RAPPER MV BILL LANÇA MÚSICA NA TIJUCA

Nascido e criado na CDD, comunidade do Rio de Janeiro, o polêmico MV Bill cruzou há muitos anos o limite que o definia como rapper. Cineasta, ativista, autor, compositor e produtor, entre alguns prêmios pelo seu trabalho, foi eleito em 2003 um dos rappers mais politizados dos últimos dez anos pela Unesco. O Mensageiro da Verdade lança nessa sexta-feira dia, 05 de julho no Smoke Lounge, o seu mais novo single “Eu e minha mina” que fala de um casal, periférico, residente de uma grande cidade, onde na noite eles decidem curtir alguma coisa fora da favela e acabam enfrentando vários percalços, antes de atingir o objetivo que é de chegar numa balada. No meio de caminho encontram preconceito, violência, desrespeito, mas o mais importante é que mesmo nestes momentos de tensão, eles não largam as mãos e permanecem unidos.

Juntamente com MV Bill, se apresentarão os rappers Gigante no Mic16 Ofensivo e DJ Pede Pede. Imperdível.

  • SERVIÇO:
  • Data: 05/07
  • Horário: 20h
  • Entrada: 20,00
  • Endereço: Centro cultural Smoke Lounge
    Rua Ibituruna, 8, Maracanã / 3197-1975

O SMOKE LOUNGE é um Centro Cultural que abriga um Pub, uma tabacaria moderna, um estúdio de tatuagem e um estúdio musical no qual realiza diversos eventos voltados à arte e cultura, tais como, exposições, workshops, oficinas, stand up, shows e apresentações artísticas variadas.

Nosso centro cultural tem como principal missão o fomento à cultura, incentivando e abrindo espaço para músicos, principalmente artistas independentes.

Funcionando em 2 andares e localizado no coração da Tijuca, a casa promove a propagação do conhecimento através da arte, música, entretenimento, ativismo e resistência cultural.

Smoke Lounge – Centro Cultural | Pub | Headshop | Lounge | Tattoo| Shows e Eventos| Galeria de Arte

FESTEJANDO 20 ANOS DE DANÇA NO RECREIO DOS BANDEIRANTES

 

Em comemoração pelos seus 20 anos, a  companhia de dança NAC Dance, vai promover dois dias de espetáculo gratuitos no Recreio Shopping, no Recreio dos Bandeirantes. Cerca de 100 bailarinos, amadores e profissionais, de todas as idades, vão apresentar várias modalidades de dança em dois domingos seguidos: dias 7 a partir de 16h, no Palco Clubinho, o roteiro é infantil, com balé, jazz, sapateado e vídeo dance. No dia 14 de julho, a partir de 17h, no palco montado na Praça de Alimentação, o espetáculo que abre com “Footloose” é adulto com coreografias de balé, jazz, sapateado, flamenco e dança contemporânea.  O endereço é Avenida das Américas,

Fotos: Carol Lancelloti 

Fundada pelas irmãs bailarinas Natália e Amália Cigarro, moradoras do bairro, a NAC Dance – que tem as iniciais das duas irmãs e funciona no Recreio Shopping, ensina a arte da dança à adultos e crianças desde 1999 e já levou muitos bailarinos para representarem a região em importantes festivais e eventos de dança pelo país afora, como o do Circuito Sesc e de Joinville, que rendeu vários prêmios. Da NAC saíram bailarinos que hoje brilham em companhias importantes, como mais recentemente Beatriz Bastos, no corpo de balé do Teatro Municipal. A escola de dança também promove workshops e oficinas de dança com nomes conceituados.

Segundo Natália, “Além de ensinar a arte da dança, o objetivo das irmãs sempre foi formar plateia para a dança na região;

_ É gratificante ver que a cada ano esse público aumenta e temos cada vez mais eventos e espaços voltados para a arte da dança. Hoje as pessoas não precisam mais sair do bairro para assistir a espetáculos de dança de qualidade ou participar de workshops com nomes conceituados”, disse.

 

 

SERVIÇO
Local: Recreio Shopping
Endereço: Avenida das Américas,  19019  – Recreio dos Bandeirantes

Datas: 7 a partir de 16h e 14 de Julho a partir de 17h
De graça

BELCHIOR: O MUSICAL de Volta ao Teatro João Caetano

Devido ao sucesso em sua temporada de estreia, o espetáculo “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”, voltará ao teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, para 06 únicas apresentações, nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019, as sextas feiras e sábados 19h e domingo 18h, com ingressos a preços populares, de R$40,00 / R$20,00 (estudantes, jovens até 21 anos e acima de 60).

O espetáculo marca os 02 anos de ausência desse cantor e compositor que teve sua trajetória artística interrompida por sua própria vontade e necessidade; Antonio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes”, como gostava de ironizar, “um dos maiores nomes da música popular”. Mais conhecido como Belchior, o cantor e compositor nasceu no dia 26 de outubro/1946, em Sobral, norte do Ceará e faleceu, aos 70 anos, no dia 30 de abril/2017, em Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul.

O espetáculo BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO, título tirado de uma das canções do homenageado (“Sujeito de Sorte”),  conta um pouco da história do cantor cearense Belchior, vivido em cena pelo ator/cantor Pablo Paleologo, a partir do personagem criado em suas canções: o ‘Cidadão Comum’, interpretado pelo ator Bruno Suzano, que representa uma larga faixa da juventude que se vê obrigada a se conformar com os padrões da sociedade, sem nunca conseguir ir atrás dos seus sonhos.

Com 15 músicas – ‘Alucinação’, ‘Apenas Um Rapaz Latino Americano’, ‘A Palo Seco’, ‘Na Hora do Almoço’, ‘Todo Sujo de Batom’, ‘Coração Selvagem’, ‘Medo de Avião’, ‘Mucuripe’ (de Belchior e Raimundo Fagner), ‘Conheço o Meu Lugar’, ‘Como Nossos Pais’, ‘Populus’, ‘Paralelas’, ‘Velha Roupa Colorida’, ‘Sujeito de Sorte’ e ‘Galos, Noites e Quintais’ –  interpretadas por uma banda formada pelos músicos Dudu Dias (baixo), Emília B. Rodrigues (bateria), Mônica Ávila (sax/flauta), Nelsinho Freitas (teclado), Rico Farias (violão/guitarra) liderados pelo diretor musical Pedro Nêgo, e uma organização de textos, retirados de entrevistas do próprio Belchior, pela pesquisadora Claudia Pinto e o, também diretor, Pedro Cadore,  a peça pretende passar para o espectador não a sua biografia, mas a filosofia de um dos ícones mais misteriosos da música popular brasileira.

O ator Pablo Paleologo que dá vida ao Belchior comenta:

“Viver Belchior é, literalmente, uma alucinação. Como se estuda alguém tão enigmático, tão curioso, tão camaleônico? Admirava muito como compositor. Hoje admiro como pessoa. Belchior tinha o dom da palavra, como poucos tem. E, por opção, tornou-se o “desaparecido” da Música Brasileira. Trazê-lo de volta, em tempos atuais, é necessário. Poder transmitir as mensagens de suas músicas é um presente que me foi dado. É necessário lembrar que “amar e mudar as coisas” deve, de fato, ser o mais importante”.

Belchior – Pablo Paleologo – foto de Regina

Um dos organizadores do texto e diretor do espetáculo, Pedro Cadore explica: “Eu e a Cláudia Pinto (organizadora do texto, juntamente com ele) decidimos partir das palavras do homenageado e não apenas de suas músicas, mas também de suas falas em entrevistas de programas de televisão, de rádios e jornais. Fizemos uma compilação de seu discurso e suas referências criativas numa tentativa de mostrar um pouco da sua filosofia e atmosfera. O roteiro da peça se fechou quando entendemos que o personagem dentro das músicas não era um alter ego de Belchior, mas que na verdade ele estaria falando de uma larga faixa da população. Vemos então em cena não apenas a representação do cantor, mas também o personagem criado por ele: o Cidadão Comum. A vida do criador e da criatura se confundem e de alguma maneira acabamos contando um pouco de sua biografia, mas sempre dando preferência ao conteúdo de seu discurso”.

Na temporada passada, o espetáculo teve o  aval dos filhos do BELCHIOR em sua plateia e o diretor Pedro Cadore, comenta o quanto foi emocionante esse momento:

“Foi um sentimento único, que eu nem sei nomear. Principalmente pelo fato da Camila e do Mikael Henman Belchior terem feito questão de nos encaminhar um depoimento para adicionarmos ao projeto. Segue um dos comentários deles….”Nos emocionamos em ver uma produção sobre a obra do nosso pai tão alinhada com a proposta artística dele. O foco nas palavras de Belchior, tanto de músicas quanto de entrevistas, enaltece o compromisso do espetáculo com a filosofia do artista. Desejamos vida longa ao musical “Ano Passado Eu Morri, Mas Este Ano Eu Não Morro” e que ele alcance o Brasil inteiro. Parabéns a todos pelo lindo trabalho e empenho, que tenha sido a primeira temporada de muitas por vir!”

 

BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO

– O MUSICAL – faz 06 únicas apresentações no Teatro João Caetano

nos dias 05, 06, 07, 12, 13 e 14 de julho/2019

  • FICHA TÉCNICA:
  • “BELCHIOR: ANO PASSADO EU MORRI, MAS ESSE ANO EU NÃO MORRO – O Musical”
  • Organização de Textos: CLÁUDIA PINTO E PEDRO CADORE
  •  Direção: PEDRO CADORE
  •  Atores: PABLO PALEOLOGO e BRUNO SUZANO
  • Músicos: CACÁ FRANKLIN (percussão), DUDU DIAS (baixo), EMILIA B. RODRIGUES (bateria), MONICA AVILA (sax/flauta), NELSINHO FREITAS (teclado) e RICO FARIAS (violão/guitarra),
  • Direção Musical: PEDRO NÊGO
  • Diretor de Arte e Cenografia: JOSÉ DIAS
  • Iluminação: RODRIGO BELAY
  • Visagismo: BETO CARRAMANHOS
  • Produção Geral, Assessoria de Imprensa e Marketing: JOÃO LUIZ AZEVEDO.
  • Local: Teatro João Caetano
  • Praça Tiradentes – tel. 2332-9257
  • Informações e Reserva de ingressos pelo whatsapp (21) 99731-0933
  • Dias 05, 06, 07, 13, 14 e 15 de julho de 2019.
  • Sexta e sábado às 19h e domingo às 18h.
  • Classificação indicativa: recomendado para maiores de 12 anos.
  • Valor dos ingressos: R$ 40,00 / R$ 20,00 (meia para estudantes, jovens até 21 anos e idosos acima de 60 anos)
  • Tempo de Duração: 70min.
  • Pontos de Venda de Ingressos:
  • Bilheteria do Teatro João Caetano e no site Ingresso Rápido.
Arraiá da Onça agita HUB no dia 13 de julho

Amigos da Onça, que fez sucesso durante o verão com os ensaios no espaço em Santo Cristo, volta com a tradicional Festa Julina

Olha pra selva, meu amor! É tempo de Arraiá, sô! Arraiá não, Arraiáwww da Onça! Depois da temporada de Ensaios de Verão, o bloco Amigos da Onça promoverá uma animalesca Festa Julina na HUB, no Centro, no dia 13 de julho, às 20h. Com ingressos a partir de R$35, o evento contará, ainda, com Forróçacana, Mestrinho, Júlia Vargas, Cia Folclórica do Rio, Dj So Lyma, Dj Xeleléu e a Oficina do Bloco Amigos da Onça. A festa terá correio do amor, barraca do beijo, corrida do saco, dança da laranja e muita comida típica.

O Amigos da Onça é um grupo que surgiu na cena musical carioca em 2008. A banda leva o nome da primeira música composta pela dupla GabrielGabriel e Tarcísio Cisão. Amigos da Onça, foi composta em uma expedição musical dos integrantes da banda ao estado de Minas Gerais. Alimentados pelo Amigão, o verdadeiro “amigo da onça”, se deu o embrião de composições e gestação do grupo.

“Amigos da Onça”, a música que embala uma geração de jovens foliões cariocas e a vontade de ocupar os espaços públicos com arte e irreverência fizeram surgir o Bloco Amigos da Onça. Desde 2012, ele desfila espontaneamente pelas ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro carregando em seu cortejo milhares de pessoas.

 

Arraiáwww da Onça
Data: Sábado, 13/07/2019
Local: HUB-RJ.
Endereço: Rua Professor Pereira Reis, 50 – Santo Cristo. Rio de Janeiro.
Hora: 20h
Valor: a partir de R$35
Compra de ingressos – https://www.sympla.com.br/arraiawww-da-onca__541412

O espetáculo ‘Era Medeia’ estreia, dia 11 de julho, no Sesc Copacabana

Com supervisão de Cesar Augusto e texto e direção de Eduardo Hoffmann, peça faz uma reflexão sobre machismo, abuso de poder e exposição da vida privada

Você sempre age de acordo com seus princípios éticos? Ou será que muitas vezes suas ações e comportamentos contradizem o seu discurso? A partir dessa reflexão se desenrola a trama do espetáculo Era Medeia, que estreia, dia 11 de julho, para uma curta temporada no Sesc Copacabana (Sala Multiuso), sempre de quinta a domingo, às 18h. Com supervisão de Cesar Augusto, texto e direção de Eduardo Hoffmann e argumento de Marina Monteiro, a peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão que também passa pelo machismo, o abuso de poder, exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão os atores Eduardo Hoffmann e Isabelle Nassar: ele vive Pedro Lobo, um diretor excêntrico, e ela é Verônica Albuquerque, uma atriz insegura. O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.

“A escolha de Medeia como o texto que os personagens ensaiam tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor Eduardo Hoffmann. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando Medeia justamente para enaltecer a força dessa mulher que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.

A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, “Era Medeia” também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação. “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja cada vez mais com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os reality shows tornaram as pessoas personagens mais interessantes aos olhos do público do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”, analisa Hoffmann.

Em agosto do ano passado, o espetáculo fez um ensaio aberto no Midrash Centro Cultural, quando foi apresentada metade da peça. Em setembro, uma versão pocket do texto participou da programação do festival Niterói em Cena. Os momentos finais da peça foram reescritos com base nas experiências das duas apresentações.

Sinopse:

 A relação pessoal entre um diretor e uma atriz é exposta durante o ensaio aberto de uma adaptação da tragédia Medeia.

Eduardo Hoffmann (autor, diretor e ator)

Eduardo Hoffmann é ator e professor de teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), na cidade de Florianópolis, em 2006. É protagonista do longa “Muamba” e do curta metragem “Rio da Madre”, com direção de Fábio Bruggemann, lançado em 2016. Escreveu duas peças de teatro: o monólogo “Quarentena”, no qual também atua (que percorreu o interior de Santa Catarina durante o ano de 2008, e reestreou em 2013, fazendo três temporadas no Rio de Janeiro) e “Era Medeia”. Ex-integrante dos grupos de teatro Do Buraco Sai O quê? e Fulanos de Bota, esteve no elenco dos espetáculos “A Prosa Delas Não é de Panelas” e “Nós da Xêpa” (pelo primeiro) e “Ecos Temporâneos” e “Instantes Urbanos” (pelo segundo). Produziu o evento “Acasos na Casa – processos artísticos independentes”, no qual participou como ator nos espetáculos “Sobre Água e Outros Relatos”, com direção de Norberto Presta, e “Quarentena”, com direção de André Francisco. Participou como ator dos espetáculos: “Solano e Rios”, adaptação do texto “Nhac – Sobre Piolhos e Atores” de Jose Sanchis Sinisterra, dirigido por Alexandre Mello (2011\2012); “Sofia Embaixo da Cama”, da Trupe do Experimento (2010); “A Festa de Aniversário” de Harold Pinter, com direção de Amanda Giugni (2009\2010); e “O Velório da Tia Aurora”, do grupo Teatro em Trâmite (2007/2008).

Isabelle Nassar (atriz)

Isabelle Nassar é atriz formada pela Escola de Teatro Martins Penna e recentemente se formou também no Bacharelado em Artes Dramáticas pela CAL. Fez cursos de teatro, cinema e TV como: National Theatre of Scotland, Companhia Lume de Teatro, Julio Adrião, Sotiris Karamesinis, Duh Masset e Anderson Aníbal. Esteve no elenco dos espetáculos “O Deserto dos Homens (2017), de John Marcatto, “O Mercador de Veneza” (2016/2017), de Shakespeare, dirigido por           Marcos Henrique Rego, “Remake” (2015), com direção de Anselmo Vasconcelos; “Coriolano” (2015), com direção de Marcos Henrique Rego (2016); “Quarto 3” (2014), com direção de Dudu Gamma, entre outros. No cinema, atuou em “Light of Passion” (2009), com direção do italiano Uderico Acerbi; “A Intrigante Arte de          Comungar (2016), de Thiago            Greco, e “Hopekillers” (2017), de Thiago     Moyses.

  • Ficha técnica:
  • Texto e direção: Eduardo Hoffmann
  • Supervisão artística: Cesar Augusto
  • Argumento: Marina Monteiro
  • Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann
  • Produção: Guilherme Nanni
  • Iluminação: Renato Machado
  • Figurino: Tiago Ribeiro
  • Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)
  • Concepção cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann
  • Produção de adereços: Patrícia Ramos
  • Trilha sonora: João Mello e Gabriel Reis
  • Arte gráfica e identidade visual: Márcio de Andrade
  • Produção de vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)
  • Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
  • Fotografia: Renato Mangolin
  • Serviço
  • Espetáculo “Era Medeia”
  • Temporada: 11 a 28 de julho.
  • Sesc Copacabana / Sala Multiuso: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana
  • Telefone: 2547-0156
  • Dias e horários:  quinta a domingo, às 18h.
  • Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).
  • Duração: 1h
  • Lotação: 80 pessoas
  • Classificação Etária: 14 anos.
Pré-Flip carioca terá debates, projeção de ópera, curta-metragem e encenação de obra de Euclides da Cunha

PRÉ-FLIP – 2 de julho

Sesc RJ convida Anelia Pietrani, Anabelle Loivos, Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima para antecipar os debates sobre o homenageado deste ano da Festa Literária de Paraty. Programação inclui projeção da ópera “Piedade”, de João Guilherme Ripper, sobre a morte de Euclides, exibição do curta-metragem “A Matadeira”, sobre o conflito abordado em “Os Sertões”, e intervenção cênica com trechos do clássico

RIO DE JANEIRO – Quatro importantes estudiosos da obra do escritor Euclides da Cunha participarão da Pré-Flip 2019 – Rio de Janeiro, que o Sesc RJ realiza na próxima terça-feira (2/7) em sua sede, no bairro do Flamengo, Zona Sul do Rio. O evento antecipa as discussões desta edição da Festa Literária de Paraty, (Flip), que acontece de 10 a 14 de julho e traz Euclides como homenageado. Entre os participantes da Pré-Flip carioca estão Anelia Pietrani, Anabelle Loivos, Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima, todos autores de estudos sobre Euclides. As atividades começam às 13h e têm entrada franca.

Professora Associada de Literatura Brasileira da Faculdade de Letras da UFRJ, Anelia Pietrani é organizadora de “Euclides da Cunha Presente e Plural” (Eduerj), que reúne textos que analisam a vasta obra do escritor. Dedicada a estudos de gênero, analisará a presença feminina nos seus livros. Sob a mediação de Fernanda Diamant (cocuradora do evento e curadora da Flip), ela debaterá com a escritora Anabelle Loivos, também professora associada da UFRJ e coautora de “Euclides da Cunha: ‘da face de um tapuia’” (Nitpress). A obra, escrita com Luiz Fernando Conde Sangenis, joga luz sobre a vida e obra do escritor na perspectiva dos seus conterrâneos do município de Cantagalo, Região Serrana do Rio.

Professor emérito da PUC-RJ, Luiz Costa Lima é autor de uma biografia do homenageado. Em “Euclides da Cunha: Contrastes e Confrontos do Brasil” (editora Contraponto), o estudioso – que é detentor do título Alexander von Humboldt-Stiftung (Alemanha) de Pesquisador Estrangeiro do Ano em Humanidades – lança uma nova luz sobre aspectos pessoais e profissionais do autor do clássico “Os Sertões”. Ele dividirá mesa com o professor do Departamento de Espanhol e Português da Universidade da Califórnia-Davis, Leopoldo Bernucci, que assina diversas obras sobre o tema. Entre elas, “Euclides da Cunha: Poesia Reunida” (Unesp), “Os Sertões, edição anotada” (Ateliê/Arquivo do Estado/Imprensa Oficial); “Discurso, Ciência e Controvérsia em Euclides da Cunha” (Edusp) e “A Imitação dos Sentidos: Prógonos, Contemporâneos e Epígonos de E. da Cunha” (Edusp).

Curta sobre o Massacre de Canudos e projeção de ópera sobre a morte de Euclides também são destaques

Outro destaque da programação é a projeção audiovisual da ópera “Piedade”, de João Guilherme Ripper, que estará presente no evento e comentará o trabalho. O espetáculo – que circulou por Rio, São Paulo e foi a primeira ópera brasileira a se apresentar no Teatro Colón, na Argentina – aborda o escândalo que resultou na morte de Euclides da Cunha, ocorrida no bairro carioca que dá título à obra.

Também haverá a exibição de “A Matadeira”, premiado curta-metragem de Jorge Furtado. O documentário produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre aborda o Massacre de Canudos, que pôs fim ao conflito acompanhado pelo jornalista Euclides da Cunha na condição de correspondente do jornal O Estado de S. Paulo e que foi parar nas páginas de “Os Sertões”.

Ao longo do dia, o ator Leonardo Netto realiza intervenções cênicas. O artista, que mais recentemente atuou em espetáculos como “Corte Seco”, “Freud – A Última Sessão”, “Conselho de Classe” e “A Santa Joana dos Matadouros”, encenará trechos do livro-reportagem que colocou Euclides no panteão dos escritores brasileiros.

SERVIÇO

Pré-Flip 2019 – Rio de Janeiro

Dia 2 de julho de 2019 – 13h

Sede do Sesc RJ – Rua Marques de Abrantes 99 – Flamengo – Rio de Janeiro

Entrada franca

PROGRAMAÇÃO

13h – 13h25 –  Intervenção cênica – Leonardo Neto

13h30 – 15h30 – Mesa 1: Os sertões e um Brasil de ontem pelos olhos de hoje

Com Anelia Pietrani e Anabelle Loivos – Mediação: Fernanda Diamant

Em seus livros sobre o Brasil, Euclides da Cunha fundou e desenvolveu uma teoria sobre a nação. Como podemos lê-lo hoje? Nesta sessão, as duas professoras discutem as possibilidades de leitura de Euclides da Cunha num país que permanece marcado pela desigualdade, e levantam questões sobre como ler Euclides numa sala de aula, e quais passagens precisam ser feitas diante do distanciamento histórico que nos separa dele.

 

15h30 – 15h50 –  Exibição do curta “A Matadeira”

SINOPSE: Canudos foi uma pequena aldeia no nordeste do Brasil, fundada pelo líder messiânico Antônio Conselheiro e massacrada por um poderoso exército até a morte do último de seus 30 mil habitantes, em 5 de outubro de 1897. O filme conta o massacre de Canudos a partir de um canhão inglês, apelidado pelos sertanejos de “A MATADEIRA”, que foi transportado por vinte juntas de boi através do sertão para disparar um único tiro. Prêmios
22º Festival de Gramado, Cinema Latino, 1994: Prêmio Especial à Direção de Arte, Melhor Direção de Curta Gaúcho, Melhor Fotografia de Curta Gaúcho. 11º Rio-Cine Festival, Rio de Janeiro, 1994: Melhor Ator (Pedro Cardoso), Prêmio Contribuição à Linguagem Cinematográfica.

16h20 -16h35 –  Intervenção cênica – Leonardo Neto

16h40 – 18h30 – Mesa 2: Entre o relato e a criação

Com Leopoldo Bernucci e Luiz Costa Lima – Mediação: Fernanda Diamant

Como ler o Brasil através da literatura nacional? Neste encontro, dois dos maiores críticos literários brasileiros se encontram para discutir a obra de Euclides da Cunha e os cruzamentos que ela mesma atravessa entre ficção e história. Pelos instrumentos da teoria literária, Luiz Costa Lima e Leopoldo Bernucci conduzem esta conversa sobre poética e política.

18h30 – 19h45 – Exibição da ópera “Piedade” seguida de conversa com o autor

Com João Guilherme Ripper

João Guilherme Ripper, atual diretor da Academia Brasileira de Música e compositor e autor da ópera “Piedade”, que tem Euclides da Cunha como personagem principal, irá contar sobre a criação da ópera e os episódios de Canudos e o confronto com Dilermando de Assis que levou à morte do escritor.

São João Fit: coach nutricional ensina receitas saborosas, saudáveis e que previnem doenças
Uma das épocas mais saborosas do ano está chegando: pé de moleque, arroz doce, cachorro-quente, quentão… a lista de comidas típicas de festa junina e do São João é longa, mas também é grande a concentração de açúcares e carboidratos presente nesses alimentos que tornam as iguarias destas festividades inimigas da dieta.Para ajudar você a desfrutar das deliciosas comidas sem peso na consciência e na balança, a coach nutricional Gabi Lodewijks, criou três versões saudáveis e nutritivas, sem abrir mão do sabor, de tradicionais receitas de festa junina, com ingredientes menos calóricos e amigos da dieta e da sua saúde.

Cada um dos três pratos apresentados traz além de sabor e poucas calorias muitos benefícios para a saúde: “com a substituição dos ingredientes obtém-se não apenas uma redução de calorias e açúcares totais, mas um ganho em benefícios como diminuir o risco de doença cardíaca, prevenção do Alzheimer e até mesmo do diabetes”, conta Gabi.

Confira as receitas saudável de Gabi Lodewijks para um São João fit e saboroso:

Pipoca com tomilho e cúrcumaIngredientes

2 colheres de sopa de óleo de coco
1 ramo de tomilho fresco
1 xícara de chá de milho para pipoca
Cúrcuma em pó
Pimenta do reino a gosto
Sal do Himalaia a gosto

Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o óleo e o ramo de tomilho. Deixe refogar, por aproximadamente, 40 segundos. Acrescente o milho de  pipoca. Mexa a panela tampada em sentido circular para os grãos não queimarem ou faça na pipoqueira.Deixe no fogo até estourar todo o milho. Depois de pronto, tempere com a cúrcuma, a pimenta e o sal.

Benefícios para a sua saúde

A cúrcuma é um ótimo anti-oxidante e anti-inflamatório, pode ajudar a diminuir o risco de doença cardíaca, ajuda a prevenir e até tratar o câncer e também seu consumo é muito indicado para o tratamento e prevenção do Alzheimer.

Arroz doce  integral

1L de leite de côco ou de amêndoas
1 pau de canela
1 xícara de açúcar de côco
1 xícara de arroz integral.

Modo de Preparo

Cozinhe o leite de côco junto com a canela e o açúcar até levantar fervura e adicione o arroz. Baixe o fogo e mexa de vez em quando ate secar e ver que o arroz já está macio.  Para que fique bem cremoso é importante deixar o fogo baixo. Sirva e polvilhe canela.

Benefícios para a sua saúde

O arroz integral por não ser descascado nem refinado é mais rico em fibras e vitaminas.

O leite de coco tem  função  antifúngica e antiviral e o  leite de amêndoas  indicado  para quem quer emagrecer, ou esta simplesmente controlando o peso e também indicado para pessoas que  tem problemas de gastrite, é rico em zinco, cálcio, magnésio, ferro e potássio e tem o poder de aumentar o HDL e diminuir o LDL (colesterol bom e ruim, respectivamente).

Gosto muito do açúcar de coco  que é considerado um dos melhores substitutos para o açúcar tradicional de cana. Ele é cheio de nutrientes e  contem diversas vitaminas, como as  do complexo B (B1, B2, B3 e B6), rico em vários minerais como o potássio, o zinco, o ferro e o magnésio, alem de ter um baixo indico glicêmico.

Tapioca com goiabada e queijo

Ingredientes

2 colhe de goma de tapioca
Goiabada
Queijo branco

Modo de Preparo

Fazer a tapioca na frigideira anti-aderente e quando estiver pronta rechear com queijo e goiabada. Ótima combinação

Benefícios para a sua saúde

Tapioca não contem glúten e se combinada com uma proteína no recheio ajuda a  equilibrar o índice glicêmico, sendo ótima opção para quem quer emagrecer. Pode incluir algum tipo de fibra no preparo  como chia ou inhaca, o que ajuda na saciedade e reduz o índice glicêmico. Gorduras boas também são ótimas opções, como abacate, castanhas trituradas, óleo de coco, azeite. A goiabada da um toque e sabor especial. Fica uma delícia.

Leila Pinheiro encerra a temporada carioca de ‘EXTRAVIOS’ dirigido por Ana Beatriz Nogueira

 Cantora encerra a temporada carioca de ‘EXTRAVIOS’, dirigido por Ana Beatriz Nogueira, dias 4 e 5 de julho                                                                              no Teatro Rival Petrobras 

“Como é bonito de se ver esse show em que Leila Pinheiro concilia teatralidade e musicalidade com requinte” (…) “Leila Pinheiro dominou a cena se revezando entre o piano e violão neste show com clima de recital, moldado para o silêncio de um teatro” (…) “Extravios vem se impondo desde dezembro de 2018 como um dos shows mais interessantes e bem-acabados da trajetória de Leila Pinheiro nos palcos”. (Mauro Ferreira)

“Sob a direção de Ana Beatriz Nogueira, Leila consegue uma proeza e tanto: faz uma apresentação intimista, em que parece estar cantando para um grupo de amigos na varanda de sua casa” (…) “Com intervenções do cavaquinho de João Felippe, Leila se acompanha ao teclado ou ao violão, com a voz tão potente e afinada como era três décadas atrás. “Extravios” não é um show para levantar poeira, e sim um reencontro com músicas excepcionais e uma intérprete idem”. (Tony Goes)

“Eu sei que os extravios são necessários, sim. A necessária parte do meu caminho sozinho”. Os versos da canção “Extravios” (de Dalto e Antônio Cícero) e o sentimento de seguir numa outra direção, serviram de inspiração para o título do novo show de Leila Pinheiro. Após diversas apresentações no Rio de Janeiro, EXTRAVIOS encerra sua primeira temporada carioca dias 4 e 5 de julho, quinta e sexta, às 19h30, no Teatro Rival Petrobras, acompanhada do premiado músico João Felippe no cavaco de cinco cordas. Em EXTRAVIOS, Leila, sob adireção da atriz Ana Beatriz Nogueira, apresenta ao público um repertório de interpretações diferentes das habituais: inusitadamente posicionadas no médio-grave de sua voz.

Uma amizade de mais de 30 anos e um belo encontro musical. Ana Beatriz Nogueira, atriz, propôs um show intimista, teatral, poético e embalado por canções como a valsa instrumental de Leila, “Dorotéia”, que abre o espetáculo; “Para um Amor no Recife” (de Paulinho da Viola); “Só de Você” (de Rita Lee e Roberto de Carvalho); “Blues para Bia” (de Chico Buarque), “Vivo a Sorrir” (de Adriana Calcanhoto)“, “Chuva, Suor e Cerveja” (de Caetano Veloso), entre tantas outras, intercaladas por pequenas citações de poemas de Hilda Hilst e Cecilia Meirelles.

“É um show pensado pela Ana Beatriz e roteirizado por nós duas. Um mar de belas canções que foram se complementando e montando esse texto – de teatro”, conta Leila. “A Ana Beatriz é essa atriz gigante que eu conheço, admiro e respeito tanto. Termos essa relação de confiança foi fundamental. EXTRAVIOS é, de fato, uma nova forma de me colocar no palco, de me envolver nas canções. Isso fica bem claro para o público”, afirma a cantora, compositora e pianista.

Propondo uma direção que valoriza o mais íntimo da intérprete, Ana Beatriz Nogueira – uma declarada apaixonada pela música popular brasileira de todas as épocas – quis, primeiramente, explorar a voz de Leila Pinheiro numa nova região, o médio-grave, trazendo novos ares ao repertório escolhido e desafiando a cantora. Além disso, a beleza nem sempre percebida das letras das canções e a forma como elas soariam na voz de Leila também foram cruciais na escolha do repertório.

“O que me move nesta direção, neste extravio, é o amor pela música. É o respeito e a admiração pela intérprete. Eu propus um show no qual o público saísse tocado, pensando na música, na letra e na voz. E refletindo sobre como é bom escutar essas canções de uma maneira diferente”, comenta a atriz e diretora.

Também foi sugestão de Ana Beatriz a parceria com o músico convidado, o jovem e premiado João Felippe, que acompanha Leila Pinheiro com o seu cavaco de cinco cordas. “Certa vez, num encontro de amigos, vi a Leila e o João improvisarem uma canção juntos. Fiquei tão encantada com a química deles… Foi a primeira pessoa em quem pensei para acompanhá-la nesse novo caminho”, completa Ana.

EXTRAVIOS traz ainda composições de Dolores Duran, da jovem portuguesa Luísa Sobral, de Tom Jobim, de Zé Miguel Wisnik, de Moreno Veloso, entre outros. “Um novo caminho. Eu extraviada e encantada com esse rumo novo por onde tem ido a minha voz e o meu corpo”, conclui Leila.

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro. Data: 04 e 05/07 (quinta e sexta). Horário:19h30. Abertura da casa: 18h. Ingressos: R$ 80,00 (Inteira), R$ 40,00 (meia-entrada). Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/TeatroRival_Ingressos2GIaEKp  Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.brInformações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.