Deputado Max Lemos inaugura gabinete avançado na Baixada

Espaço localizado na região central de Nova Iguaçu conta com estrutura e equipe para acompanhar as demandas da região e receber a classe política local

O deputado estadual Max Lemos (MDB) inaugurou, na última terça-feira (26), seu primeiro gabinete avançado no município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O evento contou com a participação da equipe de assessores do parlamentar, familiares, políticos, empresários e representantes da sociedade civil organizada. O espaço fica localizado na Avenida Getúlio Vargas, nº 161, Centro e funcionará todos os dias da semana, inclusive aos domingos.

De acordo com Max Lemos, o objetivo é estreitar canais de comunicação com a população, aproximando o seu mandato das reais necessidades das pessoas. “Quem tiver sonhos, pode trazê-los, colocaremos cada um no papel, diante de Deus e iremos trabalhar firme para torná-los realidade. Aqui, vamos colher sugestões para melhorar a vida das pessoas, em especial das que mais precisam. Vamos defender ainda mais  o povo de Nova Iguaçu e da Baixada”, afirmou.

Durante o discurso, visivelmente emocionado, o deputado destacou que nasceu no município de Nova Iguaçu – Queimados ainda era Distrito – e destacou que uma das suas principais lutas será para reabrir o Hospital de Iguassú. “Quando ainda era adolescente, precisei operar  o braço na unidade. Não podemos admitir que uma unidade de saúde tão importante fique fechada. Já protocolamos Indicação Legislativa na Assembleia pedindo ajuda ao governo do estado para reabrir o Hospital. Vamos acampar essa luta e outras demandas que surgirem”, adiantou.

A escolha por Nova Iguaçu se deu por está localizada no berço da Baixada Fluminense, onde o político teve quase 30 mil votos, o que corresponde metade da votação final, 59.672 votos. “É um espaço para pensar a Baixada Fluminense e captar sonhos. Um lugar simples, localizado perto da estação ferroviária e de fácil acesso à população”, concluiu o parlamentar.

Biografia

Advogado, formado pela tradicional Universidade Santa Úrsula, casado com Ana Paula, pai  de trigêmeos. Max Lemos foi vereador, prefeito de Queimados por duas vezes, sendo reeleito com 93% dos votos e em 2018 eleito Deputado Estadual pela primeira vez. Tem uma história construída nos embates da política na Baixada Fluminense.

Herdou do pai, seu Iran, o gosto pela militância, a convicção  de que a política, acima de tudo, é um instrumento de transformação social. Ainda garoto, saia pelas ruas da cidade, com goma de maizena, colando nos postes cartazes da campanha do pai à Câmara de Vereadores. A luta política, portanto, é de seu DNA. E vem de longe, vem de berço!

Empreendimento de musa dos clipes de funk da internet tem atraído público
Empreendimento de musa dos clipes de funk da internet tem atraído público e artistas de renome do para Florianópolis
Apaixonada por música, a musa dos clipes de funk de MC KevinhoMichele Sensolo, sensação da internet, resolveu abrir um espaço que une artes, música e a natureza em Florianópolis, na paradisíaca praia de Morro das Pedras, e está movimentando a região com shows e eventos.

Dona de uma beleza singular, Michele não apenas chamou atenção dos MCs nos clipes musicais, mas em diversos outros trabalhos como modelo, chegando a estampar capas de revistas e portais como o Bella da Semana. Eclética, a loira agora investe no “Chai EcoLounge” e procura trazer para a Ilha da Magia o melhor da cena do rap, pop e eletrônico, ao passo em que busca sustentabilidade, equilíbrio e respeito com a natureza.

Recentemente, o Chai EcoLounge foi palco do show da rapper Flora Matos, expoente da nova geração do rap nacional, que teve sua música como tema de novela da Globo e grandes shows com artistas como EmicidaFilipe Ret Marcelo D2: “temos realizado eventos que dão oportunidade a todos os ritmos. Desde hip hop ao funk, passando pela música eletrônica e o rap. Vamos continuar daqui pra frente organizando ainda mais shows com DJs e grandes intérpretes regionais, nacionais e internacionais. A casa está aberta a todos. O público tem respondido muito bem”, comenta Michele Sensolo.

Apesar de ser um empreendimento novo, com poucos meses de existência, o Chai EcoLounge tem atraído milhares de pessoas para a região, em busca de uma opção diferenciada para curtir boa música, desfrutar da gastronomia regional e internacional e tomar uns bons drinks.

Serviço
Chai EcoLounge
Endereço: Rodovia Francisco Thomaz dos Santos n°500,

Bairro Morro das Pedras – Florianópolis/SC

Horários:
Contato: (48) 3733-8000
Preço: $ (de $$$)
DAVID CHEW comemora 50 anos de carreira na Cidade das Artes

David Chew celebra seus 50 anos de carreira e 65 anos de vida, dia 02/05, quarta-feira, na Cidade das Artes

Lançando seu DVD CHEWFACES e em produção final do Rio Cello Encounter 2018, violoncelista faz concerto de comemoração recebendo no palco grandes amigos, como Linda Bustani e o quarteto LINDARTE, Gilson Peranzetta, Felipe Prazeres, Fernanda Canaud , Blas Rivera e membros do quarteto da UFF, Cecilia Gonzales Andre Carvalho, dentre outros

Recentemente condecorado pela Rainha da Inglaterra por seu importante trabalho que vem desenvolvendo na área da música, David Chew chega aos seus 50 anos de carreira com fôlego de sobra para dar conta de tantos projetos. Para comemorar a efeméride, o violoncelista inglês, radicado no Brasil há 38 anos, fará um concerto especial celebrando, inclusive, seus 65 anos de vida. O concerto será no dia 02 de maio, quarta-feira (data do seu aniversário), às 20h, na Cidade das Artes (Barra da Tijuca. No programa, obras de  J.S Bach, C.Saint Saens, H,Villa-Lobos e  R.Schumann, além de composições de Gilson Peranzetta e Blas Rivera, que, inclusive, se apresentarão ao lado do violoncelista. Outros grandes amigos não deixarão a data passar em branco e participarão desta grande festa: Linda Bustani, Gilson Perenzzetta, Blas Rivera, Fernanda Canaud, Felipe Prazeres, Michel Bessler, Bernardo Fantini, Tomaz Soares, Ubiritan Rodrigues e bailarinos de tango Cecilia Gonzales e Andre Carvalho. No dia, será lançado o DVD CHEWFACES, produzido por Sil Azevedo e pelo próprio David Chew, de música clássica e popular, que reúne entrevistas com o violoncelista e diversos músicos participantes. A venda será revertida para arrecadar fundos para o Rio Cello Encounter 2018.

https://www.youtube.com/watch?v=_znOjxHJdig

A edição deste ano do maior festival de violoncelos do país está, até o momento, sem patrocinador, entretanto o violoncelista lança mão de diferentes recursos para poder manter acesa sua grande paixão. Para David Chew, “em tempos de crise e, com a falsa promessa de fornecer serviços tão essenciais como saúde e educação, diversas fontes têm aberto mão de investir em cultura. Com a certeza de considerarmos a Arte algo tão vital para nossa sociedade, toda a família Rio Cello soma esforços para levar esperança e Luz ao nosso povo através da Arte, com mínimos recursos financeiros”. Para o violoncelista, esta ação é “essencial para que vençamos o desânimo e consigamos recuperar o entusiasmo para seguir adiante. Como diria o filósofo Nietzsche, sem a música, a vida seria um erro, uma tarefa cansativa, um exílio”.

Idealizado e capitaneado pelo músico desde a sua primeira edição, em 1994, o Rio Cello Encounter traz em sua programação, além de concertos, espetáculos de dança, exposições de arte, masterclasses e workshops. Tudo inteiramente gratuito. O sonho de Chew apaixonado pelo Brasil, é popularizar a música clássica, além é claro, de homenagear o maestro Villa-Lobos, sua maior inspiração. “Nossa intenção é levar o poder de transformação social da música a espaços públicos e comunidades. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Desta forma o festival alcança seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária de todas as pessoas”, declara o músico.

Teatros, centros culturais, igrejas, museus e parques são os palcos preferencias do Rio Cello. Em 24 anos o festival bateu todos os recordes de público em eventos de música clássica no Brasil. Os números são impressionantes: 550 mil espectadores, 12 mil músicos, 900 concertos, 650 horas de workshops e masterclasses. Ao longo de sua extensa trajetória, o Rio Cello consolidou-se como uma grande plataforma multicultural no qual música, dança, poesia, artes plásticas e cinema que integram um evento de grande sofisticação artística e responsabilidade social.

DAVID CHEW – (BIO)

Começa a tocar profissionalmente aos 15 anos na Orquestra Filarmônica de Hull. Em seguida com os Mozart Players e a Orquestra da BBC, ambos em Londres. Fez seus estudos no Guildhall School of Music de Londres com William e Tony Pleeth e ainda pós-graduação na Universidade de Hull, e fez seu PhD no Kingston University de Londres, onde se especializou em música brasileira. Foi convidado a ser professor da Universidade de Colorado e Doutor Honoris causa na Universidade de Hull

Inspirado em Villa Lobos, sua maior especialidade, fundou e dirige até hoje, o Rio International Cello Encounter (Rio Cello), que há 24 anos reúne no Rio os maiores nomes do cello e da música, sempre oferecendo a todos gratuitamente, concertos, masterclasses. (www.riocello.com)

Solista / primeiro cellista / Spalla há mais de 35 anos da OSB (desde 1981), é também integrante e do Quarteto da UFF (1LP). Fundou a Orquestra de Câmara Brasil Consort (1LP) e o Rio Cello Ensemble (6 CDs), e Rio Strings (5CDs), o Duo Folia (2CDs), Trio Carioca, Duo com Fernanda Canaud (1CD) Quarteto com Gilson Peranzzetta, Mauro Senise e Paulo Russo (3CDs), Trio com Antonio Meneses e Rosana Lanzelotte (1DVD) e mais recentemente o DVD CHEW FACES, com Blas Rivera, Cristina Braga, Felipe Prazeres, Otto Hanriot e Michele Barsand.

Recebeu os títulos de Honra de Cidadão de Estado de Rio de Janeiro e Herdeiro do Zumbi em 2003. Premiado na Alemanha, França e Inglaterra pela sua interpretação das Bachianas Brasileiras no Hyperion em 1986. Em 2005 foi indicado ao Grammy Latino. Recebi o título de Ordem da Império Britânico da HRH Rainha Elizabeth 11.

Juntamente com sua ONG (O-Music), David Chew vem trabalhando e contribuindo com outras importantes ONGs, como a “Grota de Surucucu”, Solar Meninos de Luz (Pavão Pavãozinho), e os Projetos Música nas Escolas em Volta Redonda e Barra Mansa.

  • SERVIÇO : David Chew comemora 50 ANOS de carreira e 65 ANOS de vida
  • *Concerto para arrecadar fundos para o Rio Cello 2018 (www.riocello.com)
  • 02/05, quarta-feira – Cidade das Artes – Teatro de Câmara
  • Horário: 20h
  • Ingressos: Gratuito
  • Endereço: Av. das Américas, 5300 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ
  • Telefone: (21) 3325-0102
  • Capacidade: 450 pessoas
  • Classificação: livre
  • Duração: 1h30min
  • Programa:
  • Fernanda Canaud, piano (dia 02/05)
  • Felipe Prazeres, violino
  • David Chew, violoncelo
  • Camille Saint-Saëns
  • Carnaval dos Animais
  • ​ –
  • O Cisne
  • Edward Elgar
  • Salut d’Amour, Op.12
  • Heitor Villa-Lobos
  • Bachianas Brasileiras, No. 5
  • ​ –
  • Ária
  • Bachianas Brasileiras, No.2
  • ​-
  • Trenzinho do Caipira
  • ​________________________​
  • Lindarte Piano Quartet
  • Linda Bustani, piano
  • Michael Bessler, violino
  • Bernardo Fantini, viola
  • David Chew, violoncelo
  • Robert Schumann
  • Quarteto para Piano em Mi Bemol Maior, Op.47
  • -Sostenuto assai – Allegro ma non troppo
  • -Scherzo: Molto vivace – Trio I – Trio II
  • -Andante cantabile
  • -Finale: Vivace
  • [INTERVALO]
  • Gilson Perranzetta, Piano
  • David Chew, violoncelo
  • Gilson Peranzzetta
  • Teresa
  • Quermesse
  • Canção da Lua
  • Paisagem Brasileira
  • ​_______________________
  • Blas Rivera, piano e saxofone
  • Tomaz Soeres e  Bira Rodrigues, violinos
  • Bernardo Fantini, viola
  • David Chew, violoncelo
  • Cecilia Gonzalez e André Carvalho, bailarinos ​
  • Blas Rivera
  • Ranquel
  • Canción para conquistar a la bailarina
  • Nocturno
  • Milonga sudaca
“A Menina do Kung Fu” traz discussões atuais para o Teatro Ipanema

ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL “A MENINA DO KUNG FU” TRAZ DISCUSSÕES ATUAIS PARA O TEATRO IPANEMA

É a volta de Diego Molina para o público infantil, depois do sucesso de “Joaquim e as estrelas”

 Yes, we can. Sim, nós podemos, qualquer um pode. Ela pode. Ela é Belinha, uma menina 9 anos, cega, que entra para uma academia de kung fu. Eis a protagonista da peça infanto-juvenil “A menina do kung fu”, que estreia no dia 6 de julho, no Teatro Ipanema, para uma curta temporada até dia 28 do mesmo mês, com texto de Diego Molina, supervisionado por Bosco Brasil; e direção dividida entre o próprio Molina e Carolina Godinho. No elenco, estão Monique Vaillé, Fábio Nunes, Janaína Brasil, Victor Albuquerque e Jorge Neves.

Dá bem para imaginar quantos desafios Belinha encara no espetáculo, que marca a volta do diretor Diego Molina ao mundo dos baixinhos, depois do sucesso de “Joaquim e as estrelas”. Desafio que também foi escrever e montar a peça sem patrocínio, só contando com instituições e pessoas que acreditaram no projeto e aceitaram participá-lo pela sua causa, sem nenhum tipo de remuneração. E também quem colaborou para o crowdfunding (https://www.vakinha.com.br/vaquinha/a-menina-do-kung-fu) para custear algumas medidas de acessibilidade, como audiodescrição e intérpretes de Libras. Afinal, não basta falar de inclusão. É preciso incluir. Assim, crianças e adultos com deficiência auditiva e visual vão poder assistir ao espetáculo.

Além da inclusão, o empoderamento feminino e o bullying são temas abordados na peça. Isso porque Belinha encara desafios para se impor com uma limitação física e num universo dominado pelos meninos. No fundo, o texto escrito pelo próprio Diego Molina, com supervisão de Bosco Brasil, fala mesmo é de gente. “As relações humanas sempre serão uma pauta atual, e é disso que a peça fala: de construirmos um mundo onde as pessoas se relacionem melhor. E quando falo em ‘pessoas’ falo de todos os tipos”, explica Molina.

Ele escreveu o texto em 2010, quando ainda fazia parte da ONG Escola de Gente – Comunicação em Inclusão, e se utilizou de anos de capacitação sobre conceitos de diversidade para realizar o desejo de escrever uma peça infanto-juvenil que unisse inclusão e acessibilidade. Criou o texto justamente para tratar do assunto deficiência diretamente com a criança e seus pais. Porque, “apesar de pessoas com deficiência sempre terem existido (e sempre existirão), a inclusão é uma palavra extremamente contemporânea, ainda bastante complicada para a maioria das pessoas”, observa Molina. E por que falar dessas questões agora? “Porque simplesmente queremos dizer as coisas propostas pelo texto”, conclui o autor.

É isso! A beleza do ser humano é sermos todos diferentes. E, ao mesmo tempo, estamos em busca de direitos iguais. Afinal de contas, somos todos gente!

“… Gente é muito bom, gente deve ser o bom… Tem de se cuidar, de se respeitar o bom…” (Caetano Veloso em “Gente”)

Sobre o espetáculo:
A peça – para crianças a partir dos cinco anos de idade, porém mais voltada ao público entre 9 e 13 anos – conta a história de Belinha, menina de 9 anos, cega, que se matricula numa academia de kung fu. Logo no primeiro dia de aula, ela tem de encarar a desconfiança da turma e da professora, além das peripécias de Pedroca e seus amigos, que adoram fazer bullying.

O espetáculo conta com diversas medidas de acessibilidade; entre elas, audiodescrição e intérpretes de libras para pessoas com deficiência visual e auditiva.

 

Sobre Diego Molina:
Dramaturgo, roteirista, diretor, ator, cenógrafo e professor. Mestre em Teatro pela UNIRIO.

Trabalhos como autor em teatro: “A menina do kung fu” (infantil); “Pequenos poderes”, “Os trabalhadores do mar” (adaptação), “O espião que nós amamos” (inédito, com Bosco Brasil), “Woody Allen não se encontra” (inédito), “Ninguém mais vai ser bonzinho”, “Fabulamente” (monólogo com Tatá Werneck), além de diversos esquetes, escritos também para o coletivo Clube da Cena e para o site Drama Diário.

É autor dos livros “Cena Impressa 1 e 2” e “Teatro Duse: o primeiro teatro-laboratório do Brasil”. Ganhou o Prêmio Shell 2012 na Categoria Especial, com a Cia. Alfândega 88, pela ocupação do Teatro Serrador. Foi indicado ao Prêmio Faz Diferença 2010 com grupo Os inclusos e os sisos pelo trabalho em prol da inclusão.

Dirigiu espetáculos como: “Ela é meu marido”, “Quando ia me esquecendo de você”, “Radiofonias Brasileiras”, “War”, “Bette Davis e a máquina de Coca-Cola”, “Joaquim e as estrelas” e “Fabulamente – Monólogo com Tatá Werneck.

Deu aulas de dramaturgia na CAL, SBAT, PUC Rio, Midrash Cultural, Biblioteca Parque e em diversas unidades do SESC pelo país.

Escreve para o programa “Zorra”, indicado ao Emmy Internacional, e “A gente riu assim – Retrô de humor”, ambos da Rede Globo. Foi colaborador dos programas “Noite de arrepiar” e “Casamento blindado” (Record), “Domingão do Faustão” (Globo), “Comédia MTV”, “Sem análise” (Multishow) e do seriado “Dependentes” (com Bosco Brasil). Escreveu ainda o curta-metragem “Vice e versa”, vencedor do prêmio de melhor comédia no Festival Claro Curtas 2008, e o longa-metragem “Floresta profunda” (com Bosco Brasil e Fidelys Fraga).

Foi jurado do Prêmio Zilka Sallaberry de teatro para infância e juventude entre 2015 e 2018.

 

Serviço:
“A Menina do Kung Fu”

Local: Teatro Ipanema – Rua Prudente de Morais, 824 – Ipanema

Temporada: de 6 a 28 de julho
Sábados e domingos, às 16h

Ingressos: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia) – entrada gratuita para pessoas com deficiência

Classificação indicativa: livre

Haverá sessões com acessibilidade na comunicação (audiodescrição e intérpretes de libras) nos dias 21 (domingo) e 29 (sábado) de julho e em outras datas a confirmar.

 

Ficha técnica:
Texto: Diego Molina

Supervisão de texto: Bosco Brasil

Direção: Carolina Godinho e Diego Molina

Elenco: Fábio Nunes, Janaína Brasil, Jorge Neves, Monique Vaillé e Victor Albuquerque

Figurinos e Adereços: Patrícia Muniz

Cenografia: Diego Molina e Patrícia Muniz

Iluminação: Anderson Ratto

Trilha sonora: Pedro Nêgo

Visagismo: Diego Nardes

Assistente de visagismo: Lucas Souza

Programação visual e Ilustrações: Marcelo Martinez – Laboratório Secreto

Fotografias: Bruno Coqueiro

Instrutor de kung fu: Renan Nascimento

Intérpretes de Libras: JDL Traduções – Acessibilidade na Comunicação – Davi de Jesus e Jadson Abraão

Audiodescrição: Nara Monteiro

Assessoria de imprensa: Sheila Gomes

Direção de produção: Janaína Brasil

Produção: Carolina Godinho, Diego Molina, Janaína Brasil e Monique Vaillé

Coprodução: Arte Nova e 2BB2 Produções Artísticas

ESTADO DE SÃO PAULO CONCORRE COMO SEDE DO POLO AMERICAN CANOA POLO CHAMPIONSHIPS 2019
Realização do PAN AMERICAN CANOA POLO CHAMPIONSHIPS 2019 BRASIL na cidade de São Miguel Arcanjo, interior de São Paulo, ganha reforço com o apoio do Governo do Estado.
O diretor do Comitê Brasileiro de Caiaque Polo, Guilherme Galvão e o prefeito de São Miguel Arcanjo, Paulo Ricardo, se reuniram nesta segunda-feira (24), com o Secretário de Esportes do Estado de São Paulo, Aildo Rodrigues Ferreira, onde foi abordado, especialmente, o apoio a realização do PAN AMERICAN CANOE POLO CHAMPIONSHIPS 2019 BRASIL, o maior evento da América Latina da modalidade no município paulista.
O PAN AMERICAN CANOE POLO CHAMPIONSHIPS 2019 é o maior e o mais importante evento da América latina na modalidade Caiaque Polo e que trata da vaga para o World Championships Canoe Polo que ocorrerá em 2020, na cidade de Roma/Itália. O Brasil está concorrendo com outros dois países que se colocaram à disposição para sediar essa grande competição, como a cidade do Texas, nos Estados Unidos e a cidade de Welland, no Canadá. A cidade de São Miguel Arcanjo, no interior paulista, vem construindo nos últimos 3 anos um histórico na canoagem Caiaque Polo, realizando os principais eventos da modalidade, incluindo uma etapa do Campeonato Brasileiro em 2018.
Com a possibilidade do PAN AMERICAN 2019 vir para o Brasil, dependendo apenas da aprovação do projeto apresentado a COPAC – Comitê Pan-americano de Canoas (Comitê Internacional), que define no final do Jogos Pan-Americano de Lima no Peru no mês de Julho e o Comitê vem alinhando junto a Secretária de Cultura e Turismo do Município de São Miguel Arcanjo, a qual já vem acreditando e apoiando a modalidade no município, um evento dessa magnitude é extremamente importante para o trade turístico local, já que apresenta um grande potencial para a prática da modalidade por possuir lagoas, rios e represas perfeitas para a prática do Caiaque Polo, assim como, para o para o fomento e o desenvolvimento da Canoagem Caiaque Polo para outras região do país.
Atualmente a Canoagem Caiaque Polo vem crescendo no Brasil e o Comitê planeja potencializar a modalidade no estado de São Paulo, principalmente, no interior paulista, nas regiões de São Miguel Arcanjo e Itapetininga, assim como, em outros estados como o Paraná e Tocantins. Este resultado decorre do esforço que vem sendo realizado pela nova gestão do Comitê Brasileiro de Caiaque Polo, comandado pelo seu diretor, Guilherme Galvão, que busca captar novos adeptos através de seletivas nos estados polos, além da implantação de escolinhas em outros estados do país em parceria com o poder público e empresas privadas locais.