Som do Sesc homenageia João Gilberto nesta terça no Centro do Rio

MÚSICA

Projeto Som do Sesc homenageia João Gilberto nesta terça no Centro do Rio

Cantor e compositor Celso Fonseca convida o saxofonista Marcelo Martins para, juntos, interpretarem canções do álbum Getz/Gilberto

 

Celso Fonseca_

RIO DE JANEIRO – A próxima edição do projeto Som do Sesc será um tributo a João Gilberto, falecido dia 6 julho. A homenagem será do cantor e compositor Celso Fonseca, que sobe ao palco do Sesc Ginástico nesta terça-feira (13/8), às 19h, para interpretar canções de “Getz/Gilberto”, álbum lançado em 1964 pelo pai da Bossa Nova e pelo saxofonista estadunidense Stan Getz. No show, Celso Fonseca conta com a companhia do saxofonista e flautista Marcelo Martins como convidado.

O álbum “Getz/Gilberto” é um dos tesouros da Bossa Nova, trazendo alguns dos maiores hits do movimento com pegada jazz. Entre eles está “The Girl From The Ipanema”, que projetou “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1962) em escala mundial. O disco tem outros sucessos como “Desafinado” (Tom Jobim, Newton Mendonça), “Corcovado” (Tom Jobim, Gene Lees) e “Só Danço Samba” (Tom Jobim, Vinícius de Moraes).

Lançado em maio, o projeto Som do Sesc acontece no Sesc Ginástico sempre às terças-feiras, às 19h. Trata-se de um novo espaço para a música contemporânea no centro da cidade e mais uma opção de lazer para os trabalhadores da região após o expediente. A ideia é priorizar novas propostas autorais, que unam artistas, repertórios e diferentes estéticas musicais.

SERVIÇO

Projeto Som do Sesc

Celso Fonseca convida Marcelo Martins  – Interpretam Getz/Gilberto

Sesc Ginástico:  Av. Graça Aranha, 187 – Centro – Rio de Janeiro

Dia 13/8/2019 – 19h

Ingressos: R$30, R$15 (meia entrada) e R$7,50 (Cartão Sesc)*

*Doação de 1 quilo de alimento não perecível garante desconto de 50% de desconto sobre a tarifa correspondente

Classificação: 14 anos

Capacidade: 500 lugares
Telefone:(21) 2279-4027

PRÓXIMA ATRAÇÃO DO SOM DO SESC

Agosto

20/8 – Luedji Luna – Um Corpo no Mundo

Projeto Batidas & Rimas chega a Queimados na próxima sexta (16)
 
Evento gratuito acontecerá na Praça Dona Branca e contará com shows, DJ’s, encontro de brechós, escambo literário e arrecadação de alimentos


Uma noite para quem gosta de rap está chegando para agitar Queimados, na Baixada Fluminense. Com entrada franca, o projeto Batidas & Rimas acontece na próxima sexta-feira (16), a partir de 18h, na Praça Dona Branca. Shows, DJ’s, exposições e arrecadação de alimentos completam a programação. Além das batalhas, a animação ficará por conta dos DJ’s Júlio Moska e Big Jhow, Faixa Preta Rap, Katana REC e Dudu de Morro Agudo, que será uma das atrações do Rock In Rio no Palco Favela.

O evento faz parte do Circuito Liga RJ 2019 e inclui 64 etapas seletivas em toda a Região Metropolitana, Niterói, São Gonçalo, além das regiões Sul Fluminense, Serrana e dos Lagos. Ao todo, mais de 500 MC’s terão a oportunidade de mostrar seu talento e obter uma vaga no mais conhecido campeonato de rimas do país. Em cada etapa deste calendário, se classificarão dois concorrentes para as fases seguintes, até restar apenas uma dupla de representantes fluminenses para disputar o Duelo de MC’s Nacional em Belo Horizonte, no mês de dezembro.

Literatura? Presente!

A novidade desta edição é a presença do projeto Geladeira Literária,  idealizado pelo professor Felipe Castellano. A ideia consiste em uma geladeira cheia de livros colocada em meio ao espaço público para troca ou aquisição de um livro. Já o Projeto Mundo Melhor estará recebendo doações de alimentos não-perecíveis durante a festa. A arrecadação será direcionada a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Quem for ao evento também vai poder conferir um encontro de moda promovido pelos brechós iguaçuanos Ganjah, Universo Retrô e TrendX, que exporão peças de roupas em ótimo estado a preços convidativos. Essa movimentação de brechós na Baixada Fluminense tem ajudado muitos jovens a ampliar seus ganhos por meio da economia criativa. “Trabalhamos com o que curtimos em um ambiente favorável dentro dos eventos culturais e isso é ótimo”, relata Juliana Pinheiro, gestora do Brechó Ganjah.

Legado para a região

Nos últimos 8 anos, o B&R vem se colocando como plataforma  para os jovens de baixa ou nenhuma renda exporem suas ideias, pensamentos e talentos por meios dos encontros realizados.

Além das Batalhas de MC’s – que costuma ser o primeiro passo  dentro da cultura hip-hop – , o projeto oferece suporte para que alguns artistas locais se apresentem com nomes relevantes do cenário, seja em performance musical autoral, DJ , grafite e também em sarau poético, já que o microfone é colocado a disposição da plateia durante os eventos.

Serviço:

Batidas & Rimas – Duelo de MC’s
Data: 16/08
Horário: 18h/23h
Entrada Franca
Local: Praça Dona Branca, Bairro Vila Dona Branca (Praça do Taz)/ Queimados – RJ 

Mestre do design digital e computação gráfica ingressa em empreendimento para o público geek

Mestre do design digital e computação gráfica ingressa em empreendimento com foco voltado para o público geek


O diretor de arte digital 3D, Fernando Rodrigues de Oliveira, conhecido como Fernando 3D, é um dos mais proeminentes nomes da computação gráfica no Brasil. Mestre da animação, agora ele aceitou o desafio de enveredar no empreendedorismo e atender a um nicho com o qual ele se identifica, que é o público geek.

Fernando conta como surgiu o convite para ingressar neste empreendimento: “Tudo começou quando o empreendedor João Sousa, CEO da Geek Store, que viu uma das minhas reportagens na imprensa e logo pensou ‘Esse cara tem tudo a ver com a marca e conceito que quero desenvolver!’. Fiquei bem surpreso com o convite para ser COO desse negócio. Foi aí que tive a ideia e chamei Junior Princ, um desenvolvedor/programador que tem muito em comum comigo, além do TDAH (risos). Ele além de desenvolvedor web, ele é um ótimo programador de apps mobile”.

O diretor de arte digital se considera um amante do mundo do cinema e das animações: “Amo muito esse mundo de cinema, efeitos especiais, computação gráfica e animações. Isto sempre me fascinou muito desde muito novo. Poder aliar minha paixão e conhecimento nestas áreas com o mundo geek através de produtos que abrangem não só com setor vestuário, mas sim, tudo que envolve este mundo, como action figuresfunkos e acessórios. Estamos entrando no mercado aos poucos com estampas e artes personalizadas do mundo Geek e Nerd. A nossa loja por enquanto será totalmente virtual, para mais para frente trabalharmos com franquia e quiosques”.

YouTube

Fernando também revela planos de lançar um canal no YouTube dedicado somente ao universo da computação gráfica 3D e das artes gráficas e digitais: “Pretendo fazer um canal exclusivamente e para falar de computação gráfica e efeitos especiais. Esse mercado precisa ser visto melhor e com outros olhos pelos brasileiros.

Investidores e parcerias

O projeto ainda está começando, e estamos nossos recursos e capital próprios. Mas claro, estamos super abertos para investidores, para acelerar esse processo do sucesso. Temos todos recursos para isso, como designer, T.I., Ilustradores, Fornecedores, Produtos e etc.
Eu também estou unindo forças com mais dois projetos paralelos. Uma delas é uma agência de marketing digital de sucesso em Portugal, com Rodrigo Lima e a outra é uma encorajadora Empresa de Sistemas e Tecnologia, juntamente também com Junior Princ e Rildo Hoffmann. Agora estamos procurando investidores engajados e/ou investidores anjos em startup, que acreditem numa grande evolução desses projetos.

Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares

Balé Don Quixote estreia no Teatro Carlos Gomes a preços populares

Montagem com 50 bailarinos da Cia Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal RJ

https://www.youtube.com/watch?v=Ol851viW7CM

A Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal (BEMO-TMRJ) faz quatro apresentações do balé Don Quixote no Teatro Carlos Gomes, dias 15, 16, 17 e 18 de agosto a preços populares.  O balé, um dos mais antigos do balé de repertório e com a rara inserção de elementos da dança espanhola e ciganaescolhido pelo diretor da BEMO-TMRJ, o bailarino e coreógrafo Helio Bejani, reúne mais de 50 artistas no palco para contar a história de Don Quixote, o herói sonhador escrito por Miguel de Cervantes que luta por seus ideais e ajuda o romance proibido entre Kitri e Basílio. A primeira transposição do clássico da literatura para o balé foi há 251 anos com Noverre, depois foi encenada por Didelot há 211 anos e, posteriormente, consagrada por Marius Petipa levada aos palcos em 1869, na Rússia, pelo Balé Bolshoi, completando 150 anos da primeira apresentação. Dois anos depois, Petipa diminuiu a quantidade de atos e essa se tornou a coreografia mais encenada desde então. O espetáculo com  direção artística de Jorge Teixeira e direção geral de Helio Bejani é uma adaptação da segunda versão de Petipa.

 Assistir ‘Don Quixote’ é um programa cultural, educativo e incentivador do balé brasileiro e da manutenção da escola. Somos a escola de dança mais antiga do Brasil – desde 1927 – e nossa companhia de balé, criada há pouco mais de um ano, em 2018, já se apresentou para mais de cem mil pessoas nesse período numa prova clara de que o brasileiro admira essa arte. Quem assiste espetáculos da BEMO-TMRJ apoia o talento e o sonho dos nossos jovens. Na escola, eles estudam por 9 anos com apoio do Estado e dos pais, e na BEMO-TMRJ, eles vivem a experiência de ingressar em uma companhia profissional e ter certeza que é o que desejam como carreira. O Brasil, e o estado do Rio de Janeiro, em especial, é um celeiro de bailarinos de excelência que vem se apresentando em palcos internacionais, grupos contemporâneos e também no universo do samba”, descreve Bejani.

HISTÓRIA DO BALÉ DON QUIXOTE – Balé inspirado no capítulo 20 – “Bodas de Gamache” –  do clássico “Dom Quixote de La Mancha” escrito por Miguel de Cervantes, considerado o expoente máximo da literatura espanhola e escolhido em 2002 como a melhor obra de ficção de todos os tempos. Don Quixote entra numa cidade espanhola acompanhado por seu amigo Sancho Pança, avista a bela Kitri e a confunde com Dulcinéia por quem é apaixonado. Kitri, por sua vez, é apaixonada por Basílio, mas seu pai, Lorenzo, quer casá-la com outro rapaz, mais rico, de nome Gamache.  Kitri e Basilio fogem para um acampamento cigano e são perseguidos por Gamache e Lorenzo. Don Quixote e Sancho Panza também vão para o acampamento cigano. Lá o sonhador Don Quixote confunde novamente Kitri com sua amada Dulcinéia e começa a atacar os moinhos de vento achando que estes são gigantes que a ameaçam. Quixote percebe que Kitri não é Dulcinéia, fica triste e cai em sono profundo onde sonha com belas moças dançando. O dia amanhece e Lorenzo e Gamache acordam Don Quixote perguntando se ele sabe o paradeiro do casal fugitivo. Quixote mente e aponta o caminho errado para os homens. Em uma taberna, o pai de Kitri insiste que ela se case com Gamache. Em um estratagema, Basílio simula um suicídio e Kitri pede ao pai que a permita casar com Basílio mesmo este estando morto. O pai aceita simular a cerimônia só que Basílio “ressuscita” já como marido de Kitri. Lorenzo e Gamache se dão por vencidos, todos voltam para a aldeia onde celebram o casamento de Kitri e Basílio e Don Quixote parte para novas aventuras ao lado de Sancho Pança.

HISTÓRIA DA ESCOLA DE DANÇA – Foi criada em 1927 pela bailarina russa Maria Olenewa (1896-1965) que veio ao Brasil em turnê como integrante das companhias de Ana Pavlova e Leonide Massine, em 1918 e 1921. Entre 1922 e 1924 foi professora e diretora da Escola de Dança do Teatro Colón de Buenos Aires. Em 1926 se estabeleceu no Rio de Janeiro, onde iniciou importante trabalho pedagógico. Com o apoio de Mário Nunes, crítico teatral do Jornal do Brasil, Olenewa apresentou ao governo a proposta de criação de uma escola de formação de bailarinos visando a organização de um corpo de baile para atuar nas temporadas líricas, evitando a constante contratação de profissionais no exterior. A aula inaugural realizou-se em 11 de abril de 1927. Em 19 de novembro a escola realizou seu primeiro espetáculo com o balé Les Sylphides e Divertissements.

ROTEIRO

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e AMADANÇA apresentam:

Cia. Ballet da Escola Maria Olenewa do Theatro Municipal – RJ com o Ballet  DON QUIXOTE

Teatro Municipal Carlos Gomes – Endereço: Praça Tiradentes s/n°, Centro. Tel: (21) 2215-0556

Dias: 15, 16, 17 AGO às 19h. Dia 18 AGO às 17h

Preços: R$ 40,00  Meia entrada: R$ 20,00

Ingressos à venda na Bilheteria do Teatro Municipal Carlos Gomes – funcionamento de Quarta a domingo, das 14h às 20h –  e no site https://riocultura.superingresso.com.br

Futebol em Cadeira de Rodas recebe ação do Bike sem Barreiras

O evento é gratuito e aberto para ao público

 Por: Juney Freire
Visando proporcionar lazer ao público e também aos atletas antes, durante e após as competições, a UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas leva o projeto Bike Sem Barreiras à final do Campeonato Americano de Futebol em Cadeira de Rodas. O evento, que acontece no próximo sábado (10) no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, vai trazer esportistas da Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
A Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas (ABFC) tem a finalidade de consolidar a prática desportiva entre pessoas com deficiência no Brasil. Para a diretora da UNIVERITAS, Adriana Garcia, fazer parte de uma atividade do gênero é importante tanto para unir forças e apoiar este público, quanto para o crescimento pessoal de cada envolvido. “Nós, enquanto Instituição de ensino, enxergamos a necessidade de inserir nosso aluno na realidade encontrada fora de sala, assim como dar suporte a essas pessoas e fazer com que elas se sintam pertencidas. Levar as bikes e a nossa equipe para a final do campeonato é um modo delas perceberem que não estão sozinhas na causa”, explica a diretora.
A competição acontece das 9h às 18h, no Velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A entrada é franca. O Bike sem Barreiras estará no local das 9h às 12h. Para conhecer mais o projeto Bike Sem Barreiras
Concerto “Pedro e o Lobo de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart” no Theatro Municipal do RJ

“Pedro e o Lobo” de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart, obra composta para crianças pelo compositor russo Sergei Prokofiev, terá narração de Ana Botafogo.

Regência de Priscila Bomfim com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, na apresentação do dia 15 de agosto.

Composto em 1936 por Sergei Prokofiev, a obra sinfônica “Pedro e o Lobo” vêm, há mais de 80 anos, cumprindo com o que era a proposta original do autor: aproximar as crianças da música de concerto, por meio de uma história divertida que associa cada personagem a determinado instrumento ou naipe da orquestra.

A aventura do menino Pedro, que resolve caçar o lobo mau munido apenas de uma espingarda de rolha, popularizou-se pelo mundo, conquistando um novo público para Prokofiev. O russo passou à história como um dos maiores compositores do século XX, assinando balés, óperas, concertos além de duas trilhas sonoras para filmes de Sergei Eisenstein.

De caráter bastante educativo e com texto do próprio Prokofiev, o conto sinfônico descreve os personagens através dos motivos condutores. As cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) representam Pedro; as trompas, o lobo; o fagote, o avô do menino; a flauta transversal, o pássaro; o oboé, o pato; o clarinete, o gato. Quanto aos caçadores, o tema é introduzido pelo naipe das madeiras (instrumentos de sopro) e os tiros são evocados pelos tímpanos, pratos e pelo bumbo.

São inúmeros os atores e personalidades que emprestaram sua voz para a narração de “Pedro e o Lobo”, entre eles Boris Karloff, Sophia Loren, Antonio Banderas, Alice Cooper, David Attenborough, Sting, Sharon Stone, Ben Kingsley, Mia Farrow, Sean Connery, Eleanor Roosevelt, Leonard Bernstein, David Bowie, Patrick Stewart e até Mikhail Gorbachev e Bill Clinton. No Brasil, Rita Lee e Roberto Carlos fizeram o papel que será desempenhado, dia 15 de agosto, no Theatro Municipal, pela primeira-bailarina Ana Botafogo.

Iniciando o programa a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, irá executar a conhecido e maravilhosa “Eine Kleine Nachtmusic”, (Pequena Serenata Noturna) para cordas do genial Wolfgang  Amadeus Mozart

Elenco:

Narradora: Ana Botafogo primeira-bailarina do TMRJ

Orquestra Sinfônica do TMRJ

Regência – Priscila Bomfim

Serviço

Horário:

Dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h

Ingressos:

Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 240

Camarotes (5 lugares) – R$ 200

Plateia e balcão nobre – R$ 40

Balcão superior – R$ 20

Balcão superior lateral – R$ 20

Galeria – R$ 10

Galeria lateral – R$ 10

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 1 hora

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com no link:

Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

 Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

Ator vive o personagem “Zumbi”, um estudante de medicina que adora curtir a vida e desmaia toda vez que vê sangue

Depois de atuar em Totalmente Demais e Novo Mundo, ambas tramas da TV Globo, o ator Felipe Silcler está na Record TV na novela Topíssima, na faixa das 19h45. O jovem de 28 anos faz o personagem “Zumbi”.

– Na verdade, o nome dele é Milton, um estudante de medicina que veio de São Paulo para o Rio de Janeiro a fim de cursar a faculdade. Ele ama a carreira, mas tem um sério problema: desmaia toda vez que vê sangue. Ele estuda muito, mas também aproveita bastante a vida! Adora as festas e namorar, por causa disso, dessa intensa vida social, acaba virando noites para estudar e daí vem o apelido “Zumbi” – explica Silcler.

Visto que o personagem gosta de curtir a vida, mas sem tirar o foco dos estudos também, não é surpresa que ele tenha uma filosofia de vida. E a frase de efeito para explicar seu estilo de vida é: “Quando eu morrer eu descanso”.

Felipe faz parte do núcleo da “República”, junto a atores mais jovens como Marcela Rica, Bruno Guedes, entre outros.

– Lá tem o “nosso paizão na República” que é o personagem do Kadu Moliterno, que está sendo uma descoberta incrível pra mim. Ele é generoso, engraçado, um verdadeiro paizão mesmo. E também círculo por outros núcleos, como o do hospital, onde tenho a honra de contracenar com a Isabel Fillardis – ressalta o ator.

Para se preparar para viver “Zumbi”, Silcler disse que precisou neutralizar o sotaque carioca, já que o personagem vem de São Paulo e a direção de “Topíssima” não queria nenhum sotaque carregado.

– O pedido foi para só neutralizar e dar uma pequena pincelada no sotaque paulista. Aí eu me preocupei com o “s” e o “r”. E na questão da medicina, eu tenho meu melhor amigo que faz o curso, o Victor Lopes, que já foi ator, está nos últimos períodos da faculdade e me ajuda muito com todas as dúvidas que eu tenho. E tivemos encontros e preparações com a nossa Coach na novela, a Vera Silva – completa.

O personagem de Silcler está no núcleo jovem da trama da Record, porém este aborda questões como o tráfico, e uso, de drogas. O ator fala como é trabalhar um assunto tão delicado entre os jovens.

– Acho muito importante, pois de alguma forma o núcleo por ser jovem, acaba sendo um influenciador de comportamentos e referências para os jovens que assistem, e muita gente só tem acesso a esse tipo de informação pela TV. Poder abordar essa discussão é uma ótima abertura para fazer essa galera pensar.

Ele também fala que o personagem tem muito a ver com ele, já que é uma pessoa que curte os amigos e tem bastante energia.

– Com o Zumbi eu estou aprendendo que é possível se divertir e dar conta das funções do dia a dia, ele sai muito, mas não deixa de fazer as coisas que ele precisa. Ele tem muita energia, é amigo da galera e dificilmente algo tira ele do sério. Isso vem muito de mim também. Eu sou um cara que tem facilidade em me relacionar com as pessoas e é bem difícil me tirar do sério. E eu gosto muito de aproveitar a vida ao máximo assim como ele também – ressalta.

Ele ainda fala de como está sendo o trabalho junto ao elenco da nova trama da Record.

– Gravamos bastante, em um ritmo intenso, e isso é muito bom, pois o elenco virou uma família mesmo, estamos muito felizes com o projeto e com muita vontade que dê certo. E especialmente com o núcleo jovem, a gente convive muito, então parece que somos melhores amigos de anos – diz o intérprete de “Zumbi”.

Felipe Silcler é carioca e faz teatro desde os 11 anos. Formado pela escola de teatro Martins Penna, uma das escolas de teatro mais importantes do Brasil e a primeira da América Latina, fez muitas peças e trabalhou com diretores como André Paes Leme e oficinas de teatro como os grupos Amok e Moitará.

No momento, o ator está com foco total na novela, mas não descarta projetos no teatro, o qual ama, no futuro.

– Estou totalmente dedicado à novela no momento, mas quero muito voltar pro teatro. Estou estudando junto com amigos alguns textos, tenho o projeto de levantar meu monólogo e estou aberto para outras possibilidades – finaliza o ator.

Um grito a favor das mulheres – Desmontando Bonecas Quebradas

Desmontando Bonecas Quebradas tem temporada prorrogada no Centro Cultural da Justiça Federal

Solo de teatro documentário, gênero em ascensão em todo o mundo, ganha temporada maior no Centro Cultural da Justiça Federal,  até 25 de agosto.  As apresentações acontecem sempre de sexta a domingo, às 19h. Ingressos a partir de R$ 20. A história de Desmontando Bonecas Quebradas entrelaça momentos de extrema poesia com notícias da vida real  sobre violência contra a mulher. A Atriz e pesquisadora, Luciana Mitkiewicz partiu de acontecimentos reais na Ciudad Juarez, no México, fronteira com El Paso, no Texas (EUA),  para contar sua história. Lá, desde 1993, contabilizam-se milhares de assassinatos de mulheres sem a devida punição. Uma situação sem precedentes, que levou, pela primeira vez na História, à condenação de um país – o México – na Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2009. No Brasil, a situação é igualmente estarrecedora. Aqui, a cada 1h30 uma mulher é vítima de violência masculina. Após as apresentações serão realizados debates com o públ ico presente. “A ideia é justamente convidar as pessoas a refletir à respeito. Através do teatro, queremos dar luz a essa causa e trazer a reflexão para cada pessoa que nos assistir” , diz Luciana.

Bonecas Quebradas-Joaquim da Matta e Ana Prado


Sob a direção de Ysmaille Ferreira, a peça já foi apresentada em Londres (Latin American House/ 2018) e na Itália, nas cidades de Nápoles, Rende e Roma (VAT, Cine-Teatro Santa Chiara e Suite Mondrian/ 2018).

Aspecto de fábula _ “Por tratar de um tema tão urgente em nosso tempo, a peça sempre vem sendo acrescida e transformada por fatos, daí a ideia de fazê-la como um work in progress. Também é importante ressaltar o aspecto fabular, no sentido utilizado por Bertolt Brecht. É que ao direcionar o  olhar para a Ciudad Juarez estamos tratando de algo muito próximo de nós – o feminicídio. É uma forma de buscar as causas profundas de crimes que se repetem de diversas maneiras em muitos lugares do mundo, a violência de gênero que vitima mulheres simplesmente por serem mulheres”, pontua Luciana Mitkiewicz.

Luciana é doutora em Artes da Cena pela Unicamp, desenvolve uma pesquisa sobre Imagem, Imaginação e Imaginário foco de seu trabalho. Outros projetos realizados pela produtora são As Polacas – Flores do Lodo (texto e direção de João das Neves). Desmontando Bonecas Quebradas tem figurinos e cenário de Rodrigo Cohen. As trocas de roupa são feitas ao longo da peça, e a atriz não sai de cena. 

Um dos muitos momentos emocionantes da peça é a cena “Campo de Algodão”, escrita pelo dramaturgo e diretor João das Neves, um dos mais importantes artistas do teatro brasileiro, morto em 2018. Enquanto apresenta o depoimento de uma mãe que perdeu a filha de 13 anos assassinada, bonecas feitas de fraldas de algodão são espalhadas pelo palco, como se fossem sementes para fazer brotar novamente a vida nas jovens brutalmente assassinadas. “As vítimas de Juarez são moças pobres, na maioria de ascendência indígena , trabalhadoras nas maquilas, no comércio ou em casas de família, jovens anônimas. “Vítimas de baixo risco”, como se diz tecnicamente nos manuais de criminologia”, encerra Luciana.

Ficha técnica:  Idealização, criação e atuação: Luciana Mitkiewicz
Direção: Ysmaille Ferreira | Cenário e figurinos: Rodrigo Cohen

Serviço: Desmontando Bonecas Quebradas – dramaturgia coletiva. Direção: Ysmaille Ferreira. Solo com Luciana Mitkiewicz.
Temporada – Até 25 de agosto , às 19h.
Dias e horários: Sexta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 40 e R$ 20. Duração: 50 minutos
Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241. Centro. Tel: 3261-2550. Lotação: 140 lugares. Class. Etária: 16 anos
 

Teatro de Bonecos para adultos faz sucesso no Sesc Copacabana

“Habite-me”, solo com Carolina Garcia e direção de Paulo Balardim, faz sucesso no Sesc Copacabana

Elaborado a partir de intercâmbio de artistas gaúchos com companhia canadense, Habite-me é povoado de imagens criadas em narrativa formada por dança, máscaras e bonecos em escala humana. Ocupando a Sala Multiuso do Sesc Copacabana,  o espetáculo, com Carolina Garcia em cena  (ela também é responsável pela pesquisa), tem direção e dramaturgia de Paulo Balardim. Nomes respeitados no Teatro de Animaç&ati lde;o contemporâneo, dentro e fora do Brasil, os artistas gaúchos apresentam ao público uma obra onírica e emocionante, capaz de impulsionar uma poética contemplação sobre vida e morte. Como parte da temporada no Sesc Copacabana,  a atriz e pesquisadora Carolina Garcia  realiza a oficina “Habite-me/Presença” de 8 a 18 de agosto mediante avaliação de currículo (mais informações ao final do texto). A temporada vai até 18 de agosto, de sexta a domingo, às 18h. 

Habite-me Cena Morte Paulo Balardim

Ao longo de 45 minutos, através de três quadros, Carolina Garcia conduz a narrativa. Manipula bonecos, usa máscaras e muitos objetos para elaborar as cenas de Habite-me.  Na porta do teatro, o público recebe um papel com trecho da obra “Elegia 1”, do poeta Rainer Maria Rilke (1875-1926), um dos mais importantes poetas de língua alemã do século 20. É uma espécie de passaporte para o que se assistirá a seguir. “O ponto de partida foi explorar interações entre bonecos e meu próprio corpo em busca de habitar o inanimado e me deixar habitar por ele”, conta Carolina. 

Morando no Rio há quase três anos, Carolina Garcia foi a única atriz-marionetista a conquistar, em 2017, uma bolsa de residência artística no Canadá. Como parte do prêmio, ela poderia convidar um artista local para desenvolver pesquisa de linguagem na construção de bonecos. Foi assim que se aproximou da bonequeira Emilie Racine. “O encontro em torno do desenvolvimento da história foi tão intenso que ela levou o atelier dela para o apartamento que eu morava, de modo a potencializar a pesquisa. Nevava muito e pudemos fazer uma imersão fantástica no trabalho”, relembra a artista. De lá para cá, todo o trabalho ganhou forma com a direç&atilde ;o de Paulo Balardim e a participação do consagrado gaitista belga Tuur Florizione, que assina a trilha original.

Um novo modo de perceber o outro, através da tolerância e da empatia, também está entre os alicerces da peça. “Estamos numa época na qual precisamos oferecer novas percepções sobre o modo como nos relacionamos com o outro, dentro de uma perspectiva do que fazemos parte, influenciamos e constituímos cada qual o pensamento social e político do lugar que habitamos, conscientes ou não, e que nossas ações sobre o nosso corpo vivo de habitação maior, que é o planeta Terra, oferece o rumo da história. As cenas respiram com a gente e falam sobre o diálogo com a morte e o renascimento da vida, sobre as angústicas e anseios que faz em refletir sobre nossa ética de existência sob uma perspectiva feminina, dado que contemplo a vida sob esse ponto de vista”, contextualiza Carolina.

Sobre o desenvolvimento da obra, Paulo Balardim pontua: “Na medida em que criávamos os bonecos, criávamos também a escrita cênica. A ideia de ‘habitação’ ganhou outra dimensão apontando para um estado efêmero de permanência no tempo”, pontua Paulo.  Segundo ele, Habite-me é um apelo para chamar a atenção para nossa transitoriedade”.  Não há a pretensão de se contar uma história com início, meio e fim. “É um espetáculo híbrido que apresenta formas animadas contemporâneas para adultos. A cenografia também é algo curioso: o trabalho do artista plástico Élcio Rossini contribui para criar a imaginação de uma presença não-antropomórfica em cena, ao mesmo tempo em que funciona como um dispositivo para ocultar a atriz, sem que ela necessite sair de cena”.

Habite-me_Credito Leonardo Leoni

Atualmente, Balardim – além de ministrar aulas de teatro de animação na graduação e na pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, dirige os espetáculos O Bem-amado, de Dias Gomes e A cantora careca, de Ionesco. Também atua como editor-chefe da  Móin-Móin-Revista de Estudos sobre teatro de Formas Animadas.

Carolina Garcia é  atriz-marionetista (1994), educadora somática, diretora e produtora teatral. Fundadora e gestora do Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo/RS desde 2010, é coordenadora das atividades de intercâmbio e formação do Festival Cena Brasil Internacional (2013). Ao longo de sua trajetória artística, já participou de diversos festivais nacionais e internacionais de teatro, quer apresentando espetáculos ou ministrando workshops. Representou o Brasil no Festival de Teatro de Edimburgo e Ano Brasil/Portugal (2013), Festival de Avignon e Ano Brasil /Uruguai (2015). Como pesquisadora foi selecionada para projeto de estudos no Théâtre Du Mouvement e Micadanse (Paris/2014),  e foi  a artista brasileira selecionada pelo Conselho de Arts do Canadá para participar da  “Résidence Cróisée” em Montreal/Canadá, onde ministrou Master Class na UAQM e participou do Festival de Castelier (2017). Professora do Método Feldenkrais na Faculdade Angel Vianna, coordena o grupo de estudos e teatro  de bonecos da EAB ( Escolinha de Arte do Brasil-RJ).

Equipe HABITE ME

Sinopse
O espetáculo-solo, conduzido por um fio narrativo musical, está dividido em três quadros, nos quais o texto emana dos movimentos da atriz: Os elementos de cena almejam estimular o espectador a sentir e encontrar sentidos na cadeia de personagens que surgem e se desfazem de um quadro a outro, numa alusão à efemeridade do tempo que nos absorve e à inconstância da matéria.

No primeiro quadro, os enamorados, o relacionamento de um casal de idosos que encontram o valor duradouro do amor mesmo que tenham consciência da brevidade da vida. A solidão, o amor, a memória e a reflexão sobre o passado são tônicas da cena.

No segundo quadro, o eterno retorno, o ciclo que nos faz passar de um estado/condição a outro, a volatilidade do tempo e nossa perplexidade diante do inevitável. O duplo surge como desdobramento possível do mesmo ou, ainda, reconhecimento do diferente. O instante presente e a juventude humana, que transporta consigo a iminência de seu fim, propõe o desassossego das decisões e o acercamento de suas consequências.

No terceiro quadro, o inocente, a liberdade, o sonho e a esperança que nos inspiram com o surgimento do novo, em contraponto com os medos e dúvidas que eles nos geram.  A mistura de sentimentos e sensações que podem nos habitar como motores da perpétua vida e suas aproximações com o universo feminino. Uma perspectiva sobre o futuro é proposta. Aqui, a ideia de que somente a vida justifica a vida e o zelo por ela é o motor inspirador.

Oficina

De 8 a 18 de agosto, Carolina Garcia ministra a oficina Habite-me/Presença: o corpo como casa/espaço nas diferentes relações do operador/ator com o objeto/boneco. Aberto a no mínimo oito e no máximo 20 participantes. Trata-se de estudo prático dos princípios da presença do ator no teatro da animação, pautado em práticas da percepção das relações conscientes estabelecidas na organização corporal a convenções da operação do jogo cênico e a escuta entra: o ator e o objeto, o ator e o espaço. Através de atividades da coordenação motora a procedimentos dissociativos do corpo, cont rastes de formas e ritmos para a composição da vida fictícia e autônoma do boneco. Público-alvo: atrizes/atores, bailarinas/os, artistas visuais (estudantes ou profissionais) a partir de 16 anos. Carga horária 32h/aula.
Inscrições: enviar email (habitemeteatro@gmail.com) com assunto Oficina Habite-me/Sesc RJ. No corpo da mensagem apresentar carta de intenção (breve declaração dos motivos pelos quais se interessa em participar da prática). Em anexo, currículo resumido e imagens de pesquisas ou trabalhos realizados.
Período de inscrição: de 25 de julho a 03 de agosto
Resultado será divulgado  dia 05 de agosto por e-mail e redes sociais. ATENÇÃO: serão analisadas as 100 primeiras propostas.

Ficha técnica “Habite-me”
Atuação e pesquisa: Carolina Garcia | Direção e dramaturgia: Paulo Balardim | Criação de bonecos: Emilie Racine | Preparação corporal: Márcia P’inheiro e Laurence Castonguay | Trilha Sonora original: Tuur Florizoone | Figurinos: Cris Lisot | Pinturas no figurino: André Gnatta | Cenografia: Elcio Rossini (pesquisa Objetos para Ação) e Paulo Balardim | Criação de luz: Renato Machado | Operação de luz: Luana Pasquimell | Operador de som e infláveis: Wilson Neto / Antônio Maggionni (stand-by) | Montagem técnica: Hebert Said e Luana Pasquimell | Assessoria e montagem de som: Lucas Carvalho | Ensaísta: Laurence Castonguay, Wilson Neto e Elaine Juteau | Fotografias: Jerusa Mary, Marcelo Paes de Carvalho e Paulo Balardim | Arte gráfica: Jéssica Barbosa | Assessoria de imprensa: Mônica Riani | Comunicação em redes sociais: Ana Balardim | Assistente de produção: José Carlos Rosa | Cias em co-produção (Brasil – Canadá): Cia 4 produções e Territoire 80 | Cooperação internacional: Festival Casteliers (Québec), Conseils des Arts du Canada e Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo

Serviço “Habite-me” – Pesquisa e atuação: Carolina Garcia. Direção e dramaturgia: Paulo Balardim. Gênero: teatro de animação
Estreia dia 1º de agosto, às 18h | Duração 45 minutos
Temporada: até 18 de agosto de 2019. Sexta, sábado e domingo, às 18h
Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana
End: Rua Domingos Ferreira, 160 Tel 21 2547-0156
Ingressos: R$ 7,50 (associado Sesc); R$ 15 (meia-entrada); R$ 30 (inteira)
Bilheteria: horário de funcionamento :: terça a sexta-feira, de 9h às 20h; sáb., dom. e feriados: das 12h às 20h

Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dumont

Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dumont no Américas Shopping

 Exposição será inaugurada no dia 2 de agosto com apresentação da banda da Aeronáutica

Peça de destaque na exposição é a réplica mais antiga do avião Demoiselle, em tamanho original

Com a finalidade de levar a Cultura Aeronáutica para mais perto do público, o Museu Aeroespacial firma nova parceria com o Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes, para realizar uma exposição sobre a vida de Santos Dumont, o ‘Pai da Aviação’. A inauguração da exposição “Santos Dumont, o homem há de voar!” será na sexta-feira, dia 2 de agosto, com a apresentação da Banda Militar da Base Aérea dos Afonsos. No período de 02 de agosto a 1° de setembro, o Shopping receberá a mostra.

Além de ser uma das figuras mais importantes da história da humanidade, o brasileiro visionário terá sua trajetória exposta em uma mostra que contará fatos que marcaram a origem da aviação, principalmente, sobre as aeronaves por ele construídas. A exposição contará com painéis e vídeos que mostram curiosidades sobre vida e obras de Santos Dumont. Entre as raridades que o público poderá conferir é a maquete da casa onde o aviador morou, conhecida como Encantada, que atualmente funciona o museu dedicado a ele, na cidade de Petrópolis. Outra peça de destaque na exposição é a réplica mais antiga do avião Demoiselle, em tamanho original, um dos seus primeiros aviões, considerado como sua obra-prima.

“Nós do Américas Shopping sempre buscamos trazer aos clientes experiências e lembranças que poderão ser contadas a diante. Nada melhor do que proporcionar a experiência de imersão no incrível mundo da aviação, podendo contemplar a réplica mais antiga da criação do pai da aviação Santos Dumont e sua história.”, conta Christian Magalhães, Gerente Geral do Américas Shopping.

A exposição ficará localizada no primeiro andar do Américas Shopping, em atividade a partir do dia 02 de agosto até 1° de setembro, com entra livre e gratuita ao público.

SERVIÇO: Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dummont no Américas Shopping

Data: 02 de agosto a 1° de setembro de 2019

Local: 1° piso do Américas Shopping

Entrada Gratuita

O Américas Shopping fica na Av. das Américas, 15.500 – Recreio (esq. com Benvindo de Novaes). Tel: (21) 2442-9900 – Site: www.americasshopping.com.br@americasshoppingrio

Sobre o Américas Shopping

Empreendimento construído pela ECIA e administrado pela AD Shopping, o Américas Shopping é referência em compras, lazer e serviços do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Com 120.000 m² de área construída e 37.000m² de área bruta locável, o Shopping possui um mix que reúne 240 lojas dos mais diversos segmentos, como moda, beleza, decoração e kids. Com a proposta de oferecer serviços e entretenimento completos, o empreendimento conta com pistas de patinação no gelo e boliche, uma moderna academia Fórmula, Livraria Leitura, multiplex Cinesystem Cinemas com tecnologia 100% digital e a primeira Unidade de Serviços do Detran RJ no bairro. Projetado com uma arquitetura moderna e sustentável, o empreendimento tem ampla praça de alimentação, Espaço Gourmet e estacionamento com 2.500 vagas, sendo 1.800 cobertas.