Futebol em Cadeira de Rodas recebe ação do Bike sem Barreiras

O evento é gratuito e aberto para ao público

 Por: Juney Freire
Visando proporcionar lazer ao público e também aos atletas antes, durante e após as competições, a UNIVERITAS – Centro Universitário Universus Veritas leva o projeto Bike Sem Barreiras à final do Campeonato Americano de Futebol em Cadeira de Rodas. O evento, que acontece no próximo sábado (10) no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, vai trazer esportistas da Argentina, Uruguai, Estados Unidos, Canadá e Brasil.
A Associação Brasileira de Futebol em Cadeira de Rodas (ABFC) tem a finalidade de consolidar a prática desportiva entre pessoas com deficiência no Brasil. Para a diretora da UNIVERITAS, Adriana Garcia, fazer parte de uma atividade do gênero é importante tanto para unir forças e apoiar este público, quanto para o crescimento pessoal de cada envolvido. “Nós, enquanto Instituição de ensino, enxergamos a necessidade de inserir nosso aluno na realidade encontrada fora de sala, assim como dar suporte a essas pessoas e fazer com que elas se sintam pertencidas. Levar as bikes e a nossa equipe para a final do campeonato é um modo delas perceberem que não estão sozinhas na causa”, explica a diretora.
A competição acontece das 9h às 18h, no Velódromo do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A entrada é franca. O Bike sem Barreiras estará no local das 9h às 12h. Para conhecer mais o projeto Bike Sem Barreiras
Concerto “Pedro e o Lobo de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart” no Theatro Municipal do RJ

“Pedro e o Lobo” de Prokofiev & Eine Kleine Nachtmusik de Mozart, obra composta para crianças pelo compositor russo Sergei Prokofiev, terá narração de Ana Botafogo.

Regência de Priscila Bomfim com a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, na apresentação do dia 15 de agosto.

Composto em 1936 por Sergei Prokofiev, a obra sinfônica “Pedro e o Lobo” vêm, há mais de 80 anos, cumprindo com o que era a proposta original do autor: aproximar as crianças da música de concerto, por meio de uma história divertida que associa cada personagem a determinado instrumento ou naipe da orquestra.

A aventura do menino Pedro, que resolve caçar o lobo mau munido apenas de uma espingarda de rolha, popularizou-se pelo mundo, conquistando um novo público para Prokofiev. O russo passou à história como um dos maiores compositores do século XX, assinando balés, óperas, concertos além de duas trilhas sonoras para filmes de Sergei Eisenstein.

De caráter bastante educativo e com texto do próprio Prokofiev, o conto sinfônico descreve os personagens através dos motivos condutores. As cordas (violino, viola, violoncelo e contrabaixo) representam Pedro; as trompas, o lobo; o fagote, o avô do menino; a flauta transversal, o pássaro; o oboé, o pato; o clarinete, o gato. Quanto aos caçadores, o tema é introduzido pelo naipe das madeiras (instrumentos de sopro) e os tiros são evocados pelos tímpanos, pratos e pelo bumbo.

São inúmeros os atores e personalidades que emprestaram sua voz para a narração de “Pedro e o Lobo”, entre eles Boris Karloff, Sophia Loren, Antonio Banderas, Alice Cooper, David Attenborough, Sting, Sharon Stone, Ben Kingsley, Mia Farrow, Sean Connery, Eleanor Roosevelt, Leonard Bernstein, David Bowie, Patrick Stewart e até Mikhail Gorbachev e Bill Clinton. No Brasil, Rita Lee e Roberto Carlos fizeram o papel que será desempenhado, dia 15 de agosto, no Theatro Municipal, pela primeira-bailarina Ana Botafogo.

Iniciando o programa a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, irá executar a conhecido e maravilhosa “Eine Kleine Nachtmusic”, (Pequena Serenata Noturna) para cordas do genial Wolfgang  Amadeus Mozart

Elenco:

Narradora: Ana Botafogo primeira-bailarina do TMRJ

Orquestra Sinfônica do TMRJ

Regência – Priscila Bomfim

Serviço

Horário:

Dia 15 de agosto, quinta-feira, às 19h

Ingressos:

Frisas e camarotes (6 lugares) – R$ 240

Camarotes (5 lugares) – R$ 200

Plateia e balcão nobre – R$ 40

Balcão superior – R$ 20

Balcão superior lateral – R$ 20

Galeria – R$ 10

Galeria lateral – R$ 10

Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 1 hora

Ingressos na bilheteria ou no ingressorapido.com no link:

Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

 Felipe Silcler fala do trabalho em Topíssima

Ator vive o personagem “Zumbi”, um estudante de medicina que adora curtir a vida e desmaia toda vez que vê sangue

Depois de atuar em Totalmente Demais e Novo Mundo, ambas tramas da TV Globo, o ator Felipe Silcler está na Record TV na novela Topíssima, na faixa das 19h45. O jovem de 28 anos faz o personagem “Zumbi”.

– Na verdade, o nome dele é Milton, um estudante de medicina que veio de São Paulo para o Rio de Janeiro a fim de cursar a faculdade. Ele ama a carreira, mas tem um sério problema: desmaia toda vez que vê sangue. Ele estuda muito, mas também aproveita bastante a vida! Adora as festas e namorar, por causa disso, dessa intensa vida social, acaba virando noites para estudar e daí vem o apelido “Zumbi” – explica Silcler.

Visto que o personagem gosta de curtir a vida, mas sem tirar o foco dos estudos também, não é surpresa que ele tenha uma filosofia de vida. E a frase de efeito para explicar seu estilo de vida é: “Quando eu morrer eu descanso”.

Felipe faz parte do núcleo da “República”, junto a atores mais jovens como Marcela Rica, Bruno Guedes, entre outros.

– Lá tem o “nosso paizão na República” que é o personagem do Kadu Moliterno, que está sendo uma descoberta incrível pra mim. Ele é generoso, engraçado, um verdadeiro paizão mesmo. E também círculo por outros núcleos, como o do hospital, onde tenho a honra de contracenar com a Isabel Fillardis – ressalta o ator.

Para se preparar para viver “Zumbi”, Silcler disse que precisou neutralizar o sotaque carioca, já que o personagem vem de São Paulo e a direção de “Topíssima” não queria nenhum sotaque carregado.

– O pedido foi para só neutralizar e dar uma pequena pincelada no sotaque paulista. Aí eu me preocupei com o “s” e o “r”. E na questão da medicina, eu tenho meu melhor amigo que faz o curso, o Victor Lopes, que já foi ator, está nos últimos períodos da faculdade e me ajuda muito com todas as dúvidas que eu tenho. E tivemos encontros e preparações com a nossa Coach na novela, a Vera Silva – completa.

O personagem de Silcler está no núcleo jovem da trama da Record, porém este aborda questões como o tráfico, e uso, de drogas. O ator fala como é trabalhar um assunto tão delicado entre os jovens.

– Acho muito importante, pois de alguma forma o núcleo por ser jovem, acaba sendo um influenciador de comportamentos e referências para os jovens que assistem, e muita gente só tem acesso a esse tipo de informação pela TV. Poder abordar essa discussão é uma ótima abertura para fazer essa galera pensar.

Ele também fala que o personagem tem muito a ver com ele, já que é uma pessoa que curte os amigos e tem bastante energia.

– Com o Zumbi eu estou aprendendo que é possível se divertir e dar conta das funções do dia a dia, ele sai muito, mas não deixa de fazer as coisas que ele precisa. Ele tem muita energia, é amigo da galera e dificilmente algo tira ele do sério. Isso vem muito de mim também. Eu sou um cara que tem facilidade em me relacionar com as pessoas e é bem difícil me tirar do sério. E eu gosto muito de aproveitar a vida ao máximo assim como ele também – ressalta.

Ele ainda fala de como está sendo o trabalho junto ao elenco da nova trama da Record.

– Gravamos bastante, em um ritmo intenso, e isso é muito bom, pois o elenco virou uma família mesmo, estamos muito felizes com o projeto e com muita vontade que dê certo. E especialmente com o núcleo jovem, a gente convive muito, então parece que somos melhores amigos de anos – diz o intérprete de “Zumbi”.

Felipe Silcler é carioca e faz teatro desde os 11 anos. Formado pela escola de teatro Martins Penna, uma das escolas de teatro mais importantes do Brasil e a primeira da América Latina, fez muitas peças e trabalhou com diretores como André Paes Leme e oficinas de teatro como os grupos Amok e Moitará.

No momento, o ator está com foco total na novela, mas não descarta projetos no teatro, o qual ama, no futuro.

– Estou totalmente dedicado à novela no momento, mas quero muito voltar pro teatro. Estou estudando junto com amigos alguns textos, tenho o projeto de levantar meu monólogo e estou aberto para outras possibilidades – finaliza o ator.

Um grito a favor das mulheres – Desmontando Bonecas Quebradas

Desmontando Bonecas Quebradas tem temporada prorrogada no Centro Cultural da Justiça Federal

Solo de teatro documentário, gênero em ascensão em todo o mundo, ganha temporada maior no Centro Cultural da Justiça Federal,  até 25 de agosto.  As apresentações acontecem sempre de sexta a domingo, às 19h. Ingressos a partir de R$ 20. A história de Desmontando Bonecas Quebradas entrelaça momentos de extrema poesia com notícias da vida real  sobre violência contra a mulher. A Atriz e pesquisadora, Luciana Mitkiewicz partiu de acontecimentos reais na Ciudad Juarez, no México, fronteira com El Paso, no Texas (EUA),  para contar sua história. Lá, desde 1993, contabilizam-se milhares de assassinatos de mulheres sem a devida punição. Uma situação sem precedentes, que levou, pela primeira vez na História, à condenação de um país – o México – na Corte Interamericana de Direitos Humanos, em 2009. No Brasil, a situação é igualmente estarrecedora. Aqui, a cada 1h30 uma mulher é vítima de violência masculina. Após as apresentações serão realizados debates com o públ ico presente. “A ideia é justamente convidar as pessoas a refletir à respeito. Através do teatro, queremos dar luz a essa causa e trazer a reflexão para cada pessoa que nos assistir” , diz Luciana.

Bonecas Quebradas-Joaquim da Matta e Ana Prado


Sob a direção de Ysmaille Ferreira, a peça já foi apresentada em Londres (Latin American House/ 2018) e na Itália, nas cidades de Nápoles, Rende e Roma (VAT, Cine-Teatro Santa Chiara e Suite Mondrian/ 2018).

Aspecto de fábula _ “Por tratar de um tema tão urgente em nosso tempo, a peça sempre vem sendo acrescida e transformada por fatos, daí a ideia de fazê-la como um work in progress. Também é importante ressaltar o aspecto fabular, no sentido utilizado por Bertolt Brecht. É que ao direcionar o  olhar para a Ciudad Juarez estamos tratando de algo muito próximo de nós – o feminicídio. É uma forma de buscar as causas profundas de crimes que se repetem de diversas maneiras em muitos lugares do mundo, a violência de gênero que vitima mulheres simplesmente por serem mulheres”, pontua Luciana Mitkiewicz.

Luciana é doutora em Artes da Cena pela Unicamp, desenvolve uma pesquisa sobre Imagem, Imaginação e Imaginário foco de seu trabalho. Outros projetos realizados pela produtora são As Polacas – Flores do Lodo (texto e direção de João das Neves). Desmontando Bonecas Quebradas tem figurinos e cenário de Rodrigo Cohen. As trocas de roupa são feitas ao longo da peça, e a atriz não sai de cena. 

Um dos muitos momentos emocionantes da peça é a cena “Campo de Algodão”, escrita pelo dramaturgo e diretor João das Neves, um dos mais importantes artistas do teatro brasileiro, morto em 2018. Enquanto apresenta o depoimento de uma mãe que perdeu a filha de 13 anos assassinada, bonecas feitas de fraldas de algodão são espalhadas pelo palco, como se fossem sementes para fazer brotar novamente a vida nas jovens brutalmente assassinadas. “As vítimas de Juarez são moças pobres, na maioria de ascendência indígena , trabalhadoras nas maquilas, no comércio ou em casas de família, jovens anônimas. “Vítimas de baixo risco”, como se diz tecnicamente nos manuais de criminologia”, encerra Luciana.

Ficha técnica:  Idealização, criação e atuação: Luciana Mitkiewicz
Direção: Ysmaille Ferreira | Cenário e figurinos: Rodrigo Cohen

Serviço: Desmontando Bonecas Quebradas – dramaturgia coletiva. Direção: Ysmaille Ferreira. Solo com Luciana Mitkiewicz.
Temporada – Até 25 de agosto , às 19h.
Dias e horários: Sexta a domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 40 e R$ 20. Duração: 50 minutos
Centro Cultural Justiça Federal – Av. Rio Branco, 241. Centro. Tel: 3261-2550. Lotação: 140 lugares. Class. Etária: 16 anos
 

Teatro de Bonecos para adultos faz sucesso no Sesc Copacabana

“Habite-me”, solo com Carolina Garcia e direção de Paulo Balardim, faz sucesso no Sesc Copacabana

Elaborado a partir de intercâmbio de artistas gaúchos com companhia canadense, Habite-me é povoado de imagens criadas em narrativa formada por dança, máscaras e bonecos em escala humana. Ocupando a Sala Multiuso do Sesc Copacabana,  o espetáculo, com Carolina Garcia em cena  (ela também é responsável pela pesquisa), tem direção e dramaturgia de Paulo Balardim. Nomes respeitados no Teatro de Animaç&ati lde;o contemporâneo, dentro e fora do Brasil, os artistas gaúchos apresentam ao público uma obra onírica e emocionante, capaz de impulsionar uma poética contemplação sobre vida e morte. Como parte da temporada no Sesc Copacabana,  a atriz e pesquisadora Carolina Garcia  realiza a oficina “Habite-me/Presença” de 8 a 18 de agosto mediante avaliação de currículo (mais informações ao final do texto). A temporada vai até 18 de agosto, de sexta a domingo, às 18h. 

Habite-me Cena Morte Paulo Balardim

Ao longo de 45 minutos, através de três quadros, Carolina Garcia conduz a narrativa. Manipula bonecos, usa máscaras e muitos objetos para elaborar as cenas de Habite-me.  Na porta do teatro, o público recebe um papel com trecho da obra “Elegia 1”, do poeta Rainer Maria Rilke (1875-1926), um dos mais importantes poetas de língua alemã do século 20. É uma espécie de passaporte para o que se assistirá a seguir. “O ponto de partida foi explorar interações entre bonecos e meu próprio corpo em busca de habitar o inanimado e me deixar habitar por ele”, conta Carolina. 

Morando no Rio há quase três anos, Carolina Garcia foi a única atriz-marionetista a conquistar, em 2017, uma bolsa de residência artística no Canadá. Como parte do prêmio, ela poderia convidar um artista local para desenvolver pesquisa de linguagem na construção de bonecos. Foi assim que se aproximou da bonequeira Emilie Racine. “O encontro em torno do desenvolvimento da história foi tão intenso que ela levou o atelier dela para o apartamento que eu morava, de modo a potencializar a pesquisa. Nevava muito e pudemos fazer uma imersão fantástica no trabalho”, relembra a artista. De lá para cá, todo o trabalho ganhou forma com a direç&atilde ;o de Paulo Balardim e a participação do consagrado gaitista belga Tuur Florizione, que assina a trilha original.

Um novo modo de perceber o outro, através da tolerância e da empatia, também está entre os alicerces da peça. “Estamos numa época na qual precisamos oferecer novas percepções sobre o modo como nos relacionamos com o outro, dentro de uma perspectiva do que fazemos parte, influenciamos e constituímos cada qual o pensamento social e político do lugar que habitamos, conscientes ou não, e que nossas ações sobre o nosso corpo vivo de habitação maior, que é o planeta Terra, oferece o rumo da história. As cenas respiram com a gente e falam sobre o diálogo com a morte e o renascimento da vida, sobre as angústicas e anseios que faz em refletir sobre nossa ética de existência sob uma perspectiva feminina, dado que contemplo a vida sob esse ponto de vista”, contextualiza Carolina.

Sobre o desenvolvimento da obra, Paulo Balardim pontua: “Na medida em que criávamos os bonecos, criávamos também a escrita cênica. A ideia de ‘habitação’ ganhou outra dimensão apontando para um estado efêmero de permanência no tempo”, pontua Paulo.  Segundo ele, Habite-me é um apelo para chamar a atenção para nossa transitoriedade”.  Não há a pretensão de se contar uma história com início, meio e fim. “É um espetáculo híbrido que apresenta formas animadas contemporâneas para adultos. A cenografia também é algo curioso: o trabalho do artista plástico Élcio Rossini contribui para criar a imaginação de uma presença não-antropomórfica em cena, ao mesmo tempo em que funciona como um dispositivo para ocultar a atriz, sem que ela necessite sair de cena”.

Habite-me_Credito Leonardo Leoni

Atualmente, Balardim – além de ministrar aulas de teatro de animação na graduação e na pós-graduação em Teatro da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, dirige os espetáculos O Bem-amado, de Dias Gomes e A cantora careca, de Ionesco. Também atua como editor-chefe da  Móin-Móin-Revista de Estudos sobre teatro de Formas Animadas.

Carolina Garcia é  atriz-marionetista (1994), educadora somática, diretora e produtora teatral. Fundadora e gestora do Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo/RS desde 2010, é coordenadora das atividades de intercâmbio e formação do Festival Cena Brasil Internacional (2013). Ao longo de sua trajetória artística, já participou de diversos festivais nacionais e internacionais de teatro, quer apresentando espetáculos ou ministrando workshops. Representou o Brasil no Festival de Teatro de Edimburgo e Ano Brasil/Portugal (2013), Festival de Avignon e Ano Brasil /Uruguai (2015). Como pesquisadora foi selecionada para projeto de estudos no Théâtre Du Mouvement e Micadanse (Paris/2014),  e foi  a artista brasileira selecionada pelo Conselho de Arts do Canadá para participar da  “Résidence Cróisée” em Montreal/Canadá, onde ministrou Master Class na UAQM e participou do Festival de Castelier (2017). Professora do Método Feldenkrais na Faculdade Angel Vianna, coordena o grupo de estudos e teatro  de bonecos da EAB ( Escolinha de Arte do Brasil-RJ).

Equipe HABITE ME

Sinopse
O espetáculo-solo, conduzido por um fio narrativo musical, está dividido em três quadros, nos quais o texto emana dos movimentos da atriz: Os elementos de cena almejam estimular o espectador a sentir e encontrar sentidos na cadeia de personagens que surgem e se desfazem de um quadro a outro, numa alusão à efemeridade do tempo que nos absorve e à inconstância da matéria.

No primeiro quadro, os enamorados, o relacionamento de um casal de idosos que encontram o valor duradouro do amor mesmo que tenham consciência da brevidade da vida. A solidão, o amor, a memória e a reflexão sobre o passado são tônicas da cena.

No segundo quadro, o eterno retorno, o ciclo que nos faz passar de um estado/condição a outro, a volatilidade do tempo e nossa perplexidade diante do inevitável. O duplo surge como desdobramento possível do mesmo ou, ainda, reconhecimento do diferente. O instante presente e a juventude humana, que transporta consigo a iminência de seu fim, propõe o desassossego das decisões e o acercamento de suas consequências.

No terceiro quadro, o inocente, a liberdade, o sonho e a esperança que nos inspiram com o surgimento do novo, em contraponto com os medos e dúvidas que eles nos geram.  A mistura de sentimentos e sensações que podem nos habitar como motores da perpétua vida e suas aproximações com o universo feminino. Uma perspectiva sobre o futuro é proposta. Aqui, a ideia de que somente a vida justifica a vida e o zelo por ela é o motor inspirador.

Oficina

De 8 a 18 de agosto, Carolina Garcia ministra a oficina Habite-me/Presença: o corpo como casa/espaço nas diferentes relações do operador/ator com o objeto/boneco. Aberto a no mínimo oito e no máximo 20 participantes. Trata-se de estudo prático dos princípios da presença do ator no teatro da animação, pautado em práticas da percepção das relações conscientes estabelecidas na organização corporal a convenções da operação do jogo cênico e a escuta entra: o ator e o objeto, o ator e o espaço. Através de atividades da coordenação motora a procedimentos dissociativos do corpo, cont rastes de formas e ritmos para a composição da vida fictícia e autônoma do boneco. Público-alvo: atrizes/atores, bailarinas/os, artistas visuais (estudantes ou profissionais) a partir de 16 anos. Carga horária 32h/aula.
Inscrições: enviar email (habitemeteatro@gmail.com) com assunto Oficina Habite-me/Sesc RJ. No corpo da mensagem apresentar carta de intenção (breve declaração dos motivos pelos quais se interessa em participar da prática). Em anexo, currículo resumido e imagens de pesquisas ou trabalhos realizados.
Período de inscrição: de 25 de julho a 03 de agosto
Resultado será divulgado  dia 05 de agosto por e-mail e redes sociais. ATENÇÃO: serão analisadas as 100 primeiras propostas.

Ficha técnica “Habite-me”
Atuação e pesquisa: Carolina Garcia | Direção e dramaturgia: Paulo Balardim | Criação de bonecos: Emilie Racine | Preparação corporal: Márcia P’inheiro e Laurence Castonguay | Trilha Sonora original: Tuur Florizoone | Figurinos: Cris Lisot | Pinturas no figurino: André Gnatta | Cenografia: Elcio Rossini (pesquisa Objetos para Ação) e Paulo Balardim | Criação de luz: Renato Machado | Operação de luz: Luana Pasquimell | Operador de som e infláveis: Wilson Neto / Antônio Maggionni (stand-by) | Montagem técnica: Hebert Said e Luana Pasquimell | Assessoria e montagem de som: Lucas Carvalho | Ensaísta: Laurence Castonguay, Wilson Neto e Elaine Juteau | Fotografias: Jerusa Mary, Marcelo Paes de Carvalho e Paulo Balardim | Arte gráfica: Jéssica Barbosa | Assessoria de imprensa: Mônica Riani | Comunicação em redes sociais: Ana Balardim | Assistente de produção: José Carlos Rosa | Cias em co-produção (Brasil – Canadá): Cia 4 produções e Territoire 80 | Cooperação internacional: Festival Casteliers (Québec), Conseils des Arts du Canada e Espaço de Residência Artística Vale Arvoredo

Serviço “Habite-me” – Pesquisa e atuação: Carolina Garcia. Direção e dramaturgia: Paulo Balardim. Gênero: teatro de animação
Estreia dia 1º de agosto, às 18h | Duração 45 minutos
Temporada: até 18 de agosto de 2019. Sexta, sábado e domingo, às 18h
Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana
End: Rua Domingos Ferreira, 160 Tel 21 2547-0156
Ingressos: R$ 7,50 (associado Sesc); R$ 15 (meia-entrada); R$ 30 (inteira)
Bilheteria: horário de funcionamento :: terça a sexta-feira, de 9h às 20h; sáb., dom. e feriados: das 12h às 20h

Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dumont

Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dumont no Américas Shopping

 Exposição será inaugurada no dia 2 de agosto com apresentação da banda da Aeronáutica

Peça de destaque na exposição é a réplica mais antiga do avião Demoiselle, em tamanho original

Com a finalidade de levar a Cultura Aeronáutica para mais perto do público, o Museu Aeroespacial firma nova parceria com o Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes, para realizar uma exposição sobre a vida de Santos Dumont, o ‘Pai da Aviação’. A inauguração da exposição “Santos Dumont, o homem há de voar!” será na sexta-feira, dia 2 de agosto, com a apresentação da Banda Militar da Base Aérea dos Afonsos. No período de 02 de agosto a 1° de setembro, o Shopping receberá a mostra.

Além de ser uma das figuras mais importantes da história da humanidade, o brasileiro visionário terá sua trajetória exposta em uma mostra que contará fatos que marcaram a origem da aviação, principalmente, sobre as aeronaves por ele construídas. A exposição contará com painéis e vídeos que mostram curiosidades sobre vida e obras de Santos Dumont. Entre as raridades que o público poderá conferir é a maquete da casa onde o aviador morou, conhecida como Encantada, que atualmente funciona o museu dedicado a ele, na cidade de Petrópolis. Outra peça de destaque na exposição é a réplica mais antiga do avião Demoiselle, em tamanho original, um dos seus primeiros aviões, considerado como sua obra-prima.

“Nós do Américas Shopping sempre buscamos trazer aos clientes experiências e lembranças que poderão ser contadas a diante. Nada melhor do que proporcionar a experiência de imersão no incrível mundo da aviação, podendo contemplar a réplica mais antiga da criação do pai da aviação Santos Dumont e sua história.”, conta Christian Magalhães, Gerente Geral do Américas Shopping.

A exposição ficará localizada no primeiro andar do Américas Shopping, em atividade a partir do dia 02 de agosto até 1° de setembro, com entra livre e gratuita ao público.

SERVIÇO: Museu Aeroespacial promove exposição sobre Santos Dummont no Américas Shopping

Data: 02 de agosto a 1° de setembro de 2019

Local: 1° piso do Américas Shopping

Entrada Gratuita

O Américas Shopping fica na Av. das Américas, 15.500 – Recreio (esq. com Benvindo de Novaes). Tel: (21) 2442-9900 – Site: www.americasshopping.com.br@americasshoppingrio

Sobre o Américas Shopping

Empreendimento construído pela ECIA e administrado pela AD Shopping, o Américas Shopping é referência em compras, lazer e serviços do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Com 120.000 m² de área construída e 37.000m² de área bruta locável, o Shopping possui um mix que reúne 240 lojas dos mais diversos segmentos, como moda, beleza, decoração e kids. Com a proposta de oferecer serviços e entretenimento completos, o empreendimento conta com pistas de patinação no gelo e boliche, uma moderna academia Fórmula, Livraria Leitura, multiplex Cinesystem Cinemas com tecnologia 100% digital e a primeira Unidade de Serviços do Detran RJ no bairro. Projetado com uma arquitetura moderna e sustentável, o empreendimento tem ampla praça de alimentação, Espaço Gourmet e estacionamento com 2.500 vagas, sendo 1.800 cobertas.

 

ALMA IMORAL ESTREIA DIA 8 DE AGOSTO NOS CINEMAS

 Dirigido por Silvio Tendler, best-seller de Nilton Bonder que inspirou
peça de teatro ganha versão para as telas.

Frans Krajcberg e Nilton Bonder

 

 Instigador, poético e filosófico, documentário fala sobre a importância
da transgressão para impulsionar a vida.


No dia 8 de agosto, Alma Imoral chega aos cinemas. Depois de vender 300 mil cópias em diversos países e inspirar a peça de teatro vista por 500 mil espectadores, o livro do Rabino Nilton Bonder ganha versão de documentário. Com direção de Silvio Tendler, Bonder apresenta a história de personagens que recorreram à transgressão como única possibilidade de fazer o que era correto. Entre os temas abordados estão adultério, ateísmo, homossexualidade, traição, rompimento e inovação na política, religião, arte e ciência. No filme, entrevistas são intercaladas com coreografias da Cia. de Danças Debora Colker. A narração é de Bel Kutner, Júlia Lemmertz, Letícia Sabatella, Mateus Solano e Osmar Prado.

Chen Alon

Personagem condutor do filme, Bonder parte numa jornada na busca da Alma Imoral pelo Brasil, EUA e Israel, entrevistando destacados transgressores do pensamento e daatualidade em sua própria “tribo”. Entre os personagens estão Frans Krajcberg, Michael Lerner, Rebbeca Goldstein, Etgar Keret, Uri Avneri, Reb Zalman Schachter, Rabino Steven Greenberg, Noam Chomsky, irmãos Rosenberg etc. O filme mostra também passagens e mitos bíblicos que revelam a arte de transitar no território da interdição e da transgressão, trazendo uma nova reflexão sobre o que é lícito e apropriado, sobre o tabu e sua quebra. Como no sucesso da obra teatral, o filme é um projeto instigador, poético e filosófico, que trata o particular como modelo para o universal.

“A transgressão é o elemento capaz de renovar a vida, de impulsioná-la a um novo horizonte de possibilidades. Essa transgressão está localizada na alma”, explica Bonder. A Alma Imoral é um dos maiores sucessos editoriais e de teatro no Brasil. O livro vendeu 300 mil cópias, sendo traduzido para o inglês, espanhol, italiano e hebraico. A peça, estreada por Clarice Niskier, em 2006, está há 13 anos ininterruptos em cartaz e já foi vista por 500 mil espectadores. Fora do país, o espetáculo foi sucesso também na França, Itália e Argentina.

 

Michael Meeropol

O filme é distribuído pela Elo Company. Sabrina Nudeliman Wagon, CEO da empresa, afirma: “Sempre fui grande fã do Rabino Bonder, li todos seus livros e assisti diversos debates. O filme trata de questões contemporâneas de forma sensível e inteligente. Tivemos grande sucesso de vendas internacionais do filme ‘Querido Embaixador’ de temática judaica o ano passado e vejo ‘Alma Imoral’ com o mesmo potencial”.

TRAILER: https://youtu.be/o2n7GnGMlhU

FICHA TÉCNICA


Direção: Silvio Tendler
Produção Executiva: Ana Rosa Tendler
Baseado em “A Alma Imoral”, de Nilton Bonder
Argumento: Silvio Tendler
Roteiro: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Entrevistas: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Diretor Assistente: Lilia Souza Diniz, Luis Carlos de Alencar, Douglas Duarte
Assistente de Direção: Vladimir Seixas, Patricia Francisco
Direção de Fotografia: Lúcio Kodato
Fotografia Adicional: Maycon Almeida, Tao Burity, Vitor Foguel, Vladimir Seixas
Edição: Jordana Berg: Ricardo Moreira
Coreografia: Cia de Danças Debora Colker
Narradores: Bel Kutner, Júlia Lemmertz, Letícia Sabatella, Mateus Solano e Osmar Prado.

SERVIÇO
Lançamento de filme
Título: Alma Imoral
Direção: Silvio Tendler
Argumento: Silvio Tendler
Roteiro: Nilton Bonder e Silvio Tendler
Entrevistados: Frans Krajcberg, Michael Lerner, Rebbeca Goldstein, Etgar Keret, Uri Avneri, Reb
Zalman Schachter, Rabino Steven Greenberg, Noam Chomsky, irmãos Rosenberg entre outros.
Lançamento nos cinemas: 08 de agosto
Duração: 1h58
Classificação etária: 12 anos

Elo Company

Empresa especializada em produção e distribuição audiovisual, fundada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon. No mercado há 13 anos, conta com uma estrutura completa de produção de conteúdo, distribuição de obras audiovisuais em todas as plataformas e vendas para o mercado nacional e internacional. Na unidade ELO Produções, são três lançamentos no ano de 2019 e mais de dez projetos em seu lineup, incluindo coproduções. Na unidade ELO Distribuições, são mais de 100 títulos em seu lineup, entre eles “Vou Nadar Até Você”, primeiro filme protagonizado por Bruna Marquezine; “Emicida”, produzido pela RT Features; “Miss Beach Star”, dirigido por Cris D’Amatto e protagonizado por Fabiana Karla; “Prisioneiro da Liberdade”, de Jefferson De; “Torre das Donzelas”, de Susanna Lira (vencedor do prêmio de Melhor Documentário pelo público na Mostra de Internacional de São Paulo); “Aos Olhos de Ernesto”, da premiada Ana Luisa Azevedo; “Tito e os Pássaros”, de Gustavo Steinberg, pré-indicado ao Oscar de 2019; “O Menino e o Mundo”, de Ale Abreu, indicado ao Oscar de melhor animação; “S.O.S: Mulheres Ao Mar 2”, apenas para citar alguns. A Elo Company tem entre seus principais objetivos criar, produzir e divulgar as narrativas brasileiras em múltiplas telas e países. A empresa tem como princípios a valorização da diversidade na frente e atrás das telas com projetos inovadores, como o Selo ELAS, com o intuito de fomentar projetos de longa-metragem com direção feminina.

CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO RECEBE EVENTO SOBRE O JAPÃO

Exposição fotográfica e Mostra de Cinema apresentam o Japão, sua capital e seus filmes

O Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e a Fundação Japão, em parceria com a CAIXA Cultural Rio de Janeiro, apresentam de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019, com entrada franca, uma exposição fotográfica que retrata o passado e presente de Tóquio, a megalópole que atrai tantos olhares.

Japao Credito Shinya Arimoto

A exposição itinerante TÓQUIO ANTES/DEPOIS é composta por mais de oitenta obras representativas da cidade nos anos 1930 a 1940 em contraste com a década de 2010. Sob curadoria do crítico de fotografia Kotaro Iizawa, a mostra se propõe a aprofundar o interesse do público sobre a cidade e suas diversas faces através de fotografias registradas em épocas e ângulos distintos. Tendo em vista os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2020, esta é uma oportunidade única para conhecer a história da capital japonesa e vê-la pelas lentes de um renomado grupo de fotógrafos.

Durante os finais de semana, acontece a Mostra de Cinema com abordagem histórica, trazendo obras que representam o antes e depois da sétima arte vinda do Japão. Passeando por gêneros diversos que vão de drama até fantasia, destacam-se o filme de animação Em Busca das Estrelas, dirigido por Makoto Shinkai; e a comédia Thermae Romae, dirigida por Hideki Takeuchi. A mostra tem entrada franca, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão, e exibições aos sábados e domingos (dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro).

Esta realização faz parte do MÊS DO JAPÃO, uma série de eventos culturais sob a tutela do Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro durante os meses de agosto e setembro. Outras Informações e mais detalhes sobre os filmes da programação de cinema estão disponíveis no site http://bit.ly/mesdojapao.

 

Programação da Mostra de Cinema:

10 de agosto (sábado)

15h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

18h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

11 de agosto (domingo)

14h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

17h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 2011, 116 min, DVD, 12 anos)

17 de agosto (sábado)

15h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

18h – A garota que saltou no tempo (Direção: Mamoru Hosoda, 99 min, 2006, 16mm, Livre)

18 de agosto (domingo)

14h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

17h – Thermae Romae (Direção: Hideki Takeuchi, 108 min, 2012, DVD, Livre)

 

31 de agosto (sábado)

15h – Crayon Shinchan – Bravo! Grande batalha de Samurais (Direção: Keiichi Hara, 95 min, 2002, DVD, Livre)

18h – Em busca das estrelas (Direção: Makoto Shinkai, 116 min, 2011, DVD, 12 anos)

 

01 de setembro (domingo)

14h – O amor de Nabi (Direção: Yuji Nakae, 110 min, 1999, DVD, 12 anos)

17h – Escola mal assombrada (Direção: Hideyuki Hirayama, 16mm, 100 min, 1995, 12 anos)

Serviço:

Japão Antes/Depois

Entrada Franca

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro

Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro – Metrô e VLT: Estação Carioca

Informações: (21) 3980-3815

 

Exposição de Fotografias “Tóquio Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galeria 3

Data: de 06 de agosto a 15 de setembro de 2019 (terça-feira a domingo)

Horários: das 10h às 21h

Classificação Indicativa: Livre

 

Mostra de Cinema “Japão Antes/Depois”

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinemas 1 e 2

Datas: dias 10, 11, 17, 18 e 31 de agosto e 01 de setembro (sábados e domingos)

Horários: Consultar programação

Bilheteria: Distribuição de ingressos 1 hora antes de cada sessão

Classificação Indicativa: Consultar programação (Livre – 12 anos)

Capacidade: Cinema 1 – 78 lugares (mais 3 para cadeirantes) / Cinema 2 – 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)

Acesso para pessoas com deficiência

 

Realização: Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro e Fundação Japão

Apoio: CAIXA e Governo Federal

Media Kit (artes + fotos): http://bit.ly/japao-antesdepois

Centro Cultural e Informativo do

Consulado-Geral do Japão no Rio de Janeiro

Elisa Celino – Assessora Cultural

(21) 2240-2383 ramal 119

elisa.celino@ri.mofa.go.jp | http://www.rio.br.emb-japan.go.jp/

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola no Carnaval 2020

Para seu desfile no próximo carnaval, além da Rainha de Bateria, a Unidos da Ponte terá uma Rainha da Escola que será a bela Denise Kayan. Caminhando para seu quarto ano no Maior Espetáculo da Terra, Denise já desfilou na Mangueira, foi passista da Mocidade Independente de Padre Miguel e musa da Renascer de Jacarepaguá.

Mesmo já tendo sido musa, em 2020 Denise terá um destaque maior e sabe o tamanho da responsabilidade: ‘Será meu primeiro ano como rainha de uma escola de samba. Mesmo ainda não sendo à frente da bateria, como é meu sonho, vou representar meu país no Brasil e honrar a comunidade de São João de Meriti com todas as forças.”

A Unidos da Ponte será a terceira escola a desfilar na Sexta-Feira pela Série A na Marquês de Sapucaí. A agremiação levará o enredo “Elos da Eternidade” do carnavalesco Lucas Milato.

Fotos: Divulgação

 

 

Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa. Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

dra. roselene espirito santo

A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infanto-juvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia, já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é “biblioteca”, é jornal, cinema, é playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? A Dra. responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma “doença comportamental” em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

A Dra. Roselene Espírito Santo Wagner traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:


Ensinar a criança a lidar com o tédio

É necessário em primeiro lugar ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comecem a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se devolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares. A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala.
As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem tudo o que lhes é explicado (de forma simples).

Explique, converse e estabeleça limites

Dar limites é dar amor. Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar.

Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades que ele tem pré disposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina onde ele possa se adequar. E ter prazer nesta atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (sistema conjugal, parental, etc.) devem ser tido como uma “equipe”. Onde cada um pode colaborar com uma tarefa, colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para atividades ao ar livre, como pedalar, passear, caminhar, praia, piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois, há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a Psicoeducação, no sentido de desenvolvermos uma rotina saudável desde crianças, pois, os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”. Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir, falar todas as palavras de forma correta. Elas estão aptas a compreender quase tudo, por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de seu desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.