Após passar por uma cirurgia de retirada de tumor no ouvido, MC Koringa se casou nesta quinta-feira num cartório do Rio Manoela Alcantara. Os dois estão juntos há 16 anos e decidiram enfim oficializar a união.
No entanto, o que chamou atenção dos fãs não foi apenas a ocasião do casamento, mas o inusitado buquê de flores, postado na rede social do cantor, um maço de couve. Chamado por MC Koringa de ‘buquê raiz’ a foto recebeu milhares de curtidas e muitos comentários.
MC Koringa explica de onde veio a ideia de substituir o tradicional buquê por uma couve: “eu tinha comprado uma couve pra servir uma feijoada, só que a couve que ela comprou estragou, e ela insistindo comigo que a couve estava boa, que o cheiro dela era esse mesmo (risos). Ai a caminho do cartório nós compramos outras couves para colocar no lugar daquela e ai eu pensei que seria uma boa oportunidade de brincar com ela. E dai surgiu o buquê raiz”.
Espetáculo solo de Adriana Perin mergulha em desconstrução, recomeços e empatia
Apresentações de terça a quinta-feira, às 21h, até 23 de maio
Auto Eus – Adriana Perin – Crédito da foto_BR Produções
Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Poeira, o espetáculo “Auto Eus – A Ditadura da Aprovação Social” volta em cartaz no mesmo teatro, em Botafogo, para mais seis semanas, a partir de 16 de abril. Em cena, a atriz Adriana Perin investiga as pluralidades e as “prisões” do ser humano e a aceitação da condição vulnerável de ser real, inteiro. As apresentações acontecem terça,quarta a quinta-feira, às 21h, até 23 de maio. “Auto Eus” é uma realização da Rodafilmes e da Brisa Filmes, uma das produtoras de “Dogville”.
Com direção de Raíssa Venâncio,a atriz-personagem narra uma espécie de jornada da anti-heroína numa viagem rumo à empatia por si mesma e, por consequência, pelo “outro”. Pelo Todo. Um percurso cênico que retrata vários desafios, entre eles, as expectativas de uma ilusória aprovação social e as decorrentes frustrações que isso pode trazer. “Auto Eus” também questiona os nossos abismos sociais, trazendo histórias densas sobre uma realidade aparentemente distante.
“Utilizamos a singularidade e a experiência pessoal da artista como disparador inicial do processo criativo”, explica a diretora Raíssa Venâncio. “A dramaturgia passa pela trajetória da atriz-personagem: o ex-casamento e as culpas e barreiras internas que permearam seu processo de ruptura; a viagem para a Índia, que acidentalmente se tornou um portal para a espiritualidade; a estadia aos 15 anos em um acampamento do MST; o projeto social de Cinema do qual faz parte, no sertão nordestino, em que adentra o universo de menores em conflito com a lei em unidades socioeducativas. Assim como a pesquisa nesses contextos sobre a desconstrução dela, como mulher”, completa Raíssa.
A dramaturgia foi escrita a seis mãos por Adriana, pela diretora Raíssa e pela diretora assistente Paula Vilela. A encenação também foi construída a partir de uma expressiva narrativa corporal, conduzida pela diretora de movimento Lavínia Bizzotto.
“O espetáculo fala sobre empatia e desconstrução. Depois de ter vivido tantos processos de investigação interna, surgiu a necessidade de criar um trabalho artístico sobre o eu ideal e o eu verdadeiro, sobre a aceitação de sermos tantos fragmentos. Usar o pensamento para nos definir é algo que nos limita”, conta Adriana Perin. “Em cada uma dessas jornadas é surpreendente o contato com as nossas sombras e nossas fragilidades, até que algo inesperado acontece: nós as abraçamos e seguimos com elas. E percebemos o quanto a autenticidade pode resultar em conexão”, completa.
O processo de criação investigou memórias, abismos e recortes vivenciados pela atriz na sala de ensaio, por meio de improvisos gravados em áudio, que depois foram transcritos. “Um dos nossos maiores desafios foi fechar o texto, pois abrimos várias janelas durante a criação e produzimos um material imenso. Auto Eus é uma costura de muitas histórias, e o ponto onde uma se conecta à outra foi nos surpreendendo. Permitimos que o projeto fosse o que ele quisesse ser de modo orgânico”, define Adriana.
O cenário de Constanza de Córdova e Fernanda Mansur remete às paredes de uma casa que, a cada cena, ganham novos significados com projeções que trazem memórias, pensamentos e colagens. A Luz de Renato Machado revela as recordações da anti-heroína embalando a sua jornada. A trilha sonora traz canções que marcaram a trajetória da atriz-personagem e também a músicas deDaniel Lopes, compostas especialmente para o espetáculo.
A primeira temporada de “Auto Eus – A Ditadura da Aprovação Social” no Teatro Poeira foi de 6 de fevereiro a 27 de março.
SOBRE ADRIANA PERIN
Formada em Teatro pela CAL e em Comunicação Social pela UFRJ, Adriana Perin tem 32 anos e é natural de Vila Velha, no Espírito Santo. Estudou atuação também em Londres, na RADA, e o canto. Aprofundou-se em linguagens como Viewpoints, Meisner, Contação de Histórias e Performance. Investigou o corpo como potência criativa com diretoras como Duda Maia, Ana Kfouri e Yael Karavan, experienciou a arte do ator com a Cia Barca dos Corações Partidos e mais recentemente tem mergulhado no universo da palhaçaria com mestres como Karla Concá, Márcio Libar e o canadense Olivier Terreault.
Ao longo de 11 anos de Arte no Rio de Janeiro, Adriana tem como marca uma interpretação bastante plural: atuou no Cinema, séries, novelas, campanhas publicitárias, como apresentadora, além de uma série de trabalhos como locutora e narradora – como em filmes e áudio livros. No Teatro, já atuou em mais de dez espetáculos, tendo sido premiada como Melhor Atriz em festivais no Rio e no Espírito Santo.
Desde 2013 integra o projeto Cinema no Interior, dirigido por Marcos Carvalho, que percorre pequenas cidades do sertão nordestino. Lá atua como professora das oficinas de interpretação e como diretora de elenco nos filmes realizados após as aulas. O projeto originalmente contempla o povo local, no entanto, em 2017, abrangeu também menores em conflito com a lei, sendo realizado dentro de unidades socioeducativas.
Adriana tem profundo interesse nas relações humanas e sociais, na espiritualidade e expansão da consciência, e estuda formas de investigar essa temática em processos artísticos.
AUTO EUS
A Ditadura da Aprovação Social
Temporada: de 16 de abril a 23 de maio – terça, quarta e quinta, às 21h
Local: Teatro Poeira – Rua São João Batista 104, Botafogo. Tel.: 2537 8053
Capacidade: 82 lugares. Duração: 80 min. Classificação etária: 16 anos.
Gênero: autoficção. Ingressos: R$ 25 (meia e lista amiga) e R$ 50 (inteira).
Bilheteria: de terça a sábado, das 15h às 19h. Domingo, das 15h às 19h.
O fotógrafo Nando Jordão, especialista em ensaios fotográficos para artistas e influenciadores digitais. Já foi o responsável por belos registros da cantora Sula Miranda, do ator Júlio Rocha e da influenciadora Catherine Bascoy e realizou uma série especial de cliques com dois influenciadores – Rafa Meloni, uma jovem paulistana que está em processo de ingresso a profissão de influenciadora digital e o personal trainner Gabriel Zandonai, atuante nas redes sociais e que já possui trabalhos com diversas marcas que relacionam seus nomes a imagem dele, foram clicados por Nando Jordão, em um ensaio realizado em uma fábrica abandonada.
“É necessário sempre uma boa luz, entender o que a pessoa está sentindo no momento da foto e a intenção que ela tem com o ensaio, principalmente a mensagem que ela quer passar”, define Jordão.
Formado em Publicidade e Propaganda, o trabalho do jovem fotógrafo faz parte das ações do planejamento estratégico para a construção da imagem de novos influenciadores digitais.
Com produção de diferentes looks, Rafa Meloni e Gabriel Zandonai também foram fotografados em um estúdio para obterem opções diferentes de postagens atendendo às expectativas contratuais de marcas e parcerias.
Seguro, o Jordão capta cada detalhe dos modelos e retrata em ângulos diferentes toda a beleza, estilo e potencialidade dos influenciadores.
Após a concretização do ensaio fotográfico, os novos profissionais conseguem ter um excelente material para ser utilizado para passar seus conteúdos de modo mais claro e assim aumentar organicamente seu engajamento e interação com seus seguidores.
Projetos Jazz’n’Beer e Blues’n’Beer unem o talento do instrumentista brasileiro com as delícias da cerveja artesanal a partir de 21/5 no palco do Lapa Café
Roberto Rutigliano
Mesmo sendo um dos berços do samba e da malandragem carioca, a Lapa sempre acolheu a diversidade musical. A partir de 21/5, uma de suas casa mais tradicionais – o Lapa Café – abre suas portas para celebrar dois ritmos cheios de negritude: o jazze o blues. Sempre às terças-feiras, duas bandas de dois gêneros trarão convidados especiais, proporcionando noites memoráveis de improviso no palco. A Lapa Café Jazz’n’Beer e Lapa Café Blues’n’Beer serão compostas por músicos diferentes a cada quatro conjunto de apresentações.
Sergio Barrozo
Parceria da InspiraSom Produções, Lapa Café e Piedade Cervejaria e Sebo X, o projeto será aberto com a formação jazzística. ALapa Café Jazz’n’Beer estará formada pelos músicos Marcelo Magalhães Pinto (teclados), Sérgio Barrozo (contrabaixo) e Roberto Rutigliano (bateria), todos com imensa bagagem no cenário do jazz e da música instrumental. O trio terá como convidado especial o saxofonista Tino Junior. No programa, os temas de Charlie Parker, um dos maiores personagens do jazz mundial, fonte de inspiração para gerações e gerações de instrumentistas mundo afora.
Tino Junior
No dia 28/5, é a vez o Lapa Café Blues’n’Beer. O trio formado por Kléber Dias (guitarra e voz), Fabio Mesquita (baixo) e Marco BZ (bateria) vai apresentar versões inventivas de clássicos do gênero e terá como convidado o gaitista Jefferson Gonçalves, que vem desenvolvendo uma criativa fusão entre a música nascida do Mississipi e ritmos nordestinos, como o xote e o baião.
Além de abrir as portas para o melhor da música instrumental, o Lapa Café é uma das maiores referências do Rio de Janeiro quando o assunto é cerveja artesanal. A casa é pioneira em apresentar rótulos de diversas escolas nacionais e estrangeiras bem antes do atual momento de valorização d marcas independentes. São ao todo, 20 torneiras de chope artesanal – a maioria produzida por micro cervejarias cariocas abrigadas na fábrica da Piedade Cervejaria. E os apreciadores da boa música ainda poderão adquirir vinis, CDs, vinis e livros do catálogo do Sebo X, que terá um posto avançado no local dos shows.
TRIBUTO A CHARLIE PARKER – Lapa Café Jazz’n’Beer Convida Tino Junior
Local: Lapa Café (Av. Gomes Freire, 453 – Lapa) Dia: 21/5
Hora: 19h
Ingressos antecipados pelo Sympla*: R$ 40 (caldereta de 300 ml de chope artesanal Light Lager incluída).
Ingressos no dia: R$ 40.
BLUES BRASIL POWER – Lapa Café Blues’n’Beer Convida Jefferson Gonçalves
Local: Lapa Café (Av. Gomes Freire, 453 – Lapa)
Dia: 28/5
Hora: 19h
Ingressos antecipados pelo Sympla*: R$ 40 (caldereta de 300 ml de chope artesanal Light Lager incluída).
Ingressos no dia: R$ 40.
A popularidade de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, não está muito alta na China. Segundo o jornal britânico Daily Mail, chineses estão comprando aos montes um limpador de vaso sanitário com a imagem do presidente americano.
O objeto possui diversos formatos e está à venda no site Taobao, uma espécie de Ebay dos chineses e custa geralmente R$ 10.
A compra do limpador com a imagem do presidente americano também reflete a tensão entre os dois países que vivem uma guerra comercial.
Da mesma série de Aparecida, Maria e Francisco, Globo Livros lança Fátima
A Globo Livros lança Fátima, mais um título da série de biografias religiosas best-seller da editora. Com mais de 700 mil exemplares vendidos e com obras como Aparecida, Milagres, Francisco e Maria, a coleção ganha a história de uma das santas mais queridas de todo o mundo.
Fátima é o livro mais completo sobre o tema já publicado no Brasil. Reúne informações inéditas, fruto de uma exaustiva e profunda pesquisa realizada por Berthaldo e Kenya Soares, especialistas nos fenômenos de Nossa Senhora de Fátima e fundadores da Associação Arquidiocesana Tarde com Maria. Eles relembram fatos incríveis que mudarão a percepção do leitor sobre as Aparições, como a influência causada na vida de Lúcia, Francisco e Jacinta, os Três Pastorinhos que afirmavam falar com Nossa Senhora; a importância de Fátima em diversos momentos, não apenas na história de Portugal e do mundo, os mistérios que cercam o segredo revelado pela Virgem, sua interferência no atentado sofrido por João Paulo II e a relevância de sua mensagem nos dias de hoje.
A obra apresenta ainda personagens e histórias marcantes, que vão muito além dos Três Pastorinhos pobres e analfabetos que se tornaram conhecidos em todo o mundo, como o milagre que fez com que o Sol dançasse no céu, o cônego que de descrente tornou-se um dos maiores defensores da causa de Fátima, a mulher que por décadas era incapaz de mexer mais que as mãos e a cabeça e voltou a andar de forma inexplicável, a vidente que poderá se tornar a padroeira dos que lutam contra a balança e a saga de dois devotos que não mediram esforços para criar no Rio de Janeiro uma réplica perfeita da Capelinha de Fátima.
Esses episódios curiosos combinados com uma pesquisa apurada e uma linguagem fácil e agradável farão os leitores – independentemente de sua religião – se encantarem com todos os acontecimentos impressionantes e as histórias de fé e devoção que cercam as Aparições ocorridas há mais de um século e que mudaram para sempre a forma como as pessoas se relacionam com Nossa Senhora.
Sobre os autores
Berthaldo Soares e Kenya Camerotte Soares são casados e pais de três filhos. Ele, advogado, e ela, psicóloga, fundaram, em 1987, a Associação Arquidiocesana Tarde com Maria. Estudiosos de todos os acontecimentos relacionados às Aparições, são considerados os maiores especialistas em Nossa Senhora de Fátima no Brasil.
A peça ‘Tem uma mulher na nossa cama’ está de volta
A atriz Maria Carol, no ar na novela da Globo ‘Verão 90’, e Marcelo Duque, do Canal Parafernalha, estrelam delicioso espetáculo sobre um casal apaixonado que se vê numa situação inusitada. Duas apresentações no THEATRO BANGU SHOPPING, em Bangu. Direção de Marcus Alvisi. Suspense e gargalhadas estão garantidos!
Romance e humor são os ingredientes de uma típica comédia de casal, mas acrescente uma situação pra lá de inusitada e uma dose de suspense a essa mistura e teremos a divertida peça “Tem uma mulher na nossa cama”, que faz curta temporada nos dias 1 e 2 de junho no Theatro Bangu Shopping, no Shopping de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No palco, Maria Carol, que vive a musa Diana da nova novela das sete da Globo, “Verão 90”, e o comediante Marcelo Duque, do Canal do YouTube Parafernalha, interpretam Ludmila e Sandro, um casal que, após uma noitada e tanto, volta para casa, dorme bêbado e quando acorda dá de cara com uma mulher desconhecida na cama. Sem lembrar do que aconteceu na noite anterior, eles agora precisam descobrir como essa estranha foi parar no quarto deles. A partir daí o público irá se deliciar com as confusões, muita DR – a famosa “discussão de relação” -, as brigas e o romance em cena. A direção é do talentoso Marcus Alvisi, que sempre esteve à frente de grandes espetáculos e novelas.
Em “Tem uma mulher nessa cama”, Maria Carol faz a sua primeira comédia de casal no teatro e, a primeira, sem dividir a cena com o tio, o diretor Jorge Fernando. A experiência, claro, tem enriquecido o seu trabalho. “Fazer comédia é sempre uma delícia e desafiador. Os 16 anos nos palcos, fazendo o ‘BooM’, foi uma grande escola, o melhor aprendizado que eu poderia ter. Mas eu fazia uma participação. A diferença desse espetáculo é estar em cena o tempo inteiro, ligada nas marcas…. Parece uma montanha-russa. O tempo da comédia é algo que vou levar sempre. Independentemente do espetáculo. E isso foi uma das grandes coisas que o ‘BooM’ me ensinou”, diz ela, que tem uma sintonia impressionante com Duque.
“Na semana seguinte que conheci o Marcelo, ele e a Denise já me apresentaram esse texto e eu amei. Me diverti lendo e quis muito fazer. Estar em cena com o Marcelo é divertido demais. Ele é um cara alto astral, engraçado, que me faz rir o tempo todo. Nosso entendimento foi imediato. Parece que já o conheço há anos”, afirma ela. Na Globo, Maria Carol atuou nos folhetins “Vamp” (1991), “’Era uma vez” (1998), ‘Vila Madalena” (1999), “Sete pecados” (2007), “Guerra dos sexos” (2012) e “Alto Astral” (2015); e no especial “Nada fofa” (2008). Recentemente, no teatro, fez a peça elogiada pela crítica “Caos” (2018), ao lado de Rita Fischer.
Ator e autor, Marcelo Duque, que participa do Canal no YouTube Parafernalha, aposta que o segredo da comédia de casal é a sintonia além da ficção. “A diferença da peça com dois atores que eu acredito é que tem que ter química até fora do palco. A troca de energia é o tempo todo, a gente tem que estar sempre ligado ao parceiro. A gente vira um só em cena. Eu e Carol nos demos muito bem desde a primeira leitura”, frisa ele, que elogia a colega: “Que mulher talentosa! Feliz por conhecer uma parceira de cena como ela”. Duque dirigiu e escreveu, também com Denise Portes, a comédia “Tricotando”, com Lady Francisco. Como ator, participou dos filmes “Minha fama de mau”, atualmente em cartaz nos cinemas; e “Tudo acaba em festa” (2018), com Marcos Veras. Na telinha, participou de “Malhação”, “Totalm ente demais”, “Tapas e beijos”, “Zorra total” e da série da Fox “Bruna Surfistinha”.
“Tem uma mulher na nossa cama” é a segunda comédia da parceria Duque e Denise Portes. Para Denise, os espectadores se identificam com a vida a dois dos personagens. “O público se identifica de maneira leve e engraçada com o cotidiano de um casamento, apesar de os dois estarem em uma situação inusitada. O mais legal é que o casal é apaixonado, eles são parceiros que se meteram numa enrascada. A plateia se diverte, a peça tem suspense e amor. O que acho mais bacana é a parceria deles”, salienta ela. A trama ainda conta com a participação de Daianny Cristian. Em sua trajetória, Denise fez a peça “Salve Jorge“, sobre a vida do ator e diretor Jorge Fernando, que escreveu em parceria com ele mesmo. Ela foi roteirista dos curtas-metragens “Estava escrito”, sobre os pescadores em Copacabana, e “O presente”, um romance; e dos seriados “Hotel” e “Rango” – este último com Joaquim Vicente.
Sobre o diretor
O diretor Marcus Alvisi é conhecido por brilhantes trabalhos na TV e no teatro e pelas ótimas críticas. Entre os destaques de sua carreira como diretor estão: as novelas “As filhas da mãe” (2001), “Vila Madalena” (1999), entre outras; e as peças “Solidão, a comédia”, protagonizada por Diogo Vilela, em 1991, que recebeu os prêmios Apetesp e Shell de melhor espetáculo; “Diário de um Louco”, também com Vilela, em 1997, que levou os prêmios Shell e Mambembe de melhor espetáculo; e “BooM” (1999), com Jorge Fernando, e muitas outras.
Alvisi e Maria Carol trabalham juntos há muitos anos, foi com ele que ela estreou no teatro. “Alvisi me dirigiu no ‘BooM’ e em novela, também. Ele é uma das minhas referências de teatro, um professor mesmo. E tenho intimidade e abertura com ele, isso é ótimo e essencial pro nosso trabalho”, orgulha-se ela.
Já Duque atua pela primeira vez sob a direção de Alvisi. “Não o conhecia pessoalmente, só de trabalhos que ele fez em TV e teatro. Está sendo um grande aprendizado trabalhar com ele, um diretor do seu quilate, que dirigiu e dirige grandes estrelas”, gaba-se ele. E acrescenta: “Eu tive o prazer de fazer mais um texto com a minha parceira Denise, e está sendo muito bacana. O Alvisi deu uma cara muito legal ao texto. Foi entregue em boas mãos! ”
“Tem uma mulher na nossa cama” tem a produção de Maria Rebello e Valéria Macedo. E a realização de Bons Dias Produções e Artlink Produções.
SERVIÇOS
Dias 01 e 02 de JUNHO /Sábado as 21:00 Domingo as 19:00
“Tom na Fazenda” tem apresentações em Duque de Caxias e Jacarepaguá em 17 e 18 de maio
Obra do premiado autor canadense Michel Marc Bouchard aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, violência e fracasso.
Idealizador do projeto, Armando Babaioff assina a tradução do texto e divide a cena com Kelzy Ecard, Gustavo Vaz e Camila Nhary. Direção do trirrienseRodrigo Portella.
Espetáculo vencedor dos prêmios da Associação de Críticos de Teatro de Québec, Censgrario, Shell, APTR, Botequim Cultural, Questão de Crítica e Cenym.
Gustavo Vaz_Kelzy Ecard_Armando Babaioff_Tom na Fazenda_Ricardo Brajterman
Fenômeno teatral carioca de 2017 e de 2018, o espetáculo teatral “Tom na Fazenda”tem apresentações nos teatros Firjan Sesi Duque de Caxias e Jacarepaguá nos dias 17 de maio (sexta, às 20h) e 18 de maio (sábado, às 20h). Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a peça é dirigida por Rodrigo Portella etraz no elenco Kelzy Ecard,Gustavo Vaz e Camila Nhary, além do próprio Babaioff. Desde sua estreia em março de 2017 no Rio de Janeiro, “Tom na Fazenda” fez 182 apresentações e já foi vista por mais de 21 mil pessoas.
A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso. Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Kelzy Ecard) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.
“No ano em que traduzi a peça, 347 pessoas foram assassinadas pelo simples fato de serem quem eram. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo, mais do que nos 13 países do Oriente e da África onde há pena de morte aos LGBT. O que me fascina em Tom na Fazenda é essa possibilidade de falar de assuntos que eu realmente acho necessário. Eu sinto essa necessidade de dizer para o mundo verdades das quais eu acredito”, diz Babaioff. “Somos felizardos em poder contar essa história e somos gratos à trajetória que o espetáculo está realizando sem qualquer recurso vindo de leis de incentivo”, completa Babaioff. “Tom na Fazenda” estreou no Rio de Janeiro em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi. As temporadas seguintes — nos teatros SESI Centro, Dulcina, Poeirinha, Censgranrio, Leblon, no Imperator e no Sesc Santo Amaro —, quase sempre com ingressos esgotados, no entanto, não tiveram qualquer apoio.
Em junho de 2018, “Tom na Fazenda” foi apresentado no Festival TransAmériques (FTA), em Montreal, no Canadá – um dos mais importantes eventos de artes cênicas do mundo —, com legendas em inglês e francês. As três apresentações naquele país renderam à peça o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro pela Associação de Críticos de Teatro de Québec. A última temporada de “Tom na Fazenda” foi no Sesc Santo Amaro, em São Paulo, entre março e abril. A peça também participou no ano passado dos nos festivais de Curitiba (abril), Palco Giratório do SESC, em Porto Alegre (maio), Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco (julho), e Cena Contemporânea, em Brasília (agosto).
“Tom na Fazenda” conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia. “Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.
INDICAÇÕES E PRÊMIOS
Espetáculo vencedor do prêmi0 de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.
30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).
5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).
6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).
12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.
Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.
Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H). Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).
Temporadas anteriores:
Rio de Janeiro
1ª – Oi Futuro (de 24 de março a 14 de maio de 2017)
2ª – Teatro Sesi Centro (de 31 de agosto a 30 de setembro de 2017)
3ª – Teatro Poeirinha (de 6 de outubro a 17 de dezembro de 2017)
4ª – Teatro Dulcina (12 a 28 de janeiro de 2018)
5ª – Teatro Cesgranrio (de 3 de março a 1 de abril de 2018)
6ª – Teatro Leblon (de 14 de abril a 27 de maio de 2018)
7ª – Imperator (de 10 a 23 de novembro de 2018)
São Paulo
8ª – Sesc Santo Amaro (16 de março a 28 de abril).
SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)
Michel Marc Bouchard nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.
Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.
Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouais, Moore Award Dora Mavor for Outstanding New Play, Floyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.
SOBRE ARMANDO BABAIOFF(Idealizador, tradutor e ator)
Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.
No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.
Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.
Na TV, esteve em cartaz em Segundo Sol, de João Emanuel Carneiro, na TV Globo. Estreou na emissora na novela Páginas da Vida(2006), de Manoel Carlos. Também na Globo, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010),Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow. No cinema, recentemente protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e direção de Roberto Gervitz. Participou também de Introdução à Música do Sangue, com argumento de Lúcio Cardoso e direção de Luiz Carlos Lacerda.
SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)
Natural de Três Rios, interior do Estado do Rio, o autor e diretor Rodrigo Portella dirigiu 19 peças. No Rio, cursou direção teatral na UNIRIO e publicou Trilogia do Cárcere. Em sua cidade natal, fundou a Cia Cortejo. Realizou cerca de 200 apresentações de Antes da Chuva por todo o país com o projeto Palco Giratório. Atualmente, se dedica a pesquisar as experiências de Charles Deemer e o Hiperdrama no Teatro, por meio de uma bolsa da FAPERJ, sob orientação de Moacyr Chaves. É diretor geral do “Off Rio – Multifestival de Teatro de Três Rios”, que em 2018 chega à sua sexta edição.
Foi indicado ao Prêmio Shell 2013 (Melhor Direção por Uma História Oficial e Melhor Texto por Antes da Chuva), Prêmio APTR 2010 (Melhor Iluminação por Na Solidão dos Campos de Algodão) e Prêmio Cesgranrio 2016 (Melhor Texto por Alice Mandou um Beijo). Em 2018, dirigiu o espetáculo Insetos — em comemoração aos 30 anos da Cia. dos Atores —, que circulou pelas quatro unidades do Centro Cultural Banco do Brasil (Rio, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte) e também Nerium Park, no dramaturgo Catalão Josep Maria Miró. Portella também está em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo As Crianças.
SERVIÇO
TOM NA FAZENDA
Teatro Firjan Sesi Duque de Caxias: Rua Arthur Neiva 100, Circular. Tel.: (21) 3672 8341.
Apresentação única: 17 de maio (sexta), às 20h.
Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).
Lotação: 220 lugares. Duração: 120 min. Classificação etária: 18 anos.
Teatro Firjan Sesi Jacarepaguá: Av. Geremário Dantas 940, Freguesia.
Apresentação única: 18 de maio (sábado), às 20h.
Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).
Lotação: 322 lugares. Duração: 120 min. Classificação etária: 18 anos.
FICHA TÉCNICA
Texto: Michel Marc Bouchard.
Tradução: Armando Babaioff.
Direção: Rodrigo Portella.
Elenco: Armando Babaioff, Kelzy Ecard, Gustavo Vaz e Camila Nhary.
Cenografia: Aurora dos Campos.
Iluminação: Tomás Ribas.
Figurino: Bruno Perlatto.
Direção Musical: Marcello H.
Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.
Preparação Corporal: Lu Brites.
Coreografia: Toni Rodrigues.
Programação visual: Bruno Dante.
Mídias Sociais e Contrarregra: Egídio La Pasta.
Hair Stylist: Ezequiel Blanc.
Assistente de cenografia: Manu Libman.
Assistente de figurino: Luísa Marques.
Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.
Cineasta Julia Katharine e a atriz Gilda Nomacce buscam coprodução internacional para o filme “Família Valente”
***o título será o primeiro longa-metragem nacional dirigido por uma pessoa trans.
A cineasta e atriz Julia Katharine e a atriz Gilda Nomacce estiveram em Portugal para buscar uma coprodução internacional para “Família Valente”, primeiro longa da diretora.
Protagonizado e produzido por Gilda e com direção e roteiro de Julia, o título, que será rodado no segundo semestre deste ano, será o primeiro longa-metragem nacional dirigido por uma pessoa trans.
No elenco ainda estão as atrizes Helena Ignes, Ondina Clais, Ana Flávia Cavalcanti, Thaís de Almeida Prado e o ator Donizeti Mazonas. A Direção de arte e de fotografia ficará por conta de João Marcos de Almeida.
Elas também aproveitaram a viagem para apresentar o curta “Tea for two” selecionado para o 16° Indie Lisboa.
Sylvia Thereza lança seu novo CD em concerto único no Rio, sábado, 18/05, na Sala Cecília Meireles
Apadrinhada pela célebre pianista Maria João Pires, que a levou para Bélgica dividindo o palco inúmeras vezes ao redor do mundo, pianista carioca recentemente premiada na edição Martha Argerich do Concurso Internacional de Piano de Vigo (Espanha,2019) lança no Rio o CD “O Manifesto Romântico”, reunindo baladas de Brahms e Chopin
“Fiquei profundamente impressionado com a sensibilidade e personalidade muito particular desta jovem pianista que me emocionou profundamente e ouso prever uma carreira brilhante graças a todas as suas grandes qualidades artísticas” – Teresa Berganza, 2004
“Aqui está alguém que é extremamente talentoso! Raramente na minha vida encontrei alguém com tantas qualidades humanas e artísticas ”- Maria João Pires, 2012
“Dona de um raro pianismo, extremamente entusiasta, séria e possuidora de um temperamento muito singular.” – Nelson Freire, 2004
“Ela é uma musicista dedicada, uma esplêndida pianista! Possui uma habilidade pianística rara e grande personalidade. ”- Earl Wild, 2006
“O que quer que Sylvia Thereza interpreta tem o selo, paixão e sensibilidade de sua personalidade verdadeiramente única… Um dos artistas mais notáveis que eu já tive o privilégio de ensinar.” – Alan Weiss, 2014
Vencedora de 12 competições de piano – entre as quais o disputado e prestigiado Concurso Nelson Freire (Rio de Janeiro, 2004) e, recentemente, em 2019, na “Edição Martha Argerich” do Concurso Internacional de Piano de Vigo, na Espanha, com um Juri formado por Martha Argerich, Nelson Freire, Tamas Vasary e Sergio Tiempo – a pianista Sylvia Thereza, radicada na Bélgica, retorna à cidade natal e sobe ao palco da Sala Cecília Meireles (Lapa), dia 18 de maio, sábado, para lançar seu novo CD “O Manifesto Romântico”, interpretando com maestria e sensibilidade um repertório formado por baladas de Brahms e Chopin.
A pianista tem sido regularmente convidada para tocar em muitos Festivais e Orquestras, como a Orquestra de Jovens da Filadélfia, Orquestra Sinfônica de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra de Câmara do Kremlin, Hannover Chamber Orchestra, Brussels Philharmonic, entre outros. Sylvia vem se apresentando desde os seis anos como solista, camarista e recitalista em toda a Europa, Américas, Oriente Médio, Coréia do Sul e Japão. Sua maneira de experimentar a arte a levou de importantes Salas de Concertos e Festivais ao redor do mundo. Camarista entusiasta, toca regularmente com a lendária pianista Maria João Pires, com o violinista russo Michael Taits, em trio com Ning Kam (violino) e Judith Ermert (violoncelo), e com a cellista alemã Judith Ermert. Premiada no ‘Concurso Internacional de piano em Vigo, Espanha’.
Nascida no Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais improvisando com o pai aos três anos de idade. Logo chamou a atenção do métiermusical no Brasil e depois continuou seus estudos com grandes figuras da tradição pianística sul-americana: Maria da Penha, discípula de Marguerite Long, Guiomar Novaes e Jozef Turczynski; e Myrian Dauelsberg, discípula de Vlado Perlemuter e Heitor Villa-Lobos. Mme. Dauelsberg grande empreendedora cultural brasileira, além de escepcional professora foi a principal e maior incentivadora de seus primeiros anos de carreira. O talento de Sylvia Thereza mais tarde chamou a atenção para os EUA, onde foi patrocinada para estudar com a pianista russa Bella Davidovich, em Nova York, e mais tarde na Bélgica, com Alan Weiss, no programa de mestrado da Universidade de Leuven. Apoios preciosos também vieram de Nelson Freire, Earl Wild e Sergio Tiempo.
Como parte de seu compromisso social e filosofia musical, Sylvia desenvolveu um projeto pioneiro que introduziu a música clássica para mais de 12.000 crianças que vivem nas condições sociais mais desfavorecidas, trabalho que contou com o apoio da atriz Malu Mader e do Ministério da Cultura.
Sylvia, desde muito cedo, além da carreira de concertista, sentiu a necessidade de desenvolver uma metodologia especial que reunisse profundidade filosófica, experimentação lúdica e o lado resiliente da arte, combinando a visão artística de Villa-Lobos, Kodály e Gramani. Esta abordagem da vida e da arte aproximou-a muito da pianista internacionalmente aclamada Maria João Pires, que a abraçou como sua protégée. Depois de ensinar Sylvia Thereza por vários anos, e dividindo o palco em muitos países ao redor do mundo, Maria João Pires convidou-a para ser professora assistente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth na Bélgica, cargo que ocupou de 2012 a 2016.
É fundadora da Uaná (Association four the Arts) na Bélgica, organização que está trazendo a Arte para crianças desfavorecidas social e fisicamente, reunindo grandes nomes do mundo musical para este compromisso – através da educação musical, concertos, exposições e gravações.
SERVIÇO:
18/05, sábado – Sylvia Thereza lança o CD “O Manifesto Romântico”