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Tiago Amorim aproveita fama relâmpago, vira DJ nos EUA e tem agenda cheia
De menino prodígio da informática a DJ internacional, Tiago Amorim surge como grande revelação da música eletrônica
Tiago Amorim viu a fama acontecer da noite para o dia. Aos 13 anos, ganhou projeção nacional e foi considerado uma promessa no mundo da informática. Tiago já era programador, com dois aplicativos lançados para as plataformas móveis do Google e da Apple, e também tinha um blog de tecnologia e inovação.
Além de visibilidade nos principais jornais do país, e de ter palestrado em um TEDx, em 2014 Tiago também foi o primeiro morador de Brasília e um dos primeiros desenvolvedores do Brasil a receber o Google Glass, óculos de realidade aumentada da gigante de informática, que era uma aposta da companhia para o futuro.
Mas este passado ficou para trás. Tiago conta que não pretendia passar o resto de sua vida em frente a tela de um computador, e sim estar com as pessoas. Hoje, bem distante da imagem estereotipada de geek e jovem gênio da informática, Tiago se reinventa e mostra a que veio. Conhecido agora como DJ Otiago, ele desponta nas noites do Brasil e dos Estados Unidos, em Miami, como revelação no cenário da música House internacional.
Há apenas 2 anos comandando as picapes, o DJ de Brasília já se apresentou com casa cheia nos principais Night Clubs de Miami, como Blume, Mynt, Gavanna, e Story, e no Brasil, tocou para mais de 20 mil pessoas no Maracanã, durante o carnaval carioca em 2016, além do festival Na Praia, um dos principais do país.
O jovem de 18 anos conta como entrou no mundo da música eletrônica: “sempre fui músico, desde pequeno. Toco violão, guitarra, piano, baixo e bateria. Quando fui morar fora do país me interessei em saber como as músicas eletrônicas eram feitas, e fazer música de uma maneira diferente, com o que o computador pode oferecer, já que sempre tive facilidade com tecnologia”.
Otiago este ano será DJ residente do festival Let’s Pipa, juntamente com os artistas internacionais Bakermat, Guy Gerber e nacionais Vintage Culture, Cat Dealers e Henrique e Juliano. Otiago também tem feito sucesso na internet, onde milhares acompanham o seu trabalho nas redes sociais e plataformas digitais.
Representando o estado do Amazonas no Musa do Brasil 2018, Leia Lee vai levar a cultura regional para a final do concurso. Sem entrar em detalhes sobre como será o “show” que promete fazer, a loira quer impactar os jurados e o público com o seu desfile.
“Se estou representando o meu estado não tem como não falar dele. As pessoas precisam conhecer a nossa história, é sobre um dos estados mais importantes do país. O mundo todo sempre esteve de olho no Amazonas, nós alimentamos a vida na terra. Farei um desfile diferente de tudo o que já foi feito dentro do concurso. Não basta ser bonita, tem que deixar de boca aberta”, revelou ela.
Com 63 cm de cintura, praticante de muay thai, a gata chega na academia dando muitos chutes, cotoveladas e joelhadas no saco de pancadas. Leia Lee está descarregando toda a energia que sobra da alimentação na luta.
“Já chego na academia querendo socar as paredes. Além do muay thai, já fiz jiu-jitsu e capoeira, por isso sou tão disciplinada. Tudo é parte do processo de preparação para chegar arrasando na final do concurso, até a alimentação está mais fraquinha, ando sentindo uma fome que nunca senti”, disse aos risos a Musa do Amazonas.
Evento gratuito semanal, de graça, já reuniu mais de 2 mil pessoas por apresentação nos galpões do Engenhão e sempre traz grandes nomes do samba como convidados especiais

Sábado é dia de Samba da Feira, a roda de samba que conquistou o público e ganhou o respeito dos artistas. Tanto que sambistas famosos não perdem a oportunidade de baterem ponto nos Armazéns do Engenhão, localizados na parte externa do Estádio Nilton Santos, no Engenho de Dentro. É o caso de Suel (Imaginasamba), atração do no próximo sábado, dia 8, no evento que rola das 15h às 23h. A entrada é de graça! Suel, está de volta ao palco para cantar seus sucessos de carreira. O artista será acompanhado pelo grupo “Se liga aê”, anfitrião do evento. A entrada é gratuita e o samba vai das 15h às 23h.
Suel promete animar o público apresentando os grandes sucessos do Imaginasamba como “Saber que pensa em mim”, “Na alegria ou na tristeza”, “Retrô”, “Pode vir me amar”, “Escondidinho”, “Você ou Ninguém Mais”, “Vá com Deus”, “Não fui homem pra te merecer”, “Me assume ou me esquece”, “Ideias do amor” e “Duvido”.
A roda de samba começou de forma despretensiosa em 2016, quando amigos criaram o grupo “Bororó Produções” no aplicativo de mensagens WhatsApp. A ideia era fazer reuniões para “resenhas” em torno do samba, cerveja e alegria. O ponto de encontro? Rua Teresa Cavalcante, em Piedade, quintal da casa de Mario Castilho, que preparava camarões para petisco.
De mensagem em mensagem, de compartilhamento em compartilhamento, o “bororó” sobre o samba que rolava na rua da feira livre se espalhou, atraiu uma quantidade enorme de pessoas e precisou mudar de endereço: o “Samba da Feira com o Grupo Se liga aê” foi se abrigar nos Armazéns do Engenhão, onde virou diversão de graça para amigos e famílias inteiras. Vão crianças, jovens, adultos e idosos.
Em números o Samba da Feira já recebeu mais de 100 mil pessoas desde seu lançamento e, ao longo de quase dois anos, cada edição recebe em média 2 mil pessoas. Além disso, socialmente e economicamente, o evento gratuito – que é a maior roda de Samba da Zona Norte, revitalizou o entorno do Estádio “Engenhão”, local classificado por muitos anos como “cracolândia”.
O que era apenas um ‘sambinha’ caiu nas graças da comunidade, atraiu olhares da imprensa, dos bambas e movimenta a economia da região, dando oportunidade de trabalho e negócios a comerciantes, food trucks, músicos, equipe de bar, seguranças, empresas terceirizadas dos mais diversos setores de festas e eventos. Desde sua primeira edição gerou mais de 200 oportunidades de emprego direto e movimentou os comércios localizados no entorno.
O Samba da Feira virou opção de lazer para as famílias do bairro e adjacências. O sucesso levou ao local pontos de taxis e Uber. Também agregou novidades culturais que passaram a ser realizadas simultaneamente nos galpões. E todo esse sucesso acontece sem patrocínio! Só mesmo com o suor e a criatividade de Mario Castilho, Diogo Viana, Eduardo Zebral, Marco Veiga e Rodrigo Guedes, amigos e sócios na empreitada – profissionais de diversas profissões: de administrador de empresa a servidor público e autônomo.
“Quando começamos, colocamos um barril de chope e deixamos o portão da garagem aberto. Foi no dia 14 de maio de 2016. Ao longo das semanas, tivemos que providenciar mais barris, espaço para os barraqueiros e para a galera que só aumentava. O samba ia das 10h às 16h e lotava! No dia 3 de dezembro de 2016, migramos para nossa nova casa nos Armazéns do Engenhão, mantendo nossas premissas e filosofias. Conseguimos maximizar nosso público e alavancar nosso plantel de convidados”, recorda Castilho.
E conclui: ““Enquanto o samba for capaz de curar almas feridas, revigorar estruturas, reacender luzes, reencontrar caminhos e transcender prazeres, não mediremos esforços em persistir e preserva-lo com nossos ideais
Serviço
SAMBA DA FEIRA CONVIDA SUEL(IMAGINASAMBA) – Armazém do Engenhão – R. José dos Reis, 189 – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro. Data: 08 de dezembro. Horário: das 15h às 23h. Classificação Livre. Capacidade: 2500 pessoas. Grátis. www.facebook.com/sambanafeiracombororo
“Uma pilha de pratos na cozinha”, de Mário Bortolotto, encerra temporada no Teatro Laura Alvim com sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges
Montagem que marca a estreia do ator Alexandre Borges como diretor teatral é considerada um dos melhores textos de Bortolotto.
“Uma Pilha de Pratos na Cozinha” nos faz refletir sobre a vida e o sentido de nossa existência, numa direção belíssima de Borges que soube com rara sensibilidade criar um espetáculo forte e de alta relevância artística, contando com um elenco que soube dar o peso certo para cada palavra criada milimétricamente por Mário Bortolotto.” Renato Melo
Uma Pilha de Pratos na Cozinha encerra temporada na próxima quarta-feira, 5 de novembro no Teatro Rogério Cardoso (porão) do Teatro Laura Alvim, Ipanema, espaço da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da Fundação Anita Mantuano de Artes (FUNARJ), na terça-feira haverá a presença de intérprete de libras em sessão de acessibilidade e bate papo com elenco e diretor Alexandre Borges.
Considerado um dos melhores textos de Bortolotto, a peça narra o drama de quatro amigos que encaram uma longa jornada noite adentro num apartamento. Eles falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll, drogas e bebidas.
Em cena, Júlio, um jovem avesso às relações com outros seres humanos está enclausurado em seu apartamento, enquanto sua pilha de pratos cresce na pia. Chegam três presenças em série que mexem com essa monotonia: Daniel, um amigo sanguessuga fracassado; Breno, o síndico do prédio e Cristina, ex-namorada de Júlio e doente terminal.
A peça é marcada por tiradas ácidas, sarcásticas, inteligentes e entremeadas com a inação das personagens que sabem bem analisar suas próprias vidas, mas não conseguem se mover. Faz com que naturalmente o espectador saia do teatro pensando sobre a vida. Como é a sua vida? O que você faz dela, ou não faz? Enfim, não existe certo nem errado. É tudo um grande ensaio.
Idealizada pelos atores Silvana D’Lacoc e Rodrigo Rosado, “Uma Pilha de Pratos na Cozinha” homenageia o grupo de teatro paulistano Cemitério de Automóveis criado pelo dramaturgo, ator, diretor e músico Mário Bortolotto e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges, que integrou o grupo de teatro Boi voador, de Ulysses Cruz. Nesta temporada há apoio Cultural do restaurante Rayz e Spa Maria Bonita.
A direção de Borges aconteceu pela admiração que ele tem pelo autor, um de seus contemporâneos. A dupla já havia trabalhado nos cinemas e agora renova a parceria nos palcos.
– Essa estreia como diretor veio por acaso. O Mário liberou um de seus textos para uma montagem carioca. A conversa inicial aconteceu em 2013 e a equipe achou que eu seria um cara legal para acompanhar a produção desde o começo e prestar uma homenagem aos 30 anos do Cemitério de Automóveis que aconteceu em 2014. Topei pelo entusiasmo! – celebra Borges.
SINOPSE SUGERIDA: Quatro amigos num apartamento com uma pia lotada de louça suja, metáfora sobre o submundo de São Paulo, falam sobre vida e morte ao som de muito rock’n roll. É neste contexto que acontece o drama “Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, texto de Mário Bortolotto que encerra a trilogia da Praça Roosevelt e marca a primeira direção teatral do ator Alexandre Borges.
Link de vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=2jRlRMxyMEU
Serviço:
Uma Pilha de Pratos na Cozinha
Horários: Terças e quartas-feiras, às 19h
Temporada: 4 e 5 de novembro, 19h
Local: Espaço Rogério Cardoso (Casa de Cultura Laura Alvim)
Lotação: 53 lugares
Endereço: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro – Telefone: (21) 2332-2016
Preços: 30,00 (inteira) / 15,00 (meia entrada)
Vendas: https://www.ingressorapido.com.br/
Classificação: 16 anos
Duração: 55 minutos
Gênero: Drama
Funcionamento da bilheteria/teatro:
Terça a sexta – 16h às 21h
Sábado – 15h às 21h
Domingo – 15h às 20h
Ficha Técnica:
Texto: Mário Bortolotto
Direção: Alexandre Borges
Elenco: Rodrigo Rosado, Silvana D’lacoc, Akin Garragar e Lozano Raia
Iluminação: Aurélio di Simoni
Cenografia e figurino: Daniele Geammal
Programação Visual: Thiago Ristow
Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
Produção Executiva: Silvana D’Lacoc
Produção e Captação de Recursos: Eduardo Malheiros
Idealização e Produção: Rodrigo Rosado e Silvana D’Lacoc
Apoio Cultural: Restaurante Rayz e Spa Maria Bonita
Nessa ultima quinta-feira (29/11), Luca Moreira recebeu o DJ, ator e modelo, Jesus Luz para uma entrevista em seu site. Dividido entre a atuação, a música e a moda, Jesus Luz notabilizou-se no Brasil todo pelos seus trabalhos com o editorial de moda, inclusive pelo seu projeto na W Magazine, onde trabalhou ao lado da pop star Madonna. Além dos trabalhos como modelo e DJ, esteve em duas novelas, participou do quadro “Saltibum” no “Caldeirão do Huck”, competindo com Ana Carolina Dias, Carol Nakamura, Érika Januza, Gracyanne Barbosa, Priscila Fantin, Thaeme, Yanna Lavigne, Jacaré, Jonatas Faro, Leandro Lima e Rodrigo Simas. No ano passado também integrou o elenco da nova temporada de “Dancing Brasil”, da Xuxa Meneghel na RecordTV. Em seu currículo também constam trabalhos com grifes globais como Dolce&Gabanna, Givenchy, Intimissimi, Colcci, Ellus, Peppe Jeans, Ona Saez.
Como foi o seu começo na música? Sempre tive amigos DJs. Desde pequeno, fui louco por música e cresci com músicos na família. Quando estava viajando, seguindo a turnê da Madonna, comecei a aprender, ao vivo, com Paul Oakenfold. Depois disso, corri para um curso em Nova York e me profissionalizei. Hoje é uma das minhas paixões e meu trabalho também.

Estudando em uma das mais prestigiadas escolas de teatro do Rio, como foram seus estudos na Casa de Artes Laranjeiras? Fiz alguns cursos que abriram muito minha cabeça, minha capacidade de sonhar em ser ator! Me ajudaram muito também a ficar mais solto em qualquer situação, me sentir mais a vontade, acho que todo mundo devia fazer um curso de teatro na vida! Hoje, a CAL é uma faculdade e sou muito grato por tudo que aprendi lá!
Quando foi a sua primeira experiência profissional como DJ? A oficial foi na Pacha de Búzios! Foi inesquecível, eu estava muito tenso e ao mesmo tempo, flutuando por ter tido a coragem de me jogar na profissão tão precocemente!
Em 2009, você desfilou para a grife internacional Dolce & Gabbana em Milão. Conte-nos um pouco sobre como foi o projeto? Tudo foi muito surreal! O desfile envolveu na mesma época a gravação do Clipe “Celebration” da Madonna, um super ensaio para a GQ Itália, e a campanha para a marca. Foram dias inesquecíveis de muito trabalho e muita satisfação. Tudo aconteceu tão rápido, mas graças a Deus, eu absorvi e curti ao máximo. Foi intenso o aprendizado e a experiência profissional.
O que te inspirou a lançar o single “Feel Love Now”? O amor! A vibe que só a música traz! O Momento que eu estava vivendo! Eu queria que todos sentissem o amor agora! Ainda quero! Rsrs
Como foi contracenar com a cantora Inna no clipe “Caliente”? Foi maravilhoso! Ficamos num lugar paradisíaco na Costa Rica, as locações foram agressivamente lindas, com direto a cachoeiras gigantes e praias cinematográficas. Até hoje bate uma saudade e eu assisto esse clipe.
Fale um pouco sobre sua experiência em “Guerra dos Sexos”, com o personagem Ronaldo: Guerra dos Sexos foi um grande aprendizado, onde eu conheci realmente essa minha paixão pela carreira de ator. Não foi fácil, mas tive muito prazer envolvido num trabalho tão desafiador! Muito obrigado Silvio de Abreu pelo convite! Jorge Fernando também grande mestre muito generoso!
Serão apresentadas dez fotos com os mais inspiradores e especiais registros de casamento clicados no IF por renomados fotógrafos da cidade, como Anderson Marcelo, Fabricia Soares, Leandro Joras, Renata e Leandro Xavier, Rachel Escobar,Renann Fialho, Renato Moreth, Romariz e Sérgio Ronaldo.

São muitas histórias para contar, já que a casa de festas faz parte da história de muitas famílias de Niterói, tendo realizado mais de 600 festas, entre casamentos, 15 anos e formaturas. “Já realizamos muitos sonhos aqui no IF. Algumas famílias chegaram a fazer dois, três eventos conosco. E isso é um grande motivo de orgulho e nos motiva cada vez mais a querer fazer sempre melhor”, comenta Ilana Ferreira, proprietária do IF.
Uma mulher é lançada do quarto andar pelo namorado que não aceitava o fim do relacionamento. Outra leva um tiro do marido por não largar o emprego. Uma terceira, que jurava ter se casado com príncipe encantado, é espancada por ele. A namorada do dono do morro é mantida por ele em cárcere privado. Histórias reais e impactantes, dores sem cor e classe social, compõem o texto do espetáculo “Por Elas”, que, após o sucesso da primeira temporada em agosto, volta à cena carioca, desta vez no Teatro de Arena da CAIXA Cultural RJ,
entre 5 e 20 de dezembro, de terça a domingo. Em paralelo ao espetáculo, nos dias 12 e 13 de
dezembro, serão realizados debates com profissionais que trabalham com a causa. A programação está em consonância com a agenda da campanha internacional “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”, mobilização anual, praticada simultaneamente por diversos atores da sociedade civil e pelo poder público no enfrentamento à violência de gênero. Mundialmente, a campanha se iniciará em 25 de novembro, Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, e vai até 10 de dezembro, Dia Internacional dos
Direitos Humanos, passando por 6 de dezembro, Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres.
A nova temporada mantém o objetivo primordial do espetáculo provocar a reflexão e
estimular o debate sobre os direitos humanos e a equidade de gênero, cooperando para a
prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e do feminicídio na sociedade. Originada
de retalhos de histórias reais, a dramaturgia de “Por Elas”, dirigida por Sílvia Monte, com texto
de sua autoria em parceria com o advogado e dramaturgo Ricardo Leite Lopes, passeia pelo
épico e pelo dramático, pelos tempos presente e passado. Cada uma das sete personagens
femininas carrega histórias de outras tantas mulheres brasileiras. A figura masculina – evocada
pelas lembranças das mulheres – provoca a reflexão do que o homem representa para elas
dentro desse universo perverso de “amor e ódio”, “submissão e poder”, das relações entre
mulheres e homens, numa sociedade patriarcal que estimula o machismo.
“A questão da violência contra a mulher é um tema que não pode deixar de ser
pensado na arena da dramaturgia brasileira. O teatro, ao representar os conflitos e as
ambiguidades do humano, acolhe e aproxima – de forma menos cruel – as pessoas da realidade.
O espetáculo se propõe a ser um espaço de comunicação, sensibilização e visibilidade para o
fenômeno da violência de gênero. Precisamos pensar sobre essa questão, e o teatro é um lugar
ideal para atingir mentes e corações”, defende Sílvia Monte, diretora do espetáculo e
idealizadora do projeto.
O elenco é formado por Adriana Seiffert, Ana Flávia, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,
Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas e Lucas Gouvêa.
“Por Elas”, desde as suas primeiras apresentações, ainda sob a forma de leitura
dramatizada, e com a realização da primeira temporada do espetáculo, reuniu um público em
torno de 2300 pessoas. Na recente temporada, realizada em agosto na Sala Multiuso do CCMJ –
Centro Cultural do Poder Judiciário e Museu da Justiça, o espetáculo foi visto por um público
diversificado de 1.100 pessoas em 20 sessões, provocando reflexão e levando diversas
mulheres a procurarem as atrizes e a diretora para falar de casos de violência doméstica que
vêm sofrendo, como assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica,
agressões por parceiros ou familiares e perseguição.
Os estudos e pesquisas para a elaboração da peça partiram de fontes diversas:
processos judiciais, teses, artigos, estatísticas, notícias veiculadas nas mídias. Em paralelo a isso,
foram realizados encontros com profissionais do direito e da saúde que trabalham com
mulheres vítimas de violência doméstica, e a escuta de relatos de pessoas conhecidas, colegas,
amigas e familiares.
Marcada pela simplicidade de elementos, a cena proposta por Sílvia Monte está
disposta em arena e ambientada apenas por bancos. As relações que se formam entre épico e
dramático, passado e presente, homem e mulher, indivíduo e grupo, elenco e público, são
demarcadas basicamente pelo desenho de cena, interpretação, luz e trilha. A cena é conduzida
pelos dois vetores que sustentam a dramaturgia: de um lado, os relatos, permeados de
violência; e do outro, a relação ambígua que se estabelece no grupo de mulheres, unidas na dor
e na vergonha de serem maltratadas pelos seus parceiros.
A ficha artística é composta por mulheres: Luci Vilanova assina o figurino que dialoga
com a economia de elementos, equaliza o grupo de mulheres e ao mesmo tempo individualiza
cada uma delas nos pequenos detalhes da indumentária; Ana Luzia de Simoni é responsável
pela iluminação que uniformiza, compartimenta e dramatiza a cena; Maíra Freitas cria a trilha
com músicas originais inspiradas a partir de elementos sonoros das histórias dos personagens.
ELENCO
Adriana Seiffert / Elisa Pinheiro [DANIELA]
Ana Flávia [ÂNGELA]
Deborah Rocha [MÔNICA]
Gisela de Castro [SANDRA]
Letícia Vianna [MARIANA]
Renata Guida [IEDA]
Rosana Prazeres [JOSILENE]
João Lucas / Lucas Gouvêa [HOMEM]
Laura Nielsen [Stand in]
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Sílvia Monte [Texto e Direção]
Ricardo Leite Lopes [Texto]
Luci Vilanova [Figurino]
Ana Luzia de Simoni [Iluminação]
Maíra Freitas [Trilha Sonora Original]
Anderson Cunha [Diretor Assistente]
Monique Rosas [Assistente de Figurino]
Cris Ferreira [Operação de Luz]
Ananda Amenta [Operação de Som]
Nena Braga [Identidade Visual]
Marcelo Carnaval [Fotografia]
Sheila Gomes / Sara Paixão [Assessoria de Imprensa]
Ana Righi e Aline Miranda [Redes Sociais]
PRODUÇÃO
Grace Rial e Ramon Roque [Produção Executiva]
Juliana Gonçalves [Assistente de Produção]
Natália Thiago [Agendamento de Grupos]
OURO VERDE PRODUÇÕES
Direção de Produção [Anacris Monteiro]
Marcos Monteiro [Assistente de Produção]
IDEALIZAÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL
Sílvia Monte
APOIO CULTURAL
Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro
Centro Cultural do Poder Judiciário – Museu da Justiça
CAIXA Cultural RJ
SERVIÇO
TEATRO
POR ELAS, de Sílvia Monte, texto e direção, Ricardo Leite Lopes, texto. Um grupo de mulheres
desconhecidas entre si que, em comum, têm a violência na sua vida amorosa, está reunido para
falar sobre suas histórias. Conforme os relatos vão acontecendo, os conflitos, preconceitos, a
dor e a própria violência surgem no grupo. Com Adriana Seiffert, Deborah Rocha, Elisa Pinheiro,
Flavia Botelho, Gisela de Castro, Letícia Vianna, Renata Guida, Rosana Prazeres, João Lucas,
Lucas Gouvêa. Classificação indicativa: 14 anos. Duração: 80 min. De 5 a 20 de dezembro, de
terça-feira a domingo, às 19h. Ingressos: R$15,00 (meia) e R$30,00 (inteira), CAIXA Cultural RJ –
Teatro de Arena, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca), lotação:
226 lugares (mais 4 cadeirantes); bilheteria, de terça-feira a domingo, das 13h às 20h.
POR ELAS – AGENDAMENTO DE GRUPOS
TEMPORADA CAIXA Cultural RJ
Natália Thiago
(21) 99257-0168
DEBATES
“POR ELAS e COM ELAS – No enfrentamento à violência de gênero”.
12/12, quarta-feira
TEMA: “Violência contra as mulheres, ciclo da violência e feminicídio”
Ministrantes:
Claudia Moraes *, Major da Polícia Militar PMERJ. Mestra em Ciências Sociais UERJ . Pós-
graduada em Gênero e Direito na EMERJ. Desde 2012 é Coordenadora dos Conselhos
Comunitários de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro e subcoordenadora de
Cmunicação Social da PMERJ.
Flavia Vastano *, especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental do Estado do Rio
de Janeiro e analista no Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.
* Autoras do Dossiê Mulher 2018, Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro.
13/12, quinta-feira
TEMA: “Mulheres – Equidade de gêneros, direitos humanos e cidadania”
Ministrantes: Jacqueline Pitanguy, socióloga e cientista política, fundadora e diretora executiva
da ONG CEPIA – Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação; Presidente do Conselho Diretor do
WLP, Women Learning Partnership for Rights, Development and Peace.
Schuma Schumaher, pedagoga e ativista feminista, Coordenadora Executiva da ONG REDEH –
Rede de Desenvolvimento Humano e integrante da Articulação de Mulheres Brasileiras.
Das 17h às 18h30, classificação indicativa: 14 anos; GRÁTIS, com distribuição de senhas uma
hora antes. CAIXA Cultural RJ – Cinema, Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT:
Estação Carioca) Lotação: 80. Entrada franca com distribuição de senhas 1h antes.
Montagem discute dependência química e violência feminina na adolescência.
O Teatro Municipal Café Pequeno recebe o espetáculo “Joio”, segunda montagem da Cia. Cerne, em curta temporada que se inicia dia 4 de dezembro. O texto, escrito e dirigido por Vinicius Baião, conta a história de Jéssica, uma jovem que tem a trajetória de sua vida alterada a partir do agravamento da dependência química de sua mãe. O espetáculo fica em cartaz até dia 19 de dezembro, às terças e quartas-feiras, 20h.

O drama “Joio” nasceu de um estudo feito pela companhia sobre a temática da traição e de uma pesquisa por personagens históricos, reais ou fictícios cujas vidas foram permeadas pelo assunto. Na história, Jéssica enfrenta verdadeiro dilema. Com o agravamento da dependência química de sua mãe, a jovem precisa proteger suas irmãs e ainda se proteger. Joio fala sobre essas tragédias urbanas contemporâneas que raramente se tornam conhecidas.
O espetáculo aborda temas como violência sexual, dependência química, conflitos familiares e dá nome a estes personagens anônimos, que vivem em um grave e constante universo de violações, sujando-se de afeto e rancor, vacilando entre a esperança e o trauma, em um espaço onde o medo e a incoerência de ser humano conduzem cada ação.
Ficha Técnica
Texto e Direção: Vinicius Baião
Supervisão: Inez Viana
Elenco: Gabriela Estolano, Higor Nery, Leandro Fazolla, Marcella Gobatti e Natalia Regia
Preparação Corporal: Marcio Paulo Vasconcellos
Cenografia: Leandro Fazolla
Figurino: Vinicius Andrade
Maquiagem: Higor Nery
Trilha Sonora e Sonoplastia: Cia. Cerne
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Operação de Som: Vinicius Baião
Produção Executiva: Stephany Lopez
Produção: Cia Cerne
Serviço:
Reestreia: 4 de dezembro
Temporada: 4 a 19 de dezembro
Horário: terças e quartas-feiras, 20h
Valor do Ingresso: R$30 inteira, R$15 meia
Classificação: 14 anos
Duração: 55 minutos
Local: Teatro Municipal Café Pequeno – Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Tel: 21 2294 4480
Estacionamento: Não
Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: terça à sexta, de 16h às 20h, sábado e domingo, de 14h às 20h
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