Sony Music celebra 75 anos de Chico Buarque e lança, nas plataformas de streaming, 17 álbuns do artista

Após ganhar o mais importante reconhecimento literário da língua portuguesa, o Prêmio Camões, Chico Buarque tem importante fase de sua obra musical digitalizada

Foto da Página Interativa sobre Chico Buarque

 

 

Às vésperas de completar 75 anos, Chico Buarque acaba de ganhar o mais importante reconhecimento literário da língua portuguesa, o Prêmio Camões, evidentemente pelo conjunto de sua obra como compositor, dramaturgo e romancista. Poderia, no entanto, bem ter sido apenas pela estrofe acima, seis geniais redondilhas da toada que dá título ao álbum “Paratodos”, de 1993, um dos nove discos de sua carreira gravados entre os anos de 1987 e 2001, que a Sony Music Brasil disponibiliza pela primeira vez nas plataformas digitais de streaming, a partir do próximo dia 21 de junho, dois dias após seu aniversário de 75 anos.

De “Francisco” (1987) a “Cambaio” (2001), os nove álbuns, além de oito coletâneas que também serão relançadas digitalmente, representam a inestimável discografia de Chico na antiga gravadora BMG, hoje no catálogo da Sony. Essa fase marca sua digamos maturidade musical como compositor, letrista e cantor, um conjunto de cada vez mais sofisticadas canções, mas que nem por isso perdem sua aparente simplicidade de cantigas populares.

Para essa ocasião, a Sony preparou também, sempre no universo digital, uma página interativa exclusiva, uma sala virtual sobre o mar do Rio, em que a cada clique do visitante, ele fica sabendo mais sobre toda a carreira do Chico, especialmente pela fase e por cada disco deste relançamento.

A obra-prima “Paratodos”, um dos pontos mais altos dessa fase, é um bom exemplo, senão vejam a estrofe destacada acima: na forma de improviso de um coco de embolada, Chico resume em seis versos não apenas a sua carreira como compositor, mas a trajetória de sua geração, despertada para a música brasileira pela obra inspiradora de Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, o tal Antônio Brasileiro “maestro soberano” da canção, Tom Jobim para o mundo a partir da bossa nova, pai de geração que viveu o inferno e as maravilhas desses anos todos no Brasil.

No caso de “Paratodos”, Jobim literalmente “soprou esta toada”: a inspiração de Chico veio de “Dinheiro em penca”, embolada de Tom Jobim e do poeta Cacaso, do segundo disco que o maestro gravou com Miúcha, irmã de Chico falecida este ano, na antiga RCA Victor (também do catálogo da Sony). Chico, que participou como cantor da gravação original de “Dinheiro em penca” em 1979, pegou desde então a mania de brincar de escrever novos versos (“encher de redondilhas”) a composição de Tom até que, com melodia sua levemente inspirada na do parceiro, partiu da própria árvore genealógica para desenhar a árvore genealógica da moderna música brasileira até a sua geração e com saudação às próximas: “Evoé, jovens à vista”.

“Paratodos”, o álbum, e já a partir da canção-título, é um impressionante conjunto de canções que se tornariam clássicos da música brasileira, como é o caso de “Futuros amantes” (“Futuros amantes, quiçá/Se amarão sem saber/Com o amor que eu um dia/Deixei pra você”), “De volta ao samba” (“Acenda o refletor/Apure o tamborim/Aqui é o meu lugar/Eu vim”) ou a impressionante reflexão sobre o “Tempo e artista” que, qualquer uma das três, já lhe valeria o Prêmio Camões.

E o que dizer das canções então recentes que Chico trouxe de outros trabalhos para o álbum: “Choro bandido”, do musical de teatro em parceria com Edu Lobo “Corsário do rei”, de versos como “Mesmo que você fuja de mim/Por labirintos e alçapões/Saiba que os poetas como os cegos/Podem ver na escuridão”; ou, também com Edu, “Sobre todas as coisas”, do balé “O grande circo místico”, uma impressionante conversa com Deus, ou consigo mesmo, um solilóquio em forma de canção; e ainda “Piano na Mangueira”, com Tom Jobim, que descreve de forma poética a homenagem da escola de samba ao parceiro, transformado em enredo.

Do samba sincopado, gênero tão cultivado por Chico, “Biscate” (que tem participação de Gal Costa) à canção autobiográfica “A foto da capa”, as músicas de “Paratodos” trazem um letrista cada vez mais inspirado, das aliterações da primeira (“Quem que te mandou tomar conhaque/Com o tíquete que te dei pro leite”) às inusitadas rimas da segunda (“É uma foto que não era para a capa/Era a mera contracara, a face obscura/O retrato da paúra quando o cara/Se prepara para dar a cara a tapa”). De antigas parcerias, como a de Francis Hime em “Pivete”, a novas como a com o seu arranjador Luiz Claudio Ramos em “Outra noite”, “Paratodos” parece ser de fato a melhor síntese desse período do trabalho de Chico.

A fase BMG começara alguns anos antes, com “Francisco”, em 1987. Então há três anos sem gravar um disco seu de carreira depois do sucesso de “Vai passar”, e inteiramente dedicado a trilhas de cinema e scores de teatro, Chico entra em estúdio com algumas canções desses trabalhos, como a singela valsa “As minhas meninas” e o “Bancarrota blues” (em parceria com Edu Lobo). Com o novo parceiro, e seu arranjador já há alguns anos Cristóvão Bastos, ele apresenta mais uma canção de amor que seria um clássico da música brasileira, “Todo sentimento”. E inaugura outras pa          rcerias, com Vinicius Cantuária (“Ludo real”) e João Donato (“Cadê você?”), além de apresentar um samba sincopado inspiradíssimo sobre a condição do artista brasileiro, “Cantando no toró” (“Sambando na lama de sapato branco, glorioso/O grande artista tem que dar o tom…”).

Mas sua inspiração parece um pouco diferente da de trabalhos anteriores, tem um quê mais, digamos, literário, como na obra-prima do disco, “Velho Francisco”, um personagem pronto de romance, um velho num asilo recordando sua vida cheia de aventuras e delírios; ou na descrição apocalíptica que faz de um Rio de Janeiro lírico e violento em “Estação derradeira”, outro futuro clássico de seu cancioneiro.

No disco seguinte, de 1989 e que se chama simplesmente “Chico Buarque”, a impressão de um novo tipo de inspiração se confirma em canções ambiciosas como a misteriosa “Morro dois irmãos” (na qual a música e a letra dão conta da grandiosidade poética de uma montanha), o samba “O futebol” (que dá conta dos dribles, das jogadas e dos verdadeiros mitos que são os jogadores de futebol) e a lindíssima “A mais bonita” (sobre o denso universo da solidão feminina). Em “Uma palavra”, por sua vez, Chico aborda a sua própria matéria-prima: “Palavra dócil/Palavra d’água pra qualquer moldura/Que se acomoda em balde, em verso, em mágoa/Qualquer feição de se manter palavra”. Chico encara a arte em si, os grandes temas, como um poeta maior.

Parece natural que o trabalho seguinte de Chico não fosse um novo disco, mas um romance, “Estorvo”, que foi lançado em 1991 e parece anunciado pelas canções de inspiração literária que vinha fazendo. Seria o primeiro de uma série de livros que passaria a escrever e o consagraria como escritor, vocação retomada e finalmente realizada, e que passaria a ser alternada religiosamente com a realização de discos.

Antes de parar para lançar “Estorvo”, contudo, Chico faz gloriosa declaração de amor à música em forma de antologia de sua obra musical em uma turnê durante os anos de 1989 e 90, a primeira desde o show que fizera com Maria Bethânia em 1975. De “A Rita” (1965) a “Todo sentimento” (1987), Chico faz um balanço de sua obra e, gravado na capital francesa, lança “Chico Buarque ao vivo – Paris, Le Zenith”, com 22 músicas pinçadas de toda a sua carreira, um presente como nunca havia dado aos seus fãs.

Depois de finalmente lançar “Estorvo”, Chico faria a obra-prima “Paratodos” que, no já citado “De volta ao samba”, descreveria a alternância entre música e literatura que se daria a partir dali, uma música cada vez mais “literária” e, por que não dizer, nos livros uma prosa em que se nota algo da música, das variações rítmicas  da música.

Mas a dedicação à literatura não tornaria Chico menos musical, muito pelo contrário. Contundido gravemente numa partida de futebol, Chico ficou meses em casa sem poder jogar, de perna quebrada e, violão em punho, começou ele próprio a rever suas canções, sobretudo do ponto de vista harmônico. Tal revisão gerou o álbum “Uma palavra” (1995), no qual revisitava novas (“O futebol”, “Morro dois irmãos”, “Estação derradeira”), velhas (“Samba e amor”, “Joana francesa”) e eternas (“A Rosa”, “Eu te amo”, “Amor barato”) canções sob a condução da harmonia muito pessoal do seu violão. Tal disco marca a consagração da parceria com o maestro Luiz Claudio Ramos, que já trabalhava com Chico há tempos, fizera a direção musical do álbum de 1989 e de “Paratodos”, e que está com Chico até hoje. Nesta nova fase, sob Luiz Claudio Ramos, que não por acaso é violonista, as harmonias criadas pelo compositor seriam mais valorizadas nos arranjos, o que acontece de forma explícita neste “Uma palavra”, um disco de canções de Chico exatamente como ele as compôs.

Como já vivera anos antes com o parceiro Tom Jobim, em 1998 Chico seria ele próprio enredo da Mangueira. Foi natural então que seu disco seguinte fosse “Chico Buarque de Mangueira”, na verdade um disco coletivo em homenagem tanto a Chico como à Verde-e Rosa que o homenageava. Para ocasião, em parceria com o poeta e mangueirense Herminio Bello de Carvalho, e num raro caso em que na parceria entra com a melodia, Chico lança o samba “Chão de esmeraldas”, de exaltação à Mangueira.

Como cantor, reveza-se em clássicos da escola ao lado de artistas do samba como Alcione, sua irmã Cristina Buarque, Carlinhos Vergueiro, Jamelão, João Nogueira, Lecy Brandão e Nelson Sargento. Em “Divina dama”, obra-prima de Cartola, Chico mostra sua maturidade como cantor, na faixa mais comovente do disco pelo encontro, nunca ocorrido em vida do autor, dos universos de dois mestres da música brasileira de gerações e origens distintas, mas de semelhante voltagem artística.

Em “As cidades” (1998), primeiro disco de canções inéditas desde “Paratodos”, Chico está mais literário do que nunca. Não por acaso, inspira-se em escritores para compor grandes canções: como o Guimarães Rosa dos personagens Manuelzão e Miguilim, que inspiram os sem-terra de “Assentamento”, ou a Iracema de José de Alencar que vai dar na imigrante brasileira que “lava chão numa sala de chá” na América em “Iracema voou”. (E aqui vale abrir um parêntese para ressaltar essa típica genialidade de Chico ao pegar o nome inventado por Alencar, Iracema, a índia que era anagrama de América em seu território “invadido” pelos portugueses, e descobrir novos significados para o nome no drama dos brasileiros hoje expatriados por razões econômicas).

Em “As cidades” é impossível não notar o espírito literário no realismo fantástico de “Sonhos sonhos são” e de “A ostra e o vento” (para o filme homônimo de Walter Lima Jr., baseado no livro de Moacir C. Lopes), nas imagens poéticas para mais uma vez descrever o Rio de Janeiro caótico e maravilhoso de “Carioca”. Chico retoma a parceria com Dominguinhos no “Xote de navegação” e é ainda mais sofisticado na primeira parceria com Guinga, “Você, você”, uma obra-prima que faz jus aos dois compositores e, mais ainda, ao seu revelador subtítulo, “um canção edipiana”, a densa harmonia de Guinga inspirando no letrista traquinas Chico Buarque os sentimentos confusos de um menino em seu quarto numa noite em que sua mãe está fora.

Já novamente habituado aos palcos e com banda afiadíssima dirigida por Luiz Claudio Ramos, com destaque para o baterista Wilson das Neves, Chico aproveita para fazer nova antologia de sua obra no álbum duplo “Chico ao vivo”. E embora ele inclua mais canções atuais, as releituras de velhas canções também se destacam, como o samba de carnaval “Quem te viu, quem te vê”, de 1967, que é todo cantado pelo público de forma comovente.

Um dos principais compositores de música para cinema e teatro do Brasil, Chico encerra em 2001 sua fase BMG comme il faut: com o lançamento de todo um score musical feito em parceria com Edu Lobo para a peça “Cambaio”, escrita e dirigida por João Falcão. Com Edu, Chico já havia feito três outros musicais antológicos, os balés “O grande circo místico” e “Dança da meia lua”, e a peça musical “O corsário do rei” – músicas desses três trabalhos, lançados originalmente pela Som Livre, compõem aliás a compilação “Álbum de teatro”, lançada pela BMG em 1997 e que agora estará disponível para download pela Sony.

“Cambaio”, o quarto trabalho da dupla para os palcos, não fica atrás na qualidade das canções. Algumas já se tornaram clássicos da música brasileira, coisas como “Uma canção inédita” (pelo próprio Chico no disco), “Lábia” (por Zizi Possi) e “A moça do sonho” (por Edu Lobo). Outras, ainda esperam mais apreciação, como as tensas “Ode aos ratos” (por Chico) e “Veneta” (por Gal Costa) e a obra-prima de canção de amor que é “Noite de verão”, de versos como “Este não sou eu/Este é um impostor/Que pobre de amor se diz/Deve ser um rei/Deve ser um deus/Como deve ser feliz”, auto referindo-se ao homem que ama tanto a mulher que não acredita ser ele merecedor da felicidade de possui-la. Mas que pode ser aplicado ao fã do Chico que agora tem todas essas suas canções disponíveis aí, o tempo todo nas plataformas digitais, ao alcance das mãos, do ouvido. Inacreditável, mas real.

Hugo Sukman

  • Fotos das capas dos álbuns: https://bit.ly/2XBFgkT
  • Plataformas de Streaming: https://SMB.lnk.to/MelhoresDeChico
  • Página Interativa: http://bit.ly/Chico75
  • “Foi Antônio Brasileiro/Quem soprou esta toada/Que cobri de redondilhas/Pra seguir minha jornada/E com a vista enevoada/Ver o inferno e maravilhas…”
  • Lista completa:
  • Francisco (1987)
  • Chico Buarque (1989)
  • Chico Buarque Ao Vivo – Paris, Le Zenith (1990)
  • ParaTodos (1993)
  • Uma Palavra (1995)
  • Serie Aplauso – Chico Buarque (1996)
  • Chico Buarque De Mangueira (1997)
  • Mpb No Jt (1997)
  • O Melhor De Chico Buarque (1997)
  • Álbum De Teatro (1997)
  • As Cidades (1998)
  • Chico Ao Vivo (1999)
  • Focus: O Essencial De Chico Buarque (Maxximum) (1999)
  • Cambaio (2001)
  • Rca 100 Anos De Música – Chico Buarque (2001)
  • Chico Buarque Essencial (4CDs + DVD) (2008)
  • Seleção Essencial – Grandes Sucessos – Chico Buarque (2011)

 

Domenique Heidy aponta que o preto e branco está em alta no mundo fashion

Algumas tonalidades marcam tendência e sempre retornam em alta de tempos em tempos na moda. Uma das tendências que são atemporais e costumam estar presentes em todas as coleções e estações é a eterna combinação Preto e Branco.

Segundo a especialista em moda Domenique Heidy, essas cores são um Must Have que não pode faltar no guarda roupa: “isoladamente ou combinados, são duas cores que não podem faltar. Preto e branco são sinônimo de elegância e sofisticação, especialmente se tiver linhas retas simples ou outro tipo de padrão”.

Se engana quem acredita que a tendência é monótona. Domenique explica que é possível alcançar resultados e combinações incríveis com o preto e branco: “a sua combinação também podem levar a looks inovadores e ousados, é simplesmente uma mistura espetacular que se revelou ontem, hoje e para sempre. É um par cromático simplesmente fascinante, e muito flexível, versátil e, portanto, fácil de implementar em nossas vidas diárias”.

A especialista também revela que optar pelo Preto e Branco ajuda em momentos de indecisão: “Em um dia que você não saiba o que vestir, não hesite. Coloque preto e branco até porque é muito fácil de combinar”.

Para o inverno, onde há menos incidência solar, Domenique aponta que o preto e branco é uma boa aposta para destacar a pele e manter o bronzeado: “essa combinação aumenta o seu bronzeado, pois são duas cores neutras que destacam o tom de pele, principalmente se a parte superior do look for a cor branca”.

Diva Seca: Gabi Lubies é a personalidade fitness com o físico mais seco da atualidade

Qual o segredo para manter um corpo sarado o ano inteiro e esbanjar saúde e boa forma? Manter um físico digno de atletas de elite, com baixíssimo percentual de gordura, músculos definidos é algo para poucos e requer diversos sacrifícios.

A Diva Fitness WBFF Gabi Lubies, conhecida como ‘Diva Seca’, devido ao seu condicionamento físico impressionante, é a personalidade fitness com o corpo mais seco da atualidade, e consegue o impressionante feito de se mantém sequinha o ano todo, mesmo quando não está participando de competições, chamando atenção nas redes sociais. Mas qual será o segredo para alcançar o corpo que muitas mulheres sonham em ter?

A atleta fitness, que é casada, mãe de dois filhos e auditora fiscal, revela que é preciso ter muita disciplina: “sou muito obstinada no que faço e sempre consigo incluir na minha rotina agitada de algum modo os meus treinos. Minha dieta é super regrada e eu raramente me permito sair dela. Meu objetivo é sempre ser a melhor versão de mim mesma”.


Gabi revela alguma de suas estratégias para se manter sarada o ano todo: “O que funciona pra mim são estratégias nutricionais que surgiram com o autoconhecimento e acompanhamento profissional. No meu caso, eu quantifico (peso) todos os alimentos que como, consumo uma porção de fruta apenas por dia, não como frituras e açúcar refinado e bebo 3 litros de água por dia. Treino, mesmo agora que estou em off, mantenho minha rotina de exercícios. A minha estratégia de treinos é fazer musculação 5x na semana e aeróbico pós treino todos os dias por 30 minutos, e também pilates 2x na semana”.

 

Primeira Escola de Covers promete profissionalizar intérpretes de famosos

Todos os dias milhares de pessoas talentosas acordam sonhando com o sucesso na carreira. São artistas anônimos, cheios de energia e muita disposição em busca de reconhecimento e fama. Mas o mercado, apesar de ter crescido muito nos últimos anos, ainda não consegue garantir espaço para tantos talentos espalhados por todo Brasil.

A saída encontrada por muitos é o mercado de cover. Alguns optam por regravar músicas já consagradas com um toque de originalidade e usar a internet para divulgação. Outros partem para o tributo a uma banda ou um artista e encarnam um personagem para atrair o público e fãs. Foi o que fez J. Peron, um músico do interior de São Paulo que desde 2007 sobe aos palcos de todo país para dar vida a um grande nome da música brasileira: Raul Seixas.

Depois de mais de uma década interpretando o Maluco Beleza – Peron já se apresentou em 13 estados brasileiros – o músico teve a ideia de inspirar outros artistas ao criar a Escola de Covers , um projeto que tem como objetivo profissionalizar artistas covers que já trabalham com caracterização ou para iniciantes que desejam iniciar a carreira.

A Escola de Covers está sendo lançada no ano em que se completa 30 anos da morte do pai do rock brasileiro que faleceu em 1989.

Os cursos terão formato online com videoaulas e os alunos aprenderão técnicas importantes para a caracterização fiel dos artistas.

O primeiro curso será para quem deseja ser cover de Raul Seixas e Peron entregará tudo que aprendeu ao longo dos anos interpretando um dos cantores mais polêmicos de todos os tempos. “É preciso aprender certos trejeitos do artista, como ele se movimenta nos palcos, ou seja, a caracterização correta. Os mínimos detalhes são importantes para quem quer realmente ser confundido com o artista real enquanto se apresenta”, explica Peron.

CONHEÇA JOTA PERON NO VÍDEO

Após inúmeras aparições na TV, J. Peron ficou conhecido nacionalmente como um dos mais importantes imitadores do cantor baiano Raul Seixas. Com um histórico de shows realizados em 13 estados brasileiros, o músico carrega na bagagem a experiência de 25 anos dedicados às atividades artísticas seja cantando, compondo, atuando, escrevendo roteiros ou produzindo shows.

Como ator, viveu o personagem Raul Seixas nos palcos de teatros importantes como Castro Mendes em Campinas/SP e Ruth Escobar em São Paulo/SP, sempre sob a batuta do experiente ator e diretor Ton Crivelaro. Atuou também no cinema interpretando ele mesmo no filme “Colegas” dirigido por Marcelo Galvão e premiado em festivais de grande expressão.

Peron também produziu e apresentou programas de rádio, trabalhou como produtor no cinema nacional e em programas de TV, além de elaborar shows para artistas covers e bandas de carnaval. Traz ainda no currículo participações em programas como Fantástico e Domingão do Faustão (Globo), Tudo é Possível com Ana Hickmann (TV Record), Máquina da Fama e Programa do Ratinho (SBT), Programa Raul Gil (Band) entre outros de grande repercussão.

Beto Guedes em “Relâmpago, amor e sol” No(Teatro Rival Petrobras)

Ícone da MPB, Beto Guedes volta ao Teatro Rival Petrobras, na Cinelândia, para duas noites de apresentações de seu novo show “Relâmpago, amor e sol: trilogia de uma década”, que reúne canções dos discos “A página do relâmpago elétrico”, “Amor de índio” e “Sol de primavera”. O espetáculo será dias 12 e 13 de julho, sexta e sábado respectivamente, às 19h30, as noites resgatam a trilogia de uma década.


Beto Guedes é autor de uma das mais conhecidas odes à estação, “Sol de Primavera”, e a música está no repertório do show ao lado de outros clássicos de sua autoria como, “Amor de Indio”, “O Sal da Terra”, Feira Moderna”, “Vevecos Panelas e Canelas”, sem faltar a eletrizante “Maria Solidária” – tema de abertura da novela Coração de Estudante (TV Globo).

Tudo começou em 1977. Beto Guedes surgiu como um clarão na cena artística brasileira. Não por mera coincidência, seu primeiro álbum teve por título “A página do relâmpago elétrico”. Já na estreia, aquele jovem autor, cantor e multinstrumentista – que, logo adiante, se firmaria como um dos membros mais expressivos e misteriosos do Clube da Esquina – chamou a atenção pela musicalidade e talento singulares.

No ano seguinte, a força do relâmpago foi desaguar em canto de amor, o “Amor de índio” – nome dado ao segundo disco, lançado em 1978 e não menos certeiro em arrebatar os corações de um Brasil ávido pelos sons da liberdade e da comunhão. Na voz ao mesmo tempo frágil e cortante, Beto soube cantar como ninguém os anseios de uma geração.

Já naqueles dois primeiros trabalhos, podia-se divisar, claramente, os contornos de uma antologia musical. Mas a inventividade daquele mineiro de ar introspectivo ainda revelaria fôlego para fechar os anos 70 com mais uma obra-prima: o álbum “Sol de primavera” (1979). Completava-se, assim, a trilogia de uma década.

Para reviver a magia de um período tão marcante para o artista e para o seu público, nada como reunir, num mesmo espetáculo, as pérolas do cancioneiro desses três discos que marcaram época. Assim, em sua temporada de apresentações no ano de 2019, Beto Guedes e sua equipe levarão aos palcos o show “Relâmpago, amor e sol: trilogia de uma década”, um grande tributo aos álbuns “A página do relâmpago elétrico”, “Amor de índio” e “Sol de primavera”. Além de traçar o perfil criativo de um dos maiores artistas mineiros e brasileiros – durante os turbulentos e criativos anos 70 –, o projeto tem também por objetivo compor um panorama musical dos ânimos e dos sonhos de toda uma geração.

Nas apresentações, Beto contagia o público de emoção ao celebrar temas como a paz, a natureza e o amor: cantos essenciais e cada vez mais necessários a um Brasil e a um mundo hoje tão distanciados da delicadeza. Para isso, o artista compartilha o palco com uma afinadíssima banda, formada pelos músicos: Esdras Nenen (bateria), Adriano Campagnani (baixo), Ian Guedes (guitarra) e Will Motta (teclados).

Serviço

Teatro Rival Petrobras – Rua Álvaro Alvim, 33/37 – Centro/Cinelândia – Rio de Janeiro.

Data: 12 e 13 de julho (sexta e sábado).

Horário:19h30.

Abertura da casa: 18h. 

Ingressos: Setor A: R$ 120,00 (Inteira), R$ 80,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 60,00(meia-entrada) | Setor B: R$ 100,00 (Inteira), R$ 60,00 (Promoção para os 100 primeiros pagantes), R$ 50,00 (meia-entrada).

Venda antecipada pela Eventim – http://bit.ly/Ingressos2z0P23j.

Bilheteria: Terça a Sexta das 13h às 21h | Sábados e Feriados das 16h às 22h

Censura: 18 anos. www.rivalpetrobras.com.br.

Informações: (21) 2240-9796. Capacidade: 350 pessoas. Metrô/VLT: Estação Cinelândia.

“CORRA QUE A MINHA EX-MULHER VEM AÍ” EM BANGU

A comédia “Corra Que a Minha Ex Mulher Vem Aí”, finaliza a quadrilogia de “Os Homens Querem Casar e as Mulheres Querem Sexo”. Conta a história de Jonas (Luiz Carlos Gomes) e seu sonho de família perfeita ir por água abaixo e Juvêncio (Kadu Moliterno) um empresário milionário e excêntrico. Presos numa lei seca junto com a plateia, a história trata do relacionamento de dois homens diferentes com a mesma mulher, a do início da relação até o divórcio. E a importância da preservação dos filhos na relação. Mas vale um mau acordo do que uma boa briga. Venha descobrir o que sua ex mulher é capaz de fazer pra tirar tudo de você.

  • TEXTO/DIREÇÃO Carlo Simões
  • ASSISTENTE DE DIREÇÃO Gui Albuquerque
  • ELENCO Kadu Moliterno, Jéssica Juttel e Luiz Carlos Gomes
  • DIRETORA DE PRODUÇÃO Isabelle Graniso
  • ASSISTENTE DE PRODUÇÃO Rhanna Guimarães
  • ARTE GRÁFICA Brum e Sandro Leal
  • DURAÇÃO 80 min
  • CLASSIFICAÇÃO 14 anos
SERVIÇO

THEATRO BANGU SHOPPING

Endereço: Rua Fonseca, 240 – Bangu, Rio de Janeiro – RJ, CEP: 21820-005

Dias: 22 de junho às 20h

23 de junho às 19h

Tel de Informação: (21) 2401-3631

Ingressos:

Plateia Central e Lateral – R$ 70,00 (Inteira) / R$ 35,00 (Meia)

Balcão – R$ 50,00 (Inteira) / R$ 25,00 (Meia)

Vendas: Ingresso Rápido

ROSITA APRESENTA TRADICIONAL FESTIVAL DE FONDUE

Em sua 18º edição, festival traz variadas receitas para o público

Para amenizar as temperaturas baixas que começam a atingir a cidade, o Rosita inicia seu tradicional Festival de Foundue. A receita de origem suiça é a pedida ideal para os dias mais frios, em uma mesa de casal ou rodeada de amigos. Junto com um bom vinho formam uma combinação perfeita para aproveitar as noites de inverno que estão por vir.

Entre as opções de fondue, todos servem duas pessoas, a receita da casa Mèlange de Cogumelos (R$ 159,00) leva mix de cogumelos no fondue de queijo com pães artesanais e batata rösti e o Queijo a Rosita Café (R$ 169,00), perfumado com ervas frescas e servido com pães artesanais, presunto de parma, flor de brócolis, cogumelos, damasco, picles e batata rösti.

A casa oferece também os tradicionais Queijo (R$ 145,00), pedacinhos de pães artesanais da casa e batata rösti e Carne (R$145,00), pedacinhos de file mignon (caldo bourguignonne ou no óleo) com batata rösti e 6 tipos de molhos.

Na parte dos doces o Doce de Leite Argentino (R$ 53,00), com frutas da estação, cheesecake e bolinhos é a pedida certeira e original. Além do tradicional Chocolate (R$53,00).

O Rosita também oferece a opção de combinados aos clientes que não conseguem escolher somente um sabor. São no total três combinações: Dupla de Fondue (R$169,00) carne, queijo, chocolate e doce de leite Argentino (escolha duas opções); Festival de Fondue (R$195,00), leva o de queijo, carne e chocolate e o Festival Fondue Rosita Café (R$215,00) com queijo a Rosita Café, carne e doce de leite argentino.

SERVIÇO:

Rosita

Endereço: Av. das Américas, 500, bloco 21, lojas 126 e 127 – Downtown

Telefones: (21) 3084-5202; (21) 3084-5203

Data: Até o final de julho