Da mesma série de Aparecida, Maria e Francisco, Globo Livros lança Fátima
A Globo Livros lança Fátima, mais um título da série de biografias religiosas best-seller da editora. Com mais de 700 mil exemplares vendidos e com obras como Aparecida, Milagres, Francisco e Maria, a coleção ganha a história de uma das santas mais queridas de todo o mundo.
Fátima é o livro mais completo sobre o tema já publicado no Brasil. Reúne informações inéditas, fruto de uma exaustiva e profunda pesquisa realizada por Berthaldo e Kenya Soares, especialistas nos fenômenos de Nossa Senhora de Fátima e fundadores da Associação Arquidiocesana Tarde com Maria. Eles relembram fatos incríveis que mudarão a percepção do leitor sobre as Aparições, como a influência causada na vida de Lúcia, Francisco e Jacinta, os Três Pastorinhos que afirmavam falar com Nossa Senhora; a importância de Fátima em diversos momentos, não apenas na história de Portugal e do mundo, os mistérios que cercam o segredo revelado pela Virgem, sua interferência no atentado sofrido por João Paulo II e a relevância de sua mensagem nos dias de hoje.
A obra apresenta ainda personagens e histórias marcantes, que vão muito além dos Três Pastorinhos pobres e analfabetos que se tornaram conhecidos em todo o mundo, como o milagre que fez com que o Sol dançasse no céu, o cônego que de descrente tornou-se um dos maiores defensores da causa de Fátima, a mulher que por décadas era incapaz de mexer mais que as mãos e a cabeça e voltou a andar de forma inexplicável, a vidente que poderá se tornar a padroeira dos que lutam contra a balança e a saga de dois devotos que não mediram esforços para criar no Rio de Janeiro uma réplica perfeita da Capelinha de Fátima.
Esses episódios curiosos combinados com uma pesquisa apurada e uma linguagem fácil e agradável farão os leitores – independentemente de sua religião – se encantarem com todos os acontecimentos impressionantes e as histórias de fé e devoção que cercam as Aparições ocorridas há mais de um século e que mudaram para sempre a forma como as pessoas se relacionam com Nossa Senhora.
Sobre os autores
Berthaldo Soares e Kenya Camerotte Soares são casados e pais de três filhos. Ele, advogado, e ela, psicóloga, fundaram, em 1987, a Associação Arquidiocesana Tarde com Maria. Estudiosos de todos os acontecimentos relacionados às Aparições, são considerados os maiores especialistas em Nossa Senhora de Fátima no Brasil.
A peça ‘Tem uma mulher na nossa cama’ está de volta
A atriz Maria Carol, no ar na novela da Globo ‘Verão 90’, e Marcelo Duque, do Canal Parafernalha, estrelam delicioso espetáculo sobre um casal apaixonado que se vê numa situação inusitada. Duas apresentações no THEATRO BANGU SHOPPING, em Bangu. Direção de Marcus Alvisi. Suspense e gargalhadas estão garantidos!
Romance e humor são os ingredientes de uma típica comédia de casal, mas acrescente uma situação pra lá de inusitada e uma dose de suspense a essa mistura e teremos a divertida peça “Tem uma mulher na nossa cama”, que faz curta temporada nos dias 1 e 2 de junho no Theatro Bangu Shopping, no Shopping de Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. No palco, Maria Carol, que vive a musa Diana da nova novela das sete da Globo, “Verão 90”, e o comediante Marcelo Duque, do Canal do YouTube Parafernalha, interpretam Ludmila e Sandro, um casal que, após uma noitada e tanto, volta para casa, dorme bêbado e quando acorda dá de cara com uma mulher desconhecida na cama. Sem lembrar do que aconteceu na noite anterior, eles agora precisam descobrir como essa estranha foi parar no quarto deles. A partir daí o público irá se deliciar com as confusões, muita DR – a famosa “discussão de relação” -, as brigas e o romance em cena. A direção é do talentoso Marcus Alvisi, que sempre esteve à frente de grandes espetáculos e novelas.
Em “Tem uma mulher nessa cama”, Maria Carol faz a sua primeira comédia de casal no teatro e, a primeira, sem dividir a cena com o tio, o diretor Jorge Fernando. A experiência, claro, tem enriquecido o seu trabalho. “Fazer comédia é sempre uma delícia e desafiador. Os 16 anos nos palcos, fazendo o ‘BooM’, foi uma grande escola, o melhor aprendizado que eu poderia ter. Mas eu fazia uma participação. A diferença desse espetáculo é estar em cena o tempo inteiro, ligada nas marcas…. Parece uma montanha-russa. O tempo da comédia é algo que vou levar sempre. Independentemente do espetáculo. E isso foi uma das grandes coisas que o ‘BooM’ me ensinou”, diz ela, que tem uma sintonia impressionante com Duque.
“Na semana seguinte que conheci o Marcelo, ele e a Denise já me apresentaram esse texto e eu amei. Me diverti lendo e quis muito fazer. Estar em cena com o Marcelo é divertido demais. Ele é um cara alto astral, engraçado, que me faz rir o tempo todo. Nosso entendimento foi imediato. Parece que já o conheço há anos”, afirma ela. Na Globo, Maria Carol atuou nos folhetins “Vamp” (1991), “’Era uma vez” (1998), ‘Vila Madalena” (1999), “Sete pecados” (2007), “Guerra dos sexos” (2012) e “Alto Astral” (2015); e no especial “Nada fofa” (2008). Recentemente, no teatro, fez a peça elogiada pela crítica “Caos” (2018), ao lado de Rita Fischer.
Ator e autor, Marcelo Duque, que participa do Canal no YouTube Parafernalha, aposta que o segredo da comédia de casal é a sintonia além da ficção. “A diferença da peça com dois atores que eu acredito é que tem que ter química até fora do palco. A troca de energia é o tempo todo, a gente tem que estar sempre ligado ao parceiro. A gente vira um só em cena. Eu e Carol nos demos muito bem desde a primeira leitura”, frisa ele, que elogia a colega: “Que mulher talentosa! Feliz por conhecer uma parceira de cena como ela”. Duque dirigiu e escreveu, também com Denise Portes, a comédia “Tricotando”, com Lady Francisco. Como ator, participou dos filmes “Minha fama de mau”, atualmente em cartaz nos cinemas; e “Tudo acaba em festa” (2018), com Marcos Veras. Na telinha, participou de “Malhação”, “Totalm ente demais”, “Tapas e beijos”, “Zorra total” e da série da Fox “Bruna Surfistinha”.
“Tem uma mulher na nossa cama” é a segunda comédia da parceria Duque e Denise Portes. Para Denise, os espectadores se identificam com a vida a dois dos personagens. “O público se identifica de maneira leve e engraçada com o cotidiano de um casamento, apesar de os dois estarem em uma situação inusitada. O mais legal é que o casal é apaixonado, eles são parceiros que se meteram numa enrascada. A plateia se diverte, a peça tem suspense e amor. O que acho mais bacana é a parceria deles”, salienta ela. A trama ainda conta com a participação de Daianny Cristian. Em sua trajetória, Denise fez a peça “Salve Jorge“, sobre a vida do ator e diretor Jorge Fernando, que escreveu em parceria com ele mesmo. Ela foi roteirista dos curtas-metragens “Estava escrito”, sobre os pescadores em Copacabana, e “O presente”, um romance; e dos seriados “Hotel” e “Rango” – este último com Joaquim Vicente.
Sobre o diretor
O diretor Marcus Alvisi é conhecido por brilhantes trabalhos na TV e no teatro e pelas ótimas críticas. Entre os destaques de sua carreira como diretor estão: as novelas “As filhas da mãe” (2001), “Vila Madalena” (1999), entre outras; e as peças “Solidão, a comédia”, protagonizada por Diogo Vilela, em 1991, que recebeu os prêmios Apetesp e Shell de melhor espetáculo; “Diário de um Louco”, também com Vilela, em 1997, que levou os prêmios Shell e Mambembe de melhor espetáculo; e “BooM” (1999), com Jorge Fernando, e muitas outras.
Alvisi e Maria Carol trabalham juntos há muitos anos, foi com ele que ela estreou no teatro. “Alvisi me dirigiu no ‘BooM’ e em novela, também. Ele é uma das minhas referências de teatro, um professor mesmo. E tenho intimidade e abertura com ele, isso é ótimo e essencial pro nosso trabalho”, orgulha-se ela.
Já Duque atua pela primeira vez sob a direção de Alvisi. “Não o conhecia pessoalmente, só de trabalhos que ele fez em TV e teatro. Está sendo um grande aprendizado trabalhar com ele, um diretor do seu quilate, que dirigiu e dirige grandes estrelas”, gaba-se ele. E acrescenta: “Eu tive o prazer de fazer mais um texto com a minha parceira Denise, e está sendo muito bacana. O Alvisi deu uma cara muito legal ao texto. Foi entregue em boas mãos! ”
“Tem uma mulher na nossa cama” tem a produção de Maria Rebello e Valéria Macedo. E a realização de Bons Dias Produções e Artlink Produções.
SERVIÇOS
Dias 01 e 02 de JUNHO /Sábado as 21:00 Domingo as 19:00
“Tom na Fazenda” tem apresentações em Duque de Caxias e Jacarepaguá em 17 e 18 de maio
Obra do premiado autor canadense Michel Marc Bouchard aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, violência e fracasso.
Idealizador do projeto, Armando Babaioff assina a tradução do texto e divide a cena com Kelzy Ecard, Gustavo Vaz e Camila Nhary. Direção do trirrienseRodrigo Portella.
Espetáculo vencedor dos prêmios da Associação de Críticos de Teatro de Québec, Censgrario, Shell, APTR, Botequim Cultural, Questão de Crítica e Cenym.
Gustavo Vaz_Kelzy Ecard_Armando Babaioff_Tom na Fazenda_Ricardo Brajterman
Fenômeno teatral carioca de 2017 e de 2018, o espetáculo teatral “Tom na Fazenda”tem apresentações nos teatros Firjan Sesi Duque de Caxias e Jacarepaguá nos dias 17 de maio (sexta, às 20h) e 18 de maio (sábado, às 20h). Idealizado pelo ator e produtor Armando Babaioff, que também assina a tradução, a peça é dirigida por Rodrigo Portella etraz no elenco Kelzy Ecard,Gustavo Vaz e Camila Nhary, além do próprio Babaioff. Desde sua estreia em março de 2017 no Rio de Janeiro, “Tom na Fazenda” fez 182 apresentações e já foi vista por mais de 21 mil pessoas.
A peça é baseada na obra Tom à la Farme, do autor canadense Michel Marc Bouchard. Foi numa conversa com um amigo que Babaioff tomou conhecimento do filme Tom na Fazenda (2013), adaptação da peça homônima, com direção do franco-canadense Xavier Dolan. Arrebatado pela obra, o ator começou a traduzir a peça, que aborda a inabilidade do indivíduo para lidar com o preconceito, a impotência, a violência e o fracasso. Em cena, o publicitário Tom (Armando Babaioff) vai à fazenda da família para o funeral de seu companheiro. Ao chegar, descobre que a sogra (Kelzy Ecard) nunca tinha ouvido falar dele e tampouco sabia que o filho era gay. Nesse ambiente rural e austero, Tom é envolvido numa trama de mentiras criada pelo truculento irmão (Gustavo Vaz) do falecido, estabelecendo com aquela família relações de complicada dependência. A fazenda, aos poucos, vira cenário de um jogo perigoso, onde quanto mais os personagens se aproximam, maior a sombra de suas contradições.
“No ano em que traduzi a peça, 347 pessoas foram assassinadas pelo simples fato de serem quem eram. O Brasil é o país que mais mata homossexuais no mundo, mais do que nos 13 países do Oriente e da África onde há pena de morte aos LGBT. O que me fascina em Tom na Fazenda é essa possibilidade de falar de assuntos que eu realmente acho necessário. Eu sinto essa necessidade de dizer para o mundo verdades das quais eu acredito”, diz Babaioff. “Somos felizardos em poder contar essa história e somos gratos à trajetória que o espetáculo está realizando sem qualquer recurso vindo de leis de incentivo”, completa Babaioff. “Tom na Fazenda” estreou no Rio de Janeiro em março de 2017 no Oi Futuro, com patrocínio da Oi. As temporadas seguintes — nos teatros SESI Centro, Dulcina, Poeirinha, Censgranrio, Leblon, no Imperator e no Sesc Santo Amaro —, quase sempre com ingressos esgotados, no entanto, não tiveram qualquer apoio.
Em junho de 2018, “Tom na Fazenda” foi apresentado no Festival TransAmériques (FTA), em Montreal, no Canadá – um dos mais importantes eventos de artes cênicas do mundo —, com legendas em inglês e francês. As três apresentações naquele país renderam à peça o prêmio de melhor espetáculo estrangeiro pela Associação de Críticos de Teatro de Québec. A última temporada de “Tom na Fazenda” foi no Sesc Santo Amaro, em São Paulo, entre março e abril. A peça também participou no ano passado dos nos festivais de Curitiba (abril), Palco Giratório do SESC, em Porto Alegre (maio), Festival de Inverno de Garanhuns, em Pernambuco (julho), e Cena Contemporânea, em Brasília (agosto).
“Tom na Fazenda” conta uma história bastante comum entre jovens de várias gerações, mesmo de culturas diferentes. No Canadá, no Brasil, no Oriente Médio, no Japão ou na África do Sul, homens e mulheres jovens aprendem a mentir antes mesmo de aprenderem a amar. As famílias, guardiãs das normas sobre a sexualidade, garantindo sempre a heteronormatividade, inserem nos próprios membros a semente da homofobia. “Todo redemoinho que devastará a vida dos que fogem das normas surge no núcleo de suas próprias famílias”, comenta Rodrigo Portella, que opta, mais uma vez por uma encenação com poucos elementos para que as sutilezas das relações propostas pelo texto se sobressaiam. “Bouchard compôs uma obra de estrutura impecável. Ele vai fundo nas contradições dos seus personagens, o que os torna muito próximos de nós”, acredita o diretor.
INDICAÇÕES E PRÊMIOS
Espetáculo vencedor do prêmi0 de melhor espetáculo estrangeiro da Associação de Críticos de Teatro de Québec.
30º Prêmio Shell de Teatro (5 indicações): Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenografia (Aurora dos Campos) e Música (Marcelo H.). Espetáculo vencedor em duas categorias: Direção (Rodrigo Portella) e Ator (Gustavo Vaz).
5º Prêmio Cesgranrio de Teatro (7 indicações): Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Cenário (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas), Espetáculo e Especial (Lu Brites, pela preparação corporal). Espetáculo vencedor em três categorias: Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz) e Cenografia (Aurora dos Campos).
6º Prêmio Botequim Cultural (10 indicações): Direção, Espetáculo, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard e Camila Nhary), Figurino (Bruno Perlatto), Cenografia (Aurora dos Campos), Iluminação (Tomás Ribas) e Música (Marcello H). Espetáculo vencedor em sete categorias: Melhor Espetáculo, Direção (Rodrigo Portella), Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard) e Cenografia (Aurora dos Campos) e Iluminação (Tomás Ribas).
12ª Prêmio APTR (6 indicações): Espetáculo, Produção, Direção, Ator (Armando Babaioff e Gustavo Vaz), Iluminação (Tomás Ribas) e Cenografia (Aurora dos Campos). Vencedor na categoria Melhor Espetáculo.
Espetáculo vencedor do 7º Prêmio Questão de Crítica.
Prêmio Cenym de Teatro Nacional (17): Espetáculo, Direção, Ator (A. Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Camila Nhary e Kelzy Ecard), Texto Adaptado, Qualidade Artística, Qualidade Técnica, Elenco, Preparação Corporal (Lu Brites), Iluminação, Cenário, Montagem, Cartaz ou Programação Visual (Bruno Dante), Fotografia de Publicidade (José Limongi, Renato Mangolin e Ricardo Brajtman) e Trilha Sonora (Marcello H). Espetáculo vencedor em oito categorias: Espetáculo, Direção, Ator (Armando Babaioff), Ator Coadjuvante (Gustavo Vaz), Atriz Coadjuvante (Kelzy Ecard), Qualidade Artística, Montagem e Preparação Corporal (Lu Brites).
Temporadas anteriores:
Rio de Janeiro
1ª – Oi Futuro (de 24 de março a 14 de maio de 2017)
2ª – Teatro Sesi Centro (de 31 de agosto a 30 de setembro de 2017)
3ª – Teatro Poeirinha (de 6 de outubro a 17 de dezembro de 2017)
4ª – Teatro Dulcina (12 a 28 de janeiro de 2018)
5ª – Teatro Cesgranrio (de 3 de março a 1 de abril de 2018)
6ª – Teatro Leblon (de 14 de abril a 27 de maio de 2018)
7ª – Imperator (de 10 a 23 de novembro de 2018)
São Paulo
8ª – Sesc Santo Amaro (16 de março a 28 de abril).
SOBRE MICHEL MARC BOUCHARD (autor)
Michel Marc Bouchard nasceu em Saint-Coeur-de-Marie, em Quebec, no Canadá. Formado em teatro pela Universidade de Ottawa, fez sua estreia profissional como dramaturgo em 1983 com Contre-nature de Chrysippe Tanguay, Écologist, e, desde então, escreveu mais de 25 peças que foram traduzidas em diversas línguas e apresentadas em muitos países e festivais. Bouchard foi condecorado Cavaleiro da Ordem Nacional de Quebec, em 2012.
Sua obra mais conhecida é Lillies (Les Feluettes ou la Répétition d’un Drame Romantique), que posteriormente foi roteirizada e dirigida por John Greyson em seu filme homônimo. The Painter Madonna foi sua primeira peça traduzida para o inglês. Entre suas obras mais conhecidas, destaque para The Coronation Voyage (Le Voyage du Couronnement), Down Dangerous Passes Road (Le Chemin des Passes-Dangereuses) e Written on Water (Les Manuscrits du Déluge). Sucessos no teatro, as peças The Orphan Muses (Les Muses Orphelines) e Tom at the Farm (Tom à la Farme) também foram adaptadas para o cinema pelos diretores Robert Favreau e Xavier Dolan, respectivamente.
Ao longo de sua carreira, Bouchard foi agraciado com importantes prêmios de artes cênicas no Canadá: Prix Journal de Montreal, Prix du Cercle des Critiques de L’outaouais, Moore Award Dora Mavor for Outstanding New Play, Floyd S. Chalmers Award Canadian Play. Recebeu nove prêmios Jessie Richardson Theatre Awards para as peças Lillies e Les Muses Orphelines.
SOBRE ARMANDO BABAIOFF(Idealizador, tradutor e ator)
Formado pela escola Estadual de Teatro Martins Pena e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) em Artes Cênicas. Como integrante da Quantum Cia. de Teatro, Babaioff fez de diversas montagens sob a direção de Rodrigo Portella. Em 2004, protagonizou, ao lado de Vera Fischer, A Primeira Noite de um Homem, com direção de Miguel Falabella.
No teatro, participou ainda dos espetáculos O Santo e a Porca (2008), de Ariano Suassuna, com direção de João Fonseca, pelo qual foi indicado ao prêmio de melhor ator coadjuvante pela APTR; A Gota d’Àgua (2009), de Chico Buarque e Paulo Pontes, também com direção de João Fonseca; Rockantygona (2011), baseado na obra de Sófocles, com direção de Guilherme Leme Garcia; Escola do Escândalo, de Richard B. Sheridan, com direção de Miguel Falabella; A Propósito de Senhorita Júlia, de August Strindberg, dirigida por Walter Lima Jr.; O que Você Mentir Eu Acredito, de Felipe Barenco, com direção de Rodrigo Portella.
Em 2009, criou a produtora ABGV Produções Artísticas, em parceria com o amigo e ator Gustavo Vaz. Pela primeira vez atuou também como produtor de teatro, com a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, com texto de Bernard Marie Koltès e direção de Caco Ciocler. O espetáculo lhe rendeu uma indicação ao Prêmio de Melhor Ator pela APTR.
Na TV, esteve em cartaz em Segundo Sol, de João Emanuel Carneiro, na TV Globo. Estreou na emissora na novela Páginas da Vida(2006), de Manoel Carlos. Também na Globo, participou das novelas Duas Caras (2010/2011), Ti-ti-ti (2010),Sangue Bom (2013) e A Lei do Amor (2016). Protagonizou a série DOAMOR, ao lado da atriz Maria Flor, no canal Multishow. No cinema, recentemente protagonizou o longa Prova de Coragem, baseado no romance Mãos de Cavalo, do autor gaúcho Daniel Galera e direção de Roberto Gervitz. Participou também de Introdução à Música do Sangue, com argumento de Lúcio Cardoso e direção de Luiz Carlos Lacerda.
SOBRE RODRIGO PORTELLA (diretor)
Natural de Três Rios, interior do Estado do Rio, o autor e diretor Rodrigo Portella dirigiu 19 peças. No Rio, cursou direção teatral na UNIRIO e publicou Trilogia do Cárcere. Em sua cidade natal, fundou a Cia Cortejo. Realizou cerca de 200 apresentações de Antes da Chuva por todo o país com o projeto Palco Giratório. Atualmente, se dedica a pesquisar as experiências de Charles Deemer e o Hiperdrama no Teatro, por meio de uma bolsa da FAPERJ, sob orientação de Moacyr Chaves. É diretor geral do “Off Rio – Multifestival de Teatro de Três Rios”, que em 2018 chega à sua sexta edição.
Foi indicado ao Prêmio Shell 2013 (Melhor Direção por Uma História Oficial e Melhor Texto por Antes da Chuva), Prêmio APTR 2010 (Melhor Iluminação por Na Solidão dos Campos de Algodão) e Prêmio Cesgranrio 2016 (Melhor Texto por Alice Mandou um Beijo). Em 2018, dirigiu o espetáculo Insetos — em comemoração aos 30 anos da Cia. dos Atores —, que circulou pelas quatro unidades do Centro Cultural Banco do Brasil (Rio, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte) e também Nerium Park, no dramaturgo Catalão Josep Maria Miró. Portella também está em cartaz no Rio de Janeiro com o espetáculo As Crianças.
SERVIÇO
TOM NA FAZENDA
Teatro Firjan Sesi Duque de Caxias: Rua Arthur Neiva 100, Circular. Tel.: (21) 3672 8341.
Apresentação única: 17 de maio (sexta), às 20h.
Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).
Lotação: 220 lugares. Duração: 120 min. Classificação etária: 18 anos.
Teatro Firjan Sesi Jacarepaguá: Av. Geremário Dantas 940, Freguesia.
Apresentação única: 18 de maio (sábado), às 20h.
Ingressos: R$ 22 (inteira) e R$ 11 (meia).
Lotação: 322 lugares. Duração: 120 min. Classificação etária: 18 anos.
FICHA TÉCNICA
Texto: Michel Marc Bouchard.
Tradução: Armando Babaioff.
Direção: Rodrigo Portella.
Elenco: Armando Babaioff, Kelzy Ecard, Gustavo Vaz e Camila Nhary.
Cenografia: Aurora dos Campos.
Iluminação: Tomás Ribas.
Figurino: Bruno Perlatto.
Direção Musical: Marcello H.
Guitarras e violões: Jr Tostoi e Marcello H.
Preparação Corporal: Lu Brites.
Coreografia: Toni Rodrigues.
Programação visual: Bruno Dante.
Mídias Sociais e Contrarregra: Egídio La Pasta.
Hair Stylist: Ezequiel Blanc.
Assistente de cenografia: Manu Libman.
Assistente de figurino: Luísa Marques.
Direção de Produção: Sérgio Saboya e Silvio Batistela.
Cineasta Julia Katharine e a atriz Gilda Nomacce buscam coprodução internacional para o filme “Família Valente”
***o título será o primeiro longa-metragem nacional dirigido por uma pessoa trans.
A cineasta e atriz Julia Katharine e a atriz Gilda Nomacce estiveram em Portugal para buscar uma coprodução internacional para “Família Valente”, primeiro longa da diretora.
Protagonizado e produzido por Gilda e com direção e roteiro de Julia, o título, que será rodado no segundo semestre deste ano, será o primeiro longa-metragem nacional dirigido por uma pessoa trans.
No elenco ainda estão as atrizes Helena Ignes, Ondina Clais, Ana Flávia Cavalcanti, Thaís de Almeida Prado e o ator Donizeti Mazonas. A Direção de arte e de fotografia ficará por conta de João Marcos de Almeida.
Elas também aproveitaram a viagem para apresentar o curta “Tea for two” selecionado para o 16° Indie Lisboa.
Sylvia Thereza lança seu novo CD em concerto único no Rio, sábado, 18/05, na Sala Cecília Meireles
Apadrinhada pela célebre pianista Maria João Pires, que a levou para Bélgica dividindo o palco inúmeras vezes ao redor do mundo, pianista carioca recentemente premiada na edição Martha Argerich do Concurso Internacional de Piano de Vigo (Espanha,2019) lança no Rio o CD “O Manifesto Romântico”, reunindo baladas de Brahms e Chopin
“Fiquei profundamente impressionado com a sensibilidade e personalidade muito particular desta jovem pianista que me emocionou profundamente e ouso prever uma carreira brilhante graças a todas as suas grandes qualidades artísticas” – Teresa Berganza, 2004
“Aqui está alguém que é extremamente talentoso! Raramente na minha vida encontrei alguém com tantas qualidades humanas e artísticas ”- Maria João Pires, 2012
“Dona de um raro pianismo, extremamente entusiasta, séria e possuidora de um temperamento muito singular.” – Nelson Freire, 2004
“Ela é uma musicista dedicada, uma esplêndida pianista! Possui uma habilidade pianística rara e grande personalidade. ”- Earl Wild, 2006
“O que quer que Sylvia Thereza interpreta tem o selo, paixão e sensibilidade de sua personalidade verdadeiramente única… Um dos artistas mais notáveis que eu já tive o privilégio de ensinar.” – Alan Weiss, 2014
Vencedora de 12 competições de piano – entre as quais o disputado e prestigiado Concurso Nelson Freire (Rio de Janeiro, 2004) e, recentemente, em 2019, na “Edição Martha Argerich” do Concurso Internacional de Piano de Vigo, na Espanha, com um Juri formado por Martha Argerich, Nelson Freire, Tamas Vasary e Sergio Tiempo – a pianista Sylvia Thereza, radicada na Bélgica, retorna à cidade natal e sobe ao palco da Sala Cecília Meireles (Lapa), dia 18 de maio, sábado, para lançar seu novo CD “O Manifesto Romântico”, interpretando com maestria e sensibilidade um repertório formado por baladas de Brahms e Chopin.
A pianista tem sido regularmente convidada para tocar em muitos Festivais e Orquestras, como a Orquestra de Jovens da Filadélfia, Orquestra Sinfônica de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra de Câmara do Kremlin, Hannover Chamber Orchestra, Brussels Philharmonic, entre outros. Sylvia vem se apresentando desde os seis anos como solista, camarista e recitalista em toda a Europa, Américas, Oriente Médio, Coréia do Sul e Japão. Sua maneira de experimentar a arte a levou de importantes Salas de Concertos e Festivais ao redor do mundo. Camarista entusiasta, toca regularmente com a lendária pianista Maria João Pires, com o violinista russo Michael Taits, em trio com Ning Kam (violino) e Judith Ermert (violoncelo), e com a cellista alemã Judith Ermert. Premiada no ‘Concurso Internacional de piano em Vigo, Espanha’.
Nascida no Rio de Janeiro, iniciou seus estudos musicais improvisando com o pai aos três anos de idade. Logo chamou a atenção do métiermusical no Brasil e depois continuou seus estudos com grandes figuras da tradição pianística sul-americana: Maria da Penha, discípula de Marguerite Long, Guiomar Novaes e Jozef Turczynski; e Myrian Dauelsberg, discípula de Vlado Perlemuter e Heitor Villa-Lobos. Mme. Dauelsberg grande empreendedora cultural brasileira, além de escepcional professora foi a principal e maior incentivadora de seus primeiros anos de carreira. O talento de Sylvia Thereza mais tarde chamou a atenção para os EUA, onde foi patrocinada para estudar com a pianista russa Bella Davidovich, em Nova York, e mais tarde na Bélgica, com Alan Weiss, no programa de mestrado da Universidade de Leuven. Apoios preciosos também vieram de Nelson Freire, Earl Wild e Sergio Tiempo.
Como parte de seu compromisso social e filosofia musical, Sylvia desenvolveu um projeto pioneiro que introduziu a música clássica para mais de 12.000 crianças que vivem nas condições sociais mais desfavorecidas, trabalho que contou com o apoio da atriz Malu Mader e do Ministério da Cultura.
Sylvia, desde muito cedo, além da carreira de concertista, sentiu a necessidade de desenvolver uma metodologia especial que reunisse profundidade filosófica, experimentação lúdica e o lado resiliente da arte, combinando a visão artística de Villa-Lobos, Kodály e Gramani. Esta abordagem da vida e da arte aproximou-a muito da pianista internacionalmente aclamada Maria João Pires, que a abraçou como sua protégée. Depois de ensinar Sylvia Thereza por vários anos, e dividindo o palco em muitos países ao redor do mundo, Maria João Pires convidou-a para ser professora assistente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth na Bélgica, cargo que ocupou de 2012 a 2016.
É fundadora da Uaná (Association four the Arts) na Bélgica, organização que está trazendo a Arte para crianças desfavorecidas social e fisicamente, reunindo grandes nomes do mundo musical para este compromisso – através da educação musical, concertos, exposições e gravações.
SERVIÇO:
18/05, sábado – Sylvia Thereza lança o CD “O Manifesto Romântico”
Mãe: O maravilhoso ser especial – Uma homenagem ao seu dia.
No momento em que uma criança nasce, a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo. Osho
Não nascemos sabendo ser mãe. Com manual e folha para montagem das peças. Para algumas ser mãe é uma construção, um processo, que mesmo após a vinda do filho precisa de ajustes e estudos; para outras flui naturalmente, como um programa que foi implantado. Ela é mãe em tempo integral e nutre este olhar a quase todo relacionamento em que constrói.
“Ter um filho é considerado em cada civilização de um modo diferente; ser mãe pode ser visto como uma experiência perigosa, dolorosa, interessante, satisfatória ou importante, numa determinada mulher, numa determinada civilização. A forma de a vivenciar associa-se quer às suas características individuais quer à atmosfera cultural que a circunda.” Apesar dos desafios, dificuldades e preocupações, a maternidade, independente da cultura é transformadora.
Agora, “Não quero lhe falar meu grande amor, das coisas que aprendi nos livros, quero lhe contar como eu vivi e tudo que aconteceu comigo… Viver é melhor que sonhar”, conforme este trecho da música de Elis Regina, meu desejo nestas pequenas linhas, não é falar sobre teorias sociais, filosóficas ou psicológicas sobre maternidade e a influência na formação da vida do indivíduo, não é falar sobre as dificuldades vividas na maternagem ou no relacionamento com os filhos, não é divagar sobre as más ou boas mães… mas sim homenagear “a pessoa mãe”, alguém que gera e alguém que não pode gerar, mas que é igualmente mãe. Quero junto com você caro leitor, ajuda-lo a trazer a memória esta mulher, este ser único e assim; tecer comentários e elogios a este “Ser mãe”, a este arquétipo Mãe. A esta mulher que gera no corpo e gera na alma o entendimento e a resiliência de amar, cuidar, auxiliar e construir um outro ser.
Mãe é um ser especial, a maternidade torna as mulheres seres especiais. Seres que entendem o que é abrir mão de desejos em prol do outro. Que encontram forças e coragem em proporções que nem imaginavam que tinham, que se entristecem e perdoam com a velocidade de um raio. Que ouvem e identificam o chamado de seu filho em qualquer ambiente, por mais barulhento que esteja.
Mãe é um ser divino, mãe é uma persona insubstituível. Mãe é esta pessoa que se importa em ajudar o outro; a ser melhor do que ele mesmo acredita que seja, que se preocupa em nutrir, em curar feridas, em acalentar, em cuidar.
Minha mãe foi a mulher mais bela que jamais conheci. Todo o que sou, lho devo a minha mãe. Atribuo todos meus sucessos nesta vida ao ensino moral, intelectual e física que recebi dela.
O alerta e a homenagem que faço hoje é que independente da mãe que você tenha, independente se você teve mãe, mas teve alguém que exerceu este papel; ou das memórias afetivas que você traz desta relação, que você repense seus comportamentos e atitudes em relação a este “ser mãe”. Que você se permita viver o melhor que pode desta relação e que a homenageie neste dia estipulado para homegeá-la, mas que a honre em todos os demais dias do ano. Porque sendo Mãe de barriga ou mãe de vida, mãe desde sempre ou escolhida… Os tipos mudam, mas o amor não.
Escola Politécnica da UFRJ, com apoio da ConQuist Consultoria, oferece MBA em Gestão Estratégica de Alta Performance
No dia 9 de maio será realizada aula aberta com objetivo de explicar a dinâmica do curso
Capa livro Madruga – CRM
No próximo dia 9 de maio será realizada uma aula aberta do MBA em Gestão Estratégica de Alta Performance, promovido pela Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com apoio institucional da ConQuist Consultoria. Com as presenças dos professores da UFRJ, Carlos Carvalho, Amarildo Fernandes e Douglas Gomides e dos profissionais da ConQuist, Roberto Madruga e Regina Mamede, o evento tem por objetivo explicar a dinâmica do MBA, com previsão de início para junho deste ano. O evento vai ocorrer na sede da Consultoria, no Centro do Rio e a data de início vai ser definida após a primeira turma ser fechada. O curso tem carga horária de 360 horas e prazo de conclusão de 12 meses.
Segundo o diretor de Educação Corporativa e de Consultoria da ConQuist, Roberto Madruga, o objetivo é oferecer um curso de pós-graduação diferenciado para gestores que almejam conquistar novos cargos nas organizações, para executivos que pretendem dar um rumo mais estratégico às suas carreiras e também empreendedores que desejam ampliar seus negócios. “O MBA é baseado em pesquisas sobre os principais conhecimentos e atitudes que os executivos precisam desenvolver para agregar novas competências e habilidades”, explicou.
Roberto Madruga destaca que, atualmente, o Brasil atravessa um momento crítico em relação à sua economia, afetando enormemente o resultado de organizações de todos os portes e, consequentemente, as exigências sobre os líderes. “Os desafios atuais impõem o desenvolvimento e o aprimoramento de competências que façam diferença nas empresas e, ao mesmo tempo, para a carreira de gestores de todos os níveis”, disse, ressaltando que o curso foi cuidadosamente desenhado para apoiar os alunos no desenvolvimento do pensar, agir e aplicar os conhecimentos adquiridos nas mais diversas situações empresariais que exigem a alta performance.
A seleção para formação da primeira turma está sendo feita através de análise curricular e entrevista com o candidato. O curso terá um único período de 48 semanas, com 24 horas-aula em sala a cada quinzena, mais quatro horas-aula durante visitas mensais a empresas e que terão presença obrigatória do aluno. Essa estrutura compõe 15 disciplinas, totalizando 336 horas-aula. O aluno tem que ser aprovado em todas as disciplinas e, para obter o diploma, será exigido o Trabalho Final de curso com carga horária equivalente a 24 horas, totalizando 360 horas de carga horária total. O valor do investimento é de R$ 29.990,00, que poderão ser pagos à vista, com 10% de desconto, ou em parcelas mensais a partir de R$ 990,00.
O MBA também pode ser ofertado em formato fechado para empresas (in company), com adaptações que se façam necessárias para a melhor oferta do mesmo, sendo que os valores para esta modalidade poderá ser diferenciado diante de negociação.
Sobre a ConQuist e a Escola Politécnica da UFRJ:
Escola Politécnica da UFRJ – antiga Escola Nacional de Engenharia, tem sua trajetória ligada à própria história do desenvolvimento científico, tecnológico e de gestão no Brasil e um centro de referência em MBAs, possuindo mais de 30 cursos de pós-graduação voltados para gestão com excelente índice de avaliação dos seus alunos. A UFRJ é a primeira e maior universidade federal brasileira e um dos centros de excelência em ensino e pesquisa no País e na América Latina.
ConQuist (https://www.conquist.com.br/) – referência brasileira há 17 anos em Consultoria Empresarial, Treinamentos in company, Cursos de Formação, Palestras Motivacionais, Programas de Coaching e Educação à Distância, desenvolvendo e aplicando metodologia moderna para incremento de resultados e obtenção da alta performance pessoal e profissional.
Sobre Roberto Madruga
Roberto Madruga é consultor experiente em Educação Corporativa, Gestão do Relacionamento com Clientes, Customer Experience, Customer Journey Mapping, Planejamento Estratégico e Gestão de Pessoas.
Além disso, é reconhecido por sua multidisciplinaridade, alavancada pela união de sua experiência prática com a criação de métodos estruturados de consultoria e treinamento e grande experiencia acadêmica.
Membro do Customer Experience Professionals Association (CXPA) e membro da organização The Customer Sucess Association, nos Estados Unidos, Madruga é Mestre em Gestão Empresarial pela FGV, Pós-graduado em Marketing, em Gestão Estratégica e Qualidade, em Educação à Distância, em Gestão de Recursos Humanos, em Pedagogia Empresarial, Master em Programação Neurolinguística (PNL) pela International Association of NLP Institutes e Coach certificado pela International Association of Coaching Institute (ICI).
Professor de MBA da FGV-RJ, PUC-RJ, UFRJ e do HSM Management, autor de oito livro e fundador e CEO da ConQuist (www.conquist.com.br).
Encontro com Eduardo Wotzik – 40 anos investigando o Teatro – Ate 26 de maio na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca
Ocupação contempla quatro espaços do centro cultural; programação oferece ao público exposição que sintetiza trajetória do artista, temporada da consagrada “Missa para Clarice – Um espetáculo sobre o Homem e Seu Deus”, apresentação do work in progress da inédita “Hannah Arendt – Uma Aula Magna”, além de leituras dramatizadas, bate-papos e oficinas gratuitas
Semana 2 – De 8 a 12 de maio
1 – Leitura de peca teatral inédita – “Estilhaços II – aberta para o público participar e ler junto com os artistas presentes Local: Sala de Leitura Dia: 08 de maio (quarta-feira) Horário: 17h às 20h
Gratuito
2 – Encontros com Wotzik | Caosos Cênicos | Bate papo com o diretor e artistas convidados sobre os bastidores do teatro- GRÁTIS Local: Sala de Leitura – Artistas Convidados a atriz Priscila Rozembaun e o cenógrafo José Dias, entre outros Dias: 09/05 Horário: 17h às 20h
Gratuito
3 – Peça “Missa Para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus” *aberta venda de ingressos Local: Sala Eletroacústica | Data: 10/05 11/05 e 12/05 Horário: sexta e sábado às 20h e domingo às 18h Duração: 1h40 | Valor do ingresso: R$ 60 | R$ 30 (meia)
4 . Oficina “Wotzik e o Movimento” – com Dani Calichio e Eduardo Wotzik Data: 10, 11 e 12 de maio (sexta,sábado e domingo) Horário: de 14h às 17h. Gratuita
Aberta ao público em geral. Inscrições mediante envio de carta e/ou vídeo de 1 minuto pelo email oficinaswotzik@gmail.com
4 – Exposição Local: Galeria 2 Data: 03 (abertura) a 26 de maio (encerramento)
Horário: quarta a domingo de 16h às 20h
Entrada Franca
5 – Peça “Missa Para Clarice – Um Espetáculo Sobre o Homem e Seu Deus” *aberta venda de ingressos Local: Sala Eletroacústica | Data: 10/05 11/05 e 12/05 Horário: sexta e sábado às 20h e domingo às 18h Duração: 1h40 | Valor do ingresso: R$ 60 | R$ 30 (meia)
Projeto CadaVezMaisMulher promove oficina da Frida Kahlo para crianças de 9 a 12 anos na ONG Reiki sem Fronteiras
A iniciativa apresenta de forma divertida, através da história, da arte e da cultura, uma perspectiva de discussão do papel da mulher na sociedade
Diante dos desafios que a mulher ainda enfrenta na sociedade atual, como ausência de igualdade de direitos, dupla jornada, preconceito e também da onda crescente de casos de feminicídio no País, foi criada a oficina Bonecas de Verdade – Contando Histórias Reais, que integram o projeto CadaVezMaisMulher, idealizado pela profissional de Comunicação Social e Marketing, Manuela Azevedo. Usando a mulher como protagonista, as oficinas trabalham pautas sociais e estimulam a reflexão. “O projeto traz, de forma lúdica, temas como equidade de direitos, igualdade racial e responsabilidade socioambiental, além de estimular o encorajamento, o entendimento e a superação”, explica Manuela.
Depois de promover duas oficinas gratuitas no Solar Meninos de Luz, ONG que atua na área de educação em tempo integral nas comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, no próximo dia 4 de maio, o CadaVezMaisMulher promove a oficina Bonecas de Verdade – Mulheres Possíveis, que vai contar a história da mexicana Frida Kahlo, uma das mais fortes expressões artísticas do século XX. O trabalho se destina a meninas e meninos, de 9 a 12 anos, que terão a oportunidade de conhecer a mulher, sua trajetória de superação e sua arte.
Além de conhecer a mexicana, o grupo também será estimulado a produzir sua própria obra usando tinta, texturas e outros recursos, a partir da rica representação do processo criativo de Frida Kahlo,
Como ponto de partida e referência, os participantes da oficina usarão as telas de ex-votos: pinturas que retratam uma graça – algo positivo, motivo de celebração. Desta forma, as crianças e jovens serão estimulados a recordar um momento especial, de alegria ou algo positivo e retratá-lo de forma livre e criativa. “Frida era uma colecionadora de ex-votos e fez uso da prática em muitas de suas telas”, explica Manuela Azevedo.
CadaVezMaisMulher – O projeto trabalha oficinas com crianças e jovens sobre o papel da mulher na sociedade. De forma lúdica, através de bonecas de papel, conta a história de personagens reais que representam uma referência em sua área de atuação, seja social, política ou cultural.
As bonecas foram criadas para a iniciativa com formas simples, em papel, com a técnica de punch art. Elas ilustram as heroínas de verdade no campo da brincadeira. Suas linhas geométricas conduzem a aventura e transportam a criança da fantasia à realidade.
A iniciativa apresenta de forma divertida, através da história, da arte e da cultura, uma perspectiva da inclusão de uma mulher atuante.
Serviço:
Data: 18 de maio
Local: Ong Reiki Sem Fronteiras Brasil (Rua Mearim, 17 – Grajaú)
Horário: das 14h às 17h
Contribuição: R$ 60,00 (Sessenta Reais)
MULTIGOURMET – EDIÇÃO MÃES O DIA DAS MÃES NO MULTICENTER TEM SABOR FRANCÊS
De 09 a 12 de Maio, o Itaipu Multicenterrealizará um evento que já entrou para o calendário da cidade como um dos mais gostosos da Região Oceânica de Niterói – O MULTIGOURMET.
Nesta edição, o projeto será dedicado às mães e terá inspiração na culinária francesa. Em uma cozinha cenográfica localizada Praça de Eventos do shopping, profissionais da alta Gastronomia vão promover Workshops abertos ao público com harmonizações, degustações, distribuição de brindes e boa música, em um ambiente aconchegante com floristas, estande de vinhos e perfumes, tudo para entrar no clima Parisiense.
No dia 09/05 (quinta-feira), a partir das 19h30, a Oficina Gourmet com o chef Frédéric Monnier abre o evento com um maravilhoso ‘Tamboril grelhado ao molho beurre blanc e étuvée angevine Molho François premier’. Nascido no noroeste da França, o chef Frédéric Monnier passou por restaurantes e hotéis estrelados pelo Guia Michelin, em Paris e Luxemburgo, durante oito anos. Em 2001, conheceu o Brasil, se apaixonou pelo país e voltou para tornar-se Chefe Executivo do tradicional e badalado restaurante carioca Garcia & Rodrigues, onde permaneceu por 4 anos.Frederic adaptou a culinária francesa ao paladar brasileiro com criações na padaria, confeitaria e restaurante, marca registrada que carrega até hoje em seu restaurante, que foi inaugurado em 2005, em uma linda casa antiga, com o seu sócio, no centro do Rio de Janeiro. Participa do Rio Gastronomia e é embaixador do Senac desde 2011, onde administra aulas. Hoje, o chef se dedica ao desenvolvimento do seu próprio buffet com seu nome Frédéric Monnier, explorando o desenvolvimento sustentável.
Às 20h30, Valerie Lu sobe ao palco do Multigourmet com seu show “Meu Mundo À Moi’. Nascida em Montmartre, cartão postal da cidade de Paris, Valerie Lu, chegou no Brasil, Niterói-RJ, em 1987, onde residiu por 14 anos. Com sua energia e sua curiosidade, se apresentou em diversas casas de shows do Rio de Janeiro e também na Europa. Durante este período em terras brasileiras, Valerie Lu teve a oportunidade de mostrar seu talento, quando convidada a fazer abertura e participações de espetáculos de artistas como: Ângela Rô Rô, Sivuca, Hermeto Pascoal, Leny Andrade, Arthur Maia, entre outros. Em 1999, recebeu da Câmara Municipal de Niterói o título de cidadã honoraria da cidade. O projeto ‘Meu Mundo à Moi’ leva ao público uma viagem íntima ao mundo musical de Valerie Lu. Além de músicas de seu último álbum ‘Saudade mon amour’, o show traz em seu repertório uma síntese do universo musical da cantora, contando com releituras de clássicos do Jazz em inglês como Cry me a river e Summertime, MPB e clássicos franceses. Em sua apresentação, Valerie Lu será acompanhada do guitarrista, compositor e produtor Marcello Ferreira e do percussionista Filipe Tauil.
No dia 10/05 (sexta-feira), a partir das 20h, o chef Frédéric De Maeyer ensina a fazer uma deliciosa sobremesa: ‘Fondant de chocolate belga, cremeux de cupuaçu e crumble de caju’. À frente da cozinha do Eça há mais de dez anos, o chef belga Frédéric De Maeyer é uma das boas revelações da gastronomia do Rio nos últimos tempos. Ele faz uma cozinha moderna e de sucesso, em pleno Centro do Rio. Fred veio especialmente de Bruxelas, onde trabalhou profissionalmente no Hotel Hilton, com uma estrela no Guia Michelin, e no L´Écalier du Palais Royal, com duas estrelas no Michelin, para a cozinha do restaurante da H.Stern. A vinda para o Brasil foi resultado da paixão pelo país e pela necessidade de encontrar novos desafios profissionais. No Eça, Frédéric cuida de tudo. O menu oferece combinações contemporâneas, uso de ingredientes genuinamente brasileiros e uma forte presença de produtos orgânicos e sazonais. Sua dedicação já lhe rendeu prêmios como Chef Revelação 2004, Melhor Chef Confeiteiro 2005, ambos da Revista Gula, prêmio Prato Inesquecível do ovo caipira no Guia Danusia Bárbara (2005), Chef Revelação Rio Show 2006, segundo melhor chef e segundo melhor chef pâtissier 2006 eleito pela revista Gula e 1º lugar chef revelação – revista Veja Rio (2006), restaurante com os melhores doces do Rio (2012), pela Veja Rio.
Dia 11/05 (sábado), a partir das 20h, o chef Roland Villard vai ensinar a receita de ‘Pirarucu com farofa de sardinha e caju, purê de couve flor com algas, vinagrete de frutas’. Técnica francesa utilizada para valorizar a riqueza e ressaltar a peculiaridade dos produtos locais. Esse é o principal legado da experiência de trabalhar em três continentes diferentes – Europa, África e América Latina – para o Chef Roland Villard, que comemora mais de quatro décadas dedicadas à gastronomia. Nascido em Saint-Etienne, região central da França, Roland Villard se interessou pela cozinha ainda criança, e começou a trabalhar muito cedo em Paris, a capital da gastronomia mundial. Tendo passado por restaurantes estrelados – como o Le Pré Catelan–nacida de luz, o chef decidiu explorar novos mercados e se instalou, no final dos anos 80, em Abidjan, capital da Costa do Marfim, e permaneceu em terras africanas por dez anos. Foi a convite do grupo Accor que Roland Villard veio para o Brasil para assumir a cozinha do Le Pré Catelan, do Hotel Sofitel Rio de Janeiro. Ao sair do grupo em 2016, o chef ampliou a sua área de atuação e abriu a própria empresa de consultoria em gastronomia, a Re7 Gastronomia, e se especializou, principalmente, na área hospitalar.
Para fechar o evento, no dia 12/05 (domingo), a partir das 16h, é a vez da Oficina infantil ‘Maman Je t’aime’ com a Sweet Cake. A pâtissière, Fernanda Castro, da doceria Sweet Cake, vai mostrar o passo a passo da elaboração de um delicioso cupcake. Neste workshop, o público além de aprender a receita e os segredinhos de uma massa fofinha, ainda vai poder rechear e decorar os seus cupcakes com elementos bem franceses, como a Torre Eiffel. A oficina que recebeu o nome de ‘Maman Je t’aime’, promove a integração entre pais e filhos em um momento especial, na qual as crianças poderão convidar um membro da família para participar com ela. As senhas serão distribuídas 30 minutos antes da oficina.
De 09/05 a 12/05, em paralelo, um Circuito Gastronômico onde restaurantes, bares e cafés do shopping apresentarão novidades no cardápio inspiradas na encantadora Paris. Além disso, a Aliança Francesa sorteará 3 bolsas de estudo com 50% de desconto durante o evento.
Serviço:
Datas: De 09 a 12 de Maio
Local: Praça de Eventos do Shopping Itaipu Multicenter
Endereço: Estrada Francisco da Cruz Nunes, 6501 – Itaipu. Niterói / RJ