“Vl FESTIVAL INSTRUMENTAL JAZZ AGRÁRIO”: A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS

 A MÚSICA INSTRUMENTAL DAS PERIFERIAS PEDE PASSAGEM

 

Contemplada pela Lei Aldir Blanc, sexta edição do festival acontece em 10 e 11 de abril,

 sábado e domingo, em versão online

 

 

Mais do que um projeto de música instrumental – o que já seria louvável, pensando-se no quão o gênero tem valorização aquém de seus muitos talentos no País -, o FESTIVAL INSTRUMENTAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO pode ser considerado um projeto político-musical. Especialmente agora.

Sua primeira edição aconteceu em 2016, na zona oeste do Rio de Janeiro. Um movimento em homenagem ao ativismo do multi-instrumentista carioca Fernando Grilo,  que faleceu precocemente aos 22 anos, em 2015, quando viajava para fazer uma parceria com o percussionista Naná Vasconcelos, e influenciou uma geração de músicos, produtores e agitadores culturais da cena música instrumental independente e suburbana do Rio de Janeiro. Através de iniciativas como “Jazz na caixa” (na Vila Aliança, em Bangu), “Realengo of Jazz” (no Viaduto de Realengo), e a “Oficina de música criativa (em Manguinhos, Benfica), agitando a cena musical dos subúrbios da cidade com uma caminhada militante a favor da visibilidade da cena instrumental periférica, Grilo atingiu espaços marcados pela violência policial e abandono do estado, alimentando sons de qualidade de modo acessível e gestando assim uma rede de possibilidades para músicos das favelas e guetos.

Pois ao longo de seus quatro anos, o MULAMBO JAZZAGRÁRIO, festival batizado com o nome da banda de Grilo,  vem se tornando uma ferramenta de resgate das narrativas sonoras marginais e busca servir como janela de visibilidade para a música instrumental periférica criada e  potencializada nos subúrbios do país, que muitas vezes não alcança os grandes centros e a grande mídia, visto que o gênero é estigmatizado como algo hermético e elitista, mesmo com a  popularização de ritmos como o choro e o samba-jazz.

Sua sexta edição acontece em 10 e 11 de abril, sábado e domingo, a partir das 16h, em formato on line, no youtube da Rádio Escada, com patrocínio da Lei Aldir Blanc, o que  possibilitou a reunião de grandes nomes da música instrumental aos novos talentos garimpados por  Nathália Grilo, viúva de Fernando Grilo, e Roberto Barrucho, que assinam a curadoria.

“A programação partiu de algumas premissas: o desejo de mostrar uma síntese do que foi o festival até aqui, então fizemos questão de convidar grupos que já figuraram em outras edições. E também de expandir o olhar para além da periferia e ter na programação também grandes referências do gênero, como Carlos Malta, Amaro Freitas e Djalma Côrrea, a fim de fazer uma reunião de diferentes gerações e, sobretudo, de realidades, assim como propor  encontros inusitados com o clima de jam sessions que temos na nossa essência”, comenta Roberto Barrucho.

Nathalia Grilo complementa: “As jams sempre foram a grande pulsação da música instrumental em sua origem libertária, que é uma das nossas bandeiras. Assim como os inferninhos foram importantes não só na formação do gênero, mas também no sentido de empoderar músicos marginalizados, o festival se propõe a ser um espaço no subúrbio do Rio de Janeiro em que eles  possam trocar, compartilhar, se desenvolver, se profissionalizar, encontrar com seus iguais e também com suas inspirações, que mostram algo importantíssimo: o caminho de transpor abismos é possível”.

As apresentações, que foram todas gravadas no início de março, na Arena Hermeto Pascoal, em Bangu, para garantir uma boa qualidade de imagem para o público, são:  AMARO FREITASZONA OESTE INSTRUMENTAL + DJALMA CORRÊA CARLOS MALTAJOVEM PALEROSI JEOLIONAIZ, DEMBAIAMBÉUM PERRENGUE CHICLATA DOIDADO NADA + MARIA BONITA E LARANJAZZ + MAURICIO PAZZ.

          

 

SOBRE OS ARTISTAS E APRESENTAÇÕES

 

 

10 DE ABRIL, SÁBADO

 

16h – MBÉ

Nascido e criado na favela da Rocinha, MBÉ (palavra yorubá que significa “existir”), é o nome que carrega o projeto solo de Luan Correia, que é músico, pesquisador, produtor cultural/musical e engenheiro de som ligado à cena da música experimental carioca, um dos redutos habitualmente mais brancos do jazz. É integrante do circuito da casa de shows e estúdio Audio Rebel e de suas noites experimentais, a Quintavant, e lançará em breve seu primeiro álbum pelo selo de mesmo nome. Sua apresentação no festival é feita apenas com um computador e mesa de som.

17h – CAIO OICA E UM PERRENGUE CHIC

O grupo no bairro de Ricardo de Albuquerque,  Rio de Janeiro, tem a  musicalidade que representa bem a cara do subúrbio carioca ligada ao movimento Black Rio e à música negra. Jazz, soul, neosoul e fusion se reúnem em levadas dançantescriado.

18h – LARANJAZZ CONVIDA MAURICIO PAZZ

Laranjazz é um trio da cena contemporânea de jazz carioca, formado na Lapa. A curadoria os convidou a uma performance conjunta com o paulista Maurício Pazz, hábil muiti-instrumentista das cordas — violão tenor, guitarra e bandolim. Com influências que vão do choro ao jazz, espraiando para ritmos de matrizes africanas presentes em diversas vertentes da música brasileira, Maurício  integra a banda de nomes como Chico César e Luedji Luna. Neste encontro entre Rio-SP fazem releituras de clássicos da música brasileira e do mundo, como Moacyr Santos, João Donato e Chick Corea. Um elogio ao repertório clássico com o frescor de mãos contemporâneas em suas releituras.

 

 

0h – AMARO FREITAS

 

Considerado como uma das revelações do jazz contemporâneo brasileiro por sua singular mistura do estilo com ritmos populares como frevo e maracatu, o pernambucano Amaro Freitas pode ser visto como a expressão do que o Mulambo Jazzagrário se propõe. Nascido em uma família que  sequer tinha como pagar suas aulas no conservatório, quanto mais ter um piano, Amaro é hoje não só um dos nomes mais elogiados do gênero no Brasil, mas tem colhido também relevantes elogios pelo mundo afora. “Além de sua música ser revolucionária, sua postura também, deixando  claramente de lado qualquer possível egotrip do artista de sucesso, o que pôde ser observado no palco e bastidores do festival”, comenta Nathália. A princípio com a apresentação programada para 30 minutos, Amaro pediu para que o tempo fosse prolongado, o que dá ao público uma hora de sua música.

22h – ZONA OESTE INSTRUMENTAL CONVIDA CARLOS MALTA E DJALMA CORRÊA

 

“Um dos pontos altos do festival”, diz a curadora Nathália. O grupo Zona Oeste Instrumental, como o próprio nome diz, é formado por músicos de jazz da região que se reuniram  pela primeira vez em 2015, na série de shows “Contemporâneos”, da FUNARTE, com organização de Fernando Grilo, para um show em conjunto com Djalma Côrrea, um dos grandes nomes da percussão nacional. A apresentação se repete agora, no Mulambo Jazzagrário, com participação especial do flautista Carlos Malta, outro dos grandes nomes da música instrumental do País.

11 DE ABRIL, DOMINGO

 

16h – JOVEM PALEROSI + JEOLÍONAIZ

Outra jam proposta pelo festival, desta vez reunindo dois projetos de São Paulo: Jovem Palerosi, músico, produtor musical e artista multimídia que mistura jazz, música eletrônica e ritmos regionais brasileiros e já colaborou com diversos artistas da cena instrumental e eletrônica, com Jeolíonaiz, dupla formada por Jerona Ruyce e Fabio Olí, de Diadema, interior do estado, que funde jazz a ruídos cotidianos em improvisações com instrumentos percussivos, sopros e bateria  no que chamam  de “ciência do acaso”. O show em conjunto é todo costurado por performances usando máscaras feitas por elementos reciclados e figurinos elaborados em uma apresentação teatral.

17h- DO NADA +  MARIA BONITA
Um encontro proposto pelo festival entre o trio Do Nada, de Bangu, que com sua longa  caminhada é uma referência na formação de outros grupos e artistas do subúrbio. Sua musicalidade funde o jazz a outros gêneros como o rock e o manguebeat pernambucano. No show, convidam a cantora e compositora Maria Bonita, outra figura importante na cena da região.

18h – LATA DOIDA
Banda de Realengo que acompanha o festival desde seu início, nascida de um projeto social que transforma sucata em instrumentos musicais. Os instrumentos, que podem não ser levados a sério  num primeiro momento, surpreendem muito em sua musicalidade. Sua apresentação está muito ligada à tradição oral, em contações de histórias, geralmente feitas por mulheres,  que integram as apresentações.

 

20h – DEMBAIA

 

Grupo composto por cinco mulheres no  bairro Lins, Rio de Janeiro, que fazem um resgate das tradições africanas, especialmente da música e corpo. A apresentação conta com uma orquestra de tambores e performances de expressões do candomblé e outros elementos negros. “O show foi incrível, o que mostra o quão realmente precisamos ter mais mulheres no festival”, diz Nathália.

 

SERVIÇO

FESTIVAL MULAMBO JAZZAGRÁRIO SEXTA EDIÇÃO

10 e 11 de abril, sábado e domingo

Horário: a partir das 16h em ambos os dias

Onde:   youtube da Rádio Escada

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 10 de abril

16h – MBÉ

17h – Caio Oica e Perrengue Chic

18h – Laranjazz e Maurício Pazz

20h – Amaro Freitas

22h – Zona Oeste Instrumental + Djalma Corrêa + Carlos Malta

 

Domingo, 11 de abril

16h – Jovem Palerosi

17h – Do Nada + Maria Bonita

18h – Lata Doida

20h – Dembaia

FICHA TÉCNICA:

Curadoria: Nathália Grilo e Roberto Barrucho

Produção Executiva: Roberto Barrucho

Coordenação de Produção: Nathália Grilo

Captação de Som: Alberto Ferreira e Thiago Frazão

Mixagem: Alberto Ferreira, Gabriel Marinho e Clã Records

Captação de Imagem: Rádio Escada

Direção de Fotografia: Daniel Santos

O REI PROMOVE INTERATIVIDADE PELAS REDES SOCIAIS : Dias 3 e 4 de abril

“Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam”

EXTRA, EXTRA! A Cia. Etc e Tal inicia o mês com novidades ao vivo: apresentações do personagem Rei ao vivo ,  onde a interatividade comandará o espetáculo com os espectadores nas redes sociais. – Dias 3 e 4 de abril 

Pegando carona no premiado espetáculo JOÃO O ALFAIATE, a Cia desta vez coloca o personagem Rei no centro das atenções. Interpretado ao vivo pelo premiado Marcio Moura, contará a engraçada história de João o Alfaiate (Irmãos Grimm) em formato digital on-line, pelo olhar da figura irônica e hilária de ‘Sua Majestade’. Caracterizado com os figurinos de Flavio Souza e com o premiado visagismo de Cleber de Oliveira, esse personagem brindará por 30 minutos a plateia digital de pequenas e grandes crianças interagindo com aqueles que queiram conversar com ele. Serão 02 únicas chances para ter contato ao vivo com o Rei: dias 3 e 4 , sábado e domingo,  às 11h pelos canais do YOUTUBE e FACEBOOK etcetal93. Tudo de graça! O evento é patrocinado pelo Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc.

Sinopse – O Rei conta a história de um Alfaiate que esbraveja para o mundo sua valentia ao matar sete insetos pousados em sua refeição, num reino onde seres fantásticos apavoram a Vila Central. A notícia se espalha até chegar ao Rei. Este, manda trazer o alfaiate, certo da existência de um grande herói, para a missão desafiadora de livrar o reinado dos diversos temidos, inesperados e surpreendentes problemas da realeza. Sem ter tempo de saber do que se trata, o Alfaiate se vê diante da missão. Distraído pela própria interpretação dos fatos e pela astúcia do Monarca, costura soluções nas situações diante das tarefas designadas para ele.

 

SERVIÇO

PROGRAMAÇÃO ON-LINE – ao vivo

– JOÃO O ALFAIATE – UM HERÓI INUSITADO > Pelo olhar do Rei

Dias 3 e 4 de abril, sábado e domingo, às 11h

Canais on line da ETC E TAL (youtube + facebook) @etcetal93

DURAÇÃO: 30 minutos

CLASSIFICAÇÃO: Livre

ETC E TAL 

O Centro Teatral e Etc e Tal é uma das únicas companhias brasileiras com representatividade internacional, que tem na mímica e na comicidade suas características latentes. Sempre com núcleo fixo e os mesmos colaboradores na ficha técnica, nestes 28 anos de formação, o “Etc e Tal” vem imprimindo uma linguagem própria e aprofundada sobre a mímica e a comicidade, sem perder o que mais se preza no fazer teatral: a relação empática com o público. Sendo um dos poucos grupos brasileiros de trabalhos continuados que investe nas inúmeras possibilidades da mímica, que tem conseguido aliar pesquisa artística e auto-gestão no cenário teatral nacional. 

Por ser uma técnica pouco difundida e de alto rigor estilístico, o “Etc e Tal” tem conquistado o respeito e a admiração de público e crítica por todo país como um núcleo artístico que alia virtuosismo técnico, presença cênica e um humor próprio no seu fazer teatral. 

O grupo tem investido nestas linguagens, pois acredita que as pluralidades das artes cênicas refletem o tipo de bem cultural que o nosso país e nossa cidade anseiam, além de acreditar que trabalho teatral de grupo que resulta na criação sólida de um repertório de espetáculos, contribuiu para a formação de platéias, uso coerente de recursos investidos em cultura, estabilidade de gestão cultural, visibilidade do teatro como bem cultural acessível a toda a população. 

 

MÁRCIA SCHWEIZER ” A POETA DA BELEZA” LANÇA NOVO LIVRO

 

 Márcia Schweizer é  uma mulher à frente de seu tempo, que desde bem pequena gosta de escrever poesias e ganhou os melhores prêmios nos concursos literários das escolas que estudava. Já naquela época tinha o hábito de escrever palavras soltas e rimadas nas contracapas de seus cadernos, o que já era indício da alma de poeta que estava florescendo e que viria a se transformar na brilhante escritora que ora apresentamos e que lançou  seu primeiro livro solo de poesias, intitulado “Palavras de Mulher”, da editora Courier Brasil e Litteris editora, na XIX Bienal Internacional do Livro, no Riocentro do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca).

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

SOBRE O LIVRO

Palavras de Mulher, de Márcia Schweizer descreve em suas prosas poéticas, sentimentos,como forma de chamar atenção dos leitores e elevando sentimentos e emoções inspirada no seu olhar à vida. Sua escrita poética desperta o interesse do leitor quando nos fala da natureza, das relações humanas e amor pelos animais. Poeta e jornalista, delineia em seus textos imagens que despertam a beleza do BEM VIVER. Formada em Literatura como professora de adolescentes, podemos perceber a sua responsabilidade e compromisso em colocar as palavras e emoções no corpo de seus textos com preocupação com a escrita criativa e correta. O leitor certamente se identifica e sairá com a sensação de desejar ler mais.

Mas não pensem que Márcia Schweizer é uma mulher comum. Ela é  uma mulher linda e elegante, que esbanja personalidade, que todos olham quando passa, admirando seu porte de princesa, sua alegria, espontaneidade e simpatia. E foi capa de várias revistas, onde ela também publicou suas poesias, como “Ventos de Outono”, que fez o maior sucesso entre os leitores. Nas revistas, como na vida real, Márcia mostra a exuberância e a feminilidade da mulher incrivelmente bela. 

Por fim, Márcia Schweizer, que é sinônimo de beleza, inteligência e empoderamento feminino, indica seu livro “Palavras de Mulher”, para os leitores, pois sabe que todos encontrarão nele uma poesia que o representará, que falará como se fosse o próprio sentimento da pessoa que está lendo, já que os assuntos contidos nele são variados e sempre emocionam que lê.

 

Foto: Ênio Guimarães

Maquiagem e cabelo:  Andrea Santana 

 

POEMA DA AUTORA

PEQUENA CANÇÃO DE AMOR

 

Mais do que prazer; muito mais do que paixão

E as palavras me apertando o coração

Os meus olhos tentam falar por mim

Estou sem chão, meu anjo querubim

 

Se esta canção ilumina o nosso amor

Este tempo não tem fim, 

Doce é o momento

E me perco na emoção

E me acho em tuas mãos

És meu porto seguro, velas ao vento

 

Mas as flores se abrigam no outono

Regem esta paz e assim a sinfonia não descansa

Fazes meu céu azul

A contemplar o teu sorriso de criança

Ah! Me dá as mãos

E o nosso mundo então será o paraíso.

São tantas as razões de viver por ti

Amor, eu te prometo, sempre estarei aqui.

 

QUEM É MARCIA SCHWEIZER 

 

Márcia Schweizer é Jornalista, Professora de Português/Literatura, Pós-Graduada em Teoria da Literatura, Bacharel em Direito, Escritora e Poeta. Membro da ALALS (Académie de Lettres et Arts Luso-Suísse) e da AJEB/RJ (Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria Rio de Janeiro), onde é Diretora de Comunicação, prestando relevante contribuição para a entidade na luta pelo espaço da Mulher Jornalista e Escritora. Participou da Antologia “Grandes Escritores do Século XXI”; da Coletânea Literária e Internacional em Verso e Prosa – “Sem Fronteiras Pelo Mundo”… – Volumes 3, 4, 5, 6; da Coletânea Literária “A Arte de Ser Mulher” – Prosa Feminina; e da Antologia do Círculo Literário Clube Naval 2020; Participou da Antologia do Forte de Copacabana 2020;  participou da Feira Literária de Lisboa 2020 com seu livro solo de poesias “ Palavras de Mulher”; representada pela editora Sem Fronteiras pelo Mundo. Márcia ainda é colunista nas Revistas Mais Bonita, Poesia Revista, Planeta Noite, Mulher Elegante, Barra Legal, Caxias Legal, Sou Mais, Jornal Cidade da Barra

 

REDES SOCIAIS  DA AUTORA

: https://www.facebook.com/marciaschweizerpoetisa

http://marciaschweizerjornalista.blogspot.com/

Instagram: @marciaschweizer 

 

Conheça o “Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’, premiação voltada para novos escritores

Se você é escritor e almeja participar de prêmios literários, essa pode ser sua chance. Pensando em apresentar novos escritores da literatura brasileira, a ZL Books abre as inscrições do prêmio ‘Troféu Literatura Clarice Lispector 2021’ para autores de todos os países de Língua Portuguesa. O prêmio, idealizado pela escritora e jornalista, Jô Ramos e realização da Editora ZL Books, tem como objetivo incentivar a produção de autores que não possuem apoio institucional e governamental no seu país de origem. Podem participar qualquer autor que tenha livro lançado em países de língua portuguesa. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail literaturatrofeu89@gmail.com.

Criado no ano de 2016, o Troféu Literatura pretende promover e valorizar o autor que rompe o círculo vicioso dos que promovem a cultura institucional dos países, e publica suas obras individualmente ou através de pequenas editoras. A premiação contempla diversas categorias, e a escolha é feita por uma comissão indicada pelos organizadores.

“A iniciativa contribui para a renovação do cenário literário brasileiro, além de enriquecer a cultura nacional. Nosso foco é oferecer oportunidades para que novos autores tenham seu trabalho reconhecido, além de gerar visibilidade aos mais variados gêneros literários”, ressalta Jô Ramos, idealizadora do Troféu Literatura.

Jô Ramos é jornalista e escritora, criou os salões de livros de New York, Montréal, São Paulo, Rio, Lisboa e Covilhã (Portugal) e Berlim. Lançou oito livros traduzidos para italiano, inglês e francês. Criou o Troféu Literatura e o Projeto Jovens Escritores que já lançou sete livros com filhos de imigrantes em Portugal, EUA e Brasil. Fundou a Academia de Letras da América Latina. Diretora Executiva da Editora ZL Books.

Jô ressalta que os interessados têm até o dia 03 de maio para se inscreverem. E para participar basta ter livros lançados em algum dos países de Língua Portuguesa, pagar uma taxa de inscrição e enviar dois exemplares de cada obra que concorre ao troféu.

 

Para mais informações e regras acesse o site: Editora ZL Books

ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA
ESCRITOR JULIO RIBEIRO LANÇA DOIS ROMANCES DURANTE A PANDEMIA.  
O isolamento trouxe à tona questões existenciais, escolhas e amores.
 

A literatura sempre esteve presente na vida do escritor Julio Ribeiro. Tanto que em 2020, durante a pandemia, lançou dois romances, que se misturam e se completam, passeando por vários lugares diferentes, mas que tratam de questões existenciais, escolhas e amores.

“Cabeça, Corpo e Alma”, encanta pelos seus cenários e contrastes humanos do mundo, seja nas andanças pela África, na primavera florida de Amsterdã, na pulsante Nova Iorque, ou navegando pelas águas do Rio Amazonas, entre outros lugares. A história trata de conflitos, medos, esperanças e sonhos. A trama envolvente narra, em terceira pessoa, as vivências paralelas de dois homens, Oscar e Henri, cada qual com as suas escolhas, divertimentos e arrependimentos. Até que uma enfermidade os torna protagonistas de uma mesma experiência médica, expondo as fragilidades e as emoções das pessoas.


Na novela ” Um chimarrão com o Diabo”, narrado na primeira pessoa e passado em um cenário local, o autor levanta perguntas como: quem manda em nossas vidas? O que pensamos? O que não podemos? Como lidar com quaisquer possibilidades, ou com suas ausências? Com profundidade emocional levanta essas perguntas e algumas possibilidades de respostas que podem surpreender.A sábia lição que o livro ensina é antiga – nem por isso menos perigosa: a associação com o mal nunca acaba bem. Tudo tem um alto preço: o abuso do poder e da ganância sempre somam-se em um desfecho fatal.

Entrevista:

Julio, fale-nos um pouco sobre o livro “Cabeça, Corpo e Alma”, como ele foi concebido? Ficamos sabendo que ele é fruto também de uma pesquisa pessoal, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Cabeça, Corpo e Alma” começou a nascer em 2018, aí mesmo no Rio, quando eu estava participando de um evento literário na Casa França Brasil. Depois, de volta ao Rio Grande do Sul, segui pesquisando. Eu sabia que algo bom e interessante estava brotando, li muito sobre medicina, sobre lugares e deixei que a trama me conduzisse como um rio caudaloso. E foi, justamente nesse momento, que decidi ir para o Amazonas sorver o que fosse possível da experiência dos meus personagens. Sei que é clichê falar assim, mas foi a cereja do bolo. O que eu ouço e leio das pessoas que me dão um feedback é maravilhoso, por isso estou muito feliz com o resultado final.

E quanto ao “Um Chimarrão com o Diabo”? Tem uma “pegada” mais regionalista, certo?

Julio Ribeiro: O livro ” Um Chimarrão com o Diabo” é muito diferente de tudo que eu já tinha feito. Acho que escrever em primeira pessoa é muito difícil, mas ele fluiu com uma naturalidade espantosa, escrevi o livro em noventa dias. Na verdade os amigos me cobravam que os meus livros falavam de coisas de Rio e São Paulo, ou mesmo do mundo, mas pouco sobre os gaúchos, estão resolvi fazer uma narrativa local, cenários, história, narrados em primeira pessoa pelo Pedro, que vai desfiando o novelo de sua vida, ” no dizer de Saramago”, onde o simples e singelo se metamorfoseiam em uma trama densa, emocionante e muito rica. Acredito que o ambiente da pandemia, de isolamento e perdas, influenciou as reflexões sobre a experiência de existir.

Sobre o autor:

Nascido em 1967, em Santiago/RS,  e residindo em Canoas/RS com a família, Julio Ribeiro é graduado em Sociologia e pós graduado em Filosofia, e trabalha como Professor e Diretor de uma escola pública em Nova Santa Rita. Sua primeira participação foi em ‘1ª Antologia Poética’ (1987), depois organizou o livro ‘Semeando Letras Colhendo Sonhos’, com poemas e contos dos estudantes da rede pública (2005), e em 2016 publicou ‘Da Caverna ao Shopping, Os Labirintos da vida’, com 18 contos.

Seu primeiro romance foi ‘Escolhas do Amor e do Tempo’, lançado na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre (2017) e no Salão Internacional do Livro no RJ (2018), com grande aceitação do público em todo o país.

‘Cabeça Corpo e Alma’ ficou pronto em 2019, mas o lançamento ocorreu em 2020, em São Paulo, um mês antes de ‘O Chimarrão com o Diabo’ ficar pronto.

Serviço:

01. Cabeça, Corpo e Alma, Editora Lendari, 1ª edição, São Paulo, 2020, 160p, ISBN 978-65-88762-02-8. Literatura fantástica, Romance fantástico, Literatura brasileira. Disponível na Amazon e no Google Play.

 

02. O Chimarrão com o Diabo, 1ª edição, Editora Alcance, Porto Alegre, 2020, 160p, ISBN 978-65-86910-20-9. Literatura Rio-Grandense, Romance Rio-Grandense. Disponível nas livrarias online: Amazon, Kobo, Americanas, Mercado Livre, Mercado Shops.
Os livros podem ser encontrados nas versões impressa e ebook, pela Amazon e outras plataformas (acima) ou pelo e-mail escritorjulioribeiro@gmail.com
Instagram: @julio.ribeiro.7543
 
Confira em LITERATURA – Portal ArteCult.com
Em : artecult.com/julio-ribeiro-lanca-dois-romances-emocionantes-que-se-misturam-e-se-completam

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FIL 2021 CHEGA EM NOVA DIMENSÃO

FIL COMPLETA 18 ANOS E CHEGA À CIDADE MARAVILHOSA EM NOVA DIMENSÃO

Pela primeira vez 100% on-line, a edição especial é inspirada no Mito da Caverna de Platão – Tudo de graça

 Inspira Fundo 2     (Foto: Marcelo Barbosa)

Teaser:

https://vimeo.com/518658810/b3d50491f6

 

Link de vídeos:

https://drive.google.com/drive/folders/16VikzbwY6QI9L1VaUOWgqJKzOrq22Zrf?usp=sharing

 

Link de fotos:

https://drive.google.com/folderview?id=195dU_CKGVkvL3y0d0_WKbuDVCnPKpNOd

 

Importante evento do calendário anual da cidade do Rio de Janeiro, o FIL – Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens chega à sua maioridade repleto de novas experiências, pela primeira vez todo on-line, de 19 a 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos), gratuitamente. Idealizado e sob o comando da curadora, dramaturga e teatróloga Karen Acioly,  na programação deste ano, inspirada no Mito da Caverna de Platão, o público vai encontrar poemas visuais, historietas musicadas, marionetes corporais, marionetes em 3D, dança, muita música, show-oficina, encontro de saberes, mitologias, invenções divertidas, rodas de conversa, homenagem aos artistas que estão em outra dimensão e micro espetáculos musicais, criados especialmente para esta edição. É só chegar no site do FIL, ou nas plataformas do festival no YouTube e Facebook e se deliciar com a grade de eventos para todas as idades e de forma gratuita.

Segundo Karen, o FIL deste ano busca sua nova identidade e mergulha em seu interior para descobrir novos encantamentos e perguntas. “Em que podemos acreditar? O que é o conhecimento? Como podemos lidar com as incertezas? Para que serve a poesia, a arte, a mitologia, os símbolos? O que é, afinal, educar na era planetária?”, reflete.

Sensibilizar novos públicos e formar pensamento crítico são as metas do FIL, e para isso o projeto ganha uma intensa atividade on-line, ratificando as reflexões e pensamentos em torno de diferentes saberes que só o FIL pode oferecer – do jeito dele – através das mesas-redondas e rodas de conversa com diversos artistas e pensadores, encontros literários, mini espetáculos, experiências digitais (poesia visual e novas formas de se pensar o teatro) e muito mais, sempre com o selo de qualidade FIL para reunir e fomentar intercâmbios com importantes nomes do cenário nacional e internacional.

Espetáculo  Tékimoi (Crédito: acervo Julia Ronget)

Um FIL de maravilhas, belezas e encantamentos, e também de união: o Festival não voará só. Estarão juntos com o FIL 2021 a Rede FIBRA – Festivais Internacionais Brasileiros Para Crianças, o FESTILIP (Feira Internacional de Teatro de Língua Portuguesa), o Festival Meu BB, o Mini Festival e o Festival Momix (França). Estarão presentes no FIL representantes de Angola, Cabo Verde, Portugal, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial (nas ações com o FESTLIP), além de Peru, Chile, França, Bósnia e Itália.

Um FIL também de diversas linguagens para o público de todas as idades: dança + marionete + marionete corporal + performance + poemas visuais + teatro + teatro musical + expo virtual + show oficina. Toda programação, inédita, terá tempo máximo de 45 minutos, com intervalos entre as atrações, sendo que a única exceção será no horário reservado a homenagem póstuma à diretora e educadora Lúcia Coelho (1935 – 2014), uma das mais importantes artistas dedicadas ao teatro infantil, que acontecerá após a exibição do espetáculo “A pequena vendedora dos palitos de fósforos” – o espaço para homenagens traz também os nomes de Fernando Barba (1971 – 2021), criador do grupo de percussão corporal Barbatuques, e o marionetista e percussionista  Jean Luc Ronget (1956 – 2010).

Jean Luc Ronget  (Crédito: acervo Julia Ronget)

Nesta edição especial, o FIL abraçou mais uma vez – e com muita força – a educação de forma participativa dentro do evento. O Festival entrelaça o indivíduo ao coletivo, as partes ao todo, a educação infantil à pós-graduação. Para isso, o FIL cria o Guia Prático do Espectador e o Guia Prático das Escolas. Dessa forma, borda parcerias entre as escolas municipais, estaduais e as universidades públicas da cidade e do Estado do Rio de Janeiro. Uma união profícua se deu neste sentido: a parceria com o Programa de Extensão de Mídias Criativas (PPGMC) e PPGAC da UFRJ, dando lugar aos Observadores FIL, que são os alunos da ECO que farão a cobertura jornalística do FIL para as redes sociais, como prática do programa de extensão universitária. Serão artigos, críticas, entrevistas, vídeos e outros conteúdos reflexivos sobre o encontro de saberes, programações e curiosidades do FIL. “O FIL é múltiplo, parceiro, ponte de encantamentos. Se amalgama aos festivais internacionais brasileiros, para crianças, aos artistas nacionais e internacionais, e une em sua equipe os jovens talentosos, que serão os Observadores FIL-ECO UFRJ, para poder aprender com eles”, explica Karen Acioly.

   Estudo para a ópera “Bem no meio” (arte e foto: David Bartex)

Destaques da programação do FIL

– Ping Pong com o tema Fake News para Novos Públicos, onde a Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevistará o jornalista Gilberto Scofield, diretor de negócios e estratégia da Agência Lupa, maior agência de checagem de dados do país. Será abordado como as novas gerações podem identificar as fake news através da formação do pensamento crítico.

– Encontros de Saberes (Roda de Conversa) em que dois temas estarão presentes:

Infância e Migração – com a jornalista Marcela Uchôa (Chefe de escritório da UNICEF em Roraima), Sérgio Eduardo Marques da Rocha(Subgestor nacional da Organização Não-Governamental Aldeias Infantis SOS) e Prudence Kalambay –(migrante/refugiada), sob mediação do professor e pesquisador Pablo Fontes. A mesa discorrerá sobre as crianças que vivem como refugiadas no mundo e o fluxo migratório em que muitas crianças chegam desacompanhadas e sem documentos, em situações de alta vulnerabilidade no Brasil, além de um planejamento maior para assisti-las.

Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – com participação da atriz, diretora, pesquisadora de teatro e Professora do Curso de Direção Teatral e do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena – ECO –  UFRJ, Adriana Schneider (ECO/UFRJ), Eloi Recoing (França- Sorbonne Nouvelle Paris 3), o ator e mímico Ines Pasic (Bósnia) e a fundadora, diretora e atriz do Grupo Sobrevento Sandra, com mediação do diretor teatral, ator e marionetista Luiz André Cherubini. Neste encontro de saberes, o FIL reúne especialistas da arte da marionete de quatro países diferentes para abordar a arte: do mamulengo à marionete corporal, do bebê ao adulto.

A ópera para novos públicos –  A professora de canto e ópera do Instituto Villa- Lobos na UNIRIO, Carol Mac Davit, Alessandro Di Profio, da Sorbonne Nouvelle Paris 3, a cantora e compositora Ligiana Costa (Theatro Municipal de São Paulo), com mediação da presidente do Foro Latinoamericano de Educación Musical, Doutora em Música (UNIRIO)  e a professora do Conservatório Brasileiro de Música Adriana Didier, farão parte de uma mesa ítalo-brasileira, onde importantes nomes da ópera se encontram para conversar sobre o tema.

– Atrações e Espetáculos do FIL

Rubarbagibatuques – Criação da palhaça Rubra (Lu Lopes) e Minduim (Giba Alves, do grupo Barbatuques de percussão corporal) especialmente para o FIL. O show-oficina brinca com a tecnologia humana: descobrir os sons do corpo, enquanto cantamos. São brincadeiras divertidas para a prática salutar de batucar juntos.  Os artistas unem comicidade à “tecnologia de barbatuquear” com o próprio corpo para contar historietas musicadas. Um show que brinca com tutoriais de percussão corporal a fim das crianças descobrirem os sons de seus corpos.

Palhaça Rubra  (Foto: Gal Oppido)

Poemário Visual de Gaia – Criado e interpretado pela artista bósnia Ines Pasic, a ação se vale de pequenos poemas visuais. Partindo da condição de isolamento social, a artista realiza uma viagem interior para o único lugar no qual pode se sentir livre. Ines Pasic explora suas memórias, pensamentos, sensações e sentimentos através de seu corpo, casa e núcleo familiar com o qual compartilha o restrito espaço.

Historietas Musicadas – Inspira Fundo 2  é o nome dado para o projeto de Clarice, Lupa Marques e Gabriel Gurá. São filmes de até 3 minutos, que passeiam por diferentes temas e que dialogam com dramas e questões do mundo da primeira infância.

Pupila D’Agua   (Foto: Marcelo Barbosa)

> A pequena vendedora de fósforos 

A Pequena Vendedora de Fósforos é um dos textos mais populares de Andersen e, ainda assim, pouco montado no Brasil. No exterior, já recebeu diversas montagens tanto para crianças quanto para adultos. Estimulados por esse ineditismo e pelos temas abordados, resolvemos trazer esse texto para o público infantil, contando com a adaptação de Denise Crispun e direção de Lúcia Coelho, ambas com vasta experiência com o teatro infantil.

Após a Atração seguida de roda de conversa em homenagem à Lúcia Coelho com a participação de Denise Crispun, Dib Carneiro Neto e Karen Acioly.

FIL E FESTLIP – O Homem que pôs um ovo

Em uma ação conjunta, o FIL e o FESTLIP se unem às crianças para, através desta fábula popular, refletir sobre fake news. A atriz, professora e contadora de histórias, Silvia Castro contará esta divertida história na qual uma pequena mentira acaba por se transformar em algo gigantesco, de infinitas proporções.

A história, compilada pelo folclorista Câmara Cascudo, e recontada nesta Ação de parceria, será assistida pelos sete países da Língua portuguesa , além da presença AO VIVO de crianças de quatro países: Brasil, Angola, Portugal e Cabo Verde.

A atração será transmitida ao vivo, nas plataformas do FACEBOOK, YOUTUBE e INSTAGRAM dos dois festivais.

 

PROGRAMAÇÃO FIL 2021

Encontros de saberes (rodas de conversa)

>> Novas dramaturgias da marionete e das formas animadas – 19/03, sexta, às 13h

>> Educar na era planetária  – 19/03, sexta, às 16h

>> Novos formatos da ópera – 19/03, sexta, às 19h

>> Infância e Migração – 19/03, sexta, às 20h

>> Mitos Luz, Sombras e Anjos – 26/03, sexta-feira, às 11h

>> A ópera para novos públicos – 26/03, sexta-feira, às 15h

>> Monstros, medos e outras criaturas – 26/03, sexta-feira, às 18h

>> Intercâmbios Internacionais >  Ópera Bem no meio – 27/03, sábado, às 12h

>> Festivais internacionais brasileiros para crianças, uma experiência online – 28/03, domingo, às 19h

 

Ping Pong – entrevistas

>> Fake news para Novos Públicos: Doutora em Comunicação e Cultura, Professora Cristina Rego Monteiro da Luz entrevista Gilberto Scofield

19/03, sexta, às 18h

>> A dramaturgia do espaço, cena circular de hoje – 26/03, sexta-feira, às 13h

 

Historietas musicadas

>> Inspira Fundo 2 – 20/03, sábado, às 15h

>> Optike – 21/03, domingo, às 11h

>> Bem No Meio, o conto – 27/03, sábado, às 11h

 

Atrações e espetáculos

>> Homenagem à Jean Luc Ronget – 21/03, domingo, às 12h

>> Homenagem à Lucia Coelho  – 26/03, sexta-feira, às 19h

>> Desde el Azul – 20/03, sábado, às 11h

>> Mito da Caverna – Carroça de Mamulengos – 20/03, sábado, às 14h

>> Poemário visual de Gaia – 20/03, sábado, às 18h

>> RuBarbaGibatuques >  Palhaça Rubra Show Oficina – 21/03, domingo, às 16h

>> FIL E FESTLIP – A História do homem e o Ovo – 27/03, sábado, às 15h

>> Historietas Musicadas Braguinha – 27/03, sábado, às 17h :

– A História da Baratinha

– A Cigarra e a Formiga

– Chapeuzinho Vermelho

>> Fina – Buia Teatro (Manaus-AM) – 28/03, domingo, às 11h

>> Fina – Projeto Teatro Nômade (Rio de Janeiro-RJ) – 28/03, domingo, às 14h

>> Dois olhares para a dramaturgia de Fina – 28/03, domingo, às 15h

>> Pupila D’Água com Clarice Cardell – 28/03, domingo, às 18h

 

Programação completa e mais informações em www.fil.art.br .

SERVIÇO

FIL -Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens – 18ª Edição

De 19 e 21 e 26 a 28 de março (sextas, sábados e domingos)

Local: www.fil.art.br e nas plataformas do FIL no Youtube e Facebook

Gratuito

Classificação: Livre

Realização: Lei Aldir Blanc, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Fundo Estadual de Cultura

Chico Diaz no espetáculo “A lua vem da Ásia” diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line, e ingressos a partir de R$ 20

CHICO DIAZ RESGATA PEÇA PARA FALAR DE CONFINAMENTO, SOLIDÃO, LUCIDEZ, LOUCURA E A CRIAÇÃO COMO SALVAÇÃO

– UM SURREALISTA DEFININDO OS TEMPOS ATUAIS –  

“A lua vem da Ásia” volta no dia 28 de março, diretamente do Teatro PetraGold, com transmissão on-line

“É preciso gritar. Como artista, é obrigação gritar. O grito foi dado ao homem; é uma forma de defesa como outra qualquer”, explica o ator Chico Diaz sobre o motivo para voltar a encenar a peça “A lua vem da Ásia”, que ele mesmo adaptou do romance homônimo do escritor mineiro Walter Campos de Carvalho (1926-1998). O espetáculo – que teve sua primeira montagem em 2011 – volta em versão mais leve, mais bem-humorada e concisa no dia 28 de março, com transmissão on-line diretamente do Teatro PetraGold, com acessos vendidos a R$ 20.  As sessões aos domingos, às 18h, e a temporada vai até 18 de abril.

A obra surrealista, carregada de humor ácido, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade. “Tudo a ver com o momento que estamos vivendo”, justifica Chico Diaz, que vem aproveitando a pandemia para mergulhar dentro de si mesmo, estudar e preparar um documental que tem a ver com esse espetáculo. É o “Diário dentro da noite”, filmado durante o confinamento ano passado.

Procurando perspectivas, pontos de fuga, por meio da memória, do imaginário e dos afetos, Chico Diaz usa a arte para provocar reflexões e ações. Afinal de contas, o texto fala sobre lucidez e loucura, prisão e liberdade. Para o ator, esta nova versão é mais afiada no diagnóstico dos tempos e se encaixa melhor no atual momento. Ele aproveita a temporada carioca para amadurecer e azeitar a nova montagem que vai levar para Portugal, em julho, para apresentar no Festival de Almada, organizado pela Câmara Municipal de Almada.

Em breve, Chico Diaz também poderá ser visto na produção da HBO norte-americana com direção de Bruno Barreto, “American Guest”, interpretando Marechal Rondon durante uma visita do presidente Theodore Roosevelt, dos Estados Unidos, à Amazônia. Aliás, vem muito mais por aí… Chico Diaz está em vários filmes ainda a serem lançados: “O homem onça“, de Vinicius Reis; Vermelho Monet”, de Halder Gomes; “O ano da morte de Ricardo Reis”, de João Botelho; e “A casa do girassol vermelho”, de Eder Santos.

Mais sobre “A lua vem da Ásia”

O romance de Campos de Carvalho é um livro limite: o que está durante todo o tempo por um fio é a capacidade do homem de ser livre e de pensar livremente. O personagem, encerrado na voz de uma primeira pessoa narrativa, inicia seu ambicioso projeto de libertação a partir da própria linguagem, pois a expressão é o seu único escape. O personagem reflete o complexo comportamento da sociedade ocidental a partir da expansão da cultura de massa, marcado pelo isolamento e perda do sentido de coletivo, pela desmaterialização da realidade e pela fragmentação do indivíduo.

A peça “A lua vem da Ásia”, assim como o livro, levanta questões sobre os limites do poder, das hierarquias e o lugar de cada cidadão na sociedade.

Sinopse

A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de A peça retrata o diário de um homem hospedado em um hotel de luxo – ou talvez um campo de concentração ou um manicômio. Tendo a loucura como tema central, o protagonista enfileira recordações (ou alucinações?) de suas passagens por diversos países, tornando-se o narrador de um mundo governado pela lei do absurdo, mas que parece assustadoramente semelhante à nossa normalidade.

Histórico da peça

A peça estreou em 2011, no CCBB do Rio de Janeiro, e percorreu também as unidades de Brasília e São Paulo, sempre com sucesso de crítica e público. Voltou a fazer novas temporadas ao longo dos anos, sendo apresentada recentemente no projeto #EmCasaComSesc, criado por ocasião da quarentena.

O livro e o autor

Publicado originalmente em 1956, o livro “A Lua vem da Ásia” marca o nascimento da narrativa surrealista de Walter Campos de Carvalho (1926-1998), escritor mineiro radicado em São Paulo. Autor de pelo menos quatro pequenas obras-primas da literatura brasileira – “A Lua vem da Ásia” (1956), “Vaca de nariz sutil” (1961), “A chuva imóvel” (1963) e “O púcaro búlgaro” (1964) –, faleceu em 1998, após abandonar a literatura como profissão. Apesar de notório mau-humor, o escritor – o primeiro, e talvez o último escritor surrealista do Brasil –  tinha no riso o seu instrumento de crítica. O riso como uma forma de apontar as falhas da sociedade de massa, consumista e belicosa. Em seus textos, pretendia trabalhar a demolição de todos os valores burgueses através do nonsense; a redução do amor à sua forma fisiológica: o sexo; a redução da vida à morte.

 

Mais sobre Chico Diaz

Chico Diaz tem mais de 40 anos de carreira nas artes audiovisuais – como ator, dramaturgo, diretor e produtor, em mais de 80 filmes, 22 novelas e um sem número de peças. Filho de um intelectual paraguaio e de uma tradutora brasileira, ele nasceu na Cidade do México, tendo sido registrado na Embaixada do Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro em 1969 e, aos 14 anos, começou a fazer teatro no Tablado. Seus primeiros trabalhos, ainda como amador, foram entre os anos 1970 e 1980, período em que integrou o grupo Manhas e Manias ao lado de Pedro Cardoso, Andrea Beltrão e Débora Bloch. De lá para cá, dividiu-se entre palcos, estúdios de TV e cinema. Mas também formou-se em Arquitetura e Urbanismo pela UFRJ e sempre encontrou tempo e espaço para a pintura, seu hobby.

Ficha técnica

Texto original: Walter Campos de Carvalho

Adaptação e atuação: Chico Diaz

Vídeos: Eder Santos e Trem Chic

Trilha sonora: Alfredo Sertã

Direção de Produção: Wagner Uchôa

Realização: Teatro PetraGold

Assessoria de Imprensa: Sheila Gomes

Gerenciamento de Redes Sociais – Conte Mais Comunicação – Beatriz Ataide

Serviço

“A lua vem da Ásia”

De 28 de março a 18 de abril

Sessões aos domingos, 18h

Diretamente do Teatro PetraGold – Rua Conde de Bernadote, 26, Leblon / RJ

Ingressos para transmissão ao vivo e on-line a partir de R$ 20

Onde comprar e assistir: https://www.teatropetragold.com.br

https://www.teatropetragold.com.br/programacao/espetaculo/a-lua-vem-da-asia-online-petragold

Duração: 60 min

Gênero: drama

Classificação: livre

CLUBHOUSE: VAZAMENTO DE MENSAGENS COLOCA SEGURANÇA DO APP EM CHEQUE

 

Especialista em segurança de dados e consultor de negócios, Diego Arruda, afirma necessidade de proteção individual dos aparelhos e dá dicas de como evitar invasão

A rede social ClubHouse virou alvo de atenção novamente. Desta vez, a confirmação do vazamento de mensagens privadas de usuários colocou a segurança da plataforma em cheque e acendeu um alerta nos participantes. O caso envolve um hacker que conseguiu extrair mensagens privadas de um grupo e compartilhá-las em um site chinês. A empresa informou que está apurando o ocorrido e que vai intensificar a segurança do aplicativo.

Para o consultor de negócios e especialista em segurança de rede, Diego Arruda, o problema  expõe a fragilidade dos sistemas atuais e revela a necessidade de proteção individual para a proteção de dados.

“A tecnologia usada por invasores caminha na mesma velocidade da tecnologia usada para criar novos sistemas, plataformas e melhorar o que já existe. Quanto maior o número de usuários em uma mesma rede, maior a chance de invasão por hackers e pessoas mal intencionadas”, afirma.

Na mesma proporção, o especialista indica que, enquanto usuários, as pessoas devem se precaver de maneira individual e não contar apenas com a segurança oferecida pelas plataformas.

“Além de ter um antivírus instalado no aparelho, recomendo que nunca se abra links, baixe ou abra arquivos enviados de uma fonte desconhecida, que sempre criptografe todos os dados confidenciais e faça backups periódicos dos arquivos para um armazenamento físico”, orienta.

“É importante também a utilização e configuração de autenticação em dois fatores sempre que disponível. O usuário deve sempre se preocupar também com as suas perguntas de segurança, pois, às vezes, uma simples busca  nas redes sociais já será suficiente para identificar a resposta. E claro, evitar a exposição demasiada de informações sociais que facilitariam uma possível invasão ou descoberta de senha por engenharia social”, finaliza.

Ainda de acordo com Arruda, caso a conta seja invadida, a orientação é desvincular as contas de nuvem, substituir o dispositivo, alterar todas as senhas e aumentar a segurança online em um novo dispositivo.

ENTREVISTA DO MÊS COM O ATOR GABRIEL LIMA

O QUE TEM FEITO NA PANDEMIA?

No início da pandemia, bateu um desespero. Mas o certo era reagir. A saúde é muito importante. Uma situação difícil, séria e triste também, e acabei perdendo amigos em decorrência do vírus. Eu tinha algumas coisas marcadas para o teatro e  que não se concretizaram.

Fui tentando fazer tudo dentro de casa, malhando, vendo lives, lendo, reality show, meditação e outras coisas. Porém quase perdi o emprego, por conta da crise econômica, mas deu tudo certo. Uma coisa que fiz e não deu certo, foi abrir uma empresa  na área de estética e acabei adiando meus planos. E quando tudo passar e a vacina chegar vou reavaliar onde irei investir.

QUAIS AS NOVIDADES PARA 2021?

O ano de 2020 foi para muitos um dos mais turbulentos já vividos. Não só virou o mundo de cabeça para baixo como também mudou as perspectivas de muitas coisas presentes no dia a dia de cada um. Além de adiar planos e mudar caminhos, a pandemia do novo corona vírus mostrou que o ser humano ainda tem muita coisa para aprender.

 A vida é um sopro. Por isso tenho vivido meus dias com total entrega e presença. A saúde é a única coisa que devemos nos preocupar. Se importar com o próximo é o primeiro passo para mudarmos o mundo

Foi um ano muito difícil para mim. Muitos projetos foram adiados e em função da pandemia. Mas aos poucos estou fazendo novos projetos.

QUAIS SEUS PROJETOS PARA 2021?

Todo mundo tem planos para 2021 e eu também fiz os meus. E pretendo focar nos objetivos profissionais mas também nas coisas que ajudam a ter uma vida saudável. E pretendo trabalhar dobrado, e estou muito animado com alguns projetos que estou dando continuidade.

Estou no elenco de um longa-metragem chamado posto 12 e ensaiando uma peça intitulada: cômicos maníacos. E aguardando a chamada para uma novela que está no ar em um  grande canal de tv  e farei parte do elenco B. Este ano tem muita coisa para acontecer e isso é só o começo.

ALGUM PROJETO NAS PLATAFORMAS DIGITAIS?

Então por enquanto não, porém quero muito voltar para a dança e ter meu canal de dança. Me inspiro muito em Daniel saboya e fit dance. Energia positiva sempre.

MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS SE APRESENTA ON LINE!

“MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS”,
com Marcos Damigo, faz sessões online gratuitas

Marcos Damigo recebeu indicação de melhor ator em dois importantes prêmios da área teatral pelo personagem machadiano Brás Cubas

Após temporadas de sucesso de crítica e público no formato presencial em São Paulo, o ator Marcos Damigo faz uma temporada online e gratuita do solo cômico-musical Memórias Póstumas de Brás Cubas, na página do Facebook @memoriaspostumasmusical dias 18 e 19 de março (quinta e sexta-feira), às 14h e 20 a 28 de março (aos sábados e domingos), às 20h.

O espetáculo teve indicação dos Prêmios APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Aplauso Brasil, como Melhor Ator, em 2017, para Marcos Damigo. O texto, adaptado pela diretora Regina Galdino e interpretado por Damigo, destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, um comportamento oportunista que persiste no Brasil atual. 

Essas transmissões do espetáculo foram viabilizadas através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (Lei 14.017/20 do Governo Federal), através do PROAC (Programa de Ação Cultural) do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

O MUSICAL

Brás Cubas, o “defunto autor”, é um aristocrata medíocre, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música, estas duas últimas especialmente ligadas à alma e à cultura brasileira.

Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo. 

O monólogo traz à tona toda a atualidade do livro de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: Damigo, que protagonizou Dom Casmurro em outra peça adaptada de Machado de Assis; o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian; Mário Manga, que assina a música original; e Fábio Namatame na criação do figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação da obra do célebre escritor carioca que repete a parceria de sucesso com Manga, Bogossian e Namatame. Interpretado por Cassio Scapin, o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

 

“O espetáculo respeita e valoriza ao extremo as palavras de Machado, e Marcos Damigo reafirma talento. Surpreende como um bom interlocutor para a mensagem da obra-prima, publicada em 1881, e a confirma como assustadoramente atual. (…) O desafio superado por Damigo só se tornou ainda maior e, em uma composição que apresenta Brás Cubas como misto de clown e fantasma, o intérprete valoriza o trabalho corporal em uma linha cínica que conversa plenamente com os tipos da sociedade dos nossos tempos. ”

Dirceu Alves Jr., jornalista e crítico de teatro da Veja São Paulo.

  

FICHA TÉCNICA

Texto: Machado de Assis
Elenco: Marcos Damigo
Direção e Adaptação de Texto: Regina Galdino
Música Original: Mário Manga
Direção Musical, Arranjos e Trilha Sonora: Pedro Paulo Bogossian
Figurino: Fábio Namatame
Coreografia: Marcos Damigo
Consultoria de Movimento: Roberto Alencar
Iluminação e Cenografia: Regina Galdino
Execução Cenográfica: Luis Rossi
Fotos: Alex Silva Jr
Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos

SERVIÇO

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Dias 18 e 19 de março de 2021
Quinta e sexta-feira, às 14h

Dias 20, 21 e 27, 28 de março de 2021
Sábados e domingos, às 20h

Após cada sessão será aberto um camarim virtual para conversar com o ator.

Gratuito | no Facebook @memoriaspostumasmusical
Duração: 85 min Classificação etária: 14 anos Gênero: Comédia musical