Ana Carolina lança “Fogueira Em Alto Mar EP1” com clipe romântico

 Projeto chega com 6 faixas, incluindo o single “Não Tem No Mapa”, que já tem videoclipe disponível

Uma das principais cantoras do país, Ana Carolina mostra parte do seu novo projeto com o primeiro EP de “Fogueira Em Alto Mar”, que comemora seus 20 anos de carreira fonográfica. Lançado nesta sexta-feira, 31/05, a artista apresenta seis faixas inéditas, que já estão disponíveis em todas as plataformas digitais. Destaque para o clipe do single “Não Tem No Mapa”, que chega carregado de romantismo e sensualidade.

Parceria da cantora com Bruno Caliman, compositor de grandes sucessos, principalmente no meio sertanejo, “Não Tem No Mapa” é marcada pelo violão e percussão, que acompanham a marcante e distinta voz de Ana Carolina, sendo um verdadeiro cartão de visitas deste álbum autoral.

Dirigido por Vinicius Brum e Fernanda Teixeira, o clipe busca paralelos com a letra, como no cenário marcado por uma estrada e o carro dirigido por Ana Carolina, que contracena ao lado da modelo Bruna Carafini. Entre lembranças e o presente, cenas apaixonadas da cantora e um grande amor marcam o ponto alto do vídeo.

O EP segue a característica passional da cantora. A música que dá título ao projeto, “Fogueira Em Alto Mar”, é mais uma parceria da artista com Caliman, juntamente com Zé Manoel, e canta a busca por uma pessoa que deixou saudades.

Em “O Tempo se Transforma em Memória”, Ana Carolina mostra a alegria em uma declaração de amor. Com participação da brilhante Elza Soares, “Da Vila Vintém Ao Fim do Mundo” é um agradecimento e uma ode à vida.

Composta por Moreira da Silva e Zé Trindade, “1296 Mulheres”, traz a batida do samba de volta para Ana Carolina. Já “Canção Antiga”, mais uma parceria com Antonio Villeroy, coloca novamente a voz da artista em primeiro plano, além de trazer uma produção crescente com violinos, flauta, finalizando com um poema em francês.

O projeto “Fogueira Em Alto Mar” chega 20 anos após o primeiro álbum gravado por Ana Carolina, que leva seu nome. Está programado ainda o lançamento de mais um EP em 28 de junho com três novas músicas, seguido pelo álbum completo em 26 de julho, totalizando 12 canções inéditas. 

Sobre Ana Carolina – Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro disco em 1999; hoje, sua carreira, que completa 20 anos, já inclui 11 álbuns, seis DVDs e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre outros, ganhou sete vezes o Prêmio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro grande sucesso, “Garganta”, viria já no primeiro álbum. Depois dele, emplacou cerca de 30 singles nas paradas brasileiras.

As composições da artista já foram gravadas por nomes importantes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Chiara Civello, Jorge Vercillo, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Em suas composições fez parcerias com Seu Jorge, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Guinga, entre muitos outros.

Em 2009, quando completou 10 anos de carreira, lançou o álbum “N9ve”, no qual destaca-se a canção “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, em um dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay. No mesmo ano, lançou a coletânea de canção, “Ana Carolina + Um”, com duas canções inéditas e participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Em 2012 gravou duetos com astros da música internacional, como Tony Bennett e Alejandro Sanz, e seu CD #AC trouxe a cantora dividindo os microfones com Chico Buarque.

Ainda em 2012, Ana Carolina lançou no iTunes sua primeira compilação digital Mega Hits. A coletânea inclui 30 faixas com os maiores sucessos da cantora. O repertório seleciona as músicas mais procuradas pelos fãs, no iTunes, e as disponibiliza em um álbum digital exclusivo. A comercialização dos maiores sucessos da cantora pelo iTunes é reflexo do crescente relacionamento com seus fãs através da internet. Recentemente, Ana já ultrapassou mais de cinco milhões de seguidores em suas redes sociais.

Ainda no primeiro semestre de 2019,  Ana Carolina inicia sua nova turnê nacional “Fogueira em Alto Mar”, resultado do seu primeiro trabalho de inéditas em pouco mais de 6 anos. Ele reflete toda a excelência, empenho e musicalidade que a deixaram conhecida no mercado nacional e internacional.

Para todas informações sobre Ana Carolina, visite:
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Vanessa da Mata lança “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, seu sétimo álbum de estúdio

Ouça aqui: “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”

O que é um hit? Com certeza, uma canção que não sai da sua cabeça durante horas, quiçá um dia inteiro. Perseguir essa ideia e cumprir essa ideia é o sonho de todo cantor e compositor, mas a deusa música só concede esse encanto a poucos. Vanessa da Mata é uma artista contemplada com essa luz. No rádio, nas pistas, na plateia, suas canções são entoadas como verdadeiros hinos do pop brasileiro.

Abençoada inicialmente por Chico César e Maria Bethânia, Vanessa continua fazendo a ponte perfeita entre regionalismo, vida urbana e mais do que nunca o amor. “Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina”, sétimo álbum de estúdio, prossegue seus achados poéticos e melodias intuitivas. Sim, porque as canções de Vanessa da Mata não nascem no violão ou piano, não acontecem no estúdio. Elas surgem em sua mente pelos cafés do mundo, seu lugar preferido para rascunhar letras, inventar harmonias.

Com certeza, é seu disco mais autoral como um todo porque Vanessa se aventurou pela primeira vez como produtora musical, propondo arranjos diretamente aos músicos, criando a dinâmica sonora do álbum como captação de voz, mixagem, acentuando ou reduzindo as intenções dos instrumentos em função de cada canção.

A liberdade de criar e recriar foi total.

 

“Nossos desenhos se aproximam. As araras, as árvores, os animais, os homens, o planeta. A história de todos nós, todos lutando pela sobrevivência de seus próprios sentimentos no dia a dia. Meu disco trata disso, com músicas leves e curtas letras. O pop romântico, a brasilidade, a canção, o reggae californiano, os ritmos dançantes. Fiz questão de juntá-los sem distinção. Intelectuais e populares”, define Vanessa.

O primeiro single lançado, a ensolarada “Só Você e Eu”, já dava o tom do que o disco seria por inteiro: um apanhado de histórias sobre a vida e o amor. Vanessa é uma poeta artesã dedicada a esses assuntos. É um deleite como ouvinte extrair frases isoladas de suas canções e enviá-las compulsivamente aos nossos amados e amadas. São verdadeiros minutos de sabedoria que nos levam a namorar, casar, prosseguir ou tristemente terminar:

Nesse mundo cão de tantas malvadezas, você é um presente que eu não posso perder. (“Só Você e Eu”)

Nossa geração mata o diferente. Padronizam frutos, flores e gente (“Nossa Geração”)

Nesse mundo tonto que vive rodando, vejo tanta gente desesperada criando histórias, criando pessoas, criando paixões, medo da solidão (“Vá Com Deus”)

Presa eu não sorrio, presa eu não gosto, presa eu não me entrego, presa eu não vivo. Quem é solto não precisa de aditivos (“Dance Um Reggae Comigo”)

A participação de Baco Exú do Blues com seu canto incisivo na malemolente e africana “Tenha Dó de Mim” anuncia o clima de festa que também invade o álbum. Assim como “Debaixo da Saia Dela” que tem na guitarra de Davi Moraes o motivo para lembrarmos dos deliciosos sambas de Riachão. Vanessa constrói uma letra vigorosa sobre a paixão (“Os olhos compridos esperando a moça / Corpo desossado, a roupa torta / Esperando a moça virar a esquina / Paralisado, comida de mosquito”).

“Quando Deixamos Nossos Beijos Na Esquina”, a canção título, soa exatamente como carta de intenções, uma letra que fala de sincretismo religioso, da falta dos bons sentimentos, aonde o mundo está mesmo doente, sem diálogo, sem carinho, impondo a arrogância ao outro, que nos assola, costurando personagens e ideias das outras faixas do disco. É um reggae conjugado ao pop, mistura instaurada pela baterista João Barone ainda nos anos 80 e que volta aqui com toda força em participação especial. Atenção para os versos: “Foi sem querer que provocamos um bem estar. E deu contágio: escaparam beijos nos homens frios, mulheres secas”

“Para mim, essa é a música mais bonita que eu fiz. Sem defeitos” confessa Vanessa ao citar a canção “Demais pra Mim”, que realmente apresenta uma letra em estado de grandeza:

“Do profano ao sagrado / Entre Deus e aqui embaixo / Paixão além do estado febril que provocou”

“Centenas de anjos cantam / Mil rosas brancas brotam / O mundo enche de paz / E eu sinto Deus”

Vanessa fala também do processo de amadurecimento como mãe em “O Mundo Para Felipe”, acalanto em forma de canção para seu filho de 18 anos composta com Liminha que também comparece como parceiro na faixa de pedal acelerado “Ajoelha e Reza”.

Uma das faixas mais emocionantes e inesperadas do disco é “Hoje Eu Sei” composta com o cantor, compositor e músico sueco Jonas Myrin. Conexão internacional que tem vitalidade para repetir o sucesso de outro encontro de Vanessa com o mundo: “Boa Sorte” ao lado de Ben Harper.

“Quando Deixamos Nossos Beijos na Esquina” é um álbum que pode parecer um grande retorno de Vanessa da Mata mas na verdade é um prosseguimento em estado de graça.

“Limpei minha estrada antiga. Mudei minhas velhas formas. Fiz a faxina para você entrar”.

Theatro Municipal do Rio de Janeiro apresenta: ‘Grandes Vozes no Rio a partir de julho

No dia 7 de julho de 2019, às 17h00, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro fará o primeiro concerto da série “Grandes Vozes no Rio de Janeiro” com o consagrado tenor italiano Vittorio Grigolo trazido por POPopera. Em 2019, além de Grigolo, já estão agendados os concertos de outros três cantores líricos internacionais que dominam hoje os maiores palcos de ópera do mundo (Paris, Londres, Milão e Nova York). Eles serão acompanhados no palco pela Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal. Serão mais quatro concertos em 2020 e outros quatro em 2021. Parte da temporada oficial do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, “Grande Vozes no Rio de Janeiro” é uma iniciativa inédita na cena lírica brasileira. Para reger este primeiro concerto foi convidado o maestro norte-americano Ira Levin.

A cada temporada serão quatro estrelas da ópera internacional que se apresentarão ao longo dos próximos três anos. Os artistas tambémministrarão masterclasses para jovens cantores brasileiros.

Nosso objetivo principal é não só despertar o interesse pela ópera no Rio de Janeiro, como também motivar sonhos e novas possibilidades para jovens artistas brasileiros” – afirma Ilias Tzempetonidis, Diretor de Casting da Ópera Nacional de Paris. Reconhecido por descobrir talentos e lançar internacionalmente novos cantores de ópera, Tzempetonidis é um grego apaixonado pelo Rio de Janeiro. Junto ao empresário austríaco Stefan Ganglberger, trouxe ao Theatro Municipal a ideia desta série única e exclusiva de concertos no Brasil.

André Heller-Lopes, diretor artístico do Theatro Municipal, comenta: “O projeto Grandes Vozes é algo totalmente inédito no país e ficamos muito felizes em poder recebê-lo como parte da temporada oficial – ainda mais que a estreia acontece no mês em que celebramos os 110 anos do TheatroDestaco a importância de ser um projeto idealizado para acontecer ao longo de vários anos, o que é um marco na ópera no Brasil. Temos muito a agradecer ao Tzempetonidis, Diretor de Casting da Ópera Nacional de Paris, a sua generosa ajuda em tornar tudo isso possível”.

 

O tenor italiano Vittorio Grigolo vem pela primeira vez à América do Sul. Consagrado pela imprensa especializada, Grigolo foi, aos 23 anos, o tenor mais jovem a se apresentar no La Scala, em Milão. Em sua apresentação no Rio ele interpretará árias de óperas de Verdi, Puccini, Donizetti, Massenet, Gounod e Offenbach.

Já estão confirmadas as agendas dos artistas internacionais de agora até o final de 2021. Serão quatro recitais líricos este ano, quatro em 2020 e quatro em 2021.  

 

 Temporada “Grandes Vozes 2019:

 

VITTORIO GRIGOLO

TENOR

O primeiro grande artista a se apresentar será o tenor italiano VITTORIO GRIGOLO. Ele fará uma masterclass no dia 3/7 e o concerto no dia 7/7 de 2019.

Seus excepcionais talentos vocais e dramáticos são amplamente elogiados pela imprensa mundial. Aos 23 anos ele se tornou o tenor mais jovem a se apresentar no La Scala, em Milão. Em pouco tempo ele já se apresentou ao lado de nomes como Riccardo Chailly, Lorin Maazel, Zubin Mehta, Riccardo Muti, Gustavo Dudamel e Antonio Pappano. Seu repertório inclui cerca de 24 óperas de Mozart, Donizetti, Verdi, Puccini, Gounod, Massenet, Offenbach, Bernstein e as obras sagradas de Rossini, entre outros. Como um dos principais tenores de sua geração, ele agora se apresenta nas casas de ópera mais prestigiadas do mundo, incluindo La Scala, Milão, Royal Opera House, Londres, Metropolitan Opera, Nova York, Opernhaus Zurich, Palau de Les Arts Valência e Chorégies D’Orange, para citar apenas alguns.

https://www.vittoriogrigolo.com

MICHAEL FABIANO

TENOR

O segundo artista é o tenor americano MICHAEL FABIANO – com a masterclass no dia 21/8 e o concerto no dia no dia 25/8 de 2019.

 O ganhador do 2014 Beverly Sills Artist Award e do Richard Tucker Award de 2014, Fabiano é o primeiro cantor a ganhar os dois prêmios no mesmo ano e é considerado um dos maiores tenores do mundo atualmente. Fabiano se apresentou em muitas das principais casas de ópera do mundo; uma lista que inclui Metropolitan Opera, Ópera de São Francisco, Ópera Real, Ópera da Austrália, Teatro Real, Ópera Nacional de Paris, Ópera Nacional Holandesa, La Scala, Dresden Semperoper, Deutsche Oper Berlin, o Festival Glyndebourne e Ópera Real Dinamarquesa. Ele é membro do Conselho de Artistas do Metropolitan Opera Guild e um dos fundadores do ArtSmart, uma organização sem fins lucrativos que oferece aulas gratuitas de voz para alunos de escolas públicas em bairros carentes nos EUA.

https://michaelfabianotenor.com

LISETTE OROPESA

SOPRANO COLORATURA

A terceira artista será a soprano americana LISETTE OROPESA – com a masterclass no dia 9/10 e o concerto no dia 13/10.

Lisette Oropesa é uma dos sopranos lírico-coloratura mais requisitadas hoje e já triunfou em vários papéis nas casas mais importantes da Europa e dos EUA. Cantora de considerável reconhecimento, Lisette recentemente teve grande sucesso no Covent Garden e no Teatro Real Madrid como LUCIA DI LAMMERMOOR. Nesta temporada Lisette está pronta para fazer uma grande estreia na Ópera Nacional de Paris e no Teatro alla Scala. Conhecida por sua técnica perfeita, integridade estilística, coloratura precisa e atuação superlativa, Lisette destaca-se no repertório do bel canto, Mozart e compositores franceses.

https://lisetteoropesa.com

 HIBLA GERZMAVA

SOPRANO

A última artista a se apresentar nesta primeira temporada será a soprano russa HIBLA GERZMAVA – com a masterclass no dia 12/11 e o concerto no dia 15/11.

 

Hibla Gerzmava estabeleceu-se como uma das mais requisitadas sopranos de sua geração, tendo sido aclamada pela crítica em teatros como a Royal Opera House – Covent Garden, a Ópera Nacional de Paris, a Ópera de Viena, a Ópera de Roma, a Ópera Metropolitana, a Baviera, Ópera estadual em Munique, Carnegie Hall em Nova York e Mariinsky Theatre em São Petersburgo. Aclamada pelo New York Times como “a soprano de voz calorosa, com um toque de afeto e força”, Gerzmava retornou à Ópera Metropolitana como Donna Anna em Don Giovanni, no outono de 2016. Na mesma temporada estreou no Teatro alla Scala em Milão com o papel-título em Anna Bolena, e no Teatro Bolshoi, em Moscou, como Elisabeth em Don Carlos.

http://www.hibla.ru/en/

 

VITTORIO GRIGOLO

Concerto com orquestra

PROGRAMA:

Questa o quella – ‘Rigoletto’ (Verdi)

La donna è mobile – ‘Rigoletto’ (Verdi)

Abertura – ‘Don Pasquale’ (Donizetti)

Una furtiva lagrima – ‘L’Elisir d’Amore’ (Donizetti)

Intermezzo – ‘Manon Lescaut’ (Puccini)

Che gelida manina – ‘La Bohème’ (Puccini)

Abertura – ‘Nabucco’ (Verdi)

Di quella pira – ‘Il Trovatore’ (Verdi)

INTERVALO

En fermant les yeux – ‘Manon’ (Massenet)

Ah ! Lève-toi, soleil ! – ‘Romèo et Juliett’e (Gounod)

Bachanale – ‘Samson et Dalila’ (Saint-Saëns)

Pourquoi me réveiller – ‘Werther’ (Massenet)

Abertura – ‘Guglielmo Tell’ (Rossini)

La légende de Kleinzach – ‘Les contes d’Hoffmann’ (Offenbach)

Preços dos Ingressos:

 

07 de julho, domingo, às 17h

Frisas/camarote – R$ 600 (meia-entrada R$ 300)

Plateia e balcão nobre – R$ 600 (meia-entrada R$ 300)

Balcão superior – R$ 400 (meia-entrada R$ 200)

Balcão superior lateral – R$ 400 (meia-entrada R$ 200)

Galeria – R$ 200 (meia-entrada R$ 100)

Galeria lateral – R$ 200  (meia-entrada R$ 100)

 

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano s/n° – Centro

Lotação – 2.226 lugares

Duração total – 2 horas

Ingressos na bilheteria ou no www.ingressorapido.com.br

O Theatro Municipal é vinculado à Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro

Realização: Theatro Municipal

Homepage Theatro Municipal: http://www.theatromunicipal.rj.gov.br

Instagram Theatro Municipal: @theatromunicipalrj

Facebook Theatro Municipal: https://www.facebook.com/theatro.municipal.3/

Homepage: http://www.popopera.art/

Instagram: @popoperamusic

Facebook: https://www.facebook.com/POPoperamusic/

Para a temporada 2020 os seguintes artistas já estão confirmados:

 

MARÇO

SONDRA RADVANOVSKY (soprano)

https://www.sondraradvanovsky.com/

JUNHO

PRETTY YENDE (soprano)

http://prettyyende.com/

AGOSTO

ANITA RACHVELISHVILI (mezzo soprano)

http://anitarachvelishvili.com/

OUTUBRO

NADINE SIERRA (soprano)

http://nadinesierra.com/

Para a temporada 2021 os seguintes artistas já estão confirmados:

 

JULHO

JONAS KAUFMANN (tenor)

http://www.jonaskaufmann.com/en/

MAIO

ELINA GARANCA (mezzo soprano)

https://elinagaranca.com/

SETEMBRO

BENJAMIN BERNHEIM (tenor)

http://benjaminbernheim.com/

NOVEMBRO

KRISINE OPOLAIS (soprano)

https://kristineopolais.com/