PEGAR MUITO PESO SIGNIFICA MELHORES RESULTADOS NA MUSCULAÇÃO?
Pegar muito peso significa melhores resultados na musculação?
Uma das perguntas mais frequentes nas academias é se pegar muito peso significa melhores resultados na musculação e no crossfit.
Fernanda Dassie, a “Financista Fitness” que foi gordinha no início da adolescência e que desde os 13 anos fez várias dietas, orientadas ou não, explica: “A não ser que a pessoa seja um atleta de Powerlifting, onde realmente a quantidade de peso conta para que ela ganhe o campeonato, pegar muito peso não significa melhores resultados para quem quer ter um corpo bem hipertrofiado e desenhado. O que faz realmente a diferença é a forma que o
praticante executa os exercícios”.
“É preciso muita consciência corporal e concentração no músculo a ser trabalhado para que a biomecânica de cada atividade ocorra da melhor forma possível. Com o peso adequado para a pessoa (pesado dentro de seus padrões) e com a execução mais perfeita possível, os resultados virão muito mais rápidos e com menos riscos de lesões do que simplesmente aumentando a carga descontroladamente”, completa a morena formada em Administração, que tem MBA em Finanças pelo IBMEC e atualmente é Diretora Finceira na empresa LAB Madeiras e Ferragens.
A fisiculturista que é patrocinada pelas marcas Black Skull, Labellamafia e Pharmactive esclarece que após virar atleta adquiriu um pouco mais de conhecimento no assunto e para aprender a tirar o máximo proveito de cada exercício precisou diminuir alguns pesinhos em aparelhos e ir aumentando gradativamente.
“É claro que não devemos nos exercitar com pesos leves para hipertrofia, mas às vezes o excesso de peso pode causar danos às articulações, estiramentos e atrofias musculares, além de poder recrutar a musculatura errada devido à compensação natural que nosso corpo faz com o peso inadequado. Se você é novato na academia ou se não conhece a forma correta de executar o movimento de um certo aparelho, não deixe de pedir auxílio de um profissional de educação física. Seu resultado, articulações e saúde com certeza agradecerão!”, pontua a digital influencer.
Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes,

Inspirado em figuras reais e respeitadas do Ceará, o espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’ estreia dia 22 de junho no Teatro Candido Mendes, em Ipanema

Com direção de Isaac Bernat, montagem teve origem em pesquisa feita pelas atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti nas cidades  de Quixadá e Quixeramobim (CE), onde moram os profetas. Bernat e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores

Realizada por homens e mulheres muito respeitados no sertão nordestino, a previsão do clima é uma atividade enraizada na cultura cearense e em outros estados da região, reverenciada por toda a comunidade e passada de geração em geração. As personalidades que detém esse conhecimento são conhecidas como ‘Profetas da Chuva’. Suas previsões meteorológicas, feitas a partir da observação da natureza, têm o importante papel de anunciar à população local como será o clima do ano que virá. Essas figuras, que encantam por seu saber empírico, simples e profundo, motivaram a criação do espetáculo ‘Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara’, que estreia dia 22 de junho, no Teatro Candido Mendes, com pesquisa, texto e atuação de Clara Santhana e Paula Cavalcanti e direção de Isaac Bernat. O diretor e Clara retomam a bem-sucedida parceria iniciada em ‘Deixa Clarear, Musical sobre Clara Nunes’, há cinco anos em cartaz e visto por mais de 200 mil espectadores.

A pesquisa, com supervisão de Nara Keiseman, começou quando as atrizes Clara Santhana e Paula Cavalcanti estudavam na UniRio e leram o livro ‘Profetas da Chuva’, de Karla Patricia Holanda Martins. O processo durou cinco anos (de 2007 a 2012) e incluiu duas viagens da dupla para as cidades de Quixadá e Quixeramobim, no Ceará, onde moram os profetas. Lá conheceram Chico Mariano e Paroara, ouviram muitas de suas histórias, e os elegeram os protagonistas do espetáculo. Depois de anos, a dupla retornou a pesquisa para criar um espetáculo que busca um ambiente de proximidade entre público e personagens. Na trama, os protagonistas conversam sobre a vida, suas experiências e seus métodos de previsão meteorológica.

“Falar dos Profetas da Chuva é experimentar no corpo um conhecimento vivido por muitas gerações. Eles têm palavras profundas e certeiras sobre a vida. São sábios. Com seus olhos maduros, observam os sinais da natureza e fazem um balanço do que está por vir. A população estremece ao ouvir suas previsões”, descreve a atriz Clara Santhana, que há cinco anos vive a cantora Clara Nunes nos palcos e que, agora, dá vida a Chico Mariano. “Entrar em contato com a pesquisa feita há anos no sertão do central do Ceará, na cidade de Quixadá, é me reconectar com a força ancestral presente naquelas vozes proféticas”.

A atriz Paula Cavalcanti, que interpreta Paroara, foi quem primeiro teve contato com o livro e incentivou o início da pesquisa. “Profetas da Chuva é um encontro de almas. Eles promovem, através da tradição oral, o sentimento de acolher com as palavras. Assim me senti desde que conheci o livro, e esse sentimento se confirmou quando tivemos a oportunidade de encontrar pessoalmente Paroara, Chico Mariano e outros (as) Profetas no Quixadá. Retomar esse encontro com as personagens enche meu coração de alegria e esperança. A sabedoria popular e sua riqueza são nossa pérola preciosa que nos motiva a dizer em cena as palavras desses senhores conectados com a natureza e toda sua grandiosidade.”

O diretor Isaac Bernat acredita que o espetáculo vai mostrar ao público a sabedoria popular dos profetas, que é muito respeitada na região, mas desconhecida por muitos no Sudeste do país. “Em Quixadá e Quixeramobim, viveram personalidades como Rachel de Queiróz e Antônio Conselheiro, então é uma região muito significativa e mística. É um lugar onde a oralidade é importante para resgatar memórias e tradições. Os Profetas da Chuva têm um olhar para os fenômenos da natureza que não é o clássico, mas existe uma ciência ali, que vem da observação da natureza. Com este espetáculo, original e poético, resgatamos um pouco do Brasil ainda desconhecido por muitos e preservamos nossa ancestralidade, nossas origens”, observa o diretor Isaac Bernat. Completam a equipe criativa Laura Becker (assistente de direção), Nara Keiserman (orientação de pesquisa), Aurélio de Simoni (Iluminação) e Desiree Bastos (cenário e figurino).

Sinopse

 Dois Profetas da Chuva — Chico Mariano e Paroara, vividos por Clara Santhana e Paula Cavalcanti — conversam sobre suas experiências de previsão meteorológica e os métodos utilizados na observação da natureza. Filosofam sobre a vida e o tempo, com falas bem-humoradas e momentos de música ao vivo. O ambiente é de proximidade entre personagens e público, que atua como testemunha de suas profecias.

Ficha técnica:

Texto e atuação: Clara Santhana e Paula Cavalcanti

Direção: Isaac Bernat

Assistência de direção: Laura Becker

Orientação de pesquisa: Nara Keiserman

Iluminação: Aurélio de Simoni

Cenário e figurino: Desiree Bastos

Produção executiva: Leandro Carvalho

Fotos: Mateus Gomes

Programação visual: Leandro Carvalho

Direção de Produção: Naine Produções

Assessoria de imprensa: Racca Comunicação

  • Serviço:
  • Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara
  • Temporada:  De 22 de junho a 29 de julho.
  • Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema
  • Telefones: 2523-3663.
  • Dias e horários: Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.
  • Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).
  • Lotação: 103 pessoas
  • Duração: 1h
  • Classificação indicativa: Livre
  • Funcionamento da bilheteria: Diariamente, a partir das 14h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/
XANGAI FAZ SHOW-TRIBUTO AOS REIS DO RITMO NORDESTINO NA CAIXA CULTURAL DO RIO DE JANEIRO

Cantor e compositor baiano homenageia Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva em duas apresentações

Foto Renan Perobelli

É no ritmo do coco e do baião que a CAIXA Cultural do Rio de Janeiro recebe, nos dias 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo), às 19h, o show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo. Em duas apresentações, o cantor, compositor e violonista baiano Xangai invoca toda a informalidade e a riqueza poética características do Nordeste com uma homenagem a dois expoentes da música popular nordestina: Jackson do Pandeiro e Jacinto Silva. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

 Mesclando obras já conhecidas do público, Xangai oferecerá à plateia carioca interpretações das canções de Jackson e Jacinto, incluindo algumas já gravadas por ele. O violonista Ricardo Vieira, o flautista João Liberato e o percussionista Ricardo Hardmann acompanham o artista no palco.

 O músico já recebeu a láurea de Melhor Cantor na categoria Regional na edição de 2016 do Prêmio da Música Brasileira e seu álbum mais recente,Xangai, ficou entre os três indicados para o prêmio de Melhor Disco. Seu violão “pinicado”, os malabarismos vocais, a grande capacidade de improvisação e a simplicidade trazida do berço fazem dele uma figura ímpar na música brasileira.

 

Os homenageados:

Paraibano, Jackson do Pandeiro se notabilizou como cantor de cocos, baiões, rojões, xaxados, sambas e marchinhas de carnaval, e teve grande sucesso na década de 1950. É autor de O Canto da Ema, gravada por Lenine; Na Base da Chinela, cantada por Elba Ramalho; e Lágrima, célebre na voz e no violão de Chico Buarque. Por todo o talento e influência na música popular, ficou conhecido como o “rei do ritmo”, firmando um estilo particular onde desafiava o tempo, introduzia divisões e quebrava o canto para alongar ou comprimir a métrica.

 E se Jackson do Pandeiro sacudiu as estruturas da música popular brasileira com a força da embolada nordestina, o alagoano Jacinto causou menos repercussão no país, apesar de ter gravado 24 discos e composto mais de 200 músicas. Jacinto teve seu auge nas décadas de 1960 e 1970, sendo uma espécie de discípulo de Jackson. Como o mestre, era também versátil e dominava vários ritmos e estilos nordestinos.

 

Jacinto popularizou várias modalidades de coco, com destaque para o coco sincopado – gênero musical que fundia trava-língua com pique de embolada. Usando uma divisão rítmica peculiar, interpretava canções que possuíam armadilhas capazes de enrolar a língua daquele que não tivesse o talento típico dos emboladores. Somente no fim da vida, na década de 1990, teve um reconhecimento mais amplo e hoje pode ser considerado uma grande referência na música popular nordestina e brasileira.

 Ficha técnica:

Violão: Ricardo Vieira

Flauta: João Liberato

Percussão: Ricardo Hardmann 

Coordenação de Produção: Gabriela Góes

Técnico de som: Carlos Caji

Iluminação: Katia Barreto

Programação visual: Gabriel Leite

Realização: Maracujá Cultural

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

 Serviço:

  • Show Xangai: afiando a língua com os reis do ritmo
  • Datas: 23 e 24 de junho de 2018 (sábado e domingo)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. A venda de ingressos começa no dia 19 de junho (terça-feira).
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
NOVO CINEMA INDIANO GANHA MOSTRA NA CAIXA CULTRAL RIO DE JANEIRO

Programação reúne produções de diversas regiões da Índia, faladas em diferentes línguas, e debates com estudiosos da cultura indiana

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo), a mostra Novo Cinema Indiano, que apresenta um panorama da produção recente de diversas regiões da Índia. A curadora Carina Bini reuniu uma seleção de 11 longas e médias-metragens, com destaque para filmes inéditos e premiados no National Film Awards, principal prêmio do cinema indiano. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

A Índia é o país que mais produz filmes no mundo e com uma indústria gigante, que movimenta bilhões de dólares no mercado, domina a Ásia e se espalha com velocidade intensa. Na mostra Novo Cinema Indiano, o público terá acesso a produções de realizadores que buscam narrativas menos convencionais dentro da cinematografia indiana. Filmes ao mesmo tempo reflexivos e de apelo popular, que transitam entre os festivais internacionais, estabelecendo um verdadeiro contraponto ao estereótipo associado à indústria de Bollywood.

Além de dez produções faladas em seis diferentes línguas oficiais da índia, a mostra apresenta, em uma sessão especial, a produção brasileiraKilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), falada em português, dirigida pelo Mestre Vedanta Jonas Masetti.

Entre os destaques da programação estão Pimbal (2017), último trabalho do consagrado cineasta Gajendra Ahire, que já dirigiu 44 filmes; Testemunha(2017), de Dileesh Pothan, considerado um dos melhores filmes de Mollywood (feito na língua Malayalam, falada exclusivamente no estado de Kerala, sul da Índia) e que ganhou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Longa Metragem em Malayalam e Melhor Ator Coadjuvante (Fahadh Faasil) no National Film Awards; e Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, um drama sobre as disparidades sociais da Índia de hoje que marca a estreia do diretor em longas-metragens. Este último conquistou os prêmios FIPRESCI e Avenir Prometteur na mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.

“A mostra apresenta um ‘olhar’ para a Índia que vem de dentro de seu âmago, resgatando vertentes do cinema mundial, uma vez que esse é o cinema que domina muitos países da Ásia e Oriente Médio, e comunica para bilhões de indivíduos desse planeta”, comenta Carina Bini. “Será um panorama atual do cinema indiano numa temática onde os desafios do momento se fazem presentes dentro de uma sociedade que precisa conviver com valores tradicionais e com o mundo moderno e globalizado da era digital, que transforma relações e põe em cheque valores de uma cultura ancestral”, conclui.

Atividades extras:

Na abertura, na terça-feira (19), às 18h, será realizada uma apresentação de dança clássica da Índia. Já no dia 21 de junho (quinta-feira), às 17h, haverá uma aula de yoga no foyer da CAIXA Cultural (tragam seus tapetinhos), com  música indiana, com instrumentos melódicos e percussivos, inspirados nas ragas indianas, composições milenares do país.

A mostra ainda apresentará duas sessões seguidas de debates. No dia 23 (sábado), às 17h, o mestre de Vedanta Jonas Masetti apresenta seu filme Kilasumak – O despertar de um Guerreiro, que aborda a busca por um Guru a partir da filosofia indiana, o Vedanta, que permeia a tradicional cultura da Índia. Após a sessão, Masetti fala sobre Cineterapia, uma experiência criada. No dia 28 (quinta-feira), às 19h, após a exibição de Os últimos ritos do Honorável Sr. Rai, o professor de yoga Leandro Castello Branco e o professor de yoga e simbolismo Hindu Patrick van Lammerenconversam com o público sobre a Índia e rituais sagrados.

 

Curadora da mostra:

Desde 1997, a brasileira Carina Bini passa temporadas na Índia estudando o cinema e a cultura do país. Viveu lá durante cinco anos, durante os quais ainda filmou e trabalhou em sets de filmagens. É diretora proprietária da Atman Filmes, produtora de cinema sediada em Brasília, e diretora do Festival Internacional Cinema e Transcendência. Único no pais com as temáticas do cinema e consciência, o festival está atualmente em sua quinta edição.

Nas unidades da CAIXA Cultural de Fortaleza e do Rio de Janeiro, produziu a mostra Devi Mulher em Cena e na Caixa Cultural Brasília realiza, até julho de 2018, o projeto Cine Curta Brasil, com a temática “Visionária, o olhar da mulher negra”. Além de projetos de séries de TVs em andamento, se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem La Mamma, uma coprodução Brasil/ Itália, filmado em Pirinópolis-GO e Assisi-Umbria.

Outras informações sobre a mostra podem ser acessadas no endereço www.facebook.com/mostracinemaindiano

Programação:

19 de junho (terça-feira)

18h – Abertura – Dança Clássica Indiana, 30 min

19h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

20 de junho (quarta-feira)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h30 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

21 de junho (quinta-feira)

17h – Dia Mundial do Yoga –  Música Indiana e aulão de Yoga, 60 min

18h30 – Sopro dos Deuses (2012) – Jan Schmidt-Garre, 105 min, HD, Livre

22 de junho (sexta-feira)

17h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h45 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

23 de junho (sábado)

15h – Pimbal (2017), de Gajendra Ahire, Índia, 92 min, HD, Livre

17h – Kilasumak – O despertar de um Guerreiro (2017), de Jonas Masetti,

Brasil, 53 min, HD, Livre

18h – Debate: Cineterapia, Uma Experiência Criada, 90 min. Com o mestre de Vedanta Jonas Masetti.

24 de junho (domingo)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

26 de junho (terça-feira)

16h30 – O Ovo do Corvo (2014), de M. Manikandan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h35 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

28 de junho (quinta-feira)

15h – Ilha de Munroe (2015), de Manu, Índia, 83 min, HD, Livre

18h – Os Últimos Ritos do Honorável Sr. Rai (2007), de Jayasinhji Jhala, Índia,

47 min, HD, LIVRE

19h – Debate: Índia e Rituais Sagrados, 90 min. Com os professores Leandro Castello Branco e Patrick van Lammeren.

29 de junho (sexta-feira)

16h – Água (2013), de Girish Malik, Índia, 136 min, HD, 12 anos

19h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

30 de junho (sábado)

15h30 – Navio de Teseu (2013), de Anand Gandh, Índia, 144 min, HD, Livre

18h35 – Cinemawalla (2015), de Kaushik Ganguly, Índia, 105 min, HD, Livre

01 de julho (domingo)

16h – Masaan (2015), de Neeraj Ghaywan, Índia, 109 min, HD, Livre

18h15 – Testemunha (2017), de Dileesh Pothan, Índia, 135 min, HD, Livre

 

  • Serviço:
  • Mostra Novo Cinema Indiano
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Data: de 19 de junho a 1º de julho de 2018 (terça-feira a domingo)
  • Horários: Consultar programação
  • Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
  • Lotação:  80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
  • Bilheteria: terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Classificação Indicativa: Consultar programação
  • Realização: Atman Filmes e Criações
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Acesso para pessoas com deficiência
Massagista tântrica, Mel Fire posa sensual e revela os segredos da prática

Atriz, modelo e massagista tântrica, Mel Fire revelou as características da massagem mais procurada por homens, mulheres e casais. Além de proporcionar prazer intenso, as sessões de massagem tântrica podem ainda servir como tratamento alternativo para algumas disfunções.

“A massagem é sensual. Ela alterna toques mais sutis e intensos que sensibilizam o corpo da pessoa e exploram as areas erógenas. A busca maior é por prazer, mas também serve como tratamento alternativo para disfunções, então são utilizadas ainda a bondassage (massagem fetichista), a tailandesa (corpo a corpo) e os rituais para casais”, revelou a ruiva.

 

Sobre a importância de estar com o corpo em dia, a beldade disse que sim, é um fato importante já que a ferramenta de trabalho é o corpo.

“Além da vaidade, claro, é necessário estar bem esteticamente, uma vez que o corpo e a sensualidade são os artifícios usados na massagem. Mantenho os cuidados necessários para garantir que o cliente tenha exatamente a mesma pessoa que ele vê nas fotos”, contou.

#melfire

 

 

Jovens Eleitores no Atual Cenário Político Nacional

Na década de 80 havia na garganta da nossa juventude um grito que não estava mais engasgado, era o fim da Ditadura Militar (1964-1985), finalmente podiam clamar nas ruas por eleições diretas para presidente do Brasil, governador, prefeito, senador, vereador, deputado federal e estadual e o direito do jovem de 16 e 17 anos ao voto. Esta foi uma das bandeiras defendidas pelo Movimento Estudantil Brasileiro, que era apoiado na época pela UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) e a UNE (União Nacional dos Estudantes). Todo este clamor ajudou no resultado da Sétima Carta Magna do Brasil, a Constituição de 1988, que instituiu no Brasil as eleições diretas. O slogan da companha era “Se Liga 16!” que incentiva os jovens nesta faixa etária a irem às urnas escolherem seus representantes, através da eleição direta.

A seção de 2 de março de 1988 aprovava a ementa do então Deputado Hermes Zanetti (PMDB-RS) que legitimava o voto facultativo ao jovem de 16 e 17 anos, cerca de 600 jovens ocupavam as galerias e cantavam o Hino Nacional comemorando e convocando seus iguais a comparecerem as urnas. 

Pois bem, em outubro deste ano iremos novamente às urnas em mais uma eleição, e qual é a posição política da nossa juventude diante desse caos que o atual quadro político em que vivemos?  Desde aquele março de 88, já se passaram 30 anos e o que pode incentivar o nosso jovem a votar seria a esperança de uma renovação na política, ou melhor, dos políticos. Segundo pesquisa do TSE em 2012, o número de eleitores jovens dentro desta faixa etária caiu 30%. A desinformação, a falta de interesse e o pensamento pré-concebido de que não mudará muita coisa ir à urna, faz com que os jovens não tenham qualquer estímulo para participar das eleições.

Seria leviano não citar uma boa parte da nossa juventude que está engajada na política de uma maneira ativa e inteligente, porém, também há um grupo considerável de jovens, bem com toda população, que estão enxergando a política de uma maneira distorcida, uma grande polarização.  Pessoas que militam através das mídias sociais, cada um defendendo suas ideias, seus grupos, seus discursos e seus iguais e os políticos percebendo isso entram nessa militância prometendo ser um representante desses determinados grupos. Eis aí a grande questão: Afinal política é isso? Certamente não. O político deve representar o bem comum para a sociedade como um todo. 

A polarização nos discursos políticos entre os jovens não beneficia de maneira alguma nenhum deles, ao contrário lança uma cortina de fumaça em Brasília, e em meio a essa fumaça “surgem” habeas corpus, acordos obscenos são assinados, leis insanas são aprovadas e tudo isso faz com que esses maus políticos se perpetuem no poder.

 Ass.: Barbara Silva

Unhas com cores do Brasil para a Copa é tendência entre mulheres

A Copa do Mundo 2018 está chegando e as tendências de moda por aqui vêm surgindo para animar a torcida feminina.  As unhas decoradas com as cores do Brasil se apresentam como uma das queridinhas nas esmaltarias.  E para colorir vale tudo, desde adesivos com estampas da bandeira aos diversos esmaltes com as cores verde, azul, branco e amarelo. O importante para elas é mexer com o imaginário e com a autoestima.

De acordo com a consultora de moda e estilo Carolina Pedrosa, da Esmalteria Nail4U, no Leblon, Rio de Janeiro, a poucos dias do início do campeonato a procura por esse tipo de decoração nas unhas já começou.  “Pesquisamos os esmaltes, buscamos os modelos de pintura, tudo isso para resgatar o espírito esportivo nas cariocas”, diz a especialista, lembrando que a mulher brasileira é louca por esmaltes, tanto que o país ocupa um ranking de destaque no segmento.

A indústria de esmaltes, que inova mais a casa dia, apresenta estatística de crescimento de 9,4% ao ano até 2024 e a mulher brasileira é uma das maiores consumidores do mundo na categoria.

 A empresária também comentou que as mulheres possuem gostos diferentes e, por isso, a ideia é atender todos os estilos disponibilizando diversas tonalidades de verdes, amarelos e azuis para atrair tanto as clientes mais simples como as mais exóticas. “Temos os mais variados tons para agradar da mais simples até as mais sofisticadas e ousadas que, por exemplo, querem investir nos metalizados- a grande aposta da estação-  ou nos importados”, explica Carolina.

Não quer exagerar? Então aposte no minimalismo

Mesmo quem faz a linha discreta têm opção para decorar ou esmaltar as unhas com as cores da bandeira. Se bater a vontade de dar uma incrementada, a dica da especialista é seguir a linha “menos é mais” e fazer nailarts minimalistas, com uma das cores que fazem parte da bandeira do Brasil apenas nos detalhes. Já se preferir um visual mais clean, pintar as unhas com esmalte incolor, nude ou branco e fazer um traço azul, amarelo ou verde em algum ponto ou apenas usar uma só cor.

Vestindo a camisa

 Mas se a mulher é do tipo que entra no clima da Copa de verdade, Carolina Pedrosa sugere apostar em desenhos como a bandeira do Brasil, por exemplo. “Para exibir esse look, há uma série de adesivos que ficarão lindos na unha” diz. Mas, para quem não é fã de unhas decoradas e muito menos da sofisticação de usar os metalizados, vale entrar no clima da brincadeira e porque não misturar as cores? “Para as mais moderninhas vale usar as 3 cores juntas para um visual mais colorido e moderno, que fica muito bom nas bem jovens. É só pensar no seu estilo e no efeito que você deseja para decidir o ideal”, finaliza.

  • SERVIÇOS:
  •  Nail4 u Esmalteria
  •  Av. Ataulfo de Paiva, 1079, loja 108 (Vitrine do Leblon) – Leblon – RJ
  • Tels.: (21) 3591-8384, 3486-3766 | whatsapp : (21) 98364-3637
  • Instagram: @nail4uleblon
  • www.facebook.com/nail4uleblon

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Confira as 5 plásticas mais procuradas pelas brasileiras

O inverno está chegando e com ele o aumento da procura por cirurgias plásticas. As estações mais frias do ano são também as responsáveis pelo volume cada vez maior de homens e mulheres na busca de mais autoestima. “Essa época do ano é escolhida, pois os pacientes têm tempo para se recuperar e não se expõem aos efeitos nocivos do sol e do calor durante o pós-operatório, evitando manchas, cicatrizes e a vasodilatação”, explica o cirurgião plástico Marcelo Moreira, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica-RJ.

Durante esse período, as clínicas chegam a ter um aumento de até 40% no movimento de pacientes, que procuram principalmente por cirurgias como lipoaspiração, mamoplastia de aumento, abdominoplastia e correções no nariz e pálpebras.

O primeiro passo para uma cirurgia plástica de sucesso é a escolha do médico especialista. Cirurgia plástica é coisa séria, pois envolve anestesia e muitas vezes um pós-operatório doloroso e até mesmo com cicatrizes. Um cirurgião competente irá amenizar ao máximo todos os efeitos trazendo um resultado final satisfatório. “Existem hoje muitos médicos não especializados realizando cirurgias plásticas, os pacientes precisam tomar muito cuidado na hora de escolher, pois uma cirurgia errada pode acarretar danos irreversíveis”, afirma Moreira.

De acordo com o especialista, os médicos que compõem a SBCP têm em seu currículo uma formação de 11 anos, que somam a Faculdade de medicina (6 anos), residência em Cirurgia Geral (2 anos), e residência em cirurgia plástica (3 anos). “Além disso, para obter o título de especialista é preciso aprovação em uma prova oficial aplicada pela Sociedade da especialidade, garantindo a competência do profissional” diz Marcelo Moreira, que abaixo lista dos procedimentos cirúrgicos mais procurados no Brasil.

1- Lipoaspiração

É bom para: retirar a gordura localizada de diversas partes do corpo, como barriga, braços, costas e coxas.

Como funciona: durante a cirurgia a gordura é drenada através do uso de cânulas com espessuras que podem variar de dois a quatro milímetros. A lipoaspiração pode ser realizada em qualquer área corporal, porém obedecendo ao principio de não ultrapassar 7% do peso corporal.

Tempo de duração: de uma a três horas, com alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Se a necessidade da cirurgia em grande área e volume, o ideal é realiza-la em duas etapas, para a reposição de toda a perda sanguínea entre uma cirurgia e outra.

Recuperação: embora possa haver um pouco de dor nos três primeiros dias, o repouso não é necessário. É preciso ter cuidado com a exposição ao sol nas primeiras três ou quatro semanas, até o roxo desaparecer.

Segundo Marcelo Moreira, lipoaspiração é um procedimento que deve ser realizado em um centro cirúrgico, de hospital ou clínica especializada, avalizada pela ANVISA. “Não se engane por preços abaixo do custo, pois o barato muitas vezes pode sair mais caro. Além disso, fuja dos procedimentos que levam o nome “minilipo”, “hidrolipo”, “lipo light” etc. Estes são considerados marketing e quase sempre oferecem serviços abaixo do preço, por pessoa sem qualificação e em ambiente cirúrgico inadequado” explica o cirurgião.

  1. Rinoplastia

É bom para: modificar o formato e a estrutura do nariz de acordo com as proporções de cada rosto.

Como funciona: esse tipo de procedimento é feito com o intuito de remodelar o perfil, o formato da ponta, o tamanho, projeção e até mesmo a largura do nariz. As técnicas são inúmeras e podem envolver enxertos de cartilagem, fascia ou fraturas dos ossos do nariz.

Tempo de duração: a cirurgia varia entre uma e três horas, com anestesia local ou geral.

Recuperação: são necessários sete dias para voltar às atividades normais. Cerca de três semanas depois, os roxos do nariz já terão sumido, porém a regressão total do edema irá demorar por volta de seis meses.

De acordo com o especialista existe um equilíbrio entre o nariz e o rosto que determina a harmonia facial de cada pessoa, ou seja, um nariz de boneca não ficará necessariamente bonito no rosto de qualquer um. Além disso, não existe um manual com formatos de narizes, as modificações serão feitas de acordo com as proporções de cada rosto e com as experiências do seu médico, por isso há sempre a chance de insatisfação com o visual final.

  1. Blefaroplastias

É bom para: remover o excesso de pele e o acúmulo de gordura nas pálpebras que causam inchaço, cansaço ou envelhecimento ao redor dos olhos.

Como funciona: muito procuradas pelos que já passaram dos 40 anos, o seu tratamento cirúrgico pode ser feito com incisão na pele ou mesmo, por dentro na conjuntiva, não deixando qualquer cicatriz externa.

Tempo de duração: de uma a duas horas com alta no mesmo dia.

Recuperação: o edema diminui bastante entre sete e dez dias, permitindo a volta às atividades normais. Compressas com gelo nos olhos ajudam a reduzir o inchaço.

O maior incômodo desse tipo de cirurgia são as equimoses (arroxeamento da pele) que irão evoluir para o amarelo até sumirem. Esse processo leva ao todo cerca de três semanas.

  1. Mamoplastia de aumento

É bom para: aumentar o tamanho das mamas e deixá-las mais firmes.

Como funciona: a inserção da prótese na paciente pode ser feita de três maneiras: pela axila, pela   auréola ou pelo sulco da mama, localizando-se atrás da glândula mamaria ou do músculo peitoral, de acordo com a preferência do paciente. A prótese mamária mais utilizada é a feite de silicone, pois possui melhor textura e palpação, além de um resultado visualmente mais bonito.

Tempo de duração: de uma a duas horas, com a alta hospitalar no mesmo dia.

Recuperação: os seios ficarão inchados por algumas semanas e pode haver uma sensação de ardor nos mamilos. Os pontos serão retirados entre sete e dez dias após a cirurgia e o paciente pode voltar à vida normal, sem esforços físicos, no prazo de uma semana.

“É preciso ter em mente que quanto maior a prótese, maior a chance de se ter alterações da sensibilidade nas mamas. Além disso, a operação não é indicada para mulheres jovens que ainda não atingiram a maturidade sexual. Em média, o procedimento costuma ser liberado de dois a três anos após a primeira menstruação” esclarece o médico.

  1. Abdominoplastias

É bom para: remover estrias abdominais, melhorar a silhueta e deixar a cintura delicada e mais bem torneada.

Como funciona: o procedimento consiste na lipoaspiração do abdômen, seguida de uma plástica para retirar a pele e a modelagem do local. Essa técnica permite menos descolamento da pele e proporciona menor tensão à musculatura da parede abdominal.

Recuperação: a cicatriz é semelhante a da cesariana, além da cicatriz ao redor do umbigo. Além disso, exige um repouso maior que as outras cirurgias plásticas, entre15 a 20 dias.

Algumas deformidades como hérnia umbilical, hérnia incisional ou cicatrizes previas dificultam esse tipo de cirurgia e às vezes o aspecto das cicatrizes não fica como o esperado.

Chitãozinho e Xororó apresentam a turnê Evidências no Dia dos Namorados, em São Paulo

Quase 30 anos após sua primeira gravação, canção de sucesso vira turnê e chega ao Credicard Hall, dia 12 de junho

Não importa seu gosto musical e seu estilo, quando toca “Evidências” não tem como não se envolver.  Que atire a primeira pedra quem nunca cantou esse clássico do Sertanejo a plenos pulmões. Considerada umas das canções sertanejas mais famosas, o hit virou referência de Chitãozinho e Xororó, marcando o romantismo das músicas dos anos 90. Agora, quase 30 anos depois de sua primeira gravação, a dupla resolveu homenagear este grande sucesso nomeando sua turnê de “Evidências”. O show chega a São Paulo para apresentação no Dia dos Namorados, dia 12 de junho, às 21h30, no Credicard Hall.

A canção já foi regravada e interpretada por mais de 80 artistas dos mais diferentes estilos musicais. Tem versões em francês, inglês, italiano e até mesmo japonês, e é considerada a música mais tocada em Karaokês. Além disso, a turnê gerou o DVD “Elas em Evidências”, lançado no fim de 2017, com participações de grandes nomes femininos do cenário musical –  Simone e Simaria, Maiara e Maraisa, Marília Mendonça, Ana Clara, Kell Smith, AnaVitória, Bruna Viola e Alcione.

“Quando José Augusto e Paulo Sérgio Vale fizeram a música, ela foi considerada ruim por muitas produtoras e empresários. Então José Augusto nos entregou uma fita com várias músicas, incluindo “Evidências”. Nós ouvimos no carro indo para São Paulo e quando escutamos a canção nos emocionamos na hora”, conta Chitão. “Pensamos bastante no formato do show e já passou da hora de transformar este grande sucesso em turnê. Esperamos que marque época, assim como a música”, complementa Xororó.

Neste show, a dupla apresenta ao público seus grandes sucessos como: “No Rancho Fundo”, “Fio de Cabelo”, a emocionante “Se Deus Me Ouvisse” e “Nuvem de Lágrimas”. Terá também uma volta ao passado com: “Fogão de Lenha” e “Chovendo na Roseira”. Mas com certeza o grande ápice será “Evidências”, que terá um papel importante dentro da apresentação.

“A escolha do repertório é sempre difícil, temos muitas músicas que nunca queremos deixar de fora”, explica a dupla.

Chitãozinho & Xororó

Ícones da música sertaneja, os irmãos atingiram a marca de 40 milhões de discos vendidos, 37 álbuns inéditos, oito DVDs, três prêmios Grammy, centenas de discos de ouro, platina e diamante, programas de televisão e uma homenagem da X-9 Paulistana que contou sua história.

A dupla gravou o primeiro disco, “Galopeira”, em 1970, mas o sucesso veio oito anos depois com “60 Dias Apaixonados”, que deu o primeiro disco de ouro.  O reconhecimento do grande público veio em 1982 com a música “Fio de Cabelo”, que vendeu mais de 1,5 milhão de cópias. Ao longo da carreira, criaram clássicos como “Se Deus Me Ouvisse”, “Fogão de Lenha”, “No Rancho Fundo”, “Brincar de Ser Feliz”, “Página de Amigos” e “Alô”, entre outros.

 

  • Chitãozinho & Xororó em números
  • §  Mais de 40 milhões de discos vendidos
  • §  37 álbuns inéditos e 8 DVDs
  • §  Centenas de discos de ouro, platina e diamante
  • §  Dezenas de prêmios na música, incluindo 3 Grammy
  • §  Mais de 6 mil shows
  • §  Público estimado em 100 milhões de pessoas
  • §  Mais de 100 mil pessoas em um único show
  • §  1,8 milhão de vendas em um único disco
  • §  Mais de 400 músicas gravadas
  • §  Mais de 70 campanhas publicitárias
  • §  Envolvimento em mais de 150 projetos de Responsabilidade Social
  • §  Parcerias com mais de 100 nomes da música nacional e internacional
  • §  1982 foi o ano de início do grande sucesso com ‘Fio de Cabelo’
Exposição mostra histórias de amor, superação e empoderamento de mães brasileiras

Exposição Retratos de Mãe, da fotógrafa Andréa Leal e curadoria de Simone Silvério, mostra dezoito  histórias reais dos desafios, dores, belezas da maternidade. A mostra conta com um  aplicativo de realidade aumentada que exibe um vídeo de cada mãe contando sua trajetória de amor, luta e superação

Áurea: essa é a história de uma mulher que imergiu no mundo da microcefalia para fazer a diferença. Foto: Andrea Leal

Uma parteira, de  80 anos, ícone do parto humanizado, que já realizou mais de seis mil procedimentos, uma jovem mãe  negra que cria sozinha a filha e defende a venda de mais bonecas negras nas lojas infantis. Histórias reais escritas pela premiada  jornalista Sílvia Bessa fazem  parte de uma exposição de fotos do projeto Retratos de Mãe, criado em 2017 pela fotógrafa pernambucana Andréa Leal, e que teve curadoria da   fotógrafa paulista Simone Silvério. Pela primeira vez em São Paulo, a exposição gratuita acontece de 13 de junho a 13 de julho na Galeria Studio Trend, no Alto de Pinheiros, em São Paulo.

A mostra reúne dezoito casos reais que marcam  momentos de amor e cumplicidade entre mães e filhos – biológicos ou adotivos.  “ Estamos retratando mulheres fortes, com histórias marcantes, conhecer essas mães, escutar suas narrativas,  entender seus sentimentos e registrá-los,  de forma que as pessoas consigam interpretar suas histórias,  foi o que eu quis passar” , diz a fotógrafa Andréa Leal, que defende, em seus projetos bandeiras  como a  amamentação, o parto natural e humanizado, a presença  dos pais na vida dos filhos e o respeito às crianças especiais.

“Peço somente que, quando a menina crescer, não diga que eu a dei porque quis. Diga que dei porque não pude ficar com ela”, disse a mãe biológica de Jakyele que posa com a mãe adotiva .

A  jornalista que escreveu as histórias,   Sílvia Bessa, repórter especial do Diário de Pernambuco, também traz uma trajetória marcada pela maternidade.  Com vinte anos de profissão e mais de vinte prêmios na bagagem, entre eles  três Prêmios Esso, ela passou a escrever sobre temas envolvendo mulheres e mães após sua experiência de maternagem: primeiro com uma filha especial que viveu 111 dias e depois com duas filhas gêmeas.

Após passar por um sequestro com a filha, a técnica de enfermagem largou emprego e passou  a se dedicar à crianças com alto grau de vulnerabilidade social

Curadora da mostra fotográfica, Simone Silverio, presidente da Associação Brasileira de Fotógrafos de Recém-Nascidos (ABFRN) e membro da Associação Americana de Fotógrafos Infantis(NAPCP),  conta que se apaixonou pelo projeto assim que o conheceu e revela que se emocionou com cada uma das histórias. “Esse é um projeto repleto de aprendizado e crescimento que reúne muita gente talentosa”,  define.

A exposição tem o apoio cultural de Fujifilm, Magipix,  Viacolor e Virtual Produções.

  • Serviço:
  • Exposição: Retratos de Mãe da  fotógrafa Andréa Leal  – Curadoria Simone Silvério – Baseadas em textos da jornalista Silvia Bessa
  • Data: De 13 de junho  a 13 de julho
  • Horário: Das 9h às 18h, de segunda a sábado
  • Local:  Galeria StudioTrend – Rua Costa Carvalho, 213 – Alto de Pinheiros – SP
  • Livre
  • Entrada franca
  • PARA CONHECER MAIS PERSONAGENS CLIQUE AQUI:
  • Site: https://andrealealfotografia.com/
DAY OFF: TERNOS RISCA DE GIZ SÃO APOSTA CERTEIRA DE ELEGÂNCIA E ESTILO 
O Personal Trainer das celebridades, Marcelo Santana é referencia em bom gosto e estilo fora do padrão “roupa de academia” tão característico de sua profissão.
No imaginário popular, os profissionais de educação física, conhecidos como Personal Trainer, estão sempre de camiseta regata e shorts. Contudo, naturalmente, esses gurus do fitness também são gente como a gente, e precisam de vestuário para além da rotina profissional de academia e treinos. Sim, personal trainer, assim como os demais homens praticantes regulares de atividades físicas, também pode vestir-se bem e ficar na moda: podem e devem.
Afinal, não da pra andar de regata ou sem camisa, valendo-se apenas da boa forma física, do shape, em todo lugar.  A apresentação pessoal pesa muito em diversos aspectos, e saber vestir-se bem, para diferentes ocasiões além das óbvias, pode fazer toda a diferença, seja em situações de trabalho, ou até mesmo para levar alguém para um jantar especial, por exemplo, e impressionar.
E como se vestir para um evento mais formal, ou quando convidado para uma ocasião mais especial? Basta tomarmos como referência bons exemplos. O “Personal trainer das celebridades”, Marcelo Santana, tem quase 100 mil seguidores em suas redes sociais, e por lá mostra que não são só os treinos que estão em dia, mas também sua acertada concepção de estilo na hora de se vestir.
O terno risca de giz escolhido por Marcelo Santana é cinza, e as peças de combinação baseiam-se em uma harmonização dentro de cores que combinam, com camisa preta e gravata bordô com estampa geométrica em cinza. Com aparência sempre elegante, o terno risca de giz tem seu charme. Na Europa, muitas vezes era chamado de “terno de banqueiro”, e no Brasil vinha sendo deixado de lado nos últimos anos. Contudo, agora a risca de giz está de volta, repaginada, com visual moderno, com riscos mais sutis e amigáveis, principalmente para ambientes de trabalho.
Para não errar nas combinações, Marcelo segue uma regra bem simples quando vai usar risca de giz: “se for usar com camisa listrada ou camisa xadrez, tudo vai depender do seu paletó ou blazer, porque os modelos mais modernos como já falamos anteriormente, estão com as listras mais finas e sutis. Se a camisa tem listras fortes, intercale com paletó com riscos sutis e assim vice versa. Não tem como errar”.
Lembre-se também que:
Se está com camisa listrada e terno risca de giz, a gravata deve ser lisa e sem estampas.
Em ocasiões mais formais, usar camisa xadrez por quebrar a ideia do traje, com exceção da camisa quadriculada.