Um canal do youtube bem descontraído e mostra o dia a dia do casal Gabriel Dearo e Manu Digilio. O espaço começou com a intenção de compartilhar histórias, as atrapalhadas e agora a rotina de um típico casal recém casados. Hoje, conta com mais de 1 milhão de Inscritos. Nos vídeos não há o uso de palavrões e nem conteúdo impróprio, são vídeos com conteúdo totalmente “Family Friendly”. O Meu Mundo Babaca têm uma influência consolidada com seu público, a média é de 100 mil visualizações por vídeo.
Com o sucesso do canal FalAidearo, o Meu Mundo Babaca vêm crescendo cada vez mais, pelo interesse dos públicos em saber mais sobre a vida de Gabriel e Manu. O diferencial do canal é que possui uma influência dupla, atraindo meninos e meninas.
FALAIDEARO
Já o Falaidearo é um canal do gênero humor, com vídeos roteirizados utilizando esquetes, e paródias. Tem estilo parecido com um seriado, e o conceito do canal é entreter e provocar risadas com situações simples do dia a dia. O diferencial do Falaidearo, é que não são utilizados palavrões e nem conteúdo inapropriado, podendo ser assistido livremente por qualquer público. Ao todo, os vídeos do canal ultrapassam a marca de 1 milhão de Visualizações. Atualmente, o canal conta com mais de 2 milhões de Inscritos.
OPERAÇÃO CINEMA O projeto Operação Cinema começou em 2015, e hoje é o maior canal de filmes, séries e animações do Brasil. São mais de 4 Milhões de inscritos. O grande diferencial, que cada vez mais vem conquistando os fãs, é não ser um “crítico chato”, mas sim um amigo falando de cinema. Gabriel e Manu já deram dezenas de entrevistas, as quais sempre acabam sendo encontros divertidos e que também geram repercussões na internet.
Inspirada no universo dramático de Samuel Beckett e com supervisão de Stephane Brodt e Ana Teixeira (Amok Teatro), Cia. Teatro Baixo faz primeira temporada de espetáculo no Centro do Rio
Concebido a partir de estudos sobre a obra de Samuel Beckett, “O que fazemos enquanto esperamos?”, da Cia. Teatro Baixo, é o primeiro trabalho do projeto “Trilogia dos Excluídos”. Tendo estreado dentro da Mostra SESC Regional de Artes Cênicas, com supervisão de Stephane Brodt e Ana Teixeira, da Amok Teatro, o espetáculo faz sua primeira temporada a partir da próxima semana, no Teatro Ziembinski.
No processo, a companhia, conduzida pelo diretor Rodrigo Villas Boas, se deparou com um universo habitado por personagens abandonados, seres dilacerados, bastante comuns no universo becketiano. Os atores, então, foram sendo instigados a adentrarem neste universo absurdo em que sobrevivem estes personagens. Numa atualização da obra de Samuel Beckett, a desesperança dos personagens reflete e retrata o momento crítico pelo qual o mundo está passando, uma sensação pré-apocalíptica, um estado de espírito de pessoas que acordam e dormem com a perspectiva de uma guerra causada por um inimigo invisível. Olhamos os jornais, os telejornais e nos indagamos sobre como aquilo que ouvimos e vemos pode ser verdade. Nós vivemos e somos o absurdo que tanto recusamos a reconhecer. Entre nascer e morrer, esperamos.
Com um texto de enredo reflexivo e personagens sensoriais, forjados a partir da matéria do abandono, da falta de perspectiva e da miséria. os conflitos se fazem presentes em cada gesto, em cada fôlego. Com “O que fazemos enquanto esperamos?” a companhia, sediada em Nova Iguaçu e integrante da Rede Baixada em Cena, pretende levantar questionamentos sobre o homem contemporâneo e explicitar a atualidade da obra de Samuel Beckett.
SERVIÇO
O Que Fazemos Enquanto Esperamos?
Teatro Municipal Ziembinski – Rua Heitor Beltrão, s/n – Tijuca, RJ
De 28 de junho a 7 de julho – Sextas e sábados, 20h; domingos, 19h.
Nos dias 27 e 28 de junho, a Embaixada da França promove na Casa de Rui Barbosa (com entrada franca) o seminário franco-brasileiro “Hospitalidade entre ética, política e estética”.
A ideia é abordar as crises migratórias pelo viés da hospitalidade. Estão confirmadas as participações de filósofos, antropólogos, sociólogos, cientistas políticos, especialistas em políticas públicas ligadas ao tema dos deslocamentos migratórios, de governos e do terceiro setor; escritores, cineasta e curadores de artes plásticas que se debruçam sobre o tema dahospitalidade focando os aspectos político, filosófico, ético e estético (traduzido na arte – literatura, cinema e artes plásticas).
Debora Diniz
Quem abre o evento é a cientista política Catherine Wihtol de Wenden, da Sciences Po Paris, uma das vozes mais importantes da atualidade no tema. Tem também a participação dos escritores Milton Hatoum e Patrick Chamoiseau, as curadoras Sandra Benites e Anne-Laure Flacelière, o antropólogo Michel Agier e o escritor Philippe Ollé-Laprune, que fundou e dirigiu a Casa Refugio Citlaltepetl, no México.
Hospitalidade, do latino hospitalitas:
ato de hospedar, de acolher afetuosamente
Hospitalidade – entre ética, política e estética, colóquio que a Embaixada da França e Casa de Rui Barbosa realizam dias 27 e 28 de junho, com apoio da Aliança Francesa, vai reunir nomes de ponta da intelectualidade e na produção artística da França e do Brasil visando trazer luz – de vários pontos de vista – ao assunto. O evento tem entrada franca e é aberto ao público. Estudantes que se inscrevam (ver serviço) podem receber certificado de participação.
Michel Agier
Estão confirmadas as participações de filósofos, antropólogos, sociólogos, cientistas políticos, especialistas em políticas públicas ligadas ao tema dos deslocamentos migratórios, de governos e do terceiro setor; escritores, cineasta e curadores de artes plásticas que se debruçam sobre o tema.
São três pilares de discussão: o primeiro, a visão ética e política, na abordagem de filósofos e antropólogos; o segundo, o estabelecimento e a manutenção dos lugares de hospitalidade, pelo olhar de ONG, juristas, diretores de abrigos; e o terceiro, contando com criadores do cinema, das artes plásticas, da literatura e curadores, a tradução da questão pelo prisma artístico.
PENSAMENTO, ARTE, ACOLHIMENTO
Entre os participantes estão Catherine Wihtol de Wendenn – uma das mais importantes pensadoras da migração na atualidade –, a cineasta Debora Diniz (de Hotel Laide), os escritores Milton Hatoum e Patrick Chamoiseau, o antropólogo Michel Agier as curadorasSandra Benites e Anne-Laure Flacelière.
No fim do primeiro dia, haverá a exibição do documentário de curta-metragem Hotel Laide, dirigido pela antropóloga e escritoraDebora Diniz, que acompanha a história de três mulheres na pensão social Laide, um lugar aberto para o acolhimento de usuários de crack, na Cracolândia paulistana. O hotel fazia parte do programa “De Braços Abertos”, criado pelo ex-prefeito Fernando Haddad (PT), e foi destruído por incêndio de causas desconhecidas.
O seminário, portanto, parte da dinâmica da alteridade através do conceito de hospitalidade – a ideia de receber o outro em sua casa – para discutir as crises migratórias da atualidade. O confronto entre as noções de cidadão e não-cidadão num mundo transnacional aponta a persistência de um imaginário da fronteira nos conflitos por todo o planeta.
Pela primeira vez no Brasil, a francesa Anne-Laure Flacelière foi curadora da exposição “Persona grata” – um projeto que questiona a noção de hospitalidade através do prisma da criação contemporânea. A mostra ficou em cartaz (2018-2019) em dois lugares: no Musée National de l’Histoire de l’Immigration de Paris e no MAC VAL: um museu da sociedade que valoriza a criação contemporânea e um museu de arte contemporânea que examina os fenômenos da sociedade.
No encerramento do colóquio, dois textos serão lidos: um trecho da Declaração dos Poetas, do livro Frères Migrants, de Patrick Chamoiseau (tradução para o português de Ana Rossi – UnB) livro que “evoca fortemente a tragédia dos refugiados na Europa”, segundo o Le Monde, e de um trecho de um texto de Milton Hatoum.
“A comparação dos pontos de vista francês e brasileiro sobre essa temática me parece particularmente interessante na medida em que a França, país europeu confrontado com crises migratórias, está evidentemente e diretamente afetada por essa problemática”, afirmaAlain Bourdon, Conselheiro de Cooperação e Ação Cultural da Embaixada da França no Brasil. “O Brasil também está, por sua história que foi construída, pode-se dizer, numa relação complexa com a hospitalidade: hospitalidade traída (colonização), transviada (migrações forçadas da escravidão), promovida (vagas migratórias, a partir do século XIX, para povoamento e desenvolvimento econômico do país) e imposta (migrações recentes vindas da Venezuela, do Haiti e da África Negra, cuja gestão pelas autoridades brasileiras foi até hoje exemplar)”.
PROGRAMAÇÃO
27 de junho de 2019
10h– 10h30 Abertura
– Antonio Herculano Lopes (Casa de Rui Barbosa)
– Silvia Sander (ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados)
– Pierre Buhler (Institut Français de Paris)
10h30– 11h30
Conferência de abertura: “Panorama das crises migratórias atuais”
Catherine Wihtol de Wenden (Sciences Po Paris)
moderadora: Joelle Rouchou (Casa de Rui Barbosa)
11h30–12h Perguntas
14h– 15h
Conferência: “Acolher o outro: fraternidade, solidariedade, hospitalidade”.
Newton Bignotto (Universidade Federal de Minas Gerais)
moderador: Adauto Novaes, filósofo, organizador do ciclo “Mutações”
15h– 15h30 Perguntas
16h–17h30
Hospitalidade entre ética e política
– Michel Agier, Institut de Recherche pour le Développement (IRD) – Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales (EHESS)
– Mohamed Elhajji, UFRJ
moderador: Ricardo Ferreira Freitas (UFRJ)
17h45– 18h30
Projeção do filme Hotel Laide e conversa via skype com a diretora, Débora Diniz
28 de junho de 2019
9h30–11h
Lugares de Hospitalidade
– João Guilherme Granja (ENAP – Brown University)
– Charles Gomes (Casa de Rui Barbosa)
moderadora: Natalia Cintra (PUC/Rio – Casa de Rui Barbosa)
11h15 – 12h45
Lugares de Hospitalidade
– Philippe Ollé-Laprune (Casa Refúgio México)
– Benjamin Seroussi (Casa do Povo SP)
moderadora: Mônica Velloso (Casa de Rui Barbosa)
14h30–16h – Dar forma à Hospitalidade: Arte e Hospitalidade
– Anne-Laure Flacelière (curadora da exposição “Persona Grata” – MacVal)
– Sandra Benites (educadora, curadora da exposição “Dja Gueta Porã”)
moderador: Marcos Veneu (Casa de Rui Barbosa)
16h30–18h
Dar forma à Hospitalidade: Escrita e Hospitalidade
– Patrick Chamoiseau, escritor
– Milton Hatoum, escritor
moderadores: Flora Sussekind (Casa de Rui Barbosa) Alain Bourdon (Embaixada da França)
18h– 18h30
Leitura, em francês e em português, da “Declaração dos Poetas”, do livro “Frères Migrants” de Patrick Chamoiseau – tradução em português de Ana Rossi (UnB) – e de um trecho de um texto de Milton Hatoum.
Newton Bignotto, escritor e professor titular aposentado de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais
Sandra Benites, indígena da etnia Guarani Nhandewa, curadora, professora de filosofia e de história, mestre e doutoranda em Antropologia
Charles P. Gomes, doutor em ciências política, escritor sobre temas do refúgio e das migrações internacionais, é pesquisador sênior da Fundação Casa de Rui Barbosa e diretor do CEPRI, clínica legal pro bono para Refugiados e Migrantes no Rio de Janeiro.
Patrick Chamoiseau, escritor, nascido na Martinica, premiado com o Goncourt, uma das vozes mais influentes do Caribe.
Benjamin Seroussi é curador, editor e gestor cultural, mestre em Sociologia e Gestão Cultural. Em São Paulo, dirigiu a programação do Centro da Cultura Judaica, foi curador associado da 31ª Bienal de São Paulo (2013-2014) e curador-chefe do projeto Vila Itororó Canteiro Aberto. Dirige hoje a Casa do Povo de São Paulo e o programa de intercâmbios COINCIDÊNCIA.
Michel Agier é antropólogo, escritor – focando a migração, exílio e fronteiras -, sobre diretor de estudos na École des Hautes Études en Sciences sociales (EHSS), diretor de investigação no Institut de Recherche pour le Développement (IRD) e membro do Centre d’Études des Mouvements Sociaux (CEMS/EHESS-CNRS). Liderou o programa Babels e esteve numa diretoria do Institut des Migrations (ICM).
Philippe Ollé-Laprune, escritor, codirigiu a agência Ad’Hoc (organizadora de eventos culturais como o Mercado da Poesia de Paris); chefiou o escritório do livro da Embaixada da França no México, fundou e dirigiu a Casa Refugio Citlaltepetl.
Catherine Wihtol de Wenden, escritora, professora, doutora em Ciência Politica, é diretora de pesquisa no Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS, CERI), com 30 anos de pesquisa sobre as migrações internacionais a partir da perspectiva da ciência política e do direito público. Presidiu o Comitê de Pesquisa de Migração da International Sociological Association; trabalhou em organizações internacionais como o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o Conselho da Europa e a Comissão Europeia.
Debora Diniz, documentarista premiada – “Hotel Laide” é o oitavo dos nove filmes que já dirigiu –, antropóloga, escritora (ganhou o Prêmio Jabuti em 2017) professora de Direito na Universidade de Brasília, é fundadora da ONG feminista Anis – Instituto de Bioética, que atua com pesquisa, comunicação e litígio estratégico em defesa de direitos de mulheres e outras minorias. É Diretora Adjunta da International Planned Parenthood Federation / Western Hemisphere Region (IPPF/WRH) e professora visitante na Brown University Center for Latin American and Caribbean Studies (CLACS).
Milton Hatoum, escritor (“Dois irmãos”, “Relato de um certo Oriente”, entre outros)formou-se em arquitetura na Universidade de São Paulo, foi professor na Universidade Federal do Amazonas e professor-visitante na Universidade da Califórnia (Berkeley). Seus livros, publicados em 14 países, foram premiados no Brasil e no exterior. Também foi escritor-residente nas Universidades Sorbonne, Yale, Stanford e Berkeley.
Mohammed ElHajji é Professor Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e escritor. Seus temas são a questão migratória e seus correlatos culturais, identitários, étnicos e de gênero. Integra o corpo docente dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (PPGCOM) e em Psicologia Social (EICOS), ambos da UFRJ Especialista em Migrações Transnacionais e Comunicação Intercultura; coordena o MITRA local – Máster Erasmus Mundus em Migrações Transnacionais –, o Fórum Anual de Migrações Transnacionais e o Simpósio de Pesquisa sobre Migrações.
Anne-Laure Flacelière, formada em museologia pela École du Louvre, dirigiu o Museu Robert Dubois-Corneau de Brunoy e é responsável pelo estudo e desenvolvimento da coleção do MAC VAL (museu de arte contemporânea do Val-de-Marne). Integrou a equipe da exposição “Persona grata”, no Musée National de l’Histoire de l’Immigration de Paris de outubro de 2018 a janeiro de 2019
João Guilherme Granja é Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco e Doutor em Direito, Estado e Constituição pela UnB. Foi diretor de Migrações do Ministério da Justiça. Especialista em Políticas Públicas do Governo Federal brasileiro (EPPGG) para as áreas de migrações, cidadania e nacionalidade, extradição, refúgio e asilo, assim como o Comitê Nacional para Refugiado, foi membro do Conselho Nacional de Imigração, o Conselho Nacional de Turismo entre outras instâncias. Fundou na Escola Nacional de Administração Pública, um grupo de pesquisa sobre administração pública e resposta a crises e fluxos humanitários; mantém um projeto sobre governança da integração local de migrantes em parceria com a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Foi consultor do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.
HOSPITALIDADE entre ética, política & estética
27—28·6·2019
Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134 – Botafogo, Rio de Janeiro
Entrada franca
* Estudantes que desejem certificado de participação: enviar email para mathilde.albertelli@diplomatie.gouv.fr, com o CPF, para apresentação no local e retirada de certificado
Nos dias 28, 29 e 30 de Junho e 5, 6 e 7 de Julho(sexta a domingo) acontece o Arraiá Raiz do Uptown Barra. A programação arretada vai contar com apresentações de forró, quadrilhas, comidas típicas, atividades infantis, brincadeiras temáticas, além do touro mecânico que promete muita diversão para os três dias de evento.
O evento abre espaço para as comidas típicas dessa época do ano, como a pamonha, pé de moleque, canjica, bolo de milho, pipoca, arroz doce, salsichão e caldos, além de outras delícias.
O evento contará com diversas atividades para as crianças, entre elas o Jogo de Argolas, Pescaria, Boca do Palhaço e Bola na Lata. Aos sábados e domingos, terá também apresentações de quadrilha e recreadores que realizarão brincadeiras para toda a família.
E como numa boa festa nordestina não pode faltar o forró, os shows das bandas Trio Cigano, Dr. Zéh, Trio Balaço Bom e Filhos do Agreste embalam os festejos no melhor estilo pé de serra, com sanfona, triângulo e zabumba.
Programação:
29 e 30/06 – 19h – Apresentação de quadrilhas
Shows:
28/06 (Sexta) – Trio Coração Nordestino
29/06 (Sábado) – Rafael Araújo
30/06 (Domingo) – Trio Balanço Bom
05/07 (Sexta) – Dr. Zéh
06/07 (Sábado) – Filhos do Agreste
07/07 (Domingo) – Trio Nova Geração
Serviço:
Datas: 28, 29 e 30 de junho e 5, 6 e 7 de julho
Horário: Sexta, 17h às 23h/ Sábado, 14h às 23h/ Domingo, 14h às 22h
Local: Estacionamento do Uptown
Endereço: Uptown Barra – Av. Ayrton Senna, 5500 – Barra da tijuca
Épico gay norte-americano, um dos maiores sucessos teatrais do planeta nos anos 90, vencedor dos prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize, considerado por muitos estudiosos como o texto teatral mais importante dos últimos 50 anos, versão cênica de Paulo de Moraes para a obra-prima de Tony Kushner, ANGELS IN AMERICA fará temporada no Rio de Janeiro, de 5 a 28 de julho, no Teatro Riachuelo.
O espetáculo está sendo encenado pela primeira vez no Brasil em sua versão integral, com 5 horas de duração, apresentada em dois formatos: como duas peças autônomas, que serão vistas em dias alternados, e como uma grande peça, com as duas partes encenadas juntas, contando com um intervalo entre elas.
Considerado por muitos estudiosos como o texto teatral mais importante dos últimos 50 anos, Angels in America é um díptico escrito por Tony Kushner no início dos anos 1990. Composto de O Milênio se Aproxima (Parte I) e Perestroika (Parte II), e jamais montado integralmente no Brasil*, o texto recebeu os principais prêmios da dramaturgia americana, incluídos aí os prestigiados Tony Award, Drama Desk Award e Pulitzer Prize. A estreia nacional de Angels in America aconteceu em maio de 2019, no Teatro Antunes Filho, localizado no Sesc Vila Mariana, em São Paulo. No Rio de Janeiro, a temporada de estreia será no Teatro Riachuelo, um espaço icônico do século XIX localizado no Centro do Rio, próximo ao Metrô Cinelândia. A Parte I: O Milênio se Aproxima será apresentada sextas, às 20h e sábados, às 17h, e a Parte II: Perestroika será apresentada sábados, às 20h e domingos, às 18h. As duas partes somam aproximadamente 5 horas de duração. A temporada no Teatro Riachuelo será de 5 a 28 de julho.
Patrocinada pela Petrobras desde 2000, a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória travando um complexo diálogo criativo com um dos melhores materiais dramatúrgicos da história recente. Angels in America se passa na década de 1980, em Nova York, durante a chamada Era Reagan e quando a AIDS assola a cidade como uma espécie de epidemia. Mas Nova York aqui pode ser qualquer um desses lugares densamente povoados, lotados, onde é fácil pensar que a pessoa ao seu lado no metrô ou no elevador, ou mesmo na cama, pode estar do outro lado do mundo. Há uma pressa, uma urgência, nesse ir e vir constante da grande cidade que parece não permitir o tempo estendido de se conectar ao outro. Mas, apesar e por conta disso, as personagens arrebatadas de Tony Kushner – cheias de dor, medo e uma frágil esperança – tentam fazer contato dentro deste abismo.
– Angels in America é um épico teatral em duas partes. É uma peça especial, imensa, um mergulho no final do século XX, mas que, diante do colapso em que o mundo se encontra hoje, revela uma atualidade esmagadora. A peça reflete sobre o mundo ocidental, sobre religiões, política, relações afetivas, abandono, sexo, medo da morte, covardia, crueldade, História. Há um sentido de devastação se alastrando por toda a peça. Mas o resultado cênico é um movimento constante, personagens se fazendo vivos por estarem em movimento. Embora haja um cheiro de realidade permanente, a nossa montagem não é nada realista –, comenta o diretor Paulo de Moraes.
O resultado deste processo é a criação de uma grande peça de teatro, com duração aproximada de 5 horas. A montagem da Armazém Companhia de Teatro será apresentada em dois formatos: como duas peças autônomas, que serão vistas em dias alternados, e como uma grande peça, com as duas partes encenadas juntas, contando com um intervalo entre elas.
– Usamos um espaço nu, aberto. E pairando sobre esse espaço aberto, um grande teto branco, uma espécie de asa geométrica, como um anjo pairando sobre a história. Fora isso, usamos pouquíssimos elementos em cena, para que os corpos dos atores sejam determinantes para a narrativa, e a imaginação do público seja cúmplice e finalizadora do acontecimento estético –, conclui o diretor.
(*) Em 2003, a peça foi adaptada para a televisão pela HBO, resultando numa minissérie de sucesso, com um elenco estelar liderado por Al Pacino, Meryl Streep e Emma Thompson. Em 1995, primeira parte, O Milênio se Aproxima, foi montado em São Paulo, sob a direção de Iacov Hillel. No elenco, estavam Cássio Scapin, João Vitti e Rodrigo Santiago, entre outros.
Sinopse
Deus abandonou o paraíso. Na terra – mais especificamente na cidade de Nova York – um novo profeta está para surgir. O ano é 1985, o milênio se aproxima rapidamente, e Prior Walter (Jopa Moraes) é o profeta que se erguerá dos destroços deste terrível século. Mas ele tem problemas maiores. Com apenas trinta anos, acaba de ser diagnosticado com AIDS. Seu namorado, Louis (Luiz Felipe Leprevost), é incapaz de lidar com a progressão dos sintomas. O vômito, as feridas, a doença o apavoram de tal modo que ele decide se mudar e deixa Prior. Sozinho no apartamento, Prior – o profeta – tem sonhos febris onde ouve uma voz angelical que chama por ele. Paralelo a isso, o famoso advogado Roy Cohn (Sérgio Machado) – uma figura que realmente existiu – também recebe de seu médico a notícia de que está com AIDS. Perverso e ultraconservador, esconde sua homossexualidade e sua doença. Por mais temido e influente que seja em todo o país, é a primeira vez que Cohn se depara com algo que não pode controlar.
O pupilo de Roy, Joe (Ricardo Martins), é mórmon e trabalha no Tribunal de Apelação como chefe de gabinete há cinco anos. Roy oferece a ele um cargo importante no Departamento de Justiça em Washington, para que Joe o beneficie em um processo que visa expulsar Cohn da Ordem dos Advogados. Joe se vê dividido entre a carreira e seus princípios éticos. Além disso, seu casamento com Harper (Lisa Eiras) não vai nada bem. A criação religiosa fez com que Joe nunca assumisse sua homossexualidade e, para aplacar a depressão da relação, Harper ingere quantidades enormes de Valium, buscando refúgio em suas alucinações. Num momento de crise, Joe liga para a mãe, Hannah (Patrícia Selonk), e conta para ela que é gay. Hannah o repreende veementemente durante a ligação, mas dias depois vende a casa em Salt Lake City, onde morava, e chega em Nova York para descobrir que o filho sumiu. Ele deixa Harper para viver com Louis – que trabalha no tribunal como digitador – a sexualidade que sempre reprimiu. Joe – advogado, mórmon, republicano – personifica a América que Louis abomina, mas um improvável elo se forma entre eles, uma paixão sexual e poderosa.
Prior está desolado sem alguém do seu lado. Perdeu muitos amigos para a AIDS nos últimos tempos e teme ser o próximo. No auge da doença e da febre, um Anjo desce dos céus e aparece em seu quarto. O Anjo (Marcos Martins) é de certa forma assustador. Ele explica que o movimento da espécie humana – sua incapacidade de se manter parada, de não se misturar – seria a causa dos males do mundo e do desaparecimento de Deus. Prior é o escolhido para restabelecer a paz, cessando todos os movimentos migratórios da humanidade. Ele faz de tudo para rejeitar sua profecia, se torna progressivamente mórbido e amargurado, causando preocupação em seu amigo Belize (Thiago Catarino), que tenta ajudá-lo a lidar com a rejeição de Louis e a cuidar da saúde debilitada. Belize é enfermeiro e trabalha no turno da noite no hospital em que Roy é internado. Negro, gay e ex-drag queen, conhece bem as feridas profundas causadas pelo avanço da política e do pensamento neoliberal defendidos por Roy Cohn. Isolado e enfraquecido, Roy recebe a visita de uma velha conhecida, o fantasma de Ethel Rosenberg (Patrícia Selonk), que foi condenada à cadeira elétrica nos anos 50 graças à influência do advogado nos anos do Macarthismo. O que fazer diante de um sofrimento arrasador? Como sobreviver a uma época monstruosa? É preciso parar ou devemos manter as nossas vidas em constante movimento?
Sobre a Armazém Companhia de Teatro e o diretor Paulo de Moraes
A Armazém Companhia de Teatro foi formada em 1987, em Londrina, em meio à efervescência cultural vivida pela cidade paranaense na década de 80 – de onde saíram nomes importantes no teatro, na música e na poesia. Liderados pelo diretor Paulo de Moraes, o senso de ousadia daqueles jovens buscando seu lugar no palco impregnaria para sempre os passos do grupo: a necessidade de selar um jogo com o seu espectador, a imersão num mundo paralelo, recriado sobretudo pela ação do corpo, da palavra, do tempo e do espaço.
Com sede no Rio de Janeiro desde 1998, a companhia tem mais de 30 anos de formação. Graças ao patrocínio continuado da Petrobras, desde 2000, a companhia tem conseguido levar seu trabalho aos públicos mais variados, tanto do Brasil quanto do exterior. Sempre baseando seus espetáculos em pesquisas temáticas (com a criação de uma dramaturgia própria com ênfase nas relações do tempo narrativo) e formais (que se refletem na utilização do espaço, na construção da cenografia, ou nas técnicas utilizadas pelos atores para conviver com o risco de encenar em cima de um telhado, atravessando uma fina trave de madeira ou imersos na água), a questão determinante para a companhia segue sendo a arte do ator. Busca-se para o ator uma dinâmica de corpo, voz e pensamento que dê conta das múltiplas questões que seus espetáculos propõem. E a encenação caminha no mesmo sentido, já que é o corpo total do ator que a determina.
Apesar da construção de espetáculos tão díspares e complementares como A Ratoeira é o Gato (1993), Alice Através do Espelho (1999), Toda Nudez Será Castigada (2005), A Marca da Água (2012) e O Dia em que Sam Morreu (2014), a Armazém Companhia de Teatro segue sua trajetória sempre investindo numa linguagem fragmentada, que ordene o movimento do mundo a partir de uma lógica interna. Essa lógica interna é a voz da Armazém, talvez a grande protagonista do mundo representacional da companhia.
Em 2019, a Armazém Companhia de Teatro estreia sua versão de ANGELS IN AMERICA primeiro em São Paulo (maio), depois no Rio de Janeiro (julho). Em setembro apresenta sua versão de HAMLET, na China, nas cidades de Shangai e Harbin. Com mais de 30 prêmios nacionais no currículo, a companhia também foi premiada duas vezes no Festival Fringe de Edimburgo (na Escócia), com o prestigiado Fringe First Award (2013 e 2014) e no Festival Off de Avignon (na França), com o Coup de Couer de la Presse d’Avignon (2014).
Nascido em Cornélio Procópio, no Paraná, em 1965, Paulo de Moraes é diretor de teatro, dramaturgo e cenógrafo. Formado em Jornalismo, pela Universidade Estadual de Londrina, foi também professor e diretor da Escola Municipal de Teatro de Londrina, além de professor de interpretação na CAL – Casa das Artes de Laranjeiras. Como ator participou, entre 1985 e 1987, do Grupo Delta de Teatro (de Londrina), sob a direção de José Antonio Teodoro. Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro (ainda em Londrina). Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Além disso, seus espetáculos já foram apresentados em vários países, como Portugal, Noruega, França, Escócia, Angola, Uruguai e China. Entre seus trabalhos mais importantes estão A Ratoeira é o Gato (1994), Sob o Sol em meu Leito após a Água (1997), Alice Através do Espelho (1999), Da Arte de Subir em Telhados (2001), Pessoas Invisíveis (2002), Toda Nudez Será Castigada (2005), Pequenos Milagres (2007), Inveja dos Anjos (2008), Mente Mentira (2010), A Marca da Água (2012), Jim (2013), O Dia em que Sam Morreu (2014) e Hamlet (2017). Fora da Armazém Companhia de Teatro, dirigiu importantes atores e atrizes do teatro brasileiro, como Paulo Autran, Celso Frateschi, Louise Cardoso, Suzana Faini, Ana Beatriz Nogueira, Fernando Eiras, Malu Valle, Zécarlos Machado, Eriberto Leão e Malvino Salvador, além dos coletivos Grupo Galpão e Intrépida Trupe. Recebeu duas vezes, em 2013 e 2014, o Fringe First Award, o mais importante prêmio do Festival de Edimburgo, na Escócia – por A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu
ANGELS IN AMERICA
de Tony Kushner
Direção: Paulo de Moraes
Tradução: Maurício Arruda Mendonça
Elenco (em ordem alfabética): Jopa Moraes (Prior Walter), Lisa Eiras (Harper Pitt), Luiz Felipe Leprevost (Louis Ironson), Marcos Martins (O Anjo), Patrícia Selonk (Hannah Pitt + Ethel Rosemberg), Ricardo Martins (Joe Pitt), Sergio Machado (Roy Cohn) e Thiago Catarino (Belize + Sr. Mentira)
Cenografia: Paulo de Moraes e Carla Berri
Iluminação: Maneco Quinderé
Figurinos: Carol Lobato
Música Original: Ricco Viana
Videografismo: Rico Vilarouca e Renato Vilarouca
Preparação Corporal: Paulo Mantuano
Fotografia: Mauro Kury
Designer Gráfico: Daniel de Jesus
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Assistente de Produção: William Sousa
Produção Executiva: Flávia Menezes e Isabel Pacheco
Direção de Produção: Patrícia Selonk
Produção: Armazém Companhia de Teatro
Serviço
ANGELS IN AMERICA
Temporada: 5 a 28 de julho de 2019.
Sextas, às 20h: Angels in America Parte I – O Milênio se Aproxima
Sábados, às 17h: Angels in America Parte I – O Milênio se Aproxima
Sábados, às 20h: Angels in America Parte II – Perestroika
Domingos, às 18h: Angels in America Parte II – Perestroika
Local: Teatro Riachuelo
Endereço: Rua do Passeio, 38, Centro, Rio de Janeiro (próximo ao Metrô Cinelândia)
Telefone: 21 3554-2934
Plateia VIP: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)
Plateia: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia)
Balcão Nobre: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Balcão Superior: fechado
Importante: Cada sessão será vendida de maneira independente. Quem assistir no sábado terá de comprar 2 ingressos, 1 para a Parte I e outro para a Parte II.
Vendas na bilheteria, pelo site Ingresso Rápido (https://www.ingressorapido.com.br) e nas Lojas Riachuelo.
Plateia: 999 pessoas (sendo 275 Plateia Vip / 335 Plateia / 86 Balcão Nobre)
Duração da Parte I: Aproximadamente 140 minutos.
Duração da Parte II: Aproximadamente 150 minutos.
Intervalo: Aos sábados haverá intervalo de 40 minutos entre as Partes I e II.
Classificação Indicativa: 16 anos (cenas de nudez, simulação de sexo e palavrões)
Gênero: Drama
No mês das férias escolares, duas exposições seguem em cartaz: Paul Klee – Equilíbrio Instável e 50 Anos de Realismo – Do Fotorrealismo à Realidade Virtual. A programação de julho traz também os espetáculos Por Que Não Vivemos? Da obra Platonov, de Anton Tchekhov eYellow Bastard, além das mostras de cinema dedicadas ao ator Robert De Niro e ao escritor norte-americano Stephen King, e a 27ª edição do festival Anima Mundi.
EXPOSIÇÃO
PAUL KLEE – EQUILÍBRIO INSTÁVEL
Até 12/08
1º andar e térreo
The Most Magnificent Thing
Reúne, pela primeira vez na América Latina, mais de 100 obras do suíço Paul Klee (1879-1940). A exposição conta com 16pinturas, 39 papéis, 5 gravuras, 5 fantoches e 58 desenhos, além de objetos pessoais do artista. Ele transitou por diversos estilos, como o Cubismo, o Expressionismo, o Construtivismo e o Surrealismo, mas não cabe atribuir ao seu legado artístico nenhum em particular, tendo alcançado uma notável expressão pictórica própria, que reforçou seu papel central na história moderna da arte.
Curadoria: Fabienne Eggelhofer, do Zentrum Paul Klee, de Berna, na Suíça.
Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.
Classificação indicativa: livre
Entrada franca
50 ANOS DE REALISMO – DO FOTORREALISMO À REALIDADE VIRTUAL
Até 29/07
2º andar e térreo
A mostra apresenta cerca de 100 obras das últimas cinco décadas, entre pinturas, esculturas, vídeos e instalações interativas, de 30 artistas, como John Salt e Ralph Goings, Ben Johnson, Craig Wylie, Javier Banegas, Raphaella Spence, Simon Hennessey, John De Andrea e os brasileiros Hildebrando de Castro, Fábio Magalhães, Rafael Carneiro e Giovanni Caramello. A exposição faz um recorte inédito da realidade na arte e tem espaços exclusivos destinados a obras tridimensionais de escultores de diferentes gerações do Hiper-Realismo, modelos em 3D e realidade virtual.
Curadoria: Tereza de Arruda
Retire seu ingresso pelo aplicativo Eventim (Apple Store e Google Play) ou na bilheteria do CCBB, mediante disponibilidade.
Classificação indicativa: livre
TEA – Yellow Bastard – cred Diogo Liberano
TEATRO
POR QUE NÃO VIVEMOS? Da obra PLATONOV, de Anton Tchekhov
03/07 a 18/08
Quarta a domingo – 20h
Pré-estreia – 1º e 2/7. Entrada franca. Senhas distribuídas 1 hora antes do início.
Sessão extra: 08/07
Não haverá sessões nos dias 19, 20 e 21/07.
Teatro I
A peça trata de temas recorrentes em toda obra de Anton Tchekhov, como o conflito entre gerações, as transformações sociais através das mudanças internas do indivíduo, as questões do homem comum e do pequeno que existe em cada um de nós, o legado para as gerações futuras, tudo isso na fronteira entre o drama e a comédia e com múltiplas linhas narrativas.
A Ponte, do dramaturgo canadense Daniel Maclvor, aborda a intimidade familiar de três irmãs separadas pela vida que se reencontram para enfrentar a morte iminente da mãe: Louise, a mais jovem, desconectada da sociedade e viciada em seriados de TV; Agnes, a irmã do meio, uma atriz falida que deixou sua cidade natal; e Teresa, a mais velha, uma freira que se isolou da família em um retiro religioso. Neste reencontro, as três vão acabar revendo seus valores, crenças e diferenças em busca da possível reconstrução de uma célula familiar há muito tempo fragmentada.
Elenco: Bel Kowarick, Debora Lamm e Maria Flor. Direção: Adriano Guimarães.
Classificação indicativa: 12+
Duração: 120 minutos
Ingressos: R$30
YELLOW BASTARD
Até 18/08
Quarta a domingo – 19h30
Teatro III
Décima criação da companhia Teatro Inominável, o monólogo apresenta a história de um ser extraterrestre que, há décadas, cumpre penitência no planeta Terra. Agora ele retorna ao seu planeta natal, não sem antes deixar um relato sobre os acontecimentos e experiências vivenciados neste período.
O projeto tem por objetivo a formação de plateias e estimular a música de concerto, sendo realizado em diversos museus e centros culturais da cidade. Todas as quartas-feiras no CCBB. Consulte a programação em www.musicanomuseu.com.br
Curadoria: Sérgio da Costa e Silva
Classificação indicativa: livre
CINEMA
DE NIRO
Até 15/07
Quarta a segunda
Cinema I
A mostra reúne diversos filmes com o ator Robert de Niro, que trabalhou com mestres da direção como Martin Scorsese, Bernardo Bertolucci, Quentin Tarantino e Sergio Leone, e atuou nos mais diversos gêneros cinematográficos, do drama político à comédia romântica. A trajetória deste ator ilustra o melhor do cinema dos últimos 50 anos.
Curadoria: Fábio Savino.
Confira a programação no folder da mostra.
Classificação indicativa de acordo com o filme.
Ingressos: R$5
DIÁLOGOS COM A PROGRAMAÇÃO – Cinema – DE NIRO
04/07
Cinema I
Debate com a participação com o curador Paulo Lima Santos e o crítico de cinema e pesquisador Luiz Carlos Oliveira Júnior.
Entrada franca.
Confira a classificação indicativa e o horário no livreto da mostra.
ANIMA MUNDI 2019
17 a 21/07
Quarta a domingo
Cinemas I e II
A edição de 2019 é a 27ª da história do Festival e será composta por filmes de animação, entre longas-metragens e curtas-metragens, dos mais diversos gêneros (adulto, infantil, documentário), sintetizando o melhor da animação produzida atualmente. O programa inclui mostras competitivas e não competitivas, cerimônia de premiação, encontros com convidados e oficinas.
Curadoria: Aída Queiroz, Cesar Coelho, Lea Zagury e Marcos Magalhães.
Confira a programação no folder da mostra.
Classificação indicativa de acordo com o filme.
Entrada franca.
STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO
24/07 a 19/08
Quarta a segunda
Cinemas I e II
Retrospectiva inédita que reúne mais de 40 filmes baseados na obra literária de Stephen King. Entre os títulos selecionados estão clássicos do suspense e do terror, como Carrie, a estranha, It – uma obra prima do medo, Christine, o carro assassino e Louca obsessão. A programação inclui também mesas de debates e aula magna.
Curadoria: Breno Lira Gomes e Rita Ribeiro.
Confira a programação no folder da mostra.
Classificação indicativa de acordo com o filme.
Ingressos: R$10
DIÁLOGOS COM A PROGRAMAÇÃO – Cinema – STEPHEN KING: O MEDO É SEU MELHOR COMPANHEIRO
24/07
Cinema I
Debate após a sessão do filme Carrie, a estranha, com participação dos curadores Rita Ribeiro e Breno Lira Gomes e do crítico de cinema Mario Abbade.
Entrada franca.
Confira a classificação indicativa e o horário no livreto da mostra.
GALERIA DE VALORES
Museu Banco do Brasil – 09 às 21h
Quarta a segunda
Exposição de longa duração que apresenta a trajetória da moeda no Brasil e no mundo, com cerca de 2 mil peças do acervo numismático do Banco do Brasil.
Venha conhecer materiais curiosos que já foram ou continuam sendo usados como dinheiro!
Curadoria: Denise Mattar
O BANCO DO BRASIL E SUA HISTÓRIA
Museu Banco do Brasil – 09h às 21h
Quarta a segunda
Exposição de longa duração que apresenta a história do Banco do Brasil e sua contribuição para o desenvolvimento da sociedade e do país. As quatro salas mostram a linha do tempo de 1808 até os dias atuais, destacando os acervos museológico e arquivístico do Banco do Brasil. Outros três ambientes apresentam a sala do secretário, a sala do presidente e a biblioteca utilizadas pela Direção Geral do Banco do Brasil até a transferência da capital do Rio para Brasília, em 1960.
Curadoria: M’Baraká e CCBB Rio
ARQUIVO HISTÓRICO
6º andar – 10h às 19h
Segunda, quarta, quinta e sexta
Acervos arquivístico e audiovisual do Banco do Brasil e da Memória CCBB para pesquisa e consulta dos estudantes e público em geral. Atendimento com agendamento telefônico prévio no 3808-2353.
CCBB EDUCATIVO
1º andar
Quarta a segunda – 09h às 21h
O programa Arte & Educação desenvolve ações que estimulam experiência, criação, investigação e reflexão para todos os públicos, garantindo acesso amplo e inclusivo ao patrimônio e sua diversidade.
Agendamentos para grupos, escolas, instituições e pessoas com deficiência.
Destaque do mês | Especial Férias
No mês de julho, o Programa CCBB Educativo oferece atividades desenhadas especialmente para as férias escolares, incluindo contação de histórias, edições especiais de nosso Lugar de Criação, oficinas para bebês e uma edição do Múltiplo Ancestral para crianças e adolescentes dançarem.
Serviços
Confeitaria Colombo – Casa de chá
2° andar
Novo espaço da Colombo, que traz em seu cardápio, os produtos que fazem parte da história da confeitaria, e um tradicional Chá da tarde que recebeu o nome do Centro Cultural. O chá CCBB é acompanhado de torrada Petrópolis, mel, geleia, bolo, doce, suco, pães e biscoitos leque, todos os produtos feitos na sede da casa centenária.
Restaurante e Cafeteria Lilia
Térreo
A cafeteria oferece opções de lanches doces e salgados para os visitantes durante todo o funcionamento do CCBB e no mezanino, de 11h30 às 15h, o restaurante traz opções para o almoço.
Livraria da Travessa
Térreo
É possível encontrar catálogos de mostras atuais e anteriores, além de centenas de títulos em livros nacionais, livros importados, eBooks, AudioBooks, DVDs e Blu-Rays.
Mais Informações
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março, 66, Centro – Rio de Janeiro – RJ
O espetáculo FAVELA 2 – A GENTE NÃO DESISTE com texto de Rômulo Rodrigues e direção de Marcio Vieira, em seu grande elenco reúne nomes como Vilma Melo, ganhadora do Prêmio Shell de Melhor atriz em 2017; Thiago Justino, da novela Rock Story e Hugo Moura e Dja Martins, da Novela Segundo Sol. O espetáculo é a continuação das histórias do espetáculo FAVELA, um grande sucesso que completou 6 anos de estreia no ano de 2018 e que levou cerca de 80 mil pessoas ao teatro, reunindo fãs que o acompanha por todas as suas temporadas. Uma prática muito comum em filmes e pouco usada no teatro, o espetáculo FAVELA 2 – A GENTE NÃO DESISTE vai mostrar histórias inéditas das personagens que já divertiram e emocionaram o público em várias temporadas no Favela 1.
Devido ao grande sucesso e, principalmente, ao momento difícil pelo qual todos os moradores de Favela vêm passando, surgiu a ideia de fazer a continuação do espetáculo. Os mesmos personagens com novas histórias. Assim nasceu o FAVELA 2 – A GENTE NÃO DESISTE. O humor continua presente durante toda a peça, mas tudo se encaminhando para um pedido de atenção e cuidado com os moradores das favelas. Em cena, teremos personagens cômicos e dramáticos que falam de temas muito atuais como empoderamento feminino, corrupção, violência nas favelas, o mau uso da internet, entre outros assuntos bem atuais. As últimas falas do espetáculo resumem um pouco o alerta que o espetáculo pretende fazer.
A ameaça de destruição da favela e a eleição para o novo presidente da associação de moradores servem de pano de fundo para as novas histórias das personagens que encantaram a todos na primeira fase do espetáculo que comemorou cinco anos em 2017. Nessa continuação, Dona Jurema está comemorando 100 anos e terá um belo baile de debutante; Juvenal virou pagodeiro famoso e enfrenta uma crise no casamento porque um nudes dele vasou na internet; Meire está grávida de Osmar e inferniza a vida do marido com desejos malucos; Valdira casou com um gringo milionário e está de volta ao Brasil, de férias na Favela; Jeomar realiza seu grande sonho de trabalhar como engenheiro, mas vive o conflito de trabalhar ou não na derrubada da favela e a sua esposa Elisa virou pastora da Igreja e se une a seu Eusébio, que é da umbanda, para lutar pela favela. Essas são apenas algumas das novidades do FAVELA 2- A GENTE NÃO DESISTE.
FICHA TÉCNICA
Texto:
RÔMULO RODRIGUES
Direção e idealização:
MÁRCIO VIEIRA
Elenco:
Thiago Justino
Sarito Rodrigues
Vilma Melo
Jr Castro
Lucas da Purificação
Renata Tavares
Tito Sant’anna
Cinthia Andrade
Dja Marthins
Leandro Santanna
Paula Pardon
Dilene Prado
Lu Ribeiro
Natalio Maria
Helena Giffoni
Henrique Sathler
Julio Nunes
Walace Fortunato
Marcio de Oliveira
William Nascimento
Claudia Leopoldo
Jefferson Melo
Direção Musical:
MÁRCIO EDUARDO MELO
Assistente de direção:
MILTON FILHO
Coreografia:
SUELI GUERRA
Iluminação:
DJALMA AMARAL
Cenário:
DERÔ MARTIN
Figurinos:
RICARDO ROCHA
Preparação Vocal:
PEDRO LIMA
Programação Visual:
LEANDRO ANTONIO
Assessoria de imprensa
VITOR MINATELI
Direção de Produção:
RÔMULO RODRIGUES E MARCIO VIEIRA
Produção:
MILTON FILHO
Assistente de produção
GILBERT MAGALHAES
LEANDRO ANTONIO
Realização:
PRAMA COMUNICAÇÃO E SOBRADINHO CULTURAL
SERVIÇO
FAVELA 2 – A GENTE NÃO DESISTE
TEXTO – Rômulo Rodrigues
DIREÇÃO- Marcio Vieira
GÊNERO – COMÉDIA MUSICAL
CLASSIFICAÇÃO – 14 ANOS
DURAÇÃO – 100 minutos
LOCAL – Theatro Bangu Shopping
TEMPORADA – 28 de junho a 7 de julho de 2019
Dias e Horários – sextas as 21h e sábados e domingos às 20h
INGRESSOS Plateia Central INTEIRA R$ 80,00 E MEIA R$ 40,00 / Camarote INTEIRA R$ 100,00 E MEIA R$50,00 / Balcão INTEIRA R$ 60,00 E MEIA R$ 30
LISTA AMIGA = 25 REAIS (ENVIAR OS NOMES PARA O ZAP 97927-2212).
A campeã mundial de Canoagem Maratona, Nayara Falcão, participará dos Campeonatos Copa do Brasil de Paracanoagem, Pan-Americano e Sul-Americano de Paracanoagem em São Paulo
Créditos das fotos: Rafael Felipe
Após conquistar no último final de semana, 15 e 16 de junho, em Palmas/TO, a vaga na Seleção Nacional para representar o Brasil no Campeonato Mundial de Canoagem Maratona, em outubro, na China, a paratleta baiana, Nayara Falcão, parte para novos desafios.
A participação de Nayara Falcão nos Campeonatos da Copa do Brasil de Paracanoagem, do Pan-Americano e do Sul-Americano de Paracanoagem em São Paulo, que ocorrerão respectivamente nos dias 04, 05 e 06 de junho, na raia da USP, servirá como para termômetro para o evento na China, assim como, pela briga da vaga na seleção brasileira para as Olimpíadas de Tokyo 2020.
Nayara Falcão é campeã mundial de Maratona 12km, modalidade caiaque (Campeonato Mundial de Maratona – África do Sul), tri-campeã brasileira de Canoagem Maratona, vice-campeã brasileira de Canoagem Velocidade e vem sendo preparada pelo técnico Paulo Barbosa, com vasta experiência e passagens pelos Clube Athlético Paulistano, Esporte Clube Pinheiros e Time São Paulo (CPB), além de treinador da Seleção Brasileira de Canoagem Olímpica Feminina. Com inúmeros títulos como campeão brasileiro e mundial e com quase três décadas de vivência na disputa de provas de canoagem, nacionais e internacionais, acumulando um largo histórico de treinador de campeões, Barbosa tem como novo desafio, trazer para o Brasil a medalha olímpica na modalidade.
Atualmente Nayara Falcão conta com o apoio do Governo da Bahia, através do programa de fomento ao esporte, Faz Atleta em parceria com a empresa Sulamericana Química.
As noites da Vila Valqueire são pra lá de animadas. Com vários bares e restaurantes, faz da noite de quem gosta do samba, funk, pagode reggae e até o rock terem muito mais opções.
O Barril 8000 Valqueire é um dos responsáveis pelas melhores programações e agitação. Aos sábados acontece, o Barril A Vontade. Neste sábado/29, o grupo Identidade é quem comanda a noite.
O Grupo Identidade, formado por GB (vós), Thigo (Cavaco), Diego Banana (tantã), Bruno Nunes (pandeiro) e Flávio Wilson (surdo), 5 rapazes da Vila Isabel, berço do samba e da boemia carioca, bairro de grandes nomes, entre eles Noel Rosa na Zona Norte do Rio, de Janeiro.
Com uma musicalidade reconhecida em seus shows pela alta qualidade nos arranjos, harmonia, percussão e voz, os rapazes estão se destacam nas noites da cidade e pelo Brasil afora, pelo repertório eclético e animado, onde levam ao público músicas de outros artistas, mas dando aquela “Identidade” ao show com seus próprios arranjos.
No início deste mês, o quinteto lançou seu mais novo single, “Mozão“, com composição de Pedrinho do Cavaco e produção de Lelê e Bruno Cardoso (Sorriso Maroto), que foi lançado em todas as plataformas digitais e redes sociais do grupo, no dia dos namorados, assim como em rádios de todo Brasil. O Identidade já tem sucessos reconhecidos e cantados por grandes nomes do segmento, que já estiveram e ainda estão, nas programações das principais rádios do país, como “Amor Adolescente” e “Meu “Meu Estilo”.
No repertório da noite, além das músicas citadas acima, sucessos conhecidos do Sorriso Maroto, Exaltasamba, entre muitos outros.
O Barril abre suas portas a partir das 18 horas com o DJ Residente, após tem Ismael Viana na voz e violão e ainda os DJs Nelsinho e Thiago Mello,
Reservas pelo face: www.facebook.com/pg/barril8000valqueire, ou ainda pelo telefone 3586-1319. Ingressos no local, a entrada (Unissex) por R$10 até ás 23hs, após, R$20.
Menores de idade não entram. É obrigatória a apresentação de documento com foto.
BARRIL 8000 VALQUEIRE APRESENTA:
Grupo Identidade – Na Noite Barril A Vontade
29 De Junho/Sábado – 22 Horas
SERVIÇO:
BARRIL 8000 A VONTADE
Atração: Grupo Identidade
Data: Sábado/29 de junho
Local: BARRIL 8000
Endereço: Estrada Intendente Magalhães, 378, Vila Valqueire
Espaço localizado na região central de Nova Iguaçu conta com estrutura e equipe para acompanhar as demandas da região e receber a classe política local
O deputado estadual Max Lemos (MDB) inaugurou, na última terça-feira (26), seu primeiro gabinete avançado no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O evento contou com a participação da equipe de assessores do parlamentar, familiares, políticos, empresários e representantes da sociedade civil organizada. O espaço fica localizado na Avenida Getúlio Vargas, nº 161, Centro e funcionará todos os dias da semana, inclusive aos domingos.
De acordo com Max Lemos, o objetivo é estreitar canais de comunicação com a população, aproximando o seu mandato das reais necessidades das pessoas. “Quem tiver sonhos, pode trazê-los, colocaremos cada um no papel, diante de Deus e iremos trabalhar firme para torná-los realidade. Aqui, vamos colher sugestões para melhorar a vida das pessoas, em especial das que mais precisam. Vamos defender ainda mais o povo de Nova Iguaçu e da Baixada”, afirmou.
Durante o discurso, visivelmente emocionado, o deputado destacou que nasceu no município de Nova Iguaçu – Queimados ainda era Distrito – e destacou que uma das suas principais lutas será para reabrir o Hospital de Iguassú. “Quando ainda era adolescente, precisei operar o braço na unidade. Não podemos admitir que uma unidade de saúde tão importante fique fechada. Já protocolamos Indicação Legislativa na Assembleia pedindo ajuda ao governo do estado para reabrir o Hospital. Vamos acampar essa luta e outras demandas que surgirem”, adiantou.
A escolha por Nova Iguaçu se deu por está localizada no berço da Baixada Fluminense, onde o político teve quase 30 mil votos, o que corresponde metade da votação final, 59.672 votos. “É um espaço para pensar a Baixada Fluminense e captar sonhos. Um lugar simples, localizado perto da estação ferroviária e de fácil acesso à população”, concluiu o parlamentar.
Biografia
Advogado, formado pela tradicional Universidade Santa Úrsula, casado com Ana Paula, pai de trigêmeos. Max Lemos foi vereador, prefeito de Queimados por duas vezes, sendo reeleito com 93% dos votos e em 2018 eleito Deputado Estadual pela primeira vez. Tem uma história construída nos embates da política na Baixada Fluminense.
Herdou do pai, seu Iran, o gosto pela militância, a convicção de que a política, acima de tudo, é um instrumento de transformação social. Ainda garoto, saia pelas ruas da cidade, com goma de maizena, colando nos postes cartazes da campanha do pai à Câmara de Vereadores. A luta política, portanto, é de seu DNA. E vem de longe, vem de berço!