A sensação teen e influenciadora digital Luísa Ferrari terminou as gravações do seu novo clipe musical. Com letra composta por ela e por sua mãe, Vanessa Ferrari, a música “Play” tem temática contra o bullying e traz um pouco do mundo da fantasia infanto-juvenil em cenas coloridas e divertidas.
Sobre o tema, a influencer mirim revela o que a inspirou a gravar sua nova música: “quero influenciar as pessoas positivamente, e assim não dar continuidade a hábitos ruins. A cultura do bullying deveria ser substituída pela empatia, respeito e muito amor. A música se chama ‘Play’ porque é um convite a tirar o bullying de cena, e dar play nas coisas boas. O clipe mostra as situações de bullying modificadas a partir da ‘Magia do Play’, amor, tolerância, respeito, empatia e fé.
Para participar do clipe, Luisa também fez questão de convidar os amigos Esthela Martins e Guilherme Eiji, também participantes do The Voice Kids 2019. O clipe tem previsão para seu lançamento em julho deste ano.
Projeto ‘Documenta Pantanal’ registra em fotos, videos e livros toda a beleza e diversidade da região para mobilizar a sociedade na defesa de sua preservação
Iniciativa que se propõe a registrar em fotos, livros e vídeos a beleza e a biodiversidade desse ecossistema também quer mobilizar a atenção da
sociedade para seu potencial turístico-econômico e a urgência
em conhecer e preservar este patrimônio natural
Registrar para documentar e preservar. Este pode ser o mote da iniciativa ‘Documenta Pantanal’, que prevê o desenvolvimento de ações multimídias (exposições, documentários, livros e vídeos) que, mais do que celebrarem a beleza e a biodiversidade desse ecossistema, pretendem chamar a atenção da sociedade para a urgência em conhecer e preservar este patrimônio, cujo desconhecimento de sua verdadeira realidade impede um aproveitamento econômico maior do turismo, inclusive um turismo internacional de qualidade.
Com a participação de instituições que atuam na região pantaneira, a iniciativa reúne pesquisadores, empresários e a própria comunidade, para, em conjunto, mobilizar a sociedade para as questões primordiais desse bioma. Convidado para fotografar esta que é a maior extensão de área alagada do planeta de forma contínua, o fotógrafo João Farkas afirma que o ‘Documenta Pantanal’ tem por objetivo, como o próprio nome sugere, documentar para tornar conhecidos os atributos naturais da região, promovendo constante diálogo entre as forças produtivas, academia, instituições e organizações na busca de soluções implementáveis de consenso.
“Por meio de ações coordenadas direcionadas, numa estratégia de ativação e mobilização multinível, o ‘Documenta Pantanal’ foi desenhado para falar com um público amplo,procurando aproximar pesquisadores, acadêmicos, produtores ligados ao agronegócio, grupos com interesses em conservação, turismo, jornalistas e educadores. Com essas ações queremos que o Pantanal esteja na agenda da opinião pública brasileira e de organismos e instituições ligados a questões que dizem respeito ao Pantanal”, afirma a produtora Mônica Guimarães, participante e uma das organizadores do projeto.
Ao capturar a multifacetada beleza pantaneira, Farkas surpreendeu-se com o que encontrou em suas muitas idas e vindas. Entre variadas constatações, ele considera esse patrimônio natural muito mais frágil do que a Amazônia, também retratada por suas lentes sensíveis. “Por ser uma planície inundável, o Pantanal depende, fundamentalmente, da qualidade das águas que acorrem dos planaltos vizinhos e dos fluxos de cheias e vazantes que fazem dele um santuário natural e permitem sua exploração sustentável pela pecuária extensiva e o turismo. Mas tanto a qualidade das águas como o fluxo cheias-vazantes já estão bastante alterados pela atuação humana e são ameaças reais”, alerta.
Ainda de acordo com Farkas, o que lhe causou mais espanto é o desconhecimento que o Brasil tem em relação ao Pantanal. “Há uma espécie de cegueira cognitiva. Talvez porque temos tantas outras coisas belas e mobilizadoras, como a Amazônia, a Mata Atlântica e um vasto litoral, o Pantanal fica meio ignorado. É preciso colocar a região no radar dos brasileiros. Imaginamos que é um território inatingível, preservado, cheio de jacarés e piranhas, ideal para pescarias. Mas é muito mais do que isso. Um universo natural riquíssimo a ser melhor conhecido e explorado e protegido por nós”.
Ações previstas pelo ‘Documenta Pantanal’
Nessa perspectiva, a de documentar para preservar e proteger esse bioma, o ‘Documenta Pantanal’ já atua em algumas frentes de comunicação:
Documentário, blog e livro: com Jorge Bodanzky na direção (com co-direção de João Farkas), o documentário chama-se “Ruivaldo – O Homem que Salvou a Terra”. Com 45 minutos de duração, foi filmado em várias regiões do Pantanal e está em fase de finalização. Com página no Instagram (www.instagram.com/documentapantanal/), ainda em junho o ‘Documenta Pantanal’ deverá lançar um blog (http://documentapantanal.com.br) e um canal no You Tube, que contarão não somente com material produzido por Farkas, mas outros projetos que tenham relevância e sejam de autores diversos, com a intenção de se tornar um hub de difusão e convergência, armazenando informações e conteúdos distintos. “Os vídeos serão especialmente produzidos pela equipe, a fim de dar relevância e visibilidades nas mídias sociais às questões do Pantanal”, antecipa Farkas.
Já o livro “Pantanal”, com tiragem de 1.500 exemplares e que acompanhará as mostras e exposições de fotografias, conta com a participação do professor de Ciências Biológicas e Ambientais Sandro Menezes Silva. “Fui convidado pelo Farkas para colaborar. Conheci o Pantanal como visitante em 1984 e, quase 20 anos depois, comecei a trabalhar na região. Desde então, foram muitas expedições e muita pesquisa em busca de informações”, diz. A obra, que deverá ser finalizada até setembro, é uma edição fotográfica de 160 páginas impressa em cinco cores em formato 50 x 35 cm aberto, com desenho do estúdio Máquina Estúdio sob a responsabilidade de Kiko Farkas. Além da venda em livraria e acompanharem cada mostra e exposição, parte dos exemplares será doada a bibliotecas públicas.
Exposições
Com a intenção de gerar maior visibilidade ao Pantanal, a documentação fotográfica – fruto de quatro anos de trabalho e sete expedições à região – é o cerne de um circuito de exposições no Brasil e no exterior. Em novembro de 2018, a exposição “Brazil Land & Soul”, de Farkas, teve sua primeira mostra com 40 imagens na embaixada brasileira em Londres, registrando um público de mais de 2.000 pessoas. Em paralelo à mostra ocorreu um seminário sobre as questões do ecossistema, reunindo especialistas brasileiros e internacionais neste bioma na discussão de alternativas de desenvolvimento sustentável e preservação, com ênfase, também, nas possibilidades turísticas.
Com a grande repercussão da exposição em Londres, surgiu o convite para outra exibição europeia, que foi aberta em 23 de maio e segue até 14 de julho na embaixada brasileira em Bruxelas. O material, cedido pelo fotógrafo para a Rede de Proteção e Conservação da Serra do Amolar, reúne imagens com dimensões que variam de 100 x 70 cm a 150 x 100 cm e são dispostas horizontalmente sobre o solo segundo concepção da brasileira Marina Willer (sócia do Pentagram Studios de Londres). A intenção é proporcionar ao visitante a sensação visual de estar sobrevoando o território pantaneiro, replicando, dessa forma, a maneira como as imagens, muitas delas aéreas, foram produzidas. Esta mostra, que no Brasil terá o nome de “Documenta Pantanal”, poderá ser vista pelo público no Brasil ainda no segundo semestre em data a ser definida.
Participantes do ‘Documenta Pantanal’
João Farkas,Mônica Guimarães, Sandro Menezes Silva, Teresa Cristina Ralston Bracher, Agrotools, Associação Onçafari, Editora Vento Leste,Fazenda Fazendinha (Aquidauana/MS), Fazenda Barraco Alto (Aquidauana /MS),Fazenda Figueiral (Corumbá/MS),Fazenda Santa Tereza (Corumbá/MS), Fazenda São Camilo (Corumbá/MS),Fazenda São Francisco do Perigara (Barão de Melgaço/MT),Fazenda Vera Lúcia (Aquidauana/MS),Acaia Pantanal,Instituto Arara Azul, Instituto Homem Pantaneiro, Leão Serva, Luciano Candisani, Marcia Hirota, Marina Klink, Marina Lutz, Miguel Milano, Onças do Rio Negro, Panthera Brasil, Porto São Pedro (Corumbá/MS), Raquel Machado, Rede Nacional Pró Unidades de Conservação, Refúgio Ecológico Caiman (Miranda/MS), RPCSA – Rede do Amolar, Silas Ismael e SOS Pantanal.
Sobre João Farkas
João Paulo Farkas sempre esteve em contato com a fotografia. Graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo, é fotógrafo profissional desde 1979, com especialização na School of Visual Arts e no International Center of Photography de Nova York (1980-1981). Foi fotógrafo correspondente das revistas Veja e Isto É e também trabalhou como editor de Fotografia. Ganhou o prêmio ABERJE e Bolsa Vitae de Artes/Fotografia. Seus trabalhos fazem parte de importantes acervos e museus brasileiros e integram o acervo do ICP – International Center of Photography – Nova York, Maison Européenne de la Photographie, em Paris, e Tulane University (New Orleans), entre outros.
Sobre Mônica Guimarães
Produtora de cinema e teatro, Mônica Guimarães produz há 16 anos o ‘É Tudo Verdade – Festival internacional de Documentários’ e é proprietária da Mog Produtora, que é proponente do documentário “Ruivaldo – O Homem que Salvou a Terra”. Uma das organizadoras do ‘Documenta Pantanal’ ao lado do biólogo Sandro Menezes e de Teresa Bracher (produtora rural e diretora da Acaia Pantanal), Mônica, entre outras atividades, é responsável pela difusão de informações do blog entre todos os participantes do projeto.
Sobre Sandro Menezes Silva
Professor de Ciências Biológicas e Ambientais na Universidade Federal da Grande Dourados, Sandro Menezes Silva esteve pela primeira vez no Pantanal em 1984, quando ainda era estudante de Ciências Biológicas. Desde 2005 passou a trabalhar na região, fator que permitiu que passasse a conhecê-la melhor por meio de expedições e pesquisas.
13 de junho é comemorado o dia de Santo Antônio, conhecido como o santo casamenteiro e que tem milhões de devotos em todo o Brasil, assim como ao redor do mundo.
Embora o Santo tenha como seu local de nascimento a cidade de Lisboa em Portugal, no ano de 1195, e seja também conhecido como Santo Antônio de Pádua, porque morreu nas vizinhanças da cidade de Pádua, na Itália, em 1231, novos indícios históricos, documentais e da tradição oral, para além do âmbito religioso, descobertos pelo Jornal Paivense, fundado em 2017 pelo brasileiro Fabiano de Abreu, revelam que Santo Antônio tem forte ligação com o concelho de Castelo de Paiva.
genealogia Real de Santo Antonio
A investigação empreendida pelo jornal em conjunto com uma equipe de especialistas revelou que os pais de Santo Antônio nasceram e viveram na região de Castelo de Paiva, município a 50km da cidade do Porto, norte de Portugal, e que membros da família real Portuguesa e seus descendentes que atualmente vivem no Brasil, como o deputado e cientista político Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, tem lugar na genealogia do Santo, nascido Fernando de Bulhões.
O pesquisador Rui Pereira é o responsável pela elaboração da árvore genealógica, traçada através de documentos e estudos que provam a ligação de Santo António com a terra de Payva, assim como sua ascendência nobre, que está de acordo com a tradição oral.
Ainda segundo a tradição, a freguesia de Sobrado em Castelo de Paiva teria sido a terra natal dos progenitores de Santo Antônio. Os testemunhos mais antigos da sua existência datam do século XI, sendo considerada uma abadia de apresentação do Marquês de Marialva. Este direito transitou para a Coroa Real e posteriormente, para a Casa de Bragança, situação que se manteve até 1758. A tradição diz que Martim de Bulhões, pai de Santo António, queria conquistar D. Teresa Taveira e para o fazer teve de se submeter a duras provas de costumes medievais, tendo ainda de se defrontar com um pretendente à mão de Teresa, que se chamava Dom Fafes. Consta que este duelo, do qual saiu vencedor Martim de Bulhões, realizou-se no local onde se encontra o Marmoiral da Boavista, no município de Castelo de Paiva.
Em Castelo de Paiva existe o Portal da Serrada, que apresenta Brasão com as armas dos Bulhões, que foram adotadas pela cidade de Pádua, devido a importância da família através do legado de Santo Antônio.
O livro “Santo António de Lisboa” de Mário Gonçalves Pereira lançado pela Chiado Editora, apresenta provas e relatos que conectam os pais de Santo Antônio a Castelo de Paiva: “os paivenses não querem abandonar a certeza histórica de que os pais de Santo Antônio foram naturais de Castelo de Paiva”, refere o autor.
Vila Gondim e Vila Sobrado, Honras medievais do século XI, foi onde se instalaram Bulhões, ascendentes de Santo António, provenientes de França, através da Galícia, norte da Espanha, convidados pelo Conde D. Henrique, pai de D. Afonso Henriques, que foi o primeiro rei de Portugal.
Trechos de documentos do século 9 comprovam o que a tradição oral já afirmava em terras de Paiva: “nós de nome Garcia Moniz e minha esposa Elvira fazemos a vós Rei Garcia (filho de Fernando Magno rei de Leão que conquistou Lamego, Viseu e Coimbra aos Mouros) escritura e carta de benefícios de todas as nossas propriedades que temos de avós e de parentes, as quais jazem na terra de Paiva, a vila Gondim e a vila de Sobrado, no Douro, acima do Arda, em Paiva. Quatro anos depois, o Rei Garcia, da Galiza, doa estas mesmas propriedades, (e outras mais, onde inclui as da freguesia de Real, também na terra de Paiva) a D. Afonso Ramires (Adefonso Ramiriz), como recompensa por serviços prestados:“Ego Garsia gratia Dei rex filii Fredenandi imperatoris et Sanctia Regina tibi fidele meo Adefonso Ramiriz…placuit mihi ut facerem a tibi Adefonso Ramiriz textum scripture et kartula firmitatis…de illa parte Dorio villa Gundin, villa Soperato, villa Gelmiriz…villa Rial…(“Diplomata et Chartae”, documento 491 de 1070).
Segundo os pesquisadores: “a efeméride do nascimento, em Terra de Paiva dos progenitores desse santo, e dá-la a conhecer ao mundo, com base na descrição genealógica existente dos Bulhões de Santa Cruz das Serradas, que nesta obra se procurou traduzir com igual rigor e o mesmo valor histórico que tal documento representa”.
A pesquisa, que envolveu arqueólogos, historiadores, jornalistas e centenas de depoimentos de habitantes locais, de Castelo de Paiva, conseguiu provar que os pais de Santo Antônio nasceram e viveram boa parte de suas vidas na região de Paiva, o que posiciona e reafirma sua relevância histórica, cultural e até mesmo religiosa.
O Jornal Paivense foi fundado em Castelo de Paiva pelo luso-brasileiro Fabiano de Abreu e se tornou um dos principais veículos de comunicação do norte de Portugal, e foi o primeiro veículo de comunicação do país a comprovar a ligação do Santo: “empreendemos uma pesquisa que levou meses e consultamos autoridades no assunto, procuramos entender a tradição oral e ouvimos os habitantes locais. Esta descoberta tem forte significado para a população de Castelo de Paiva e principalmente para os devotos do Santo, que hoje tem mais um ponto de apoio documental para a tradição oral e para a manifestação de sua crença”, conta Hebert Neri, editor do Jornal Paivense.
Grupo Filhos da Guanabara apresenta o espetáculo O Show! que une samba e performance cênica no Teatro Claro Nunes
Teatro e música transformarão o teatro em um “botequim Show” homenageando os maiores sambistas brasileiros
Em comemoração aos quatro anos de fundação, o grupo Filhos da Guanabara – criado em 2015 através do projeto Conexão Lapa X Zona Norte – estreia o espetáculo O Show! – dia 27 de junho, quinta-feira, às 20 horas na zona sul carioca. A ideia é transformar o Teatro Clara Nunes em um “botequim-show” prestando uma homenagem aos grandes sambistas brasileiros.
Com direção artística de Bruno de Sousa, o casal de cantores Dani Coimbra e Adriano Serafim farão uma performance cênica interpretando trechos imortalizados nas vozes de artistas como Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, João Nogueira, Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho entre outros.
Com um repertório autêntico e rico, grupo faz um passeio pelos clássicos do gênero, com um toque autoral que perpassa pelos inesquecíveis sambas enredo, Água da Minha Sede, Coisinha do Pai, Maria do Socorro, Alma Boêmia, Zé do Caroço, entre outras. Apesar de valorizar o tradicional samba raiz, os músicos apostam também no samba contemporâneo, valorizando os novos sons e suas influências.
Formado pelos músicos Adriano Serafim (Cantor e Banjo), Dani Coimbra (Cantora e Ganzá), Martan Marques (Tantan),Rodrigo Val (Pandeiro), Robinho (Cantor e Cavaco), Christian (Viola), músicos de apoio: André Rios e Maurício (Percussão) eEduardo (Sopros), o grupo Filhos da Guanabara investe na região sul carioca com uma temporada curta que incluem apresentações nos dia 27 de junho, 4 e 11 de julho, sempre às quintas-feiras, 20 horas.
FICHA TÉCNICA
Adriano Serafim (Cantor e Banjo), Dani Coimbra (Cantora e Ganzá), Martan Marques (Tantan), Rodrigo Val (Pandeiro),Robinho (Cantor e Cavaco), Christian (Viola), Músicos de apoio: André Rios e Maurício (Percussão), Eduardo (nos Sopros), Atores: Dani Coimbra e Adriano Serafim, Direção artística: Bruno de Sousa, Direção Musical: Robinho, Produtora: Luana Saes, Conselheiro: Charles Gonçalves, Designer: Haroldo, Fotógrafos: Tio Júlio Verdes, Assessoria de Imprensa: Carlos Gilberto
SERVIÇO
O Show!
Local: Teatro Clara Nunes – Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – Apresentações: Dias 27 de junho, 4 e 11 de julho – Horário: Quinta-feira – 20h – Preço: R$ 60,00 ,00 (Inteira) – Telefone: (21) 2274-9696 – Duração: 80 min., Classificação: Livre – Gênero: Show Capacidade: 750 lugares
A Banda DSD – Direito, Sociedade e Democracia – caracteriza-se por suas misturas de rap, rock, reggae, samba, maracatu, entre outros ritmos, valorizando a diversidade cultural que já faz parte do nosso país, resultando em nosso conceito musical definido como: Ritmos, Ações e Manifestos.
Neste dia 26 de julho Apresentaremos o show Afrotupí!
Afrotupí – que dá titulo ao trabalho da banda e a musica de trabalho, é caracterizada por uma das aparições do personagem “Afrotupí”, ambas criadas por Luiz Cláudio, um dos fundadores da Banda DSD e em breve teremos lançada a edição do livro “Afrotupí.
O clipe relata o momento em que três raças se unem em uma dor “comum” para que seja vingada uma injustiçada mágoa causada pelo sistema em que vivemos!
Iniciando com o poema de Rose Lopes, falando de igualdade com bases fundamentadas na História do nosso Brasil e o Poema de Zahy Guajajara encerrando traduzindo um pouco do sentimento indígena ao falar também de igualdade.
A letra nos traz firmemente a dor da desigualdade, a crença em várias fés causadas pela nossa miscigenação, nos trazendo a ideia de que não importa cor, raça, nome… somos feitos da mesma matéria!
Dividiremos o palco com as artes de Leu Lima. também nessa mistura cultural, temos Bruno Relíquia, o Rapper, compositor, traz ao palco rimas originais que relatam a vivência humana. A Z.O rec, trazendo sua poesia de rua, e seus beats. E acrescentando visualmente teremos Aylah Yin, Professora de Dança do Ventre e dançarina que , alem da abertura, terá participação visual no show.
E tudo isso organizado por Bruno Black, Poeta, Apresentador e radialista.
FILME VENEZUELANO “ESTÁ TUDO BEM”, DE TUKI JENCQUEL, VENCE A COMPETIÇÃO LATINO-AMERICANA DA 8ª MOSTRA ECOFALANTE
O venezuelano Está Tudo Bem é o grande vencedor a Competição Latino-Americana da 8ª Mostra Ecofalante de Cinema. O documentário dirigido por Tuki Jencquel acompanha a jornada de uma dona de uma farmácia, um jovem cirurgião, um ativista social e dois pacientes com câncer que enfrentam a falta de medicamentos que está no centro da crise do sistema de saúde da Venezuela. A obra foi premiada com o troféu Ecofalante e R$ 15 mil na noite desta quarta-feira, 12 de junho, na cerimônia de encerramento realizada no Centro Cultural São Paulo.
O longa Parque Oeste dirigido por Fabiana Assis, recebeu Menção Honrosa pelo júri, formado pelos cineastas Lina Chamie e Tadeu Jungle e pelo crítico de cinema Heitor Augusto. Já o documentário GIG – A Uberização do Trabalho, de Carlos Juliano Barros, Caue Angeli e Maurício Monteiro Filho, levou o prêmio do público.
O Prêmio de Melhor Curta foi para o colombiano Palenque, de Sebastián Pinzón Silva. Guiada por temas que tocam vida e morte e um ritmo musical afro-latino constante, uma ode a uma pequena cidade que contribuiu imensamente para a cultura e a memória coletiva da Colômbia: San Basilio del Palenque, o primeiro povoado das Américas a se libertar do domínio europeu. O filme ganhou o troféu Ecofalante de Melhor Curta e R$ 5 mil de prêmio.
Concurso CURTA ECOFALANTE
O grande vencedor do Concurso Curta Ecofalante ficou com ATL: Acampamento Terra Livre, de Edgar Kanaykõ Xakriabá e com produção da UFMG – Universidade Federal de Minas. O filme se passa em abril de 2017, em Brasília, quando povos indígenas de todos as regiões do país e das mais diversas etnias reuniram milhares de lideranças no maior Acampamento Terra Livre da história exigindo seus direitos, que têm sido sistematicamente vilipendiados. O filme ganhou o troféu Ecofalante e R$ 3 mil de prêmio.
A Menção honrosa foi para Mãe do Mangue, de Isabella Cruvinel Santiago e Jonas Torralba Batista. O júri deste concurso foi composto pela produtora Nádia Mangolini, o professor e pesquisador Pedro Guimarães e o cineasta Thiago Mendonça.
Já a escolha do público foi para Laklãnõ/Xokleng: Os Órfãos do Vale, de Andressa Santa Cruz e Clara Comandolli
LISTA PREMIADOS 8ª MOSTRA ECOFALANTE
Competição latino-americana:
Melhor longa pelo júri – Está Tudo Bem
Menção honrosa longa – Parque Oeste
Melhor curta pelo júri – Palenque
Menção honrosa curta – Entremarés
Melhor filme pelo público – GIG – A Uberização do Trabalho
2º e 3º lugar da escolha do público – Empate / O Espanto
Concurso curta ecofalante:
Melhor curta ecofalante pelo júri – ATL – Acampamento Terra Livre
Menção honrosa – Mãe do Mangue
Escolha do público – Laklãnõ/Xokleng: Os Órfãos do Vale
2º e 3º lugar da escolha do público – Mãe do Mangue / ATL – Acampamento Terra Livre
Neste dia dos namorados, a atriz, modelo e ex-panicat Aline Mineiro tem motivo para comemorar a data. Ela revelou com exclusividade que está namorando o humorista Léo Lins, que trabalha com Danilo Gentili no programa The Noite, do SBT.
O romance, que até então era segredo para a grande mídia, se tornou público depois que foi revelado no Instagram Stories dos dois, onde aparecem juntos fazendo um ensaio sensual para comemorar a ocasião do Dia dos Namorados.
“Aline me pediu pra fazer um ensaio, eu disse “não” mas acabamos fazendo. Lembrou a primeira vez que fizemos sexo, ela disse “nao” mas acabamos fazendo.” Escreveu Léo em seu Instagram, no que obviamente é mais uma de suas piadas politicamente incorretas.
Léo Lins é conhecido como o “Rei do Humor Negro” e devido as suas piadas fortes já teve 20 shows da sua turnê “Bullying Arte” censurados em diversas cidades do Brasil. Apesar disso, Aline Mineiro diz “Quem ve o Leo assim pensa ‘acho que que ele tem algum problema’, mas agora que conheço ele tenho certeza disso. Eu achei que ele seria péssimo nas fotos, mas me surpreendeu e foi muito bem, ao contrário da primeira vez que fizemos sexo, eu achei que ele mandaria bem, mas foi péssimo (risos) também estou aprendendo a fazer piadas..”
O ensaio do Dia dos Namorados do casal, embora seja sensual, não abriu mão do lado humorístico, usando facas, correntes e camisas de força.
Projeto inicia no segundo sábado de julho na quadra da agremiação
Ritmista – Ricardo Almeida
Pensando no futuro, a bateria Pura Cadência abrirá escolinha de percussão para formar novos ritmistas. O projeto, de desenvolvimento do mestre Casagrande, é social, sem cobrança de taxa de matrícula e/ou mensalidade. As aulas iniciam no segundo sábado de julho, dia 13, na quadra da agremiação.
Ritmista – Mauro Samagaio
As aulas são de tamborim, chocalho, repique, surdo, caixa, cuíca, entre outras modalidades. Os interessados precisam ter acima de 12 anos de idade e realizar a inscrição através dos telefones 21 98165-1753 ou 99441-2080 (whatsaap). É necessário enviar nome completo, telefone, idade, endereço e instrumento do interesse. As aulas serão ministradas aos sábados a partir das 14 horas.
Ensaios da Pura Cadência
A bateria Pura Cadência retomou os ensaios visando o Carnaval 2020. Os treinos acontecem todas as quintas, a partir das 20 horas na quadra da agremiação até o carnaval.
O endereço da quadra da Unidos da Tijuca é Avenida Francisco Bicalho n° 47 – Leopoldina.
A Escola Viva está mostrando que é possível fazer uma escola pública de qualidade. Nesta quarta-feira (12), a Prefeitura de Magé, inaugurou o Centro de Línguas de Magé (CELMA), que está oferecendo cursos de inglês, espanhol e libras aos alunos do 6º ao 9º ano da rede municipal de ensino.
O CELMA funciona no contraturno em três polos: Magé (E.M. Maria Clara Machado), Mauá (E.M. Paulo Freire) e Piabetá (E.M. Alzira Vargas). Os cursos contam com três níveis de aprendizagem: básico, intermediário e avançado.
“O nosso objetivo é promover aos alunos o curso completo da língua. Nós vamos oferecer o curso básico, intermediário e avançado. Nossas turmas são mistas e a ideia é que os alunos cresçam juntos e aprendam a língua de maneira integral. Os alunos que já tiverem alguma bagagem prévia vão fazer uma prova de nivelamento para entrar no nível que for adequado para ele”, frisou Flávio Marques, coordenador do CELMA.
As primas Júlia e Anne Alves são alunas da E.M. Radamés Marzullo e fazem parte do polo Magé, que já iniciou as aulas de inglês e espanhol. “Estou fazendo o curso de espanhol e estou achando uma excelente oportunidade para a gente aprender. O melhor que o curso é gratuito e as professoras são maravilhosas. Já gostava do espanhol, por ouvir música no idioma, esse curso veio para somar”, disse a aluna Júlia Alves.
“Estou achando muito importante, porque é um curso gratuito e que a gente aprende muita coisa que vai fazer diferença em nossa vida. Nós estamos aprendendo bastante, porque está sendo bastante interativo e as professoras são maravilhosas e super interativas”, complementou Anne Alves, aluna do curso de inglês.
Para a doméstica Alexandra Oliveira, mãe da aluna Diva Araújo da E.M. Maria Clara Machado essa é uma excelente oportunidade para filha. “Para mim está sendo ótimo, porque não tenho condições de pagar um curso de idiomas para minha filha. E ela falando o espanhol, a língua que ela está aprendendo, vai ser muito importante, porque terá mais oportunidade no mercado tendo outro idioma”, destacou Alexandra.
O Centro de Línguas é mais um projeto da Escola Viva que está transformando a educação da cidade, de acordo com o prefeito. “Tudo que nós colocamos no papel lá atrás estamos conseguindo fazer. Assim como foi com o CMAE, o CMAE Azul, os profissionais de apoio escolar para auxiliar os alunos inclusos e toda Educação Especial que cuidamos com tanto carinho. Hoje em dia é fundamental para o mercado de trabalho ter outro idioma, principalmente o inglês e o espanhol. O curso de libras é também um sonho realizado, porque pensamos nas pessoas com deficiência auditiva que não sabem utilizar a Língua Brasileira de Sinais. Essa inauguração é mais uma marca da nossa gestão e continuaremos trabalhando em prol dos mageenses”, ressaltou o prefeito Rafael Tubarão.
Segundo a secretária de Educação e Cultura, Álison Brandão, a inscrição é feita na escola do aluno. “O próprio diretor da unidade em que o aluno está matriculado faz as inscrições nos polos. É só falar com o diretor que quer aprender línguas e o diretor faz a inscrição no polo mais próximo da residência do aluno”, explicou.
Uma grande promessa do cenário sertanejo que vem ganhando destaque em 2019; O cantor sertanejo @Junior Villa que gravou a música “PARA DE GRAÇA” com participação mais que especial do cantor Mano Walter, o Vídeo Clipe já ultrapassou 6 milhões de visualizações no YouTube. Recentemente Junior gravou a música “NOVELA MEXICANA” e seu Vídeo Clipe já ultrapassou 2 milhões de visualizações no YouTube.
Junior Villa é uma das promessas do mercado para o ano de 2019, e em breve conta pra gente muitas novidades, uma delas é a gravação de seu primeiro DVD na Cidade de Goiânia. Aguardem!
Conheça um pouco mais sobre Junior Villa
O Artista Junior Villa nasceu em Itá-SC no dia 9 de janeiro de 1999, onde muito jovem e por incentivo familiar foi se aproximando da música, quando se deu conta já estava apaixonado pela música.
Aos 5 anos de idade Junior ganhou sua primeira sanfona, instrumento o qual seu pai adorava e sempre o incentivou a aprender, quando Junior completou 12 anos de idade ganhou seu primeiro violão, em 1 ano aprendeu a tocar e logo começou a fazer apresentações em seu município.
Dos 13 aos 14 anos de idade, Junior participou do Clube da Viola em Itá-SC, onde começou a ganhar experiência e conhecer mais afundo como era a vida de um artista, após isso decidiu seguir na música como cantor solo.
Aos 15 anos, Junior começou a tocar e cantar em um barco de passeios turísticos, fazendo também apresentações em barzinhos, aos poucos foi adquirindo cada vez mais experiência e gosto pelo que fazia.
Sua primeira composição veio logo aos 16 anos, nomeada como História de Amor, sua primeira música de trabalho hoje vem sendo umas das músicas mais tocadas nas rádios brasileiras