Revisão na suspensão: saiba como você pode sair ganhando com o procedimento
A sequência de feriados que se anuncia, estimula o planejamento de viagens com clima de férias curtas. Se você está pensando em pegar a estrada, nada mais justo e seguro do que tomar certas precauções que podem tornar seu feriado ainda mais animado. Uma delas é fazer a revisão das peças que compõem a suspensão do seu veículo, seja ele automático ou não.
– É fato que a situação de nossas vias, principalmente as estradas, não é das melhores. Acredito até que as vis públicas são mais danosas e, por conta disto, recomendamos que a revisão  seja feita a cada 6 meses ou 10 mil km rodados. Quando o veículo é apenas de passeio, essa margem aumenta para um período de 10 meses mais ou menos, diz André Mendonça, responsável pelo Centro Automotivo Carro à Gás.
Especialista em mecânica, André fala sobre a necessidade e importância do procedimento.
– A revisão diagnostica possíveis falhas. Cerca de 95% dos casos de defeito na suspensão dos automóveis são nas borrachas ou buchas, também conhecidos como coxins. Uma coifa rasgada, também pode ser um problema pois ocasiona o vazamento de graxa e, por conta disto, a homocinética trabalhando seca, pode vir a qubrar e gerar um dano maior ao veículo e ao condutor, diz o profissional que frisa a necessidade de realizar o serviço sempre em estabelecimentos de confiança: “ Em muitos casos, o barato sai caro e o muito caro nem sempre é o recomendável, já que muitas pessoas visam o lucro e não a solução real do problema”.
O Centro Automotivo Carro à Gás fica na rua Paulo Fernandes, número 08, na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio de Janeiro e além da suspensão, oferece serviços de mecânica em geral, injeção eletrônica, alinhamento, ar condicionado e instalação de GNV. Mais informações e agendamento através do telefone (21) 2213-4056.
Com 25 anos de carreira na música, Latino se aventura nas telas do cinema com o filme “Duas de Mim”
Com 25 anos de carreira na música, Latino se aventura nas telas do cinema com o filme “Duas de Mim”
Em mais de 25 anos de carreira, o cantor e dançarino Latino acumula trabalhos de sucesso como os hits da década de 90 “Me Leva” e “Só Você”, além da música “Festa no Apê”, que o trouxe de volta às paradas musicais. Criador do seu próprio estilo musical, Latino agora se aventurou nas telas de cinema ao participar do filme “Duas de Mim”.
“Nunca tive ambição de ser ator e a atuação chegou de forma repentina na minha vida. Quando a sinopse veio através da Cininha confesso que fiquei receoso no primeiro momento. Respeito muito a profissão de ator, mas tenho esse envolvimento com a música, com o palco, já há 25 anos. Para mim, atuar seria uma ousadia, como querer ser um artista multimídia. Participei de novelas como ‘Kubanacan’ e filmes como ‘Família vende tudo’, mas tudo muito rápido, momentâneo. Em ‘Duas de Mim’, quando peguei a sinopse, já estava morrendo de rir nas três primeiras páginas. Sabe quando você cria uma expectativa logo de cara? Foi isso que aconteceu. E é claro que por trás disso tem uma história bastante verídica da vida. Durante o tempo que morei nos EUA fui garçom, cozinheiro, lavador de louças. Trabalhei numa cozinha muito parecida com a do filme. A vida lá me fez aprender novas atividades como cozinhar, lavar bem uma louça, preparar um bom bufê de saladas, etc. Essa bagagem do passado se transformou numa coisa atual dentro do filme. Então, quando li o roteiro, pensei: ‘Eu estou dentro desse filme. O meu passado está dentro desse filme. Caramba, não tenho como não participar'”, conta Latino, que interpretará o personagem Chicão, que faz cover do próprio cantor.
“Chicão é um galanteador, um cara apaixonado pela Suryellen. Ele tem aquela coisa de ser um eterno apaixonado, aquele cara que olha pra mulher babando, aquele cara que olha pra ela como se ela fosse uma deusa, o maior desejo da vida dele. Então quando ele olha para a Ellen, ele a vê como a mãe dos filhos dele, enxerga aquele sonho de se casar com ela, de construir uma família. O Chicão tem esse perfil, que não é muito diferente do meu. Também tenho um pouco desse lado, claro, mais sagaz, menos agressivo no lado sentimental, mas também galanteador, romântico. Lado que estou colocando para fora com esse filme”, brinca o músico.
Como a trama do longa se baseia num pedido feito pela protagonista Suryellen, Latino revela qual pedido faria. “Que o Twelves, meu macaco, falasse”, conta o cantor antes de detalhar sua parceria em cena com o amiguinho pet. “Foi engraçadíssimo. Ele soube lidar muito bem com as câmeras, foi no colo de todo mundo e na hora de gravar pulou muito, parecia até que sabia que estava sendo gravado”.
MC KORINGA x ROMARIO: Koringa questiona criminalização do funk em debate no Senado: “O que o jovem da favela vive é o que canta”
KORINGA QUESTIONA CRIMINALIZAÇÃO DO FUNK EM DEBATE NO SENADO: “O QUE O JOVEM DA FAVELA VIVE É O QUE CANTA”
Koringa questiona criminalização do funk em debate no Senado: “O que o jovem da favela vive é o que canta”
Koringa participou nesta quarta-feira (13) de uma audiência pública em Brasília que debateu a criminalização do funk. A sessão foi realizada na Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal e também contou com a presença de Mylene Mizrahi (antropóloga da Universidade Federal do Rio de Janeiro), Bruno Ramos (representante da Secretaria Nacional da Juventude), Mc Bob Rum, entre outros produtores musicais e MCs.
“O Jovem que vive em comunidades canta aquilo que esta sob os seus olhos. Será que se o que está exposto aos olhos dele fosse diferente ele não cantaria uma outra realidade?”, questionou Koringa, que relembrou seu início no funk aos 16 anos. “Por meio de uma batidinha eletrônica qualquer, consegui fazer música e cantar minhas letras”, disse o cantor que está sendo considerado o “Rei das Formaturas” por ser o artista mais requisitado pelas comissões de formaturas e pelas empresas de cerimoniais responsáveis por esses eventos.
Contrário à proposta da criminalização do funk, o senador Romário enfatizou que, ao assumir a relatoria, tomou “consciência de que existem pessoas no mundo que vão sempre na contramão daquilo que faz bem”. “É muito estranho num universo de 20 mil pessoas, não aparecer ninguém aqui pra defender o que é ridículo, o preconceito”, pontuou ele.
Evento da Literatura e Cultura Negra reuniu imprensa e personalidades

Na manhã desta terça-feira (12), no SESC 24 de Maio, no centro da capital paulista, o lançamento da 5ª edição da FlinkSampa – Festa do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra e do 15º Troféu Raça Negra reuniu dezenas de personalidades e apresentou algumas das novidades deste ano.

O evento, conduzido pela apresentadora Adriana Couto, iniciou-se com a apresentação dos homenageados nesta edição: na FlinkSampa o escritor Paulo Lins e no Troféu Raça Negra a atriz e cantora Zezé Motta.

No início, a saudação de Paulo Casale, gerente do recém-aberto SESC, desejou “vida longa às iniciativas” lá apresentadas assim como a representante do banco Santander Débora Porto, que também reconheceu a importância da valorização da cultura negra e brasileira. “As empresas que fazem aportes a estas realizações precisam ter dimensão da grandiosidade deste eventos”, destacou Débora.

Na sequência foi a curadora da FlinkSampa Guiomar de Grammont quem saudou os homenageados e revelou a participação de personalidades como Armínio Vieira (prêmio Camões de Literatura);  Conceição Evaristo, uma das principais expoentes da literatura brasileira e Jorge Carlos Fonseca, escritor e presidente do Cabo Verde.

Francisca Rodrigues, presidente da festa literária e do Troféu, agradeceu a presença dos convidados e ressaltou a importância do trabalho dos homenageados, assim como fez o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente, que ao quebrar o protocolo da cerimônia convidou a cantora Elizete Rosa para uma simbólica saudação em forma de música ao herói da cultura negra Zumbi dos Palmares.

Estiveram presentes também o professor Uelinton Alves, primeiro curador do evento literário, que resgatou importantes autores negros da literatura brasileira muitas vezes invisibilizados,  representando a Secretaria Estadual de Cultura, foi e Alberto Ferreira quem exaltou os eventos.

Zezé Motta agradeceu emocionada a participação de cada um na criação dessa celebração “Uma homenagem como essa é um afago para alma”, diz a atriz. E através da canção “Minha Missão” do sambista João Nogueira, ela prestou também a sua homenagem aos organizadores do evento, pois segundo a artista ao promover ações como esta, “estão cumprindo com dignidade a missão aqui na Terra”.

O autor Paulo Lins, autor do livro Cidade de Deus (que virou fime e foi indicado a quatro Oscar em 2004) é o patrono da Flinksampa deste ano, e ao contar sobre seu conato com Zezé lembrou-se do recentemente falecido cantor Luiz Melodia e prestou suas intenções pela perda com um minuto de silêncio. Sobre a importância da FlinkSampa para a temática racial, ele fala sobre o valor da cultura: “Quando a gente celebra a cultura, a gente está celebrando a nossa maior luta”.

Os eventos acontecerão de 16 a 18 de novembro a Flinksampa e dia 20 o Troféu Raça Negra na Sala São Paulo.

Projeto de moda para a zona sul do Rio de Janeiro surpreende banhistas do Arpoador

Projeto Moda Rio realiza seu segundo Audience Test e surpreende banhistas do Arpoador com produções, fotos e aulas de modelos de diversas idades.

  Quem achou que iria a Ipanema no último domingo somente para curtir uma praia, se enganou. Em um dia de muito sol, as pessoas que chegavam na praia do arpoador já se deparavam desde cedo com um clima diferente do que estavam acostumados a ver.  Modelos que chegavam de diversas regiões do Rio de Janeiro chamavam a atenção, pelos diversos perfis de beleza exuberantes que com muita personalidade se posicionavam em um ambiente preparado junto à equipe do Projeto Moda Rio. Os profissionais passaram por fases de preparação, construção, maquiagem e ensaio. Com uma grande expectativa gerada, o público pode acompanhar ao ar livre, todos os processos de transformações que foram realizados durante o dia inteiro. Os modelos transitaram pelo set de beleza, cuidados com a pele e maquiagem com a maquiadora Anastácia Loreno, fizeram aulas de passarela com o coach e produtor de moda Wallace Safra, que como auxiliar teve o produtor Ítalo Spinelli nas produções fotográficas e tiveram a oportunidade de passar pelos cliques dos pelos fotógrafos Juliana de Paula e Marcelo Moura.

O evento que teve durabilidade de 8 horas possibilitou a um grande público de expectadores, que pararam para conhecer uma parte do Projeto Moda Rio, que a cada dia mais espanta por seu crescimento, amplitude e dimensão artística em seus trabalhos, campanhas e desfiles realizados.

Além de tudo isso a campanha ainda pode contar com a presença do estilista Raziel Pinna da marca de design sustentável carioca CAMUS, que cedeu algumas peças para as produções, através de seu modelo new face. A marca que tem como características principais a sustentabilidade e o design consciente, tem crescido de maneira rápida e criativa e com isso tornou um dos produtos que vem sendo assessorado pelo projeto e assim desenvolvendo um trabalho personalizado de direcionamento em brand e fortalecimento de mercado.

Para quem ainda não conhece a startup Projeto Moda Rio, a ideia do projeto é preparar os profissionais da moda, para o mercado de trabalho. Para isso, a startup conta com uma equipe de profissionais como fotógrafos, maquiadores, assistentes de produção, produtores e é claro, modelos.

Além de ajudar novos talentos a ingressarem na carreira, o gestor conta que o Projeto Moda Rio tem a intenção de recolocar o Rio de Janeiro no circuito da moda nacional. Segundo Wallace, que além de preparador é o gestor do projeto, o Rio vem perdendo ótimos profissionais para outros estados, por conta da falta de mercado e investimento no setor.

 

“Ao decorrer que fui vendo essa demanda de saída, pensei que tinha que fazer alguma coisa, um movimento onde às pessoas pudessem ter uma referência de qualificação artística, de posicionamento, expressão, passarela, um espaço para conversar, dialogar com outros profissionais que já estão no mercado. Assim surgiu o Projeto Moda Rio e estou muito, muito feliz mesmo de cada passo que damos, rumo a retomada da moda carioca, como capital e polo de moda nacional”, relatou o jovem gestor da iniciativa que este ano completa um ano.

Para quem gosta de moda atual, curtam as redes do projeto e participem desta startup que promete surpreender ainda mais a todos nós!

 

 

O Congo é o homenageado no mês de setembro do Dida Afro, com o quitute Pondu – dias 16 e 17

A República Democrática do Congo, é um país da África Central. Sua história reflete a diversidade das centenas de grupos étnicos e suas diferentes formas de vida em todo o país. Mas nosso assunto é a culinária, que inclui pratos de carne, de peixe e de vegetais, que podem constituir a parte principal de uma refeição, normalmente acompanhando de fufu (preparo com farinha de mesa e fubá de milho) ou outros alimentos como: arroz ou cuscuz

E nada melhor, que descobrir um pouco dessa cultura, através do paladar. A África é representada em pleno bairro da Praça da Bandeira, através do projeto Dida Afro – que acontece sempre na terceira semana de cada mês – sábado e domingo. Onde vem realizando uma grande invasão afro no Rio, a cada edição um pais africano é homenageado. Já virou um encontro obrigatório para descobertas de novos sabores. E vem dando certo, algumas sugestões (das edições anteriores), fizeram tanto sucesso que foram incorporadas no cardápio do fim de semana.

No mês de setembro, o Dida Afro abriga o exótico Pondu – a iguaria lembra um quitute do Norte, é feito com a folha da mandioca, cozida com azeite de dendê, berinjela, pepino, jiló, pimentão, entre outros, além de temperos. O resultado é incrível.

O quitute será elaborado pelas congolesas Belinda e Luisa Makiese – Belinda, já acostumada com o Rio, mora no bairro da Penha, há 24 anos, sempre divulga e apresenta seu prato predileto. Já Luisa, recém chegada, (apenas com 3 meses no Brasil), também imbuída de manter às suas origens gastronômicas. As chefs comandam o Dida Afro desse mês, veteranas com a arte de cozinhar, garantem que o sabor é bem diferente e surpreendente.

O Pondu vem acompanhado de posta de peixe assado, arroz branco e fufu (funge), sai por R$ 49,00 (individual).  Ainda ganha: – Entradinhas com abobrinha recheada e mexilhões com páprica – De sobremesa: cocadinha

Dida Bar e Restaurante

Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841

Aberto de: terça e quarta: das 12h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h. E domingo: das

12h até 20h

Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo

Capacidade: 40 lugares (sentados) 

Foto: ​Pondu de Stefani Nascimento ​

​Foto: Chefs (Luisa Makiese / Dida / Belinda – direita) de Rozangela Silva​

 

Gêmeos violoncelistas farão a estreia mundial da obra “Duplum”, primeiro concerto para dois violoncelos e orquestra escrito pelo maestro

 

Ainda envolto com o recente CD “Paisagens Cariocas”, segundo disco de sua carreira, lançado no primeiro semestre, o Duo Santoro parte para mais uma etapa enobrecedora em seus mais de vinte anos de formação. No próximo domingo, 17 de setembro,às 10h30min, os irmãos, que integram a Orquestra Sinfônica Brasileira, vão se juntar à Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, regida pelo maestro Tobias Volkmann, para realizar, em um concerto memorável: a estreia mundial da obra “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper. Este é o primeiro concerto escrito para esta formação pelo consagrado compositor – a parceria vem desde 1994, quando Ripper escreveu uma das primeiras músicas dedicadas ao duo, “Cantiga e Desafio”, gravada em 2013 no CD de estreia dos gêmeos, “Bem Brasileiro”.

O maestro vem saboreando grandes realizações profissionais. Pela primeira vez em 109 anos de existência, o Teatro Colón, de Buenos Aires, encenará uma ópera de um compositor brasileiro: sua peça “Piedade” tem quatro récitas nos dias 2, 3, 8 e 9 de setembro, dentro da série Ópera de Câmara, que tem curadoria de Marcelo Lombardero.

O concerto da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF terá ainda a apresentação do “Concerto para fagote e orquestra, Op.88”, de Liduino Pitombeira, com execução a cargo de Jeferson Souza, integrante da OSN, além de obras de Cláudia Caldeira e Rafael Piccolotto de Lima.

 

SERVIÇO:

Duo Santoro e Orquestra Sinfônica Nacional da UFF interpretam “Duplum”, concerto para dois violoncelos e orquestra, de João Guilherme Ripper (estreia mundial)

Maestro: Tobias Volkmann

 

  • 17 de setembro
  • Domingo | 10h30min
  • Cine Arte UFF
  • Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói – RJ
  • Ingressos: R$ 14 (inteira) R$ 7 (meia)
  • Classificação: Livre
  • Informações: 3674-7511 | 3674-7512

Duo Santoro

 Iniciaram os estudos musicais com o seu pai, o contrabaixista Sandrino Santoro. Em 1989, graduaram-se pela Escola de Música da UFRJ com nota máxima e dignidade acadêmica Magna Cum Laude, e hoje são mestres pela UFRJ e pela UNIRIO.

Pertencem aos quadros da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, onde já se apresentaram várias vezes como solistas, além de participarem de outras formações camerísticas distintas, tais como trios, quartetos e outros duos.

Considerado “um dos maiores sucessos da música erudita brasileira” pelo Jornal O Globo, o Duo Santoro é um dos conjuntos mais elogiados pela crítica especializada.

Único duo de violoncelos em atividade permanente no Brasil, o Duo Santoro estreou em 1990 e já se apresentou nas principais salas de concerto de todo o país. Seus recitais incluem um leque eclético de estilos, que vai do erudito ao popular. Uma das principais metas do Duo Santoro é a divulgação da música brasileira. Para isso, contam com a colaboração de vários compositores, que dedicaram algumas de suas principais obras ao Duo, tais como EdinoKrieger, Ronaldo Miranda, João Guilherme Ripper, Ricardo Tacuchian, Dimitri Cervo, Villani-Côrtes, Nestor de Hollanda etc.

Por unanimidade, Paulo e Ricardo Santoro receberam da “União Brasileira de Escritores” os prêmios PERSONALIDADE CULTURAL do ano de 1995 e MEDALHA DO MÉRITO CULTURAL de 2014, além das condecorações “MEDALHA DE OURO” e “MEDALHA DE PRATA” conferidas pela Escola de Música da UFRJ em 1992.

Nas comemorações dos seus vinte anos, se apresentaram em praticamente todo o Brasil e na República Dominicana, coroando o ano com um recital no famoso Carnegie Hall de Nova York. Em 2013, lançaram o seu primeiro CD, “Bem Brasileiro”, totalmente dedicado a compositores brasileiros do século XX e contemporâneos, obtendo grande repercussão na imprensa nacional e internacional. Em 2017, lançaram seu segundo CD, “PaisagensCariocas”, dedicado à música brasileira erudita e popular.

João Guilherme Ripper

 Compositor, regente, gestor cultural e professor da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Obteve seu Doutorado em Composição na The CatholicUniversityofAmerica, em Washington D.C., onde estudou com Helmut Braunlich e Emma Garmendia.

Frequentou o Curso de PerfeccionamentenDireccónOrchestal na Argentina, com o Maestro Guillermo Scarabino, e Économie et Financement de laCulture, na Université Paris-Dauphine. Foi Diretor da Escola de Música da UFRJ entre 1999 e 2003. Em 2004 aceitou o convite do Governo do Estado do Rio de Janeiro para dirigir a Sala Cecília Meireles, onde permaneceu por 11 anos e empreendeu uma ampla reforma.

Em 2015, foi nomeado Presidente da Fundação Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até o início deste ano. Ripper é membro e Vice-Presidente da Academia Brasileira de Música. Colabora frequentemente com orquestras, conjuntos de câmara, teatros e festivais no Brasil e exterior criando novas obras ou atuando como compositor residente.

Em sua produção mais recente destacam-se a série “FromMyWindow”, encomenda do ArtistProgram da KeanUniversity (US), “Desenredo” e “Cinco poemas de Vinicius de Moraes”, encomendas da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, “Jogos Sinfônicos”, encomenda da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, “Natividade – Cantata Cênica”, encomenda do Teatro Amazonas, e “Gloria Concertato”, que encerrou recentemente o I Congresso Internacional de Música Sacra no Rio deJaneiro. Seu catálogo de obras inclui ainda as óperas “Augusto Matraga”,“Domitila”, “Anjo Negro”, “O Diletante”, além de “Onheama”, produzida no Festival Terras Sem Sombra em Portugal no ano passado, e “Piedade”, que integra a Temporada 2017 do Teatro Colón.

 

A comédia “O Rio não é Hollywood”, de Bruna Fachetti, estreia dia 3 de outubro, às 20h, no Teatro Café Pequeno.

 Monólogo a partir de histórias verídicas relata as dificuldades de uma atriz em busca do sonho da atuação teatral.

Uma atriz, um sonho, muita determinação e, sobretudo, o desejo de atuar nos palcos cariocas fizeram com que Bruna Fachetti, natural de Blumenau, SC, deixasse família e amigos para se estabelecer no Rio de Janeiro. Desde a saída da cidade natal até a chegada e estada na cidade maravilhosa renderam-lhe ótimos relatos que compõem o monólogo “O Rio não é Hollywood”, que estreia dia 3 de outubro no Teatro Café Pequeno.

 

Escrita pela própria atriz, que se desdobra em várias personagens, e dirigida por Mauro Eduardo, comédia musicada e rimada fica em cartaz terças e quartas-feiras, às 20h, até o dia 25 de outubro apresentando, de forma divertida, o dia a dia de quem sonha chegar aos palcos de Hollywood, mas que passa por muitos problemas na vida de anonimato.

 

O roteiro foi pensado para levar ao palco essa experiência pela qual tantos jovens atores passam quando migram para a cidade em busca desse mercado. “As diferenças culturais entre o Rio de Janeiro e Blumenau são enormes. Isto fez com que eu tivesse uma dificuldade de adaptação no Rio e daí surgiram várias histórias engraçadas relatadas no texto. O que será apresentado retrata as experiências de tantos outros atores amigos meus que vieram de várias cidades do país” explica Bruna que, recentemente, apresentou-se em Blumenau, onde recebeu excelentes críticas pela atuação e texto.

“O modo como a autora Bruna Fachetti escolheu para tornar pública a sua caminhada retrata a antagonia interna que essa realidade significou para ela. A simbologia inteligente da narração espelha a realidade daqueles que, de um modo geral, buscam viver da arte e para a arte. As rimas falam da poesia, as músicas, apresentadas numa variedade de ritmos, demonstram as nuances de personalidade que a atividade artística exige a todo instante. O cenário simples remete à quase sempre presente escassez de recursos e o figurino escolhido está ligado diretamente àqueles que saem do interior e buscam a ribalta: de maneira simples, sem espalhafato, sem criar estereótipo ou caricatura, as roupas retratam a ingenuidade, quase inocência que é traço marcante da personalidade desses aventureiros. Um texto inteligente que conta fielmente as vicissitudes da atriz, tornando claras as emoções que ela viveu: surpresa, empolgação, medo, deslumbramento, vergonha, tudo é colocado diante do espectador de maneira clara, precisa e muito bem humorada. Enfim, “O Rio não é Hollywood” não é lenda, é vida!”. Mauro Eduardo – Diretor Geral

 

SINOPSE SUGERIDA – Comédia retrata trajetória e dificuldades de uma jovem atriz do interior que chega ao Rio de Janeiro em busca do sonho da atuação.

 

CURRÍCULOS

Bruna Fachetti iniciou sua trajetória artística em 2007, na Cia Carona de Teatro, em Blumenau. A partir daí fez parte do grupo Atores do Imperador e um curso profissionalizante de atores em paralelo à faculdade de Direito. Em 2012, mudou-se para o Rio de Janeiro e escreveu sua primeira peça, Crime em Blumenau. Em 2013, ingressou na Escola de Atores Wolf Maya, e em 2014 trabalhou como atriz e assistente de direção na Cia ACENA, onde ganhou seu primeiro prêmio como atriz no festival de cenas curtas do Teatro Arthur Azevedo. Em 2015, passou a integrar o elenco da Cia Arte Nova, dirigida por Marcello Gonçalves. Produziu três espetáculos. Em 2017, participou do filme “O Segredo de Giovani”, dirigido por Bernardo Barreto.

 

Mauro Eduardo trabalhou de 1978 a 1980 com os alunos do curso de teatro Jaime Barcelos, no Rio de Janeiro. Após a morte do ator, Mauro se afastou do teatro seguindo por novos horizontes profissionais e retornando com a peça “O Rio não é Hollywood”. No currículo as peças: O tempo e os Conways – JB Priesley; A visita da velha senhora – Dürrenmat; O sorriso de pedra: baseado no livro espírita de Valter Turini; Fedra – Racine: baseado no mito da paixão de Fedra por Hipólito, seu enteado.

 

  • SERVIÇO
  • Estreia: 03 de outubro
  • Local: Teatro Municipal Café Pequeno
  • Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon – Telefone 21 2294 4480
  • Horários: Terças e Quartas – às 20h
  • Temporada: De 03 de outubro até 25 de outubro
  • Capacidade: 80 lugares
  • Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia entrada)
  • Duração: 60 minutos
  • Classificação: 12 anos
  • Gênero: Comédia Musicada
  • Bilheteria: De terça a sexta, das 7h às 20h. Sábado e domingo, das 9h às 20h.
  • Vendas online: https://ticketmais.com.br/

 

  • FICHA TÉCNICA:
  • Texto, Músicas Inéditas e Atuação: Bruna Fachetti
  • Direção Geral e Trilha Sonora: Mauro Eduardo
  • Assistente de Direção: Irene Rodrigues
  • Direção de Movimento: Clarice Silva e Paulo Denizot
  • Direção Musical, Arranjos e Música ao Vivo: Marlon Yuri
  • Iluminação: Paulo Denizot
  • Figurino: E. Antoine
  • Preparação Vocal: Juliana Veronezi
  • Projeto Gráfico: Fábio Nóbrega
  • Fotos: Brenda Henker
  • Assistente de Marketing: Maikiaine Nascimento
  • Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias
  • Idealização e Produção: Bruna Fachetti
  • Realização: Fisiotaise – Fisioterapia Trabalhista e Forense Expertise
  • Facebook: @brunablumenauoficial
Banca de Livros comemora o Mês da Árvore com distribuição de sementes de Pau-Brasil para criação da Floresta Banca de Livros em São Pedro da Serra
Banca de Livros comemora o Mês da Árvore com distribuição de sementes
de Pau-Brasil para criação da Floresta Banca de Livros em São Pedro da
Serra, RJ
 
 
O projeto Banca de Livros, criado pela Alternativa Cultura começa
setembro, o Mês da Árvore (21/9 – Dia da Árvore), com novidades para
seus leitores cadastrados. Uma oportunidade para que façam o plantio
de sementes de árvores em todas as Bancas espalhadas pelo Rio de
Janeiro e, agora também, em São Pedro da Serra, distrito do município
de Nova Friburgo, na Região Serrana do Estado do RJ.
 
Quem ainda não é cadastrado, basta se inscrever e pegar seu livro de
empréstimo e uma semente de árvore. Mas não é uma semente qualquer, é
o “embrião” de uma árvore muito especial e que deu origem ao nome de
seu país nativo: Pau-Brasil.
 
Em setembro, após plantar a semente em espaço reservado e identificar
com seu nome, o leitor deverá cuidar do seu plantio. No final do mês,
a equipe da Banca de Livros vai levar todas para o futuro Jardim das
Artes da Pedra Aguda, na Região Serrana do Rio de Janeiro.
 
Lá, cada semente ficará protegida até chegar ao tamanho adequado para
o plantio direto na terra do espaço em São Pedro da Serra. “As mudas
serão plantadas e identificadas num local já reservado. Vão crescer e
virar lindas árvores. O melhor é que a região reflorestada poderá ser
visitada por quem plantou a semente, que dirá, com orgulho, que ajudou
no plantio da Floresta da Banca de Livros – explica Graça Gomes,
Diretora Geral da Alternativa Cultura.
 
O projeto BANCA DE LIVROS idealizado por Graça Gomes foi criado pela
Alternativa Cultura com o objetivo de facilitar e estimular a
manutenção leitora em bairros e comunidades da cidade do Rio de
Janeiro. O projeto conta com 5 Bancas de Livros, um acervo de 4.500
títulos que foram lidos 11.000 vezes por 3.000 usuários cadastrados.
 
_ Acreditamos que o livro é um instrumento fundamental na inclusão
social e este é o papel do projeto na colaboração com a cultura e a
cidadania – garante Graça.
 
O PROJETO BANCA DE LIVROS É REALIZADO PELA ALTERNATIVA CULTURA ATRAVÉS
DE LEI DE INCENTIVO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA DO RIO DE
JANEIRO E COM PATROCÍNIO SAPURA E SEADRILL
 
Mais informações sobre BANCA DE LIVROS: http://www.bancadelivros.com/
WALCYR CARRASCO ATRAI MUITOS FÃS PARA A BIENAL DO LIVRO NO RJ

Na tarde de sábado, dia 9 de setembro, o autor Walcyr Carrasco realizou uma sessão de autógrafos durante a Bienal Internacional do Livro do RJ. Ele relançou a obra “O médico e o monstro”, uma das principais obras do escocês Robert Lra ouis Stevenson que agora passa a integrar a coleção Clássicos Universais (Ed. Moderna), em que Walcyr reconta, à sua maneira, enredos que vêm fascinando gerações e gerações de leitores.

Além disso, o autor também levou para o evento literário uma outra novidade: um de seus principais títulos infanto-juvenis, “Meus dois pais”. Um projeto editorial completamente renovado e com design gráfico assinado por Ana Matsusaki. O título é um marco na literatura infantil brasileira ao trazer para as páginas do livro, a temática homossexual direcionada a leitores a partir dos 9 anos.