A força e a poesia do sexteto Mulamba encerra fase do Levada no Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho com participação da cantora pernambucana Doralyce
- Grupo de Curitiba usa poesia e música para cantar o empoderamento feminino
- Programação de junho encerra destacando a força das mulheres na cena musical
- Ayrton Montarroyos abre última fase do Festival, na Tijuca, em julho
Clip da música P.U.T.A
https://www.youtube.com/watch?v=ZdpZ-93uUnY
Uma banda de mulheres que tem muito a dizer. Mulamba, sexteto de curitibano é a última atração do Festival Levada no palco do Teatro Sesi, dias 28 e 29 de junho, às 19h. Elas juntaram instrumentos de cordas e percussão com letras fortes que retratam e reiteram vivências feministas. O grupo ainda conta com a participação especial da pernambucana Doralyce, no segundo dia. Depois disso, hora de trocar o centro pela Tijuca, onde, nos dias 5 e 6 de julho o Levada começa a fase final do festival, no Centro da Música Carioca, na Tijuca, com show de Ayrton Montarroyos.
Juntas desde 2015, o Mulamba é formado por Fer Koppe (violoncelo), Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Érica Silva (baixo/guitarra), Caro Pisco (bateria) e Naíra Debértolis (guitarra/baixo), que se revezam entre guitarra, baixo e violão. Na bagagem estão referências musicais que passam por Elza Soares, Cassia Eller, Milton Nascimento e Rosetta Tharpe, entre outros. Com um repertório totalmente autoral, elas vão cantando e montando o setlist ao vivo, sentindo o clima do momento. A música “P.U.T.A” ganhou vídeo que já conta com mais de dois milhões de visualizações no youtube, desde 2016. Além dessa, estão as composições “Espia, escuta”, “Lama e “Vila vintém”, entre outras. A mistura é da boa e quem já viu o sexteto no palco – elas se apresentaram anteriormente no Circo Voador e na Fundição Progresso – não se esquece.
“A gente gosta de difundir as nossas mensagens pela música em todos os cantos, na rua, no teatro, nas periferias. É uma vontade coletiva”, afirma Cacau.
Para o curador Jorge Lz, o conceito do Mulamba define (e fecha) bem a programação de junho do Festival. “É cada vez mais evidente a importância das mulheres na música brasileira, especialmente na independente. Elas estão usando a sua força e presença para marcar seu território nessa cena”.
A sétima edição do Levada começou no dia 10 de maio com show do Kassin no Teatro Ipanema onde apresentou, ao longo do mês, atrações variadas, como o trio Muntchako, de Brasília, a cantora Illy, da Bahia e o Trombone de Frutas, do Paraná. Em junho, o Festival ocupou o Teatro Sesi, no centro – com shows da Banda Mais Bonita da Cidade, Corte e Alzira E, Laura Lavieri e fecha agora com Mulamba. A reta final será na Tijuca, onde, a partir de 5 de julho os shows acontecerão no Centro da Música Carioca, completando a circulação por três regiões da cidade: Zona Sul, Centro e Zona Norte, um desejo antigo do idealizador, Julio Zucca, sócio da Zucca Produções e coordenador geral do Levada.
Com shows às quintas e às sextas-feiras, em horários variados, e ingressos a preços populares (R$ 20 e R$ 10 para quem paga meia entrada), o Festival Levada tem patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura e da Oi – por meio da Lei de Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro – Lei do ISS.
Programação Levada 2018
TEATRO SESI (Av. Graça Aranha, 1, no Centro). Shows às 19h, censura 16 anos:
- Dias 28 e 29 de junho – Mulamba (Curitiba, PR)– O sexteto feminino que combina sonoridades e traz, em seu discurso, questões sociais e de empoderamento feminino se apresenta pela primeira vez na cidade.
CENTRO DA MÚSICA CARIOCA ARTUR DA TÁVOLA (Rua Conde de Bonfim, 824, na Tijuca). Shows às 20h:
- Dias 5 e 6 de julho – Ayrton Montarroyos (Recife, PE) – Além de compositor, Ayrton se destaca como um dos mais interessantes intérpretes da nova geração. Lançou seu primeiro disco em 2017, mesmo ano em que teve uma passagem bastante elogiada pelo programa The Voice.
- Dias 12 e 13 de julho – Luê (Belém, PA)– Lançou no final de 2017 o seu segundo disco, “Ponto de Mira”, com sonoridade mais eletrônica e produção de Zé Nigro, braço direito de Curumin.
- Dias 19 e 20 de julho – Romulo Fróes (São Paulo, SP) – Integrante do quarteto Passo Torto, é considerado um dos principais compositores paulistanos e prepara novo álbum de inéditas. Lançou um disco em homenagem ao sambista Nelson Cavaquinho, uma compilação de músicas suas gravadas por mulheres e um disco com o cantor mineiro César Lacerda.
- Dias 26 e 27 de julho – Pietá (Rio de Janeiro, RJ) – Formado por Frederico Demarca, Rafael Lorga e pela cantora potiguar Juliana Linhares, o trio mistura vários elementos da música popular brasileira e lança o seu segundo CD, “Leve o que quiser”, com participações de Chico César, Claudio Nucci e Carlos Malta.
Um pouco mais sobre o Levada
Nas seis edições anteriores, o Levada apresentou 88 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 12 mil pessoas. Pedro Luís, Siba, Lucas Santanna e Lirinha são alguns dos artistas mais famosos que já passaram pelo Levada, que também trouxe artistas que estavam prestes a despontar, como Ellen Oléria, Filipe Catto, Márcia Castro e Boogarins. Isso sem falar nas descobertas de Phill Veras, Aíla, Brunno Monteiro, Jaloo e César Lacerda.
Leia, veja, ouça mais sobre o Levada nas redes:
https://levadaentrevistablog.wordpress.com/
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A youtuber carioca Karyna Rangel tem sido uma das representantes desse movimento fashion, de uma moda mais leve e espontânea. Com quase 1,5 milhões de inscritos no seu canal e quase meio milhão de seguidores no Instagram, a digital influencer e vlogger é tem ousado em combinação de cores e tendências em seus looks, que são inspiração para suas seguidoras: “Eu sou uma pessoa alegre, intensa, vibrante, e expresso isso na forma que me visto e nas cores que uso. Além de trazer uma imagem jovem, moderna, descolada, acredito que o cabelo colorido traz positividade e uma imagem alegre. É isso que aconselho para minhas seguidoras: sejam felizes”.



A fisiculturista que é patrocinada pelas marcas Black Skull, Labellamafia e Pharmactive esclarece que após virar atleta adquiriu um pouco mais de conhecimento no assunto e para aprender a tirar o máximo proveito de cada exercício precisou diminuir alguns pesinhos em aparelhos e ir aumentando gradativamente.
Realizada por homens e mulheres muito respeitados no sertão nordestino, a previsão do clima é uma atividade enraizada na cultura cearense e em outros estados da região, reverenciada por toda a comunidade e passada de geração em geração. As personalidades que detém esse conhecimento são conhecidas como ‘Profetas da Chuva’. Suas previsões meteorológicas, feitas a partir da observação da natureza, têm o importante papel de anunciar à população local como será o clima do ano que virá. Essas figuras, que encantam por seu saber empírico, simples e profundo, motivaram a criação do espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’, que estreia dia 22 de junho, no Teatro Candido Mendes, com pesquisa, texto e atuação de Clara Santhana e Paula Cavalcanti e direção de Isaac Bernat. O diretor e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores.

A Índia é o país que mais produz filmes no mundo e com uma indústria gigante, que movimenta bilhões de dólares no mercado, domina a Ásia e se espalha com velocidade intensa. Na mostra Novo Cinema Indiano, o público terá acesso a produções de realizadores que buscam narrativas menos convencionais dentro da cinematografia indiana. Filmes ao mesmo tempo reflexivos e de apelo popular, que transitam entre os festivais internacionais, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood.
Atriz, modelo e massagista tântrica, Mel Fire revelou as características da massagem mais procurada por homens, mulheres e casais. Além de proporcionar prazer intenso, as sessões de massagem tântrica podem ainda servir como tratamento alternativo para algumas disfunções.

Pois bem, em outubro deste ano iremos novamente às urnas em mais uma eleição, e qual é a posição política da nossa juventude diante desse caos que o atual quadro político em que vivemos? Desde aquele março de 88, já se passaram 30 anos e o que pode incentivar o nosso jovem a votar seria a esperança de uma renovação na política, ou melhor, dos políticos. Segundo pesquisa do TSE em 2012, o número de eleitores jovens dentro desta faixa etária caiu 30%. A desinformação, a falta de interesse e o pensamento pré-concebido de que não mudará muita coisa ir à urna, faz com que os jovens não tenham qualquer estímulo para participar das eleições.
A polarização nos discursos políticos entre os jovens não beneficia de maneira alguma nenhum deles, ao contrário lança uma cortina de fumaça em Brasília, e em meio a essa fumaça “surgem” habeas corpus, acordos obscenos são assinados, leis insanas são aprovadas e tudo isso faz com que esses maus políticos se perpetuem no poder.