Diversidade na Unidade, tema da 6ª edição Internacional de ARTE TOCADA E ARTE QUE TOCA quer representar a miscigenação existencial em cada um de nós, às vezes adormecida e que nos torna seres independentes das pessoas, muitas vezes, incapazes de ver o mundo com mais tranquilidade, observando detalhes, costumes e tudo que compõe o nosso entorno.
Mas, como é a Diversidade na Unidade? o que poderá dizer? O que poderei encontrar na Diversidade? Qual sentimento poderei viver em momentos de pura apreciação? Como nasce o Sentimento? Quais são as formas de emoção? O que sou num espaço vazio? O que transmito ao outro e o que eu recebo? Você já esteve com o mais profundo sentimento de um momento? A meu ver a Diversidade na Unidade é uma indagação, uma reflexão, uma entrega anônima ou declarada é o cobertor que aquece do frio, é o sorriso escondido é o abraço nunca dado, é a certeza de nunca ter julgado o desconhecido, é o encontro de todos os seus desejos, é realizar é a representação de que a unidade pode viver com a diversidade, é o côncavo e o convexo unidos no mundo. E você o que pensa sobre a Diversidade na Unidade?
A CÚPULA ACOLHEDORA
A Cúpula acolhedora de grandes talentos dará uma dimensão muito contemporânea em cada trajetória artística envolvida. Nada é definitivo no setor artístico, tudo vaga se ampliando no Universo das Artes com evolução contínua na criatividade. Atualmente muito rapidamente com o avanço da tecnologia por toda parte, essa aliada,nos coloca em sincronia e sintonia com energias que nos levam ao entendimento e à expansão do belo, do humano e da sensibilidade.
Quando o homem quebrar as barreiras do capitalismo que valoriza somente os lucros, poderemos ter valiosas contribuições para a reconstrução do homem íntegro e possibilitar que vivências sejam mais respeitadas em múltiplos portais de diversos setores das artes acessíveis a todos, pois a acessibilidade constrói, enova, alimenta e une.
SERVIÇO
DIVERSIDADE NA UNIDADE é o Tema da 6ª Edição de Arte Tocada e Arte que Toca
Obra da pesquisadora Aline Albuquerque inova ao introduzir no país
o conceito de empatia clínica e seus benefícios palpáveis para o sistema de saúde, além de explorar de forma inédita a relação com os direitos dos pacientes
A interação humana empática entre o profissional de saúde e o paciente, por si só, já é curativa e tem impacto positivo nos resultados em saúde, segundo pesquisas consolidadas em todo o mundo. Há maior engajamento do paciente em seu tratamento, alívio da dor, menor angústia, maior compreensão das informações.
Até mesmo o diagnóstico pode ser mais acurado, pois o paciente revela mais informações sobre si quando há empatia na troca.
Já os profissionais de saúde que estabelecem relações empáticas com seus pacientes experimentam aumento da sensação de bem-estar e menos estresse e burnout; há redução dos riscos de litigância, visto que a maioria desses processos está relacionada a problemas na comunicação e estes, por sua vez, são diretamente ligados à empatia.
Mas essa empatia clínica – conceito que acaba de chegar ao Brasil através do livro Empatia nos Cuidados em Saúde – Comunicação e ética na prática clínica (Manole), é a mesma que se tenta ter com um parente, um colega de trabalho? Não. Para a pesquisadora Aline Albuquerque, autora da obra, a empatia clínica envolve três estágios. Primeiro, a compreensão do estado do paciente, seus valores, necessidades, emoções a partir de um conexão emocional e cognitiva estabelecida com ele (e com familiares e cuidadores) pelo profissional de saúde; em segundo lugar, vem a comunicação empática; e, em terceiro, a ação pró-paciente.
“É neste último estágio que está a principal diferença entre aempatia clínica e a ‘empatia geral’. Podemos ser muito empáticos em nossos círculos de relacionamento pessoal, mas não necessariamente vamos adotar uma ação para o outro”, sustenta Aline, que é professora de Bioética no Programa de Pós-Graduação da UnB, Universidade de Brasília, em 2022 foi pesquisadora visitante no Programa de Empatia da Faculdade de Filosofia da Universidade de Oxford e tem um extenso currículo na área de direitos dos pacientes.
Por isso, neste que é o primeiro e único livro no Brasil sobre empatia nos cuidados em saúde, Aline inicia o percurso expondo, de forma didática, conceitos que ainda são confusos para a maioria das pessoas, como o de que empatia é “se colocar do outro”, e a diferença entre empatia e compaixão.
O livro introduz no país o conceito de empatia clínica e mostra seus benefícios para pacientes, profissionais e instituições de saúde, com base em literatura recente internacional. De forma inovadora, também desenvolve a ideia de que a empatia clínica tem quatro funções morais, demonstrando que ser empático também é importante para que o profissional seja ético.
A autora explora o papel da empatia na comunicação de más notícias, analisando vários protocolos sobre esse momento crítico na relação médico-paciente; e traz, ainda, a questão do disclosurede eventos adversos e a comunicação empática nesse contexto. O termo disclosure significa divulgação ou revelação e refere-se a uma política que instituições de saúde devem adotar para partilhar com pacientes e familiares um evento adverso que tenha ocorrido no cuidado.
Aline também enumera e analisa as várias barreiras que dificultam a prática da empatia pelo profissional de saúde, como a formação e contextos de trabalho, e demonstra que a empatia pode ser ensinada e aprendida, mesmo sendo uma capacidade humana inata.
“Em resumo, acredito que o primeiro passo é que todos os envolvidos nos cuidados em saúde entendam que é preciso ter a intenção de ser empático. É muito difícil sermos empáticos se não tomarmos essa decisão de querer agir a partir desse lugar. Para os gestores, é necessário que conheçam os muitos benefícios materiais e imateriais – para a instituição e para os profissionais – trazidos pela prática empática, e que proporcionem capacitação em empatia clínica, como tem sido feito em vários hospitais do mundo”, destaca a autora.
Capa Aline Albuquerque
SERVIÇO
Empatia nos Cuidados em Saúde – Comunicação e ética na prática clínica
Editora Manole
Autora: Aline Albuquerque
Págs: 280
Formato: 15,5cm x 22,5cm
Preço: R$ 107,10
SOBRE A AUTORA
Aline Albuquerque foi pesquisadora visitante no Programa de Empatia da Faculdade de Filosofia da Universidade de Oxford, é professora da Pós-graduação em Bioética da UnB, Universidade de Brasília, e, pela mesma instituição, é coordenadora-geral do Observatório Direitos dos Pacientes.
É diretora do Instituto Brasileiro de Direito do Paciente (IBDPAC) e da Pós-Graduação em Direito do Paciente da entidade; membro da diretoria da Sociedade Brasileira para a Qualidade do Cuidado e Segurança do Paciente (Sobrasp), do Comitê de Bioética do Grupo Hospitalar Conceição e do Comitê de Bioética do Hospital de Apoio do Distrito Federal.
Foi pesquisadora visitante no Instituto Bonavero da Universidade de Oxford; no Centro de Direitos Humanos da Universidade de Essex, Inglaterra; e no Instituto de Direitos Humanos da Universidade de Emory, Estados Unidos. Tem pós-doutorado em Direitos Humanos, pós-doutorado em Direito Humano à Saúde, é especialista em Saúde Internacional pela OPAS/OMS e em Bioética pela Cátedra Unesco de Bioética da UnB.
A galeria de arte da Fifi” é o primeiro livro infantil do autor pela editora Casa Kids e ilustrado por Nani Vasques
O jornalista e escritor Giovanni Nobile lança seu primeiro livro infantil na primeira semana de maio. “A galeria de arte da Fifi” é o título da obra editada e distribuída pela editora Casa Kids e conta com ilustrações de Nani Vasques além de uma pequena artista de apenas quatro anos.
“O livro é inspirado na minha filha, Clarice, que fez alguns desenhos comigo ainda na época da pandemia. Fui guardando tudo e aí resolvi escrever uma história que mostrasse esse lado lúdico, como se fosse um passeio pela galeria de arte de uma criança, passando por todas as suas fantasias e brincadeiras” explica Giovanni. “Quando convidei Nani para ilustrar, pedi que a arte dela fizesse uma mescla aproveitando os desenhos da Clarice. O resultado ficou muito legal”, complementa.
A galeria de arte da Fifi” também traz espaços interativos para que cada criança, junto com pai, mãe, tio, tia, avós, cuidadores, possa também produzir suas artes e criarem sua própria galeria. Além disso, parte da tiragem voltado para a acessibilidade, com edição em braile.
Giovanni Nobile
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Além do livro infantil publicado pela editora CasaKids (A Galeria de Arte da Fifi); também vai lançar ainda neste ano um livro de poesias escritas em Londrina entre os anos de 2007 e 2009, pela Opera Editorial. Desde 2022, mantém um perfil no Instagram para falar de livros (@destravaletra). No início dos anos 2000, manteve um dos primeiros blogs de cultura da internet, com poesias, crônicas, contos, entrevistas e resenhas culturais, com o qual recebeu o prêmio Top Blog Brasil na categoria Cultura. Também venceu o Prêmio Lusófonos da Criatividade em 2022 em comunicação corporativa e tem outros prêmios como assessor de imprensa e de comunicação organizacional.
Nani Vasques
Professora e ilustradora. Trabalha com desenhos desde 2011 com produções independentes voltadas para ilustração infantil. Já participou de várias exposições de arte onde seus trabalhos com mundos de fantasia e personagens mágicos foram apresentados em forma de murais.
Sobre Casa Kids
A Casa Kids é o selo infantil da Editorial Casa, que nasceu com o propósito de estabelecer no meio editorial mais inclusão, acessibilidade e diversidade. A editora tem a missão de tornar a publicação de livros mais acessível e inclusiva na divulgação dos saberes.
Para comprar
O livro está disponível para venda a partir deste dia 4 de maio pelo site da editora Casa Kids e também pelo instagram via mensagem privada no perfil @destravaletra. Em breve, também em demais livrarias digitais como Amazon, e em livrarias físicas.
De forma jamais apresentada, o antigo Palacete que foi propriedade de Laurinda Santos Lobo, grande mecenas das artes e foi transformado pela Prefeitura do Rio de Janeiro desde 1997 no Parque das Ruínas de Santa Teresa, vai acolher a 5ª Edição Internacional de Arte Tocada e Arte que Toca com o tema Imersões Sensoriais de autoria e curadoria de Heloiza Azevedo – CEO da Heclectik-Art Consultoria Artística Internacional em Portugal – Diretora Artística – Produtora Cultural e Curadora de Arte. O evento acontecerá de 11 a 14 de maio de 2023, quinta-feira, às 15h30.
Foto Anderson Zappa
Equipe na ordem da esquerda para direita: Rafael – Eletricista, Herval – Assistente do Cenotécnico, Camilla Freitas – Artista Visual, Monique Nix – Assistente Curadoria, Heloiza Azevedo Curadora, Leonardo Chiasso Arquiteto – Herval – Assistente Cenotécnico – Alvaro de Souza – Supervisão Cenotécnica – Antonia F. Boaventura – Artista visual/ Curadora
Sobre a exposição imersiva, Heloiza comenta: “Como patrimônio cultural pelo IPHAN, As Ruínas – o antigo palacete é o cenário apropriado para a mostra em referência. A Heclectik-Art busca inovar por intermédio das Artes, a valorização de espaços especiais, arquitetônicos, a projeção e trajetória de artistas de toda parte, pois acreditamos que a Arte é uma ferramenta potencializadora de construção em diversos sentidos, humanos, sociais e profissionais.
Respeitando os protocolos de conservação e valorização arquitetônica do antigo palacete, vamos mobiliar de forma inédita com móveis de época, as Ruínas do Parque de Santa Teresa, com a intervenção de grandes artistas e suas obras. Tivemos o apoio de alguns dos antiquários da Rua do Senado que ficaram sensibilizados com a iniciativa e satisfeitos de poderem contribuir em prol de um dos maiores pontos turísticos do Rio de Janeiro, com visita turística atingindo nos finais de semana um público de mais de 6.000 pessoas.
IMERSÕES SENSORIAIS igualmente contará com mais de 20 artistas nacionais e internacionais, contemporâneos selecionados. Nesta manifestação artística, lidaremos com múltiplas linguagens em comunhão com o espaço interior e exterior das ruínas, incluindo a varanda e o grande terraço, que nos surpreende com uma vista panorâmica magnífica do Centro e da Baía de Guanabara. A Abertura no dia 11/05, vai ser realizada com um desfile de ArtCouture do Arquiteto e Estilista Internacional, Leonardo Chiasso.
Por intermédio das artes estaremos unidos contribuindo para que o bairro de Santa Teresa tenha uma atração única, envolvente, valorizando, igualmente, a história, memória, cultura e tornando o turismo do Rio de Janeiro mais atrativo no período do evento.
SERVIÇO
IMERSÕES SENSORIAIS – ARTE TOCADA E ARTE QUE TOCA
Data Vernissage -(quinta-feira) 11/05/2023 as 15h30
Abertura ao Público – de 12(sexta-feira) a 14/05/2023 das 9 às 16 h
Local – Parque das Ruínas de Santa Teresa
Rua Murtinho Nobre, 169 – Santa Teresa
Rio de Janeiro – RJ – 20241-050
Mais informações por WhatsApp + 351 919 672 919 ou por e-mail – artmov.europa@gmail.com