JOSÉ MIGUEL WISNIK E FILHOS SE APRESENTAM EM SHOW INÉDITO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO  

Repertório de O ovo e o voo reúne conjunto de canções compostas pelos três artistas

 

O músico José Miguel Wisnik e seus filhos, Marina e Guilherme, se apresentam em curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro com o show O ovo e o voo, nos dias 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado), às 19h. O espetáculo estreou em 2016, em São Paulo, e chega à cidade em formato reeditado e inédito, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

O repertório reúne um conjunto de canções compostas pelos três artistas. Algumas delas são parcerias inéditas, como Roma (Marina e José Miguel) e Estranha Religião (José Miguel e Guilherme). Outras são trabalhos com diferentes artistas, como é o caso de O jequitibá, composta por José Miguel Wisnik e pelo letrista Carlos Rennó; Rota natural, de Marina Wisnik e Alexandre Fontanetti; e a dupla Passatempo Mãe, parcerias de Guilherme Wisnik com o carioca Mário Séve e com o compositor mineiro Flávio Henrique, respectivamente.

 

O público carioca poderá conferir, ainda, sucessos como Primeiro fundamento (José Miguel e Guilherme), gravada no cd Pérolas aos poucos (2003), de José Miguel; Miragem (Marina e José Miguel), gravada no primeiro CD de Marina; e Mortal Loucura, música de José Miguel sobre o poema de Gregório de Matos, interpretada por Maria Bethânia na novela Velho Chico (2016).

“O show combina a intimidade de uma relação familiar (o ovo) com a exterioridade de um evento público, de uma cena para ser apresentada (o voo). O título do show, palíndromo criado pela Marina, diz tudo!”, define Guilherme Wisnik. Marina complementa: “É um encontro artístico e familiar que celebra esse movimento cíclico tão próprio da arte e da vida: germinação, maturação, exposição, recolhimento. Do ovo ao voo e vice-versa.”

Ainda que fazendo parte de uma mesma família, os Wisnik se abrem para voos criativos e reflexivos em várias direções. José Miguel é professor de literatura, escritor, compositor, cantor e pianista; Guilherme é professor de História da Arte, crítico de arquitetura e compositor, lançando-se como intérprete; já Marina, é compositora, cantora, professora, atriz e poeta. Além de autora do palíndromo que dá nome ao espetáculo, ela tem dois CDs lançados:Na rua agora (2012) e Vás (2014).

Para subir ao palco da CAIXA Cultural Rio de Janeiro, foram convidados Alexandre Fontanetti (guitarra e violão, além de ser produtor musical de Marina Wisnik); Márcio Arantes (baixo, guitarra, vocais e violão), além de produtor do último trabalho de Zé Miguel Wisnik, Ná e Zé); Sérgio Reze (bateria e gongos melódicos), músico que acompanha Zé Miguel Wisnik há mais de dez anos, e coautor de uma canção com Marina.

  • Ficha técnica:
  • Piano e voz: Miguel Wisnik
  • Voz: Marina Wisnik
  • Voz: Guilherme Wisnik
  • Violão e guitarras: Alexandre Fontanetti
  • Baixo, violão, guitarra e vocais: Marcio Arantes
  • Bateria e gongos melódicos: Sérgio Reze
  • Luz: Daniela Sanchez
  • Som: Carlos Martau
  • Roadie: Luisinho Silva
  • Produção: Circus Produções
  • Direção de produção: Guto Ruocco
  • Produção executiva: Sandra Lacerda e Sérgia Percassi
  • Produção Local: Julianna Sá
  • Fotografia: Renato Mangolin
  • Projeto Gráfico: estúdio RISCO
  • Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
  • Serviço:
  • Show O ovo e o voo
  • Data: 02 e 03 de março de 2018 (sexta e sábado)
  • Horário: 19h
  • Duração: 90 min
  • Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
  • Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
  • Telefone: (21) 3980-3815
  • Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
  • Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
  • Lotação: 226 lugares (mais 4 para cadeirantes)
  • Classificação Indicativa: Livre
  • Acesso para pessoas com deficiência
PAI DE MICHELLY CRISFEPE NÃO GOSTOU QUANDO ELA ENTROU NO BBB
Pai de Michelly Crisfepe faz depoimento emocionante e lembra que não gostou quando ela entrou no BBB
Ailton Pereira, pai da musa fitness certificada como Life Healthy Coach, atleta de fisiculturismo e empresária Michelly Crisfepe, fez um depoimento emocionante lembrando todos os percalços que passou para sustentar a família e revelou que não gostou quando a filha entrou no Big Brother Brasil 11
“Confesso que não gostei e apenas disse que já que entrou você deveria fazer o que tinha de fazer, pois agora era uma mulher e dona do seu nariz, e eu ficaria apenas como interessado espectador da sua felicidade”, relatou Ailton Pereira no depoimento.
 
Confira a íntegra do texto escrito pelo pai da ex-BBB Michelly Crisfepe:
“Filha como me pediu vou tentar sintetizar bastante para expor um pouco da minha história que naturalmente tem reflexos na sua.
 
Como você bem sabe a nossa origem é bastante humilde, meus pais foram muito pobres e posso dizer que dormíamos com fome por não ter o que comer.
Seus avós faziam de tudo para tentar buscar recursos, eu vendia comida, fazia bico de ajudante de pedreiro, capinava, cuidava de jardim, coletava esterco para vender como adubo natural enfim fazia de tudo para ajudar um pouco e me lembro que até me divertia com isso.
 
Eu não me lembro muito de tamanha dificuldade, acho que porque as crianças brincam com tudo e mesmo nas épocas difíceis elas enfrentam tudo com espirito de criança, hoje em dia fazer uma criança ou um adolescente trabalhar pode até gerar problemas, me sinto feliz por ter passado minha infância com tamanha responsabilidade, isso me tornou um homem forte. Meus pais com suas simplicidades nos criaram por extintos e construíram com dificuldades a formação de 4 pessoas de muito valor. Sendo o mais velho a carga de atividades em cima de mim era maior, mesmo assim seus avós insistiam muito com relação a estudar que era apenas em colégios públicos por canta de nossa condição, porém na minha época ainda no regime militar o nível do ensino público era muito bom.
Aos 18 para 19 anos eu ainda ingênuo e inocente, pois nossa criação era restrita e por demais zelosa, pois, sem muitos recursos seus avós tinham a precaução de nos proteger do mundo e com isso era tímido, sem experiência, sem malícia e muito conservador, porém muito correto, justo, respeitoso e obediente aos meus pais. Contudo era um já um homem e com hormônios vazando pelas orelhas sem muito orientação de como lidar com aquilo. Na minha primeira relação sexual você foi gerada. Sem muito questionar tive que parar com meus estudos e iniciar a vida para formar uma família, pois meu pai dizia que devemos assumir as consequências de nossos atos.
 
Quando você nasceu a minha ficha caiu, fiquei completamente apaixonado por um ser que eu jamais tinha visto e me bateu uma necessidade que eu nunca vou saber explicar, me lembro de perguntar se estava tudo bem se você era perfeita e voltei imediatamente para o meu trabalho.
 
Eu não tinha carro, morava num quartinho e logo meu pai arrumou uma casa melhor para eu pagar aluguel.
Trabalhando muito as coisas foram melhorando, depois de alguns anos tive que retomar meus estudos, pois eu percebi que sem isso nada iria mudar, já era formado em eletrônica, mas precisava de mais. Anos depois sempre com dificuldades me graduei em tecnologia de projeto de máquinas e depois em administração industrial pela Universidade de São Paulo.
 
Você e suas irmãs estavam crescendo e eu precisava encontrar uma saída para continuar a dar recursos para vocês. Depois de formado pela USP eu senti que as coisas começaram a acontecer, me tornei empresário e percebi que com isso tinha que trabalhar mais e com mais preocupações. 
 
Você já uma adolescente, sendo criada por sua mãe, pois eu não consegui ficar com a guarda de vocês, tentei um acordo por muitas vezes. Você bem sabe que esta fase foi muito difícil, mas não deixei vocês em todo este tempo um segundo sequer. Você sempre gostou do mundo artístico, seu biótipo corporal é privilegiado, muito parecido com o meu, porém eu não gostava dessa sua tendência artística, esse mundo para mim é cheio de vícios e pouco sustentável para a maioria dos que nele queiram adentrar. Mas enfim como eu você sempre foi muito dedicada, ficou quatro anos fora do Brasil e se tornou uma mulher mesmo que ainda uma pessoa ingênua, mas muito melhor do que eu na mesma idade.
Depois de uma decepção amorosa vivida por você quando voltar para o Brasil eu resolvi sair um pouco de cena e ficar observando como você reagiria para tomar as rédeas de sua vida. Voltou a morar com sua mãe na zona leste de São Paulo e logo me disse que tinha entrado no programa Big Brother de televisão. Confesso que não gostei e apenas disse que já que entrou você deveria fazer o que tinha de fazer, pois agora era uma mulher e dona do seu nariz, eu ficaria apenas como interessado espectador da sua felicidade.
 
Apesar do seu desempenho no programa não ter sido o melhor eu percebi que muito do meu sacrifício por amor a vocês foi representado em suas atitudes, depois do programa eu te ajudei a abrir sua primeira empresa e te ajudei a conquistar sua primeira casa própria e você tem trilhado seu caminho com primor e dignidade.
 
Isso sintetiza um pouco a minha história e consequentemente a sua, me sinto honrado em ter sentido o instinto ou sei lá o que quando olhei para você pela primeira vez ao nascer e decidi fazer uma boa diferença por você. Obrigado pelo privilégio de me sentir orgulhoso por fazer parte de sua vida e toque para frente filha, seja simples, honesta, honrada, trabalhadora e sobretudo feliz por toda a sua vida.
 
Papai”
Ex-Panicat Carol Dias contrai mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola
Em uma época delicada na qual o Brasil sofre com a febre amarela, Carol Dias contraiu os vírus da mononucleose e citomegalovírus, e tem suspeita de rubéola.
“Estamos vindo de um foco de febre amarela e vários vírus aparecendo, e infelizmente acabei pegando dois vírus bem fortes de uma vez. Esses vírus não são contraídos por picada de mosquito, e sim pelo ar. Eles vieram bem forte, estou com febre e precisarei fazer exames de baço e fígado. Também estou com suspeita de rubéola. Não quero me fazer de coitadinha, estou ótima e vou melhorar (risos). Apenas me afastei de algumas atividades por pedido médico, mas é bom alertar as pessoas sobre a febre amarela, sobre os vírus que estão se propagando”, afirma a ex-Panicat que lançou seu canal no YouTube há três meses e já possui quase 200 mil inscritos.
O canal “Carol Dias” está ganhando cada vez mais notabilidade graças às suas revelações e às entrevistas com Kléber Bambam, Carol Narizinho, Monique Amin, Felipe Neto, Antônia Fontenelle, entre outras celebridades.
Entre os vídeos que mais repercutiram estão o que ela explica sua saída do programa “Pânico” (http://bit.ly/2GM6pcS) e o que ela detalha como engordou 5kg em um mês e passou a ser criticada por isso (http://bit.ly/2nAHm4j).
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
EVA ANDRESSA LANÇA SÉRIE DE VÍDEOS DE RECEITAS EM SEU CANAL
NO YOUTUBE: “O ABDÔMEN É CONSTRUÍDO NA COZINHA”
Eva Andressa lança série de vídeos de receitas em seu canal no YouTube: “O abdômen é construído na cozinha”
A “Musa Fitness” Eva Andressa, uma das maiores celebridades quando o assunto é seguidores no Facebook e com mais de impressionantes 10,6 milhões de fãs na rede social, publicou o primeiro vídeo da série “Cozinha Simples da Musa” em seu canal no YouTube.
“Decidi fazer vídeos com receitas porque muitas pessoas me pedem receitas fáceis para o dia a dia para não sair da dieta.
Principalmente quando dá aquela vontade de comer um doce, coisa de mulher mesmo. Mas o que fazer para não sair da dieta? Elas me perguntam o que faço, então resolvi selecionar algumas receitas de coisas que faço para mim e deixo bem claro que essas receitas se encaixam no meu cardápio, na minha dieta e é para servir para os meus seguidores”, conta a morena.
“Essa primeira receita é uma salada de frutas turbinada que mistura frutas da preferência da pessoa com whey protein e alguns outros ingredientes. Então a minha dica é quando estiver com aquela vontade de comer um doce, um chocolate, um bolo, a pessoa prepare essa receitinhas super saudáveis. Equivale a uma refeição, a pessoa vai comer sem culpa e não vai estragar a dieta.
Sou apaixonada por frutas e se deixar como frutas o dia todo. O problema é que muita gente acha que não pode comer fruta na dieta. É claro que vai depender de cada objetivo e o ideal é sempre procurar um profissional, um nutricionista, que vai saber o que é melhor para o seu organismo e ver seu objetivo”, orienta Eva Andressa.
“O que acho bacana é que não corto as frutas, só quando tenho o objetivo de secar muito, mas aí corto uma ou duas semanas apenas. Então não fico muito tempo sem frutas, até porque isso me ajuda muito a não sair da dieta e a não comer doces. Claro que como uma quantidade pequena, mas amo frutas e é um segredo que não faz eu ficar com vontade de comer doces. E o whey protein que indico é da Best Whey, marca que está fazendo o maior sucesso. Esse shake já mata a vontade de comer doce”, afirma a “Musa Fitness”.
“Meu objetivo é realmente ajudar meus seguidores para eles verem que não é difícil seguir uma dieta, basta a pessoa não restringir totalmente porque ninguém consegue fazer uma mesma dieta por muito tempo. Então é saber fazer as melhores escolhas, ter foco e saber inventar na cozinha.
Também me perguntam muito o segredo do abdômen definido. Realmente não tem segredo, mas o principal é ter uma alimentação saudável. O abdômen é construído na cozinha! O objetivo do meu canal no YouTube é ajudar as pessoas a terem mais opções de refeições práticas, que também não seja muito difícil de fazer porque não sou muito prática na cozinha (risos)”, finaliza a digital influencer.
Assista ao vídeo “Cozinha Simples da Musa – Salada de Frutas”: https://youtu.be/v_jVrUyZcLY
Lula admite aliança com PMDB de Temer e deixa de lado discurso de “Golpe”

O ex-presidente Lula (PT) admitiu nesta quarta-feira (21) em Belo Horizonte que seu partido pode firmar alianças estaduais com o PMDB nas eleições 2018. Lula está na capital mineira para um evento de comemoração dos 38 anos de fundação do Partido dos Trabalhadores.

Desconstruindo o discurso de que ‘houve um golpe’ do PMDB, Lula disparou: “Não existe essa de PMDB nunca mais, isso é bobagem. O PMDB em Minas Gerais é sustentáculo do governo do petista Fernando Pimentel”, avaliou o ex-presidente. Lula também criticou quem diz que nunca irá abandonar seus princípios em função da construção de um projeto eleitoral viável. “Tenho que construir uma aliança que me permita fazer isso melhorar a vida do povo, senão serei o melhor candidato do mundo e não ganharei as eleições.”

Em que pese o PMDB de Goiás ter votado a favor do impeachment da ex-presidente Dilma e favor de reformas amplamente combatidas pelo PT, como a trabalhista, o ex-presidente Lula afirmou em entrevista à rádio 730 AM que existe a possibilidade de construir uma aliança com os peemedebistas em Goiás com vistas a 2018.

Lula ressaltou que tem bom relacionamento com o ex-governador Maguito Vilela, cujo filho, Daniel, é pré-candidato a governador. Vale lembrar que Daniel foi o relator das mudanças na CLT – que foram tão criticadas por deputados e senadores petistas.

“Você precisa fazer alianças para governar. Um candidato como eu precisa menos fazer alianças para ganhar as eleições do que para governar. Quando você ganha você precisa de maioria no Congresso e você vai ter que conversar com quem existe (partidos). Se alguém disser que vai governar o Brasil sem fazer nenhuma aliança política, estará mentindo antecipadamente”, afirma.

A possibilidade de aliança com o PMDB em Goiás divide os petistas goianos. De um lado, estão políticos como o vereador Antonio Gomide, de Anápolis, que defende jogar as divergências na lata de lixo e construir um acordo para o ano que vem. Do outro estão o deputado federal Rubens Otoni e líderes que, a exemplo dele, consideram incoerência imperdoável juntar-se àqueles que cassaram o mandato de Dilma em Brasília.

Questionado sobre a expectativa que tem quanto aos recursos apresentados por sua defesa no Tribunal Federal Regional da 4ª Região (TRF4) e no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar postergar a execução de sua prisão, Lula se disse “tranquilo” e que não começou a discutir “plano B ou C” porque acredita em sua absolvição e que será o próximo presidente do Brasil mesmo condenado pela Justiça.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL PORTO MARAVILHA

São 452 anos de história. Quase 453. Em 1º de março de 1565, era fundada a cidade do Rio de Janeiro. O Centro e a Região Portuária concentram a maior parte dos imóveis deste patrimônio histórico e, não só eles, mas também seu entorno é protegido. Obras neste tipo de território não são uma tarefa simples. Não é só interditar rua, cavar, construir e pronto: entregar à população. O que por si só não é tão sinônimo de simplicidade assim. ALei Federal nº 9.784 via Portaria nº 420 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) define regras e procedimentos a serem cumpridos para intervenções em áreas protegidas pela união ou no seu entorno para garantir a segurança e preservação da história brasileira.

Eu sou outro você, você é outro eu

Inlak’esh Halaken. No idioma Maia: Eu sou outro você, você é outro eu. É um cumprimento em que uma pessoa fala a primeira frase e a outra responde com a segunda. Uma maneira de mostrar igualdade entre elas. E também é o nome do mais recente trabalho dos artistas do Ateliê Cosmonauta, no Morro da Conceição. Fixado na Praça Leopoldo Martins desde o ano passado, projeto vinculado à Virada Cultural 2017 será ampliado agora com participação popular.

Museu do Amanhã promove oficina para transformar ambientes inabitáveis

O ser humano é o principal agente estimulador de mudanças ambientais e climáticas, contribuindo de maneira, talvez, irreversível para a redução da biodiversidade e as alterações das funções dos ecossistemas. Ao mesmo tempo, explora o espaço e projeta habitats para colonizar e viabilizar a vida em ambientes completamente desprovidos de vida ou ecossistemas. Equipamento cultural da Prefeitura do Rio, o Museu do Amanhã convida designers e artistas a trabalharem em conjunto com cientistas e engenheiros para contribuir para um futuro inovador.

Concessionária Porto Novo divulga balanço geral da operação de carnaval

Os números finais da operação de Carnaval na Região Portuária do Rio de Janeiro, conduzida pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP) e pela Concessionária Porto Novo entre os dias 8 e 18 de fevereiro, dão a dimensão da complexidade e volume das tarefas executadas.  A Concessionária Porto Novo destacou uma equipe de aproximadamente 300 profissionais, que se dividiram em atividades como controle de trânsito, limpeza urbana, manutenção de espaços públicos e monitoramento dos túneis e vias expressas da região.

Dicas da Semana

Neste fim de semana tem Feira Sabores do Porto na Praça Mauá. Na Praça da Harmonia, no sábado, o 1857 Mercado Harmonia do Rock agita a Gamboa e a Feira do Cais estará entre os armazéns 3 e 4 na Orla Conde. No domingo estreia a peça Estação Terminal no Armazém da Utopia.

GABRIEL MOURA NO SHOW “QUEM NÃO SE MEXER VAI DANÇAR”

Vai ser animado o show do cantor e compositor Gabriel Moura no Teatro Rival Petrobras, no próximo dia 2, sexta-feira, a partir das 19h30. O artista está lançando o CD “Quem não se mexer vai dançar”, cheio de referências ao som que o influenciou.

O show promete! O repertório vai dos bailes de charme em Madureira até Michael Jackson, de Tim Maia a Marvin Gaye, tudo temperado com muito suingue na voz, nos arranjos e nas letras para cantar e dançar muito.

Todo mundo certamente já cantou uma música composta por ele. Ou vai cantar alguma música gravada por ele.

Nascido no Rio de Janeiro, cria do subúrbio, de família com forte veia musical – é sobrinho do multitalentoso e saudoso Paulo Moura –, Gabriel Moura é um desses artistas que elevam o nome da música brasileira aqui

e lá fora.

Foi um dos fundadores e vocalistas principais do Farofa Carioca, big band que fez sucesso no fim dos anos 1990 e ajudou a consolidar o que os críticos chamam de Música Popular Carioca.

Cantor, compositor e performer com mais de 20 anos de estrada, Gabriel Moura é o descobridor e principal parceiro de Seu Jorge, com quem compôs grandes sucessos, como “Burguesinha”, “Mina do

Condomínio”, “Amiga da minha mulher”, “Quem não quer sou eu” e a abertura da novela “Salve Jorge”, da Rede Globo: “Alma de guerreiro”. Quando os parceiros se juntam, é certeza de sucesso.

Gabriel Moura é também autor, produtor e diretor de vários musicais teatrais, que lhe renderam dois Prêmios Shell, o mais importante do país.

Nos anos 2000, Gabriel começou uma bem-sucedida carreira solo, tendo se apresentado em vários eventos e espetáculos importantes, como o Festival de Jazz de Montreux, no Japão,  o Rock in Rio e o Black2Black.  Também tocou no Parque Olímpico do Rio, e no palco principal do Réveillon 2016, em Copacabana.

Em sua carreira solo, Gabriel lançou dois discos de músicas inéditas: “Brasis”, de 2006, com produção do tio, Paulo Moura, e “Karaokê Tupi 2”, de 2014, ambos pela gravadora Som Livre.

Gabriel chega agora ao seu terceiro álbum solo, “Quem não se mexer vai dançar”, pela Biscoito Fino, com participação especial de Mart´nália e produzido por Liminha, um dos maiores do Brasil. Um disco pop, leve,

dançante, alegre e vibrante. Um disco indispensável, pra cima, pra tocar na balada, no carro, nos sábados de sol e nas segundas chuvosas.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 400 pessoas. Data: 02 de março (Sexta). Horário: 19h30. Abertura da casa: 18h. Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br. Metrô: Estação Cinelândia

Ingressos: Mesas (Setor A e B): R$70/R$35 (meia*) | Pista lateral: R$50/R$25 (meia*). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23jBilheteria do Teatro Rival – Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

*Meia entrada: Estudante, Idosos e Professores da Rede Pública

Artistas e influenciadores digitais escolhem roteiros alternativos para curtir o Rock in Rio Lisboa

Turismo massificado e enlatado, nunca mais. Para propiciar aos viajantes a possibilidade de  vivenciar situações novas, a Trip 4You tem a solução. Ou melhor, uma gama de soluções para que você alie lazer e turismo durante o Rock in Rio Lisboa.

Entre os dias 23, 24, 29 e 30 de junho de 2018, Portugal sediará o badalado festival de rock não reserva apenas momentos de puro êxtase musical. Através de experiências propostas pela Trip 4You, artistas e influenciadores digitais já estão afivelando as malas para curtir o festival. Reinaldo Gianecchini, Eri Johnson, Marcela Rica, Gil Coelho, Daniel Rocha, Allan Souza Lima, André Moscoso e Rico de Souza, seguindo seus gostos pessoais, vão desbravar Lisboa, uma cidade histórica com muitas experiências incríveis.

A Trip 4U oferece opções para público diferenciado. O viajante poderá curtir as ondas de um da Costa de Caparica, através da experiência Surf. Já os apaixonados por futebol tem a opção de conhecer o melhor da história do futebol português, na experiência Football.

Aos apreciadores de vinho, a Trip 4U disponibiliza a experiência Wien, na qual será possível degustar o melhor da vinicultura local. A gastronomia portuguesa na ficará de fora. Com a experiência Taste o viajante poderá apreciar o que há de melhor.

Explorar o que há de melhor na história de Portugal será o privilégio de quem optar lê-la experiência Cultural. E através da experiência Academy, o viajante participará do melhor na educação corporativa de Portugal.

Em todas as experiências, a Trip4U disponibiliza traslados com todo o conforto e segurança para aproveitar o Rock in Rio Lisboa. Os viajantes terão direito a seis (06) noites de hospedagem com café da manhã, seguro viagem e um presente exclusivo Rock in Rio.

A rede Trip 4U, fundada em 2015, se dedica a levar experiências diferentes aos viajantes, de acordo com os variados perfis.

“O barato pode sair caro, se a pessoa vai a um país sem conhecimento do destino. Ela vai se juntar a uma leva de turistas nos pontos turísticos e perder a chance de explorar e conhecer o que o lugar tem de melhor, deixar de visitar cantinhos escondidos ou de fazer passeios com cenários e histórias incríveis”, aponta Gabriela Frizzo, fundadora da empresa.

No próximo dia 05 de março, as 20h, os artistas e influenciadores envolvidos na ação, além de profissionais da Trip 4U, receberão a imprensa no Chez Heaven, no Shopping Vogue Square, à Avenida das Américas 8585, Barra da Tijuca, para detalhar as experiências.

Maiores informações podem ser obtidas no site  rockinriolisboa.trip4u.com.br

FOTOS: Amanda Rosa

BANGAY: BLOCO DE CARNAVAL DE BANGU APRESENTA REI DE BATERIA

 bangay fez dois desfiles na zona oeste e o rei se fez presente

E nesse carnaval teve rei de bateria sim senhor, e no grêmio recreativo bloco carnavalesco Bangay Folia teve  estréia de Rei de bateria,  o bloco que é uma mini escola de samba  não deixou por menos, convidou o Ator-Jornalista  Jeferson Kim  para dar um brilho especial á sua bateria ao lado da Rainha Mel freitas, o ator com uma carreira consolidada e em  ascensão foi coroado Rei de bateria do Bloco Bangay Folia e participou dos dois desfiles da agremiação, com sede bangu .

Jeferson Kim é Rei de bateria do bangay folia.

O bloco desfilou no ultimo dia 16 sexta-feira no ponto chic e agitou a tradicional  rua boêmia de Padre Miguel, onde concentra uma infinidade de bares e restaurantes.

O Bangay Folia desfilou ao som do seu samba-enredo com o tema Pura Tentação e de outras escolas incluindo sambas da Unidos de Padre Miguel e Mocidade Independente de Padre Miguel, o desfile contou com  lindíssimas alegorias  como abre alas que trazia o emblema da agremiação e escrito bangay em leads e com tudo que tinha direito.

A agremiação tem como objetivo dar voz á comunidade lgbt e Jeferson Kim como sempre dá voz para o publico lgbt foi o artista escolhido para levar o nome dó bloco além das imediações de Bangu e Padre Miguel, o ator vem se destacando no meio artístico-jornalístico e vem mostrando que não tem pré-conceito com absolutamente nada.

A fundadora da agremiação, Sandra Andréa, sonha alto e tem planos ambiciosos para o futuro: “Eu sempre tive muitos amigos gays e quando tive a idéia de fazer um bloco, falei para o meu marido Presidente  Renato Alvaro que tinha de ser um bloco LGBT.  Gays, lésbicas, e trans são a alegria do Carnaval.  E a gente vai seguir trabalhando até atingir nosso objetivo, que é tornar o Bangay uma escola de samba e chegar à Marquês de Sapucaí. Eu tenho certeza que nós vamos chegar lá”, profetizou.

Carnavalesco do bloco, Tiago Rosa enfatiza que, no Bangay, LGBTs têm o mesmo espaço para brilhar. “Nós temos uma rainha de Carnaval que é trans e um muso. Temos mulheres que tocam instrumentos pesados na bateria, coisa que muita escola de samba grande ainda não permite. Aqui, a gente faz de verdade um carnaval da diversidade”, declarou. O rei de bateria, Jeferson Kim diz, ¨Ser Rei de bateria é um sonho que pensei não realizar  tão cedo, fico feliz e honrado com tamanha homenagem e confiança ¨, ele defende o Carnaval do subúrbio como distrito  da resistência do samba. “Aqui  a gente respira samba. É no subúrbio onde estão as mais tradicionais escolas da cidade. Ter um bloco LGBT que toca samba lembra a gente de nossas raízes. Não existe escola de samba, não existe Carnaval, sem a comunidade lgbt”definiu.

Paulo Verlings dirige e atua em “A Peça Escocesa”
Paulo Verlings dirige e atua em A Peça Escocesa, texto inédito de Marcia Zanelatto que estreia nacionalmente dia 3 de março, no Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
 
Obra original livremente inspirada na mais curta e contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth,
procurando dar voz ao que o Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas.
O título faz alusão a uma “superstição” de 400 anos relacionada a obra dO Bardo
Em cena dois atores e uma banda criam uma espécie de “Word Concert”
O Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues recebe, de 3 de março a 1º de abril de 2018, quinta a domingo, às 19h, A Peça Escocesa. Obra original livremente inspirada na mais curta e mais contundente tragédia de Shakespeare: Macbeth. Em cena Carolina Pismel e Paulo Verlings são acompanhados pela Banda Dagda, criando uma espécie de “Word Concert”. O projeto tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.
Concebido pelo ator, diretor e produtor Paulo Verlings, o espetáculo trata de ambição, jogos de poder, compensação e cobiça, dando um ponto de vista contemporâneo às personagens Macbeth e Lady Macbeth. Verlings irá lançar-se em uma investigação na busca de uma cena fundida entre a “palavra e a música”, pesquisando um ponto de vista contemporâneo sobre a espetacularização da monarquia. Uma arena de gladiadores contemporâneos se instaurará e o público se deliciará com um arrojado recorte de um épico contemporâneo.
 
A dramaturgia original assinada por Marcia Zanelatto traz à tona vozes subterrâneas criando uma polifonia que transcende a ideia de personagem. O jogo exige deslocamentos diversos dos atores, que dão vozes desde os corcéis do Rei Duncan, decepcionados com a humanidade, até o vozerio sobrenatural das bruxas, passando, é claro, pelos protagonistas da obra original.
– Os clássicos de William Shakespeare continuam presentes no imaginário artístico e universal. Seus enredos, epopeias mirabolantes, personagens construídos meticulosamente e munidos de real humanidade, fascinaram o mundo e atravessaram os séculos. Todos esses desejos e questionamentos sobre o humano, na obra de Shakespeare, é o que nos inspira e move a nos debruçarmos nesse projeto para criarmos uma obra original –, comenta Paulo Verlings.
Mas não é a história de Shakespeare que Verlings e Zanelatto estão encenando. Não é a história de Shakespeare que os espectadores vão assistir. Com A Peça Escocesa a dupla procura dar voz ao que Shakespeare não disse, não pode dizer ou quis dizer nas entrelinhas, nos “espaços”, nas ausências de Lady Macbeth. A dramaturga considera que O Bardo pode ter sido censurado.
– Creio que o melhor trabalho que posso fazer, ao lidar com uma obra prima como Macbeth, é ouvir as vozes subterrâneas, revelar o que não foi dito no clássico – seja por questões sociopolíticas referentes ao Reino Unido do Século 17 ou por opções de estrutura dramatúrgica – e assim transmiti-lo na atualidade. Não quero contar a história ou adaptá-la. Eu quero fazer ouvir a vida interior e arquetípica dos personagens à luz do nosso tempo, uma espécie de peep show da alma, como fizemos em Tristão e Isolda, que marca meu encontro com o Paulo Verlings, sob direção de Guilherme Leme Garcia. Por exemplo, há na estrutura emocional da peça de Shakespeare, além do problema da ambição desmedida, que reinscrevo como uma necessidade de compensação pelo que não se tem (já que a peça está na transição do feudalismo para o capitalismo – o tempo do TER), uma forte questão de gênero, na medida em que todo poder é do homem, Macbeth, mas toda potência é da mulher, Lady Macbeth. Meu processo de trabalho foi examinar em Macbeth, a gênese do homem militar, bélico, talhado para a guerra chegando ao governo com sua marca de matador profissional e completamente paranoico. E reinscrever Lady Macbeth no lugar feminista, levantando a hipótese de sua ação derivar da caça às bruxas: alçar-se à condição de rainha pode ter sido uma estratégia para escapar da fogueira da inquisição. Ou você acha que a relação de Lady Macbeth com as bruxas começa quando ela recebe a carta de Macbeth dizendo que recebeu a predição de que seria rei? Pra mim, e o que quero apresentar ao público, é a hipótese de que Lady Macbeth era da linhagem das bruxas e sua ação foi de resistência. Agora, o que temos a examinar em A Peça Escocesa é o que ocorre quando a resistência feminina decide jogar o jogo patriarcal –, comenta Marcia Zanelatto.
A equipe de artistas criadores conta ainda com Ricco Viana (direção musical), Mina Quental (cenário), Flavio Souza (figurinos), Vini Kilesse (visagismo), Tiago e Fernanda Mantovani (iluminação) e a Banda Dagda é composta pelos músicos Antonio Fischer-Band (teclado), Arthur Martau e Kim Fonseca (guitarras), Pedro Velho (baixo) e Victor Fonseca (bateria).
A Peça Escocesa consolida a parceria entre a dramaturga Marcia Zanelatto e o diretor Paulo Verlings. A dupla iniciou sua ligação no espetáculo Fatal (2016), com o qual Marcia foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. A parceria mais recente, o espetáculo ELA (2017), está indicado ao Prêmio Shell, concorreu ao Prêmio Cesgranrio de Melhor Texto e Botequim Cultural de Melhor Diretor, sendo vencedor do Prêmio Botequim Cultural de Melhor Texto.
Ficha Técnica
Texto: Marcia Zanelatto
Direção e Concepção: Paulo Verlings
Elenco: Carolina Pismel e Paulo Verlings
Diretor Assistente: Flávio Souza
Assistência de Direção: Orlando Caldeira
Músicos: Banda Dagda (teclado: Antonio Fischer-Band | guitarras: Arthur Martau e Kim Fonseca | baixo: Pedro Velho | bateria: Victor Fonseca)
Direção Musical: Ricco Viana
Cenário: Mina Quental
Figurinos: Flavio Souza
Desenho e Técnico de Som: Luciano Siqueira
Visagismo: Vini Kilesse
Iluminação: Tiago e Fernanda Mantovani
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Fotos: Paula Kossatz
Vídeo: Eduardo Chamon
Projeto Gráfico: Raquel Alvarenga
Produção Executiva e Marketing Cultural: Heder Braga
Direção de Produção: MS Arte & Cultura | Aline Mohamad e Gabriel Salabert
 
Serviço
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro da CAIXA Nelson Rodrigues
Endereço: Av. República do Chile, 230, Centro, Rio de Janeiro / Entrada pela Av. República do Paraguai (próximo ao Metrô e VLT Estação Carioca)
Informações: (21) 3509-9600 / 3980-3815
Temporada: 3 de março a 1º de abril, quinta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 20 (plateia) e R$ 10 (balcão). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia.
Lotação: 400 lugares (mais 08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência
Bilheteria de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Duração: 60 minutos