Apple e Walmart: dois grandes jeitos de uma empresa se posicionar e competir em no mercado

 

 

Francisco de Mello_ceo qulture rocks

Por: Francisco S. Homem de Mello

É comum nos referirmos aos valores de uma empresa quando estamos falando sobre cultura. Os valores, segundo o dicionário Oxford, são “princípios ou padrões de comportamento, ou seja, o julgamento de alguém sobre o que é importante na vida. Ora, não me parece que organizações tenham valores. Uma organização não acredita em nada. Suas pessoas, sim, acreditam em coisas. E a soma das crenças e dos padrões de comportamento dos colaboradores de uma empresa representam os “valores da organização “.

 

Mas, será que os valores de todos os colaboradores de uma organização têm o mesmo peso na composição do todo? Sem dúvida não. Alguns funcionários têm peso desproporcional nessa equação. Em primeiro lugar, quem comanda a empresa tem um peso gigante. Serve de exemplo a ser copiado. Acaba imprimindo seus valores em quem avança e não avança no seu organograma. Perpetua histórias que são contadas via “boca a boca” e que preservam o que parece ser importante no grupo. E por isso tem o efeito de dar direção à cultura pelos seus valores.

Steve Jobs, por exemplo, acreditava muito no poder dos detalhes em seus produtos. Era extremamente metódico e detalhista, ao ponto de gastar um tempo enorme com o desenho da porção interior de seus computadores, que vale ressaltar, fica invisível para o cliente final. E isso criou uma empresa extremamente atenta aos detalhes, que acabou de gastar U$ 10 bilhões em uma nova sede que conta até com puxadores de gaveta desenhados especialmente para ela, em materiais extremamente nobres e refinados.

Os valores dos fundadores, CEOs e executivos de organizações têm um peso enorme na direção da sua cultura. E a cultura é basicamente o produto dos comportamentos que são perpetuados na empresa. Ora, para a Apple, que compete em produtos de alta tecnologia com designs incrivelmente únicos, a atenção aos detalhes é uma competência fundamental para a organização. E ela é muito bem recompensada por isso: e dizem por aí que a margem bruta da empresa em umIphone é de mais de 50%algo impensável no setor de eletrônicos.

Para continuar vencendo nesse mercado, a Apple tem que continuar à frente das inovações de produto nos seus setores. Tem que constantemente inovar e fazer mais. Tem que tomar riscos e criar novidades e, com isso, conseguir cobrando mais por seus produtos do que a concorrência cobra e, mesmo assim, vender muitosmartphone. Por outro lado, o negócio do varejo é de margens extremamente “finas”, em que cada otimização de um processo se reflete em centavos de economia unitária e milhões de margem para a empresa.

O Walmart possui lojas extremamente simples, sem luxos aparentes e uma operação logística muito sofisticada e em constante fluxo, cuja missão é otimizar cada gota de combustível dos seus caminhões e cada hora de armazenagem das suas mercadorias. A margem bruta de uma operação excelente de varejo é de 25%. A líquida é (muito) menor que 10%. Para continuar vencendo nesse mercado, a Walmart tem que ser capaz de ter preços mais baixos do que o cliente encontra na concorrência e ainda assim ganhar mais dinheiro que a concorrência. Michael Porter, o falecido guru de gestão de Harvard, que criou a ciência por trás da competição, já tinha tipificado dois grandes jeitos de uma empresa se posicionar e competir em um mercado: a diferenciação de produtos da Apple ou a excelência operacional em custos Walmart.

Vamos pensar no caso de Sam Walton. O fundador da Walmart era um empresário rico, mas extremamente simples em seus hábitos pessoais. É famosa a história de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, que conta que Walton recebeu algum deles em Bentonville para uma visita de benchmarking. Quando o emissário brasileiro pousou em um teco-teco na pista de pouso de terra batida da pequena cidade do Arkansas, foi recebido pessoalmente por Walton em uma picape surrada com a caçamba cheia de cachorros. Nada de chauffer ou BMW de luxo. Nada de helicóptero ou protocolo.

 

Ora, havia então uma enorme coerência entre os valores pessoais de Walton (simplicidade, frugalidade) e a vantagem competitiva sustentável em custos que a Walmart viria a demonstrar, vaporizando seus concorrentes com “preços baixos, todos os dias”.

 

Steve Jobs, por outro lado, era um amante da estética e do estilo. Mandava buscar suas camisetas pretas, e de gola alta, em uma loja japonesa conhecida pelo seu refino (Comme des Garçons), e não aceitava nenhuma outra. Vestia-se com um minimalismo distintivo: a camiseta preta, jeans e um tênis New Balance. Sempre a mesma roupa. Conta-se que sua casa tinha tão poucos móveis e parecia que ele estava de mudança. Seus produtos mostram esse minimalismo. Essa atenção aos detalhes. Essa busca por materiais e resultados extremamente específicos e pensados à exaustão.

 

Será que Steve Jobs seria um bom líder para a Walmart? Ele provavelmente quebraria a rede tentando achar o piso perfeito para suas lojas em uma “mina remota de mármore no Afeganistão”. Os custos iam estourar no primeiro ano. E será que Sam Walton tocaria bem a Apple? Provavelmente não. Sua desatenção aos detalhes entortaria os produtos da empresa que, gradualmente, perderiam sua diferenciação, e acabariam caindo na vala comum de competição por preço. E a empresa não teria a competitividade para sobreviver nessa nova arena. A Apple pereceria. Viraria uma maçã podre.

 

Na próxima vez que você ouvir um líder empresarial falando sobre cultura e valores, faça esse exercício. Imagine esse líder na sua vida pessoal, pois essa tende a ser uma expressão mais pura dos seus valores. Ela é condizente com os valores pregados no âmbito empresarial?

 

Francisco Homem de Mello é fundador da Qulture.Rocks, software de gestão de desempenho. Especialista e estudioso em cultura organizacional. Autor do livro The 3G Way: Dream, People, and Culture, figurando entre os mais vendidos da Amazon em estratégia e negócios e “OKRs: Da Missão às Métricas”, com o objetivo de ajudar as empresas a implementar uma metodologia de metas direcionada para alcançar resultados.

 

 

Roberta Spindel faz novo show no Baretto-Londra após apresentação com casa lotada
O sucesso do show “Depois do Temporal” em junho foi tão grande que a cantora Roberta Spindel  recebeu convite para uma nova apresentação nessa quarta-feira, 24 de julho, às 21h, no Baretto-Londra, no hotel Fasano, na Praia de Ipanema. Desta vez, haverá a participação especial do cantor e compositor multi-instrumentista Milton Guedes.
Roberta Spindel
Novas músicas foram adicionadas ao repertório, que tem também canções autorais de sucesso além de outras da MPB, como “Via Dutra” e “Nuvem de Lágrimas”. O ingresso custa 40 reais, com lista amiga a 25 reais. Os nomes podem ser enviados para o e-mail showrobertaspindel@yahoo.com (sujeito à lotação). O Baretto-Londra fica na Avenida Vieira Souto, 80, na Praia de Ipanema.
Sucessos
Com um repertório que transita entre a MPB e o folk/country, Roberta Spindel consegue conjugar os sotaques e raízes brasileiras da nossa cultura com traços do country/folk de Nashville. O primeiro CD, “Dentro do Meu Olhar”, foi lançado em 2011 pela gravadora Universal com a participação de Caetano Veloso, que regravou com Roberta a canção “ Como Dois e Dois”.
Duas músicas do trabalho fizeram parte de trilhas sonoras de novelas da TV Globo: “Esquinas” (“Morde e Assopra”) e “ Se Eu Quiser Falar com Deus” (“Amor Eterno Amor”). No mesmo ano, foi indicada na categoria “Revelação” ao Prêmio Multishow.
Outro sucesso foi o single autoral “Fina Flor”, com participação de músicos como Rodrigo Suricato e Lui Coimbra. Em seguida, a cantora lançou “Depois do Temporal”, “Grão” e “Perdido em alto mar”.
Roberta Spindel integrou a banda do programa musical “Popstar”, da TV Globo. Recentemente, a regravação do clássico “Nuvem de Lágrimas” surpreendeu o autor da música, Paulo Debétio, que prontamente abraçou o projeto com a canção inédita “Via Dutra”.
A cantora já dividiu palcos e faixas musicais com grandes nomes da MPB, entre eles Caetano Veloso, Hyldon Souza, Oswaldo Montenegro, George Israel, Sandra de Sá e Luiz Melodia.
SERVIÇO:
Show “Depois do Temporal”, de Roberta Spindel
Data: 24 de julho
Horário: 21h

Local: Baretto-Londra – Hotel Fasano (Avenida Vieira Souto, 80, Praia de Ipanema)

TRAGGA APOSTA EM FESTIVAL NORDESTINO PARA A TEMPORADA  

O Tragga Grelhados Premium preparou uma grande surpresa para a julho: um Festival Nordestino repleto de delícias que combinam perfeitamente com a temporada. Para começar, as sugestões são queijo coalho na brasa com caramelo e rapadura (R$ 29); milho na brasa com manteiga de garrafa (R$ 16) e milho tex – com saour cream, queijo parmesão e pimenta-caiena (R$ 22)-. Os caldos quentinhos não poderiam ficar de fora e chegam nos sabores de abóbora ou baroa que pode ser com linguiça (R$ 30) ou camarão (R$ 38). Para os principais, carne-de-sol black (R$ 92), picanha-de-sol (R$  109); e pargo na brasa com manteiga (R$ 92). Entre os acompanhamentos estão a macaxeira – que pode ser frita (R$ 29) ou gratinada com manteiga de garrafa (R$ 29)-; a farofa de cuscus (R$ 29); e o regionalíssimo baião de dois (R$ 29). E para finalizar, um cremoso sorvete de milho artesanal (R$ 16).

Tragga_ Milho tex_ Foto Felipe Azevedo

Serviços:

Tragga Fashion Mall: Estrada da Gávea, 899 – loja 154 – São Conrado – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3324-1395. Horário: de segunda a quinta, das 12h às 00h; sexta e sábado, das 12h à 01h; e domingo, das 12h às 23h.

Tragga Vogue Square:  Av. das Américas, 8585 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3559-7450 / 7451. Horário: de segunda a quinta, das 12h às 00h; sexta e sábado, das 12h à 01h; e domingo, das 12h às 23h.

Tragga Humaitá: Rua Capitão Salomão 74 – Humaitá – Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3507-2235. Horário: segunda a quinta, das 12h às 16h e 19h às 00h; sexta e sábado, das 12h às 01h; e domingo, das 12h às 23h.

Casarão 1903 lança carta de drinques e novos petiscos

 Localizada em Botafogo, o Casarão 1903 já é conhecido pelas suas cervejas artesanais e hambúrgueres maravilhosos. Para trazer novidades para os clientes e incluir mais opções no cardápio, a casa lança novos petiscos feitos pela chef Vivi Cabral e uma carta de drinques assinada pela mixologista Fran Sanci.  

 

Para comer, as novas opções são o Highway Star – Crispy de queijo gouda McCain (porção com 300 gramas – R$ 25,90) , o You Really Got Me – Mix de cogumelos frescos ao tempero de saquê e azeite de trufa (Porção com 150 gramas – R$ 25,90), o Somebody to Love – Harumakis de legumes branqueados no shoyu, servidos com molho agridoce (Porção com 4 unidades – R$ 27,90)  e o Go Your Own Way  – Milanesa crocante – 200 gr de alcatra empanados em farinha crocante, servido com molho chimichurri e farofa de pão  (R$ 28,90).

  Já na ala das bebidas, destaque para o Comfortably Numb (Vodka Wyborowa, monin de violeta, hibisco em pó e sour mix – R$ 24,00), o Bete Balanço  (Cachaça Sagatiba, monin de melão, suco de limão siciliano, suco de limão taiti e grenadine – 24,00), o Welcome to the Jungle (Gin Mutatis, maracujá, sour mix, água tônica e espuma de gengibre – R$ 28,00), o Tangerine (Gin Mutatis, gomos de tangerina, alecrim, pimenta rosa e água tônica – R$ 28,00) e o The Last Fight (Gin Mutatis, xarope de cranberry, limão siciliano e água tônica – R$ 28,00).

Casarao 1903 -You Really Got Me (The Kinks) – Mix de cogumelos – Vitor Faria

 

Serviço

Casarão 1903

Rua Marquês de Olinda, nº 94 – Botafogo | Tel: 2551-9749

Seg a qui e dom, 17h30 à 01h | Sex e sab, 17h30 às 02h

Marca de lingerie paranaense é a queridinha entre as famosas

Seja para ajudar a apimentar a relação ou aumentar a autoestima, o fato é que a lingerie está cada mais em evidência, e para isso as confecções tem buscado trazer inovações que envolvem desde tecidos especiais e soluções tecnológicas ao fato de estarem cada vez mais alinhadas às tendências do mundo da moda.  A lingerie deixou de ser apenas uma ‘roupa de baixo’ para se tornar o destaque em um look ou produção, principalmente entre as famosas.

Celebridades, influenciadoras digitais e modelos tem sido vistas em posts nas redes sociais em poses que flertam com a imaginação e a sensualidade, usando lingeries das mais variadas em estilos, cores e tecidos.

Entre as opções de lingerie disponíveis no mercado, a queridinha das famosas é sem dúvida é a marca paranaense Vipagi: Fernanda D’avilaFernanda Lacerda, e as belas bailarinas do Faustão, Daiana de PaulaRaquel Guarini e Jaqueline Ciocci, são algumas das famosas que já fizeram campanhas ou fotografaram para suas redes sociais, ou já declararam que usam a marca, que cresce a cada dia em presença neste meio.

Fernanda Lacerda, conhecida no mundo artístico como a ‘Mendigata do Pânico’, já realizou diversos ensaios fotográficos usando a marca: “O diferencial da Vipagi além do conforto é aliar as tendências de moda, super atualizadas, com a lingerie. É trazer o trending para a moda íntima. Assim, a gente se sente mais bonita, porque levanta a autoestima, além de dar um Up na hora de se sentir poderosa”, ressaltou.

A influenciadora digital e apresentadora Fernanda D’avila, que também já foi do Domingão, apostou na marca e explicou o seu diferencial: “lingerie pra fazer sucesso tem que ser bonita e confortável, por isso a marca se destaca”, afirmou.

John Nicholson e Vanda Klabin fazem homenagem ao Rio na exposição Duo

A partir de 30 de julho, dupla apresenta pinturas e fotografias de Ipanema na Casa de Cultura Laura Alvim

Amigos desde a década de 1980, quando John Nicholson pintou Vanda Klabin descendo as escadas de sua casa, o artista e a curadora estarão juntos profissionalmente pela primeira vez. A dupla faz uma bela homenagem à beleza carioca e reúne num só espaço as curvas da musa nas areias e o horizonte do mar de Ipanema. Com cerca de 50 obras e texto de apresentação do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, a mostra Duo estará em cartaz de 30 de julho a 25 de agosto na Casa de Cultura Laura Alvim.

Há mais de 40 anos no Brasil, o americano John Nicholson tem as praias da Zona Sul como principal cenário de suas obras. Em Duo, o artista, que formou nomes da Geração 80 como Daniel Senise e Beatriz Milhazes, apresenta aquarelas da série “A Rita Levou…”, inspirada na jornalista Rita Capell, uma legítima moradora de Ipanema. Desde o ano passado, John fotografa e pinta sua musa em momentos como o jogo de altinha na praia, o balanço a caminho do mar e ao violão no fim do dia.

 

“Gosto de observar o Rio de Janeiro e sua luminosidade intensa, com seus ritmos barulhentos e vitais. Nesse trabalho retrato a nova garota de Ipanema, agora madura, independente, que curte o sol, mas trabalha e decide o próprio futuro”, explica John. O público poderá conferir ainda na exposição sete pinturas em acrílico abstratas, da série “Abstratos Líricos”, que com sua explosão de cores, complementam as curvas e vibrações da cidade. Os abstratos também estão em cartaz na Galeria Patricia Costa.

Uma das principais curadoras do país, Vanda Klabin nasceu em Ipanema, onde passou parte da infância. Voltou a viver no bairro na década de 1990, de onde fotografa quase diariamente de sua janela o amanhecer e o entardecer na praia. Sempre inquieta e envolvida com inúmeros projetos ao mesmo tempo, em Duo ela apresenta ao público esses registros informais, que também costuma postar no instagram e passaram até a ser referência para os surfistas observarem o movimento das ondas.

“É um olhar quase cotidiano, uma imersão na beleza convulsiva da paisagem. Toda fotografia disponibiliza um pedaço do mundo e tanto ela quanto a pintura, são sistemas de produzir imagens. A paisagem tem uma gramática pictórica e meus registros são conversas acaloradas com a pintura. O pensar fotográfico se confunde como pensar pictórico”, explica Vanda, que começou a fotografar na década de 1970, inspirada em seus bons amigos fotógrafos.

Esse evento conta com apoio Institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ e da Casa de Cultura Laura Alvim.

  • Serviço:
  • Duo: John Nicholson – Vanda Klabin
  • Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
  • Abertura: 30 de julho, às 19h
  • Visitação: 31 de julho a 25 de agosto. Terça a domingo, das 13h às 20h
  • Local: Casa de Cultura Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema. Tel: 2332-2016.
“A Porta”, livremente inspirado na filosofia e existencialismo do francês Jean-Paul Sartre estreia dia 27 de julho.

Primeiro trabalho em conjunto do Núcleo Gema e Tartufaria de Atores, “A Porta”, estreia dia 27 de julho em um casarão de Laranjeiras com contribuição voluntária.

Cumprindo temporada até dia 31 de agosto, a peça fica em cartaz aos sábados, 20h e domingos às 19h, com prévio agendamento. Como são apenas 19 lugares por sessão, a reserva para assistir ao espetáculo deve ser feita através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895.

O espetáculo nasce da pesquisa filosófica, existencialista e dramatúrgica do francês Jean-Paul Sartre. Um dos mais importantes pensadores e ativistas políticos do século XX. A Porta abre para escancarar as tormentas dentro das relações humanas. Quatro pessoas condenadas ao inferno e convívio pela eternidade, desnudando-se de todo aprisionamento social, moral e religioso. Como entender a alma humana? Esse caminho bifurcado e indesvendável.Tudo isso reclusos entre quatro paredes, num casarão que aponta que no inferno não há estacas, enxofre… O in ferno é o convívio humano. O inferno são os outros.

Os quatro personagens nos convidam a adentrar no mais obscuro dos traumas, no inconsciente, que no desenrolar da peça vem com um vômito trazendo à tona toda mazela humana, o rasgar das máscaras sociais. Mas para isso é preciso encarar os medos, ser capaz de romper com o ego e se despir do tridente que sufoca a sociedade: A obrigação de se mostrar inteligente, bom e corajoso.

Sinopse.

A busca incansável pela aprovação do outro, o desejo e desespero de se mostrar corajoso, humano e inteligente; leva o convício dos quatro personagens ao limite da manipulação, jogos de sedução, intrigas e loucura. A peça nos mostra que o contraditório, o bom e o mau, habitam todos os seres sem exceção.

Núcleo Gema.

Fundado em junho de 2018 pelo pesquisador teatral Dinho Andrade, surge da busca pelo entendimento da alma humano e de toda a complexidade de suas relações, através da poética do teatro, da literatura e das ações físicas. Manifestando em imagem tudo que está no inconsciente coletivo; no nosso inconsciente individual, bem como no consciente. Nosso objetivo é trabalhar o homem e toda a sua precariedade. É mostrar a mazela humana, para que o público se identifique. Para que, assim, seja possível enxergar a vida além da vida. Ver através da arte, uma vida além.

Tartufaria de Atores.

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas e o mais recente “Será que a gente influencia o Caetano?” de Mário Bortolotto.

Serviço

A Porta

Estreia: 27 de julho

Local: Casarão em Laranjeiras apontado somente para os que confirmam a visitação ao inferno.

Endereço: Laranjeiras, próximo ao Parque Guinle.

Horário: Sábado às 20h e domingo às 19h.

Reserva através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895

Temporada: De 27 de julho até 31 de agosto

Classificação: 14 anos

Contribuição solidária

Duração: 85 min

Gênero: Drama

Ficha Técnica.

Texto: Livre adaptação e pesquisa de Dinho Andrade

Direção: Dinho Andrade

Elenco: Andressa Lee, Celso Jardim, Daniel Bouzas e Douglas Dias

Cenário: Camila Doring

Iluminação: Dinho Andrade

Figurino: Dora Devin

Produção: Dinho Andrade

Co-produção: Fábio Guará

Realização: Núcleo Gema e Tartufaria de Atores

Arte: Arthur Röhrig

Fotografia: Tatiana Ferreira Lima

Colaboradores: Argus Monteiro (Pesquisa) e Marina Lima (Áudio Visual)

Apoio: 🙂 BiZ, Boteco Sonho Lindo, Velas Solmar DIAS DE JARDIM, Tiago Molejo

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias – Carlos Gilberto – 21 98249 6705

Comédia dramática ‘Vale Night’ estreia, dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes

Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo acompanha o encontro de três mães de bebês 

em um bar, onde elas revelam suas experiências, alegrias e solidões. 

Peça retoma a parceria da dupla de diretoras, que montaram juntas os premiados ‘Silêncio!’ e ‘Os sapos’

 

Vale Night 8 – Vilma Melo (e), Aline Carrocino e Diana Herzog. Foto Tatynne Lauria

Se você é mãe de bebê, provavelmente foi incluída em pelo menos um grupo de Whatsapp, aquele ambiente virtual que reúne mulheres muito diferentes, mas com algo em comum: seus filhos. E o que acontece quando essas mães, com vidas, histórias e expectativas distintas, se encontram no mundo real? A partir daí, tem início a comédia agridoce Vale Night, que estreia dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes, em Ipanema. Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo leva à cena, de maneira leve, a pressão que a mulher sofre ao se tornar mãe e a solidão sentida, mas muitas vezes calada e ofuscada nas redes sociais.

Em cena, estão Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo que dão vida, respectivamente, às personagens Carla, Paula e Virgínia. Carla é mãe de um filho, casada, aparentemente feliz, tenta fazer tudo muito certinho, seguindo à risca todas as “regras”, mas na verdade nunca escolheu estar ali. Paula é mãe solo de um filho, fotógrafa e vive no malabarismo para atender às demandas da carreira de autônoma com às de criar um filho sozinha. Virgínia é mãe de quatro filhos, entre eles um casal de gêmeos bebês, casada há 15 anos, mulher prática e objetiva, questiona as regras, manuais, a própria relação e não está disposta a receber críticas veladas. As três são conectadas a princípio apenas pelo grupo de mensagens, mas com o decorrer deste encontro elas perceberão que são submetidas às mesmas pressões, cobranças, culpas.

“Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje. Somos bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de Whatsapp, que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher assim que ela se torna mãe”, explica Renata. “Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os mais ocultos desejos”, acrescenta a autora.

Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje, bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de whatsaap que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher, assim que ela se torna mãe.  Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos através do que elas deixaram de ser, ou  o que elas se tornaram. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os  mais ocultos desejos.”  Explica Renata.

‘Vale Night’ é um projeto pessoal de Renata Mizrahi, que sentiu vontade de voltar a escrever sobre assuntos que fazem parte da sua rotina e círculos de amizade, como ocorreu nas peças ‘Os sapos’, “Silêncio!” e ‘Galápagos’. O espetáculo retoma a parceria entre a dramaturga e Priscila Vidca, que codirigiram os premiados espetáculos ‘Silêncio’, sobre as vidas das “polacas”, as jovens judias que se tornaram prostitutas na América, e ‘Os Sapos’, sobre relações abusivas e dependência emocionais. A peça também marca uma nova parceria da autora com a atriz Vilma Melo. Vilma ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por ‘Chica da Silva, o Musical’ e foi protagonista do infantil “Marrom – Nem preto, nem branco?”, ambas escritas por Renata.

 

Sinopse:

 

Participantes do mesmo grupo de Whatsapp, três mães com filhos bebês marcam encontro em um bar, onde vão trocar experiências, alegrias e reflexões.

Ficha técnica:

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Priscila Vidca e Renata Mizrahi

Elenco: Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo

Stand in: Daniela Fontan

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Paula Stroer

Música original: Leonardo Mendes e Renata Mizrahi

Direção musical: Leonardo Mendes

Direção de Arte: Diego Molina

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Tatynne Lauria

Direção de campanha e vídeo: Nathalia Condé

Arte: Cacau Gondomar

Produção executiva: Joana Brea

Produção: Sandro Rabello

 

Serviço

Espetáculo “Vale Night”

Temporada: 02 de agosto a 01 de setembro.

Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Telefone: 2523-3663

Dias e horários:  sexta a domingo, às 20h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Duração: 1h

Lotação: 103 pessoas

Classificação Etária: 12 anos.

‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana

O espetáculo ‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), 

no Sesc Copacabana (Sala Multiuso)

Com supervisão de Cesar Augusto e texto e direção de Eduardo Hoffmann, peça faz uma reflexão sobre machismo, 

abuso de poder e exposição da vida privada

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana (Sala Multiuso), com sessões de quinta a domingo, às 18h. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann e Isabelle Nassar: ele vive Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e ela é Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

“A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

Em agosto do ano passado, o espetáculo fez um ensaio aberto no Midrash Centro Cultural, quando foi apresentada metade da peça. Em setembro, uma versão pocket do texto participou da programação do festival Niterói em Cena. Os momentos finais da peça foram reescritos com base nas experiências das duas apresentações.

Sinopse:

A relação pessoal entre um diretor e uma atriz é exposta durante o ensaio aberto de uma adaptação da tragédia Medeia.

Eduardo Hoffmann (autor, diretor e ator)

Eduardo Hoffmann é ator e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis, em 2006. É protagonista do longa “Muamba” e do curta metragem “Rio da Madre”, com direção de Fábio Bruggemann, lançado em 2016. Escreveu duas peças de teatro: o monólogo “Quarentena”, no qual também atua (que percorreu o interior de Santa Catarina durante o ano de 2008, e reestreou em 2013, fazendo três temporadas no Rio de Janeiro) e “Era Medeia”. Ex-integrante dos grupos de teatro Do Buraco Sai O quê? e Fulanos de Bota, esteve no elenco dos espetáculos “A Prosa Delas Não é de Panelas” e “Nós da Xêpa” (pelo primeiro) e “Ecos Temporâneos” e “Instantes Urbanos” (pelo segundo). Produziu o evento “Acasos na Casa – processos artísticos independentes”, no qual participou como ator nos espetáculos “Sobre Água e Outros Relatos”, com direção de Norberto Presta, e “Quarentena”, com direção de André Francisco. Participou como ator dos espetáculos: “Solano e Rios”, adaptação do texto “Nhac – Sobre Piolhos e Atores” de Jose Sanchis Sinisterra, dirigido por Alexandre Mello (2011\2012); “Sofia Embaixo da Cama”, da Trupe do Experimento (2010); “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, com direção de Amanda Giugni (2009\2010); e “O Velório da Tia Aurora”, do grupo Teatro em Trâmite (2007/2008).

Isabelle Nassar (atriz)

A atriz mineira é formanda pela Martins Pena, Bacharel em Artes Dramáticas pela C.A.L e fez a 7ª Oficina de Atores Cesgranrio. No ano passado, esteve no elenco de quatro peças, entre elas Studio Cabaret Voltaire, no Tempo Festival, com direção de Jefferson Miranda, na qual desenvolveu a performance Manifesto de quem não consegue se Manifestar’, apresentada também em outros espaços, como a Ocupação Ovarias.

Ficha técnica:

Texto e direção: Eduardo Hoffmann

Supervisão artística: Cesar Augusto

Argumento: Marina Monteiro

Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann

Produção: Guilherme Nanni

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Tiago Ribeiro

Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)

Concepção cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann

Produção de adereços: Patrícia Ramos

Trilha sonora: João Mello e Gabriel Reis

Arte gráfica e identidade visual: Márcio de Andrade

Produção de vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Renato Mangolin

 

Serviço

Espetáculo “Era Medeia”

Temporada: 11 a 28 de julho.

Sesc Copacabana / Sala Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana

Telefone: 2547-0156

Dias e horários:  quinta a domingo, às 18h.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).

Duração: 1h

Lotação: 80 pessoas

Classificação Etária: 14 anos.

Festival Internacional de Música de Barra Mansa reúne solistas internacionais na Sala Cecília Meireles

Concerto será no dia 25 de julho e contará com nomes de peso como o violinista israelense Shmuel Ashkenasi e o violoncelista americano Mark Kosower

Katharina Kang

No âmbito das realizações do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, a Sala Cecília Meireles receberá, no próximo dia 25 de julho, um concerto que reunirá no palco um seleto time de músicos de destaque no cenário internacional. O israelense Shmuel Ashkenasi, figura icônica, considerado um dos maiores violinistas do século XX e o americano Mark Kosover, um dos solistas de violoncelo mais requisitados do mundo estão entre eles. Diretor Artístico do Festival, o carioca Daniel Guedes se dividirá entre o violino, a viola e a regência.

Na primeira parte do programa, Daniel Guedes se juntará a John McGrosso (primeiro violino do Arianna String Quartet) para a execução da Sonata para dois violinos, de Sergei Prokoviev. Na sequência, Shmuel Ashkenasi (vencedor/premiado dos concursos Tchaikovsky e Rainha Elizabeth, primeiro violino do Vermeer String Quartet, professor dos Institutos Curtis de Filadélfia e Mannes) subirá ao palco acompanhado de Daniel Khalikov (primeiro violino do Metropolitan Opera Orchestra), Katharina Kang (primeira violista do City Ballet Orchestra de Nova York), Mark Kosower (primeiro violoncelista da Cleveland Orchestra), além de Gabriel Vasco no violoncelo e Daniel Guedes na viola. Juntos, eles tocarão Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70, de Tchaikovsky.

 

Daniel Guedes

 

Mark Kosower

Depois do intervalo, Shmuel Ashkenasi e Katharina Kang voltam ao palco, acompanhados da Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, sob a regência de Daniel Guedes, para interpretarem a Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364, de Mozart.

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Barra Mansa teve início no dia 14 de julho e segue até o dia 27, com uma intensa programação que contempla uma série de concertos no município fluminense e na capital carioca, além de masterclasses. “É um privilégio poder contar com grandes músicos do cenário internacional e músicos destacados do Brasil tanto nos concertos quanto no corpo docente do Festival. O público terá oportunidade de assistir a concertos que só poderiam ser apreciados em grandes festivais no exterior. É esse nível de excelência que estamos trazendo para a cidade de Barra Mansa e consequentemente para a Sala Cecília Meireles” – garante Daniel Guedes, diretor artístico do Festival Internacional de Música de Barra Mansa.

SOBRE O FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE BARRA MANSA:

O Festival Internacional de Música de Barra Mansa chega à sua terceira edição, consolidando uma parceria entre o Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM). Após receber o Arianna String Quartet com enorme sucesso em sua primeira edição, este ano o Festival contará com a presença do grande ícone do violino Shmuel Ashkenasi, o violoncelista Mark Kosower, a violista Katharina Kang, o oboísta Alexandre Barros, entre outros renomados músicos e professores. Serão duas semanas de intensa programação que constará de aulas individuais e coletivas, ensaios e concertos de música de câmera envolvendo alunos e professores, cameratas e orquestras. Os diversos grupos do Projeto Música nas Escolas estarão também se apresentando durante o festival, trazendo para diferentes pontos da cidade uma programação eclética e variada.

 

Shmuel Ashkenasi – Violino

Daniel Khalikov – Violino

John McGrosso – Violino

Katharina Kang – Viola

Mark Kosower – Violoncelo

Gabriel Vasco – Violoncelo

Daniel Guedes – Violino, Viola e Regência

Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa

PROGRAMA:

 

Sergei Prokofiev 

  1.         Andante cantabile
  2.         Allegro

 III.        Commodo (quasi allegretto)

  1.         Allegro con brio

(Daniel Guedes e John McGrosso – Violino)

 

  1. Tchaikovsky –Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70
  2.         Allegro con spirito
  3.         Adagio cantabile con moto

 III.        Allegretto moderato

  1.         Allegro con brio e vivace

(Shmuel Ashkenasi e Daniel Khalikov – Violinos // Katharina Kang e Daniel Guedes – Violas // Mark Kosower e Gabriel Vasco – Violoncelos)

– Intervalo –

  1. A. Mozart –Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364
  2.         Allegro maestoso
  3.         Andante

 III.        Presto

(Shmuel Ashkenasi – Violino // Katharina Kang – Viola // Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa // Regência Daniel Guedes)

SERVIÇO:

Festival Internacional de Música de Barra Mansa na Sala Cecília Meireles

Dia 25 de julho, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Rua da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$40 (R$20 meia), à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido