John Nicholson e Vanda Klabin fazem homenagem ao Rio na exposição Duo

A partir de 30 de julho, dupla apresenta pinturas e fotografias de Ipanema na Casa de Cultura Laura Alvim

Amigos desde a década de 1980, quando John Nicholson pintou Vanda Klabin descendo as escadas de sua casa, o artista e a curadora estarão juntos profissionalmente pela primeira vez. A dupla faz uma bela homenagem à beleza carioca e reúne num só espaço as curvas da musa nas areias e o horizonte do mar de Ipanema. Com cerca de 50 obras e texto de apresentação do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, a mostra Duo estará em cartaz de 30 de julho a 25 de agosto na Casa de Cultura Laura Alvim.

Há mais de 40 anos no Brasil, o americano John Nicholson tem as praias da Zona Sul como principal cenário de suas obras. Em Duo, o artista, que formou nomes da Geração 80 como Daniel Senise e Beatriz Milhazes, apresenta aquarelas da série “A Rita Levou…”, inspirada na jornalista Rita Capell, uma legítima moradora de Ipanema. Desde o ano passado, John fotografa e pinta sua musa em momentos como o jogo de altinha na praia, o balanço a caminho do mar e ao violão no fim do dia.

 

“Gosto de observar o Rio de Janeiro e sua luminosidade intensa, com seus ritmos barulhentos e vitais. Nesse trabalho retrato a nova garota de Ipanema, agora madura, independente, que curte o sol, mas trabalha e decide o próprio futuro”, explica John. O público poderá conferir ainda na exposição sete pinturas em acrílico abstratas, da série “Abstratos Líricos”, que com sua explosão de cores, complementam as curvas e vibrações da cidade. Os abstratos também estão em cartaz na Galeria Patricia Costa.

Uma das principais curadoras do país, Vanda Klabin nasceu em Ipanema, onde passou parte da infância. Voltou a viver no bairro na década de 1990, de onde fotografa quase diariamente de sua janela o amanhecer e o entardecer na praia. Sempre inquieta e envolvida com inúmeros projetos ao mesmo tempo, em Duo ela apresenta ao público esses registros informais, que também costuma postar no instagram e passaram até a ser referência para os surfistas observarem o movimento das ondas.

“É um olhar quase cotidiano, uma imersão na beleza convulsiva da paisagem. Toda fotografia disponibiliza um pedaço do mundo e tanto ela quanto a pintura, são sistemas de produzir imagens. A paisagem tem uma gramática pictórica e meus registros são conversas acaloradas com a pintura. O pensar fotográfico se confunde como pensar pictórico”, explica Vanda, que começou a fotografar na década de 1970, inspirada em seus bons amigos fotógrafos.

Esse evento conta com apoio Institucional da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa/FUNARJ e da Casa de Cultura Laura Alvim.

  • Serviço:
  • Duo: John Nicholson – Vanda Klabin
  • Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
  • Abertura: 30 de julho, às 19h
  • Visitação: 31 de julho a 25 de agosto. Terça a domingo, das 13h às 20h
  • Local: Casa de Cultura Laura Alvim – Av. Vieira Souto, 176, Ipanema. Tel: 2332-2016.
“A Porta”, livremente inspirado na filosofia e existencialismo do francês Jean-Paul Sartre estreia dia 27 de julho.

Primeiro trabalho em conjunto do Núcleo Gema e Tartufaria de Atores, “A Porta”, estreia dia 27 de julho em um casarão de Laranjeiras com contribuição voluntária.

Cumprindo temporada até dia 31 de agosto, a peça fica em cartaz aos sábados, 20h e domingos às 19h, com prévio agendamento. Como são apenas 19 lugares por sessão, a reserva para assistir ao espetáculo deve ser feita através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895.

O espetáculo nasce da pesquisa filosófica, existencialista e dramatúrgica do francês Jean-Paul Sartre. Um dos mais importantes pensadores e ativistas políticos do século XX. A Porta abre para escancarar as tormentas dentro das relações humanas. Quatro pessoas condenadas ao inferno e convívio pela eternidade, desnudando-se de todo aprisionamento social, moral e religioso. Como entender a alma humana? Esse caminho bifurcado e indesvendável.Tudo isso reclusos entre quatro paredes, num casarão que aponta que no inferno não há estacas, enxofre… O in ferno é o convívio humano. O inferno são os outros.

Os quatro personagens nos convidam a adentrar no mais obscuro dos traumas, no inconsciente, que no desenrolar da peça vem com um vômito trazendo à tona toda mazela humana, o rasgar das máscaras sociais. Mas para isso é preciso encarar os medos, ser capaz de romper com o ego e se despir do tridente que sufoca a sociedade: A obrigação de se mostrar inteligente, bom e corajoso.

Sinopse.

A busca incansável pela aprovação do outro, o desejo e desespero de se mostrar corajoso, humano e inteligente; leva o convício dos quatro personagens ao limite da manipulação, jogos de sedução, intrigas e loucura. A peça nos mostra que o contraditório, o bom e o mau, habitam todos os seres sem exceção.

Núcleo Gema.

Fundado em junho de 2018 pelo pesquisador teatral Dinho Andrade, surge da busca pelo entendimento da alma humano e de toda a complexidade de suas relações, através da poética do teatro, da literatura e das ações físicas. Manifestando em imagem tudo que está no inconsciente coletivo; no nosso inconsciente individual, bem como no consciente. Nosso objetivo é trabalhar o homem e toda a sua precariedade. É mostrar a mazela humana, para que o público se identifique. Para que, assim, seja possível enxergar a vida além da vida. Ver através da arte, uma vida além.

Tartufaria de Atores.

Grupo formado em 2009 que vem desenvolvendo um trabalho experimental com peças brasileiras de autores como Mário Bortolotto em “O que Restou do Sagrado”, que estreou em 2014; Martins Penna em “O Terrível Capitão do Mato”, em novembro de 2011; e Marcio Américo em “O homem que Queria ser Rita Cadillac” que circula desde 2011 e já foi vista por mais de 10.000 pessoas e o mais recente “Será que a gente influencia o Caetano?” de Mário Bortolotto.

Serviço

A Porta

Estreia: 27 de julho

Local: Casarão em Laranjeiras apontado somente para os que confirmam a visitação ao inferno.

Endereço: Laranjeiras, próximo ao Parque Guinle.

Horário: Sábado às 20h e domingo às 19h.

Reserva através dos telefones: 21 – 99638 2564 / 99338 9895

Temporada: De 27 de julho até 31 de agosto

Classificação: 14 anos

Contribuição solidária

Duração: 85 min

Gênero: Drama

Ficha Técnica.

Texto: Livre adaptação e pesquisa de Dinho Andrade

Direção: Dinho Andrade

Elenco: Andressa Lee, Celso Jardim, Daniel Bouzas e Douglas Dias

Cenário: Camila Doring

Iluminação: Dinho Andrade

Figurino: Dora Devin

Produção: Dinho Andrade

Co-produção: Fábio Guará

Realização: Núcleo Gema e Tartufaria de Atores

Arte: Arthur Röhrig

Fotografia: Tatiana Ferreira Lima

Colaboradores: Argus Monteiro (Pesquisa) e Marina Lima (Áudio Visual)

Apoio: 🙂 BiZ, Boteco Sonho Lindo, Velas Solmar DIAS DE JARDIM, Tiago Molejo

Assessoria de Imprensa: Minas de Ideias – Carlos Gilberto – 21 98249 6705

Comédia dramática ‘Vale Night’ estreia, dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes

Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo acompanha o encontro de três mães de bebês 

em um bar, onde elas revelam suas experiências, alegrias e solidões. 

Peça retoma a parceria da dupla de diretoras, que montaram juntas os premiados ‘Silêncio!’ e ‘Os sapos’

 

Vale Night 8 – Vilma Melo (e), Aline Carrocino e Diana Herzog. Foto Tatynne Lauria

Se você é mãe de bebê, provavelmente foi incluída em pelo menos um grupo de Whatsapp, aquele ambiente virtual que reúne mulheres muito diferentes, mas com algo em comum: seus filhos. E o que acontece quando essas mães, com vidas, histórias e expectativas distintas, se encontram no mundo real? A partir daí, tem início a comédia agridoce Vale Night, que estreia dia 2 de agosto, no Teatro Candido Mendes, em Ipanema. Com texto de Renata Mizrahi e direção de Renata e Priscila Vidca, o espetáculo leva à cena, de maneira leve, a pressão que a mulher sofre ao se tornar mãe e a solidão sentida, mas muitas vezes calada e ofuscada nas redes sociais.

Em cena, estão Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo que dão vida, respectivamente, às personagens Carla, Paula e Virgínia. Carla é mãe de um filho, casada, aparentemente feliz, tenta fazer tudo muito certinho, seguindo à risca todas as “regras”, mas na verdade nunca escolheu estar ali. Paula é mãe solo de um filho, fotógrafa e vive no malabarismo para atender às demandas da carreira de autônoma com às de criar um filho sozinha. Virgínia é mãe de quatro filhos, entre eles um casal de gêmeos bebês, casada há 15 anos, mulher prática e objetiva, questiona as regras, manuais, a própria relação e não está disposta a receber críticas veladas. As três são conectadas a princípio apenas pelo grupo de mensagens, mas com o decorrer deste encontro elas perceberão que são submetidas às mesmas pressões, cobranças, culpas.

“Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje. Somos bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de Whatsapp, que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher assim que ela se torna mãe”, explica Renata. “Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os mais ocultos desejos”, acrescenta a autora.

Queremos provocar a reflexão sobre como estão as mães de bebês hoje, bombardeadas de informações, compartilhadas em grupos de whatsaap que age como uma ferramenta de apoio, ameniza a solidão, mas não resolve a opressão social sofrida pela mulher, assim que ela se torna mãe.  Não quero dar respostas, apenas mostrar três mulheres bem diferentes que vão se conectando aos poucos através do que elas deixaram de ser, ou  o que elas se tornaram. Nessa noite, elas descobrem como podem se dar as mãos, se acolherem, fazerem rir ou até expor os  mais ocultos desejos.”  Explica Renata.

‘Vale Night’ é um projeto pessoal de Renata Mizrahi, que sentiu vontade de voltar a escrever sobre assuntos que fazem parte da sua rotina e círculos de amizade, como ocorreu nas peças ‘Os sapos’, “Silêncio!” e ‘Galápagos’. O espetáculo retoma a parceria entre a dramaturga e Priscila Vidca, que codirigiram os premiados espetáculos ‘Silêncio’, sobre as vidas das “polacas”, as jovens judias que se tornaram prostitutas na América, e ‘Os Sapos’, sobre relações abusivas e dependência emocionais. A peça também marca uma nova parceria da autora com a atriz Vilma Melo. Vilma ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por ‘Chica da Silva, o Musical’ e foi protagonista do infantil “Marrom – Nem preto, nem branco?”, ambas escritas por Renata.

 

Sinopse:

 

Participantes do mesmo grupo de Whatsapp, três mães com filhos bebês marcam encontro em um bar, onde vão trocar experiências, alegrias e reflexões.

Ficha técnica:

Texto: Renata Mizrahi

Direção: Priscila Vidca e Renata Mizrahi

Elenco: Aline Carrocino, Diana Herzog e Vilma Melo

Stand in: Daniela Fontan

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Figurino: Paula Stroer

Música original: Leonardo Mendes e Renata Mizrahi

Direção musical: Leonardo Mendes

Direção de Arte: Diego Molina

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Tatynne Lauria

Direção de campanha e vídeo: Nathalia Condé

Arte: Cacau Gondomar

Produção executiva: Joana Brea

Produção: Sandro Rabello

 

Serviço

Espetáculo “Vale Night”

Temporada: 02 de agosto a 01 de setembro.

Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema

Telefone: 2523-3663

Dias e horários:  sexta a domingo, às 20h.

Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)

Duração: 1h

Lotação: 103 pessoas

Classificação Etária: 12 anos.

‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana

O espetáculo ‘Era Medeia’ encerra temporada, neste domingo (28/07), 

no Sesc Copacabana (Sala Multiuso)

Com supervisão de Cesar Augusto e texto e direção de Eduardo Hoffmann, peça faz uma reflexão sobre machismo, 

abuso de poder e exposição da vida privada

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que encerra temporada, neste domingo (28/07), no Sesc Copacabana (Sala Multiuso), com sessões de quinta a domingo, às 18h. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann e Isabelle Nassar: ele vive Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e ela é Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

“A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

Em agosto do ano passado, o espetáculo fez um ensaio aberto no Midrash Centro Cultural, quando foi apresentada metade da peça. Em setembro, uma versão pocket do texto participou da programação do festival Niterói em Cena. Os momentos finais da peça foram reescritos com base nas experiências das duas apresentações.

Sinopse:

A relação pessoal entre um diretor e uma atriz é exposta durante o ensaio aberto de uma adaptação da tragédia Medeia.

Eduardo Hoffmann (autor, diretor e ator)

Eduardo Hoffmann é ator e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis, em 2006. É protagonista do longa “Muamba” e do curta metragem “Rio da Madre”, com direção de Fábio Bruggemann, lançado em 2016. Escreveu duas peças de teatro: o monólogo “Quarentena”, no qual também atua (que percorreu o interior de Santa Catarina durante o ano de 2008, e reestreou em 2013, fazendo três temporadas no Rio de Janeiro) e “Era Medeia”. Ex-integrante dos grupos de teatro Do Buraco Sai O quê? e Fulanos de Bota, esteve no elenco dos espetáculos “A Prosa Delas Não é de Panelas” e “Nós da Xêpa” (pelo primeiro) e “Ecos Temporâneos” e “Instantes Urbanos” (pelo segundo). Produziu o evento “Acasos na Casa – processos artísticos independentes”, no qual participou como ator nos espetáculos “Sobre Água e Outros Relatos”, com direção de Norberto Presta, e “Quarentena”, com direção de André Francisco. Participou como ator dos espetáculos: “Solano e Rios”, adaptação do texto “Nhac – Sobre Piolhos e Atores” de Jose Sanchis Sinisterra, dirigido por Alexandre Mello (2011\2012); “Sofia Embaixo da Cama”, da Trupe do Experimento (2010); “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, com direção de Amanda Giugni (2009\2010); e “O Velório da Tia Aurora”, do grupo Teatro em Trâmite (2007/2008).

Isabelle Nassar (atriz)

A atriz mineira é formanda pela Martins Pena, Bacharel em Artes Dramáticas pela C.A.L e fez a 7ª Oficina de Atores Cesgranrio. No ano passado, esteve no elenco de quatro peças, entre elas Studio Cabaret Voltaire, no Tempo Festival, com direção de Jefferson Miranda, na qual desenvolveu a performance Manifesto de quem não consegue se Manifestar’, apresentada também em outros espaços, como a Ocupação Ovarias.

Ficha técnica:

Texto e direção: Eduardo Hoffmann

Supervisão artística: Cesar Augusto

Argumento: Marina Monteiro

Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann

Produção: Guilherme Nanni

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Tiago Ribeiro

Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)

Concepção cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann

Produção de adereços: Patrícia Ramos

Trilha sonora: João Mello e Gabriel Reis

Arte gráfica e identidade visual: Márcio de Andrade

Produção de vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Fotografia: Renato Mangolin

 

Serviço

Espetáculo “Era Medeia”

Temporada: 11 a 28 de julho.

Sesc Copacabana / Sala Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana

Telefone: 2547-0156

Dias e horários:  quinta a domingo, às 18h.

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).

Duração: 1h

Lotação: 80 pessoas

Classificação Etária: 14 anos.

Festival Internacional de Música de Barra Mansa reúne solistas internacionais na Sala Cecília Meireles

Concerto será no dia 25 de julho e contará com nomes de peso como o violinista israelense Shmuel Ashkenasi e o violoncelista americano Mark Kosower

Katharina Kang

No âmbito das realizações do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, a Sala Cecília Meireles receberá, no próximo dia 25 de julho, um concerto que reunirá no palco um seleto time de músicos de destaque no cenário internacional. O israelense Shmuel Ashkenasi, figura icônica, considerado um dos maiores violinistas do século XX e o americano Mark Kosover, um dos solistas de violoncelo mais requisitados do mundo estão entre eles. Diretor Artístico do Festival, o carioca Daniel Guedes se dividirá entre o violino, a viola e a regência.

Na primeira parte do programa, Daniel Guedes se juntará a John McGrosso (primeiro violino do Arianna String Quartet) para a execução da Sonata para dois violinos, de Sergei Prokoviev. Na sequência, Shmuel Ashkenasi (vencedor/premiado dos concursos Tchaikovsky e Rainha Elizabeth, primeiro violino do Vermeer String Quartet, professor dos Institutos Curtis de Filadélfia e Mannes) subirá ao palco acompanhado de Daniel Khalikov (primeiro violino do Metropolitan Opera Orchestra), Katharina Kang (primeira violista do City Ballet Orchestra de Nova York), Mark Kosower (primeiro violoncelista da Cleveland Orchestra), além de Gabriel Vasco no violoncelo e Daniel Guedes na viola. Juntos, eles tocarão Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70, de Tchaikovsky.

 

Daniel Guedes

 

Mark Kosower

Depois do intervalo, Shmuel Ashkenasi e Katharina Kang voltam ao palco, acompanhados da Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa, sob a regência de Daniel Guedes, para interpretarem a Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364, de Mozart.

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Barra Mansa teve início no dia 14 de julho e segue até o dia 27, com uma intensa programação que contempla uma série de concertos no município fluminense e na capital carioca, além de masterclasses. “É um privilégio poder contar com grandes músicos do cenário internacional e músicos destacados do Brasil tanto nos concertos quanto no corpo docente do Festival. O público terá oportunidade de assistir a concertos que só poderiam ser apreciados em grandes festivais no exterior. É esse nível de excelência que estamos trazendo para a cidade de Barra Mansa e consequentemente para a Sala Cecília Meireles” – garante Daniel Guedes, diretor artístico do Festival Internacional de Música de Barra Mansa.

SOBRE O FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE BARRA MANSA:

O Festival Internacional de Música de Barra Mansa chega à sua terceira edição, consolidando uma parceria entre o Projeto Música nas Escolas de Barra Mansa, a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e o Centro Universitário de Barra Mansa (UBM). Após receber o Arianna String Quartet com enorme sucesso em sua primeira edição, este ano o Festival contará com a presença do grande ícone do violino Shmuel Ashkenasi, o violoncelista Mark Kosower, a violista Katharina Kang, o oboísta Alexandre Barros, entre outros renomados músicos e professores. Serão duas semanas de intensa programação que constará de aulas individuais e coletivas, ensaios e concertos de música de câmera envolvendo alunos e professores, cameratas e orquestras. Os diversos grupos do Projeto Música nas Escolas estarão também se apresentando durante o festival, trazendo para diferentes pontos da cidade uma programação eclética e variada.

 

Shmuel Ashkenasi – Violino

Daniel Khalikov – Violino

John McGrosso – Violino

Katharina Kang – Viola

Mark Kosower – Violoncelo

Gabriel Vasco – Violoncelo

Daniel Guedes – Violino, Viola e Regência

Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa

PROGRAMA:

 

Sergei Prokofiev 

  1.         Andante cantabile
  2.         Allegro

 III.        Commodo (quasi allegretto)

  1.         Allegro con brio

(Daniel Guedes e John McGrosso – Violino)

 

  1. Tchaikovsky –Souvenir de Florence para Sexteto de Cordas, Op.70
  2.         Allegro con spirito
  3.         Adagio cantabile con moto

 III.        Allegretto moderato

  1.         Allegro con brio e vivace

(Shmuel Ashkenasi e Daniel Khalikov – Violinos // Katharina Kang e Daniel Guedes – Violas // Mark Kosower e Gabriel Vasco – Violoncelos)

– Intervalo –

  1. A. Mozart –Sinfonia Concertante em Mi Bemol para Violino, Viola e Orquestra, K. 364
  2.         Allegro maestoso
  3.         Andante

 III.        Presto

(Shmuel Ashkenasi – Violino // Katharina Kang – Viola // Orquestra de Câmera do Festival Internacional de Música de Barra Mansa // Regência Daniel Guedes)

SERVIÇO:

Festival Internacional de Música de Barra Mansa na Sala Cecília Meireles

Dia 25 de julho, às 20h

Local: Sala Cecília Meireles

Endereço: Rua da Lapa, 47 – Centro – Rio de Janeiro

Ingressos: R$40 (R$20 meia), à venda na bilheteria da Sala e no site Ingresso Rápido

Pequenos Notáveis do Breaking em campeonato no Chile
 
Sim, eles começaram a vida agora, porém, seus nomes já atravessaram fronteiras, impressionaram países, ganharam prêmios e chamaram a atenção da imprensa nacional e internacional, mostrando o talento da nova geração de B-Boys e B-Girls brasileiros. O que não falta para essa turminha de pouca idade mas muito talento é disposição para correr atrás dos seus sonhos e objetivos, onde o céu é o limite! Dançarinos e atletas, não se importam com nomenclatura, quando o tema é Breaking o assunto é levado a sério: muitas horas de treinos, repetições de movimentos difíceis, alongamentos e condicionamento físico. Tudo isso sem jamais perder a essência das ruas fazem parte da rotina de vida de B-Boy Sonek (15), B-Boy Marcin (14), B-Boy Eagle (12) e B-Girl Angel (9).
 
Histórias diferentes que ligam quatro das melhores crianças que dançam Breaking no país, de idades e regiões diferentes, no entanto com um mesmo sonho, representar o Brasil por meio do que mais gostam de fazer: Dançar!
 
Marcos Santos, conhecido como B-Boy Sonek, filho de um pedreiro e de uma dona de casa de Catalão/GO, começou a dançar com o pai, Thiago Mendes, com 6 anos. Participou de vários campeonatos regionais, nacionais e internacionais: Breaking Combate (SP), Rival vs Rival (SP), Quando as Ruas Chamam (DF), RV Power (GO) e em Portugal ganhou a Eurobattle, já tendo participado de programas de TV como Legendários (TV Record), Manos e Minas (TV Cultura) e Super Kids TV SAT1 (Alemanha).
 
Marcio Vinicius Souza, conhecido como B-Boy Marcin, filho de uma enfermeira e de um serralheiro, também de Catalão/GO, começou a dançar com 7 anos. O interesse foi despertado por meio do filme “Se ela dança, eu danço 3”, onde se encantou com o Breaking. Depois disso, incentivado pela irmã Caritta, que já dançava na época, começou a frequentar os treinos de Breaking da cidade, onde conheceu Thiago Mendes, o pai de Sonek e não parou mais. Se destacou em eventos como: Brazil Battle (GO), onde foi tri-campeão, Rival vs Rival (SP), 2º lugar no mundial Dance Summer Camp, em Portugal, participação no Lille Battle Pro, na França, entre outros.
 
Yeshua Rebello, chamado B-Boy Eagle, filho de dois jornalistas de Itanhaém, Litoral de SP, começou a dançar com 5 anos. Seu primeiro contato com a dança foi por meio do Sapateado, sua referência inicial na dança foi Michael Jackson e Fred Astaire, depois conheceu o Breaking e desde então jamais se separou dele. Orientado por Eder Devesa e preparado pelo personal Ju Costa, esteve presente em diversos eventos, destaque para: 1º Lugar no Beach Celebration (SP), Rival vs Rival (SP), Master Crews (SP), Breaking Combate (SP), Quando as Ruas Chamam (DF), World B-Boy Classic (SP), 3º lugar no Peruíbe Dance Festival (SP), Tattoo Experience (SP), Cidade vs Cidade (Santos/SP), São Vicente Festival (SP), 2º lugar no Break SP Battle, The King Of The Night (SP), Battle Force na Streetopia da Nike (SP), Cypher Battle in Shangai (SP), Battle in the Cypher (SP), Red Bull BC One Camp Brazil (SP), R16 (SP). Em Portugal, em Braga, conquistou o 2º lugar no Mundial B.de Dança, no Breaking Kids 1vs1 e competiu na Porto World Battle. Foi notícia no Bom Dia SP (Rede Globo), no portal G1, no Jornal A Tribuna (Globo), Portal Rap Nacional, Portal Bocada Forte, Portal Rede Brasileira de Notícias, Portal OH2C, Portal Vida Loka, Portal Encene-se, Diário de Ceilândia, Portal de Cultura Urbana, Noticiário Periférico, Zona Suburbana, Revista Época , Portal R7 (TV Record) e TV de Braga.
 
Chaya Gabor, conhecida como B-Girl Angel, a única menina do grupo, filha de dois jornalistas e irmã do B-Boy Eagle, de Itanhaém, Litoral de São Paulo. Começou a dançar cedo, com 3 anos, no Ballet e Sapateado, depois, acompanhando o irmão, já com quase 4 anos trocou o Ballet pelo Breaking, onde se encontrou. Guerreira desde que nasceu, pois foi uma prematura extrema de 850 gramas, a menina que é carinhosamente chamada por seu treinador de “Senhorita Power Move”, pelo talento nato em assimilar os movimentos acrobáticos. Foi a primeira criança na história a ser finalista do Prêmio Sabotage, feito pela Câmara Municipal de São Paulo e participou de eventos como: Rival Vs Rival (SP), Breaking Combate (SP), 2º lugar no Peruíbe Dance Festival (SP), Master Crews (SP), BreakSP Battle, chegou a semi-final no Quando as Ruas Chamam (DF), B-Boy World Classic (SP), Ar Dance (SP), Tattoo Experience (SP), Festival Santos Café (Santos/SP), R16 (SP) e esteve no Red Bull BC One Camp Brazil. Já foi notícia na Revista Rap Nacional, Revista BreakSP,  Portal Uol, Portal Encene-se, Portal de Cultura Urbana, Portal Bocada Forte, TV Record, Jornal Diário de Ceilândia, Portal da Prefeitura de Itanhaém, Portal OH2C, Portal Vale do Aço, Cultura de Itanhaém, Jornal Fatos, R7 (TV Record), Bom Dia SP (Rede Globo), portal G1 e Portal A Tribuna (Globo).
Juntos essas crianças criaram a “Dream Kids Brazil” Crew, que pretende levar o Brasil para os quatro cantos do mundo, mostrando o que existe de melhor no Breaking brasileiro, apresentado pelo nova geração sob o comando do coach Eder Devesa (Dunda) que treina esses pequenos desde o início. A primeira competição do grupo é o evento Sur-Breakers, na cidade de Linares, no Chile, em novembro. São dos pais de Eagle e Angel as palavras: “Os treinos intensos já começaram, todos eles têm uma característica em comum: são dedicados e focados, formando um time de peso da nova geração. O futuro já começou, rumo à vitória!

Espetáculo Precisa-se de Velhos Palhaços vai representar a cidade de Nova Iguaçu

Espetáculo Precisa-se de Velhos Palhaços vai representar a cidade de Nova Iguaçu no Festival Nacional de Teatro de Passos, Minas Gerais

Os atores vão fazer um “esquenta” com apresentação no Espaço Cultural Rede do Bem, em Miguel Couto, Nova Iguaçu, dia 20 de julho
 

O espetáculo Precisa-se de Velhos Palhaços ainda é uma criança, tem três anos de vida, mas já circulou pelos SESC São João de Meriti e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e cumpriu temporadas no Gláucio Gill, em Copacabana, e no Teatro Café Pequeno, no Leblon. Além de ter sido apresentado em várias cidades do Estado pela Caravana Artes e Leitura, da Funarj. Agora os atores se preparam para representar a cidade de Nova Iguaçu no Festival Nacional de Teatro de Passos, em Minas Gerais, dia 24 de julho.

Mas antes de seguir para o festival, os atores Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha vão fazer um “esquenta”  no dia 20 de julho, às 20h, no palco do Espaço Cultural Rede do Bem em Miguel Couto, Nova Iguaçu.  A dramaticidade da história foi amenizada com a evolução do espetáculo, mas a força dos palhaços continua: são homens cheios de angústias, lembranças e histórias para contar.

A cidade de Passos, que tem entre seus cidadãos ilustres os irmãos atores Dalton e Selton Mello e o cantor gospel Regis Danese, receberá os palhaços Peppino, Fellipo e Nicollo. Eles vão levar nas malas surradas a esperança de conquistar um emprego mesmo já sendo velhos para o mercado de trabalho. Com texto do romeno Matei Visniec e direção de Anderson Marques, a peça retrata o reencontro, depois de trinta anos, de três amigos numa sala onde a trama toda se desenrola.

 “Foi um desafio que assumimos com muito prazer. Trazer o texto de Visniec, que é tão atual, tão presente no dia a dia do brasileiro, para o palco”, explicou o diretor Anderson Marques, morador de Miguel Couto.
Em busca de apoio para ajudar no custeio da viagem, o grupo Velhos Amigos fez uma vaquinha virtual e arrecadou R$  2 mil, junto com a parceria da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, esse crowdfounding ajudou a bancar as despesas dos atores.

Ficha Técnica

Texto: Matei Visniec

Direção: Anderson Marques

Elenco: Fábio Mateus, Felipe Villela e Johnny Rocha

Tradução/ Adaptação: Pedro Sette-Câmara

Figurino: Grupo Velhos Amigos

Figurino: Tiago Costa

Iluminação: Pablo Rodrigues

Serviço:

Precisa-se de Velhos Palhaços

Local: Espaço Cultural Rede do Bem Tel: 98743-4120

Endereço: Rua Gravataí, 1, Miguel Couto, Nova Iguaçu

Dia 20 de julho (sábado)

Horários: 20h

Capacidade: 200 lugares

Classificação Indicativa: 10 anos

Ingresso: R$ 15,00

Duração: 50 minutos

Cinco Armadilhas que podem aparecer para quem quer ter uma vida fitness 
 
A diva fitness e coach Gabi Lubies conta como sair do estado de auto-sabotagem para uma mentalidade que te conduza a superar as dificuldades, tanto no fitness como na vida
Muitos dos que decidem ter uma vida fitness – e aqui vamos considerar que é aquela em que a pessoa cuida melhor de sua alimentação, passa a praticar exercícios com regularidade – encontram alguns desafios em sua jornada, e muitas vezes acabam não resistindo e desistem de ter o fitness como estilo de vida.
A diva fitness e coach Gabi Lubies afirma que o mesmo mindset, mentalidade e disciplina para conseguir o corpo sarado tão desejado, é o mesmo para os desafios da vida cotidiana, e que as pessoas costumam cair em armadilhas de auto-sabotagem.
Gabi Lubies fez uma lista com as cinco principais armadilhas que sabotam dietas e treinos, e que fazem as pessoas desistirem, e mostra como não cair nestas ciladas, e alcançar os seus objetivos:
 1-  Não acreditar em si 
 Pode parecer algo bobo, saído direto de um clichê de internet, mas muita gente não consegue ser fitness por simplesmente acreditar que não é capaz. Acreditam que não conseguem treinar com regularidade, não conseguem ter disciplina, fazer dieta. Uma das coisas que mais escuto é “queria ter sua disciplina e força de vontade”. Eu não tenho dúvidas de que se a pessoa quiser, ela vai conseguir, pois a nossa força é muito superior do que nossas desculpas.
Se você acreditar que tem o controle da situação, pode e vai ser fitness e também terá êxito em tudo o que se prontificar a fazer na sua vida, não apenas na meta de ter um corpo sarado.
Algumas estratégias podem ajudá-lo a acreditar mais em si: lembrar de algum obstáculo que foi capaz de vencer, pense nos desafios que encarou no passado e em que teve sucesso; encontre alguém com uma vida parecida ou com mais aparentes “dificuldades” do que você e que consiga se superá-las, isso ajuda a dar “um sacode”, sabe? Quando vemos alguém com muito mais razões para não conseguir e que chegam lá, pensamos: eu também consigo.
2-  Síndrome do “já que”
Não conhece essa síndrome? Nunca ouviu alguém dizer o famoso “já que” para justificar suas escapadas ou prolongá-las ainda mais? “já que hoje bebi, vou comer também”, “já que sai da dieta na quarta, volto na próxima segunda”, “já que vou sair de férias, não adianta começar agora”, e etc. A lista é longa. A questão é simples, escorregadas irão ocorrer, mas não é por isso que você vai “jacar” de vez e largar sua caminhada. Quando sair do “prumo”, no momento seguinte retome, não precisa botar tudo a perder. Pense em tudo que já caminhou para chegar ali! Escorregou? Ok, esquece, vira a página e faz o que tem que ser feito dali por diante. Acredite que quanto mais você conseguir manter-se focado, menos vontade de deslizar terá!
 
3-  Não saber distinguir alimentação saudável de dieta
Você começa a treinar, não vê muito resultado, aí vai se desestimulando e não entende o motivo, já que você faz dieta. Aí eu pergunto: será que você faz dieta mesmo? Ou será que alimenta-se de forma saudável? Antes de falar a diferença delas, vale a pena dizer que não há certo ou errado entre elas, mas como são coisas diferentes, os resultados alcançados também o serão.
Ocorre que muitas vezes as pessoas querem resultados específicos como perder peso, ganhar massa e aí é que a dieta é mais adequada, pois nelas faz-se a quantificação do quanto deve-se ingerir com base no gasto e objetivo do indivíduo. As dietas tendem a durar prazo certo e irão alterar a depender do que se pretende alcançar.
Quando a pessoa começa a ser fitness em geral tem uma meta e muitas vezes está se alimentando muito bem, mas não com a alimentação voltada para o seu objetivo. Aí é que um bom profissional de nutrição poderá lhe auxiliar corretamente seja para uma reeducação alimentar ou para uma dieta específica.
4-  Achar que a balança é o melhor parâmetro  
Treinamos, nos alimentamos bem e vamos nos pesando quase todo dia, e vamos surtando quando não vemos o peso alterar. O reflexo na balança não é demonstrado tão imediatamente e pode não dizer muito. Quando treinamos e nos alimentamos bem, os percentuais gordura e de massa magra alteram e isso pode ser evidenciado muito mais de outras maneiras do que diretamente nos ponteiros. Observe seu bem-estar, suas medidas, como você se vê no espelho, sua percepção é o seu melhor termômetro.
5-  Comparar o seu resultado com o dos outros 
Se não for a maior armadilha, provavelmente é a mais cruel. Somos seres únicos e nossos organismos respondem aos estímulos de forma única também. Não adianta comparar-se com alguém com biotipo parecido, com estilo de vida similar, porque ainda assim, não terá os mesmos resultados.
Você pode espelhar-se em alguém, isso é ótimo, ajuda muito, mas não deve nunca buscar ter exatamente os mesmos resultados e no mesmo prazo de quem quer que seja. Busque ser a sua melhor versão, atingir os seus objetivos, mas não fique olhando para o outro e cobrando-se ser igual a ele, pois isso poder ser muito destrutivo. Vá acompanhando os seus resultados pessoais e vibrando a cada conquista, independente do tamanho. Você precisa estar bem com você e seu espelho reflete sempre a sua imagem, é a ela que você deve dedicar seus esforços e ser o seu parâmetro.
Bruna Barros lança videoclipe do novo hit de empoderamento feminino

 

A carioca Bruna Barros tem dando o que falar com a produção de seu novo hit “Não me chama de galinha”. O título pode assustar alguns mais tradicionalistas, num primeiro momento, mas, basta ouvir a letra, com um ritmo gostoso ao estilo sambalanço, meio samba, meio pop, na voz de sua interprete para querer mais. Com sua voz doce, porém forte, a música já não sai da cabeça dos seus 87 mil seguidores do Instagram, sem falar do público fiel que a acompanha por seus shows, quando ela dá uma palhinha da novidade que vem por aí. “Não me chama de galinha” é uma forma divertida de falar do respeito às mulheres, da liberdade, do direito a escolha e do empoderamento. O clipe já está pronto, e conta com a participação de Adriana Bombom, Narcisa Tamborideguy, e grande elenco. Será lançado no dia 22 de julho.

Bruna Barros e bailarinas nos bastidores

Escrita por Marcos Melo, Bruna se identificou tanto com a letra, por vivência própria e por acompanhar casos de diversas amigas que são julgadas pelos machistas de plantão, daí a oportunidade para uma linda parceria. O clipe conta com direção de Neves Blue, diretor trans e tem produção musical e arranjos de Mario Coutinho. O resultado é um trabalho leve, harmônico, melodioso e que passa uma mensagem de respeito a todas as mulheres.

Bruna através de suas letras feitas por Marcos Melo, procura abordar temas como o empoderamento feminino e o amor próprio. “Muitos homens ainda se equivocam quando encontram uma mulher livre, empoderada e independente, seja ao esbarrar na noitada, com roupas ousadas, ou nas ruas, antes de a conhecer já intitulam de forma agressiva. Queremos com essa música passar uma mensagem bacana e que divirta. É importante o trato respeitoso com todos, precisamos ser mais leves’, conta Bruna.

Claudia Alencar

A cantora se destaca pela voz e timbre suave. Não somente a voz, mas o repertório juntamente com seu encanto e performance contagia quando a ouvimos cantar. Seu canto não tem medo e acredita no próprio timbre. Artista de alta astral inconfundível, é ousada e destemida, não perdendo, nem por um minuto, o carisma e a emoção em cada canção. Com presença de palco, além deste conjunto de saberes.

Narcisa

Além de músicas autorais, Bruna faz uma releitura de músicas de grande sucesso dos anos 80 é 90 , em ritmo de Sambalanço. Paralelo ao seu novo hit, tem um novo projeto chamado “Sambalanço”, dirigido por Mário Coutinho, composto com o que ele mesmo chama, um mix de sucessos como: Roberto Carlos, Jorge Bem, Tim Maia, Marina Lima entre outros.

De acordo com Mário, eles estão atravessando um momento importante na carreira de Bruna Barros. “A passagem do tempo tem se mostrado generosa com essa excepcional artista, que vem nos presentear com esse novo projeto, o Sambalanço. As músicas autorais Não me chama de Galinha, Sambalanço e Helena de troia, prometem sucesso de crítica e público”, conta o diretor.

  

Um pouco sobre Bruna Barros

 

Jornalista por formação, sua paixão é a música. Iniciou seus estudos em música em 2013, no Villa Lobos, tendo como professores Sônia Jopper, Doddy Cardoso e Du Masset. Ao longo dos anos, realizou muitos shows, já esteve no Beco das Garrafas – Bottle’s Bar, Giro Gávea e no internacional Blue Note, entre outros locais, sempre arrancando muitos aplausos e obtendo grande repercussão positiva da mídia, onde tem figurado sua imagem nos mais conceituados jornais e revistas. Envolvida em vários projetos, atualmente Bruna Barros é embaixadora da marca de bebida original da Suécia, Your Sin, como musicista tem feito shows nos bares e importantes casas cariocas, como Bar Flutuante Rio, Boteco Boa Praça, Flashback Rio, Gin O´Clok Bar, entre outras.

Ouça o hit Não Me Chama de Galinha no Spotify https://open.spotify.com/album/3VbFMqDogQlEDCRTAYZqud?si=9gOdfer_QzyVg–gxdiAXA

Ficha Técnica Clipe Não Me Chama de Galinha

Interprete: Bruna Barros

Letra: Marcos Melo

Produção Musical e Arranjos: Mario Coutinho

Direção: Neves Blue

Músicos: Mário Coutinho, Marcos Melo, Gabriel Barreto, Marcio Sorriso

Participam do clipe: Atores: Adriana Bombom, Claudia Alencar, Clei Gonçalves, Daniel Marinho, Gustavo Novaes, Hossem, Ítalo Vilani, Konan Manbury, Narcisa Tamborideguy, Rodrigo Mendonça, Vinícius Bertoli. Participações: Ana Lúcia Regis, Cacau Nascimento

Camila Veríssimo, Debora Gallo, Deassillenia Paulino, Denise Felix

Gabriela Carvalho, Jeff Folly, Marcia Kunnha, Pietro de Souza Sabino (criança), Régis Alonso, Rosane Soares Segadães. Bailarinas: Ananda Dias, Julia Trevizan, Letícia Chataignier, Lorenna Rosa, Manu Santos, Stephanie Freires.

Livro ensina a viver o agora com coragem

MINI BIO + PALESTRA

#DoeCoragem é o livro que estimula o compartilhamento. Todas as páginas são tracejadas para que o leitor distribua palavras de coragem para si e para os outros.

O nome real da palestra de Carla Brandão é “quem manda aqui sou eu!”, Segundo ela, para se alcançar o  sucesso e o controle da mente é preciso ação e essa deve vir do coração, resultando no que conhecemos como CORAGEM. No encontro, se fala sobre a importância de se viver o agora, com consciência e empatia e são apresentadas técnicas de programação neurolinguística para que todos aprendam a focar nos objetivos e alcançá-los. Essas são ferramentas simples para controlar a ansiedade e ter coragem de ser você mesmo.

No encontro de uma hora e meia, Carla também explica que para vencer o jogo da vida é preciso saber fazer a pergunta certa. Dessa forma, é possível encontrar a resposta e a saída para qualquer entrave. Ela ensina que somos o que pensamos que somos, portanto, a forma como nos enxergamos é determinante para o que queremos nos transformar. E uma forma de chegar lá é equilibrar as principais áreas da vida: física, familiar, profissional, financeira, social, espiritual, intelectual.

Carla Brandão é jornalista, radialista e pós-graduada em mídias sociais. Life coach certificada, palestrante motivacional e professora universitária. Autora do livro #DoeCoragem – Manual Divertido de Viver o Agora, lançado em novembro de 2018. Estuda neurolinguística, mindfulness, meditação e psicologia positiva há 10 anos. Escreve, semanalmente, em duas colunas: quartas-feiras no Observatório da Comunicação Institucional e quintas-feiras no Astroclick. Comunicadora por opção e especialista em desenvolvimento humano por vocação, o foco do trabalho da Carla está na transformação da vida, através do controle dos pensamentos e da ansiedade para se viver intensamente o agora.