Curso do DeROSE Method ensina todos os detalhes sobre “Respiração”

Aumento da resistência e da vitalidade; técnicas para ampliar a capacidade pulmonar e como praticar no cotidiano, são apenas alguns temas do curso “Respiração Total” que acontece no dia 24 de agosto na escola DeROSE Method Ipanema, no Rio de Janeiro.

Quem ministrará este curso com duração de quatro horas é a professora Ro de Castro, umas das referências no tema dentro da Rede DeROSE. “A cada estado emocional corresponde um ritmo respiratório. Uma cadência profunda e ritmada demonstra satisfação, segurança e serenidade. A respiração curta e rápida denota ansiedade, insegurança ou medo. Aprendendo a manipular o ritmo respiratório com as técnicas ensinadas neste curso, conseguiremos modificar e sutilizar as emoções, o que irá interferir positivamente nas relações afetivas, no desempenho profissional e na qualidade de vida”, explica Ro de Castro.

A professora também lembra que as técnicas de respiração vão muito além. “O respiratório, feito da forma correta, é um excelente aliado para os esportes, especialmente mergulho, surf, natação, alpinismo, e artes marciais, por ampliar incrivelmente a capacidade pulmonar e outorgar maior resistência, mais consciência corporal e respostas rápidas a todas as exigências físicas”, relata.

Ro de Castro também destaca a importância da respiração na área artística. “Para o canto, teatro ou qualquer outra atividade na qual seja imprescindível uma voz clara, limpa e melodiosa, a respiração bem aplicada é fundamental. Ainda podemos destacar sua importância para a qualidade de vida, amenizando o estresse e aumentando a vitalidade”, concluiu a professora.

PROGRAMAÇÃO:

• Aumento da resistência e da vitalidade.

• A importância dos respiratórios.

• Posições mais adequadas para a execução dos exercícios.

• O diafragma e o desenvolvimento da respiração completa.

• Técnicas físicas para ampliar a capacidade pulmonar.

• Respiratórios dinâmicos.

• Autoconhecimento.

• Respiração e meditação.

• Prana, nadís e chakras.

• Prática para o cotidiano.

A inscrição é aberta ao público. O investimento é de R$ 1.390,00. Outras informações no site https://ipanema.derosemethod.org/ ou pelo fone (21) 2147-9651. A escola DeROSE Method Ipanema fica na Rua Redentor, 55, Ipanema, Rio de Janeiro.

DeROSE Method – DeROSE Method é um programa completo para aumentar a vitalidade, administrar o stress e ganhar foco. Sua aplicação promove um incremento de produtividade e alta performance na vida. Criado pelo Professor DeRose na década de 60, o DeROSE Method  também está presente em New York, Paris, Londres, Roma, Milão, Madrid, Barcelona, Edimburgo, Lisboa, Porto, Buenos Aires, Córdoba, Mendoza, Calafate, Bariloche, Santiago do Chile e Oulu (na Finlândia). Novas escolas estão em implantação na Suíça, Alemanha, Austrália e Canadá.

O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano no Teatro Poeirinha

O espetáculo “Mansa”, com direção de Diogo Liberano,

tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, até 25 de setembro

 

Texto original de André Felipe investiga a origem da violência contra a mulher a partir de um crime cometido por duas irmãs

 

As atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam diferentes personagens em encenação fragmentada

 

Potente espetáculo que investiga a origem da violência conta a mulher, “Mansa”, com dramaturgia de André Felipe e direção de Diogo Liberano, tem temporada prorrogada, no Teatro Poeirinha, em Botafogo, até 25 de setembro, com sessões sempre às terças e quartas-feiras, às 21h. O espetáculo reúne as atrizes Amanda Mirásci e Nina Frosi nos papéis de duas irmãs que, após anos de abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos da casa.  Mais do que apresentar um crime, a peça chama a atenção para os inúmeros crimes praticados contra as mulheres que não recebem a devida punição, naturalizando a violência na sociedade contemporânea. Em cena, apenas os personagens masculinos têm voz: eles observam o drama das irmãs por diferentes ângulos, colocando em questão o processo de “amansamento” feminino.  “Mansa” estreou no festival Cena Brasil Internacional, em 2018, e fez temporadas no Rio e em São Paulo.

As atrizes dão vida a diferentes personagens e, como detetives ou arqueólogas, vão progressivamente desenterrando uma história silenciada, deixada na terra e perdida no tempo. A dramaturgia é construída por meio de fragmentos que se estendem por vários tempos, desde a infância das duas irmãs, passando pela adolescência, até o ato do crime e momentos posteriores a ele: julgamento, prisão e futuro. O terreno onde o corpo do pai foi enterrado é o espaço que une as cenas passadas, presentes e futuras, ganhando contornos que extrapolam uma única narrativa e abrindo aos espectadores o mesmo desafio: como afirmar algo sobre uma história que não é contada por suas vítimas, mas quase sempre por seus violentadores?

A encenação de Diogo Liberano buscou construir, junto à direção de movimento de Natássia Vello, uma dramaturgia corporal que apresenta diversos momentos da vida dessas irmãs. Por meio de uma relação de encaixe e desencaixe, a dramaturgia se relaciona com tais movimentos buscando abrir perguntas sobre os fatos narrados pelos personagens masculinos e a realidade vivida e sentida pelas mulheres que foram emudecidas. A trilha sonora original de Rodrigo Marçal, o cenário e os figurinos de André Vechi e a iluminação de Livs Ataíde visam, de modos variados, encontrar e completar uma história que foi esquecida e silenciada.

O autor André Felipe partiu de referências sugeridas pelo diretor e pelas atrizes para criar a dramaturgia original. Uma das origens da investigação foi a clássica dramaturgia “Antígona” do grego Sófocles. “O embate vivido entre as irmãs Antígona e Ismênia: uma querendo tomar uma decisão que desafiaria o Estado e causaria a sua morte e a outra amedrontada em realizar uma ação considerada indevida para uma mulher naquela época”, comenta Liberano sobre o processo de pesquisa que também incluiu estudos filosóficos e filmes sobre penitenciárias e instituições de confinamento.

“Tínhamos o desejo de falar do confinamento e da instituição prisão modelando e domesticando o corpo da mulher”, acrescenta o encenador. O nome do espetáculo foi uma sugestão do dramaturgo a partir do poema “Uma mulher limpa”, do livro “Um Útero é do Tamanho de Um Punho”, da escritora Angélica Freitas (que segue transcrito abaixo):

porque uma mulher boa

é uma mulher limpa

e se ela é uma mulher limpa

ela é uma mulher boa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

a mulher era braba e suja

braba e suja e ladrava

porque uma mulher braba

não é uma mulher boa

e uma mulher boa

é uma mulher limpa

há milhões, milhões de anos

pôs-se sobre duas patas

não ladra mais, é mansa

é mansa e boa e limpa

Sobre André Felipe (autor)

É dramaturgo, ator e diretor teatral. Escreveu e dirigiu as peças À DISTÂNCIA (Prêmio Myriam Muniz 2012), SEM HORAS em parceria com Vinicius Coelho (Prêmio Funarte Artes na Rua 2013) e desenvolveu com Gustavo Colombini a residência e performance LA COMUNICACIÓN HUMANA (Festival Latino-americano de Teatro de Santiago 2016) e a ação REUNIÃO DE CONDOMÍNIO (museu do louvre pau-brazyl 2016) com o grupo Cinza. Também escreveu as peças ENSAIOS PARA O FIM DO MUNDO (Bullshit México e Teatro Pradillo de Madri 2017), PERDENDO TEMPO (Prêmio Elisabete Anderle 2015), POSES PARA NÃO ESQUECER (Festival de Girona 2016), O DEMÔNIO DO MEIO DIA, SUÉTER LARANJA EM DIA DE LUTO e NÃO SEMPRE, as duas últimas publicadas pela Editora UFSC. Atualmente é doutorando em Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e mestre em Dramaturgia pela Universidade Nacional del Arte (UNA) de Buenos Aires. Integra A ursa de araque, grupo de Florianópolis/SC fundado em 2007. Recebeu os prêmios de dramaturgia Seleção Brasil em Cena CCBB 2013 e Prêmio Rogério Sganzerla de Roteiros de Cinema e Teatro 2012. Coordenou diversas oficinas de escrita no Brasil, Argentina e Chile.

Sobre Diogo Liberano (diretor)

É graduado em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena (PPGAC/UFRJ) e doutorando em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). É professor da Faculdade CAL de Artes Cênicas, dramaturgo coordenador do Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI e diretor artístico e de produção da companhia carioca Teatro Inominável, junto a qual assina a curadoria e a direção artística da MOSTRA HÍFEN DE PESQUISA-CENA, Mostra de Artes da Cena. Por seu trabalho, foi indicado ao Prêmio Shell (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e, em 2016, pela de OS SONHADORES), ao Cesgranrio (em 2015, pela dramaturgia de O NARRADOR e pela direção de A SANTA JOANA DOS MATADOUROS, junto com Marina Vianna e, em 2016, pela dramaturgia de OS SONHADORES), ao APTR (em 2013, pela dramaturgia de MARAVILHOSO) e ao Questão de Crítica (em 2012, pela direção de SINFONIA SONHO e pela curadoria e direção artística da primeira edição da MOSTRA HÍFEN).

Sinopse

Duas irmãs, após anos sofrendo abuso em cárcere privado, matam o pai e enterram seu corpo nos fundos de casa. É neste mesmo terreno onde a peça acontece, a partir de inúmeros fragmentos que se estendem no tempo e buscam revelar a genealogia da violência contra a mulher. Em cena, Amanda Mirásci e Nina Frosi interpretam vários personagens masculinos que tiveram relação, cada um a seu modo, com o crime perpetrado pelas duas irmãs.

Equipe de Criação

 

Dramaturgia: André Felipe

Direção: Diogo Liberano

Atuação: Amanda Mirásci e Nina Frosi

Direção de Movimento: Natássia Vello

Cenografia e Figurino: André Vechi

Iluminação: Livs Ataíde

Direção Musical: Rodrigo Marçal

Assistência de Direção: Marcéli Torquato

Registro Fotográfico: Thaís Barros

Mídias Sociais: Teo Pasquini

Design Gráfico: Diogo Liberano

Operação de Luz: Walace Furtado

Operação de Som: Paulo Vitor Rocha

Assessoria de Imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção Executiva: Paulo Vitor Rocha

Direção de Produção: Amanda Mirásci e Diogo Liberano

Idealização: Amanda Mirásci, Diogo Liberano e Nina Frosi

Realização: Arrakasta Produções Artísticas

Serviço

Espetáculo “Mansa”, de André Felipe, com direção de Diogo Liberano

Temporada: 6 de agosto a 25 de setembro

Teatro Poerinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ

Telefone: (21) 2537-8053

Dias e horários:  terças e quartas, às 21h.

Ingressos: R$ 40 (inteira); R$ 20 (meia-entrada)

Duração: 1h

Lotação: 44 pessoas

Classificação Etária: 16 anos.

30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

As Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual celebram a maioridade do projeto durante o 30º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo

Dia 24/08, sábado, às 18h30, na Cinemateca, a celebração dos 18 anos das
Oficinas Kinoforum terá exibição Open Air de curtas especialmente selecionados para o evento

Em 2019 o projeto Oficinas Kinoforum de Realização Audiovisual completa 18 anos, tendo atendido cerca de 1.800 pessoas entre crianças, jovens e adultos de várias regiões da cidade e do estado de São Paulo. O 30° Festival Internacional de Curtas Metragens exibe as mais recentes produções dos alunos, incluindo curtas realizados em oficinas audiovisuais por moradores de albergues.
Quer aprender a fazer cinema de graça, ser reconhecido pelo mercado, surfar com autoridade nas ondas da sétima arte; quebrar preconceitos e ainda correr o risco de virar cineasta e ganhar prêmios nacionais e internacionais? Nesses 18 anos muitos jovens participaram de um total de 80 oficinas, resultando na produção de 320 curtas metragens.

As produções mais recentes, das Oficinas Kinoforum, foram realizadas com moradores de albergues e teve o patrocínio da Ericsson através do Proac ICMS. Foram ministradas aulas de direção, roteiro, edição, produção, interpretação para Cinema e TV e maquiagem em dois módulos. O resultado foram 19 curtas, feitos por mais de 100 alunos, muitos deles refletindo sobre a condição de rua dos seus realizadores. O projeto também ofereceu uma oficina audiovisual para crianças da região conhecida como Cracolândia, em São Paulo. Os realizadores vão assistir o resultado dos seus trabalhos nas salas de cinema que fazem parte do circuito do festival. A programação completa das exibições está logo abaixo.
Nesta recente parceria com a Ericsson o projeto reconheceu histórias de superação muito impactantes como o de moradores de rua trans que voltaram a estudar; um dos alunos após se recuperar de um vício iniciou um canal no Youtube; além de outras histórias de resgate de pessoas que voltaram para seus familiares após esta experiência.

 

Também neste ano foram realizados três curtas metragens em correalização com a Spcine na Oficina Módulo II. Os curtas “Afeto”, ”Onde a coruja faz seu ninho” e “Sorriso Negro” abordam questões importantes como racismo e abuso.
O projeto, que chega em sua maioridade em 2019, vai comemorar no sábado dia 24 de agosto, às 18h30, na Cinemateca Brasileira, numa sessão Open Air, durante o Festival, quando será exibida uma seleção dos curtas mais recentes produzidos pelo projeto.
No mesmo dia 24/08, além das comemorações de 18 anos também haverá uma palestra sobre Tecnologia das Coisas, às 16hs, ministrada por Marcelo Goldstein, na Sala Petrobrás. Atividade também gratuita. Basta chegar.

Crianças e Celebridades crias da casa
As crianças que participaram das Oficinas também terão uma exibição dos seus curtas no sábado, 25/08 às 15hs, na Cinemateca, com três curtas que foram desenvolvidos e inspirados nos sonhos das próprias crianças participantes. Os curtas apresentam temáticas variadas, com muito humor, aventura e suspense. Haverá ainda, no mesmo dia, logo após a sessão (a partir das 16hs), uma outra atividade: a Oficina de Cinema de Animação para Crianças. Será ministrada pela Matiz Filmes e promete encantar a meninada. A sessão e a Oficina de Cinema de Animação são atividades gratuitas, com censura livre e não requer inscrição prévia.

 

Mas um projeto que completa 18 anos não se faz em 18 dias, como no caso dessas Oficinas especiais. Muitas pessoas que contribuíram com o início do projeto, ou como alunos, ou como professores, hoje fazem a diferença no setor e representam muito bem o país em festivais no exterior.
Entre eles nomes como Beatriz Seigner, que foi aluna da primeira oficina em 2001 em Monte Azul, neste ano teve seu longa “Los Silencios” participando da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Nádia Mangolini, ex-aluna e membro da equipe que atua com animação e já recebeu diversos prêmios, seu curta “Torre” é um dos premiados. Como colaboradores pedagógicos já participaram Alfredo Manevy, que foi presidente da Spcine, secretário executivo e secretário de políticas culturais do Ministério da Cultura. Victor-Hugo Borges também colaborou na equipe com sua experiência na área de animação, ele é o criador da prestigiada série “Historietas Assombradas”

 

O audiovisual tem o poder de transformar e criar novas visões de mundo; muitos alunos que participaram das Oficinas tiveram a oportunidade de refletir sobre sua própria realidade, ter voz e mudar a perspectiva a partir da construção fílmica e isso tudo está refletido nos mais de 320 filmes produzidos nessa jornada. O projeto inspira, emociona e provoca. A câmera e a linguagem audiovisual são excelentes ferramentas de inclusão social e cultural.
Programação
23/08 às 15h no Cine Olido – Sessão Oficinas Kinoforum 01
24/08 às 16h na Cinemateca Brasileira – Workshop “Tecnologia das Coisas”
24/08 às 18h30 Cinemateca Brasileira – Celebração dos 18 anos das Oficinas Kinoforum, com presença de moradores de albergue.
25/8 a partir das 15h na Cinemateca Brasileira – Sessão de curtas infantis + oficina de cinema de animação
27/08 às 15h e 17h no Cine Olido – Sessão Oficinas Kinoforum 02 e 03 – Com presença de moradores de albergue.
01/09 às 17h no CCSP – Mesa de Debate “Narrativas Audiovisuais e Periferias”
01/09 às 18h no CCSP – Sessão Oficinas Kinoforum 01

Programação completa do Festival no site: https://2019.kinoforum.org/

Endereços 
Cinemateca Brasileira – Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana
Cine Olido – Avenida São João, 473, Centro
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000

 

Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares pode ser instituído no Rio
Foto: Octacílio Barbosa | Texto: Comunicação Social
Instituir o Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (Sebe-RJ), promovendo a integração entre as diversas bibliotecas da rede pública de ensino. É o que propõe o projeto de lei 597/15, dos deputados Flávio Serafini (PSol) e Waldeck Carneiro (PT), que foi aprovado em redação final pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta quinta-feira (22/08). O texto será encaminhado ao governador Wilson Witzel, que terá até 15 dias úteis para decidir pela sanção ou veto da medida.

De acordo com a proposta, o sistema será organizado em quatro partes: as Unidades Prestadoras de Serviço, que se instalarão em cada biblioteca dos colégios públicos estaduais; as Unidades Descentralizadoras de Execução, que serão compostas por um determinado número de escolas em uma região específica, com o objetivo de supervisionar o trabalho exercido e promover a racionalização das atividades; a Unidade Central de Execução, responsável por determinar, com a participação de professores, alunos e responsáveis, quais serão os acervos que deverão compor as bibliotecas, além de promover a integração entre as diferentes unidades, sempre que possível incluindo a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec); e o Órgão Central, que deverá garantir recursos para aquisição de acervo e equipamentos, bem como a implementação e expansão de bibliotecas escolares.

“A existência da biblioteca escolar infere positivamente na qualidade do processo de ensino-aprendizagem e no domínio dos códigos para a aquisição de habilidades e competências dos estudantes. A existência da biblioteca na escola, de fato, torna-se indispensável para a formação do indivíduo”, afirmam os autores na justificativa do projeto.

O Poder Executivo regulamentará a norma através de decreto e o custeio do sistema deverá estar previsto na Lei Orçamentária Anual a partir do exercício financeiro de 2020. O sistema deverá ser implementado observando a Lei 8.246/18, que criou o Plano Estadual de Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca.