documentário pretende trabalhar com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória das vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

Os diretores Fernando Sousa e Gabriel Barbosa explicam que “Nossos Mortos Têm Voz” busca traduzir para a linguagem cinematográfica o grito das mães e familiares vítimas da violência de Estado na Baixada Fluminense, que lutam pela memória e justiça dos seus filhos e familiares: “Queremos provocar inquietação nos agentes do Estado e nas suas instituições, mas sobretudo desejamos que o filme potencialize todo o trabalho e militância das mães e

familiares massacrados pelo Estado. ‘Nossos Mortos têm Voz’ é um grito que expressa a dor das mães ao mesmo tempo em que as coloca como protagonistas na luta pelo direito à vida nas favelas e periferias do Brasil”, contam.

Para o coordenador do Fórum Grita Baixada Adriano de Araujo, desde a pré-estreia, ocorrida no Cine Odeon em março, observa-se que o filme tem provocado uma série de reflexões muito fortes sobre a trajetória de luta dessas mães, ao mesmo tempo que evidencia como o Estado continua matando, seja pelos assassinatos em si, mas também pela não responsabilização e reparação desses crimes bárbaros.

Padre Marcio Rodrigues, coordenador do Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu explica que o lançamento do filme vai representar a maior visibilidade da Rede de Mães e Familiares de Vítimas de Violência na Baixada: “Esperamos que o filme fortaleça a caminhada da Rede, dessa trajetória de mulheres que com muito esforço buscam somar forças para uma Baixada Fluminense sem violência”

Sinopse

A narrativa do documentário é construída a partir do depoimento e do protagonismo das mães e familiares vítimas da violência de Estado da Baixada Fluminense. Tendo como ponto de partida esses casos, mas não se limitando à crueza da violência praticada, o documentário trabalha com as histórias atravessadas por essas perdas. Pretende-se resgatar a memória dessas vidas interrompidas trazendo uma visão crítica sobre a atuação do Estado através das polícias na Baixada Fluminense, sobretudo no que diz respeito à violência contra jovens negros.

 

Contexto histórico

Entre as décadas de 50 e 70, a Baixada Fluminense foi projetada nacionalmente pela atuação de esquadrões da morte. Nos anos 1980, a Baixada novamente ficaria marcada pela atuação de grupos de extermínio, ambos compostos por policiais e outros agentes do Estado. Ao longo desse período, matadores foram eleitos a cargos políticos e a influência dos grupos criminosos penetrou nas estruturas de poder legislativo, executivo e do judiciário.

A partir da década de 90 observa-se a expansão e a presença do tráfico varejista de drogas e a emergência das milícias, especialmente nos anos 2000 e 2010. As estruturas de poder político e de ganhos econômico-sócio-culturais calcadas na violência se consolidaram, modificaram e se reconfiguram permanentemente, sobretudo nas esferas do poder econômico e político.

Essa configuração faz com que as taxas de violência letal sejam umas das mais altas do país. Somente entre os anos 2006 e 2016, foram assassinadas 20.645 pessoas na Baixada Fluminense. Esse número representa 30% das mortes violentas do estado do Rio, com taxas anuais que superam 60 assassinatos por 100 mil habitantes. A letalidade policial soma a essa realidade números alarmantes, com 2216 casos registrados durante mesmo período, correspondendo a aproximadamente 12% das mortes violentas da Baixada.

Trilogia da memória

O documentário “Nossos Mortos Têm Voz” é o segundo filme da “Trilogia da Memória”, da qual fazem parte os documentários “Nosso Sagrado” e “Entroncamentos”. Enquanto dimensão incontornável da nossa humanidade, a memória não só nos define como também constrói nossa experiência social. A luta contra o esquecimento é a luta contra a morte, o fenecimento. Na “Trilogia da Memória”, ela aparece como um instrumento de resistência contra o Estado que, de forma violenta, insiste em apagar as memórias de pessoas e lugares. Recontar a história a partir da narrativa não oficial é o passo fundamental para a transformação do presente e do futuro. A narrativa da memória é a arma com a qual buscamos continuar contando (para nós mesmos) quem somos.

Página do filme no Facebook: www.facebook.com/NossosMortosTemVoz

Ficha Técnica

Direção: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Argumento e roteiro: Fernando Sousa & Gabriel Barbosa.

Produção: Gabriel Barbosa.

Pesquisa: TerineHusek e Vinicius Santiago.

Direção de fotografia: Luis Felipe Romano.

Câmeras: Debora Indio do Brasil, Jorge Bernardo, KarimaShehata e Luis Felipe Romano.

Som direto: Vilson Almeida.

Montagem: Debora Indio do Brasil.

Assistente de edição: Lucas Vieira.

Designer: Luiza Chamma.

Música: “Mãe”. Autores: Emicida, DjDuh, Dona Jacira, Renan Inquérito. Intérprete: Emicida, Anna Tréa, Dona Jacira. Gravadora: Laboratório Fantasma. Fonograma gentilmente cedido pelo Laboratório Fantasma.

Produção: Quiprocó Filmes.

Co-produção: Arpoador Comunica Filmes.

Apresentação: Fórum Grita Baixada, Centro de Direitos Humanos da Diocese de Nova Iguaçu e Misereor.

Apoio: Fundação Heinrich Böll, Rede de Comunidades Contra a Violência, Fundo Brasil de Direitos Humanos e Casa Fluminense.

Realização da Programação: SESC Nova Iguaçu.

Classificação Etária: 12 anos.

COMUNICAÇÃO FÓRUM GRITA BAIXADA:  Fabio Leon – 98172-1973 (Cel/WHATSAPP) fabio.socialrj@gmail.com