Um arraia pra lá de divertido, dessa vez quem nos conta a história já conhecida dos porquinhos é sua própria mãe que depois de ter os filhos crescidos mostra a eles como devem seguir para a nova vida de adultos, e assim após alguns dias de viagem os 3 porquinhos chegam finalmente em uma linda clareira onde cada um deverá construir sua casinha para então prepararem as festanças do interior a famosa festa caipira, com direito a fogueira e bandeirolas, muita comida e até um casamento… Rosa nossa porquinha mais fofa irá se casar com um belo, elegante e misterioso pretendente, mas seus irmãos Kika e Pietro desconfiados do caráter desse pretendente resolvem armar uma para descobrir o passado do futuro noivo de Rosa e para a surpresa de todos eles descobrem que o fajuto noivo é nada mais é nada menos que o Maumau o Lobo mau da Floresta, que já vinha a algum tempo arquitetando uma forma de fazer dos três porquinhos seu prato principal, então Pietro descobre que uma das habitantes da floresta é apaixonada pelo lobo e que o mesmo não suporta essa habitante, então eles armam um casamento às cegas para o lobo, e quando ele é desmascarado resolve invadir a casa dos porquinhos para capitura-los… Mas como diz o velho ditado: “mexe comigo mas não mexe com meus filhos”. Dona Nona Pig muda todo o final dessa história!
ELENCO: Narrador/Vpvó pik – Pablo Pereira Porquinha Rosa – Aléxia Pires/Alana Bergamo Lobo mau – Thiago Murro? Bruno Jovita Porquinho Pietro – Hugo Faro/ Joao MiranGilberto Félix Porquinha Kika – Twigg/Rodrigo Fernando Chapeuzinho – Rayssa Bentes Balet – Flávio Rocha/Igor Arvelos/Igor Arvelos / Ingrid Maia/ Deborah Regina/Levy Leal/Caio/ Thainá Tavares/ Ana Karolina
Ficha Técnica: Direção geral – Allan Ragazzy Texto e coreografias – Dharck Tavares Direção musical – Thiago Garcia Concepção – Leandro bispo Direção de produção – Deise Reis e Leandro Bispo Canções Originais – Bruno Camurati Produção Musical e Arranjos Instrumentais – Wagner Monaco Guitarras – Rodrigo Kaui Assistente de Coreografias – Thaina Tavares e Rayssa Bentes Cenário – Mario Pereira Figurino – Leandro Bispo Produção Executiva – Sam Gutierrez Assistente de Produção – Suzana Cardoso e Felipe Meneses
Peça: “ ARRAIA DOS PORQUINHOS – O MUSICAL” Theatro Bangu Shopping Rua Fonseca, nº 240/Shopping Bangu -RJ Tel.: (21) 2401-3631 Horários:Sábados, domingos E FERIADO, às 16h Shopping Bangu Temporada: 29/30 DE JUNHO E 06/07 DE JULHO DE 2019. (4 apresentações) Capacidade do teatro: 436 Lugares Classificação etária: 2 anos Valor do Ingresso: R$80,00 (Platéia e Frisas)/R$60,00 (Balcão) LISTA AMIGA = 20 REAIS (ENVIAR OS NOMES PARA O ZAP 979272212) Vendas online: https://www.ingressorapido.com.br/event/8831/d/40387 Crianças menores de 2 anos não pagam entrada. Duração: 60 minutos Classificação etária: Livre para todos os públicos • São aceitos cartões de crédito e de débito (MasterCard, Visa, Dinners) e Vale Cultura (Alelo e Ticket).
Um extenso cardápio de atrações promete fazer a alegria dos fãs da cultura pop oriental no Rio de Janeiro. Realizado em São Paulo há 16 anos, o Anime Friends – maior evento do gênero na América Latina – ganhará sua primeira edição carioca, entre os dias 5 e 7 de julho. Shows nacionais e internacionais com ídolos do pop e rock oriental, bate-papos com atores que dão vida a super-heróis, áreas temáticas e concursos de cosplay estão entre as atrações que ocuparão os Pavilhões 1 e 2 do Riocentro.
Serão três dias de programação intensa espalhadas entre o Palco Principal, Auditório e Áreas Temáticas. Para isso, um time formado por cantores e bandas, atores, influenciadores digitais, cosplayers e dubladores está escalado. Com expectativa de receber um público de aproximadamente 40 mil pessoas, o evento é realizado pela Maru Division e terá na edição carioca sua primeira experiência fora de São Paulo. “Sempre observamos que o maior número de caravanistas do Anime Friends vinha do Rio. Além disso, os artistas japoneses sempre perguntam sobre a cidade e querem conhecê-la. Para unir o útil ao agradável, resolvemos fazer esse tour, pois sabemos que é uma cidade que gosta do Anime e consome muito da cultura oriental”, revela Diego Ragonha, CEO da Maru Division.
Dentre as atrações mais aguardadas do Anime Friends Tour: Rio de Janeiro está o show inédito do Ultraman Heroes, que levará ao palco principal os heróis Ultraman, Ultraman Zero e Ultraman Geed em uma épica batalha contra alienígenas. Por lá também se apresentarão alguns ícones da música pop oriental na atualidade. Representando o fenômeno K-Pop, a cantora coreana NADA é uma delas. A rapper ficou famosa durante sua passagem pelo grupo feminino Wa$$up e agora, em carreira solo, traz seu show para o AF no Rio. Yumi Matsuzawa, que emprestou a voz a sucessos como Chikyūgi (Cavaleiros do Zodíaco – Saga de Hades), e a banda de rock Snowkel, conhecida no mundo pelas músicas para animes como Naruto, Gintama e Kiba, completam o line-up.
Para os fãs de tokusatsu (live-action de super-heróis com efeitos especiais), um momento especial: pela primeira no Brasil, os atoresTakumi Tsutsui e Takumi Hashimoto, que viveram os irmãos Jiraiya e Manabu, na lendária série japonesa, estarão juntos conversando com o público no Auditório Anime. Outro ícone do gênero que estará por lá é o ator Shouhei Kusaka, que viveu personagens emblemáticos como o Policial de Aço Jiban e o ninja Kaminin Oruha, na série Jiraiya.
Muito queridos pelo público, os dubladores também terão espaço de destaque na programação do espaço. Guilherme Briggs (Buzz Lightyear, Petelgeuse, Mewtwo, Radamanthys, Elias e Optimus Prime) e Charles Emmanuel (Tenma de Pégaso, Gowther, Masamune Kadoya, Ash Ketchum e Rony Weasley), entre outros, revelarão alguns dos seus segredos de dublagens em sessões de bate-papo.
Também para conversar com o público, um selecionado grupo de influenciadores digitais: O Papo Nerd com Elas, quadro do canal NSV/Mundo Geek, levará seu cast para discutir assuntos pertinentes à cultura pop; a divertidíssima Haru, do Canal da Haru, que conta com mais de um milhão de inscritos, vai falar sobre seus animes, mangás, livros e filmes favoritos; Leandro Gonçalo (Larc), Rafael Brito (Jiback) e Luis Afonso, do JBox, vão falar sobre os 20 anos do lançamento da série Pokémon no Brasil; e a Gabi Xavier levará ao evento suas análises detalhadas sobre animes e mangás, além de apresentar algumas novidades deste universo.
E se o assunto é cultura pop oriental, o cosplay não poderia ficar de fora. Uma especialista no assunto, a argentina Lady Lemon, vai apresentar algumas de suas impecáveis criações para os cariocas. E além de desfilar pelo evento com suas fantasias, o público presente poderá se inscrever nos concursos e participar de uma divertida competição. O Anime Friends também será palco de uma das etapas brasileiras do CWM – um dos maiores campeonatos de cosplay do mundo.
SERVIÇO:
Anime Friends Tour: Rio de Janeiro
De 05 a 07 de julho de 2019
Horários: Sexta-feira das 12h às 21h | Sábado das 10h às 22h | Domingo das 10h às 21h
Local: Riocentro (Pavilhões 1 e 2)
Endereço: Avenida Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca
FANTÁSTICO MUNDO DA LEITURA INVADE O CENTRO DE PIABETÁ
Programação no sexto distrito vai até sábado (29)
O universo da leitura está invadindo o Centro do sexto distrito da cidade. Começou nesta segunda-feira (24), a 5ª Edição da Feira Literária de Magé (FLIM) com muita música, animação, apresentação teatral e exposição de livros.
“Foi dada a largada para o mundo da contação de histórias na cidade de Magé. Estão todos convidados a participar até sábado aqui em Piabetá. Nossa programação está incrível. Tem teatro, dança, dança de rua, banda, leitura, canto e muita música nesses dias de evento. É a leitura invadindo Magé. No dia 8 de julho, a feira chega ao Calçadão de Magé”, explicou a secretária de Educação e Cultura, Álison Brandão.
A FLIM é realizada pela Prefeitura de Magé, através da Secretaria de Educação e Cultura e da Fundação Educacional e Cultural de Magé, em parceria com a produtora Motivos Produções, que é revisão responsável pela curadoria e programação do evento.
“Todos os dias faremos uma recepção para o público que vem na FLIM. Teremos a presença de autores consagrados e da nossa cidade nos cafés literários. Também teremos alguns autores que vão dialogar com o público falando sobre a importância da sua participação quanto ator, interferindo na sociedade com o seu trabalho e fazendo esse link com a literatura. Durante todo fim de tarde teremos um evento musical com shows de jazz, rock e MPB. Essa FLIM é um mix de atividades e de leitura que estará acontecendo em todos os dias”, contou Rodrigo Lobo, curador do evento.
Mais de mil obras de escritores tradicionais e de autores mageenses estarão expostas na biblioteca da FLIM. O acervo conta com livros com preços acessíveis, a partir de R$ 1.
Esta é a primeira vez que a estudante Iris Matos visita a FLIM. Para ela comprar livros por preços acessíveis é uma excelente oportunidade. “Essa feira é bem bacana. É a primeira vez que vejo aqui em Piabetá, já escolhi vários livros para levar, porque o preço está bem acessível. Já liguei para a mãe dos meus sobrinhos passar aqui para comprar livros para eles”, disse Iris.
“Os livros são bem educativos e despertam atenção das crianças. Minha filha está no Jardim II e ela está começando a conhecer as letrinhas. Então esses livros de colorir e história a atraem. Os preços são bem acessíveis, porque compro para ela em outros lugares e realmente aqui está bem mais barato, vale a pena”, destacou a autônoma, Sabrina Garcia.
O evento é gratuito e aberto ao público. As atividades começam a partir das 8h e vão até às 18h. A Praça 7 de Setembro fica na Avenida Santos Dumont, no Centro de Piabetá, em frente ao Complexo de Saúde do município.
Exames de vistas, doação de óculos e isenção para a retirada da carteira de identidade foram alguns dos serviços oferecidos à população
Uma parceria entre a Prefeitura de Queimados e a Fundação Leão XII levou aos moradores do bairro São Francisco os projetos ‘Novo Olhar’ e ‘Identifica Rio’. A ação realizada na Escola Municipal Monteiro Lobato, no último sábado (22), superou as expectativas e realizou cerca de 1.300 atendimentos pela manhã. Totalmente gratuita a iniciativa contou com exame oftalmológico computadorizado, óculos de grau e retirada de 1º e 2º via de documento de identidade.
Mesmo com o dia ensolarado os moradores de Queimados lotaram as dependências da escola para participarem da ação. A ideia inicial era disponibilizar 750 senhas, mas para atender a demanda e não deixar nenhum morador de fora, cerca de 850 pessoas foram atendidas apenas para as consultas oftalmológicas e escolha dos óculos. Ao todo crianças, adultos e idosos foram beneficiados com a ação.
Quem participou do projeto ‘Novo Olhar’ poderá pegar seu óculos de grau na instituição de ensino (Rua Conde de Aljezur, 1135, São Francisco), no dia 4 de julho. Já os contemplados pelo ‘Identifica Rio’ terão suas identidades disponíveis no Detran (Rua Marli Pereira Araújo, 43, Fanchem), em aproximadamente 10 dias.
O Prefeito de Queimados, Carlos Vilela,falou que a união entre os órgãos públicos serve para beneficiar as pessoas que mais precisam: “O nosso município já oferece à população consultas com oftalmologista gratuitamente, mas sabemos que o custo de um óculos em qualquer ótica é muito alto e, infelizmente, há muitas pessoas que não conseguem pagar. Através dessa parceria, conseguimos ajudar ainda mais com a doação do óculos e isenção da taxa do documento”, afirmou o gestor.
Um novo olhar e uma nova identidade
Moradora do bairro Paraíso, Cíntia da Silva (33), aprovou a iniciativa e já aguarda ansiosa a chegada do óculos. “Estava com muita dificuldade para enxergar de longe e quando fiquei sabendo que teria essa ação aqui, não quis perder a oportunidade. Nem acredito que, dentro de poucos dias, verei melhor as coisas que estão distantes. Só eu sei a dificuldade que passo”, afirmou a moça.
Outra beneficiada pela ação, foi a moradora do bairro São Jorge, Sandra Miranda (36). Ela aproveitou o projeto ‘Identifica Rio’ para tirar a segunda via da identidade. “É muito ruim ficar sem o documento, pois qualquer coisa que vamos fazer eles pedem a identificação. Mas, graças à iniciativa, isso não será mais um problema para mim e em breve estarei com a minha nova identidade”, concluiu.
Numa fase em que a imagem e o ritmo são muito mais valorizados pelo mercado musical, ouvir Nelson Gonçalves é cada vez mais apaixonante. Seu vozeirão e seu estilo são absolutamente únicos, inconfundíveis, com possivelmente o grave mais bonito da história de nossa música. Neste ano de 2019, estamos comemorando seu centenário, e para presentear velhos e novos fãs, o marketing estratégico da Sony Music Brasil dá prosseguimento ao projeto de digitalização do catálogo, restaurando tapes analógicos e projetos gráficos originais de 35 álbuns do cantor. Todos eles estarão disponibilizados nas plataformas de streaming (além dos que já estavam lá), a partir do dia 21 de junho. Haverá ainda diversas playlists temáticas, ambos com minha curadoria.
Nelson Gonçalves parecia uma máquina de fazer discos. Gravou sem parar de 1941 até 1997, e sempre na mesma gravadora, a antiga “RCA Victor” (que um dia foi somente “Victor” e hoje é a Sony Music), falecendo em abril de 1998. Primeiro, registrou 157 discos de 78 rotações (com duas faixas, cada). E já na fase dos LPs, foram 57 álbuns originais, dois póstumos, além de uma montanha de coletâneas e dezenas de compactos. Dos 35 que a Sony agora disponibiliza, inteiramente remasterizados, temos 27 originais (conforme relação abaixo) e oito coletâneas que nunca haviam saído antes em digital, lançados entre os anos 1950 e 1990.
A seguir uma lista dos títulos originais:
Anos 1950 – Noel Rosa na voz romântica de Nelson Gonçalves (1955), “Caminhemos” – Nelson Gonçalves interpretando músicas de Herivelto Martins (1957) e “Meu perfil” (1960)
Anos 1960 – Sambas e boleros na voz de Nelson Gonçalves (1961), Eu e minha tristeza (1962), A voz de seresteiro (1965), Coisas minhas (1966), Nelson Gonçalves e o tango (1967), Missão cumprida – a volta de Nelson Gonçalves (1968), Apelo (1969) e Só nós dois (1970)
Anos 1970 – Pra você (1971), Sempre boêmio (1972), Nelson 35 anos depois (1974), Nelson cada vez melhor (1975), Nelson de todos os tempos (1975), Nelson até 2001 (1976), Nelson de 3 gerações (álbum triplo, 1977), Reserva de domínio (1977), Eu te amo (1978), Os 40 anos de Nelson Gonçalves (1980)
Anos 1980 – Produção 96 (1981), Conclusão (1982), Joias musicais (1983), Hoje como antigamente (1984) e Ele & elas (1984)
Anos 1990 – O boêmio e o pianista – com Arthur Moreira Lima (1992)
Há também ótimas coletâneas. A primeira saiu originalmente ainda em LP de 10 polegadas, com apenas oito faixas, em 1957, como “Pensando em ti” (esta com alguns de seus maiores hits até então, inclusive a faixa-título). Depois, Dos meus braços tu não sairás é uma excelente compilação da sua fase 78 rotações lançada em 1963. O título é o mesmo de um de seus primeiros sucessos, ainda em ritmo de fox-canção (gênero que caiu em desuso a partir dos anos 50, sendo resgatado apenas por Roberto Carlos com “Emoções”, em 81). Há também os quatro volumes da Seleção de ouro, que trazia à época algumas inéditas, como “Negue” e “A noite do meu bem”, e ainda Nelson Gonçalves a pedidos(1966) e, um mais recente, Nelson Gonçalves & convidados (1996), da fase em que realizou duetos memoráveis com grandes astros e estrelas da MPB, como Gal Costa, Alcione, Milton Nascimento e Fafá de Belém.
Uma biografia impressionante
Para quem não sabe, Nelson Gonçalves foi um dos três cantores mais populares do Brasil de todos os tempos, rivalizando com Francisco Alves (seu antecessor) e Roberto Carlos (que o sucedeu), mas demorou muito para alcançar o sucesso, pois ninguém acreditava que aquele ex-lutador de boxe e ex-garçom poderia mesmo cantar, ainda mais porque era gago. Fez testes nas principais emissoras cariocas e nada conseguiu. Um dia gravou um acetato e foi com uma carta de recomendação à gravadora Victor. O diretor Vitorio Lattari ouviu, gostou, mas quando se deu conta de que o rapaz gaguejava pensou tratar-se de um impostor. Até que o flautista e produtor Benedito Lacerda, presente no local, decidiu lhe dar uma segunda chance, chamando-o para um teste com orquestra ao vivo. No meio da música já estava contratado. Nesta época, Orlando Silva, sua grande inspiração, era o maior astro do momento, entretanto, teve graves problemas de saúde que modificaram sua voz fazendo sua carreira declinar. Nelson, ao contrário, já em 1942 fazia um sucesso estrondoso com o fox-canção “Renúncia”.
A seguir vieram tantas outras, entre sambas (“Dolores Sierra”, “Normalista”, “Nega manhosa”, “História da Lapa”), valsas (“Maria Betânia”, sem o “h” mesmo, que inspirou o nome da famosa cantora), tangos (“Carlos Gardel”, “Vermelho 27”, “Hoje quem paga sou eu”), músicas carnavalescas (“Serpentina”, “Espanhola”) e muito, mas muito samba-canção, o ritmo preponderante na década de 1950, que o consagrou mais ainda, definitivamente.
Em ritmo de samba-canção, ele emplacou três sambas-canção de Herivelto Martins e David Nasser – “Caminhemos” (que já havia sido hit com Francisco Alves dez anos antes), “Pensando em ti” e “A camisola do dia”. Mas, em 1957, “A volta do boêmio”, composta por Adelino Moreira, que até então era seu divulgador mudou a sua vida. “Boemia aqui me tens de regresso…” diziam os versos que viraram seu maior emblema. Embora já tivesse gravado algumas canções dele, como o hit “Meu vício é você”, a partir de então a parceria se intensifica, e são as composições dele que passam a dominar seu repertório: “Meu dilema”, “Escultura”, “Negue”, “Fica comigo esta noite”, etc.
A partir de então, seguiu pelas próximas duas décadas como o maior vendedor de discos da RCA Victor, cujo auge foi entre os anos 1940 e início de 60. Mesmo com uma vida de outsider, com muitas mulheres, bebidas, jogatinas e o terrível vício em cocaína (que se orgulhava de ter conseguido superar), nada o afastaria dos estúdios. Tanto assim que nos anos 1970 ganhou o prêmio Nipper da gravadora, somente concedido a ele e a Elvis Presley pelo tempo de permanência (e sucesso) na mesma gravadora. A partir da década seguinte, se enturmou com astros e estrelas da MPB, do samba e do rock e gravou mais alguns álbuns memoráveis, em dueto com colegas de geração, como Luiz Gonzaga e Angela Maria, e aqueles que o tinham como ídolo, como Maria Bethânia, Tim Maia, Lobão e Chico Buarque.
As playlists temáticas:
Outro diferencial que a Sony Music promove neste centenário é investir em seis playlists temáticas, mostrando toda a versatilidade do cantor.
1 Nelson Gonçalves e o cabaré – Em ritmo de samba-canção e tango, Nelson Gonçalves vai ao submundo dos cabarés, narrando suas paixões e a “tragédia das perdidas” em canções como “Dolores Sierra”, “Carlos Gardel”, “Quem há de dizer”, “Mariposa”, “Esta noite me embriago” e “Deusa do asfalto”. https://SMB.lnk.to/NelsonEOCabare
2 Nelson Gonçalves também é do sambão – Uma seleção dos melhores sambas de várias épocas na voz do cantor. “Foi um rio que passou em minha vida”, “Louco (Ela é seu mundo)” (com Alcione), “Retalhos de cetim”, “Juramento falso”, “Normalista” e “Nega manhosa” estão na seleção. https://SMB.lnk.to/NelsonSambao
3 Nelson Gonçalves além do cabaré – canções de vários temas, das mais sofisticadas (“Preciso aprender a ser só”) às mais populares (“Eu e a brisa”), incluindo bossa nova (“O barquinho”, “Chega de saudade”), sambas de Cartola (“Sim”) e Nelson Cavaquinho (“Notícia”), marchinhas de carnaval (“Serpentina”), e até algumas estrangeiras, como o bolero “Minha (Mia)”, de Armando Manzanero. https://SMB.lnk.to/NelsonAlemDoCabare
4 Nelson Gonçalves e a sofrência – Uma seleção imbatível, pois uma das especialidades do cantor sempre foi a dor-de-cotovelo, incluindo “Negue”, “Cabelos brancos”, “A volta do boêmio”, “Nunca” e “Matriz ou filial”. https://SMB.lnk.to/NelsonSofrencia
5 Nelson Gonçalves interpreta Clássicos da música popular – Pixinguinha (“Rosa”), Noel Rosa e Braguinha (“Pastorinhas”), Caymmi (“Marina”), Ataulfo (“Na cadência do samba”), Roberto Carlos (“Proposta”), Dolores Duran (“Ternura antiga”), Chico Buarque (“As vitrines”), chegando a clássicos do fado português (“Coimbra”) e do tango argentino (“Mano a mano”). https://SMB.lnk.to/NelsonClassicosPopulares
6 Nelson Gonçalves em dueto – Nelson canta com Maria Bethânia (“Caminhemos”), Gal Costa (“Dos meus braços tu não sairás”), Fafá de Belém (“O negócio é amar”), Roberta Miranda (“De igual pra igual”), Fagner (“Mucuripe”), Tim Maia (“Renúncia”), Luiz Gonzaga (“Asa branca”) e outros pesos-pesados da MPB, do samba, do rock e do soul, gravados já nos anos 1980 e 90. https://SMB.lnk.to/NelsonEmDueto
Após ganhar o mais importante reconhecimento literário da língua portuguesa, o Prêmio Camões, Chico Buarque tem importante fase de sua obra musical digitalizada
Foto da Página Interativa sobre Chico Buarque
Às vésperas de completar 75 anos, Chico Buarque acaba de ganhar o mais importante reconhecimento literário da língua portuguesa, o Prêmio Camões, evidentemente pelo conjunto de sua obra como compositor, dramaturgo e romancista. Poderia, no entanto, bem ter sido apenas pela estrofe acima, seis geniais redondilhas da toada que dá título ao álbum “Paratodos”, de 1993, um dos nove discos de sua carreira gravados entre os anos de 1987 e 2001, que a Sony Music Brasil disponibiliza pela primeira vez nas plataformas digitais de streaming, a partir do próximo dia 21 de junho, dois dias após seu aniversário de 75 anos.
De “Francisco” (1987) a “Cambaio” (2001), os nove álbuns, além de oito coletâneas que também serão relançadas digitalmente, representam a inestimável discografia de Chico na antiga gravadora BMG, hoje no catálogo da Sony. Essa fase marca sua digamos maturidade musical como compositor, letrista e cantor, um conjunto de cada vez mais sofisticadas canções, mas que nem por isso perdem sua aparente simplicidade de cantigas populares.
Para essa ocasião, a Sony preparou também, sempre no universo digital, uma página interativa exclusiva, uma sala virtual sobre o mar do Rio, em que a cada clique do visitante, ele fica sabendo mais sobre toda a carreira do Chico, especialmente pela fase e por cada disco deste relançamento.
A obra-prima “Paratodos”, um dos pontos mais altos dessa fase, é um bom exemplo, senão vejam a estrofe destacada acima: na forma de improviso de um coco de embolada, Chico resume em seis versos não apenas a sua carreira como compositor, mas a trajetória de sua geração, despertada para a música brasileira pela obra inspiradora de Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, o tal Antônio Brasileiro “maestro soberano” da canção, Tom Jobim para o mundo a partir da bossa nova, pai de geração que viveu o inferno e as maravilhas desses anos todos no Brasil.
No caso de “Paratodos”, Jobim literalmente “soprou esta toada”: a inspiração de Chico veio de “Dinheiro em penca”, embolada de Tom Jobim e do poeta Cacaso, do segundo disco que o maestro gravou com Miúcha, irmã de Chico falecida este ano, na antiga RCA Victor (também do catálogo da Sony). Chico, que participou como cantor da gravação original de “Dinheiro em penca” em 1979, pegou desde então a mania de brincar de escrever novos versos (“encher de redondilhas”) a composição de Tom até que, com melodia sua levemente inspirada na do parceiro, partiu da própria árvore genealógica para desenhar a árvore genealógica da moderna música brasileira até a sua geração e com saudação às próximas: “Evoé, jovens à vista”.
“Paratodos”, o álbum, e já a partir da canção-título, é um impressionante conjunto de canções que se tornariam clássicos da música brasileira, como é o caso de “Futuros amantes” (“Futuros amantes, quiçá/Se amarão sem saber/Com o amor que eu um dia/Deixei pra você”), “De volta ao samba” (“Acenda o refletor/Apure o tamborim/Aqui é o meu lugar/Eu vim”) ou a impressionante reflexão sobre o “Tempo e artista” que, qualquer uma das três, já lhe valeria o Prêmio Camões.
E o que dizer das canções então recentes que Chico trouxe de outros trabalhos para o álbum: “Choro bandido”, do musical de teatro em parceria com Edu Lobo “Corsário do rei”, de versos como “Mesmo que você fuja de mim/Por labirintos e alçapões/Saiba que os poetas como os cegos/Podem ver na escuridão”; ou, também com Edu, “Sobre todas as coisas”, do balé “O grande circo místico”, uma impressionante conversa com Deus, ou consigo mesmo, um solilóquio em forma de canção; e ainda “Piano na Mangueira”, com Tom Jobim, que descreve de forma poética a homenagem da escola de samba ao parceiro, transformado em enredo.
Do samba sincopado, gênero tão cultivado por Chico, “Biscate” (que tem participação de Gal Costa) à canção autobiográfica “A foto da capa”, as músicas de “Paratodos” trazem um letrista cada vez mais inspirado, das aliterações da primeira (“Quem que te mandou tomar conhaque/Com o tíquete que te dei pro leite”) às inusitadas rimas da segunda (“É uma foto que não era para a capa/Era a mera contracara, a face obscura/O retrato da paúra quando o cara/Se prepara para dar a cara a tapa”). De antigas parcerias, como a de Francis Hime em “Pivete”, a novas como a com o seu arranjador Luiz Claudio Ramos em “Outra noite”, “Paratodos” parece ser de fato a melhor síntese desse período do trabalho de Chico.
A fase BMG começara alguns anos antes, com “Francisco”, em 1987. Então há três anos sem gravar um disco seu de carreira depois do sucesso de “Vai passar”, e inteiramente dedicado a trilhas de cinema e scores de teatro, Chico entra em estúdio com algumas canções desses trabalhos, como a singela valsa “As minhas meninas” e o “Bancarrota blues” (em parceria com Edu Lobo). Com o novo parceiro, e seu arranjador já há alguns anos Cristóvão Bastos, ele apresenta mais uma canção de amor que seria um clássico da música brasileira, “Todo sentimento”. E inaugura outras pa rcerias, com Vinicius Cantuária (“Ludo real”) e João Donato (“Cadê você?”), além de apresentar um samba sincopado inspiradíssimo sobre a condição do artista brasileiro, “Cantando no toró” (“Sambando na lama de sapato branco, glorioso/O grande artista tem que dar o tom…”).
Mas sua inspiração parece um pouco diferente da de trabalhos anteriores, tem um quê mais, digamos, literário, como na obra-prima do disco, “Velho Francisco”, um personagem pronto de romance, um velho num asilo recordando sua vida cheia de aventuras e delírios; ou na descrição apocalíptica que faz de um Rio de Janeiro lírico e violento em “Estação derradeira”, outro futuro clássico de seu cancioneiro.
No disco seguinte, de 1989 e que se chama simplesmente “Chico Buarque”, a impressão de um novo tipo de inspiração se confirma em canções ambiciosas como a misteriosa “Morro dois irmãos” (na qual a música e a letra dão conta da grandiosidade poética de uma montanha), o samba “O futebol” (que dá conta dos dribles, das jogadas e dos verdadeiros mitos que são os jogadores de futebol) e a lindíssima “A mais bonita” (sobre o denso universo da solidão feminina). Em “Uma palavra”, por sua vez, Chico aborda a sua própria matéria-prima: “Palavra dócil/Palavra d’água pra qualquer moldura/Que se acomoda em balde, em verso, em mágoa/Qualquer feição de se manter palavra”. Chico encara a arte em si, os grandes temas, como um poeta maior.
Parece natural que o trabalho seguinte de Chico não fosse um novo disco, mas um romance, “Estorvo”, que foi lançado em 1991 e parece anunciado pelas canções de inspiração literária que vinha fazendo. Seria o primeiro de uma série de livros que passaria a escrever e o consagraria como escritor, vocação retomada e finalmente realizada, e que passaria a ser alternada religiosamente com a realização de discos.
Antes de parar para lançar “Estorvo”, contudo, Chico faz gloriosa declaração de amor à música em forma de antologia de sua obra musical em uma turnê durante os anos de 1989 e 90, a primeira desde o show que fizera com Maria Bethânia em 1975. De “A Rita” (1965) a “Todo sentimento” (1987), Chico faz um balanço de sua obra e, gravado na capital francesa, lança “Chico Buarque ao vivo – Paris, Le Zenith”, com 22 músicas pinçadas de toda a sua carreira, um presente como nunca havia dado aos seus fãs.
Depois de finalmente lançar “Estorvo”, Chico faria a obra-prima “Paratodos” que, no já citado “De volta ao samba”, descreveria a alternância entre música e literatura que se daria a partir dali, uma música cada vez mais “literária” e, por que não dizer, nos livros uma prosa em que se nota algo da música, das variações rítmicas da música.
Mas a dedicação à literatura não tornaria Chico menos musical, muito pelo contrário. Contundido gravemente numa partida de futebol, Chico ficou meses em casa sem poder jogar, de perna quebrada e, violão em punho, começou ele próprio a rever suas canções, sobretudo do ponto de vista harmônico. Tal revisão gerou o álbum “Uma palavra” (1995), no qual revisitava novas (“O futebol”, “Morro dois irmãos”, “Estação derradeira”), velhas (“Samba e amor”, “Joana francesa”) e eternas (“A Rosa”, “Eu te amo”, “Amor barato”) canções sob a condução da harmonia muito pessoal do seu violão. Tal disco marca a consagração da parceria com o maestro Luiz Claudio Ramos, que já trabalhava com Chico há tempos, fizera a direção musical do álbum de 1989 e de “Paratodos”, e que está com Chico até hoje. Nesta nova fase, sob Luiz Claudio Ramos, que não por acaso é violonista, as harmonias criadas pelo compositor seriam mais valorizadas nos arranjos, o que acontece de forma explícita neste “Uma palavra”, um disco de canções de Chico exatamente como ele as compôs.
Como já vivera anos antes com o parceiro Tom Jobim, em 1998 Chico seria ele próprio enredo da Mangueira. Foi natural então que seu disco seguinte fosse “Chico Buarque de Mangueira”, na verdade um disco coletivo em homenagem tanto a Chico como à Verde-e Rosa que o homenageava. Para ocasião, em parceria com o poeta e mangueirense Herminio Bello de Carvalho, e num raro caso em que na parceria entra com a melodia, Chico lança o samba “Chão de esmeraldas”, de exaltação à Mangueira.
Como cantor, reveza-se em clássicos da escola ao lado de artistas do samba como Alcione, sua irmã Cristina Buarque, Carlinhos Vergueiro, Jamelão, João Nogueira, Lecy Brandão e Nelson Sargento. Em “Divina dama”, obra-prima de Cartola, Chico mostra sua maturidade como cantor, na faixa mais comovente do disco pelo encontro, nunca ocorrido em vida do autor, dos universos de dois mestres da música brasileira de gerações e origens distintas, mas de semelhante voltagem artística.
Em “As cidades” (1998), primeiro disco de canções inéditas desde “Paratodos”, Chico está mais literário do que nunca. Não por acaso, inspira-se em escritores para compor grandes canções: como o Guimarães Rosa dos personagens Manuelzão e Miguilim, que inspiram os sem-terra de “Assentamento”, ou a Iracema de José de Alencar que vai dar na imigrante brasileira que “lava chão numa sala de chá” na América em “Iracema voou”. (E aqui vale abrir um parêntese para ressaltar essa típica genialidade de Chico ao pegar o nome inventado por Alencar, Iracema, a índia que era anagrama de América em seu território “invadido” pelos portugueses, e descobrir novos significados para o nome no drama dos brasileiros hoje expatriados por razões econômicas).
Em “As cidades” é impossível não notar o espírito literário no realismo fantástico de “Sonhos sonhos são” e de “A ostra e o vento” (para o filme homônimo de Walter Lima Jr., baseado no livro de Moacir C. Lopes), nas imagens poéticas para mais uma vez descrever o Rio de Janeiro caótico e maravilhoso de “Carioca”. Chico retoma a parceria com Dominguinhos no “Xote de navegação” e é ainda mais sofisticado na primeira parceria com Guinga, “Você, você”, uma obra-prima que faz jus aos dois compositores e, mais ainda, ao seu revelador subtítulo, “um canção edipiana”, a densa harmonia de Guinga inspirando no letrista traquinas Chico Buarque os sentimentos confusos de um menino em seu quarto numa noite em que sua mãe está fora.
Já novamente habituado aos palcos e com banda afiadíssima dirigida por Luiz Claudio Ramos, com destaque para o baterista Wilson das Neves, Chico aproveita para fazer nova antologia de sua obra no álbum duplo “Chico ao vivo”. E embora ele inclua mais canções atuais, as releituras de velhas canções também se destacam, como o samba de carnaval “Quem te viu, quem te vê”, de 1967, que é todo cantado pelo público de forma comovente.
Um dos principais compositores de música para cinema e teatro do Brasil, Chico encerra em 2001 sua fase BMG comme il faut: com o lançamento de todo um score musical feito em parceria com Edu Lobo para a peça “Cambaio”, escrita e dirigida por João Falcão. Com Edu, Chico já havia feito três outros musicais antológicos, os balés “O grande circo místico” e “Dança da meia lua”, e a peça musical “O corsário do rei” – músicas desses três trabalhos, lançados originalmente pela Som Livre, compõem aliás a compilação “Álbum de teatro”, lançada pela BMG em 1997 e que agora estará disponível para download pela Sony.
“Cambaio”, o quarto trabalho da dupla para os palcos, não fica atrás na qualidade das canções. Algumas já se tornaram clássicos da música brasileira, coisas como “Uma canção inédita” (pelo próprio Chico no disco), “Lábia” (por Zizi Possi) e “A moça do sonho” (por Edu Lobo). Outras, ainda esperam mais apreciação, como as tensas “Ode aos ratos” (por Chico) e “Veneta” (por Gal Costa) e a obra-prima de canção de amor que é “Noite de verão”, de versos como “Este não sou eu/Este é um impostor/Que pobre de amor se diz/Deve ser um rei/Deve ser um deus/Como deve ser feliz”, auto referindo-se ao homem que ama tanto a mulher que não acredita ser ele merecedor da felicidade de possui-la. Mas que pode ser aplicado ao fã do Chico que agora tem todas essas suas canções disponíveis aí, o tempo todo nas plataformas digitais, ao alcance das mãos, do ouvido. Inacreditável, mas real.
Algumas tonalidades marcam tendência e sempre retornam em alta de tempos em tempos na moda. Uma das tendências que são atemporais e costumam estar presentes em todas as coleções e estações é a eterna combinação Preto e Branco.
Segundo a especialista em moda Domenique Heidy, essas cores são um Must Have que não pode faltar no guarda roupa: “isoladamente ou combinados, são duas cores que não podem faltar. Preto e branco são sinônimo de elegância e sofisticação, especialmente se tiver linhas retas simples ou outro tipo de padrão”.
Se engana quem acredita que a tendência é monótona. Domenique explica que é possível alcançar resultados e combinações incríveis com o preto e branco: “a sua combinação também podem levar a looks inovadores e ousados, é simplesmente uma mistura espetacular que se revelou ontem, hoje e para sempre. É um par cromático simplesmente fascinante, e muito flexível, versátil e, portanto, fácil de implementar em nossas vidas diárias”.
A especialista também revela que optar pelo Preto e Branco ajuda em momentos de indecisão: “Em um dia que você não saiba o que vestir, não hesite. Coloque preto e branco até porque é muito fácil de combinar”.
Para o inverno, onde há menos incidência solar, Domenique aponta que o preto e branco é uma boa aposta para destacar a pele e manter o bronzeado: “essa combinação aumenta o seu bronzeado, pois são duas cores neutras que destacam o tom de pele, principalmente se a parte superior do look for a cor branca”.
Qual o segredo para manter um corpo sarado o ano inteiro e esbanjar saúde e boa forma? Manter um físico digno de atletas de elite, com baixíssimo percentual de gordura, músculos definidos é algo para poucos e requer diversos sacrifícios.
A Diva Fitness WBFF Gabi Lubies, conhecida como ‘Diva Seca’, devido ao seu condicionamento físico impressionante, é a personalidade fitness com o corpo mais seco da atualidade, e consegue o impressionante feito de se mantém sequinha o ano todo, mesmo quando não está participando de competições, chamando atenção nas redes sociais. Mas qual será o segredo para alcançar o corpo que muitas mulheres sonham em ter?
A atleta fitness, que é casada, mãe de dois filhos e auditora fiscal, revela que é preciso ter muita disciplina: “sou muito obstinada no que faço e sempre consigo incluir na minha rotina agitada de algum modo os meus treinos. Minha dieta é super regrada e eu raramente me permito sair dela. Meu objetivo é sempre ser a melhor versão de mim mesma”.
Gabi revela alguma de suas estratégias para se manter sarada o ano todo: “O que funciona pra mim são estratégias nutricionais que surgiram com o autoconhecimento e acompanhamento profissional. No meu caso, eu quantifico (peso) todos os alimentos que como, consumo uma porção de fruta apenas por dia, não como frituras e açúcar refinado e bebo 3 litros de água por dia. Treino, mesmo agora que estou em off, mantenho minha rotina de exercícios. A minha estratégia de treinos é fazer musculação 5x na semana e aeróbico pós treino todos os dias por 30 minutos, e também pilates 2x na semana”.
Todos os dias milhares de pessoas talentosas acordam sonhando com o sucesso na carreira. São artistas anônimos, cheios de energia e muita disposição em busca de reconhecimento e fama. Mas o mercado, apesar de ter crescido muito nos últimos anos, ainda não consegue garantir espaço para tantos talentos espalhados por todo Brasil.
A saída encontrada por muitos é o mercado de cover. Alguns optam por regravar músicas já consagradas com um toque de originalidade e usar a internet para divulgação. Outros partem para o tributo a uma banda ou um artista e encarnam um personagem para atrair o público e fãs. Foi o que fez J. Peron, um músico do interior de São Paulo que desde 2007 sobe aos palcos de todo país para dar vida a um grande nome da música brasileira: Raul Seixas.
Depois de mais de uma década interpretando o Maluco Beleza – Peron já se apresentou em 13 estados brasileiros – o músico teve a ideia de inspirar outros artistas ao criar a Escola de Covers , um projeto que tem como objetivo profissionalizar artistas covers que já trabalham com caracterização ou para iniciantes que desejam iniciar a carreira.
A Escola de Covers está sendo lançada no ano em que se completa 30 anos da morte do pai do rock brasileiro que faleceu em 1989.
Os cursos terão formato online com videoaulas e os alunos aprenderão técnicas importantes para a caracterização fiel dos artistas.
O primeiro curso será para quem deseja ser cover de Raul Seixas e Peron entregará tudo que aprendeu ao longo dos anos interpretando um dos cantores mais polêmicos de todos os tempos. “É preciso aprender certos trejeitos do artista, como ele se movimenta nos palcos, ou seja, a caracterização correta. Os mínimos detalhes são importantes para quem quer realmente ser confundido com o artista real enquanto se apresenta”, explica Peron.
CONHEÇA JOTA PERON NO VÍDEO
Após inúmeras aparições na TV, J. Peron ficou conhecido nacionalmente como um dos mais importantes imitadores do cantor baiano Raul Seixas. Com um histórico de shows realizados em 13 estados brasileiros, o músico carrega na bagagem a experiência de 25 anos dedicados às atividades artísticas seja cantando, compondo, atuando, escrevendo roteiros ou produzindo shows.
Como ator, viveu o personagem Raul Seixas nos palcos de teatros importantes como Castro Mendes em Campinas/SP e Ruth Escobar em São Paulo/SP, sempre sob a batuta do experiente ator e diretor Ton Crivelaro. Atuou também no cinema interpretando ele mesmo no filme “Colegas” dirigido por Marcelo Galvão e premiado em festivais de grande expressão.
Peron também produziu e apresentou programas de rádio, trabalhou como produtor no cinema nacional e em programas de TV, além de elaborar shows para artistas covers e bandas de carnaval. Traz ainda no currículo participações em programas como Fantástico e Domingão do Faustão (Globo), Tudo é Possível com Ana Hickmann (TV Record), Máquina da Fama e Programa do Ratinho (SBT), Programa Raul Gil (Band) entre outros de grande repercussão.
Ícone da MPB,Beto Guedes volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, para duas noites de apresentações de seu novo show “Relâmpago, amor e sol: trilogia de uma década”, que reúne canções dos discos “A página do relâmpago elétrico”, “Amor de índio” e “Sol de primavera”. O espetáculo será dias 12 e 13 de julho, sexta e sábado respectivamente, às 19h30, as noites resgatam a trilogia de uma década.
Beto Guedes é autor de uma das mais conhecidas odes à estação, “Sol de Primavera”, e a música está no repertório do show ao lado de outros clássicos de sua autoria como, “Amor de Indio”, “O Sal da Terra”, Feira Moderna”, “Vevecos Panelas e Canelas”, sem faltar a eletrizante “Maria Solidária” – tema de abertura da novela Coração de Estudante (TV Globo).
Tudo começou em 1977. Beto Guedes surgiu como um clarão na cena artística brasileira. Não por mera coincidência, seu primeiro álbum teve por título “A página do relâmpago elétrico”. Já na estreia, aquele jovem autor, cantor e multinstrumentista – que, logo adiante, se firmaria como um dos membros mais expressivos e misteriosos do Clube da Esquina – chamou a atenção pela musicalidade e talento singulares.
No ano seguinte, a força do relâmpago foi desaguar em canto de amor, o “Amor de índio” – nome dado ao segundo disco, lançado em 1978 e não menos certeiro em arrebatar os corações de um Brasil ávido pelos sons da liberdade e da comunhão. Na voz ao mesmo tempo frágil e cortante, Beto soube cantar como ninguém os anseios de uma geração.
Já naqueles dois primeiros trabalhos, podia-se divisar, claramente, os contornos de uma antologia musical. Mas a inventividade daquele mineiro de ar introspectivo ainda revelaria fôlego para fechar os anos 70 com mais uma obra-prima: o álbum “Sol de primavera” (1979). Completava-se, assim, a trilogia de uma década.
Para reviver a magia de um período tão marcante para o artista e para o seu público, nada como reunir, num mesmo espetáculo, as pérolas do cancioneiro desses três discos que marcaram época. Assim, em sua temporada de apresentações no ano de 2019, Beto Guedes e sua equipe levarão aos palcos o show “Relâmpago, amor e sol: trilogia de uma década”, um grande tributo aos álbuns “A página do relâmpago elétrico”, “Amor de índio” e “Sol de primavera”. Além de traçar o perfil criativo de um dos maiores artistas mineiros e brasileiros – durante os turbulentos e criativos anos 70 –, o projeto tem também por objetivo compor um panorama musical dos ânimos e dos sonhos de toda uma geração.
Nas apresentações, Beto contagia o público de emoção ao celebrar temas como a paz, a natureza e o amor: cantos essenciais e cada vez mais necessários a um Brasil e a um mundo hoje tão distanciados da delicadeza. Para isso, o artista compartilha o palco com uma afinadíssima banda, formada pelos músicos: Esdras Nenen (bateria), Adriano Campagnani (baixo), Ian Guedes (guitarra) e Will Motta (teclados).
Serviço
Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.
Data: 12 e 13 de julho (sexta e sábado).
Horário:19h30.
Abertura da casa: 18h.
Ingressos: Setor A:R$ 120,00 (Inteira), R$ 80,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 60,00(meia-entrada) | Setor B: R$ 100,00 (Inteira), R$ 60,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 50,00 (meia-entrada).