O FUTURO DO TURFE NO BRASIL

Renato Muoio – um dos principais nomes do Turfe fala sobre o futuro do esporte

Para quem ainda não conhece muito o turfe, trata-se de um esporte que promove e incentiva corridas de cavalos. Pesquisas mostram que essa modalidade esportiva se iniciou na Inglaterra, no século 17 – período em que as corridas de cavalo começaram a surgir. Logo, os ingleses passaram a importar cavalos de outros países, especialmente do continente Africano e do Oriente Médio. Nesse período, surgiu cavalo Puro Sangue Inglês, fruto do incentivo de cruzamento de cavalos com biótipo propício para corrida.

Já no Brasil, esse esporte surgiu no século 19, e se tornou mais popular entre os séculos 20 e 21. É importante ressaltar que no Brasil existe uma lei para regulamentar a prática do turfe, controlando desde a criação de cavalos até o recolhimento de apostas e exames antidoping em cavalos de corrida (Lei 7291/84).

Infelizmente, durante um período, o esporte passou por uma queda de popularidade. Considerado um esporte refinado e sofisticado, o turfe tem crescido e voltado a ganhar visibilidade devido a grandes investidores, como Renato Bonfiglioli Muoio – nome já tradicional quando o assunto é turfe no Brasil.

O jovem empresário, Renato, apaixonado por equinos desde muito pequeno por influencia familiar – conta como ele enxerga o cenário do esporte no Brasil. “O momento é extremamente promissor. Acredito em um turfe forte e com cada vez mais competidores e amantes. Trata-se de um esporte lindo e apaixonante. O turfe é uma grande indústria de geração de emprego. Infelizmente, muitas pessoas, por desconhecimento, não enxergam a modalidade de forma positiva. No entanto, é interessante refletir sobre a cadeia que esse esporte sustenta, desde o processo de cobertura até as competições. Acredito que centenas de milhares de pessoas estejam envolvidas direta ou indiretamente no mercado que envolve o esporte”.

Renato é proprietário e gestor do Nova Glória – um Stud próprio localizado no Jockey Club de São Paulo, criado em 2011. Para mais, além dos projetos e atividades no Brasil, ele possui negócios internacionais, sempre relacionados ao turfe e aos cuidados com os cavalos do esporte. “Os cavalos são obviamente muito bem cuidados. São todos tratados o amor e a dedicação de uma equipe multidisciplinar, especializada para atender todas as necessidades do animal. Cada potro carrega em si o sonho de toda uma equipe, criador, proprietário, treinador, veterinário, cavalariços em fazer o animal se tornar um campeão”, destaca o esportista e investidor.

@renatobmuoio

Beijo no carnaval: especialista alerta para riscos e dá dicas de prevenção

*Beijo no carnaval: especialista alerta para riscos e dá dicas de prevenção*
A prática de beijar várias pessoas nos bloquinhos e bailes de carnaval tem um lado negativo que deve ser levado em consideração. De maneira geral, bactérias, vírus e fungos que estejam presentes na saliva podem ser transmitidos pelo beijo, segundo o cirurgião dentista, Cláudio Medeiros, Membro da Sociedade Brasileira de Odontologia e proprietário da Clínica Debret, no Rio de Janeiro.

Cláudio Medeiros, que é responsável pelo sorriso de famosos como Carlinhos de Jesus, alerta que pessoas que estejam com o sistema imunológico mais debilitado ficam mais vulneráveis a essas infecções. “Principalmente no carnaval, em que as pessoas comem pouco e bebem muito, ficam com o organismo um pouco mais suscetível”.

 

Conheça abaixo as principais doenças que podem ser transmitidas pelo beijo e quais medidas de prevenção podem ser adotadas:

· *Herpes labial*: a doença provocada pelo vírus da herpes simples provoca feridas nos lábios, face ou interior da boca semelhantes a aftas. “A crise dura cerca de uma semana e volta de tempos em tempos, principalmente em situações de baixa imunidade. Medicamentos antivirais podem ser indicados para tratar as crises”, diz o especialista.

· *Sapinho ou candidíase oral*: trata-se de uma micose provocada pelo fungo Candida albicans. Ela se manifesta por pontos brancos e escamosos na língua e parte interna das bochechas. O tratamento pode envolver o uso de medicamento antifúngico.

· *Mononucleose ou “doença do beijo”*: a doença provocada pelo vírus Epstein-Barr provoca sintomas semelhantes aos de uma gripe forte: mal-estar, dor no corpo, febre, dor de garganta e aumento dos gânglios linfáticos (fenômeno conhecido como íngua). “Não existe tratamento específico, mas medicamentos podem ser indicados para aliviar os sintomas”, explica o profissional.

· *Sífilis*: a sífilis secundária, segunda fase da doença, pode provocar lesões na pele e boca. Nesta fase, a bactéria Treponema pallidum, que provoca a doença, pode ser transmitida pelo beijo. “Obviamente não é a principal forma de contaminação, o mais comum é pelo contato sexual, mas pode acontecer”, afirma o Medeiros. A sífilis tem cura e é tratada com antibióticos.

Dicas de prevenção:

· Pessoas com sistema imunológico abalado são mais vulneráveis às infecções. Portanto, tenha cuidados gerais com a saúde: coma bem, durma bem e beba bastante água durante o carnaval.

· Quem já tem problemas bucais prévios também fica mais vulnerável a outras infecções. Portanto, mantenha a higiene bucal em dia: escove os dentes, use fio dental e enxaguante bucal.

· Fique atento aos sinais que indicam doenças bucais, como boca seca, sangramentos e gosto amargo na boca. Consulte um dentista caso tenha um desses sintomas.

 

Serviços:

*Clínica Debret – Dr. Cláudio Medeiros

Endereço:* Rua Debret n°23, sala 502 – Centro

*Telefone:* (21) 25122625

*Instagram:* @clinicadebret

www.clinicadebret.com.br