Teatro Vannucci recebe comédia de época de Arthur Azevedo

 Comédia ‘O Oráculo’ estreia no dia 07/08 com Lica Oliveira no elenco e direção de Ana Miranda, de Malhação – RJ

‘O Oráculo’ faz curta temporada em agosto com renomados atores no elenco

Ana Miranda – Rodrigo Sampaio

“Um texto do século XIX, mas que retrata os comportamentos e hábitos atuais da sociedade”. Assim, a diretora Ana Miranda define a comédia ‘O Oráculo’, de Arthur Azevedo, que estreia no dia 07 de agosto, e ficará em curta temporada, toda quarta-feira, às 21h, no Teatro Vannucci, no Shopping da Gávea, até 28 de agosto. No elenco, renomados atores da televisão e do teatro: Luciano Szafir (Nelson), Lica Oliveira (Helena), Luca Machado (Oráculo) e Rodrigo de Castro (José).

A peça foi montada e dirigida, pela primeira vez, por Ana Miranda, em 2016, durante a defesa da tese final do curso de licenciatura em teatro. “Decidi defender como diretora e queria algo que eu pudesse trabalhar com quatro atores e companheiros de faculdade. Me apaixonei por essa obra do Arthur Azevedo. Como é uma peça pequena, para aumentar o tempo de duração, precisei adaptar nas marcações, mas sem mexer no texto original, já que se trata de uma história antiga. O objetivo era fazer algo diferente do que a gente vê e que segurasse o público. O retorno foi maravilhoso e surpreendente porque é difícil fazer uma comédia de época. Agora, com mais recursos, resolvi fazer uma nova montagem, que está muito rica, com cenário e figurino do século XIX, aonde os quatro personagens são os protagonistas. Não tem um maior ou melhor que o outro. Todos são importantes na história”, afirma Ana Miranda, que está no ar, em “Malhação: toda forma de amar”, da TV Globo, aonde interpreta a avó Margarida. No ano passado, ela viveu a Dona Teresa de Jesus, mãe de Martinho da Vila, no espetáculo ‘Martinho da Vila 8.0 | Uma Filosofia de Vida’, em homenagem ao sambista.

Com direção de produção de Ana Ferguson e Solange Bighetti, ‘O Oráculo’ conta a história do advogado Nelson que recebe conselhos amorosos do Oráculo para saber a melhor forma de como terminar o relacionamento com a sua amante, a viúva Helena. Quando descobre a sua intenção, ela inventa uma traição que o deixa revoltado. “Nessa peça de costumes, Arthur Azevedo demonstra toda a sua habilidade em criar um

enredo engraçado, que prende a atenção do espectador, e ainda reelabora elementos da tradição literária”, completa Ana Miranda.

O escritor Arthur Azevedo nasceu no Maranhão e foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Além de ‘Oráculo’, lançado em 1956, também escreveu os contos ‘Sonetos’ e ‘Teatro’, as peças ‘O Liberato’ e ‘A Família Salazar’, entre muitos outros.

SERVIÇO:

 

Peça: ‘O Oráculo’

Local: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52, 3° Piso – Shopping da Gávea, Gávea

Telefone para informações: (21) 2274-7246

Temporada: 07 de agosto a 28 de agosto

Dia: Quarta-feira

Horário: 21h

Valor dos ingressos: R$80,00 (inteira) e R$40,00 (meia)

Forma de pagamento: na bilheteria do teatro (em dinheiro) e outras formas de pagamento no site: www.tudus.com.br

Duração do espetáculo: 60 minutos 

Classificação etária: Livre

Lotação: 400 lugares

O teatro tem acesso para deficientes / acessibilidade

 

 

Elenco:

Lica Oliveira – Helena

Luca Machado – Oráculo

Luciano Szafir – Nelson

Rodrigo de Castro – José

 

Ficha Técnica:

Texto original – Arthur Azevedo

Direção – Ana Miranda

Direção de Produção – Ana Ferguson e Solange Bighetti

Assessoria de Imprensa – Eliana Brito e Tania Figueira e GMP Assessoria

Supervisão de cenário e Figurinos – João de Freitas Henriques

Preparação vocal – Carla Guapyassu

Preparação corporal – Oscar Calixto

Fotos – Rodrigo Sampaio

Assistente de Produção – Adriano Nascimento

Realização e Produção – Zeus Produções

AGOSTO É PARA TODOS OS GOSTOS NO TEATRO RIVAL PETROBRAS

MPB, samba, concursos, coral, atração internacional, homenagens, dança e humor estão no cardápio variado da casa mais democrática do Rio

Agosto começa cheio de bossa e suíngue no Teatro Rival Petrobras. No dia 1º, a cantora Amanda Bravo vai reunir vários artistas para homenagear três nomes do sambalanço: Orlandivo, Ed Lincoln e Durval Ferreira, pai de Amanda. Conhecido como a “bossa que dança”, o sambalanço contou com outros intérpretes que também serão reverenciados no espetáculo, como Miltinho, Wilson Simonal, Elza Soares, Emílio Santiago e Carlos Imperial. Surgido no final dos anos 1950 e início dos anos 1960, nas boates de Copacabana e nos bailes dos subúrbios do Rio, o ritmo misturava jazz, samba, bossa nova e música latina. Para matar a saudade do sambalanço, Amanda vai contar com um time só de craques: Leny Andrade, Gilson Peranzzetta, Aurea Martins, Victor Biglione, Osmar Milito, Maurício Einhorn, Jovi Joviano e Dóris Monteiro. Imperdível!

Amanda Bravo & convidados – dia 1º (quinta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 60 (inteira)

R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Espetaculo Isto e Brasil com Ana Botafogo 2009

E a dança continua no palco do Teatro Rival nos dias 2 e 3, com o espetáculo “Isto é Brasil”, em que Carlinhos de Jesus convida Ana Botafogo. O roteiro mostra a trajetória da dança popular no Rio de Janeiro, passando por vários ritmos, como o jongo, o choro e o samba em seus muitos estilos. Carlinhos de Jesus vai se apresentar com 12 dançarinos de sua companhia e com a participação especial da bailarina clássica Ana Botafogo em quatro números: “Garota de Ipanema” num pas de deux com Carlinhos; no choro “Feitiço” onde fará um solo; e outros duos com Carlinhos em “Divina dama” e “Batucada”. O final promete ser apoteótico com o icônico samba de Ary Barroso: “Aquarela do Brasil”

Espetáculo “Isto é Brasil” – Carlinhos de Jesus convida Ana Botafogo – dias 2 e 3 (sexta-feira e sábado), às 19h30
Setor A / Mezanino A

R$ 100 (inteira)

R$ 80 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 50 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Setor B / Mezanino B
R$ 90 (inteira)
R$ 70 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 45 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E tem também humor na programação de agosto do Teatro Rival Petrobras. É a Terça do Humor, um espetáculo com quadros divertidos, esquetes, números musicais e stand up. É comédia da boa com muita irreverência, levando para o palco grandes artistas da noite carioca e sucessos do teatro de revista. O comando fica a cargo da drag queen Karina Karão, que promete receber comediantes e drags uma vez por mês. Nesta estreia, o espetáculo contará com Lorna Washington, Desirée, Wanda Camburão, Karoline Absinto e Stefane Camburão.

Terça do Humor com Karina Karão e grande elenco – dia 6 (terça-feira), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 40 (inteira)

R$ 20 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

dia 7 promete ser bem animado no Teatro Rival Petrobras com Arthur Espíndola e o samba do Pará para o Brasil. Compositor, intérprete, multi-instrumentista e produtor, o artista vai se apresentar na casa pela segunda vez, trazendo sambas autorais e de compositores da Amazônia com obras consagradas nas vozes de artistas como Clara Nunes, Alcione, Paulinho da Viola e Roberto Ribeiro. O ponto alto dos shows de Arthur Espíndola é sempre quando ele interpreta músicas de sua terra – carimbós e guitarradas – tocadas em ritmo de samba. No Rival, não vai ser diferente.

“Arthur Espíndola e o samba do Pará para o Brasil” – dia 7 – (quarta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 50 (inteira)
R$ 35 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 25 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

No dia 8, é a vez de uma belíssima homenagem a uma saudosa diva da nossa música. É o show da cantora Ithamara Koorax“Canções de amor: 100 anos de Elizeth Cardoso”. Uma das grandes vozes brasileiras reveladas nos anos 1990, Ithamara Koorax presta homenagem à sua madrinha artística Elizeth Cardoso num show emocionante, recriando seus maiores sucessos como “Nossos momentos” (Luís Reis e Haroldo Barbosa), “Canção de amor” (Chocolate e Elano de Paula), “Manhã de carnaval” (Luiz Bonfá e Antônio Maria) e “Barracão” (Luís Antônio e Oldemar Magalhães), numa grande retrospectiva da história do samba-canção. Chamada de “gogó de ouro” por Elizeth, Itamara participou do último disco da Divina, “Ary Amoroso”, e fica feliz em poder homenageá-la. Mas quem vai ficar feliz mesmo será o público que for conferir o espetáculo.

Ithamara Koorax em “Canções de amor: 100 anos de Elizeth Cardoso” – dia 8 (quinta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E vai ter festa no Teatro Rival Petrobras! E não é uma festa qualquer! No dia 9, os Golden Boys comemoram 60 anos de carreira com a promessa de uma noite especial cantando os clássicos da Jovem Guarda. O show é uma viagem no tempo através das canções que foram gravadas pelo grupo desde a primeira gravação em 1958 até os dias de hoje. O público pode esperar sucessos como “Alguém na multidão”, “Fumacê, “Erva venenosa” e “Andança”. O conjunto foi formado pelos irmãos Roberto, Ronaldo e Renato Correa, e o primo deles Valdir Anunciação. Com a morte de Roberto e Valdir, o grupo, atualmente, se apresenta com Ronaldo, Renato e outro irmão: Mário Correa, que foi integrante do Trio Esperança. Festa em família! Família da qual os fãs também se sentem integrantes.
Golden Boys celebrando 60 anos de carreira – dia 9 (sexta-feira), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 70 (inteira)

R$ 55 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 35 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E chega a vez do samba em agosto com o Arranco de Varsóvia comemorando 25 anos de estrada. O quarteto formado por Andrea Dutra, Cacala Carvalho, Elisa Queirós e Paulo Malaguti estreia, no dia 10, o show “Canta Cartola e Martinho”. Homenageados em projetos separados, no CD “Samba de Cartola” (1998) e no DVD “Pãozinho de Açúcar – Arranco Canta Martinho”, dois dos maiores nomes do samba e da música popular brasileira estarão juntos no palco com suas obras interpretadas pelas quatro vozes do Arranco. E se tem Cartola e Martinho no mesmo show, o repertório vai contar alguns dos mais importantes sambas da história, como “O sol nascerá”, “Disritmia”, “Divina dama” e “Canta, canta, minha gente”.

Arranco de Varsóvia canta Cartola e Martinho da Vila – dia 10 (sábado), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)

R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E como o Teatro Rival Petrobras é democrático. Se tem MPB e samba, também tem rock’n’roll. Agosto é o mês que marca os 42 anos do desaparecimento de um ícone do rock: Elvis Presley. Afinal de contas, Elvis não morreu, pelo menos não para seus fãs, que vão poder curtir os maiores sucessos dele no dia 13, no show da banda The Burning Love. É o Tributo a Elvis Presley, em que os sucessos do Rei do Rock serão lembrados em versões fiéis aos arranjos consagrados. No repertório, estão clássicos como “Heartbreak Hotel”, “Suspicious Minds”, “Fever”, “Always On My Mind”, “Sylvia”, “Bridge over troubled water”, “You’ve Lost That Lovin’ Feeling”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love” e “Love Me Tender”.

The Burning Love Band – Tributo a Elvis Presley – dia 13 (terça-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 50 (inteira)

R$ 35 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 25 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Diversidade, tua casa é o Teatro Rival Petrobras!

Dia 14 é dia de Drag Star, purpurinado concurso para drags de todos os estilos e tempo de carreira, com inspiração no formato de reality shows de talentos. O objetivo é encontrar a drag mais completa para receber o título de “Drag da Cidade: Rainha do Rival”. Apresentado pelas carismáticas Miami Pink e Ravena Creole, o concurso conta ainda com um time bafônico de juradas: Andreia Andrews, Chloe Van Damme, Palloma Maremoto e Samara Rios são as madrinhas e mentoras das candidatas selecionadas. Esta será a última etapa antes de chegar às batalhas do concurso, que anima mensalmente o Teatro Rival Petrobras.
Drag Star – dia 14 (quarta-feira), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 40 (inteira)

R$ 20 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

“De volta ao começo”. Título de uma música de Gonzaguinha que batiza o show que marca o retorno da cantora Joanna à alma da canção para celebrar seus 40 anos de carreira no Teatro Rival Petrobras, no dia 15 de agosto. Intérprete singular, que passeia com talento e segurança por vários gêneros musicais, Joanna promete um espetáculo em que a emoção será o destaque na interpretação de sucessos como “Descaminhos” e “Momentos”, ambas dela em parceria com Sarah Benchimol; “Recado”, de Renato Teixeira; e “Nos bailes da vida”, de Milton Nascimento e Fernando Brant. A cantora vai também fazer duas homenagens especiais: uma a Lupicínio Rodrigues, compositor ao qual dedicou o LP “Joanna canta Lupicínio”, em 1994; e outra a Gonzaguinha, autor de canções que ela gravou desde o primeiro LP, lançado em 1979, e que foi seu melhor amigo. Será um momento lindo no palco do Rival, onde Joanna vai dividir todas as emoções com seus fãs.

Joanna no show “De volta ao começo”, comemorando seus 40 anos de carreira – dia 15 (quinta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 70 (inteira)

R$ 55 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 35 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Falando em Gonzaguinha, o espetáculo “Gonzaguinha: o eterno aprendiz”, que já foi visto por mais de 15 mil pessoas e lotou o Teatro Rival Petrobras em junho passado, vai voltar à casa no dia 16 de agosto. Versão poética da vida e da obra do cantor e compositor, interpretado pelo ator Rogério Silvestre com cantores e uma banda de apoio, o roteiro conta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória ainda na década de 1960 em meio à ditadura. Com a proposta de preservar a memória da nossa música, a apresentação inclui 16 grandes sucessos de Gonzaguinha, a exemplo de “Explode coração”, “Começaria tudo outra vez”, “Sangrando”, “O que é, o que é?”, “Grito de alerta”, “Espere por mim, morena”. O público pediu, o espetáculo vai voltar.

“Gonzaguinha: o eterno aprendiz” – dia 16 (sexta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 70 (inteira)
R$ 35 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

O Teatro Rival Petrobras recebe, no dia 17, o Consulado da Portela de São Paulo no show “Família Reunida”, cantando as obras de Candeia e Monarco, dois baluartes da escola de samba de Oswaldo Cruz que nasceram no dia 17 de agosto – o saudoso Candeia em 1935, e Monarco, aniversariante do dia, em 1933. Na terra da garoa, o Consulado tem como missão promover encontros, seminários e debates sobre a Portela e seus personagens. No Rival, o grupo contará com Tuco Pellegrino, integrante da ala de compositores da escola, como convidado especial. E o repertório terá tanto sucessos de Candeia e Monarco, quanto obras desconhecidas e inéditas dos homenageados.

Consulado da Portela canta Monarco e Candeia – dia 17 (sábado) às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

A programação do Teatro Rival Petrobras de agosto também terá atração internacional. É a cantora hondurenha, radicada há 32 anos no Brasil, Indiana Nomma, que vai homenagear um ícone da música latino-americana no show “Tributo a Mercedes Sosa” nodia 20. Há 19 anos, Indiana vem apresentando esse espetáculo, que acaba de ser aplaudidíssimo na Argentina. Aqui ela vai se apresentar ao lado do violonista André Siqueira e do ator Tomas Ribas, ambos gaúchos. Chegou a vez de o público carioca curtir sucessos como “Volver a los 17”, “Duerme Negrito” e tantos outros imortalizados na voz de Mercedes Sosa, cantora-símbolo das lutas da América Latina contra o imperialismo. A proposta é convidar à reflexão pelos ideais de uma geração e seus herdeiros. Um convite ao respeito humano, à dignidade e à voz do povo.  Um convite a nunca se calar. Só podia ser no Teatro Rival Petrobras!

Indiana Nomma em “Tributo a Mercedes Sosa” – dia 20 (terça-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 50 (inteira)

R$ 35 (promoção para os 100 primeiros pagantes)

R$ 25 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Da música latino-americana para a arte transcendental. Afinal, o Teatro Rival Petrobras é a casa da democracia cultural! No dia 21, a atração é o drama espírita “Renúncia, o musical”, baseado no famoso romance de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier, com adaptação e direção geral de Caíque Assunção, e direção musical de Antonio Sciamarelli. O espetáculo descreve a existência de Alcione, espírito que passa por uma encarnação de renúncias e dedicação a todos que o cercam, demonstrando heroísmo e lealdade na frívola Paris do reinado de Luís XIV. A montagem é da companhia teatral Mensageiros, fundada em 2000, que fez uma pesquisa histórica e produziu figurinos que remontam ao período entre os anos de 1670 e 1710.

“Renúncia, o musical” – dia 21 (quarta-feira), às 19h30
Com: Bethania Buckton, Caíque Assunção, Gustavo Xavier, Haroldo Mendonça, Lili Balonecker, Fabiana Salabett & grande elenco

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 30 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E o samba volta com toda a força no dia 22 com o show “Sambastião canta Ataulfo Alves”. Criada em janeiro de 2012, a Roda do Sambastião é hoje uma das mais prestigiadas rodas de samba do Rio. No Teatro Rival Petrobras, o grupo vai reverenciar o saudoso cantor e compositor Ataulfo Alves, num espetáculo com nova linguagem musical e inspirados arranjos. No repertório, estarão sucessos do artista como “Ai que saudade da Amélia”, “Atire a primeira pedra”, “Leva meu samba”, “Laranja madura”, “Pois é” e “Mulata assanhada”. A ideia é fazer uma viagem no tempo apresentando a vida e a obra de Ataulfo Alves de forma cronológica, pontuando com os sambas inesquecíveis.

Sambastião canta Ataulfo Alves – dia 22 (quinta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Ídolo que atrai uma legião de fãs para onde quer que se apresente, o cantor Ricky Vallen avisa com seu novo show: “Estou de volta”. Com repertório baseado em clássicos da MPB e novidades do próximo álbum – “Meu ponto cardeal”, a ser lançado no segundo semestre –, sem esquecer seus sucessos em trilhas de novelas, ele volta ao Teatro Rival Petrobras, onde seus seguidores podem compartilhar a atmosfera de intimidade e cumplicidade. É apresentação sob medida para os admiradores de Rick Vallen!

Ricky Vallen no show “Estou de volta” – dia 23 (sexta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 80 (inteira)
R$ 60 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 40 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Clássicos da música brasileira como “Travessia” (Milton Nascimento e Fernando Brant), “A banda” (Chico Buarque), “Alegria, alegria” (Caetano Veloso) e “Pra não dizer que não falei de flores” (Geraldo Vandré) foram canções lançadas em festivais de música dos anos 1960. Essas e outras estão no espetáculo “MPB – a Era dos Festivais”, que depois de lotar duas vezes o Teatro Rival Petrobras, volta ao palco da casa no dia 24. Quem perdeu as apresentações anteriores não pode perder de novo. E quem já viu o show vai querer rever, até porque Edu Krieger (arranjos, violão e voz), Marcelo Caldi (teclados, acordeom e voz), Fabiano Salek (percussão), PC Castilho (sopros e voz) e a cantora Nina Wirtti sempre incluem novas músicas no repertório. Capriche na afinação e divirta-se cantando sucessos de todos os tempos da nossa maravilhosa música brasileira!

“MPB – a Era dos Festivais”, com Edu Krieger, Nina Wirtti e Marcelo Caldi – dia 24 (sábado), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Conhecido por sua trajetória no samba, o cantor e compositor capixaba Chico Alves promete mostrar seu talento de intérprete no Teatro Rival Petrobras, no dia 27.Parceiro de craques como Moacyr Luz e Fagner, o artista vai mergulhar na obra de Belchior, morto em 2017. No repertório do show “Chico Alves canta Belchior”, estarão músicas pouco conhecidas e, claro, muitos sucessos, como “A palo seco”, “Coração selvagem”, “Como nossos pais” e “Alucinação”. É show para emocionar os eternos fãs de Belchior!

Chico Alves canta Belchior – dia 27 (terça-feira) – às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 40 (inteira)
R$ 20 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Só no Teatro Rival Petrobras a briga por um trono pode virar um espetáculo divertido, irreverente e glamuroso! É o espetáculo “The Queen”, atração do dia 28, sob o comando da turbinada drag queen Samara Rios. “The Queen” é um show de talentos inspirado no programa The Four Brasil, exibido pela TV Record, versão de The Four: Battle for Stardom, dos Estados Unidos. O show reunirá quatro drag queens que já venceram outros concursos importantes da cena LGBTQ+ carioca e novas que tentarão tomar o trono das veteranas. O objetivo é manter viva a cena drag, atraindo um público diversificado.

The Queen, com Samara Rios, Lorena Simpson, Wander Brasil e Miami Pink – dia 28 (quarta-feira), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 40 (inteira)
R$ 20 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

O Teatro Rival Petrobras abre as portas no dia 29 para as comemorações de 14 anos da banda carioca Nave de Prata, que bebe na fonte do lirismo mineiro. A festa é com o show “Nave de Prata canta Clube da Esquina e Minas”, mostrando as influências do grupo: 14 Bis, Flávio Venturini, Lô Borges, Beto Guedes, Clube da Esquina e O Terço. E o espetáculo vai ter convidados especiais também! Um deles é o padrinho da banda, Sérgio Magrão, baixista e vocalista do 14 Bis. O outro é o baixista Cezar de Mercês, da lendária banda de rock progressivo O Terço, da qual também fizeram parte Vinícius Cantuária, Sérgio Hinds e dois integrantes do 14 Bis – o próprio Magrão e Flávio Venturini. É justamente seguindo os passos dos veteranos que a Nave de Prata firma os olhos num futuro bastante promissor, digno de quem faz aquilo em que realmente acredita. Essa moçada está no caminho certo: Talento, coração, juventude e fé. Quatro ótimos motivos para o público conferir a apresentação do dia 29.

Nave de Prata canta Clube da Esquina e Minas – dia 29 (quinta-feira), às 19h30

Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B
R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

Quando a cantora Marianna Leporace fez um desabafo nas redes sociais, em 2016, para falar da grandeza da arte do cantor e compositor Chico Buarque encontrou a solidariedade de muitos outros artistas. Desse movimento, surgiu a ideia de reverenciar a obra de Chico reunindo grande elenco de cantores e músicos. É esse o objetivo do espetáculo “Meu caro amigo Chico Buarque”, que vai ocupar o Teatro Rival Petrobras no dia 30 de agosto. A banda é formada pelos pianistas Deborah Levy, Felipe Radicetti e Sheila Zagury; pelo baixista Dôdo Ferreira; pelo violonista Fabio Nin; pelo flautista Guilherme Hermolin e pelos bateristas Luisinho Sobral e Otavio Garcia. O time de intérpretes é grande: Amanda Bravo, Andrea Ernest Dias Trio, Antonio Guerra e Silvério Pontes, Arranco de Varsóvia, Cecília Rangel, Danny Reis, Eliane Tassis, Folia de 3, Ivan Azevedo, Kika Tristão, Lu Oliveira, Lucas Bueno, Lúcia Menezes, Lúcio Sanfilippo, Márcio Thadeu,  Marianna Leporace, Martha Moreno, Mauricio Detoni, Ninah Jo, Quarteto do Rio, Rômulo Gomes, Simone Lial e Solange Pellegrini. No repertório, estarão sucessos como “As vitrines”, “Joana Francesa”, “Cálice”, “Deus lhe pague”, “Trocando em miúdos”, “Carolina”, “Todo sentimento”, “Homenagem ao malandro” e muitos mais.

“Meu caro amigo Chico Buarque” – dia 30 (sexta-feira), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 70 (inteira)
R$ 55 (promoção para os 250 primeiros pagantes)
R$ 35 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

E depois de homenagem a Chico Buarque, tem também a Milton Nascimento. Como sucesso é sempre bem-vindo e merece ser reprisado, o Coro de Câmara da Escola de Música Villa-Lobos volta ao Teatro Rival Petrobras para fechar bonito a programação de agosto ao som de “Bitucanto – Uma homenagem a Milton Nascimento”. Com participações especiais dos cantores Zé Renato (integrante do grupo Boca Livre) e Débora Braga (vocalista da banda Equale, grupo vencedor do 29° Prêmio da Música Brasileira), o show também contará com verdadeiras obras-primas de Milton, como “Maria, Maria”, “Nos bailes da vida” e “Caçador de mim”. O coral de 30 integrantes apresenta-se sob a batuta do professor e maestro José d’Assumpção Jr.
Coro de Câmara da Escola de Música Villa-Lobos no espetáculo “Bitucanto – Uma homenagem a Milton Nascimento” – dia 31 (sábado), às 19h30
Setor A / Mezanino A / Setor B / Mezanino B

R$ 60 (inteira)
R$ 40 (promoção para os 100 primeiros pagantes)
R$ 30 (estudante/idoso/professor da rede pública municipal/funcionário Petrobras/assinante O Globo)

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

LANÇAMENTO DO LIVRO “GENTE QUE SE APAGA”

De autoria de Alan Minas, o livro aborda as relações familiares sob a visão de uma criança

Dia 24 de agosto, sábado, será lançado o livro “Gente que se Apaga”, de Alan Minas (Editora Metanoia), na Livraria Blooks (Praia de Botafogo, 316 – Lojas D e E), a partir das 15h. O livro aborda as relações familiares sob o ponto de vista de uma criança.

Livro Gente que se Apaga de Alan Minas – capa

O autor conta a história de Guilherme, que encontra-se numa sala de aula, no topo de uma elevada montanha. Por estar nesse inóspito lugar, acredita estar sonhando. Ele encontra Davi, um menino de giz riscado no quadro negro, que sofre de misteriosos apagamentos pelos conflitos familiares que vivencia. Solidário ao amigo, Guilherme tenta impedir que ele se apague por inteiro. E ambos ficam intrigados, ao descobrirem que compartilham o mesmo sonho.

A história tem forte carga poética, e influência da literatura Borgeana. O texto parte de uma premissa subjetiva, de uma família comum, mas tem alcance universal por conta da temática envolvida, assunto que envolve todo, e qualquer, tipo de família. O livro abre inúmeras reflexões sobre relações parentais, conjugais e, sobretudo, relações humanas. Escuta, diálogo e respeito.

– Essas são as fortes referências presentes nesse tema, crucial e tão debatido, em nossa contemporaneidade. “Gente que se Apaga” surge como um solo fértil, pronto a germinar encontros e diálogos em diversas áreas de interesse, onde as infâncias e o senso de alteridade encontram espaço de expressão, e sua plenitude, explica o autor.

Sobre o autor

Alan Minas nasceu no Rio de Janeiro, é formado em cinema e pós-graduado em roteiro. Já dirigiu e roteirizou o documentário A Morte Inventada – Alienação Parental, que se tornou referência no tema no Brasil e no exterior, e acabou desdobrando-se no livro A Morte Inventada – Ensaios e Vozes. Dirigiu e roteirizou o longa-metragem A família Dionti, selecionado pelo Latin America Fund do TFI-NY, premiado no Brasil e em diversos países. O filme teve sua adaptação para a literatura, tornando-se um romance homônimo. Escreveu o livro juvenil Quando Ju Escapou pra Dentro, finalista no prêmio Barco a Vapor em 2013, e que está em fase de preparação para o cinema. Roteirizou e dirigiu sete curtas-metragens, premiados em festivais nacionais e internacionais.

 

SERVIÇO:

Lançamento do livro “Gente que se Apaga” de Alan Minas

Data: 24 de agosto de 2019

Hora: das 15h às 18h

Local: Livraria Blooks – Praia de Botafogo, 316 – lojas D e E

Editora Metanoia

Páginas: 34 – Preço: R$ 30,00

Inspire-se no estilo de Nicole Pinheiro para curtir um fim de semana ensolarado

Enquanto nas regiões mais ao sul do Brasil muitos estão reclamando das baixas temperaturas e dias cinzas de inverno, no nordeste do país há sempre sol e calor para todos, acompanhado de um deslumbrante litoral.
Aproveitando o sol constante do nordeste, a influenciadora digital e empresária Nicole Pinheiro resolveu tirar alguns dias de descanso em família no badalado Carmel Cumbuco Resort, no Ceará, a 30Km de Fortaleza, na famosa praia de Cumbuco. Apesar dos dias de folga, ela não abriu mão do estilo e esbanjou sofisticação em looks de verão.

Inspire-se nos looks usados por Nicole Pinheiro para arrasar em dias de sol, mar e piscina, ou para começar a preparar o guarda-roupa para a próxima estação.

O linho está de volta

Para os looks, Nicole optou pela camisa de linho, que está de volta e em alta: “sempre acho uma boa opção para looks na praia o linho, pois além de confortável deixa o look chic e sofisticado sem precisar de muito. E por se tratar de um tecido natural, ele ajuda a manter a pele fresca e sem abafar. Um material natural faz toda a diferença e se amarrotar, tudo bem”.

Não esqueça dos chapéus

A influenciadora dá a dica para acertar na combinação com chapéu: “Os chapéus que usei para esses dias de descanso foram comprados numa viagem recente para Colômbia, e dão uma bossa ao look. Os materiais variam entre a tradicional palha, mas também malha, feltro, veludo, ou plástico. Os modelos Fedora e Panamá continuam a ser os clássicos favoritos e os tons tendência centram-se nas cores pastel, no azul, no rosa, no camel e no laranja”.

Com que roupa eu vou?

Nicole conta que a produção ideal depende do ambiente em que você vai estar:

Praia ou piscina – chapéu de palha, biquíni, óculos, camisa de linho e rasteirinha
Interior – calça jeans que vista incrivelmente bem, camiseta básica branca, bota sem salto, acessórios (colar e brinco) que deem um up no look, camisa branca.

Tendências

Nicole Pinheiro aponta quais são as cores que estão em alta em 2019 para dias mais quentes

– Tons terrosos, tons pastel
– Tecidos de fibras naturais como algodão, seda e linho. Renda também é uma grande aposta.
– Alfaiataria repaginada, hi-lo, looks monocromáticos.

Aposte na versatilidade. Roupas que podem circular em diferentes ambientes e compromissos, que vai da praia à noite são um must have.

3ª edição da Flipelô, em Salvador, homenageia Castro Alves, de 7 a 11 de agosto

Realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, a Festa Literária Internacional do Pelourinho terá mais de 100 atividades gratuitas ocupando o Centro Histórico de Salvador. Entre os convidados internacionais estão o português Bruno Vieira Amaral, o alemão Max Annas e a nigeriana Oyinkan Braithwaite

 

A literatura é o prato principal, mas exposições, apresentações teatrais e musicais, e uma rota gastronômica estão na programação da 3ª edição da Flipelô – Festa Literária Internacional do Pelourinho, marcada para acontecer entre os dias 7 e 11 de agosto no Centro Histórico de Salvador. O homenageado deste ano é o poeta Castro Alves e a realização é da Fundação Casa de Jorge Amado.

Entre os convidados confirmados estão o escritor português Bruno Vieira Amaral, vencedor do Prêmio José Saramago e do Prêmio Oceanos, com As Primeiras Coisas (2013) e Hoje Estarás Comigo no Paraíso (2017), respectivamente; o alemão Max Annas, que acumula prêmios por seus romances policiais; o colombiano Rómulo Bustos Aguirre; Ricardo Linhares, Edney Silvestre e Mariana Ximenes (Se eu fechar os olhos agora); a mexicana María Vázquez Valdez; a professora indígena Eliane Potiguara; a nigeriana Oyinkan Braithwaite; e os brasileiros Martinho da Vila, Ignacio de Loyola Brandão e Ana Maria Gonçalves.

Nos cinco dias do evento são esperados cerca de 80 mil participantes, apaixonados pelo mundo das palavras. Autores locais, nacionais e internacionais estarão em contato direto com o público em mesas de debates, bate-papos com jovens, lançamentos de livros, saraus de poesia e slams, além da programação infantil.

Haverá também exposições, apresentações teatrais e musicais e, novamente, após enorme sucesso, a Rota Gastronômica Amados Sabores, que terá como tema “Amado Recôncavo”, com pratos inspirados no livro “A Cozinha Praiana da Bahia”, de Guilherme Radel. A Rota contará com a participação de 27 restaurantes do Centro Histórico, que produzirão pratos com preços entre R$ 19,90 e R$ 49,90.

Nos dias da Flipelô haverá uma programação paralela, a Flipelô+, promovida por instituições com sede no Centro Histórico e mais de 50 lojas da região oferecerão descontos nas compras realizadas durante os cinco dias do evento. Nas ruas, monitores treinados cuidarão da orientação ao público.

A 3ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho, a FLIPELÔ 2019, conta com o patrocínio do Ministério da Cidadania e Secretaria Especial da Cultura, do Banco do Nordeste do Brasil e TPC Logística, por meio da Lei de incentivo à Cultura,  da Bahiagás. O evento tem ainda o apoio do Shopping da Bahia, correalização do SESC, produção da Sole Produções e realização da Fundação Casa de Jorge Amado – mantida com apoio do Fundo de Cultura do Estado da Bahia e considerada um ponto de referência na geografia cultural de Salvador.

TEATRO É FODA! reúne espetáculos de Eliane Costa, Lucília de Assis e Soraya Ravenle

Eliane Costa, Lucília de Assis e Soraya Ravenle apresentam uma maratona de teatro   na Casa Quintal dos dias 27 e 28 de julho

 

Soraya Ravenle

Três mulheres, três solos e três gestos. Nos dias 27 e 28 de julho, as atrizes, autoras e cantoras Eliane CostaSoraya Ravenle eLucília de Assis apresentam, em parceria com a produtora Maria Siman e a atriz Bianca Byington, o evento “TEATRO É FODA! Solos a 3”, uma mostra com três espetáculos teatrais seguidos  de música, dança e bate-papo na Casa Quintal, na Lapa.

Na programação, os solos “Cuidado! animais na pista”, de Eliane Costa, “Instabilidade perpétua”, de Soraya Ravenle, e “Não peça”, de Lucília de Assis, serão apresentados com um breve intervalo de 15 minutos entre eles. Aos final dos espetáculos, as três atrizes comandam uma cantoria acompanhadas do músico Alexandre da Costa (violão e cavaquinho). No repertório, estão canções de Claymara e Heurico, dupla criada por Lucília e Alexandre que completa 30 anos este ano, além de sucessos da MPB.

“Estamos  realizando a primeira  edição do TEATRO É FODA! em parceria com essas três múltiplas e maravilhosas artistas. Além de assistir aos espetáculos, o público pode desfrutar do bar e participar das rodadas de conversa e de música na Casa Quintal, um espaço afetivo e democrático em que todos se sentem verdadeiramente em casa”, convida a produtora Maria Siman. “É tudo feito com amor à arte, de forma independente, por meio de coletivos que se reuniram para construir trabalhos, como tantos outros, feitos na guerrilha da re-existência”, resume Soraya Ravenle.

Eliane Costa

“Cuidado! Animais na pista”  Solo de  Eliane Costa, inspirado no livro “Sono”, de Haruki Murakami. Uma mulher deixa de dormir sem nenhuma explicação aparente. Transformações internas e externas vão acontecendo, até ela se transformar em um animal estranho. Com uma vertente fantástica de suspense e humor, a história é contada por uma única voz, abrindo a discussão sobre a falta de sono. O empoderamento feminino,  os ritos de passagem, as transformações que estamos vivendo e a questão de gênero são elementos fundamentais na dramaturgia. A personagem adquire superpoderes, ninguém sabe o que está acontecendo com ela e, no final, a explosão é inevitável. Uma metáfora dos novos tempos.

Texto, atuação e idealização: Eliane Costa. Direção: Rubens Camelo. Ambientação cênica: Eliane Costa e Rubens Camelo.Figurino e objetos de tricô: Ticiana Passos.  Movimento: Marcia Rubin. Iluminação:   Paulo Denizot. Arranjo original de guitarra: Anita Gonçalves. Direção de produção:  Barbara Montes Claros.

“Instabilidade perpetua”  – Solo de Soraya Ravenle, a partir do livro homônimo do filósofo Juliano Garcia Pessanha. O espetáculo indaga o estar vivo nesse mundo cada vez mais hipernomeado, técnico. Anotada a necessidade de outros nascimentos a partir do nascimento biológico, é enfim um convite para um enfrentamento do homem com a tortuosidade de estar vivo.

Concepção e atuação: Soraya Ravenle. Direção: Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat, Stella Rabello. Dramaturgia:Diogo Liberano e Soraya Ravenle. Direção musical: Azul. Direção de produção: Carla Stefan.

Não peça” – Solo de Lucília de Assis, com direção de Bianca Byington. O monólogo fala da poética da comédia e da tragédia humana. Lucília dá vida à Jandira, funcionária de um teatro em onde desempenha as funções de faxineira, bilheteira e baleira. Um dia, recebe uma atribuição a mais: segurar o público até a chegada dos atores. É assim que a funcionária, testemunha de inúmeras peças e habituada a subir no palco apenas para limpar, passa a ocupar a linha de frente para contar suas histórias e receber seus primeiros e, quem sabe, últimos aplausos.

Texto e interpretação: Lucília de Assis. Direção: Bianca Byington. Direção de produção:– Maria Siman.  Figurino: Dora de Assis. Projeto gráfico e fotos: Alexandre Dacosta. Realização: Lucília de Assis e Primeira Página Produções

 

SERVIÇO

 

TEATRO É FODA! Solos a 3

Local: Casa Quintal – Rua Silvio Romero 36, Lapa. Informações: (21)  98119-8837 | casaquintalartescenicas@gmail.com

Data: 20 e 21 de julho – sábado e domingo, a partir das 17h.

Ingresso: R$ 20 para um espetáculo. Assistindo a mais de um, a contribuição é voluntária.

Pagamento em espécie e cartão de débito.

PROGRAMAÇÃO

 

Sábado

17h – abertura da casa, com bar e comidinhas

18h – espetáculo “Cuidado! Animais na pista”, com Eliane Costa;

19h15 – espetáculo “Não peça”,  com Lucília de Assis;

20h30  espetáculo “Instabilidade perpétua”,  com Soraya Ravenle;

21h30 – cantoria das três atrizes com o músico Alexandre Dacosta.

 

Domingo

17h – abertura da casa, com bar e comidinhas

18h – espetáculo “Instabilidade perpétua”,  com Soraya Ravenle;

19h15 – espetáculo “Não peça”,  com Lucília de Assis;

20h30  espetáculo “Cuidado! Animais na pista”, com Eliane Costa.

 21h30 – cantoria das três atrizes com o músico Alexandre Dacosta.

BORDERLINE – Cidade das Artes – 2 de agosto – Barra da Tijuca

Bipolaridade, esquizofrenia, desejos, loucura e lucidez. Esses são os temas de Borderline, monólogo de Junior Dalberto, em cartaz na Cidade das Artes, de 2 de agosto a 1º de setembro, sextas e sábados, 20h e domingos, 19h. Destaque literário potiguar – Troféu Cultura – em 2014, montagem dirigida por Marcello Gonçalves é estrelada pelo ator Bruce Brandão.

 

Borderline traz o drama de Rutras, numa linguagem metafórica, atemporal numa viagem mitológica acerca do personagem inspirado no livro O Cangaço e o Carcará Sanguinolento, posicionando-se diante de questões íntimas relacionadas à família, sexualidade homo afetiva, incesto, HIV, mundo cibernético, dependência química e sua relação com a geração dos anos 90.

 

O desafio de dirigir proposto pelo ator Bruce Brandão, me acendeu em algo que é inerente a todos nós, homens da arte: a necessidade e o comprometimento de levar aos palcos uma obra singular e plural. Suponho que aonde quer que eu vá, levarei comigo os ventos das mudanças, eu estou na onda, no ritmo, marchando nele. O registro, a interpretação, a produção e a direção”. Marcello Gonçalves – Diretor.

 

Para o ator Bruce Brandão, as leituras sobre o tema Borderline foram fruto do contato com o autor Junior Dalberto em Natal. Encantado com esse universo, fez suas pesquisas e se familiarizou com o tema.

 

No início eu estava motivado em visitar clínicas psiquiátricas, manicômios, mas após muita pesquisa estudos, percebi que o manicômio estava dentro de cada indivíduo, que esse jeito borderline era um labirinto, um lugar extremamente difícil ser desvendado. O entendimento sobre o transtorno Borderline me fez galgar outros degraus: É o jeito de ser. Quem já não teve medo de rejeição, impulsividade, ciúmes, sensação de abandono? Porém quando se trata de um Border, o olhar é outro. Tudo tem intensidade! Olhar poeticamente a doença é mergulhar no desconhecido“. Bruce Brandão – Ator.

 

A nova temporada que comemora os 5 anos da Cia. Arte Nova é produzida pela Rayes Produções Artísticas, sob a direção de produção de Viviani Rayes, diretora executiva da produtora que já acumula em seu currículo sucessos como BLACKBIRD, PARA ONDE IR e POR ELAS, espetáculos, assim como Borderline, que abordam questões da condição humana em situações limite.

 

É um enorme prazer produzir essa edição comemorativa do monólogo “Borderline”, que marcou a fundação da Cia Arte Nova, não só pela importância da data, mas pelo conteúdo contundente do espetáculo e pela forma generosa que o ator Bruce Brandão se entrega ao seu personagem“. Viviani Rayes – Diretora de Produção e Coach do ator.

 

Sobre a Cia. Arte Nova

A Cia. nasce do encontro entre os atores Marcello Gonçalves e Bruce Brandão, com a necessidade de gerar cultura, arte e o comprometimento com o trabalho de pesquisa, para criar novas formas de se pensar o teatro. Fomentando uma nova economia de gestão e transmissão de conhecimento, a Cia. criada em julho de 2014 pretende ser um centro integrado de arte onde os atores e as equipes formam e constroem um novo olhar sobre o teatro. A 2ª peça da Cia foi encenada em 2015: “O Senador”, baseada na obra de Victor Hugo.

 

Currículos

 

Bruce Brandão iniciou sua carreira em Natal-RN pela Cia Monicreques e Grupo Estalo de Teatro.

Motivado pelo o universo cinematográfico, deixou sua cidade em 2009, com o seu figurino de Carlitos na mala, se mandou para o Rio de Janeiro em busca de novos desafios. A sua arte de rua não demorou muito para ficar conhecido como o “Chaplin da Zona Sul”, no qual foi título da página de cultura do extinto jornal do Brasil, foram quase três anos fazendo performance nas ruas da Cidade.

No cinema Bruce participou de diversos longas, ano passado foram mais de oito participações no cinema nacional como: Tô Ryca, O Palestrante, O riso de Ariano, entre outros.

 

“Divaldo o mensageiro da paz” dirigido por Clóvis Melo, é o quarto trabalho de Bruce Brandão, com direção do Clóvis Melo, a estreia do longa já tem data prevista para 12 de setembro de 2019.

No audiovisual, Bruce deu vida ao cooperado “Raulino” em velho Chico, a série de terror da rede globo “Super Max” Bruce viveu o colibri, o câmera man “Maciel” em “O tempo não para” novela das 19hs, entre outras participações.  Bruce Brandão é figura carimbada em filmes publicitários, são mais de 50 campanhas nacionais, institucional.

 

Bruce Brandão é um ator autodidata, porém frequentou o curso de interpretação no Tablado, oficina teatral na Casa da Gávea, ministrada pelo diretor Marcello Gonçalves, no cinema foi aluno do renomado Walter Lima Jr, teve aulas de dublagem na Voice Brazil, além de um ano de oficina na ONG Palco Social, com o diretor teatral Ernesto Píccolo. A oficina culminou com o espetáculo “Sorria, Você Está Sendo Roubado, tudo foi bolsa ofertada pelos profissionais. Os trabalhos em séries estão a todo vapor para o ator: 1 contra todos, Sob pressão, DPA , Os dias eram assim, Os suburbanos, Procurando Casseta e Planeta, Onde nascem os fortes, entre outros, mas o destaque está na próxima série ” A dona da banca”, dirigida por Marton Olympio.

 

Marcello Gonçalves – Ator e diretor carioca, é no cinema onde sempre chama mais a atenção, como em “Tropa de Elite 2″, “Xingu”, “Assalto ao banco central” e “Não se pode viver sem amor” na série “Filhos do carnaval” com direção do Cao Hamburger entre outros.

 

No teatro fez “Capitães da Areia, de Jorge Amado”, “Cuba Libre” direção de Roberto Bomtempo, “A Mãe”, de Bertold Brecht e direção de Luis Fernando Lobo, “Aonde Está Você Agora?”, de Regiana Antonini e direção de Rafael Ponzi, “D’Artagnan e os Três Mosqueteiros”, “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, Direção de Pedro Vasconcelos. “O Noviço”, de Martins Pena e “Ângelo, Tirano de Pádua”, de Victor Hugo e direção de Marcos Afonso Braga. “Superiores” texto e direção de Miguel Thiré, “Dona Flor e seus Dois Maridos”, de Jorge Amado e direção de Pedro Vasconcelos e “Meu Ex-Imaginário” de Regiana Antonini e direção de Michel Bercovicht entre outros. A montagem de Borderline marcou sua estreia como diretor de teatro.

 

Teaser do espetáculohttps://www.youtube.com/watch?v=lA9SdcUnW0s

 

 

FICHA TÉCNICA

Texto: Junior Dalberto – Direção e Concepção: Marcello Gonçalves –  Elenco: Bruce Brandão

Iluminador: Felipe Lourenço – Trilha Sonora: Bruce Brandão, Marcello Gonçalves e Loan Langowski

Diretor de Movimento: Márcio Vieira – Direção de Arte: Alex Brollo, Rafael Ronconi

Direção de Produção: Viviani Rayes – Programação Visual: Carol Vasconcellos

Preparação de Elenco (Coach): Viviani Rayes – Assistente de Direção: Karini Pallavi

Maquiagem: Vitor Martinez – Fotografia: Lu Valiatti

Produção: Rayes Produções Artísticas – Coprodução: Bruce Brandão – Realização: Cia Arte Nova

 

SERVIÇO

Borderline

Local: Cidade Das Artes – Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca – Temporada: De 2 de agosto até 1º de setembro de 2019 –  Horários: Sextas e sábados, 20h, domingos, 19h –  Preço: R$ 40,00 (Inteira) R$ 20,00 (Meia) –  Funcionamento da BilheteriaTelefone: (21) 3325-0102 – Duração: 55 min. Classificação: 16 anos –  Gênero: Drama –  Capacidade: 100 lugares – Assessoria de imprensa: Carlos Gilberto

Para mim foi uma das melhores surpresas em teatro dos últimos tempos. Conta com uma boa direção, traz um excelente texto, e o melhor de tudo, nos apresenta um ator simplesmente fantástico”! Gilberto Bartholo – Crítico de Teatro

 

Monólogo Borderline comemora 5 anos em cartaz e reestreia dia 2 de agosto, na Cidade das Artes, Barra da Tijuca.

 

Rutras, personagem vivido por Bruce Brandão, indicado ao 3º Prêmio Botequim Cultural em 2015, como melhor ator, retrata artística e poeticamente um ser com transtorno de personalidade.

Apple e Walmart: dois grandes jeitos de uma empresa se posicionar e competir em no mercado

 

 

Francisco de Mello_ceo qulture rocks

Por: Francisco S. Homem de Mello

É comum nos referirmos aos valores de uma empresa quando estamos falando sobre cultura. Os valores, segundo o dicionário Oxford, são “princípios ou padrões de comportamento, ou seja, o julgamento de alguém sobre o que é importante na vida. Ora, não me parece que organizações tenham valores. Uma organização não acredita em nada. Suas pessoas, sim, acreditam em coisas. E a soma das crenças e dos padrões de comportamento dos colaboradores de uma empresa representam os “valores da organização “.

 

Mas, será que os valores de todos os colaboradores de uma organização têm o mesmo peso na composição do todo? Sem dúvida não. Alguns funcionários têm peso desproporcional nessa equação. Em primeiro lugar, quem comanda a empresa tem um peso gigante. Serve de exemplo a ser copiado. Acaba imprimindo seus valores em quem avança e não avança no seu organograma. Perpetua histórias que são contadas via “boca a boca” e que preservam o que parece ser importante no grupo. E por isso tem o efeito de dar direção à cultura pelos seus valores.

Steve Jobs, por exemplo, acreditava muito no poder dos detalhes em seus produtos. Era extremamente metódico e detalhista, ao ponto de gastar um tempo enorme com o desenho da porção interior de seus computadores, que vale ressaltar, fica invisível para o cliente final. E isso criou uma empresa extremamente atenta aos detalhes, que acabou de gastar U$ 10 bilhões em uma nova sede que conta até com puxadores de gaveta desenhados especialmente para ela, em materiais extremamente nobres e refinados.

Os valores dos fundadores, CEOs e executivos de organizações têm um peso enorme na direção da sua cultura. E a cultura é basicamente o produto dos comportamentos que são perpetuados na empresa. Ora, para a Apple, que compete em produtos de alta tecnologia com designs incrivelmente únicos, a atenção aos detalhes é uma competência fundamental para a organização. E ela é muito bem recompensada por isso: e dizem por aí que a margem bruta da empresa em umIphone é de mais de 50%algo impensável no setor de eletrônicos.

Para continuar vencendo nesse mercado, a Apple tem que continuar à frente das inovações de produto nos seus setores. Tem que constantemente inovar e fazer mais. Tem que tomar riscos e criar novidades e, com isso, conseguir cobrando mais por seus produtos do que a concorrência cobra e, mesmo assim, vender muitosmartphone. Por outro lado, o negócio do varejo é de margens extremamente “finas”, em que cada otimização de um processo se reflete em centavos de economia unitária e milhões de margem para a empresa.

O Walmart possui lojas extremamente simples, sem luxos aparentes e uma operação logística muito sofisticada e em constante fluxo, cuja missão é otimizar cada gota de combustível dos seus caminhões e cada hora de armazenagem das suas mercadorias. A margem bruta de uma operação excelente de varejo é de 25%. A líquida é (muito) menor que 10%. Para continuar vencendo nesse mercado, a Walmart tem que ser capaz de ter preços mais baixos do que o cliente encontra na concorrência e ainda assim ganhar mais dinheiro que a concorrência. Michael Porter, o falecido guru de gestão de Harvard, que criou a ciência por trás da competição, já tinha tipificado dois grandes jeitos de uma empresa se posicionar e competir em um mercado: a diferenciação de produtos da Apple ou a excelência operacional em custos Walmart.

Vamos pensar no caso de Sam Walton. O fundador da Walmart era um empresário rico, mas extremamente simples em seus hábitos pessoais. É famosa a história de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que conta que Walton recebeu algum deles em Bentonville para uma visita de benchmarking. Quando o emissário brasileiro pousou em um teco-teco na pista de pouso de terra batida da pequena cidade do Arkansas, foi recebido pessoalmente por Walton em uma picape surrada com a caçamba cheia de cachorros. Nada de chauffer ou BMW de luxo. Nada de helicóptero ou protocolo.

 

Ora, havia então uma enorme coerência entre os valores pessoais de Walton (simplicidade, frugalidade) e a vantagem competitiva sustentável em custos que a Walmart viria a demonstrar, vaporizando seus concorrentes com “preços baixos, todos os dias”.

 

Steve Jobs, por outro lado, era um amante da estética e do estilo. Mandava buscar suas camisetas pretas, e de gola alta, em uma loja japonesa conhecida pelo seu refino (Comme des Garçons), e não aceitava nenhuma outra. Vestia-se com um minimalismo distintivo: a camiseta preta, jeans e um tênis New Balance. Sempre a mesma roupa. Conta-se que sua casa tinha tão poucos móveis e parecia que ele estava de mudança. Seus produtos mostram esse minimalismo. Essa atenção aos detalhes. Essa busca por materiais e resultados extremamente específicos e pensados à exaustão.

 

Será que Steve Jobs seria um bom líder para a Walmart? Ele provavelmente quebraria a rede tentando achar o piso perfeito para suas lojas em uma “mina remota de mármore no Afeganistão”. Os custos iam estourar no primeiro ano. E será que Sam Walton tocaria bem a Apple? Provavelmente não. Sua desatenção aos detalhes entortaria os produtos da empresa que, gradualmente, perderiam sua diferenciação, e acabariam caindo na vala comum de competição por preço. E a empresa não teria a competitividade para sobreviver nessa nova arena. A Apple pereceria. Viraria uma maçã podre.

 

Na próxima vez que você ouvir um líder empresarial falando sobre cultura e valores, faça esse exercício. Imagine esse líder na sua vida pessoal, pois essa tende a ser uma expressão mais pura dos seus valores. Ela é condizente com os valores pregados no âmbito empresarial?

 

Francisco Homem de Mello é fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho. Especialista e estudioso em cultura organizacional. Autor do livro The 3G Way: Dream, People, and Culture, figurando entre os mais vendidos da Amazon em estratégia e negócios e “OKRs: Da Missão às Métricas”, com o objetivo de ajudar as empresas a implementar uma metodologia de metas direcionada para alcançar resultados.

 

 

Roberta Spindel faz novo show no Baretto-Londra após apresentação com casa lotada
O sucesso do show “Depois do Temporal” em junho foi tão grande que a cantora Roberta Spindel  recebeu convite para uma nova apresentação nessa quarta-feira, 24 de julho, às 21h, no Baretto-Londra, no hotel Fasano, na Praia de Ipanema. Desta vez, haverá a participação especial do cantor e compositor multi-instrumentista Milton Guedes.
Roberta Spindel
Novas músicas foram adicionadas ao repertório, que tem também canções autorais de sucesso além de outras da MPB, como “Via Dutra” e “Nuvem de Lágrimas”. O ingresso custa 40 reais, com lista amiga a 25 reais. Os nomes podem ser enviados para o e-mail showrobertaspindel@yahoo.com (sujeito à lotação). O Baretto-Londra fica na Avenida Vieira Souto, 80, na Praia de Ipanema.
Sucessos
Com um repertório que transita entre a MPB e o folk/country, Roberta Spindel consegue conjugar os sotaques e raízes brasileiras da nossa cultura com traços do country/folk de Nashville. O primeiro CD, “Dentro do Meu Olhar”, foi lançado em 2011 pela gravadora Universal com a participação de Caetano Veloso, que regravou com Roberta a canção “ Como Dois e Dois”.
Duas músicas do trabalho fizeram parte de trilhas sonoras de novelas da TV Globo: “Esquinas” (“Morde e Assopra”) e “ Se Eu Quiser Falar com Deus” (“Amor Eterno Amor”). No mesmo ano, foi indicada na categoria “Revelação” ao Prêmio Multishow.
Outro sucesso foi o single autoral “Fina Flor”, com participação de músicos como Rodrigo Suricato e Lui Coimbra. Em seguida, a cantora lançou “Depois do Temporal”, “Grão” e “Perdido em alto mar”.
Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo. Recentemente, a regravação do clássico “Nuvem de Lágrimas” surpreendeu o autor da música, Paulo Debétio, que prontamente abraçou o projeto com a canção inédita “Via Dutra”.
A cantora já dividiu palcos e faixas musicais com grandes nomes da MPB, entre eles Caetano Veloso, Hyldon Souza, Oswaldo Montenegro, George Israel, Sandra de Sá e Luiz Melodia.
SERVIÇO:
Show “Depois do Temporal”, de Roberta Spindel
Data: 24 de julho
Horário: 21h

Local: Baretto-Londra – Hotel Fasano (Avenida Vieira Souto, 80, Praia de Ipanema)

TRAGGA APOSTA EM FESTIVAL NORDESTINO PARA A TEMPORADA  

O Tragga Grelhados Premium preparou uma grande surpresa para a julho: um Festival Nordestino repleto de delícias que combinam perfeitamente com a temporada. Para começar, as sugestões são queijo coalho na brasa com caramelo e rapadura (R$ 29); milho na brasa com manteiga de garrafa (R$ 16) e milho tex – com saour cream, queijo parmesão e pimenta-caiena (R$ 22)-. Os caldos quentinhos não poderiam ficar de fora e chegam nos sabores de abóbora ou baroa que pode ser com linguiça (R$ 30) ou camarão (R$ 38). Para os principais, carne-de-sol black (R$ 92), picanha-de-sol (R$  109); e pargo na brasa com manteiga (R$ 92). Entre os acompanhamentos estão a macaxeira – que pode ser frita (R$ 29) ou gratinada com manteiga de garrafa (R$ 29)-; a farofa de cuscus (R$ 29); e o regionalíssimo baião de dois (R$ 29). E para finalizar, um cremoso sorvete de milho artesanal (R$ 16).

Tragga_ Milho tex_ Foto Felipe Azevedo

Serviços:

Tragga Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899 – loja 154 – São Conrado – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3324-1395. Horário: de segunda a quinta, das 12h às 00h; sexta e sábado, das 12h à 01h; e domingo, das 12h às 23h.

Tragga Vogue Square:  Av. das Américas, 8585 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3559-7450 / 7451. Horário: de segunda a quinta, das 12h às 00h; sexta e sábado, das 12h à 01h; e domingo, das 12h às 23h.

Tragga Humaitá: Rua Capitão Salomão 74 – Humaitá – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3507-2235. Horário: segunda a quinta, das 12h às 16h e 19h às 00h; sexta e sábado, das 12h às 01h; e domingo, das 12h às 23h.

JORNAL ALAGOAS