Talita Rocca e Leandrinho anunciam data de casamento com ensaio fotográfico em Ilhabela






Aproveitando o feriado do último dia 1º de maio, comemorado o dia do trabalho, Dra.Kátia Volpe (47), considerada a queridinha dos artistas, e que possui uma tradicional clínica médica, situada no bairro da Chácara Santo Antônio, na zona sul da capital paulista, realizou uma breve viagem para Nova York, onde festejou de forma diferente o aniversário de sua filha.

A Trip que foi marcada como diversão de “afilhadas e madrinhas”, foi especialmente para comemorar o aniversário de 13 anos de Sophia Volpe, e que aproveitou a ocasião para também festejar os 12 anos de Giulia Urbano, a qual estava acompanhada de sua a mãe Sabrina Urbano (35).
Para completar a festa, a dupla de aniversariantes tiveram a companhia de nada mais que a atriz e cantora Larissa Manoela (18), que é amiga da família, onde todas festejaram de uma forma totalmente inusitada, passeando pela cidade e registrando momentos mágicos por alguns dos pontos turísticos, onde consideraram a data como o “aniversário das princesas”.
Mas a maior surpresa estava por vir, quando no período da noite ao festejarem em um badalado restaurante, as aniversariantes foram surpreendidas com a presença de Lucas Jagger (19), filho da apresentadora Luciana Gimenez, o qual reside na cidade e fez questão de festejar e brindar com o grupo.
O ator Thomaz Costa e o personal trainer Gabriel Zandonai participaram de uma ação educativa, organizada por policiais experientes e renomados no cenário de segurança pública. O curso para quem deseja aprimorar ou iniciar seu contato com arma de fogo, como é o caso do galã, foi realizado na cidade de Atibaia/SP neste domingo (28/04).
Os dois galãs foram orientados pelo investigador do GOE Diego Del Rio e contaram com a expertise de outros dois profissionais – o policial militar Giovani Silvestre e o delegado Paulo Bilynskyj.
O curso recebeu mais de 45 pessoas e todos os participantes receberam orientações de como manusear diferentes tipos de armas. O intuito principal do curso é que todos os cidadãos dar uma visão geral sobre o universo das armas de maneira prática, divertida, inovadora e muito segura.
Empolgado e muito bem orientado, Thomaz Costa foi um dos alunos mais atentos e interessados e brincou com a situação: “Minha mãe não vai entender nada”, se referindo ao fato de ter conseguido manusear as armas.
Já Gabriel Zandonai demonstrou pontaria e precisão ao atirar contra o objeto alvo. “A equipe é muito profissional e foi espetacular essa experiência”, finaliza o personal trainer.
Os dois não estão em busca de autorização para o porte de armas e participaram apenas de demonstrações educativas, além disso o instrutor Diego Del Rio esclarece que “todos os participantes recebem nossas orientações para não reagirem jamais a um assalto, além disso não incentivamos a violência como forma de resolver quaisquer conflitos”.
A próxima edição do curso será realizada no dia 09 de junho, na cidade de Atibaia/SP e as informações para inscrição estão em www.projetopolicial.com.br
MÚSICA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA – TRIO PORTINHO, GRUMSER, FRÓES APRESENTA TRABALHO AUTORAL E STANDARDS NO AUDITÓRIO GUIOMAR NOVAES, 8 DE MAIO
A série Recitais de Guiomar Jazz apresenta o trio Portinho, Grumser, Fróes, dia 8 de maio, às 20h, dentro da nova programação da Sala Cecilia Meireles que valoriza a música autoral contemporânea brasileira. O repertório tem como base a sonoridade jazzística da música brasileira das décadas de 1960/70.

Separados por uma geração inteira, Raphael Grumser, guitarrista com 24 anos radicado nos EUA, e Lipe Portinho, contrabaixista/arranjador com 51, gravaram em 2018 um CD com a cantora estoniana Pille-Rite Rei só de composições originais e aí começou a parceria que desaguou no Duo Portinho Grumser e depois no Trio com o baterista Andre Fróes.
“Encontrei o Grumser pela primeira vez, em 2017, em uma canja num show de jazz. Parei para aplaudir o virtuosismo inteligente do jovem e exímio guitarrista e depois o chamei para a gravação do CD”, explica Lipe Portinho.
Com composições originais em gêneros brasileiros, também com um Piazzolla e standards de jazz, a sonoridade do trio pode ser traduzida na frase do contrabaixista Paul McCartney: “Eu sinto como os anos 60s estivessem para acontecer, eu sinto como um período no futuro para mim, muito mais que um período do passado”.
Músicos:
Lipe Portinho – contrabaixo – Começou seus estudos aos 10 anos de idade, tendo sido aluno do violonista Leo Soares e dos contrabaixistas Omar Cavalheiro e Sandrino Santoro. Também foi aluno de regência do Maestro Roberto Tibiriçá. Graduado pela Escola de Música da UFRJ em contrabaixo, mestrado e atualmente Doutorando, tocou 10 anos no naipe da Orquestra Petrobrás Sinfônica. Como arranjador é especialista em grandes orquestras e já escreveu e dirigiu para Ana Botafogo, Abertura da Árvore de Natal da Lagoa, Prêmio O Globo “Faz Diferença”, Renato Aragão, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Gama Filho, Camerata Santa Teresa, Abertura da Missa de 100 de JK, etc. Foi Diretor Artístico da Sala Baden Powell de 2009 a 2011. Em 2014 lançou seu CD solo com composições próprias. Em 2016 apresentou o segundo CD – Brazilian Grooves – que é o resultado do seu mestrado profissional na UFRJ junto com o documentário de mesmo nome. Na televisão, é produtor musical da série JAZZ, MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA em exibição no canal Arte1.
Raphael Grumser – guitarra – Guitarrista, compositor e vocalista americano/carioca, Raphael Grumser, foi para a Berklee College of Music, onde estudou com luminares na Pedagogia do Jazz, como Richie Hart, George Garzone e Kenny Werner. Atualmente, é mestrando na NYU em Nova Iorque. Após a formatura em Berklee, voltou ao Rio para participar da cena musical local. Originalmente um guitarrista do Rock e Blues, Raphael se interessou posteriormente por Jazz, Música Clássica e Música Brasileira e busca combinar todos esses elementos em performance e composição. Recentemente, Raphael se apresentou em grupos de jazz, como o Brazilian Adventures da cantora Estoniana Pille-Rite Rei, que gravou um álbum em 2018, bem como com artistas de música contemporânea e hip-hop. Atualmente está trabalhando em seu EP de estreia, Falso Espelho.
Andre Fróes – bateria e percussão – Andre Fróes é baterista e percussionista, brasileiro, do Rio de Janeiro. Bacharelando em Percussão Sinfônica pela UNIRIO, já tocou com grandes artistas baseados no RJ, entre eles: Osmar Milito, Indiana Nomma, Luiz Brasil, Bibi Ferreira, Augusto Mattoso, Ana Azavedo, Leo de Freitas, Thais Motta, Rio Art Orquestra entre outros grandes nomes.
Repertório:
1) Alone Together – Dietz & Schwartz
2) Orfeu e Eurídice – Raphael Grumser
3) Todas as Cores – Lipe Portinho
4) Amor Proibido – Cartola
5) Ask Me Now – Thelonius Monk
6) Uma Coleção de Páginas – Raphael Grumser
7) False Mirror – Raphael Grumser
8) Parque Lage – Lipe Portinho/Raphael Grumser
9) Kicho – Astor Piazzolla
10) Malandro – João Donato
11) Balada Para Um Mundo Solitário – Lipe Portinho
12) From This Moment On – Cole Porter
ROTEIRO:
TRIO PORTINHO, GRUMSER, FROÉS
8 MAIO ÀS 20H
AUDITORIO GUIOMAR NOVAES – SALA CECILIA MEIRELES – LARGO DA LAPA, 47 – LAPA
INGRESSOS: R$ 20,00/R$ 10,00 MEIA ENTRADA
A CANTORA POP COM MUITO ESTILO E TALENTO
A cantora Luiza Luh se apresenta neste domingo (05) na maior feira erótica do Brasil. Entre as atrações estão Andinho, Rebeca, Valesca, Naldo, Mc Gorila. Seu último sucesso “Vingativa” teve 279 mil visualizações no youtube e vem despontando como um dos grandes nomes no cenário do pop nacional.

Um dos destaques este mês foi o lançamento cover da música “Shallow” que ganhou o Oscar como melhor canção original do filme “Nasce Uma Estrela” da cantora Lady Gaga e sua interpretação chama atenção nas redes sociais. confira.:
SOBRE LUIZA LUH
Luiza começou a carreira cantando no coral da igreja onde frequentava com sua mãe, estudou piano, flauta, e, instrumentos de percussão, além de aulas de canto erudito. Para custear o sonho e ajudar a família, ela cantava em casamentos, formaturas, e animava festas infantis.
Em seu aniversário de 15 anos, Luh gravou um CD com 15 músicas covers para dar de convite aos amigos, foi onde descobriu que precisava profissionalizar seu trabalho e gravar músicas autorais, então passou a escrever suas primeiras composições, entre elas, “Delirar” que foi o seu primeiro Single, gravado com o maestro e produtor, Julinho Teixeira, no final de 2015, e que foi parar nas rádios devido a um remix feito pelo DJ Detona.
Luiza Luh sempre soube que o caminho não seria fácil, por isso, investiu em aulas de Jazz, sapateado e Stiletto. A morena sonha alto e já tem uma música em Inglês pronta para lançar “ Estou esperando o momento certo” confidencia.
PROGRAMAÇÃO FEIRA ERÓTICA
Shows Boate – a partir das 23h
– BOATE SEXY FAIR
Todos os dias, das 23h até as 3h30.
Shows com Valeska, Naldo e MC Koringa, além de sorteio de brindes com a equipe de promoção e DJs da Rádio Transamérica FM.
– STAND UP COMEDY
Nesta edição da Sexy Fair, a galera vai poder dar muita risada com grandes nomes do stand up. Os shows foram idealizados pelo ator Nizo Neto.
– CONCURSOS
Dia 30/04 (terça-feira) – Musa e Muso Raça (seletiva)
Concurso musa raça será eleita a mais bela garota e garoto Sexy Fair.
O concurso mais lúdico da Sexy Fair, que conta com personagens oriundos de acchi, hentai.
Organizado pelo Pole Fit Studio, o concurso Pole Classique esbanja classe e sensualidade nas acrobacias de pole dance em um concurso nas categorias profissional e amador. No total, entre as quatro categorias do concurso, serão distribuídos R$ 5 mil em prêmios.
A sensualidade e o charme desse concurso contagia o público, trazendo a afirmação e o empoderamento da mulher plus size.
O evento tem como objetivo escolher, anualmente, representantes da beleza, carisma e toda a sensualidade na beleza negra.
Será o dia da diversidade, com ênfase na população LGBTI+. Será eleito o melhor desempenho no palco levando em conta carisma, produção e criatividade.
REDES SOCIAIS LUIZA LUH
https://www.youtube.com/channel/UCkuWyXBOFGww_FvIhwRaTSg
https://www.facebook.com/luizaluhoficial/
Assessoria: jornalalagoas.com
Patricya Travassos tem um recado para você
https://www.youtube.com/watch?v=l8qXh52QRIs
O riso é a maneira mais poderosa de transformação pessoal. Quando rimos de nós mesmos, deixamos para trás culpas, ressentimentos, dramas e apegos, e conseguimos mudar questões que estavam armazenadas no fundo da nossa alma. Não é fácil fazer rir. Todo comediante sabe disso. Por incrível que pareça, fazer chorar é mais fácil. A comédia precisa de um fundo de verdade para que o público se identifique. E é o que ocorre no espetáculo de Patricya Travassos, “Aérea”, que, pela primeira vez, será apresentado em Bangu. Apenas no fim de semana dos dias 03, 04 e 05 de maio, no THEATRO BANGU SHOPPING. A peça trata de um tema que sempre esteve presente desde que a humanidade existe: o desejo de amar e de ser amado. No palco, Patricya, que encara o seu primeiro monólogo no teatro em mais de 40 anos de carreira, vive uma comissária de bordo que faz loucuras para ter o homem que ama ao seu lado. Essa mistura de emoções, bem divergente do comportamento que se espera dos funcionários no universo corporativo, é o que faz desse drama uma supercomédia. “Aérea”, com texto assinado pela a própria atriz e sob a direção do premiado Marcus Alvisi, poderá ser vista na sexta-feira e no sábado, às 21h; e no domingo, às 19h.

Num tempo em que lidar com as emoções está cada vez mais difícil, a peça traz à tona a solidão, a rejeição e a dificuldade de viver frustrações através de uma personagem descontrolada, que altera seu estado de humor, dependendo do quanto está se sentindo amada. Para Patricya, sua personagem poderia ser de qualquer profissão. Afinal, mulheres ciumentas e possessivas existem por aí. Interpretar uma comissária de bordo foi uma escolha relacionada à sua memória de infância. Já que sonhava ser aeromoça e ter o mundo todo como se fosse seu bairro. Mas, por aqui, lógico, a personagem ganha um tom acima. E é claro que a composição deu bossa.
“Sempre gostei desse tipo de mulher que exagera na medida, que frequenta esses ‘lugares’ de pessoas que amam demais. De mulheres que se perdem muito em relações, se entregam demais, projetam demais numa pessoa a solução para a vida delas. E morrem aos poucos se não forem correspondidas. Ainda temos no DNA o mito do príncipe encantado, a crença de que precisamos de um homem para sermos felizes e para existirmos socialmente. As mulheres estão vivendo um grande momento de transição, de mudanças profundas e de desmitificação de padrões, mas, exatamente por ser o momento de transformação, nossas características estão mais afloradas. Ou somos a mulher forte e independente ou a figura frágil que joga toda a razão de sua existência numa relação. Esse conflito é que nos torna, dramaturgicamente falando, engraçadas, patéticas, instáveis e fortes. Eu gosto muito das pessoas que trabalham num ambiente formal, em que têm que se comportar de um certo modo, e não conseguem caber naquele limite. A vida emocional extrapola o uniforme e a conduta que ela deve ter. Gosto dessas escorregadas. Pra comédia, funciona”, explica ela, que recentemente viveu Grace/Graça da novela das seis da Globo “Espelho da Vida”, sucesso de audiência. Além de ter participado de inúmeros sucessos na TV, no teatro e no cinema. Entre eles: atuou nas novelas “Vamp” e “Brega e chique”; escrevia para as séries “Armação ilimitada” e “TV Pirata”; fez parte do grupo de teatro Asdrúbal trouxe o Trombone, nos anos 70; e muito mais.
Ambientada no pouco explorado universo aéreo, a montagem brinca com o comportamento, normas e rotina exigidos nos aviões para mostrar o estado emocional de uma comissária dilacerada por uma relação afetiva, não correspondida, com um piloto que trabalha na mesma companhia. Mas Patricya confessa que quando o projeto começou a nascer, ela ainda não tinha ideia de como tudo iria se desenvolver. Foi um processo criativo sem técnica, mas de pura intuição, como ela mesma diz.
“Comecei a escrever, cenas soltas sobre essa personagem apaixonada. Mas sem saber pra onde ia essa história. Mais tarde as cenas foram tomando forma e virando uma história com princípio, meio e fim. ”
Zap 979272212 (DIOGO BONFIM)Duração: 60 minutos / Classificação: 12 anos.
AS CANTORAS DO RÁDIO /Ellen de Lima e Luciene Franco brindam a véspera do Dia das Mães com sucessos da MPB
Véspera do Dia das Mães e a grande dica de presente para as mamães é um ingresso para o show Cantoras do Rádio, com as divas da MPB Ellen de Lima e Luciene Franco. O espetáculo em única apresentação acontecerá no sábado, dia 11 de Maio, às 20h, na Lona Cultural Carlos Zéfiro, em Anchieta – Zona Norte do Rio.
Vozes importantes que marcam a música brasileira desde os anos 1950, Ellen de Lima e Luciene Franco vão reviver as mais belas canções da MPB. O espetáculo é inspirador tanto para jovens, quanto para adultos e o público de terceira idade, que cresceu ouvindo Ellen e Luciene na época de ouro das rádios do Brasil. Aos novos, o exemplo de cantar bem e música boa ao vivo, aos mais velhos a motivação de que a arte não tem idade, nem fim.
Ellen de Lima começou sua carreira em 1950, apresentando-se no programa “César de Alencar”, destinado à descoberta de novos cantores. Participou também do programa “Alvorada dos Novos”, da Rádio Mayrink Veiga. A artista interpretou sucessos de Ângela Maria no programa “Aí Vem o Sucesso”. Sua importância para música brasileira é tanta que em 1990, recebeu menção honrosa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelos serviços prestados à música brasileira. Desde 1988, faz parte do grupo As Cantoras do Rádio.
Em seu primeiro disco cantou músicas escritas por Armando Nunes (“Até você”) e de Allain Romano (“Melancolia”). Em 1957, já na Rádio Nacional, fez sucesso com seu bolero “Vício”, de Fernando César, incluído em seu primeiro LP “Só Ellen”, que trazia ainda o sucesso “Mente” (Fernando César). Seus outros sucessos estão no LP “Ellen de Lima” (1963) e no LP “Ellen Canta” com hits como, “Na paz do seu olhar” e “Você é todo mal que me faz bem”, “Cante, Cante”. Ela também passeia por sucessos de Dolores Duran, como “A Noite do Meu Bem”, além de marchinhas carnavalescas dos repertórios de Linda e Dircinha Batista e também do de Carmen e Aurora Miranda.
Luciene Franco iniciou a carreira artística em 1957, quando gravou pela gravadora Copacabana seu primeiro disco, assinando apenas Luciene, com as músicas “Tarde morena de Espanha” (Luís Bonfá) e “Ave Maria” (Vicente Paiva). Em 1958 lançou as músicas “Paz de espírito” (Luiz Bonfá – Reinaldo Dias Leme), “Eu fui de novo à Penha” (Ary Barroso), o samba-canção “Conversa” (Evaldo Gouveia – Jair Amorim) e o samba “Não foi a saudade” (Severino Filho – Alberto Paz). No mesmo ano gravou as clássicas “Manhã de carnaval” e o “Samba do Orfeu” (ambas de Luiz Bonfá e Antônio Maria), as duas músicas pertencentes à trilha sonora do filme “Orfeu do carnaval”, de Marcel Camus.
Nessa época foi levada por Ary Barroso, que a considerava uma de suas cantoras favoritas, para cantar na boate “Friend’s” com Ernâni Filho. Em 1959 gravou o LP “Luciene, A Notável” com orquestração do maestro Severino Filho. Convidada por Ary Barroso participou da festa de aniversário do presidente Juscelino Kubitschek no Palácio Laranjeiras. Vale ressaltar que Luciene foi a primeira cantora a gravar uma canção dos compositores Geraldo Vandré e Baden Powell: “Rosa flor”.
Dois anos depois (1961) o público conheceu um dos seus maiores sucessos: “Ternura antiga” (Dolores Duran – Ribamar) e o samba-canção “Poema do adeus” (Luiz Antônio). Em 1963, gravou com o cantor Moacyr Franco as canções “O bicho papão” (Rogério Cardoso) e “Luzes da Ribalta (Limelight)” (de Charles Chaplin – versão de Antônio de Almeida – João de Barro). E Luciene Franco nunca parou de cantar. Vieram com isso sucessos sequenciais como, “Gente maldosa” (Glauco Fernando Pereira), “Ma vie” (Alain Barrière) – música francesa que ficou nove meses na parada de sucessos em todo o Brasil; o samba “Louco (Ela é seu mundo)” (Wilson Batista – Henrique de Almeida).
Serviço
Lona Cultural Carlos Zéfiro – Estrada Marechal Alencastro, 4113 – Anchieta, Rio de Janeiro. Data: 11 de Maio, sábado. Horário: 20h. Gênero: Música/MPB. Classificação: livre. Capacidade: 320 lugares Contato: lonazefiro.cultura@gmail.com. Informações: 2148-0813. Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia-entrada para todos). Bilheteria de terça a domingo, das 11h às 19h. Informações: 2148.0813
Fé, dor, renovação, esperança e amor são alguns dos elementos abordados no novo espetáculo, “Fora da caridade não há salvação”, de Cyrano Rosalém, que estará no Theatro Bangu Shopping, na próxima quarta-feira, dia 1º de maio às 19h00. No palco, Érica Collares e Rogério Fabiano dão conta do recado nessa emocionante história sobre renascimento. A direção também é assinada por Rosalém. Em tempo: os atores e a equipe já são referência pelo país em peças com tema espírita. Há sete anos, eles viajam em turnê pelo Brasil com quatros produções sobre o tema, entre elas “Allan Kardec – Um olhar para a eternidade”, sucesso de público e visto por mais de 500 mil pessoas em cem cidades no Brasil. A nova peça poderá ser vista apenas às quintas-feiras, às 18h, até o dia 27 de junho.

O espetáculo se passa num quarto de hospital, onde José está internado devido a um câncer. Ateu convicto, ele tem conversas diárias com a enfermeira espírita Maria. Os assuntos versam não somente sobre a doença dele, mas sobre a existência da espiritualidade. Nem ele nem ela têm pudores de falar sobre as suas vidas pessoais e suas trajetórias. Os embates sucedem-se o tempo todo, ora cômicos, ora trágicos. Mas, sem que percebesse, a índole materialista de José irá se transformando. Num trecho da peça, Maria diz: “Se as dores do seu irmão não lhe causam dor, então, quem precisa de ajuda é você”. A peça foca no pensamento positivo. “A mensagem é: acredite em você mesmo. Nunca desista”, enfatiza o autor Cyrano Rosalém, que teve num sonho a inspiração para criar o texto. “Os personagens são completamente fictícios. Foi um sonho que eu tive. Tanto que escrevi a peça em uma semana. Ela veio pronta na minha cabeça. “
Há sete anos atuando como Allan Kardec e, há dois, como Léon Dennis e Chico Xavier, nos teatros, dessa vez, Rogério Fabiano tem a missão de interpretar um personagem fictício. “Fazer o José será um desafio. É um personagem muito forte, doente e cheio de raivas do mundo. Eu fico muito emocionado quando leio a peça. É diferente de quando faço Kardec, Léon Dennis ou Chico Xavier, que são personagens históricos, reais. O meu José nascerá das minhas emoções, de dentro de mim”, diz Rogério, que complementa: “É um texto tradicional, um drama, no qual os conceitos espíritas entram através da generosidade da enfermeira em cima da amargura, do mau humor e da descrença do paciente”.
A atriz Érica Collares surge em cena como a enfermeira Maria, que, através do espiritismo, tenta transformar o descrente José em uma pessoa melhor. “Maria é uma enfermeira altamente espiritualizada e que vê em um paciente a possibilidade de resgatar um carma do passado. Com muito bom humor e sabedoria, ela consegue criar uma relação com José e tenta transformá-lo e ajudá-lo a entender melhor a sua doença e a tornar-se um ser humano melhor”, explica Érica, que está encantada com o novo desafio.

“Este espetáculo é um presente divino, no qual os fundamentos do espiritismo são colocados em prática. A peça mostra exatamente como é um processo de evolução espiritual da alma no plano terrestre. Eu estou muito feliz em mostrar, através da arte, algo tão essencial. É um espetáculo surpreendente, a cada cena uma novidade e com uma surpresa deliciosa no final”, conta ela.
A direção também coube a Rosalém e ele conta como é a jornada dupla de acumular as funções de autor e diretor: “Difícil. Ser o autor e dirigir o próprio texto é sempre difícil. Tem seus prós e contras. O pró é que a peça já veio inteira pronta na minha mente. O contra é ser – e tem que ser assim – magnânimo pra aceitar todas as sugestões que vierem, seja dos atores ou dos técnicos. Mas, no fim, o filtro sou eu. ”
GERALDO CARNEIRO É O CONVIDADO DESTA SEMANA DO PROJETO TEATRO TÔNICO, DO TABLADO
Ciclo de palestras de introdução à história do teatro reúne importantes nomes das artes cênicas
O poeta Geraldo Carneiro é o terceiro convidado do projeto Teatro Tônico, ciclo de palestras de introdução à história do teatro ocidental promovido pelo Tablado. O tema do encontro desta sexta-feira (26/4) é “Shakespeare e a invenção do Renascimento”. Geraldo Carneiro discorrerá sobre o rompimento com as tradições do teatro medieval, indo da Era Elisabetana (XV D.C). a William Shakespeare (1564/1594). A palestra começa às 20h e os ingressos custam R$ 40.

Teatro Tônico – São 16 encontros temáticos, um por semana (sexta-feira, às 20h), voltados para profissionais e estudantes de teatro, professores e interessados em cultura em geral. Importantes nomes das artes cênicas como Cacá Mourthé, Érika Rettl, Hamilton Vaz Pereira, Isabela Fernandes, Lídia Kosovski, Lionel Fischer, Renato Icarahy, Ricardo Kosovski e Venício Fonsecavão ministrar as palestras, com duração de 120 minutos.
Trinta e cinco músicos músicos de 22 países incluindo importantes nomes brasileiros e orquestras de projetos sociais apresentam-se em maio em cerca de 80 concertos em espaços culturais e pontos turísticos do Rio de Janeiro. A iniciativa é do Música no Museu, um projeto de musica clássica com 21 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano, atingindo o Brasil de norte a sul e com uma vertente internacional e que há 14 anos dedica o mês de maio a este instrumento. A abertura será no dia 1º de maio, já trazendo uma novidade qual seja a integração entre a harpa e a gaita de foles com a apresentação de uma orquestra comunidade, um projeto de inclusão social em São Gonçalo com uma harpista brasileira. No encerramento, dia 31 de maio no CCBB, apresenta-se uma harpista da Escócia tocando música antiga. Todos os concertos são gratuitos.

A HARPA:
Há instrumentos de origens arcaicas, com sonoridade delicada, que chegam como mera curiosidade aos nossos ouvidos tão acostumados ao barulho da vida moderna. A harpa, felizmente, vem atravessando milênios sem deixar de se adaptar a diferentes culturas e estilos musicais e sem minguarem os seus adeptos, apesar de não gozar de tantos praticantes ou de um repertório tão amplo quanto os de outros instrumentos clássicos, como o piano ou o violino. Mais que uma excentricidade de épocas passadas, a harpa se mostra relevante nos dias de hoje, e uma prova disso é a chegada da XIV edição do RioHarpFestival, evento anual que tem acontecido sem interrupção e sempre conta com recitais lotados. Consolidado no roteiro internacional da harpa, o festival carioca traz apresentações com músicos, vindos de vários países. tocando do clássico ao rock, passando por étnico, jazz e também ritmos brasileiros. Tudo criado por dedos ágeis ao pinçar as cordas da harpa. Muitos artistas têm composto novas obras, contribuindo para que o instrumento não fique parado no tempo. Alguns exemplos como o do argentino Athy que toca até rock em harpa elétrica, o mesmo acontecendo com o Burning Symphony e seu harpista Jonathan Faganellpo que agrega o heavy metal no seu programa.
Muitas são as nacionalidades presentes no rol de atrações: italiana, portuguesa, belga, croata, africana do sul, japonesa, colombiana, argentina, paraguaia, norte-americana, peruana e brasileira são algumas delas. Os tipos de harpa utilizados são igualmente variados, da clássica às regionais ressaltando a llanera diferente da celta, que não se assemelha à paraguaia, por exemplo. Os eventos concentram-se no CCBB, mas também em espaços culturais como o Centro Cultural Justiça Federal, Museu do Exército-Forte de Copacabana e também aportam em pontos turísticos do Rio de Janeiro, como Corcovado, Ilha Fiscal, Iate Clube, Jockey Club e AquaRio e nos clubes, Iate e Hebraica. Uma estratégia adotada este ano foi a de repetir artistas em mais de uma apresentação já que, na edição anterior, foi preciso arranjar, de última hora, apresentações extras para atender à demanda de público, que ultrapassava a lotação das salas. Destaque, também, para a inclusão de orquestras de várias comunidades em trabalhos de inclusão social pela música e que entrosarão com os harpistas estrangeiros com evidentes ganhos recíprocos.
Cidade importante de outro estado como São Paulo, também entrou no circuito do festival, já na quarta versão- IV SPHarpFestival que cresce a cada edição, confirmando a potência de um dos mais delicados instrumentos musicais. Talvez seja questão de tempo para que, assim como a série Música no Museu, ele possa atingir todo o Brasil.
Enquanto isto já se expande para a Europa com concertos em Lisboa e Coimbra (Portugal), Madrid (Espanha), Bruges (Bélgica), Grasse( França), Milão(Itália), New Orleans (USA) e Caribe todos com harpistas locais, mostrando assim a sua repercussão internacional.
O RioHarpFestival insere-se no projeto Música no Museu que nos seus 21 anos de atividades registra um público superior a 1 milhão de espectadores no Brasil de Norte a Sul mas que se expandiu para cidades de países de todos os continentes levando musica e músicos brasileiros para o exterior. Detentor de 30 prêmios nacionais e internacionais, foi tema de Mestrado na Universidade de Berlim, e considerada a maior serie de música clássica do Brasil. Na sua programação anual, dividida em concertos referentes às estações do ano (Concertos de Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal) a cada mês privilegia um tema ou um naipe. Maio é o mês das harpas.
DESTAQUES:
O belga Jacques Vandelvede tocará em uma harpa dupla, outra novidade do festival. Já o Ecos Latinos, de New Orleans apresenta-se com a Orquestra Violões do Forte, um projeto desenvolvido na Comunidade do Pavão-Pavãosinho e na mesa linha, a Camerata do Uerê, da Comunidade da Maré com o harpista……. da…….. Já os Tambores do Japão, um registro especial do Japão com tambores de 2 metros de altura, apresenta-se com…………mostrando a integração da percussão com a harpa.
Les Alizes, um quinteto oriundo da França e da Martinica fará apresentações tendo como pano de fundo o lindo mar do Caribe. Destaque, também, para a música libanesa com Al-Nur Kibir e na lista das harpistas clássicas, Kobie di Plessis, da África do Sul, Elizabeth Jaxon, dos Estados Unidos, Edith Gaeger, da Áustria e assim por diante.
Programação:
Dia 1º de maio – 4ª feira
CCBB – Teatro II
– 15h:Orquestra de Gaitas de Foles. Participação especial Vanja Ferreira, harpa- Brasil
– 17h: Athy, harpa- Argentina
Dia 2 de maio – 5ª feira
CCBB – Teatro II
– 12:30: Athy, harpa- Argentina
– 15h: Les Alizés: Claire Le Fur, (harpa), Guy Louiset,Franck
Bilot,Sissi -FRANÇA
BIBLIOTECA DA MAISON DE FRANCE
– 19h: Claire Le Fur, harpa.
Dia 3 de maio – 6ª feira
– 12:30: Les Alizés: Claire Le Fur, (harpa), Guy Louiset,Franck
Bilot,Sissi -FRANÇA
– 15h: ATHY, harpa-ARGENTINA.
CCBB – Teatro II
Dia 4 de maio – Sábado
CCBB- Teatro
– 13h: Les Alizés: Claire Le Fur, (harpa), Guy Louiset,Franck
Bilot,Sissi –FRANÇA
– 15h: Ensemble of Zagreb harp festival(Tajana Vukelić Peić, Biserka Krčelić, Petra Barisić-harpas, Srđan Peić-french horn, Nikola Peić-voz)
-18h: Athy, harpa- Argentina.
MUSEU DO EXÉRCITO-FORTE DE COPACABANA
Dia 5 de maio – Domingo
CCBB – Teatro II
– 13h: Ensemble of Zagreb Harp Festival
XIV RioHarpFestival
XIV INTERNATIONAL HARP FESTIVAL OF RIO DE JANEIRO
Le XIV ème FESTIVAL INTERNATIONAL DE LA HARPE DE RIO DE JANEIRO
April/May, 2019.
Em maio, o Rio de Janeiro é a capital mundial das harpas