O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano no Teatro Poeirinha

O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano,

tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, até 25 de setembro

 

Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

 

Potente espetáculo que investiga a origem da violência conta a mulher, “Mansa”, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, até 25 de setembro, com sessões sempre às terças e quartas-feiras, às 21h. O espetáculo reúne as atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa.  Mais do que apresentar um crime, a peça chama a atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino.  “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional, em 2018, e fez temporadas no Rio e em São Paulo.

As atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

“Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

Sobre André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças À DISTÂNCIA (Prêmio Myriam Muniz 2012), SEM HORAS em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance LA COMUNICACIÓN HUMANA (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago 2016) e a ação REUNIÃO DE CONDOMÍNIO (museu do louvre pau-brazyl 2016) com o grupo Cinza. Também escreveu as peças ENSAIOS PARA O FIM DO MUNDO (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri 2017), PERDENDO TEMPO (Prêmio Elisabete Anderle 2015), POSES PARA NÃO ESQUECER (Festival de Girona 2016), O DEMÔNIO DO MEIO DIA, SUÉTER LARANJA EM DIA DE LUTO e NÃO SEMPRE, as duas últimas publicadas pela Editora UFSC. Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A ursa de araque, grupo de Florianópolis/SC fundado em 2007. Recebeu os prêmios de dramaturgia Seleção Brasil em Cena CCBB 2013 e Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Sobre Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da MOSTRA HÍFEN DE PESQUISA-CENA, Mostra de Artes da Cena. Por seu trabalho, foi indicado ao Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e, em 2016, pela de OS SONHADORES), ao Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e pela direção de A SANTA JOANA DOS MATADOUROS, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de OS SONHADORES), ao APTR (em 2013, pela dramaturgia de MARAVILHOSO) e ao Questão de Crítica (em 2012, pela direção de SINFONIA SONHO e pela curadoria e direção artística da primeira edição da MOSTRA HÍFEN).

Sinopse

Duas irmãs, após anos sofrendo abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos de casa. É neste mesmo terreno onde a peça acontece, a partir de inúmeros fragmentos que se estendem no tempo e buscam revelar a genealogia da violência contra a mulher. Em cena, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam vários personagens masculinos que tiveram relação, cada um a seu modo, com o crime perpetrado pelas duas irmãs.

Equipe de Criação

 

Dramaturgia: André Felipe

Direção: Diogo Liberano

Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi

Direção de Movimento: Natássia Vello

Cenografia e Figurino: André Vechi

Iluminação: Livs Ataíde

Direção Musical: Rodrigo Marçal

Assistência de Direção: Marcéli Torquato

Registro Fotográfico: Thaís Barros

Mídias Sociais: Teo Pasquini

Design Gráfico: Diogo Liberano

Operação de Luz: Walace Furtado

Operação de Som: Paulo Vitor Rocha

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção Executiva: Paulo Vitor Rocha

Direção de Produção: Amanda Mirásci e Diogo Liberano

Idealização: Amanda Mirásci, Diogo Liberano e Nina Frosi

Realização: Arrakasta Produções Artísticas

Serviço

Espetáculo “Mansa”, de André Felipe, com direção de Diogo Liberano

Temporada: 6 de agosto a 25 de setembro

Teatro Poerinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Telefone: (21) 2537-8053

Dias e horários:  terças e quartas, às 21h.

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia-entrada)

Duração: 1h

Lotação: 44 pessoas

Classificação Etária: 16 anos.

30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

As Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual celebram a maioridade do projeto durante o 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

Dia 24/08, sábado, às 18h30, na Cinemateca, a celebração dos 18 anos das
Oficinas Kinoforum terá exibição Open Air de curtas especialmente selecionados para o evento

Em 2019 o projeto Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual completa 18 anos, tendo atendido cerca de 1.800 pessoas entre crianças, jovens e adultos de várias regiões da cidade e do estado de São Paulo. O 30° Festival Internacional de Curtas Metragens exibe as mais recentes produções dos alunos, incluindo curtas realizados em oficinas audiovisuais por moradores de albergues.
Quer aprender a fazer cinema de graça, ser reconhecido pelo mercado, surfar com autoridade nas ondas da sétima arte; quebrar preconceitos e ainda correr o risco de virar cineasta e ganhar prêmios nacionais e internacionais? Nesses 18 anos muitos jovens participaram de um total de 80 oficinas, resultando na produção de 320 curtas metragens.

As produções mais recentes, das Oficinas Kinoforum, foram realizadas com moradores de albergues e teve o patrocínio da Ericsson através do Proac ICMS. Foram ministradas aulas de direção, roteiro, edição, produção, interpretação para Cinema e TV e maquiagem em dois módulos. O resultado foram 19 curtas, feitos por mais de 100 alunos, muitos deles refletindo sobre a condição de rua dos seus realizadores. O projeto também ofereceu uma oficina audiovisual para crianças da região conhecida como Cracolândia, em São Paulo. Os realizadores vão assistir o resultado dos seus trabalhos nas salas de cinema que fazem parte do circuito do festival. A programação completa das exibições está logo abaixo.
Nesta recente parceria com a Ericsson o projeto reconheceu histórias de superação muito impactantes como o de moradores de rua trans que voltaram a estudar; um dos alunos após se recuperar de um vício iniciou um canal no Youtube; além de outras histórias de resgate de pessoas que voltaram para seus familiares após esta experiência.

 

Também neste ano foram realizados três curtas metragens em correalização com a Spcine na Oficina Módulo II. Os curtas “Afeto”, ”Onde a coruja faz seu ninho” e “Sorriso Negro” abordam questões importantes como racismo e abuso.
O projeto, que chega em sua maioridade em 2019, vai comemorar no sábado dia 24 de agosto, às 18h30, na Cinemateca Brasileira, numa sessão Open Air, durante o Festival, quando será exibida uma seleção dos curtas mais recentes produzidos pelo projeto.
No mesmo dia 24/08, além das comemorações de 18 anos também haverá uma palestra sobre Tecnologia das Coisas, às 16hs, ministrada por Marcelo Goldstein, na Sala Petrobrás. Atividade também gratuita. Basta chegar.

Crianças e Celebridades crias da casa
As crianças que participaram das Oficinas também terão uma exibição dos seus curtas no sábado, 25/08 às 15hs, na Cinemateca, com três curtas que foram desenvolvidos e inspirados nos sonhos das próprias crianças participantes. Os curtas apresentam temáticas variadas, com muito humor, aventura e suspense. Haverá ainda, no mesmo dia, logo após a sessão (a partir das 16hs), uma outra atividade: a Oficina de Cinema de Animação para Crianças. Será ministrada pela Matiz Filmes e promete encantar a meninada. A sessão e a Oficina de Cinema de Animação são atividades gratuitas, com censura livre e não requer inscrição prévia.

 

Mas um projeto que completa 18 anos não se faz em 18 dias, como no caso dessas Oficinas especiais. Muitas pessoas que contribuíram com o início do projeto, ou como alunos, ou como professores, hoje fazem a diferença no setor e representam muito bem o país em festivais no exterior.
Entre eles nomes como Beatriz Seigner, que foi aluna da primeira oficina em 2001 em Monte Azul, neste ano teve seu longa “Los Silencios” participando da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Nádia Mangolini, ex-aluna e membro da equipe que atua com animação e já recebeu diversos prêmios, seu curta “Torre” é um dos premiados. Como colaboradores pedagógicos já participaram Alfredo Manevy, que foi presidente da Spcine, secretário executivo e secretário de políticas culturais do Ministério da Cultura. Victor-Hugo Borges também colaborou na equipe com sua experiência na área de animação, ele é o criador da prestigiada série “Historietas Assombradas”

 

O audiovisual tem o poder de transformar e criar novas visões de mundo; muitos alunos que participaram das Oficinas tiveram a oportunidade de refletir sobre sua própria realidade, ter voz e mudar a perspectiva a partir da construção fílmica e isso tudo está refletido nos mais de 320 filmes produzidos nessa jornada. O projeto inspira, emociona e provoca. A câmera e a linguagem audiovisual são excelentes ferramentas de inclusão social e cultural.
Programação
23/08 às 15h no Cine Olido – Sessão Oficinas Kinoforum 01
24/08 às 16h na Cinemateca Brasileira – Workshop “Tecnologia das Coisas”
24/08 às 18h30 Cinemateca Brasileira – Celebração dos 18 anos das Oficinas Kinoforum, com presença de moradores de albergue.
25/8 a partir das 15h na Cinemateca Brasileira – Sessão de curtas infantis + oficina de cinema de animação
27/08 às 15h e 17h no Cine Olido – Sessão Oficinas Kinoforum 02 e 03 – Com presença de moradores de albergue.
01/09 às 17h no CCSP – Mesa de Debate “Narrativas Audiovisuais e Periferias”
01/09 às 18h no CCSP – Sessão Oficinas Kinoforum 01

Programação completa do Festival no site: https://2019.kinoforum.org/

Endereços 
Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana
Cine Olido – Avenida São João, 473, Centro
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000

 

Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares pode ser instituído no Rio
Foto: Octacílio Barbosa | Texto: Comunicação Social
Instituir o Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (Sebe-RJ), promovendo a integração entre as diversas bibliotecas da rede pública de ensino. É o que propõe o projeto de lei 597/15, dos deputados Flávio Serafini (PSol) e Waldeck Carneiro (PT), que foi aprovado em redação final pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quinta-feira (22/08). O texto será encaminhado ao governador Wilson Witzel, que terá até 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto da medida.

De acordo com a proposta, o sistema será organizado em quatro partes: as Unidades Prestadoras de Serviço, que se instalarão em cada biblioteca dos colégios públicos estaduais; as Unidades Descentralizadoras de Execução, que serão compostas por um determinado número de escolas em uma região específica, com o objetivo de supervisionar o trabalho exercido e promover a racionalização das atividades; a Unidade Central de Execução, responsável por determinar, com a participação de professores, alunos e responsáveis, quais serão os acervos que deverão compor as bibliotecas, além de promover a integração entre as diferentes unidades, sempre que possível incluindo a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec); e o Órgão Central, que deverá garantir recursos para aquisição de acervo e equipamentos, bem como a implementação e expansão de bibliotecas escolares.

“A existência da biblioteca escolar infere positivamente na qualidade do processo de ensino-aprendizagem e no domínio dos códigos para a aquisição de habilidades e competências dos estudantes. A existência da biblioteca na escola, de fato, torna-se indispensável para a formação do indivíduo”, afirmam os autores na justificativa do projeto.

O Poder Executivo regulamentará a norma através de decreto e o custeio do sistema deverá estar previsto na Lei Orçamentária Anual a partir do exercício financeiro de 2020. O sistema deverá ser implementado observando a Lei 8.246/18, que criou o Plano Estadual de Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca.

Humor e alegria como solução para o crescimento das empresas

Grupo Bando de Palhaços cria serviço inovador para treinamento de equipes, o Bando S.A – Soluções Artísticas para empresas

Em artigo publicado em janeiro intitulado “Gestão de Pessoas”, o Sebrae falou sobre como o sucesso do negócio depende de uma boa gestão de equipe. Entre os pontos, o artigo ressalta que “o empresário precisa sempre criar ideias inovadoras de motivação, para seu negócio e para sua equipe. A correta escolha de seus profissionais (onde cada um trabalha com o que se sabe e gosta), treinamento e valorização de cada profissional com suas particularidades, geram funcionários satisfeitos e isso é convertido no desenvolvimento da empresa”. Pensando nesse nicho, o grupo Bando de Palhaços criou o “Bando S/A – Soluções Artísticas para empresas”, com o serviço de treinamento de equipe baseado na arte da palhaçaria.

Parece engraçado e é para ser, mas sem perder o foco, treinar, motivar e fazer com que a empresa tenha funcionários mais felizes, proativos, estimulados e, consequentemente, com maior rendimento. Isso por meio de exercícios que são divertidos, mas que vão muito além.

– Os exercícios não buscam apenas fazer rir, isso acaba sendo uma consequência, pois estamos trabalhando com uma zona muito pouco habitada pela maioria das pessoas, lugares muito diferentes dos que eles costumam estar. No treinamento, todos passam pelas mesmas dinâmicas, todos de alguma maneira vivem a mesma experiência, independente de seus cargos na empresa, e como consequência disso, há um riso diferente, pois não rimos DO outro, e sim COM o outro – explica Camila Nhary, uma das fundadoras do grupo.

A metodologia utilizada pelo Bando S/A gera intimidade e cumplicidade em apenas algumas horas de trabalho. Além disso, as dinâmicas possibilitam aos participantes vivenciar de forma prática questões, muitas vezes, abstratas, como a ética, a percepção do outro, a comunicação empática, a pró atividade, a ampliação da atenção, o medo do erro e a autoconfiança. O treinamento é desenvolvido a partir das demandas específicas de cada empresa, mas sempre inclui tanto o desenvolvimento individual de cada um dos participantes quanto a integração da equipe.

– Percebi uma espécie de “libertação” durante as atividades propostas pelo BANDO. A arte da palhaçaria, que é aplicada aos treinamentos, nivela os participantes a um patamar de igualdade. E, via de regra, quando estamos entre nossos semelhantes acabamos nos apresentando mais à vontade e livre de quaisquer “pré-conceitos”. Essa libertação foi a principal diferença que percebi entre o trabalho do BANDO em relação aos treinamentos contratados em consultorias mais tradicionais – afirma Cristina Felix Liberato, Gerente Executiva da Rede Inter de Supermercados.

Porém algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que palhaços”? Olhando suas figuras desengonçadas e atrapalhadas ninguém diria, mas os palhaços são profissionais que estudaram muito para serem o que são e, por mais curioso que possa parecer, a técnica do “clown” trabalha alguns dos princípios mais importantes a serem experimentados e desenvolvidos em ambientes empresariais, tais como trabalho em equipe, risco e positividade.

– A ideia de contratar palhaços para realizar o treinamento de uma equipe empresarial, de início, pode ser recebida com certa desconfiança, pois existe todo um imaginário relacionado à figura do palhaço, que perpassa tanto o interesse e a admiração – como por exemplo em relação ao trabalho social feito em hospitais – quanto o receio pela associação com festas infantis, protestos políticos e para algumas pessoas até mesmo traumas. Porém, ao explicarmos que o trabalho utiliza princípios do universo do palhaço que, muitas vezes, são desconhecidos por pessoas, como a potência que existe em aceitar quem você realmente é, a capacidade de arriscar e de possivelmente errar, para, a seguir, alcançar vitórias muito maiores, o fortalecimento da criatividade, gerando soluções inovadoras para a empresa, essa “preconcepção” é completamente desfeita – destaca Ana Carolina Sauwen, outra das fundadoras do grupo.

E o serviço tem tido bastante procura e com feedbacks positivos de diversas empresas.

– Sempre temos o retorno de como o trabalho contribuiu para a formação de uma equipe mais unida, onde cada um conhece seu colega de uma forma inteiramente nova, mais profunda e também mais divertida. Além disso, eles passam a perceber e acreditar mais nos seus talentos e também a reconhecer as suas fragilidades – etapa primordial para que seja possível ultrapassá-las – finaliza Filipe Codeço, mais um dos integrantes desse Bando de Palhaços.

Outras informações sobre o treinamento de equipe, com as Oficinas de Palhaçaria, estão no https://www.bandodepalhacos.com/

Pedágios poderão ter opção de pagamento em cartões de crédito

As concessionárias e municípios que administram rodovias no Estado do Rio poderão ser obrigadas a disponibilizar, nas praças de pedágio, pelo menos uma cabine com a opção de pagamento em cartões de crédito, além de outras formas de pagamentos alternativas aos motoristas que não possuam o valor em espécie. É o que propõe o projeto de lei 116/19, da deputada Lucinha (PSDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou nesta terça-feira (20/08), em segunda discussão. O texto seguirá para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.

A proposta complementa a Lei 8.014/18, que já obrigava qualquer concessionária de serviço público a aceitar, em todas as bilheterias disponibilizadas, o pagamento de tarifas por meio de cartão de débito. “É importante que se adote cada vez mais métodos mais rápidos e eficazes, evitando inclusive a evasão do pedágio”, justificou Lucinha.

Caso a medida seja aprovada, as concessionárias terão até 90 dias para adaptação. Em caso de descumprimento, será cobrada uma multa de cinco vezes o valor da tarifa do pedágio, que será dobrada em caso de reincidência.

FEIRA DE ARTES DA VILA MADALENA COMEMORA 42 ANOS

No último final de  semana aconteceu em São Paulo a tradicional Feira  de Artes da  Vila Madalena ,comemorou seus 42 anos com 450 expositores ,80 pontos  gastronômicos e foi  recorde de público nesta edição.

Banda Damata

Centro Cultural da  Vila  Madalena organizador do evento ,preparou várias  novidades para o público entre  elas o espaço Portugal Fest   Barraca de Lá e de Cá – Brasil Portugal  ,gastronomia ,música ,arte ,literatura e poesia estiveram presentes no espaço mostrando a cultura Portuguesa presença do Consulado de Portugal ,tirando dúvidas sobre cidadania ,residência,estudo e investimento no país.

 

 

O evento teve várias ações e prestações de  serviço como: corte  de  cabelo solidário com preços  exclusivos e ainda podendo apoiar o projeto Fios de Berenice que  cuida do Hospital do  cancêr em parceria com o SOHO Hair na doação de  cabelo ,os homens fizeram a barba por preços  especiais e atendidos pela equipe da LELE Flash Power.

O público aproveitou ainda os  serviços do Procon-SP ,SEBRAE ,aplicação de vacinas com apoio Institucional da SecretariaMunicipal de Saúde , APCD Associação Paulista de Cirugiões Dentistas e CRO- SP Conselho Regional de Odontôlogia de São Paulo ( prevenção bucal),OAB Ordem dos Advogados do Brasil.

Um espaço especial para as crianças com vários  brinquedos e atividades  produzido pela Agência de Modelos Max Fama ,sorteio de finais de  semana oferecidos pela Vila  Galé Hoteis .

Drinks  deliciosos preparados pela equipe da  Aperol Spritz,Chops gelados da Ashby ,o evento ofereceu várias opções em relação a gastronomia entre doces e salgados ,artesanato ,objetos de decoração ,roupas de estilos variados  ,e ainda uma rua inteira com produtos  místicos.

Pérola Negra

Claro não faltou música o público prestigiou ao todo 21 atrações de vários estilos musicais MPB,Rock ,Pop ,Reggae,entre eles banda Damata, Old Surfers , Ana e o Lobos,Banda Fogo Corredor , Família Madábanda da Vila Madalena,a cantora Paula Marquezini ( ex The Voice) ,a cantora  Fernanda Ouro, a escola de samba Pérola Negraencerrou o evento em grande estilo com muito samba , a produção musical e coordenação de palcos foi assinada pelo produtor  kiko Tupinambá , presença da Radio Madalenafazendo cobertura,conheça o evento @feiradavilamadalena .

FOTOS: 3OLHARES @3olhares

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla é realizada entre os dias 21 e 28 de agosto

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que acontece anualmente durante os dias 21 e 28 de agosto, já é realizada desde 1964, mas em 2017 foi sancionada a Lei 13.585 que torna essa data oficial. O objetivo dessa semana é debater e refletir, junto à sociedade, sobre o direito de igualdade para que a inclusão aconteça de fato e combater o preconceito e a discriminação.

A cada ano um assunto é escolhido para ser trabalhado e este ano o tema é “Família e pessoa com deficiência, protagonistas na implementação das políticas públicas”, visando mostrar a importância da participação da família no cumprimento e criação de políticas públicas que atendem as pessoas com deficiência intelectual e múltipla.

Durante a semana são realizadas diversas ações em todo o país para que a sociedade entenda a importância de promover a melhora na qualidade de vida das milhares de pessoas que possuem alguma deficiência e suas famílias.

“A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência é um símbolo de mobilização. Um espaço que marca a luta das pessoas com deficiência intelectual na busca por garantia de direitos”, destaca Vanderson Pedruzi Gaburo, presidente da Federação das Apaes do Espírito Santo.

O que é deficiência intelectual e múltipla?

 

A deficiência intelectual não é uma doença, e sim uma limitação nas habilidades mentais gerais, e pode ser percebida quando há dificuldade em situações consideradas comuns, como a comunicação, interação social, leitura, escrita, memória, dentre outras.

A pessoa que possui esse tipo de deficiência deve ter um acompanhamento multidisciplinar em diversas áreas, sobretudo saúde, educação e assistência social, para que seja ofertado um tratamento de acordo com a necessidade de cada um, e que deve contar com diversos profissionais, como terapeutas ocupacionais, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas e outros especialistas que conforme for necessário.

A deficiência múltipla é quando há duas deficiências ou mais simultaneamente, sejam elas intelectuais, físicas ou ambas combinadas.

 

Giramundo apresenta “O Pirotécnico Zacarias” no CCBB Rio

Bonecos, atores e projeções encenam contos do mineiro Murilo Rubião, um dos pioneiros da literatura fantástica no Brasil  

Espetáculo traz inovações como ator em cena, máscaras, objetos e vídeo animações misturando linguagens do cinema e do teatro

Cinco contos, incluindo o homônimo do escritor mineiro Murilo Rubião (1916 – 1991), servem de inspiração para o espetáculo “O Pirotécnico Zacarias”, que o grupo Giramundo apresenta no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil entre 22 de agosto a 16 de setembro. Inédita no Rio, a montagem é resultado de uma nova vertente de trabalho da trupe mineira, que experimenta a combinação de diferentes linguagens, como cinema, animação, música, dança, máscaras, artes plásticas e teatro de objetos. No palco, bonecos contracenam com atores e vídeos adaptando os contos do autor considerado um dos mais significativos da literatura fantástica no Brasil numa espécie de “nova ópera”, caracterizada pelo hibridismo midiático.

Desde o início dos anos 2000, o Giramundo tem norteado sua produção para a experimentação com outras mídias, principalmente para as possibilidades de interação de bonecos e atores com vídeos e animações. Com “O Pirotécnico Zacarias”, o grupo foi além. “Trouxemos o cinema como um processo duplo, tanto de planejamento quanto de produção, seguindo metodologia usada frequentemente criação de filmes, como a roteirização, a organização de cenas, mas ao mesmo tempo incorporando as características cinematográficas para uma linguagem teatral”, explica o diretor Marcos Malafaia. “É um campo cênico híbrido, que corresponde a uma curiosidade sobre novos cenários de criação, abertos pela sobrecarga e multiplicidade de meios de expressão do mundo contemporâneo”, completa.

Apesar de trazer uma experimentação no campo da linguagem e na construção de cena, a peça mantém o rigor metodológico e a atenção estética adotados pela companhia desde a década de 70. A dramaturgia foi construída a partir da costura dos contos “O Pirotécnico Zacarias”, “O Ex-Mágico da Taberna Minhota”, “Teleco, o Coelhinho”, “O Bloqueio”, “Os Comensais”, todos interligados pela figura central de Zacarias, protagonista do espetáculo. Uma fábula sobre o homem contemporâneo, um herói Muriliano que, mesmo sendo mágico, é incapaz de mudar a realidade, ou mesmo de compreender sua posição nela.

“O trabalho de Murilo Rubião é surpreendentemente contemporâneo e importantíssimo para cultura brasileira, apesar de não ser tão conhecido do público. Sua obra nos permite trabalhar com uma espécie de surrealismo, uma realidade ao mesmo tempo absurda e fantástica”, conta Malafaia. “À medida que realizamos a adaptação e experimentações para construção do espetáculo, percebemos que havia muitas recorrências e elos entre os contos, que existia um personagem central muito estável, rodeado por instabilidade de todos os lados. Então procuramos reforçar essa estrutura oculta dos contos e percebemos que possuíam um potencial imagético e poético, um tanto quanto filosófico ou psicanalítico, que poderia ser abordado por um viés cinematográfico. Por isso, enxergamos não só a necessidade, mas também a importância em trazer vida à obra de Rubião”, finaliza.

O Pirotécnico Zacarias” estreou nacionalmente no CCBB Belo Horizonte em março deste ano e, entre abril e junho, foi encenado no CCBB São Paulo. Depois da temporada carioca, o espetáculo seguirá para unidade Brasília do Centro Cultural. Serão, ao todo, 107 apresentações da montagem, a maior turnê da história do grupo Giramundo desde a sua fundação, em 1970.

SOBRE MURILO RUBIÃO

Murilo Rubião é considerado um escritor muito misterioso. Apesar de sua importância para a literatura brasileira ser unânime atualmente, e de seus temas e recursos literários, serem conhecidos e descritos, ainda restam nebulosas as circunstâncias do surgimento de autor e de obras tão autônomas e originais. Por conta disso, foi considerado um mestre em fazer o absurdo penetrar na realidade cotidiana.

Admirador de Machado de Assis, apreciador de contos de fadas e fábulas, estudioso da literatura fantástica europeia, da mitologia grega e da Bíblia, o autor inicia sua produção no início dos anos 40 e publica seu primeiro conto em 1947, sendo acolhido de modo discreto pela crítica. Desarticulado dos movimentos literários brasileiros e da produção latino americana do “realismo fantástico” ou “realismo mágico”, Rubião antecede Borges, Cortázar e Gabriel Garcia Marquez, urdindo uma obra suspensa, desprendida de seu contexto e descolada de tradições estilísticas. Perfeccionista, preferiu reescrever seus textos à exaustão a publicar uma obra extensa. Assim, ao longo de toda a sua vida, selecionou apenas 33 contos para serem lançados em livros.

Quando questionado sobre a escolha de Rubião, o diretor Marcos Malafaia destaca: “Tudo começa da relação do Álvaro (Apocalypse, fundador do Giramundo) com o próprio Murilo no Suplemento Literário (criado pelo escritor em 1966). Álvaro ilustrou muito o Suplemento. Já a Madu Vivacqua (outra das fundadoras do grupo) foi uma espécie de secretária eventual dele”.  Ele ainda acrescenta que, durante o período em que editou a extinta revista Graffiti 76% quadrinhos, Rubião serviu de fonte. “A obra dele é muito imagética. Para nós, era o Cortázar brasileiro.”

SOBRE O GRUPO GIRAMUNDO

Giramundo foi criado em 1970, pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. O grupo montou 34 espetáculos teatrais, construindo acervo próximo de 1.500 bonecos e objetos de cena. Suas montagens experimentaram o boneco em múltiplas formas, criando um variado panorama técnico e expressivo do teatro de bonecos. Nos anos 70 e 80, a formação acadêmica e artística de seus fundadores imprimiu no grupo o rigor metodológico e atenção estética no planejamento de seus bonecos e espetáculos. Estas características, unidas ao interesse pela cultura brasileira, trouxeram reconhecimento nacional ao Giramundo, garantindo seu lugar na história do Teatro Brasileiro por sua ação transformadora de incorporação de formas e temas adultos, dialogando com questões formais, plásticas e políticas complexas.

Durante os anos 2000, o Giramundo conquistou sua sede própria, base para seu Museu, Escola e Estúdio de Animação. Neste período o grupo concentrou sua atenção na produção de animações e conteúdo digital e na comunicação através da internet. Mais recentemente, iniciou a produção e comercialização de livros, vídeos e brinquedos incorporando o pensamento industrial ao seu modelo de sustentabilidade institucional.

Hoje, o Giramundo se transforma: a ideia de grupo de teatro, que orientou suas atividades durante 30 anos, cede espaço para um núcleo multimídia, experimentador de uma cena de animação variada, onde convivem bonecos reais e suas versões digitais. Essa mistura do teatro de bonecos, vídeo, animação, música, dança e artes plásticas parece ser o território do Giramundo do Século XXI.

“Giramundo é um perseguidor. Sempre em busca do inatingível: a receita do boneco nunca construído, a montagem improvável, a cena surpresa, a metodologia da máxima performance. Essa inquietude não tem fim, só começo. O grupo nasceu com ela e a sustenta viva, em brasa, no sopro do entusiasmo de seus membros, geração após geração, ativos na faina de tarefas irrealizáveis. Assim, o Giramundo nos deixa marcas, escreve e se inscreve em nós, como tatuagem, como palimpsesto, como gravura policrômica. E com este espetáculo reforçamos todas essas características que fazem parte do DNA do grupo”, encerra Marcos Malafaia.

 

CCBB 30 ANOS

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o Centro Cultural Banco do Brasil celebra 30 anos de atuação com mais de 50 milhões de visitas. Instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva, o CCBB é um marco da revitalização do centro histórico da cidade e mantém uma programação plural, regular, acessível e de qualidade. Mais de três mil projetos já foram oferecidos ao público nas áreas de artes visuais, cinema, teatro, dança, música e pensamento.  Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. Agente fomentador da arte e da cultura brasileira segue em compromisso permanente com a formação de plateias, incentivando o público a prestigiar o novo e promovendo, também, nomes da arte mundial.

6 – Centro) – Teatro II

Informações: (21) 3808-2020.

Capacidade: 116 lugares. Recomendação etária: 14 anos.

Duração: 70 minutos.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia).

bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_rj | facebook.com/ccbb.rj

instagram.com/bancodobrasil

SAC 0800 729 0722 – Ouvidoria BB 0800 729 5678

Deficientes Auditivos ou de Fala 0800 729 0088

 

FICHA TÉCNICA:

Patrocínio: Banco do Brasil

Realização: Ministério da Cidadania e Centro Cultural Banco do Brasil

Direção geral e roteiro adaptado: Marcos Malafaia

Assistência de direção: André Martins

Coordenação de produção: Carluccia Carrazza

Direção de atores: Epaminondas Reis

Atores marionetistas: Antônio Rodrigues, Beto Militani, Camila Polatscheck e Fabíola Rosa

Trilha sonora: Gabriel Guedes, Max Lehmann e Andre Martins

Coordenação oficina Giramundo: Daniel Bowie

Coordenação ateliê Giramundo: Endira Drumond

coordenação financeira de projeto: Alcione Rezende, Sinergia

Composição coreográfica: Cristiano Reis e Luiza Alvarenga

Treinamento de manipulação: Beatriz Apocalypse

Preparação física marionetistas: Luis Malafaia

Fotografia: Elmo Alves e Lorena Zschaber

Cenografia: Marcos Malafaia e Daniel Bowie

Oficina cenográfica: Glauber Apicela, Daniel Bowie, Igor Ribeiro e Rafael Borges

Luminotécnica digital: Bruno Cerezoli e Tom Alonso

Design de iluminação: Marcos Malafaia e Rodrigo Cordeiro

Consultoria projeção mapeada: Allerson Soares e Guilherme Pedreiro

Construção de bonecos: Daniel Bowie, Endira Drumond, Fernanda Paredes, Gabriel Drumond, Iara Drumond e Israel Silva

Workshop máscaras: Juliana Pautilla

Modelagem máscaras: Aurora Majnoni

Confecção máscaras: Israel Silva

Pintura máscaras: Marcos Malafaia

Recortes em papel: KK Bicalho

Oratório: Flávia Henriques

Colagista: Samuel Eller

Assessoria de comunicação: A Dupla Informação

Assessoria de imprensa local: Catharina Rocha – Máquina de Escrever

Masterização: Lucas Mortimer

Cantoras: Laura Catarina, Mariana Cavanellas e Coral Sampaio

Vozes: André Martins, Antônio Alonso, Antônio Rodrigues, Epaminondas Reis, Isabella Michelline, Lis Malafaia, Marcos Malafaia, Mário Apocalypse e Ulisses Tavares

Animação e design gráfico: Caio Lourenço

Cenotécnica: Rodrigo Cordeiro, Alexandre Figueiredo e Alexandre Galvão

Supervisão de material cênico: Raimundo Bento

Estúdios de som: Lucas Mortimer e Thiago Braga

Estúdio fotográfico: Câmera Lúcida

Textos do programa: Marcos Malafaia

Núcleo audiovisual

Direção geral: Daniel Ferreira

Montagem timeline: Andre Martins, Zenner Henriques, Gabriel Navarro e Daniel Ferreira

Assistentes de roteiro: Ana Siqueira, Daniel Ferreira, Tom Alonso, Daniel Bowie e André Martins

Animação: Ulisses Tavares, Zenner Henriques e Tom Alonso

Tratamento de imagens: Tom Alonso

Equipe Café Pingado

Direção: Daniel Ferreira

Produção: Ana Siqueira

Assistentes de direção: José Ricardo Miranda Jr. e Ana Siqueira

Assistência de produção: Élida Ramirez e Bea França

Estudos em cinema: José Ricardo Miranda Jr.

Direção de fotografia: Rick Mello e Diogo Lisboa

Assistente fotografia / Logger: Marco Antônio Gonçalves Jr.

Direção de arte / Figurino (SET): Dan Lemos

Maquinária: Rodrigo Machado “Barcelona”

Maquinária / Contrarregra: Guilherme “Gnomo”

Motorista de set: Jacques Marçal

Equipamento de câmera: Bil’s Cinema e Vídeo

Equipamento de luz e estúdio: Flare

Núcleo moda

Figurino: Fernanda Fantagussi e Marcos Malafaia

Produção de moda: Carina Fonseca

Alfaiataria: Sérvulo Felipe

Adereços: Carlos Penna

Calçados: Nuu Shoes

Moletons: Molett

Bolsas e mochilas: Fantagussi

Estagiários Fumec:

Modelagem 3D: Rafael Borges

Comunicação web: Marina Kemp

Design gráfico: Felipe Mayer

Fotografia: Mariana Arnoni

Agradecimentos: Sílvia Rubião, Grupo Corpo, Breno Pessoa, João Vitor Rocha, Célio Ramos, Tamira Abreu, Astréia Soares e MIS BH

Parceiros: Café Pingado Filmes, Sinergia Gestão de Projetos Culturas, A Dupla Informação, Calu, Carlos Penna, Fantagussi, Molett, Casa Meva Decor, Gráfica Lutador, On Projeções, Quarteto Filmes e Universidade Fumec.

Ator, que vive um galã em “Bom Sucesso”, fala de sua carreira na TV

Rafael Infante, o multimídia

Ator, que vive um galã em “Bom Sucesso”, fala de sua carreira na TV, internet, teatro e início na música

O nome Rafael Infante não é novo para o público. Com trabalhos de sucesso na TV, na internet e no teatro ao longo de 12 anos de carreira, o ator carioca de 33 anos agora está em um novo desafio: ser um galã na novela das 19h da Globo, “Bom Sucesso”. Mas quem o acompanha recentemente pode não saber que o início da sua trajetória foi no mundo da música.

 

Em 2005, Infante teve uma banda chamada “Preto Tu”, criada com os amigos. Na época, ela se destacou no cenário independente com diversos shows pelo país e elogios de nada mais nada menos que Caetano Veloso. No entanto, o seu caminho como ator já estava traçado e logo começou a cursar Cinema e, antes mesmo de terminar a faculdade, decidiu estudar Teatro e Artes Cênicas.

– Fiz Cinema na universidade Estácio e depois migrei para teatro, na UniverCidade. Estou sempre fazendo cursos em diversas áreas, pois acho importante se manter sempre atento às novidades e aprender nunca é demais – diz.

 

Ainda em 2005, o artista formou o grupo de improvisação “Avacalhados” com Diego Becker, Fábio Nunes, Luizinho Lima e Tatá Werneck, que até hoje faz esquetes. Em 2007, fez sua estreia no cinema no longa “PodeCrer!”, além de ter feito peças e participado de curtas no canal “Anões em Chamas”, que pertencia a Ian SBF, com quem trabalharia no futuro no Porta dos Fundos.

 

A ida para a prestigiada produtora de vídeos para internet, em 2012, representou o primeiro grande “boom” na carreira de Rafael, passando a integrar um time de peso com Fábio Porchat, Gregório Duvivier, Clarice Falcão, Letícia Lima, Júlia Rabello, Marcos Veras, Antônio Tabet, entre outros. O canal do Youtube se tornou o maior em visualização do Brasil em menos de um ano. Além disso, ele foi convidado para a integrar o elenco da terceira temporada da série “Adorável Psicose”, de Natália Klein, no Multishow, interpretando o personagem “Cara Novo”, um rapaz sem nome revelado.

 

2012 ainda iria marcar um momento muito especial na vida do ator: o casamento com a atriz e roteirista Tatiana Novais. A união, inclusive, foi televisionada para o programa Chuva de Arroz, do canal GNT. Em 2013, ele entrou em cartaz no teatro com a peça Rain Man interpretando o personagem Charlie Babbitt, conhecido no cinema pela interpretação de Tom Cruise. Na ocasião, contracenou com Marcelo Serrado e foi dirigido por José Wilker. No mesmo ano, também rodou o longa “Muita Calma Nessa Hora 2”, de Bruno Mazzeo, e fez sua estreia na TV Globo no programa “Divertics”, aos domingos, junto com Luiz Fernando Guimarães, Leandro Hassum, entre outros.

 

Em 2015, Infante se envolveu em um projeto mais pessoal: o seu primeiro solo, chamado “Infantaria”, que escreveu com Tatiana Novais, sua esposa, que também assina a direção. O espetáculo estreou em turnê nacional.

 

– Foi meu primeiro solo e ainda foi de humor, que faço há muito tempo. Além disso, ter a Tatiana comigo foi muito importante e especial – ressalta o ator.

 

Ainda nesse ano, ele atuou no filme “Divã a 2”, com Vanessa Giácomo e direção de Paulo Fontenele, e começou a rodar o filme do Porta dos Fundos, “Contrato Vitalício”, lançado em junho de 2016. Em 2016, Rafael entrou no elenco da sitcom “Vai que Cola”, no ar desde 2013, no Multishow.

 

– Foi uma grande alegria integrar o elenco de um programa que é um fenômeno de popularidade. Amo meu personagem, o Ericsson, que é um faz tudo (elétrica, hidráulica, ajuda a todos, viciado em tomar choque), se mete sempre em confusão e tem uma certa inocência – conta Rafael.

 

A próxima temporada vai se passar em Miami e tem estreia prevista para outubro de 2019 no Multishow.

 

– O ritmo de gravação é sempre bem intenso, mas temos uma equipe de “atletas” que estão prontos para fazer do programa sempre o melhor. Além disso, como temos uma plateia, dá aquele ar de teatro, pois vemos, ou ouvimos, a reação do público na hora. Então, há essa magia de ser teatro e TV ao mesmo tempo – destaca.

 

Já 2019 tem sido um ano com projetos bem interessantes para Rafael. Além de ter feito participação na série “Cine Holliúdy”, ele integra o elenco da trama das 19h da TV Globo, “Bom Sucesso”.

 

– Foi muito legal participar de Cine Holliúdy. Foi apenas um capítulo, mas deu para sentir um gostinho do estilo da série! Os atores todos generosos e comprometidos com o produto – comemora.

 

Além disso, há uma semelhança entre os personagens de “Cine Holliúdy” e “Bom Sucesso”: ambos são galãs. Na série, o ator viveu Armando Fagundes.

 

– Essa coisa de galã e humor eu não separo. A beleza está também em rir, rir de si mesmo e se reinventar sempre – revela.

 

Rafael, que na vida real é pai da pequena Lara, de 3 anos, será Pablo Sanches em “Bom Sucesso”, um ator que é o galã de uma novela fictícia que fará parte da história.

 

– Ele é amigo de Silvana Nolasco (Ingrid Guimarães) e os dois vão fingir um casamento e depois romper. Posso adiantar que ele vai viver muito de aparências – diverte-se.

 

Essa é a primeira vez que Infante faz novela. E ele diz que está adorando o ritmo de gravações e está aprendendo muito.

 

– Por enquanto, não estou gravando em ritmo frenético, mas é forte e tem sido um aprendizado constante – finaliza.

 

Ainda esse ano, além de “Bom Sucesso”, Rafael Infante entrará em cartaz com uma nova peça, além de fazer a gravação de seu primeiro CD.

CASACOR Rio ocupa pela primeira vez o histórico prédio do Touring Club do Brasil

CASACOR 2019 no Pier Mauá

Em sua 29ª edição, CASACOR Rio ocupa pela primeira vez o histórico prédio do Touring Club do Brasil

A mostra Casa Cor 2019, tradicional evento que traz a maior e mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas vai ocupar de 20 de agosto a 29 de setembro pela primeira vez o antigo prédio do Touring Club do Brasil, uma edificação em art-déco projetada pelo arquiteto francês Joseph Gire e construída em 1920; e mais um galpão anexo de 3400 m², ambos os espaços pertencem a área administrada pelo Pier Mauá, que vai do Prédio do Touring até o Armazém 5.

 

Para Denise Lima, diretora do Pier Mauá, “receber a Casa Cor pela primeira vez está sendo um grande prazer. Estamos admirados com esse evento que mistura arquitetura, design e decoração e como ele explora e apresenta os espaços que estão aqui no Pier Mauá”.

 

“Essa CASACOR tem duas características bem marcantes: além de dar visibilidade a um patrimônio histórico da cidade que muita gente nem conhece, apresenta uma proposta bem interessante do que seria morar naquela área do Rio, que tem tanto potencial e foi recuperada recentemente”, avalia Patricia Quentel, sócia-diretora de CASACOR Rio.

Com o tema “Planeta Casa”, a mostra recupera o glamour do Rio antigo e privilegia a casa como o espaço para receber vai apresentar uma grande variedade de salas de estar, livings e varandas, com metragens e temáticas variadas, além de estúdios e lofts que traduzem a realidade do morar atual.

“A ideia é resgatar as antigas funções do prédio trazendo em suas salas experiências temáticas diversas, além dos lofts e estúdios que apresentam as ideias do morar atual, sempre ressaltando que a casa é hoje um elemento agregador em nossas vidas, o planeta onde a afetividade, a tecnologia e a sustentabilidade devem sempre estar equilibrados para o bem viver”, diz Patricia Mayer, sócia-diretora de CASACOR Rio.

No prédio principal, ficarão as salas e livings. Serão três andares dedicados quase exclusivamente à arte de receber já que esta é uma vocação antiga do edifício. No terceiro andar, a varanda com vista para a Baía de Guanabara e para o Museu do Amanhã receberá um charmoso bar. A área externa também será explorada por alguns dos 50 arquitetos, designers de interiores e paisagistas que participam do evento deste ano.

Já o galpão apresenta uma proposta de como seria morar na região portuária. Dividido a partir do projeto de implantação assinado pelo arquiteto Mario Santos, terá, de um lado, o consumo com lojas e áreas comerciais; e do outro, a moradia com lofts e estúdios com metragens de 70m² a 90m². Ao fundo, a área de lazer dos moradores fictícios com o tradicional restaurante CASACOR, o Wine Bar, Cozinha Gourmet e um Cine Lounge. Ao todo, serão mais de 6 mil metros quadrados de pura inspiração.

Sobre a CASACOR Rio

Primeira franquia da marca, a edição carioca teve início em 1991. E nesses 28 anos está sob o comando de Patrícia Mayer e Patrícia Quentel, sócias da 3Plus, empresa organizadora do evento que a cada ano reafirma o talento de um elenco de profissionais que traduzem, com criatividade, o jeito carioca de viver e de morar.

       

CASACOR RIO 2019

Período: de 20 de agosto a 29 de setembro de 2019

Horário: de terça a sábado (inclusive feriado), das 12h às 21h; domingo, das 12h às 20h.

Local: Prédio Touring Brasil – Praça Mauá, s/nº.

Tel: (21) 2512-2411

Ingressos para visitas de terça a sexta-feira:

Ingresso inteiro: R$ 50

Meia entrada: R$ 25

Ingressos para sábados, domingos e feriados:

Ingresso inteiro: R$ 60

Meia entrada: R$ 30

Passaporte: R$ 160

Anuário: R$ 40

Crianças até 10 anos não pagam. Idosos acima de 60 anos e estudantes com carteira oficial pagam meia entrada.

JORNAL ALAGOAS