POUSADA EM BÚZIOS COM NOVOS SERVIÇOS

Com uma das vistas mais privilegiadas de Búzios, a Pousada Byblos é um daqueles lugares que a gente só acredita que existe porque tem fotos para provar!
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Nattan lança “O Lamento” com parceria do rapper indígena Kunumí MC
Música, e clipe, abordam a questão ambiental e é a segunda do EP “[é isso]” que terá mais dois singles

O cantor Nattan lança o segundo single do EP “[é isso]”, a música escolhida foi “O Lamento” onde ele aborda a questão ambiental e todos os malefícios de não estar em harmonia com a natureza.
No primeiro single “O Mergulho”, lançado no final de 2019, ele falava da temática da depressão e o suicídio. Nesse novo trabalho ele fala de temas como desmatamento, caça a animais, incêndios, preservação dos povos indígenas e perseguição aos ativistas ambientais. Como isso prejudica nossa vida atual e futura. Neste single ele apresenta uma parceria com o rapper indígena Kunumí MC, que passa sua mensagem num rap em Tupi Guarani.

– O objetivo não é atacar, ou entrar em brigas de direita e esquerda, mesmo tendo o meu posicionamento político, o foco é convidar a todos para nos levantarmos e lutarmos pelo meio ambiente, é passar informações reais para que as pessoas vejam e sintam mesmo o que está acontecendo… tem muita gente morrendo por defender questões ambientais, o Brasil é o país mais perigoso do mundo para os ativistas do meio ambiente, a nossa floresta está morrendo, a Amazônia está em sinal vermelho e o mundo inteiro está preocupado – explica o cantor.
O clipe de “O Lamento” foi lançado nesta terça-feira, 10/03, e está em todas as plataformas digitais. Na produção, que tem realização da Cerejeira Produções, Nattan faz todo em linguagem de sinais e aparece em dois ambientes, em Santa Isabel (SP) e na aldeia Krukutus, onde Kunumí MC mora.
– O cenário atual está gritando e nós não podemos ficar calados. A arte sempre foi usada para divertir, emocionar, mas principalmente para denunciar questões e promover “reflexão”. Gravar na floresta, ver tanta gente doando seu tempo e seu talento para este projeto, visitar uma aldeia indígena, ter a honra de ter um índio usando sua arte para nos abençoar foi muito lindo e estou muito feliz – diz o cantor.
Outro fato interessante sobre a música é que todo o som das cordas (violino e violoncelo), as latas e o canto indígena foram gravados ao vivo no meio do mato!
– O Kunimi não foi ao estúdio, tudo foi gravado ao vivo no dia da gravação do vídeo – ressalta Nattan.
Além de “O Mergulho” e “O Lamento” o EP [é isso] contará com mais duas músicas.
– Com as músicas, e vídeos, quero jogar uma luz sobre temas relevantes a sociedade, essa é a base desse trabalho – revela Nattan.
O EP [é isso] é produzido por Danilo de Moura – atualmente na Netflix com a série “Ninguém tá olhando” e tem preparação vocal de Amélia Gumes.
– Para esse álbum vou fazer um projeto nas minhas mídias sociais para alcançar mais pessoas. Dentro do IGTV, no instagram, serão lançados vários vídeos ligados ao tema de cada música, incluindo um papo com a psicóloga Ana Detter, que discutirá os temas do ponto de vista psicológico – completa.
O vídeo de “O Lamento” pode ser visto no https://youtu.be/RQiS2Cr6Smg
Sylvia Thereza faz recital único com violoncelista belga Alexandre Debrus na Sala Cecília Meireles, dia 12/3, quinta-feira
Com apoio do governo da Bélgica e instituições nacionais e internacionais de fomento à cultura, pianista brasileira, radicada na Bélgica, vem ao Brasil para dar início a uma série de apresentações e ações sociais em prol da qualificação musical de excelência para jovens de comunidades desfavorecidas e seu devido ingresso no exigente circuito mundial da música de concerto
Quase um ano após o lançamento no Brasil de seu último CD “O Manifesto Romântico”, a pianista carioca retorna ao país com apresentações em quatro capitais brasileiras e, desta vez, com uma bandeira social importante como pano de fundo: a qualificação de milhares de jovens de projetos sociais diversos através de um extenso programa de intercâmbio e atividades pedagógicas de excelência. Após recitais solos em Goiânia (4/3) e Brasília (6/3), e com o violoncelista belga Alexandre Debrus em Fortaleza (7/3), Sylvia Thereza retorna a sua cidade natal, em duo com o consagrado músico belga, em apresentação única na Sala Cecília Meireles, na quinta-feira, dia 12. Desta vez, a pianista não irá apenas interpretar obras de Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Schostakovich. Com o apoio e parceria de robustas instituições nacionais e internacionais (entre elas o Instituto Kodaly, da Hungria) e conceituados artistas do cenário internacional, a pianista está trabalhando para a realização do programa “Mestres em Residência”.
O programa “Mestres em Residência” irá estabelecer um intercâmbio consistente e programático entre renomados músicos, sólidas instituições europeias e inúmeros projetos sócio-artísticos, buscando treinar e qualificar mais de 24 mil jovens, inicialmente, em diversas cidades do país. Além de beneficiar os alunos, a idéia também é proporcionar aos professores e monitores dos projetos sociais – contemplados com o programa – um intercâmbio visando a evolução de suas habilidades, sensibilidade artística e ampliando suas perspectivas de futuro. Como de praxe em todos os seus concertos pelo mundo, haverá uma cota de ingressos para alunos de escolas públicas e projetos sociais.
Participando com Sylvia Thereza de parte da sua turnê, o belga Alexandre Debrus, celebrado violoncelista na Europa e que teve entre seus mestres Rostropovich e Mischa Maisky, é um dos músicos já confirmados no programa. Até o final de março, Sylvia volta a se apresentar no Rio de Janeiro (22/3, com a Orquestra Petrobrás Sinfônica como solista convidada) e em São Paulo (dia 15/3, em recital solo).
Mas não é de hoje que a notável pianista do Rio de Janeiro vem atuando na educação e qualificação de crianças e jovens desfavorecidos. Como parte de seu compromisso social e filosofia musical, Sylvia foi co-autora, no Rio de Janeiro, de um projeto pioneiro que introduziu a música clássica para mais de 12.000 crianças oriundas deste extrato social e que teve como madrinha a atriz Malu Mader.
Apesar de ter se apresentado nas mais importantes salas do mundo e ensinado, ao lado de Maria João Pires, na mais seletiva escola para solistas internacionais da Europa – A Chapelle Musicale Reine Elisabeth, Sylvia se mantêm conectada e engajada com nossas crianças. Na Bélgica, é co-fundadora e diretora artística da Associação Uaná- Association for the Arts, instituição que visa reunir artistas para esse fim: o de produzir arte com a missão de colaborar com projetos sociais. Através da Uaná, vem proporcionando cultura e rompendo barreiras sociais para crianças necessitadas e deficientes, unindo para isso grandes nomes do mundo artístico e valiosos educadores, através de projetos de educação musical, concertos, exposições e discos.

SYLVIA THEREZA, piano
Com uma vasta experiência como solista e camerista, tendo estudado com renomados nomes do cenário mundial, Sylvia logrou atingir desde cedo um notável grau de maturidade pianística. Mestres como Maria da Penha, Myrian Dauelsberg, Bella Davidovich, Allan Weiss e Maria João Pires (de quem foi professora assistente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth na Bélgica, e em Workshops ao redor do mundo) lhe proporcionaram a cultura artística que lhe permitiu despontar no cenário internacional. Já se apresentou em importantes salas de quase todos continentes tendo atuado como solista de importantes orquestras e regentes. Foi premiada na “Edição Martha Argerich” do Concurso Internacional de Piano de Vigo, na Espanha em 2019 que teve Martha Argerich, Nelson Freire, Tamas Vasary e Sergio Tiempo no júri.

ALEXANDRE DEBRUS, Violoncelo
Nascido na Bélgica, Debrus é filho de músicos tendo recebido de sua mãe violoncelista as primeiras orientações aos 4 anos de idade. Posteriormente estudou com mestres do quilate de Rostropovich, Mischa Maisky, Luc Dewez, Marc Drobinsky e YvanMonigheti. Sua discografia compreende 21 CDs como solista e camerista para selos como Pavane Records, EMI Classics, RCA Victor Red Seal (BMG)e Warner Classics. Recentemente gravou sob o selo Pavane Records as 6 CelloSuites de Johann Sebastian Bach para violoncelo solo, bem como os Trios 1 e 2 de Félix Mendelssohn Bartholdy, como membro do Trio Carlo van Neste. Além das várias bolsas de estudo que lhe foram conferidas, foi agraciado com diversos prêmios dentre os quais o primeiro prêmio da competição “Mathilde Horlait Dapsens”.
Alexandre foi vencedor da bolsa de 2004 da “Fundação Belga de Vocação (VOCATIO) e recebeu em 2007 o título de cidadão honorário da cidade de Nagakute no Japão. Entre 1999 e 2006, foi nomeado professor de música de câmara do “Conservatório Real de Música de Bruxelas”. Tem atuado regularmente como solista e camerista em países como Bélgica, França, Suíça, Alemanha, Sérvia, Itália, Espanha, Grécia, Estados Unidos, Rússia, Argentina, Japão, China e Israel. Como professor é sempre convidado para dar aulas em diversos festivais em vários países. Em 2020, recebeu o Troféu Fuga, concedido uma vez por ano pela União de Compositores Belgas aos artistas que se dedicam à música contemporânea no País. Se apresenta com um violoncelo construído por Georges Heynberg em Liège no ano de1934 denominado de “Pégasus” e também com outro do luthier Jan Strick (Bruxelas 2004) denominado “Alexandre”.
SERVIÇO:
12/03, quinta-feira – Sylvia Thereza (piano) e Alexandre Debrus (violoncelo) Sala Cecília Meireles
Endereço: Largo da Lapa, 47
Telefone: 21 2332-9223
Horário: 19h
Programa: Schumann, Brahms, Rachmaninoff e Shostakovich.
Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Locais de venda: Bilheteria da SCM – Segunda a sexta de 13h às 18h ou até início do concerto e ingressorapido.com.br
Capacidade da sala: 670 lugares
Site: http://salaceciliameireles.rj.gov.br
Acessibilidade para deficientes físicos
PROGRAMA: 1h30 com intervalo
SCHUMANN – Fantasiestucke op. 73
BRAHMS – SONATA op. 38, em Mi menor
RACHMANINOFF – VOCALISE op. 34, n.14
SCHOSTAKOVICH – SONATA op. 40
O soprano Sondra Radvanovsky abre a Série “Grandes Vozes” 2020 do Theatro Municipal, acompanhada pela Orquestra Sinfônica do Theatro, sob a regência do maestro Ira Levin
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta o seu Concerto de Abertura dia 13 de março, às 20h, com o célebre soprano Sondra Radvanovsky, marcando o retorno da Série “Grandes Vozes”, considerada como um dos maiores destaques artísticos de 2019.
Aclamada pela crítica internacional como uma das maiores cantoras líricas da atualidade, Sondra Radvanovsky já havia encantado o público fluminense em 2012 ao se apresentar com
enorme sucesso na ópera Tosca, ocasião em que, atendendo à exigência do público entusiasmado, bisou a famosa ária Vissi d’arte em todas as suas récitas.
Sondra é presença frequente nas principais casas de ópera do mundo, incluindo a Royal Opera House de Londres, o Teatro alla Scala, Opera Nacional de Paris, Opera Nacional de Munique, Opera de Berlim, Barcelona, Madri, Zürich, Japão e, claro, Metropolitan Opera House, em Nova York, onde, com êxito absoluto, deu voz às “Três Rainhas” da chamada Trilogia Tudor, de Donizetti – Anna Bolena, Maria Stuarda, Roberto Devereux.
Parte da temporada 2020 do Theatro Municipal, a Série “Grandes Vozes” presenteia o público com as apresentações de quatro grandes estrelas internacionais da ópera. Além de Sondra Radvanovsky, o jovem soprano Pretty Yende da África do Sul, a renomada Maria Agresta e o célebre mezzo-soprano Anita Rachvelishvili da Geórgia virão à cidade maravilhosa.
O projeto “Grandes Vozes” já impactou e investiu em mais de 1.000 crianças e adolescentes que vivem em comunidades carentes do Rio. Nesta temporada, dará continuidade às ações de caráter sociocultural, com apresentações gratuitas e abertas ao público, em Escolas Municipais cariocas e outros equipamentos que fazem parte da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Estado. Haverá, ainda, a realização de masterclasses gratuitas para jovens cantores líricos brasileiros, por parte de todos os artistas que participarem da Série.
| PROGRAMA: Arias de Verdi, Puccini, Catalani e Dvořák.
Soprano: Sondra Radvanovsky OSTMRJ Direção musical e regência: Ira Levin |
SERVIÇO:
Série Grandes Vozes no Rio de Janeiro com Sondra Radvanovsky e Orquestra Sinfônica do TMRJ
Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Endereço: Praça Floriano, s/nº – Centro
Data: 13 de março de 2020 – sexta
Horário: 20h
Classificação: Livre
Lotação: 2.226 lugares
Duração total: 2h
Ingressos: https://www.ingressorapido.com.br/event/34103-1/d/69710
Frisa/Camarote: R$ 250,00 (unitário)
Plateia /Balcão Nobre: R$ 250,00
Balcão Superior: R$ 250,00
Balcão Superior Lateral: R$ 150,00
Galeria Central: R$ 75,00
Galeria Lateral: R$ 75,00
Apoio: Livraria da Travessa, Rádio SulAmérica Paradiso, Rádio Roquette Pinto, Rádio MEC e Ingresso Rápido
Realização: Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundação Teatro Municipal, Associação dos Amigos do Teatro Municipal e Grandes Vozes
Instagram: @theatromunipalrj
Facebook: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/
A poeta Maria Rezende comemora 20 anos de carreira com o recital ‘Mulher Multidão’, a partir de 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema
O espetáculo feminista reúne poemas autorais e obras de artistas novas e consagradas sobre as forças e fragilidades da mulher contemporânea


Ao se aprofundar no movimento feminista, a poeta e performer Maria Rezende sentiu a urgência de criar um espetáculo que, com potência e humor, mostrasse as forças e fragilidades da mulher contemporânea. Assim nasceu “Mulher Multidão”, que, depois de ensaios abertos no Rio e em Salvador, estreia, dia 10 de março, na Casa de Cultura Laura Alvim/Espaço Rogério Cardoso, em Ipanema, um espaço da FUNARJ. Temas como amor, autoestima, maternidade, relacionamento abusivo, estupro e a relação com o próprio corpo são levados à cena em poemas autorais dos quatro livros da artista e obras de poetas novas e consagradas.
Ao idealizar “Mulher Multidão”, Maria Rezende, que tem um trabalho de 20 anos com a poesia falada, se cercou de referências. Além dos movimentos feministas contemporâneos e em notícias de jornal, a poeta se inspirou em livros como “The Beauty Myth”, de Naomi Wolf; “Mulheres que correm com lobos”, de Clarissa Pinkola Estés; “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit; “Teoria King Kong”, de Virginie Despentes, e na poesia de Adélia Prado, Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, Marina Colasanti, entre outras artistas.
“Quero jogar luz sobre a constante pressão sofrida pelas mulheres, os ideais inatingíveis de beleza, a exigência da perfeição do corpo e da juventude, a inequidade salarial, a transformação do desejo de “poder ser tudo” na obrigação de “ter que ser tudo”, a violência física, sexual, moral, e também nossas potências, a força do sagrado feminino, a escolha ou não pela maternidade e a delicadeza dos afetos”, enumera Maria.
O projeto começou a ser idealizado após o encontro com a cantora espanhola Amparo Sanchéz, com quem criou a performance poética musical ‘Hermanas’, desdobrada em disco e livro no ano passado. O bem-sucedido resultado do trabalho, cujo fio condutor era a força feminina, motivou Maria a aprofundar seu mergulho artístico no tema.
“Depois que a Amparo foi embora, fiquei órfã. Queria continuar a falar sobre as questões feministas e não poderia depender da presença dela porque, afinal, moramos muito longe. Então, resolvi criar um novo espetáculo, com outra seleção de poemas e conversas com a plateia entre as obras”, explica. “Eu descobri, há relativamente pouco tempo, que sou feminista. Eu achava que fosse um assunto resolvido, uma luta já ganha, porque a gente vota, faz sexo antes do casamento, se divorcia. Aí, comecei a ir a atos feministas e me identifiquei completamente. Eu acredito nessas batalhas porque, no final das contas, não chegamos onde queremos e ainda querem tirar direitos nossos. Temos muita luta pela frente!”, conclui.
“Mulher Multidão” é um verso do poema “Pulso aberto”, escrito por Maria Rezende e dedicado ao uruguaio Eduardo Galeano, em que a poeta diz “Somos as que evitam o desastre / as que inventam a vida as que adiam o fim/ mulher, multidão”.
Sobre Maria Rezende
Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamento. Publicou os livros “Substantivo Feminino” (2003), “Bendita Palavra” (2008), Carne do Umbigo (2015) e “Hermanas” (2019), esse em parceria com Amparo Sánchez. Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. “É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta”, elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia.
Em seus vinte anos de vida literária, se apresentou por todo Brasil e também em Portugal, Espanha e Argentina. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: “Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico.”
Ficha técnica:
Concepção e idealização: Maria Rezende
Texto: Maria Rezende e poemas de Elisa Lucinda, Viviane Mosé, Mel Duarte, entre outras
Cenário: Larissa Cunha, Raphael Vinagre e Renato Mosci
Produção: Livian Das Valias
Luz: Fernanda Mantovani
Figurino: Estum
Design: David Lima
Serviço:
Mulher Multidão – Recital de Maria Rezende
Temporada: 10 de março a 1º de abril
Casa de Cultura Laura Alvim / Espaço Rogério Cardoso: Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema
Telefone: (21) 2332-2015
Dias e horários: Terça e quarta, às 19h.
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).
Lotação: 53 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Funcionamento da bilheteria: de terça a sexta, das 16h às 21h; sábado, das 15h às 21h, e dom e feriados, das 15h às 20h.
No ano de seu centenário, peça inédita promove o encontro da escritora consigo mesma em dois momentos de sua vida e provoca o público com questões sobre arte, política e gênero.
Com elenco premiado, estreia em 5 de março, no Sesc Copacabana, a peça “Ao redor da mesa, com Clarice Lispector”. A dramaturgia tem a assinatura da escritora e professora da PUC-Rio Clarisse Fukelman, que acionou mais de 30 anos de pesquisa, publicações no Brasil e exterior e adaptações da escritora. Resultou uma proposta ousada e inovadora. Não é adaptação de um texto, nem colagem de cenas de livros diversos. É uma íntima e intensa conversa com temas candentes que perpassam toda a obra da escritora.
A peça se passa no início dos anos 60, quando a escritora (Gisela de Castro) recebe a inesperada visita dela mesma (Ester Jablonski), vinte anos mais velha. As duas põem as cartas na mesa e discutem escolhas de vida e de linguagem. Frente a frente, confrontam-se a Clarice recém-separada, com filhos pequenos e já desfrutando do prestígio da crítica, e a Clarice no fim da vida, ácida e solitária, com projeto de escrita que radicaliza propostas anteriores.
O inusitado encontro traz discussões sobre processo criativo e as experiências de amizade, maternidade, corpo e amor. Por que e para quem escrever? Como futuro e passado nos mobilizam? O que é ser escritora mulher? Nesse percurso, a peça entremeia cenas de várias obras da escritora (interpretadas por Ana Barroso e Joelson Medeiros), destacando a atualidade do olhar de Clarice sobre preconceito, discriminação étnica, conflitos de geração e comunicação entre familiares e amigos.
Aqui, Lispector sai do pedestal mítico e se revela uma artista densa, de personalidade complexa, ligada a dramas sociais e humanos e à intensa busca do autoconhecimento: “preciso fazer um retiro espiritual e encontrar-me enfim – enfim, mas que medo – de mim mesma.”. O público acompanha situações cotidianas que ganham uma inflexão filosófica, indo desde a denúncia da solidão na adolescência e na velhice à perda de nossa conexão do ser humano com a natureza.
Com direção musical de Liliane Secco, há inserções de música erudita, do folclore judaico e sugestões de rap e de cordel. Embora Lispector tenha afirmado que a palavra é a sua “quarta dimensão”, ela também se confessa “uma eterna apaixonada por palavras, música e pessoas inteiras”. A peça encerra com uma “Ode a Macabéa”, protagonista do último livro publicado e m vida e síntese da poética da escritora.

“O respeito pelo diferente não é fácil, como sugerem a publicidade e o romantismo fora de hora. Fechados em nossos casulos, esquecemos do permanente aprendizado com a língua e a vida e de que pertencemos ao mundo em igualdade com outros seres. Lispector nos faz pensar a respeito, ainda mais quando mediada por esse time maravilhoso que dá vida ao projeto”, diz Clarisse Fukelman, que também assina o posfácio de “Laços de Família” a ser relançado em 2020, como parte das comemorações.
FICHA TÉCNICA
Direção: Ester Jablonski
Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco
Dramaturgia: Clarisse Fukelman
Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros
Cenografia: Natália Lana
Iluminação: Vilmar Olos
Figurino: Marieta Spada
Designer: Mariana Grojsgold
Foto: Nil Caniné
Coordenação de produção: Veredas Promoções Culturais
Produção executiva: Sergio Canizio
Assistente de direção: James Simão
Assistente de produção: Daniel Koifman
Projeto e Realização: Veredas Promoções Culturais
Assessoria de Imprensa: Clóvis Corrêa – CICLO Comunicação
SERVIÇO
ESTREIA 5 de março, quinta-feira
Peça: Ao redor da mesa, com Clarice Lispector
Dramaturgia: Clarisse Fukelman
Direção: Ester Jablonski
Supervisão: Fernando Philbert
Direção musical: Liliane Secco
Elenco: Ana Barroso, Ester Jablonski, Gisela de Castro e Joelson Medeiros
Temporada: de 5 a 29 de março de 2020 – 5ª a domingo
Horário: 20h
Local: Mezanino do Sesc Copacabana
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos: R$ 7,50 (associado do Sesc), R$ 15 (meia), R$ 30 (inteira)
(Ingresso solidário R$ 15,00 (meia) com a doação de 1 kg de alimento para o Projeto Mesa Brasil do Sesc RJ)
Informações: (21) 2547-0156
Bilheteria – Horário de funcionamento:
Terça a Sexta – de 9h às 20h;
Sábados, domingos e feriados – das 12h às 20h.
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa:12 anos
A empresa Photos Boutique especializada em Casamentos comemora 20 anos
Trazendo grandes diferenciais para o setor de foto e vídeo, a Photos Boutique é uma das empresas mais bem colocadas no segmento.
Com olhar diferenciado e muita criatividade as proprietárias Ana Paula de Moraes e Renata Lopes vem sendo destaque nesse setor que cresce a cada dia.

Mas não pensem que só de registros incríveis no setor de casamentos a empresa comemora seus 20 anos.
Neste Carnaval, em parceria com o maquiador internacional oficial da escola de samba Vai Vai, Danilo Donadeli, a Photos Boutique registrou toda parte de beleza da escola.

Realizadas seguimos com maravilhosos registros, eternizando momentos- diz Ana Paula e Renata.
Renato Muoio – um dos principais nomes do Turfe fala sobre o futuro do esporte
Para quem ainda não conhece muito o turfe, trata-se de um esporte que promove e incentiva corridas de cavalos. Pesquisas mostram que essa modalidade esportiva se iniciou na Inglaterra, no século 17 – período em que as corridas de cavalo começaram a surgir. Logo, os ingleses passaram a importar cavalos de outros países, especialmente do continente Africano e do Oriente Médio. Nesse período, surgiu cavalo Puro Sangue Inglês, fruto do incentivo de cruzamento de cavalos com biótipo propício para corrida.

Já no Brasil, esse esporte surgiu no século 19, e se tornou mais popular entre os séculos 20 e 21. É importante ressaltar que no Brasil existe uma lei para regulamentar a prática do turfe, controlando desde a criação de cavalos até o recolhimento de apostas e exames antidoping em cavalos de corrida (Lei 7291/84).
Infelizmente, durante um período, o esporte passou por uma queda de popularidade. Considerado um esporte refinado e sofisticado, o turfe tem crescido e voltado a ganhar visibilidade devido a grandes investidores, como Renato Bonfiglioli Muoio – nome já tradicional quando o assunto é turfe no Brasil.
O jovem empresário, Renato, apaixonado por equinos desde muito pequeno por influencia familiar – conta como ele enxerga o cenário do esporte no Brasil. “O momento é extremamente promissor. Acredito em um turfe forte e com cada vez mais competidores e amantes. Trata-se de um esporte lindo e apaixonante. O turfe é uma grande indústria de geração de emprego. Infelizmente, muitas pessoas, por desconhecimento, não enxergam a modalidade de forma positiva. No entanto, é interessante refletir sobre a cadeia que esse esporte sustenta, desde o processo de cobertura até as competições. Acredito que centenas de milhares de pessoas estejam envolvidas direta ou indiretamente no mercado que envolve o esporte”.

Renato é proprietário e gestor do Nova Glória – um Stud próprio localizado no Jockey Club de São Paulo, criado em 2011. Para mais, além dos projetos e atividades no Brasil, ele possui negócios internacionais, sempre relacionados ao turfe e aos cuidados com os cavalos do esporte. “Os cavalos são obviamente muito bem cuidados. São todos tratados o amor e a dedicação de uma equipe multidisciplinar, especializada para atender todas as necessidades do animal. Cada potro carrega em si o sonho de toda uma equipe, criador, proprietário, treinador, veterinário, cavalariços em fazer o animal se tornar um campeão”, destaca o esportista e investidor.
@renatobmuoio
*Beijo no carnaval: especialista alerta para riscos e dá dicas de prevenção*
A prática de beijar várias pessoas nos bloquinhos e bailes de carnaval tem um lado negativo que deve ser levado em consideração. De maneira geral, bactérias, vírus e fungos que estejam presentes na saliva podem ser transmitidos pelo beijo, segundo o cirurgião dentista, Cláudio Medeiros, Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia e proprietário da Clínica Debret, no Rio de Janeiro.

Cláudio Medeiros, que é responsável pelo sorriso de famosos como Carlinhos de Jesus, alerta que pessoas que estejam com o sistema imunológico mais debilitado ficam mais vulneráveis a essas infecções. “Principalmente no carnaval, em que as pessoas comem pouco e bebem muito, ficam com o organismo um pouco mais suscetível”.
Conheça abaixo as principais doenças que podem ser transmitidas pelo beijo e quais medidas de prevenção podem ser adotadas:
· *Herpes labial*: a doença provocada pelo vírus da herpes simples provoca feridas nos lábios, face ou interior da boca semelhantes a aftas. “A crise dura cerca de uma semana e volta de tempos em tempos, principalmente em situações de baixa imunidade. Medicamentos antivirais podem ser indicados para tratar as crises”, diz o especialista.
· *Sapinho ou candidíase oral*: trata-se de uma micose provocada pelo fungo Candida albicans. Ela se manifesta por pontos brancos e escamosos na língua e parte interna das bochechas. O tratamento pode envolver o uso de medicamento antifúngico.
· *Mononucleose ou “doença do beijo”*: a doença provocada pelo vírus Epstein-Barr provoca sintomas semelhantes aos de uma gripe forte: mal-estar, dor no corpo, febre, dor de garganta e aumento dos gânglios linfáticos (fenômeno conhecido como íngua). “Não existe tratamento específico, mas medicamentos podem ser indicados para aliviar os sintomas”, explica o profissional.
· *Sífilis*: a sífilis secundária, segunda fase da doença, pode provocar lesões na pele e boca. Nesta fase, a bactéria Treponema pallidum, que provoca a doença, pode ser transmitida pelo beijo. “Obviamente não é a principal forma de contaminação, o mais comum é pelo contato sexual, mas pode acontecer”, afirma o Medeiros. A sífilis tem cura e é tratada com antibióticos.
Dicas de prevenção:
· Pessoas com sistema imunológico abalado são mais vulneráveis às infecções. Portanto, tenha cuidados gerais com a saúde: coma bem, durma bem e beba bastante água durante o carnaval.
· Quem já tem problemas bucais prévios também fica mais vulnerável a outras infecções. Portanto, mantenha a higiene bucal em dia: escove os dentes, use fio dental e enxaguante bucal.
· Fique atento aos sinais que indicam doenças bucais, como boca seca, sangramentos e gosto amargo na boca. Consulte um dentista caso tenha um desses sintomas.
Serviços:
*Clínica Debret – Dr. Cláudio Medeiros
Endereço:* Rua Debret n°23, sala 502 – Centro
*Telefone:* (21) 25122625
*Instagram:* @clinicadebret
www.clinicadebret.com.br
O ‘Rei das Marchinhas’
JOÃO ROBERTO KELLY
faz 03 shows pré-carnavalescos
nesse Carnaval carioca:
Dia 15/02 no Centro da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca, as 17h e 20h
Dia 19/02 no Teatro Rival Refit, as 19:30h
Olha a Cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é …
Mulata bossa nova, caiu no hully gully, e só da ela …
Colombina, onde vai você, eu vou brincar o ieieie…
Maria sapatão, sapatão, sapatão, de dia é Maria, de noite é João …
Paz e amor, paz e amor, guerra não senhor, meu senhor, todo é meu amigo, todo mundo é meu irmão, se queres falar comigo, levante os 2 dedos da mãe e diga assim, paz e amor, guerra não senhor…

Essas e muitas outras marchinhas de Carnaval serão lembradas pelo compositor JOÃO ROBERTO KELLY em seus 03 bailes pré carnavalescos, no Centro da Musica Carioca Artur da Távola ( Rua Conde Bonfim 824 – Tijuca) no próximo sábado , dia 15 de fevereiro/2020, em 02 apresentações as 17h e 20h e no Teatro Rival Refit ( Rua Álvaro Alvim 33 – Cinelândia) na quarta feira, dia 19 de fevereiro/2020, as 19:30h, comm ingressos a R$ 50,00.
Nos shows pré carnavalescos JOÃO ROBERTO KELLY E SUAS MARCHINHAS, estarão ao lado do compositor, os cantores Gilson Bongil e Manu Santos e os músicos Adilson Werneck (bateria) e Claudio Mateus (contrabaixo). Ao piano elétrico, o rei das marchinhas, João Roberto Kelly.
Certamente sucessos como “A Cabeleira do Zezé” (a primeira do compositor, que estourou em 1964 e segue até hoje como uma das mais executadas nos blocos e bailes de clubes de todo o país); “Mulata Iê-Iê-Iê”, mais conhecida como “Mulata Bossa Nova” ( composta em homenagem a 1a mulata a vencer o “Concurso Miss Guanabara de 1965, a Vera Lucia Couto), “Colombina”, “Joga a Chave, Meu Amor”; “Mormaço”, “Rancho da Praça Onze”, ”Paz e Amor”, “Israel”, “Boato”, “Dança do Bole Bole”, “Samba do Teleco-Teco”, na década de 1980, os sucessos “Maria Sapatão”, “Esse Menino é Gay” e “Bota a Camisinha”, lançadas pelo Chacrinha, além das mais atuais “Marcha do Barak OBama”, “Marchinha do Xixi” ( marchinha tema na Campanha de conscientização aos foliões mixões, pelo Sistema Globo de Rádio e Tv), “Marchinha do Porcalhão”, “Onde está o Meu Dinheiro”, “Alô Alô Gilmar” ( composta para o Carnaval de 2018 em homenagem ao ministro Gilmar Mendes), entre tantas outras serão lembradas pelo compositor João Roberto Kelly.
“JOÃO ROBERTO KELLY E SUAS MARCHINHAS”
Com os cantores Gilson Bongil e Manu Santos e os músicos Adilson Werneck (bateria) e Claudio Mateus (contrabaixo). Ao piano elétrico, o rei das marchinhas, João Roberto Kelly.
Produção, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo
Duração: 60 minutos
Classificação: Livre
Gênero: Show Musical
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João Luiz Azevedo
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